México - Osmar e Terezinha Becher

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  • Renan Xavier
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2011
    • 404

    #1

    México - Osmar e Terezinha Becher

    As novidades de nosso querido GCFC Osmar Becher são quentes. Como não pôde ir ao encontro em Guanajuato no ano de 2011, o casal resolveu aceitar o convite de nosso querido El Médico Brujo para conhecer a região!

    Confira relato e fotos>



    Arriba México!
    Nosso amigo de León, Grande Cacique Fazedor de Chuva Manuel Quintana, El Médico Brujo, nos convida para acompanhar seu grupo de motociclistas Iron Wings, em passeio pelo Sudeste Mexicano, principalmente pela Península do Yucatán. E nos envia o roteiro a ser cumprido pelo grupo:
    Dia 1: León-Tlacotalpan - 842 Km. 8.5Hs. $853 peaje - hotel Doña Lala $863.00;
    Dia 2: Tlacotalpan-Escàrcega - 660Km. 7Hs. $291 peaje - hotel Escàrcega $400.00;
    Dia 3: Escàrcega-Mahahual - 380Km. 5Hs. hotel 40 Cañones $800.00;
    Dia 4: Mahahual.......................................... ...........
    Dia 5: Mahahual-Bacalar - 100Km. 1.5Hs. hotel Rancho Encantado $1500.00;
    Dia 6: Bacalar .................................................. .....
    Dia 7: Bacalar-Kalakmul - 170Km. 2 Hs. hotel Puerta de Kalakmul $2,000.00;
    Dia 8: Kalakmul-Palenque - 430Km. 5Hs. peaje $20.00 - hotel a escoger. Uno muy chingòn, Chan-Kah $1720.00, otro, Quintan Express D´Marco $635.00;
    Dia 9: Palenque-Frontera Corozal - 165Km. 2 Hs. Hotel Escudo Jaguar $428.00. Antes de llegar conocer Bonampak Y Lacanja;
    Dia 10: Temprano conocer Yaxchilan y traslado a Las Guacamayas, menos de 100Km, centro ecològico, hotel Las Guacamayas $1224.00;
    Dia 11: Guacamayas-San C. de las Casas - 350Km. 4.5Hs. hotel por decidir;
    Dia 12: San Cristóbal de las Casas ..........................
    Dia 13: San Cristobal-Mazunte - 600Km. 6.5Hs. peaje $246.00. hotel Casa Pan de Miel $1236.00;
    Dia 14: Mazunte........................................... ..........
    Dia 15: Mazunte-Taxco - 760Km. 9Hs. peaje $450.00 - hotel lo decidimos al llegar;
    Dia 16: Taxco-Leòn x toluca y Qro - 500Km. 5.5Hs. peaje $283.00, y colorìn colorado.
    Convite aceito, passagens compradas. Sairemos de Florianópolis dia 21 de fevereiro, às 6:20 da madruga, voando TAM até a cidade do México com escala em Guarulhos, e de lá, com a AeroMéxico até León, onde chegaremos às 19:30 horas.
    Analisando rapidamente o roteiro montado pelo amigo, nota-se a ausência de pontos turísticos famosos, como Cancún por exemplo, e a inclusão de muitos completamente desconhecidos por nós. Conhecendo Manuel, sabendo do conhecimento que ele tem do seu país, sei que procurou evitar lugares muito concorridos, e caros, preferindo outros, tão bonitos e interessantes quanto, porém menos movimentados e mais baratos.
    Com certeza, vamos conhecer o Mar do Caribe e zonas arqueológicas maravilhosas, nos deliciar com as picantes comidas mexicanas, desfrutando a vida com os bons amigos.
  • Renan Xavier
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2011
    • 404

    #2
    Guanajuato
    Dia 23 de fe
    A mais bonita das cidades da prata do México sobe de uma garganta para morros sem vegetação que no passado proveram um quarto da produção de prata da Nova Espanha. Os donos de minas semearam nas ruas estreitas e sinuosas e nas praças daqui, mansões magníficas e igrejas imponentes. Depois, a prosperidade deu-lhe lindos traços do final do século 19 e se rasgou uma criativa rede de galerias subterrâneas para superar sua geografia desigual. O resultado é um lugar sem semáforos nem luminosos, tombado pela Unesco com 1988 como Patrimônio da Humanidade. (México - Guia Visual, Folha de São Paulo).



    A viagem de Florianópolis a León de Los Aldama seria tranqüila, não fosse por um detalhe: uma de nossas malas extraviou. Chegar no aeroporto e ficar olhando para a esteira de bagagens, esperando ansiosamente pelas malas, é um stress danado, que se torna em desespero quando somos avisados que toda a bagagem já foi entregue. Funcionária da companhia aérea diz para não nos preocuparmos, que ela nos será entregue no dia seguinte. Quero só ver! Isto nos aconteceu na Cidade do México.
    Depois de rápida escala em Guarulhos, e troca de aeronave na Cidade do México, aqui estávamos. No aeroporto, nosso amigo Manuel Quintana nos aguardava. Estamos hospedados em sua residência, onde somos tratados como verdadeiros príncipes, por ele e por sua esposa Sandra.
    Ontem foi dia de passeio. Com nossos anfitriões, fomos a Guanajuato, capital do estado homônimo, que se prepara para o grande acontecimento que está por vir: mês que vem, receberá a visita do Papa Bento XVI.



    Andamos a pé por ruelas sinuosas, muito estreitas, deslumbrando-nos com a arquitetura desta preciosidade colonial. Em especial, conhecemos o Hotel San Diego, onde em novembro do ano passado, aconteceu o Encontro anual dos Fazedores de Chuva, do qual lamentavelmente não pudemos participar. Que lástima!
    Completando nosso dia, passamos no aeroporto em León, em busca da nossa mala desaparecida, e qual o quê, lá estava ela nos esperando. Ufa!
    Hoje conhecemos o centro de León, a maior cidade do Estado. Também passeamos a pé pelo Centro Histórico, e conhecemos a Catedral e a Igreja do Expiatório. Muito bonitas.

    Última edição por Renan Xavier; 24-02-12, 10:58.

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    • Renan Xavier
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2011
      • 404

      #3
      San Miguel de Allende

      Importante cidade colonial, repleta de mansões grandiosas e belas igrejas, todas ligadas por estreitas ruas de pedra. Atualmente é um grande ponto de atração turística (aqui vivem muitos aposentados norteamericanos), foi importante parada dos comboios de mulas que levavam ouro e prata à capital e voltavam com preciosidades européias. A ativa vida cultural mistura o charme tradicional com o ar cosmopolita da grande população não mexicana.
      Almoçamos no tradicional restaurante Mama Mia (rua Umaran, nº 8), onde pudemos apreciar a sopa de tortilhas, aliás, a especialidade da casa. Riquissima!





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      • Jhonny
        Fazedor de Chuva
        • Dec 2011
        • 504

        #4
        Ótimo post, aproveitem a viagem e nos mantenham informados, grande abraço e boa viagem...
        J.Fernandes

        A distância de um sonho...
        Quebram-se férreas cadeias, Rojam algemas no chão...

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        • Renan Xavier
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2011
          • 404

          #5
          Mérida

          Tendo em vista o cancelamento do passeio em moto, do grupo de motociclistas amigos de Manuel, fizemos algumas alterações em nossos planos.
          No sábado fomos (eu, Terezinha, Manuel e Sandra) em carro até Gualdalajara, onde tomamos um avião até Cancun, e lá alugamos um carro, para percorrer a Península do Yucatan. Desta forma, ganhamos alguns dias.



          Chegamos em Cancun no início da noite, contratamos um Nissan Tiida (novinho) e com ele fomos até Mérida, cidade fundada em 1.542 pelo conquistador Francisco Montejo, sobre ruínas de uma aldeia maia.
          No domingo visitamos Celestún, onde a maior atração são os flamingos, e no restante do dia, percorremos as principais ruas de Mérida, que já abrigou mais milionários por quilômetro quadrado do que qualquer outro lugar do mundo.



          Última edição por Renan Xavier; 01-03-12, 12:43.

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          • Renan Xavier
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2011
            • 404

            #6
            Palenque
            E hoje tocamos até a cidade de Palenque, onde visitaremos, amanhã, a Zona Arqueológica. No trajeto, rápida parada na cidade de Becal, famosa por seus chapéus panamá. Tecidos a mão, artesanalmente, com a fibra jipi-jap, estes “sombreros” ficaram mundialmente famosos por causa dos trabalhadores do Canal do Panamá, que os usavam. As fibras da palmeira usadas na fabricação dos chapéus são separadas e trançadas em cavernas, onde o calor e a umidade as deixam mais flexíveis. Podem ser enrolados e dobrados, e depois recuperam a forma original. Dizem que os melhores e mais finos (tipo cinco fios) podem ser enrolados a ponto de passar por uma aliança masculina.



            Situada ao norte do Estado de Chiapas, a seis quilômetros a oeste da cidade de Palenque, está a Zona Arqueológica. Formosas selvas com abundante flora e fauna, arroios e rios de águas cristalinas, são as características deste lugar.
            O nome de Palenque vem do povoado de Santo Domingo de Palenque, fundado pelos Padres Domincanos em 1.564. Atualmente é “Patrimônio Cultural da Humanidade”, declarado pela UNESCO.
            Os Mayas se estabeleceram nas últimas elevações da serra de Chiapas, às margens do belo rio Otulum, de águas cristalinas, aproximadamente no ano 100 A. C.
            A Cultura Maya Palencana floresceu em seu período Clássico entre os anos de 600 e 700 D. C., deixando para a humanidade arquitetura, arte, astronomia, incorporação do zero ao sistema numérico, calculo do tempo, escritura, cultura, etc.
            Entre os anos 800 e 900 D. C. os palencanos emigraram até a Península de Yucatán, abandonando seus grandes monumentos por razões que permanecem em mistério.



            Em Palenque, estamos hospedados no CHAN-KAH Resort Village (www.chan-kah.com.mx). Recomendo.

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            • Renan Xavier
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2011
              • 404

              #7
              Yaxchilán

              A Zona Arqueológica de Palenque abrange uma área de milhares de quilômetros quadrados, dos quais apenas um por cento foi explorado. O restante da área está ainda toda coberta por densa vegetação, aguardando liberação de recursos para que seja devidamente explorado.



              Iniciamos nossa visita bem cedo. Acompanhados de guia devidamente credenciado para tanto, percorremos as principais atrações do sitio, e ficamos impressionados com o que vimos.
              Palenque é tudo o que um sítio arqueológico deve ser: é misterioso, solene, preservado e situado em meio à densa floresta tropical mexicana. Destaque para o templo das Inscrições, templo do Sol, e templo do Jaguar.
              À tarde, fomos até a localidade de Frontera Corozal, em Ocosingo, Estado de Chiapas, México, onde tomamos uma embarcação, navegamos por uma hora pelo rio Usumacinta para visitar a cidade de Yaxchilán. Situada no centro da floresta de Lacandón, é um dos sítios maias mais impressionantes. Só pode ser visitada de avião ou com barco.
              Erguida entre 350 e 800 D. C., a cidade se destacou no século VIII sob o comando de seus reis mais famosos: “ Escudo Jaguar” e seu filho “Pássaro Jaguar”.



              Estamos hospedados no hotel cabanas Escudo Jaguar Centro Ecoturístico (www.escudojaguarhotel.com).
              A infraestrutura do local é precária: não tem caixas eletrônicos, não se aceita cartões de crédito, não tem supermercado e nem posto de gasolina. No outro lado do rio, está a Guatemala.

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              • Renan Xavier
                Fazedor de Chuva
                • Jul 2011
                • 404

                #8
                San Cristóbal de Las Casas

                De Frontera Corozal seguimos para San Cristóbal de Las Casas, por uma rodovia asfaltada, bastante sinuosa, com muitas lombadas, mais curvas e mais lombadas, porém com pouco movimento, sempre encostada na fronteira com a Guatemala. E lombadas traiçoeiras, sem sinalização.



                A cada cinqüenta quilômetros mais ou menos, havia retém do exército. Na maioria deles, apenas as perguntas de praxe: donde vêm, para onde vão. Em outros, precisamos descer e todo o carro e bagagens revistados. A forte presença do exército, às vezes marinheiros também, na verdade, nos transmitiam muita segurança.
                Lá pelas tantas, compramos porções de coco seco, em lascas, que Sandra misturou com suco de limão e chile (espécie de pimenta em pó), para ir comendo e espantar o sono. Magnífica combinação.
                À metade da tarde, chegamos a San Cristóbal de Las Casas. Fundada pelos espanhóis em 1.528, manteve-se isolada geograficamente por séculos, ainda conserva a charmosa atmosfera colonial. Aqui aconteceram muitos conflitos entre os descendentes de espanhóis e os indígenas locais. Também, foi aqui o início do levante zapatista em 1.994.
                O clima é ameno. A cidade está situada a 2.300 msnm.



                Ao final da tarde, visitamos o templo de Santo Domingo, erguido no século XVI. É a mais destacada igreja da cidade, tem fachada em tons rosados e interior dourado, estilo barroco, com muitas peças valiosas no altar.
                Estamos hospedados no Hotel Villa Real, e por aqui vamos nos “quedar” por duas noites.
                Última edição por Renan Xavier; 05-03-12, 09:56.

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                • Jhonny
                  Fazedor de Chuva
                  • Dec 2011
                  • 504

                  #9
                  Que aventura, não vemos a hora de rodar nestas terras, enquanto isso nos mantenha informados... Grande abraço e aproveite a viagem!
                  J.Fernandes

                  A distância de um sonho...
                  Quebram-se férreas cadeias, Rojam algemas no chão...

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                  • Renan Xavier
                    Fazedor de Chuva
                    • Jul 2011
                    • 404

                    #10
                    San Juan Chamula

                    O dia amanheceu bastante frio para nós, porém normal para os habitantes daqui, já acostumados com o frio da altitude do local. Depois de um desayuno continental (não incluso no valor da diária), rumamos para conhecer San Juan Chamula, distante uns dez quilômetros de San Cristóbal.
                    Antiga aldeia indígena, nos dá uma boa noção da mescla de tradições cristãs e pré-colombianas mantidas pelos moradores, que falam o idioma tzotzil.
                    Na praça central, enorme, é local de uma grande feira, onde se vende de tudo, mas principalmente comida e artesanias, roupas na sua maioria. Roupas tecidas com lã de carneiro, inclusive.
                    Numa das extremidades da praça, uma igreja. Normal como qualquer outra vista por fora, diferindo apenas nos arcos coloridos que enfeitam a entrada. Vinte pesos por pessoa para entrar e visitar “La Iglesia Católica”.



                    E lá dentro é que se vê as grandes diferenças das igrejas às quais estamos acostumados. Não tem bancos, não tem altar-mor, o chão de piso cerâmico todo coberto por uma espécie de capim, bem fino e curto, e velas acesas. Milhares delas espalhadas por todos os lugares, principalmente pelo chão, e balcões em frente aos santos.
                    Nas laterais e na frente (onde seria o altar), estátuas de santos católicos em capelinhas com portinholas de vidro. E defronte dessas imagens, os indígenas com suas roupas típicas, sós ou com suas famílias, todos ajoelhados, prostrados, faziam orações repetitivas, num murmúrio ininteligível, quase um lamento. Estariam orando para aqueles santos, ou para os seus deuses? Esta resposta não temos.



                    Por fim, soubemos que aquela igreja não tem padre, ali não se rezam missas, e nada tem dos ritos e costumes da igreja católica. Isto é o México!
                    Como não se pode filmar ou fotografar o interior da igreja, algumas fotos podem ser vistas no site http://www.google.com.br/search?q=sa...w=1024&bih=509
                    Última edição por Dolor; 08-03-12, 21:02.

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                    • Renan Xavier
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2011
                      • 404

                      #11
                      Playa del Carmen

                      Ainda estava escuro quando saímos de San Cristóbal. Afinal, tínhamos um longo trecho pela frente até Bacalar, já no litoral, e os primeiros duzentos quilômetros de estrada, em montanhas.
                      Na saída da cidade, rápida passada num OXXO (loja de conveniências) para comprar um café e algo para comer e beber, e lá vamos nós.

                      A estrada é de trânsito lento devido às curvas, aos pesados caminhões, e às incontáveis lombadas (aqui chamadas de topes). E aos reténs do Exército, que continuam nos parando, querendo saber quem somos, donde viemos e para onde vamos. Arre!
                      Depois de Palenque, a estrada melhora, digo, é mais reta. Ao final da tarde, chegamos a Bacalar, e nos hospedamos num hotel à beira da Lagoa de Bacalar. Hotel Rancho Encantado. É um hotel tradicional da região, de cabanas cobertas com folhas de palmeiras e espalhadas em um bosque, tendo a formosa lagoa como pano de fundo. Espetacular!


                      Ontem viemos até Playa Del Carmen, já na região conhecida como Riviera Maya, onde ficaremos por três dias, desfrutando as maravilhas das redondezas: praias paradisíacas, hotéis imensos com sistema all inclusive, parques temáticos, pirâmides mayas, cenotes, e a intensa vida que tem essa pequena cidade, com muitos bares, restaurantes, boutiques, joalherias, e claro, lojinhas vendendo de tudo, inclusive os tradicionais sobreros mexicanos.



                      Última edição por Dolor; 08-03-12, 20:59.

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                      • Renan Xavier
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2011
                        • 404

                        #12
                        Xcaret

                        Hoje visitamos este parque temático ecoarqueológico, amplo, enorme e bem planejado. É uma combinação de zoológico, centro de atividades e balneário, construído em volta das ruínas de Polé, um importante povoamento maya pós-clássico.
                        O parque foi criado para promover o amor e a apreciação do ambiente natural e patrimônio cultural do México, através do conhecimento, coexistência e convivência, com a finalidade de contribuir para o regresso do valor e sentido real ao mundo a que pertencemos.



                        Xcaret significa, em Maya, “pequena baia”, foi durante mais de um milênio, um dos portos e o mais importante centro cerimonial da civilização maya na costa leste da Península de Yucatán. Atualmente Xcaret (pronuncia-se equiscarêt) é um centro de recreação e lazer que oferece ao visitante, únicas e maravilhosas oportunidades de aprender e viver plenamente com a natureza e cultura mexicana.
                        Ao início da noite, enquanto jantávamos uma “exquisita” arrachera (à base de carne de gado grelhada, com legumes, guacamole e chile), assistimos o show “México Espectacular”. É uma experiência mágica em todos os sentidos: uma celebração do épico com as cores e a emoção dos grandes festivais da idade de ouro do México, bem como o misticismo e a magnificência dos antigos reis mayas.



                        O show inicia com uma turnê pelo Vale dos Aromas, onde assistimos a purificação dos jogadores de bola, para continuar no majestoso cenário do Gran Tlachco, com uma exibição espetacular do jogo de bola pré-hispânico (eles não usavam os pés e nem as mãos: batiam na bola com a lateral do quadril), e o jogo com a bola em chamas (neste, batiam na bola com tacos de madeira). Continuando, uma música em grande estilo e danças regionais, que nos levaram a lembrar a história e as tradições mexicanas. E claro, muito “mariachis”. Ao final, não conseguimos segurar o grito de “Viva México”!



                        Para saber mais sobre o parque Xcaret, visite www.xcaret.com.
                        Última edição por Renan Xavier; 08-03-12, 09:35.

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                        • Renan Xavier
                          Fazedor de Chuva
                          • Jul 2011
                          • 404

                          #13
                          Cenotes

                          Na península de Yucatán, México, os rios correm debaixo da terra, criando o desgaste da pedra porosa que compõem o solo, e que ao longo do tempo tem criado vários respiradouros, que são chamados de cenotes, os quais eram considerados pelos mayas como sagrados. São o lugar perfeito para nadar, praticar snorquel e para os mais experientes, mergulho em cavernas.
                          Hoje tivemos a rara oportunidade de nadar em dois deles – Cenote Dos Ojos, e Grand Cenote. A água é muito limpa e transparente, e algo fria, mas muito reconfortante. Uma experiência inesquecível, banhar-se onde a nobreza maya se banhava.



                          E por fim, visitamos o sítio arquológico de Tulum. É um dos sítios registrados com maior antiguidade (1.518), graças ao cronista espanhol Juan Diez, que chegou com a expedição do conquistador Juan de Grijalva. Ao ver Tulum, a comparou com a “magnificência e riqueza de Sevilla”.



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                          • Renan Xavier
                            Fazedor de Chuva
                            • Jul 2011
                            • 404

                            #14
                            Cancún

                            Completando nosso tour, retornamos a Cancún onde longo mais faremos a devolução do carro e voaremos para Guadalajara, lá pegaremos o carro do Manuel e retornaremos a León. Amanhã iniciaremos as providências para seguirmos para a Baja Califórnia e adjacências.



                            Cancún dispensa comentários. Destino da maioria dos pacotes turísticos dos brasileiros ao México, está dividida em duas partes: a Isla Cancún, ou “zona hotelera”, é uma ilha em forma de L, comprida e estreita, com vinte e três quilômetros de extensão, e ligada ao continente por duas pontes, uma em cada extremidade; a outra é a área central, no continente, onde vive a maioria das pessoas que trabalha nos hotéis.



                            Na zona hotelera está a maioria dos hotéis, principalmente os grandes resorts, que operam no sistema all inclusive, todos de frente para o mar, o Mar do Caribe, de águas azuis, e praias branquinhas.

                            Última edição por Renan Xavier; 08-03-12, 09:58.

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                            • Jhonny
                              Fazedor de Chuva
                              • Dec 2011
                              • 504

                              #15
                              PARABÉNS PELA VIAGEM, A CADA DIA MAIS BELA, Grande Osmar, quando você vai migrar suas postagens para o site do Fazedores de Chuva, aguardamos por mais vida, por melhores que sejam os Posts do Renan, faz falta o contato com o Autor... Aproveite a viagem, grande abraço!
                              J.Fernandes

                              A distância de um sonho...
                              Quebram-se férreas cadeias, Rojam algemas no chão...

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