Grande Cacique, aqui estamos nós acompanhando esta viagem maravilhosa que se inicia, na companhia do Pedro. Sem dúvida, és um privilegiado, por ter a felicidade de fazer um passeio de moto, nesta rota mística, na companhia de um neto. Vamos curtir cada quilômetro rodado. Parabéns e felicidades para vocês dois. Grande abraço, Osmar e Terezinha
On the road with Grandpa
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A chegada - 13/07/2013
Fazedores, o combustível fornecido por vocês através destas palavras amigas e cheias de carinho me enche de prazer e lembranças, pois tenho guardado mais em meu coração do que na mente, as viagens de ônibus feitas com o meu avô Procópio, pai da minha mãe, desde Itajaí, SC, até a casa do seu irmão Jovito, em Biguaçu, SC, quando ficaram os fragmentos dos bons momentos do amor a mim dedicado por aquele querido, aliás, dos poucos, quase raros, que tenho dos meus seis ou um pouquinho menos de anos de vida.
Seguramente foram muito intensos para te-los me acompanhando por mais de meio século de vida já passados, revivendo-os de uma forma diferente com o Pedro, já adolescente, mas com a mesma intensidade pois temos até agora dividido a mesma cama, exatamente como com o meu avô, pois me lembro de no meio da noite sair da minha e ir para a dele, onde me sentia agasalhado.
Mas voltando à nossa viagem, exatamente no horário previsto decolamos e como havia falado para o Pedro do prato típico coreano servido durante o vôo, não tivemos dúvidas na hora da escolha e fomos de Bibimbap, com direito a caldo de algas, arroz quentíssimo, alguns especiarias e ele não titubeou na hora da pimenta...deu uma boa temperada apesar dos meus avisos para tomar cuidado.
Adorou!
Mesmo sendo uma ótima companhia aérea, com mais espaço para os passageiros da econômica, ficar durante quase doze horas suspensos no ar e dentro de uma capsula, não é fácil, ou melhor, não está mais sendo fácil para mim, pois a idade já vai dando o ar da sua graça, a não ser claro, muito bem vinda, quando em função da terceira fase alcançada, entramos no avião pela fila das prioridades, conforme informei no capítulo anterior.
Apesar de não estar muito acostumado, vou adorando este tratamento diferenciado.
No horário previsto estávamos em Los Angeles, na fila da imigração, atendimento muito gentil, cujos olhos atentos do agente o levou a nos perguntar sobre o significado da nossa camiseta, arrancando sorrisos pra lá de cúmplices deste jovem cujo sonho é o de comprar uma moto e viajar. Levamos mais tempo do que o normal explicando a ele sobre os desafios dos Fazedores de Chuva, especialmente do Grande Cacique Fazedor de Chuva. Quase se jogou na estrada sem antes questionar se todas as pessoas que fazem esta viagem são "crazies".
Respondi; são sonhadores!
Daí correr para o abraço do Mike foram poucos passos e assinar o ponto no In 'n Out, para saborear o melhor hambúrguer dos Estados Unidos, por U$4,85 o combo incluindo deliciosas batatas fritas e refrigerante a vontade, era tudo o que precisávamos para dizer; chegamos.
Mesmo desgastados pela viagem conversamos até as duas da madrugada quando vencidos pelo cansaço, como com meu avô, dormimos juntos.Última edição por Dolor; 30-07-13, 21:06.
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Oi, Pai!
Emocionante ler e poder acompanhar os primeiros momentos desta aventura!
Tenho que agradecer muito ao Vô Procópio que com o seu exemplo de amor e cumplicidade fez nascer no Pai um Vô sem igual!
Infelizmente näo conheci o Vô Ondino e com o Vô Duda a convivência foi curta, apenas até os meus 7 anos...
O Pedro é mesmo um menino de sorte!
Aproveitem muito cada minuto desta viagem mágica e mandem logo uma foto na Moto! Estamos ansiosos!
Ah! Pode deixar que estamos cuidando bem da mãe, olha só!Última edição por Dolor; 15-07-13, 03:38.
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Incorporando o espírito - 14/07/2013
O dia de hoje foi dedicado a permitir que os nossos espíritos chegassem e se incorporassem novamente aos nossos corpos já descansados da viagem, os alimentamos com um delicioso café da manhã, com a presença constante do GCFC Mike e da Miriam, e antes das doze badalados anunciando o almoço, recebemos a agradável visita do FC Plínio, nosso amigo querido, viajando aqui pela costa oeste, com a sua brava Shadow 750.
Foi muito bom este encontro, cheio das boas energias e das conversas fáceis, fizemos um enorme sacrifício para visitar um dos templos do consumo, nos fundos da casa onde estamos hospedados, a Fry's Electronics, uma gigante.
O FC Plínio veio de Moreno Valley.
O problema é se controlar o ímpeto de sacar o cartão e mandar ver...mas como temos tempo e o objetivo é outro, seguimos adiante.
Hora do almoço, a nossa escolha foi o bom e honesto Covina Burger, onde almoçamos muito bem, os cinco, por U$42,00.
Não demos conta de comer tudo!
Para uma digestão perfeita, nada melhor do que andar pelo meio das centenas de motos expostas da Chaparral, uma das maiores lojas de motocicletas da América, uma catedral do consumo.
Ficamos, como sempre, admirados com a quantidade de produtos, diversidade deles e claro, os preços, quando comparados com aqueles praticados no nosso país, um misto de indignação e revolta nos acende os comentários a respeito do quanto é caro viver no Brasil.
Pudemos perceber uma elevação nos valores das motos, especialmente da Gold Wing, a completa na casa dos U$29.000,00 sem dúvida uma das mais caras do mercado americano.
Aproveitamos e deixamos umas "doletas" na compra de duas jaquetas de verão, da Alpine Star, cada uma por U$250,00, lindas e confortáveis.
O Pedro ficou fascinado pelo que viu!
Infelizmente nos despedimos do FC Plínio, com a certeza de nos encontrarmos para uma pernada pela Route 66. Uma grande figura!
Como o tempo não para e o perto por aqui é sempre longe, seguimos para o Ontario Mills Shopping e aproveitamos para entrar pela Sam Ash Music, uma gigante quando se fala em música. É possível se montar uma orquestra e para os apaixonados, uma perdição, se não tiverem um grande controle sobre o cartão de crédito.
Tem de tudo e em quantidades. Uma loucura!
Como não somos de ferro, o estômago mandou o seu recado e nada melhor do que nos deliciarmos com os maravilhosos "doughnuts" da Krispy Kreme, feitos na hora, na nossa frente...simplesmente uma loucura para quem deseja fazer regime.
Quando já passava das nove da noite, fomos até a oficina do Mike onde ele instalou um par de "highway pads", adquiridos na Chaparral, por U$135,00, deixando a Hataro pronta para a nossa aventura.
E com o dia de amanhã já se aproximando, o Pedro aproveitou e tirou uma pestana no carro do Mike.
Quando acordou em casa...bem...já era amanhã!Última edição por Dolor; 15-07-13, 14:01.
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Finalmente na estrada - 15/07/2013 - Parte inicial
Fazedores, o nosso dia começou a mil, com os corações acelerando à medida em que íamos preparando as bagagens, quero dizer, já vieram prontas do Brasil, tanto pela Angela quanto pela Paula, a mãe do Pedro, mas sabem como é...vamos trocando uma coisinha aqui outra lá e assim o tempo nos judiou, pois nem bem tomamos café e colocamos a carga na Hataro, a primeira parte do dia já havia passado, mas como o melhor da viagem é o período anterior a colocacão da chave na ignição, conversamos bastante e nos sentimos preparados para seguir, ou melhor, para começarmos a nossa aventura.
Café tomado, a Hataro encilhada, claro, precisaríamos do mapa do nosso roteiro e para isso fomos até a AAA, American Automobile Association, da qual somos sócios e como tal, temos à disposição, sem custos, todos os mapas, guias etc. dos Estados Unidos.
Depois de pegarmos os mapas da California, Arizona e o geral da América, comemos um maravilhoso hamburguer, de novo, no In 'n Out, melhor do que o de costume, pois estava temperado por uma fome de gigantes.
A agonia para pergar a estrada estava no seu máximo, quando finalmente, saciados, seguimos para a nossa primeira atração do dia, em Rialto, CA, o Wigwam Motel, onde debaixo de um calor tremendo, fizemos algumas fotos, bebemos refrigerantes e seguimos para a nossa segunda parada, em Cajun Canyon, a aproximadamente 1.600 m de altitude, o suficiente para sentirmos uma trégua por parte do sol.
Ao deixarmos a I-215 North para pegarmos a rampa que nos levaria para o Summit In, por pouco, mais por milagre do que por perícia, não caímos, pois a Hataro inesperadamente começou a dançar embaixo do assento como se tivera furado o pneu trazeiro ou então, a conclusão mais óbvia, passamos por uma poça, de certo uma lagoa de óleo, tal a salsa dançada, com o Pedro tocando o pé direito no chão.
Ufa! A adrenalina foi nas nuvens e a sorte foi a velocidade estar na decrescente, creio em 60 km por hora. Dei algumas voltas ao redor do restaurante e senti a Hataro bem, normal, apesar de não ter visto vestígio de óleo no pneu.
Checarei novamente.
Bem, é hora de continuar e seguiremos para Barstow, com o Pedro se impressionando com a proximidade do deserto de Mojave.
Maravilhoso!
Última edição por Dolor; 16-07-13, 02:53.
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GCFC AQ SnoC VP (Vô Piloto).
Que lindo ver esta aventura de vocês. Tenho certeza de que para ambos será uma aventura inesquecível, uma viagem daquelas. Daqui, pedimos as bênçãos para uma viagem tranquila e que Deus os acompanhe a cada quilômetro.
Beijos
PHD Chiquinho
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Finalmente na estrada - 15/07/2013 - Final
Fazedores, depois daquela derrapada em Summit Inn, ficamos com a pulga atrás da orelha, os dois, com um sentimento de insegurança muito grande. Mantive um mínimo de velocidade, pois rodar a 80/90 km/h, num lugar onde todos andam ao redor dos 120 km/h, não é tarefa das mais fáceis, principalmente quando enclausurados por duas ou três carretas e nós preocupados com a possibilidade da perda da estabilidade.
É adrenalina pura!
Assim chegamos a Victorville, rodando pela Route 66, mesclando prazer e medo até que de repente comecei a ouvir um "clec clec" diferente vindo da roda traseira me levando a conclusão da quebra do rolamento.
Hummmm, seguramente foi este o motivo da perda total de aderência da Hataro e com o radar acionado não demoramos para encontrar um loja da Harley, o que não deixa de ser uma tarefa fácil nos Estados Unidos e lá, gentilmente nos forneceram o endereço da japonesa, atendendo pelo nome de B & B Cycles, para onde fomos conferir o endereço e horário de funcionamento pois praticamente todas as oficinas fecham nas segunda feiras.
Após nos agarramos no Green Tree Inn, por U$86,66, número horrível, super bem atendidos pelo proprietário Sebastian, compensando assim as deficiências do seu estabelecimento.
Na seqüência optamos pelo restaurante italiano Jhonny Cariño, ruim, para onde fomos e jantamos uma pasta a la Alfredo e o Pedro um New York Strip, tudo por U$45,50 mais dez por cento de gorjeta.
Voltamos para o hotel, onde estamos finalizando o dia, com uma sensação bem grande de frustação, compensada pelas boas gargalhadas do Pedro, linkado na internet com o You Tube e alguns amigos, de férias e virando a madrugada na web.
Somente pela companhia tudo já vale a pena!Última edição por Dolor; 16-07-13, 03:52.
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Estamos ansiosos por novidades, Pai! (E por uma foto de vocês dois na moto, é claro!)
Espero que os rolamentos já tenham sido trocados e que a viagem continue sem outros sustos...
Ai, como as mães (e as filhas!) sofrem....
Amo vocês e cuidem-se por aí!!
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24 horas sem notícias... Dolor e Pedro: vocês agora tem responsabilidades publicas para com seus leitores...
Estamos aqui órfãos de pai e mãe, ou melhor de avo e neto...
Sent from my iPad on the road to the adventuresigpic
Grande Cacique Fazedor de Chuva
Prudhoe Bay, Alaska - Ushuaia, Argentina em um mesmo ano:2010
Nascente FC-feito em 2013 com a Marcia
Rodoviário FC - BR-153 e BR-101, ambos feitos em 2015 com a Marcia
Iron Butt Association member feito em 2002 nos USA
http://www.2wheelsadventure.com
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Ares do deserto - 16/07/2013
Confesso que as cinco da manhã já estava acordado, buscando informações sobre a possibilidade do rolamento ter feito o quase estrago não feito. Nenhuma pista e pouco antes da sete o Mike me chamou pelo telefone e trocamos algumas idéias ficando como diagnóstico, e creio ter sido isto mesmo, o vazamento de gasolina pelo "belly tank", um tanque de gasolina extra com capacidade para pouco mais de onze litros, localizado entre o motor e a roda traseira.
Acontece que em função da elevada temperatura, e isto é normal, há a expansão da gasolina dentro do tanque e ela vaza pelo suspiro, provavelmente em quantidades um pouco maiores, sendo que a mangueira fica bem na frente da roda.
Bem, há também a possibilidade de ter derrapado em poças invisíveis do "coolant" o líquido de arrefecimento dos carros, normal de estourarem os radiadores nesta época de sol derretido em cima dos mortais aqui embaixo.
Para evitar dúvidas pairando no ar, nos dirigimos por volta das nove e meia até a concessionária Honda, a B & B Cycles e de forma muito gentil e rápida levantaram a Hataro e examinaram detalhadamente a roda em questão, atestando não haver problemas com os rolamentos.
De qualquer maneira, quando voltarmos deste "tour" trocarei todos os rolamentos, mangueiras, coolant, enfim, darei uma geral na Hataro até porque hoje, numa parte bem ruim da Route 66, ao ficar segurando um copo térmico colocado atrás do velocímetro, a busquei no ar devido a uma "chimbada" que a danada deu.
Tudo sobre controle e seguimos felizes curtindo a maravilha de estarmos juntos.
Isto não tem preço e vou me considerando a pessoa mais feliz da terra pela oportunidade de conviver as vinte e quatro horas do dia com o meu neto, querido, educado e grande parceiro.
Acho que a Angela encontrou um concorrente a sua altura!
Como a estrada nos esperava, sob um calor infernal, continuamos a nos internar através do Deserto de Mojave, gigante feito de sol, sob os suspiros de alegria do Pedro que não queria perder nenhuma atração, registrando tudo através dos seus olhos atentos e câmera pronta na mão.
Como o Museu Route 66, em Victorville estava fechado, confirmamos também, para não deixar ninguém com ciúmes, o tiro no pé, encontrando o Museu da Route 66, de Barstow, também fechado, não deixamos por menos e desempatamos o jogo comendo tacos, ótimos, no Del Taco.
Considerado o número um dos Estados Unidos, este restaurante foi construído em 1.971, servindo talvez por isto, como o modelo para a expansão da rede.
E o Pedro mandando ver!
Preguiçosos em deixar este pequeno oásis, com temperatura na casa dos 20 graus, criamos coragem e abrimos a porta para continuarmos a nossa aventura, fazendo outro clássico desta avenida do mundo, no Ludlow Cafe e o que sobrou do motel, posto de gasolina e histórias. Para variar fizemos uma boquinha comendo batatas fritas e panquecas, deliciosas, com café preto.
Nada melhor do que o quente para desafiar o calor.
Nem andamos muito e paramos para uma água no Bagdad Cafe, palco do filme que deu origem ao nome do lugar e parada obrigatória para os apaixonados pela Mother Road.
Bonito de se ver é um jovem, com pouco mais de quatorze anos como o Pedro, encantado com tudo o que vai vendo, se interessando em saber detalhes e detalhes, não permitindo o silêncio entre os nossos capacetes.
Uma maravilha!
Gravamos com os nossos olhares a passagem por Amboy, no Roy's Cafe, da década de vinte, e a quase desapercebida árvore dos sapatos, registro da passagem daqueles que ousam desafiar a Route 66 a pé.
Tem louco pra tudo!
Um dos símbolos da época de ouro e um dos ponta pés para a publicidade é a hoje desprezada Giant Roadrunner, captada pela nossa lente.
Também não perdoamos a Amboy Crater, um dos "landmark" americano, impecável como gostaríamos fossem os nossos extremos do Cardeal Fazedor de Chuva.
Dá gosto de se ver o capricho, pois no meio de nada, a estrutura decente é oferecida para os viajantes, até com papel higiênico nos banheiros.
Olha...
O Pedro se divertiu com as rochas vulcânicas, espalhadas por uma área gigante e se impressionou com a cratera feita por um meteorito.
Tudo é aproveitado como atração e tratado com respeito!
Por isso eles são primeiro mundo e nós...segurando a rabeta e o pior, nos achando!
Pobres de nós...
O sol ainda brilhava com toda a sua intensidade quando chegamos em Needles, sem sairmos da California e nos hospedamos no honesto Budget Inn, por U$45, recebendo ótima internet e confortável quarto super refrigerado.
Vamos dormir com edredon, no deserto!Última edição por Dolor; 17-07-13, 03:35.
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DOLOR / PEDRO
Quando encheres os DOIS tanques, logo que rodares um pouco com o principal (algo como 30milhas, para "criar" espaço no mesmo ), transfere um pouco do belly tank para o principal . Isso criará um espaço no belly tanque para a expansão da gasolina, especialmente no calor de agora , somado ao calor "irradiado" do asfalto (preto, super aquecido).
O volume poderá ser medido ( na primeira vez que o fizeres, para efeito de cálculo) da seguinte maneira:
- roda umas 30 milhas com o tanque principal /
- para a moto , coloque-a no cavalete principal:
- abra a tampa do tanque e ligue a bomba de transferência:
- meça , em segundos, o tempo necessário para "QUASE " reencher o principal'
Daí para diante, após cada abastecimento, faça o "ritualzinho" acima , não precisando nem parar....é só acionar a bomba e marcar os segundos, voltando a desligá-la . Desta forma, sera evitada também a eventual 'PERDA' de combustivel do tanque auxiliar (expansão).
Sobre os rolamentos, falaremos pessoalmente em breve !
Grande abraço / aproveitem > aproveitem > aproveitem e, para finalizar > APROVEITEM MUITO / PLIN
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Dolor, estou aqui viajando contigo...
Creio que será muito difícil fazer uma viagem dessas com meu neto, que tem só 6 meses e eu farei 60 amanhã.
Mas já está na minha mente fazê-la com minha caçula que fará 15 mês que vem. Se ela topar, claro.
Saiba que, de todos os desafios dos FC, essa viagem que está realizando é coisa que qualquer um gostaria de fazer porém poucos o fazem...
Aproveitem bastante.GCFC e 1º VFC/MG Celso JF
Brasília/DF
61.99984-9567
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Dolor e Pedro:
É dificil encontrar palavras para descrever os sentimentos quando vejo suas postagens, neste feito maravilhoso. Curto muito, e no meu linguajar de homem maduro, aprecio cuidadosamente, saboreando e sonhando acordado com cada foto, cada informação, e cada relato da sua aventura.
Além do grande privilégio, é muito inspirador seguir na garupa com vocês e poder sonhar um dia seguir suas pegadas.
Meu netinho faz 5 anos agora em 02/09/2013, quem sabe, se Deus permitir e a saúde ajudar poderemos realizar esse sonho que vocês estão nos inspirando sonhar.
Congratulações e muito obrigado.
Um forte abraço fraterno em avô e neto.
FC Josemir
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