Décimo sétimo dia - 02-01-2012
E o tempo vai passando, uma loucura!

Acredito que poucos lugares tem o fascínio que esta cidade tem, não sei se em função da aura que carrega pelo seu posicionamento geográfico, de fazer as pessoas se sentirem mais felizes e enamoradas.

Temos passado dias inesquecíveis, numa grande conspiração positiva, nos remetendo um para o outro com muito carinho e cumplicidade.

Adoramos passear a pé e de moto também, claro, curtindo o que a cidade nos oferece, tanto em termos de belezas naturais, passeios para todos os gostos, e mais do que tudo, sentar num restaurante, bar ou praça, e simplesmente, namorar.

Venham para cá, não importa se de moto, carro, navio ou avião, mas não perca a companhia em hipótese nenhuma.

Dê uma chance para o namoro e para o amor!
Pena que a cidade esteja crescendo muito e, aos poucos, lamento, vá perdendo esta característica gostosa de cidadezinha do interior, contaminando todas as pessoas com uma pitada de felicidade diferente do que a de outros lugares.

Caminhamos, namoramos e visitamos alguns pontos centrais bem interessantes, como este, que quase passa desapercebido por todos, onde se encontram alguns discos com detalhes destes tempos da humanidade para serem descobertos pelos nossos sucessores, dentro de 500 anos.
Combinamos de estar aqui para contar ao vivo para os novos habitantes deste planeta, que raça especial foram os motociclistas, especialmente os Fazedores de Chuva!

Em seguida visitamos o Museu Marítimo com detalhes sobre a colonização deste pedaço do mundo, incluindo uma maquete do Beagle, veleiro responsável por trazer Darwin e outros personagens capitaneados por Fitz Roy, em meados do século XIX.

Encontra-se também, e passa desapercebido pela grande maioria, pois não há muitas indicações dentro do museu, desta montagem, em tamanho real, do Faro San Juan de Salvamento, o famoso Farol do Fim do Mundo, que ficava na Ilha de los Estados e que foi, este sim, a grande inspiração de Jules Verne, sem nunca ter estado lá, para o seu livro de mesmo nome.

Mesmo assim é emocionante!

Muito tocante é a visita ao Presídio de Ushuaia, quer dizer, do hoje Museu do Presídio, que guarda dentro das suas paredes, anos de sofrimentos, independentemente, da culpa maior ou menor dos apenados que para cá foram mandados em condições praticamente desumanas, se levarmos em consideração apenas o rigor do frio, potencializado nestas paredes gélidas não só pela frieza dos materiais que a compõem, mas sim, pela insensibilidade daqueles que tinham a responsabilidade de gerenciar o presídio, segundo os registros que se tem acesso.

Barra pesada que aqui procuramos descontrair um pouquinho!

É um passeio que precisa ser feito para que se tenha noção da forma como tudo começou por aqui.

E como ninguém é de ferro, jantamos o melhor cordeiro "fueguino" de toda a nossa jornada, no Restaurante La Estância, simplesmente imperdível.

A chave de ouro do dia, entretanto, foi poder participar por poucos minutos da alegria de um grupo de motociclistas de Curitiba, denominados 29 Grados, já elevados à condição de Fazedores de Chuva, que vieram em quatro casais, que para não perderem as companhias rodaram tanto de carro quanto de moto, curtir com muita descontração as delícias do Fim do Mundo, e que nos pareceram mais do que nunca, enamorados.

Coisas de Ushuaia!
E o tempo vai passando, uma loucura!
Acredito que poucos lugares tem o fascínio que esta cidade tem, não sei se em função da aura que carrega pelo seu posicionamento geográfico, de fazer as pessoas se sentirem mais felizes e enamoradas.
Temos passado dias inesquecíveis, numa grande conspiração positiva, nos remetendo um para o outro com muito carinho e cumplicidade.
Adoramos passear a pé e de moto também, claro, curtindo o que a cidade nos oferece, tanto em termos de belezas naturais, passeios para todos os gostos, e mais do que tudo, sentar num restaurante, bar ou praça, e simplesmente, namorar.
Venham para cá, não importa se de moto, carro, navio ou avião, mas não perca a companhia em hipótese nenhuma.
Dê uma chance para o namoro e para o amor!
Pena que a cidade esteja crescendo muito e, aos poucos, lamento, vá perdendo esta característica gostosa de cidadezinha do interior, contaminando todas as pessoas com uma pitada de felicidade diferente do que a de outros lugares.
Caminhamos, namoramos e visitamos alguns pontos centrais bem interessantes, como este, que quase passa desapercebido por todos, onde se encontram alguns discos com detalhes destes tempos da humanidade para serem descobertos pelos nossos sucessores, dentro de 500 anos.
Combinamos de estar aqui para contar ao vivo para os novos habitantes deste planeta, que raça especial foram os motociclistas, especialmente os Fazedores de Chuva!
Em seguida visitamos o Museu Marítimo com detalhes sobre a colonização deste pedaço do mundo, incluindo uma maquete do Beagle, veleiro responsável por trazer Darwin e outros personagens capitaneados por Fitz Roy, em meados do século XIX.
Encontra-se também, e passa desapercebido pela grande maioria, pois não há muitas indicações dentro do museu, desta montagem, em tamanho real, do Faro San Juan de Salvamento, o famoso Farol do Fim do Mundo, que ficava na Ilha de los Estados e que foi, este sim, a grande inspiração de Jules Verne, sem nunca ter estado lá, para o seu livro de mesmo nome.
Mesmo assim é emocionante!
Muito tocante é a visita ao Presídio de Ushuaia, quer dizer, do hoje Museu do Presídio, que guarda dentro das suas paredes, anos de sofrimentos, independentemente, da culpa maior ou menor dos apenados que para cá foram mandados em condições praticamente desumanas, se levarmos em consideração apenas o rigor do frio, potencializado nestas paredes gélidas não só pela frieza dos materiais que a compõem, mas sim, pela insensibilidade daqueles que tinham a responsabilidade de gerenciar o presídio, segundo os registros que se tem acesso.
Barra pesada que aqui procuramos descontrair um pouquinho!
É um passeio que precisa ser feito para que se tenha noção da forma como tudo começou por aqui.
E como ninguém é de ferro, jantamos o melhor cordeiro "fueguino" de toda a nossa jornada, no Restaurante La Estância, simplesmente imperdível.
A chave de ouro do dia, entretanto, foi poder participar por poucos minutos da alegria de um grupo de motociclistas de Curitiba, denominados 29 Grados, já elevados à condição de Fazedores de Chuva, que vieram em quatro casais, que para não perderem as companhias rodaram tanto de carro quanto de moto, curtir com muita descontração as delícias do Fim do Mundo, e que nos pareceram mais do que nunca, enamorados.
Coisas de Ushuaia!







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