BR 319 (Rodovia Fantasma) – 1º DIA
No primeiro dia, a ansiedade é bem mais forte. Era sábado e não precisaríamos sair tão cedo, pois naquele dia, iríamos andar 197 Km. Seria 100 Km até Realidade-AM, onde abastecíamos as motos e os galões reservas e tocaríamos 97Km até a “Fazenda dos Catarinas”, ponto onde achávamos que iríamos dormir.
No começo, entre Humaitá-AM e Realidade-AM, o exército brasileiro está recuperando a estrada, portando terraplanagem, terra solta, andamos no meio de máquinas e caminhões, sempre com muita atenção, até a placa indicativa do começo da aventura.



A partir desta placa não sabíamos o que iríamos encontrar, mas estávamos com coragem para enfrentar. A estrada estava ótima, com a mata entrando nela, mas ótima. Pensava “a se fosse tudo assim”, mas sabia que não era. Logo viria os obstáculos, os buracos, talvez a lama, a sede e fome. Mas a fome maior era de cumprir o desafio com mérito. Chegar ao objetivo são e salvos, com a felicidade que nos acompanhava e união de todos.
Realidade-AM


E continua...








Aqui sabíamos que estávamos chegando. Um posto de gasolina abandonado. O nosso guia Walter Raio avisou: “Faltam uns 20 km para a fazenda dos Catarina”. Ele e Milton Omena, tinham as coordenadas e localização de cada ponto

Quando deparamos com gado na estrada, paramos e fomos verificar os dados, para certificarmos que tínhamos chego. Avistamos algumas casas e olhando mais para frente visualizamos a porteira que sabíamos qual era, pois tínhamos visto pela internet: “Ali é a entrada da Fazenda dos Catarinas”. Walter confirma dizendo que a local confere.

Enfim chegamos na “Fazenda dos Catarinas” e fomos bem recebidos. Prontamente o “Catarina” nos mostrou nossa acomodação. Uma escola. Tiramos as carteiras e tínhamos que aproveitar o dia para colocar os cochões. Tomamos muita água, pois o calor não dá trégua.





Mais tarde a esposa do “Catarina” nos fez um belo jantar. Comemos e jogamos conversa fora. Nos explicou sobre a mata, quais seus perigos.

Então fomos dormir. Nos prepararmos para o segundo dia.
No primeiro dia, a ansiedade é bem mais forte. Era sábado e não precisaríamos sair tão cedo, pois naquele dia, iríamos andar 197 Km. Seria 100 Km até Realidade-AM, onde abastecíamos as motos e os galões reservas e tocaríamos 97Km até a “Fazenda dos Catarinas”, ponto onde achávamos que iríamos dormir.
No começo, entre Humaitá-AM e Realidade-AM, o exército brasileiro está recuperando a estrada, portando terraplanagem, terra solta, andamos no meio de máquinas e caminhões, sempre com muita atenção, até a placa indicativa do começo da aventura.
A partir desta placa não sabíamos o que iríamos encontrar, mas estávamos com coragem para enfrentar. A estrada estava ótima, com a mata entrando nela, mas ótima. Pensava “a se fosse tudo assim”, mas sabia que não era. Logo viria os obstáculos, os buracos, talvez a lama, a sede e fome. Mas a fome maior era de cumprir o desafio com mérito. Chegar ao objetivo são e salvos, com a felicidade que nos acompanhava e união de todos.
Realidade-AM
E continua...
Aqui sabíamos que estávamos chegando. Um posto de gasolina abandonado. O nosso guia Walter Raio avisou: “Faltam uns 20 km para a fazenda dos Catarina”. Ele e Milton Omena, tinham as coordenadas e localização de cada ponto
Quando deparamos com gado na estrada, paramos e fomos verificar os dados, para certificarmos que tínhamos chego. Avistamos algumas casas e olhando mais para frente visualizamos a porteira que sabíamos qual era, pois tínhamos visto pela internet: “Ali é a entrada da Fazenda dos Catarinas”. Walter confirma dizendo que a local confere.
Enfim chegamos na “Fazenda dos Catarinas” e fomos bem recebidos. Prontamente o “Catarina” nos mostrou nossa acomodação. Uma escola. Tiramos as carteiras e tínhamos que aproveitar o dia para colocar os cochões. Tomamos muita água, pois o calor não dá trégua.
Mais tarde a esposa do “Catarina” nos fez um belo jantar. Comemos e jogamos conversa fora. Nos explicou sobre a mata, quais seus perigos.
Então fomos dormir. Nos prepararmos para o segundo dia.








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