Repetir que acordamos às 3:30 h, todos os dias, deve estar mexendo com o sono de muita gente. Para recuperar o tempo em atraso devemos visitar hoje, 19 cidades + o deslocamento até Oeiras. Cremos ser plenamente possível, pois já fizemos até mais e o percurso era ainda maior, além disso, as estradas são boas e o gostinho de realização já está na boca. Vamos com fé que o que é do homem o bicho não come. Alô Oeiras, aqui vamos nós!

Devemos chegar às primeiras duas cidades ainda sem a luz do dia.






O próximo trecho até São Julião são 16 km de terra, e escolhemos fazê-lo porque pelas informações é uma estrada relativamente boa e nos poupará fazer uma volta de aproximadamente 100 km.













Santo Antonio se auto-denomina a Capital do Caju em função da alta produção dessa fruta na região. Só quem já comeu um caju tirado direto do pé sabe o prazer que isso dá, além disso tem a cajuína cristalina da nossa terra e a castanha, produto apreciado aqui, no resto do Brasil e no exterior.



Aqui tivemos o prazer de registrar nossa passagem por Bocaina ao lado do amigo motociclista Henrique Macedo.


No município de Bocaina está localizada a terceira maior barragem do Piauí, foi construída próxima a nascente do Rio Guaribas e tem capacidade para armazenar 106 milhões de metros cúbicos de água, que no período de cheia chega a formar um imenso lago de até 28 quilômetros de extensão.



Ao pararmos para fotografar em frente ao mercado de São João da Canabrava deixei meu óculos de sol sobre o baú da moto e saí, quando percebi já estava na cidade seguinte. Como tinha um reserva, dei aquele por perdido. A volta seria passando novamente por aquela cidade. Na sua entrada um senhor tentou me parar e segui adiante, achei que fosse um bêbado. Quando passava novamente próximo ao mercado um rapaz esperava por mim e me gritou mostrando o óculos. Parei, recebi, agradeci, e esperei o Manga. Pensava, isso ainda existe? Quando o Manga chegou me falou que o senhor que tentou me parar queria avisar que tinham encontrado o óculos e estavam esperando para devolver. Agradecemos mais uma vez e seguimos nosso caminho. O sertanejo, pobre e sofrido ainda mantem pureza e honestidade no seu coração.






Na cidade de Santana nossa presença provocou uma agitação extra. Quando paramos em frente ao CRAS para o devido registro, vizinhança e funcionários de uma escola se agitaram e até acordaram o responsável pelo órgão para saber que éramos nós. Desfeito o mal entendido, vieram muitas conversas e curiosidade, e terminei pedindo um pouco de água para beber, no que fui atendido com uma água super gelada e de boa qualidade. O Manga, feito um camelo, não quis beber.


De Santana para São José enfrentamos 12 km de terra com subida e descida de uma serra em ladeiras muito íngremes, além de muita água e lama.








Hora do lanche. Ainda sem almoço às 15:00 h.





Agora é pegar o rumo de casa e partir para o abraço. Um dia para descansar e revisar as motos. Chegamos em Oeiras antes do esperado, às 16:30 h, e muito felizes por tudo ter dado certo conforme tínhamos planejado. De agora em diante é só seguir o roteiro, e quem sabe até antecipar um dia no planejamento. Obrigado por tudo Meu Deus!
Devemos chegar às primeiras duas cidades ainda sem a luz do dia.
O próximo trecho até São Julião são 16 km de terra, e escolhemos fazê-lo porque pelas informações é uma estrada relativamente boa e nos poupará fazer uma volta de aproximadamente 100 km.
Santo Antonio se auto-denomina a Capital do Caju em função da alta produção dessa fruta na região. Só quem já comeu um caju tirado direto do pé sabe o prazer que isso dá, além disso tem a cajuína cristalina da nossa terra e a castanha, produto apreciado aqui, no resto do Brasil e no exterior.
Aqui tivemos o prazer de registrar nossa passagem por Bocaina ao lado do amigo motociclista Henrique Macedo.
No município de Bocaina está localizada a terceira maior barragem do Piauí, foi construída próxima a nascente do Rio Guaribas e tem capacidade para armazenar 106 milhões de metros cúbicos de água, que no período de cheia chega a formar um imenso lago de até 28 quilômetros de extensão.
Ao pararmos para fotografar em frente ao mercado de São João da Canabrava deixei meu óculos de sol sobre o baú da moto e saí, quando percebi já estava na cidade seguinte. Como tinha um reserva, dei aquele por perdido. A volta seria passando novamente por aquela cidade. Na sua entrada um senhor tentou me parar e segui adiante, achei que fosse um bêbado. Quando passava novamente próximo ao mercado um rapaz esperava por mim e me gritou mostrando o óculos. Parei, recebi, agradeci, e esperei o Manga. Pensava, isso ainda existe? Quando o Manga chegou me falou que o senhor que tentou me parar queria avisar que tinham encontrado o óculos e estavam esperando para devolver. Agradecemos mais uma vez e seguimos nosso caminho. O sertanejo, pobre e sofrido ainda mantem pureza e honestidade no seu coração.
Na cidade de Santana nossa presença provocou uma agitação extra. Quando paramos em frente ao CRAS para o devido registro, vizinhança e funcionários de uma escola se agitaram e até acordaram o responsável pelo órgão para saber que éramos nós. Desfeito o mal entendido, vieram muitas conversas e curiosidade, e terminei pedindo um pouco de água para beber, no que fui atendido com uma água super gelada e de boa qualidade. O Manga, feito um camelo, não quis beber.
De Santana para São José enfrentamos 12 km de terra com subida e descida de uma serra em ladeiras muito íngremes, além de muita água e lama.
Hora do lanche. Ainda sem almoço às 15:00 h.
Agora é pegar o rumo de casa e partir para o abraço. Um dia para descansar e revisar as motos. Chegamos em Oeiras antes do esperado, às 16:30 h, e muito felizes por tudo ter dado certo conforme tínhamos planejado. De agora em diante é só seguir o roteiro, e quem sabe até antecipar um dia no planejamento. Obrigado por tudo Meu Deus!









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