O nome da cidade de Fernandes Pinheiro, no Paraná, é uma homenagem ao engenheiro Antônio Augusto Fernandes Pinheiro. Ele foi um dos diretores da antiga Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande do Sul (Itararé-Uruguai). O povoado original cresceu justamente ao redor da Estação Ferroviária Fernandes Pinheiro, inaugurada no início do século XX. A localidade que antes era conhecida como "Imbituvinha" (uma antiga parada de tropeiros) acabou adotando o nome da estação que impulsionou o seu desenvolvimento comercial e industrial. A cidade foi emancipada em dezembro de 1995, quando se desmembrou do município de Teixeira Soares.

VALENTE FAZEDOR DE CHUVA PARANÁ / by PAVIANI & NEGRINI
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O nome Imbituva tem origem na língua tupi e significa "lugar com muito imbé" (uma junção de imbé, uma espécie de cipó muito abundante na região, e tyba, que significa grande quantidade ou abundância). O topônimo surgiu em homenagem ao Rio Imbituva, que corta o município.
Nome original: Quando começou a se formar por volta de 1871 como ponto de pouso para tropeiros, a localidade era conhecida como "Arraial do Cupim".
Evolução: Foi elevada a distrito em 1876 com o nome de Santo Antônio de Imbituva e, em 1929, passou a se chamar oficialmente apenas Imbituva.
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O nome Guamiranga tem origem na língua tupi-guarani. Ele deriva da junção dos termos gua (que pode significar folha) ou guá (enseada), com pytã ou piranga (vermelho). Tradicionalmente, o nome é traduzido como "árvore de pequenas folhas de cor vermelha". O município localizado na região centro-sul do Paraná (próximo a Irati) nem sempre teve esse nome. Antes de sua emancipação definitiva, quando ainda era apenas um pequeno vilarejo de tropeiros, a localidade era conhecida pelo nome de Monjolinho. A mudança oficial para Guamiranga ocorreu em dezembro de 1943.
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O nome Prudentópolis é uma homenagem ao presidente da República Prudente de Morais. A denominação é uma junção do nome "Prudente" com o sufixo grego "pólis", que significa cidade. A homenagem foi escolhida pelo diretor da antiga colônia de povoamento, Dr. Cândido de Abreu, em 1894. Apesar do nome de origem política, a cidade é mundialmente famosa por sua herança cultural. Ela é considerada a "Ucrânia Brasileira", já que cerca de 75% a 80% da sua população é descendente de imigrantes ucranianos, que chegaram à região a partir de 1895.
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O nome da cidade de Mato Rico, no Paraná, é uma referência à grande abundância e diversidade de recursos naturais encontrados na região durante o início de sua colonização (por volta de 1940).
Existem três versões principais sobre a origem exata do nome:
Riqueza da Fauna e Flora: A principal corrente aponta para a grande quantidade de pinheiros, madeiras nobres, animais silvestres e abelhas nativas (abundância em mel) que existiam na região.
Metal Amarelo: Outra versão sugere que o nome surgiu por causa de uma laje de pedra com coloração amarelada próxima ao Arroio Pintado. Acredita-se que o local continha minerais (como cobre ou cassiterita), que, à distância, eram confundidos com ouro.
Abundância Geral: A terceira explicação junta as duas anteriores, englobando simplesmente o fato de a terra ser considerada "rica" em biodiversidade e minérios.
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O nome da cidade de Roncador, no estado do Paraná, é uma homenagem a um rio local (Rio Roncador) e ao som peculiar que ele produzia. Na década de 1920, uma comissão exploradora encarregada de desbravar e abrir estradas na região fez um acampamento próximo a esse rio. Em dias de chuva, as águas volumosas desciam por uma cachoeira cercada por pinheiros, criando um eco grave e contínuo que lembrava um forte "ronco" ou "roncador". O som impressionou tanto os desbravadores que o rio e, posteriormente, a localidade, foram batizados com esse nome. A cidade, localizada a cerca de 435 km de Curitiba, foi emancipada em 1960 e possui uma forte herança da imigração ucraniana.
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O nome Nova Cantu (grafado oficialmente com acento agudo) tem uma origem geográfica, fazendo referência direta ao Rio Cantu, que corta e banha a região. Há também uma tradição local e relatos de que o nome "Cantu" prestaria uma homenagem à região de Cantù, localizada na província de Como, na Lombardia, Itália, embora a referência geográfica principal seja a hidrografia local.
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O nome Altamira do Paraná foi dado em 1962 pela diretoria da Companhia de Colonização e Desenvolvimento (CODAL) como uma homenagem à cidade de Altamira, no estado do Pará. O termo "Altamira" deriva do latim, significando "lugar alto de onde se pode avistar/mirar". Inicialmente, a cidade paranaense se chamava apenas "Altamira". Contudo, após a emancipação política e elevação a município, a cidade mudou de nome para Altamira do Paraná em 1983 para evitar conflitos de nomenclatura com a cidade paraense.
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O nome Campina da Lagoa surgiu devido à geografia do local onde os primeiros desbravadores se instalaram. Em abril de 1941, os pioneiros Joaquim Carula e Salvador Ananias chegaram à região e descobriram uma planície com três lagoas. Por causa disso, a área foi inicialmente batizada de Campina das Três Lagoas. Com o passar do tempo e o desaparecimento de uma das lagoas, o nome foi simplificado para Campina da Lagoa. O povoado foi elevado à categoria de município em 25 de julho de 1960.
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O nome Ubiratã tem origem na língua tupi-guarani e significa "madeira dura" ou "pau-ferro". A denominação foi escolhida pela colonizadora (Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná) em 1956 em referência às exuberantes e densas matas da região, ricas em árvores de madeira muito resistente (como peroba e jacarandá).
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O nome da cidade de Juranda, no Paraná, tem origem indígena e homenageia uma índia da região.
Existem duas versões principais sobre como o nome surgiu:
A lenda da índia prisioneira: Durante a época do desbravamento e colonização, uma indígena chamada Juranda foi aprisionada por desbravadores e faleceu no cativeiro, vítima de profunda tristeza e saudades de sua tribo. A área onde ela morreu virou ponto de referência, e as pessoas passaram a dizer que moravam na "terra da índia Juranda", o que acabou batizando o município.
A cuidadora dos pioneiros: Outra narrativa conta que, na época da exploração do território, havia uma indígena que ajudava os desbravadores com chás, ervas e curas. Em retribuição e homenagem aos seus cuidados, a região foi nomeada com seu nome.
Hoje, Juranda também é muito conhecida nacionalmente como a "Cidade do Milagre", devido a um episódio de cura de um menino local em 2013, reconhecido oficialmente pelo Vaticano.
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O nome da cidade de Boa Esperança, no estado do Paraná, foi uma sugestão da própria comunidade local. A denominação foi escolhida para demonstrar o otimismo dos colonizadores que, apesar de enfrentarem muitas dificuldades no desbravamento e na formação do povoado, previram um futuro melhor e próspero para a região.
Antes de se emancipar e adotar este nome em 1964, a localidade era conhecida como Barreiro Grande e depois como Barreiro do Oeste.
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