É incrível, mas tive que enfartar de novo para poder pegar a moto e rodar.
Explico: durante muitos anos, aqueles do trabalho braçal, cada vez que convidava a Angela para sair de férias, juntamente com as crianças, era um sufoco daqueles.
Nunca dava!

Um dia retruquei, e se eu enfartar, não terei que ir para o hospital e ficar, se tudo correr bem, pelo menos uma semana internado?
Se tenho o direito de ficar doente, pensava e continuo pensando, tenho o mesmo direito de poder sair e fazer o que quero, claro, que dentro dos limites da responsabilidade.
E depois de uns dias de consumição, finalmente, as 11:30 h da noite deste domingo, primeiro de abril, voltei ao chavão: tive um enfarte, portanto, vamos pegar a moto e viajar.

Ao redor da 1:00 da madrugada, a Bonitona estava encilhada e antes das 9:00 h da manhã, estava me recuperando do enfarte em cima da moto, com destino a São Paulo, onde trocaríamos os pneus, visitaríamos o Elton e seguiríamos para o Rio.

E como o mundo é pequeno, na parada em Registro, tivemos o prazer de reencontrar com o Costa e a sua mulher, que voltavam para São Paulo, depois do nosso encontro em Balneário Camboriú, registrado no link Notícias, com o título, "Nada como a democracia!"

Também foi muito ter encontrado com o Elton, a Márcia e a Grasiela, e na terça depois de passarmos algumas horas na Moto Racer, sempre muito bem atendidos pelo João, Renato e o Russo, batemos o ponto no Mercado Público Municipal para o tradicional pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela, de onde partimos com destino ao Rio, onde chegaríamos, em Ipanema, ainda a tempo para jantar, quase ceia, com a Rosa, irmã da Angela.

O que não consegui foi fazer com que a Angela me acompanhasse até Morrinhos, GO, para participar do VIII Encontro de Motos de Morrinhos, onde farei a entrega do Certificado de Grande Cacique Fazedor de Chuva, para o Sinomar e a sua mulher Edivânia, que cumpriram o trajeto entre Ushuaia, Argentina, e Prudhoe Bay, Alasca, porque quis voltar para passar a Páscoa com os netos.

Depois de quase quarenta anos celebrando todas as datas importantes e festivas, não quero mais este tipo de compromisso. Deixo isso a cargo dos filhos, que tem a obrigação de comemorar e imprimir nos corações dos seus filhos o que está impresso nos deles.

Eu quero é rua!
Explico: durante muitos anos, aqueles do trabalho braçal, cada vez que convidava a Angela para sair de férias, juntamente com as crianças, era um sufoco daqueles.
Nunca dava!
Um dia retruquei, e se eu enfartar, não terei que ir para o hospital e ficar, se tudo correr bem, pelo menos uma semana internado?
Se tenho o direito de ficar doente, pensava e continuo pensando, tenho o mesmo direito de poder sair e fazer o que quero, claro, que dentro dos limites da responsabilidade.
E depois de uns dias de consumição, finalmente, as 11:30 h da noite deste domingo, primeiro de abril, voltei ao chavão: tive um enfarte, portanto, vamos pegar a moto e viajar.
Ao redor da 1:00 da madrugada, a Bonitona estava encilhada e antes das 9:00 h da manhã, estava me recuperando do enfarte em cima da moto, com destino a São Paulo, onde trocaríamos os pneus, visitaríamos o Elton e seguiríamos para o Rio.
E como o mundo é pequeno, na parada em Registro, tivemos o prazer de reencontrar com o Costa e a sua mulher, que voltavam para São Paulo, depois do nosso encontro em Balneário Camboriú, registrado no link Notícias, com o título, "Nada como a democracia!"
Também foi muito ter encontrado com o Elton, a Márcia e a Grasiela, e na terça depois de passarmos algumas horas na Moto Racer, sempre muito bem atendidos pelo João, Renato e o Russo, batemos o ponto no Mercado Público Municipal para o tradicional pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela, de onde partimos com destino ao Rio, onde chegaríamos, em Ipanema, ainda a tempo para jantar, quase ceia, com a Rosa, irmã da Angela.
O que não consegui foi fazer com que a Angela me acompanhasse até Morrinhos, GO, para participar do VIII Encontro de Motos de Morrinhos, onde farei a entrega do Certificado de Grande Cacique Fazedor de Chuva, para o Sinomar e a sua mulher Edivânia, que cumpriram o trajeto entre Ushuaia, Argentina, e Prudhoe Bay, Alasca, porque quis voltar para passar a Páscoa com os netos.
Depois de quase quarenta anos celebrando todas as datas importantes e festivas, não quero mais este tipo de compromisso. Deixo isso a cargo dos filhos, que tem a obrigação de comemorar e imprimir nos corações dos seus filhos o que está impresso nos deles.
Eu quero é rua!



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