O nome da cidade de Ibema, no Paraná, é uma sigla que deriva do nome da Indústria Brasileira de Madeiras S/A. A empresa se instalou na região na década de 1960 e foi a grande responsável pelo surgimento do povoado e do desenvolvimento local. A companhia comprou terras às margens da atual rodovia BR-277 para montar sua serraria e infraestrutura, e o nome da empresa acabou batizando a vila que se formou ao redor dela. Mais tarde, com a emancipação política da cidade (oficializada em 1989), o nome foi mantido.

VALENTE FAZEDOR DE CHUVA PARANÁ / by PAVIANI & NEGRINI
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O nome Guaraniaçu tem origem na língua tupi-guarani e conta com duas versões etimológicas principais que explicam seu significado:
A fusão de dois rios: A versão mais aceita localmente une o nome do Rio Guarani com o sufixo "açu" (que significa "grande"), em alusão à proximidade com a grande bacia do Rio Iguaçu.
Grande Guerreiro / Índio Grande: Outra interpretação histórica para o termo "Guarani" (guerreiro) somado a "açu" (grande) traduz-se literalmente como "o grande guarani", "grande guerreiro" ou "índio grande", uma homenagem aos povos indígenas que habitavam a região.
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O nome Diamante do Sul tem uma origem ligada aos primórdios da ocupação da região. A denominação oficial surgiu por causa de notícias e relatos sobre a descoberta de diamantes (ou pedras que os tropeiros acreditavam ser diamantes) em um rio próximo à localidade durante o ciclo ervateiro. O termo "do Sul" foi adicionado posteriormente para diferenciar a cidade de outros municípios com nomes semelhantes no estado (como Diamante do Norte).
A região começou a ser povoada em 1924 com a chegada de famílias gaúchas, como a de José Joaquim do Amaral, e mais tarde por imigrantes italianos que desenvolveram a criação de suínos e a agricultura. O território foi desmembrado de Guaraniaçu e emancipado oficialmente em 1990.
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O nome Espigão Alto do Iguaçu surgiu a partir de dois marcos geográficos e históricos da região:
Espigão Alto: Durante a Revolução Federalista (1894), as tropas comandadas por Juca Tigre cruzaram a região e acamparam em um ponto elevado que permitia uma ampla visão do território. Devido à altitude e à topografia de "espigão" (uma cadeia de montanhas ou elevação que atua como divisor de águas), os soldados denominaram o local de Espigão Alto.
Do Iguaçu: A extensão "do Iguaçu" foi incorporada ao nome do município no momento de sua emancipação política (desmembrando-se de Quedas do Iguaçu em abril de 1994), em referência ao Rio Iguaçu, um dos principais acidentes geográficos que banha a região do Paraná.
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O nome do município de Quedas do Iguaçu foi escolhido em homenagem às belas quedas d'água do Salto Osório, localizadas no Rio Iguaçu. Essas corredeiras e quedas originais desapareceram na década de 1970 após o alagamento da região para a construção da Usina Hidrelétrica de Salto Osório. A Evolução dos Nomes da Cidade:
Colônia Jagoda: Primeiro nome da região na década de 1930, fundada por imigrantes poloneses. "Jagoda" significa "fruta/morango" em polonês.
Povoado dos Poloneses: Nome informal devido à forte imigração polonesa que colonizou a área.
Campo Novo: Nome adotado em 1946 ao se tornar distrito de Laranjeiras do Sul. Fazia referência a uma pequena clareira aberta no meio das matas de araucárias.
Quedas do Iguaçu: Nome definitivo oficializado pela Lei Estadual N° 6.126 de 14 de Julho de 1970, consolidando a homenagem geográfica antes do represamento do rio.
Significado do Termo "Iguaçu": A palavra Iguaçu tem origem na língua Tupi-Guarani. Ela resulta da junção dos termos "Y" (água ou rio) e "Guaçú" (grande), significando literalmente "Água Grande" ou "Rio Caudaloso".
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O nome São Jorge d'Oeste é uma homenagem ao santo padroeiro e à localização geográfica do município:
São Jorge: O nome foi escolhido pelo fundador e colonizador da região, o Coronel José Rupp, que tinha forte devoção ao santo guerreiro. Ele fundou a "Fazenda São Jorge" nos anos 1950, que deu origem ao povoado.
d'Oeste: Refere-se à localização do município na região Sudoeste do Paraná, ajudando a diferenciá-lo de outras localidades com nomes semelhantes no estado.
A cidade foi emancipada em 1964 e é marcada por uma forte colonização de famílias gaúchas e catarinenses de origem italiana e alemã.
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O nome Sulina tem origem geográfica e faz referência à procedência da maioria dos seus desbravadores e fundadores, que vieram da região Sul do Brasil (especialmente dos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina).
O local começou a ser povoado na década de 1950 pela Colonizadora Dona Leopoldina Ltda., que provavelmente batizou o projeto com base em uma localidade chamada Sulina, situada no município gaúcho de Santa Rosa.
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O nome da cidade de São João (no sudoeste do Paraná) é uma homenagem religiosa a São João Batista. A denominação surgiu devido à forte devoção dos primeiros moradores e colonizadores da região, que ergueram uma capela em honra ao santo em 1936 e o escolheram como padroeiro da comunidade.
O estado do Paraná possui quatro municípios que utilizam "São João" no nome (São João, São João do Caiuá, São João do Ivaí e São João do Triunfo) devido à grande tradição de homenagear santos católicos na época da colonização do interior.
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O nome Saudade do Iguaçu tem uma origem bastante poética e sentimental. Ele surgiu em 1958 quando um representante da Companhia Brasileira de Viação e Comércio, ao trabalhar na medição e venda de terras na região, sentiu uma forte saudade de sua família que morava no Rio Grande do Sul. Essa emoção inspirou o nome "Saudades". Mais tarde, quando o povoado foi elevado à categoria de município (desmembrado de Chopinzinho), a denominação foi ajustada para Saudade do Iguaçu em homenagem ao majestoso Rio Iguaçu, que banha a região.
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O nome da cidade Chopinzinho, no Paraná, deriva do Rio Chopim, que corta a região. O curso d'água foi batizado com esse nome devido à grande quantidade de chupins (também chamados de chopins), uma espécie de pássaro preto e canoro que era muito abundante nas matas locais. O sufixo "zinho" foi adicionado posteriormente para servir como diminutivo do nome do rio principal, diferenciando assim a localidade.
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O nome Coronel Vivida é uma homenagem a Firmino Teixeira Batista, um importante desbravador e líder político da região sudoeste do Paraná. O apelido "Vivida" foi dado a ele ainda na infância por sua mãe. Quando a cidade foi emancipada e elevada a município em dezembro de 1954, o nome foi escolhido para homenagear os serviços que o coronel prestou à localidade e aos municípios vizinhos por muitos anos. Antes de receber esse nome, a cidade era conhecida como Barro Preto, devido à cor escura do lodo do rio que passava na região em que o povoado começou a se formar.
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O nome da cidade de Mangueirinha, localizada no estado do Paraná, tem origem no período do tropeirismo.
A denominação vem de uma "mangueira" (termo utilizado na região Sul para designar um curral ou cercado) que havia no local. Como esse espaço era pequeno, as pessoas começaram a chamá-lo carinhosamente de "mangueirinha". Essa pequena estrutura de varas era usada pelos tropeiros para recolher e abrigar seus animais durante as viagens de comitivas e tropas na região.
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O nome da cidade é uma homenagem ao Coronel Domingos Soares, um dos políticos mais influentes, pioneiros e benfeitores da região Sudoeste do Paraná.Para conhecer melhor a figura que batiza o município:
Quem foi: Nascido em Guarapuava em 1852, ele era um grande fazendeiro na região, sendo conhecido popularmente como o "Pai dos Pobres" por sua grande generosidade.
Atuação Política: Foi prefeito do município de Palmas (de onde a cidade de Domingos Soares se desmembrou em 1995) e também deputado estadual.
Pacificador: Teve uma atuação histórica crucial durante a Guerra do Contestado, buscando evitar derramamento de sangue.
A cidade cresceu a partir de um povoado que surgiu em sua propriedade, a Fazenda Bom Sucesso.
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O nome da cidade de Palmas, no Paraná, deriva diretamente da denominação histórica da região: os Campos de Palmas. Esse termo faz alusão à expressiva quantidade de palmeiras nativas encontradas no local e à localização do município na chamada "terra alta das palmeiras" (tradução do termo indígena Ibituruna). A região foi batizada oficialmente em 1815 pelo explorador Atanagildo Pinto Martins, durante uma expedição pelo Rio Iguaçu. Posteriormente, ao ser emancipada no século XIX, a localidade chegou a ser chamada de "Vila do Senhor Bom Jesus dos Campos de Palmas", sendo o nome simplificado para apenas "Palmas" com o passar dos anos.
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O nome da cidade de Clevelândia é uma homenagem ao presidente dos Estados Unidos, Grover Cleveland.
A homenagem foi um agradecimento pela sua atuação como árbitro internacional na disputa territorial entre o Brasil e a Argentina. O presidente norte-americano foi o responsável pela Questão de Limites das Missões, decidindo a favor do Brasil em 1895 e garantindo que a vasta região dos Campos de Palmas ficasse sob domínio brasileiro.
Originalmente, o município fundado nessa área de fronteira chamava-se Bela Vista de Palmas. Em 1909, o nome foi alterado para Clevelândia como um tributo definitivo ao presidente.
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