Já programado para iniciar em 17 de Dezembro, o início do meu Desafio Bandeirante Fazedor de Chuva, foi antecipado, aproveitando a viagem que fiz para Belo Horizonte no dia 07, onde no domingo, pelo 4º ano consecutivo participei da Volta da Pampulha, uma corrida pedestre no entorno da Lagoa da Pampulha. Tal antecipação foi uma forma de homenagear o grande arquiteto Oscar Niemeyer, que entre outras maravilhosas obras, deixou o Complexo da Pampulha, que é um patrimônio arquitetônico, cultural e esportivo da acolhedora capital mineira. Neste desafio além de desbravar as capitais de nosso Brasill, irei conhecer de perto as obras arquitetônicas que desde 1935 encantam o mundo. Poderia aqui nesta introdução contar muito mais sobre essa figura ilustre que sempre foi Niemeyer, mas acho desnecessário pois ele é uma pessoa mundialmente conhecida e venerada. Cada etapa do desafio vou trazer um pouco de sua história, através de pequenos relatos.
"Depois que Galileu provou que Epuor si muove, Oscar nos ensinou que a beleza é leve (como no verso de Gullar) e se move diante do olhar. Cada obra é uma escultura tridimensional, visível de ângulos distintos, de fora, e embebida de rotação de vida, de dentro. A arquitetura é o lugar para deixar a nuvem entrar, em meio aos pilotis [...] A beleza dos traços do arquiteto era leve porque não eram os traços do homem, mas das curvas sinuosas de pedras, ondas do mar, pássaros e lagartos. Ele se apropriou, como homem, do que não era humano exatamente para nos tornar mais humanos." Leonel Kaz
"Depois que Galileu provou que Epuor si muove, Oscar nos ensinou que a beleza é leve (como no verso de Gullar) e se move diante do olhar. Cada obra é uma escultura tridimensional, visível de ângulos distintos, de fora, e embebida de rotação de vida, de dentro. A arquitetura é o lugar para deixar a nuvem entrar, em meio aos pilotis [...] A beleza dos traços do arquiteto era leve porque não eram os traços do homem, mas das curvas sinuosas de pedras, ondas do mar, pássaros e lagartos. Ele se apropriou, como homem, do que não era humano exatamente para nos tornar mais humanos." Leonel Kaz



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