O nome Mamborê tem origem indígena e varia entre dialetos da família linguística Tupi-Guarani, com o significado principal de "muito longe" ou "lugar distante". A região foi explorada no início do século XX para a extração de erva-mate. O nome surgiu a partir de duas versões históricas principais: Na língua Caingangue: Significa "muito longe". Os colonizadores precisavam vencer distâncias imensas para buscar mantimentos e suprimentos na época, o que justificou o nome. Na língua Guarani: Uma das primeiras nomenclaturas registradas foi "Haamam-Amburê" (ou Anmã Amburê). "Haamam" significa "lugar distante" e "Amburê" quer dizer "reunião de pessoas", traduzindo-se como um local de ajuntamento distante. Curiosidade: O nome original da vila era "Mamburê". No entanto, durante o processo de emancipação e registro em Diário Oficial, houve um erro de digitação, resultando na grafia Mamborê que conhecemos hoje.

VALENTE FAZEDOR DE CHUVA PARANÁ / by PAVIANI & NEGRINI
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O nome da cidade de Farol, no Paraná, surgiu a partir de uma placa fluorescente instalada por pioneiros na década de 1950. A localidade, originalmente chamada de Pinhalão, fica em um entroncamento de estradas (ligando Campo Mourão a Pinhalão). Como já existia outra cidade com o mesmo nome no estado, o povoado precisou ser rebatizado. Os moradores começaram a chamá-lo de "Encruzo do Farol", depois "Farol do Oeste", e finalmente apenas "Farol". A alcunha veio da famosa placa sinalizadora refletiva colocada no cruzamento, que brilhava no escuro e servia como um guia (ou "farol") para orientar os viajantes durante a noite.
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O nome Janiópolis é uma homenagem ao ex-presidente brasileiro Jânio Quadros. O termo é a junção do nome Jânio com o sufixo grego pólis (que significa "cidade"): Origem: O povoado, que antes se chamava Pinhalzinho e pertencia a Campo Mourão, foi emancipado no início dos anos 60. A Homenagem: Naquela época, o então governador do Paraná, Ney Braga, tinha grande afinidade com Jânio Quadros. A população e os líderes locais decidiram homenagear o político, que estava no auge de sua popularidade na época.
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O nome da cidade de Goioerê, no estado do Paraná, é de origem indígena. Ele foi herdado do Rio Goioerê, às margens do qual os pioneiros instalaram as primeiras fazendas de café na década de 1940.
A etimologia da palavra vem da língua caingangue:
Goio (ou ngoi): significa "água" ou "rio".
Erê (ou rê): significa "campo" ou "campina".
Portanto, a tradução mais aceita e oficial para Goioerê é "Rio do Campo" ou o "rio que passa no meio do campo".
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O nome Rancho Alegre d'Oeste homenageia os pioneiros que desbravaram a região na década de 1960. Para se protegerem de animais selvagens (como onças e cobras), os fundadores construíram ranchos de madeira iluminados e animados à noite. O "Alegre" veio justamente do clima de descontração e união nesses abrigos. O termo "do Oeste" foi adicionado para diferenciar a cidade de outro município paranaense chamado apenas Rancho Alegre (na região de Londrina).
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O nome da cidade de Moreira Sales, no estado do Paraná, é uma homenagem ao banqueiro e empresário João Moreira Salles. Origem: Na década de 1950, João Moreira Salles (fundador do Unibanco) adquiriu grandes extensões de terras na região com o objetivo de colonizar a área e investir no cultivo de café. Homenagem: O povoado que se formou em suas propriedades acabou sendo batizado com o seu próprio sobrenome. Emancipação: Posteriormente, o distrito foi desmembrado de Campo Mourão e Goioerê, tornando-se oficialmente um município em 1960.
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O nome da cidade de Mariluz, no Paraná, surgiu como uma homenagem aos pioneiros e fundadores do município, a maioria dos quais era originária da cidade de Marília, no estado de São Paulo. A denominação foi escolhida pela Colonizadora Mariluz (empresa responsável por demarcar e fundar o loteamento na década de 1950) para homenagear esses primeiros moradores paulistas que se mudaram para a região. O termo também une o nome "Maria" ao termo "Luz".
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A origem do nome da cidade de Xambrê (localizada no noroeste do Paraná) não é exata, mas é atribuída a duas vertentes principais: uma homenagem a um engenheiro francês e raízes indígenas.
As principais versões históricas incluem:
A homenagem ao engenheiro: A teoria mais popular aponta que o nome é uma adaptação ou homenagem ao sobrenome do Dr. Chambert, um engenheiro francês que trabalhava para a companhia colonizadora da região na década de 1950. O termo foi simplificado para "Xambrê" pelos trabalhadores braçais da época.
A influência indígena: Outra vertente indica a origem no idioma caingangue. O termo "Tixamber" ou "Jambrê" significa "amigo", "amistoso" ou "parente". Xambrê também é o nome de um rio local afluente da margem direita do rio Piquiri, que já recebia essa denominação antes da fundação da cidade.
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O nome Esperança Nova tem origem religiosa e simboliza um recomeço. A denominação foi escolhida pelo Padre Antônio Antunes dos Santos quando o povoado foi elevado à categoria de município em 1995 (desmembrado de Pérola). O nome foi definido com um significado duplo:
Esperança: Representa um povo cheio de fé, coragem e determinação para lutar e seguir sempre em frente.
Nova: Simboliza as novas forças, ideias e um futuro promissor para a recém-criada cidade.
Antes de sua emancipação, a localidade era um distrito conhecido apenas como Boa Esperança.
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O nome São Jorge do Patrocínio é a junção do padroeiro da cidade, São Jorge, com o nome da gleba de terras onde o município surgiu, batizada pela empresa colonizadora de Patrocínio.
Os detalhes que compõem a denominação incluem:
São Jorge: Homenagem ao santo padroeiro católico escolhido para a comunidade.
Patrocínio: Refere-se à "Gleba São Jorge", um loteamento rural de propriedade da Companhia Byington de Colonização, que realizou a venda das terras a partir de 1960.
O povoado inicial dependia de municípios vizinhos até a sua emancipação política em 1981, momento em que o nome composto foi consolidado oficialmente.
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O nome da cidade de Altônia é uma homenagem a Alberto Byington Júnior, um dos sócios da Companhia Byington de Colonização, empresa responsável pela colonização e abertura da região na década de 1950.
O termo "Altônia" foi criado a partir do endereço telegráfico do empresário:
AL (de Alberto)
TON (de Byington)
IA (sufixo grego que significa "lugar").
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O nome da cidade de Francisco Alves, no Paraná, é uma homenagem ao célebre cantor e compositor brasileiro Francisco de Morais Alves (conhecido como "O Rei da Voz" ou "Chico Viola").
A cidade foi fundada na década de 1950, época em que o cantor faleceu tragicamente em um acidente de carro. O município também era frequentemente chamado de "Chico Viola" em referência ao artista.
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O nome da cidade de Iporã (localizada no noroeste do Paraná) tem origem na língua indígena tupi-guarani. A palavra deriva da junção de y (que significa "água" ou "rio") e porã (que significa "bonita", "boa" ou "bela").
A cidade recebeu esse nome como uma homenagem à região, que se destaca pela excelente qualidade e pureza das águas de seus rios e riachos.
Última edição por PAVIANI; 05-06-26, 10:55.
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O nome Cafezal do Sul tem origem na Colonizadora Cafezal, empresa que desbravou e loteou a região na década de 1950. O termo "Sul" foi adicionado para distinguir a localidade e sua colonização de outras áreas.
A escolha do nome "Cafezal" pela colonizadora foi uma homenagem e uma referência direta à cultura cafeeira, que era o grande motor econômico e o principal produto de expansão agrícola no norte e noroeste do Paraná naquela época.
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