O nome Cruzmaltina foi dado em homenagem a uma missão de padres malteses que passou pela região no passado, segundo o padre Galter Farias Negrão. A cidade recebeu esse nome como forma de homenagear a missão desses padres, que estavam no local catequizando e convertendo os moradores. Origem: O nome "Cruzmaltina" deriva de "Cruz" (alusão à missão religiosa) e "Maltina" (em referência aos padres de origem maltesa). Contexto: O padre Galter Farias Negrão foi quem escolheu o nome para batizar a cidade, em reconhecimento ao trabalho realizado pela missão dos padres malteses na região.
VALENTE FAZEDOR DE CHUVA PARANÁ / by PAVIANI & NEGRINI
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O nome Cruzmaltina foi dado em homenagem a uma missão de padres malteses que passou pela região no passado, segundo o padre Galter Farias Negrão. A cidade recebeu esse nome como forma de homenagear a missão desses padres, que estavam no local catequizando e convertendo os moradores. Origem: O nome "Cruzmaltina" deriva de "Cruz" (alusão à missão religiosa) e "Maltina" (em referência aos padres de origem maltesa). Contexto: O padre Galter Farias Negrão foi quem escolheu o nome para batizar a cidade, em reconhecimento ao trabalho realizado pela missão dos padres malteses na região.
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O nome da cidade de Faxinal, no Paraná, vem do termo "faxiná" e significa "campos abertos de matos curtos". A palavra está relacionada à forma de organização comunitária da área, onde terras eram usadas em comum para a criação de animais e para a agricultura de subsistência. Contexto social: O termo também está ligado ao "Sistema Faxinal", uma antiga forma de organização camponesa que utiliza a terra de maneira coletiva para a criação extensiva de animais e para o cultivo.
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O nome de Lidianópolis da cidade no Paraná foi escolhido em homenagem a Lídia Marques, mãe de José Caetano Marques. Em 1950, ele comprou terras para planejar um povoado e decidiu batizá-lo em homenagem a ela. Fundação: A primeira casa do povoado foi construída por José Clarimundo Filho para servir aos proprietários rurais da região.
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A cidade de Lunardelli no Paraná foi nomeada em homenagem a Geremia Lunardelli, um influente empresário ítalo-brasileiro do setor cafeeiro. Ele foi um dos grandes produtores de café do Brasil e, embora não tenha morado na cidade, sua importância para a região justifica a homenagem. Uma figura proeminente no desenvolvimento econômico do estado. Lunardelli era conhecido como um dos "Reis do Café" e sua morte, ocorrida em 1962, foi noticiada inclusive pelo The New York Times. O sobrenome Lunardelli é de origem italiana, derivado do diminutivo de “Lunardo” ou “Leonardo”.
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O nome da cidade de Godoy Moreira, no Paraná, é uma homenagem a Francisco Elias Godói Moreira,o pioneiro que era proprietário da área onde a cidade foi estabelecida. O nome foi dado devido à origem da localidade, que surgiu em terras de sua propriedade. Francisco Elias Godói Moreira foi o proprietário rural que deu início à povoação da região, sendo homenageado com o nome do município.
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O nome Jardim Alegre no Paraná tem origem na antiga "Fazenda Rancho Alegre", que se tornou um ponto de referência na região. A fazenda foi colonizada a partir de 1952, e o local onde ela se situava era conhecido pela placa "Rancho Alegre", um nome que se tornou o ponto de encontro e referência para os moradores e viajantes. O povoado passou por diferentes denominações, como Patrimônio Três Machados, mas em 1961, quando se tornou distrito da cidade de Ivaí, o nome oficial foi estabelecido como Jardim Alegre. Emancipado em 28 de Abril de 1964.
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O nome Ivaiporã é de origem tupi-guarani e significa "rio das frutas bonitas" ou "rio formoso". A palavra é a junção de: "y" (rio), "porã" (bonito, belo) e "yba" ou "y" (fruta, rio da fruta). A cidade recebeu o nome em 1955 para refletir as características da região, que era habitada por índios guaranis e rica em recursos naturais. A raiz do nome vem da língua dos povos indígenas que habitavam a região. A região recebeu vários nomes, como Queimada, Cruzeiro e Sapecado, antes de ser oficialmente denominada Ivaiporã em 1955.
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O nome da cidade de Arapuã no Paraná é de origem Tupi-Guarani, significando "abelha redonda" ou a "casa da abelha arapuã". A denominação surgiu porque um pioneiro, Francisco Albino Fernandes, instalou sua moradia em um local com uma colmeia de abelhas "arapuã" na árvore "marinheiro". Origem Tupi-Guarani: "Arapuã" é a junção das palavras tupi "ara" (abelha, mel) e "poã" (redondo). A expressão se refere a uma espécie de abelha que faz a colmeia de forma arredondada. O nome foi dado ao distrito em 1923. A história da colonização da região indica a presença de uma família de apicultores no local. Está diretamente ligado à natureza, à fauna e à apicultura, refletindo as características do território onde a cidade se desenvolveu.
Pausa para almoço em ARAPUÃ.
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O nome da cidade de Ariranha do Ivaí se deve a uma combinação de fatores geográficos e históricos: "Ariranha" foi dado ao loteamento urbano em referência ao Ribeirão Ariranha, que ficava próximo e era habitat da ariranha (animal semelhante à lontra). O "do Ivaí" foi adicionado para indicar a localização do município, que se desmembrou de Ivaiporã e está localizado na região do Vale do Ivaí, próximo ao rio Ivaí. A antiga área, que cresceu a partir do "Arroio Bonito", foi dado a um loteamento urbano pela companhia Ubá. Acredita-se que o nome veio da proximidade com o ribeirão chamado Ariranha, que era o habitat do animal. O termo foi incorporado posteriormente para diferenciar a cidade e indicar sua localização geográfica, pois o município foi desmembrado de Ivaiporã e faz parte da região do Vale do Ivaí, que é banhada pelo rio Ivaí.
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O nome da cidade de Manoel Ribas, no Paraná, foi dado em homenagem a Manoel Ribas, que foi interventor federal e governador do estado. O município foi elevado à categoria de Distrito Administrativo com esse nome em 1947 e conquistou sua autonomia em 1955. Um político paranaense que atuou como interventor federal (1932-1934 e 1937-1945) e governador (1935-1937) do Paraná.
Em Manoel Ribas encerramos os municípios do dia e percorridos 409,5 quilômetros.
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O nome da cidade de Santa Maria do Oeste no Paraná tem origem na combinação de uma referência religiosa e sua localização geográfica. A explicação é a seguinte:"Santa Maria": A primeira parte do nome tem origem religiosa, sendo uma homenagem à Nossa Senhora (Maria, mãe de Jesus), que é a padroeira ou uma figura de grande devoção na região. "do Oeste": O complemento "do Oeste" foi adicionado para especificar a localização do município na região oeste do estado do Paraná e diferenciá-lo de outras cidades brasileiras que também se chamam Santa Maria. A palavra "Oeste" também é representada no brasão da cidade. A instalação Oficial do município deu-se em 1º de janeiro de 1993.
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O nome da cidade de Laranjal, no Paraná, se deve à presença de um grande número de laranjeiras nativas na região durante o período de colonização, o que levou a um rio local a ser batizado de "Laranjal" e, posteriormente, o município a adotar o mesmo nome. A abundância dessas árvores influenciou o nome de um curso d'água que atravessa o município. O nome do rio foi estendido ao próprio município, que foi desmembrado de Palmital em 1991.
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O nome do município de Marquinho, no Paraná, homenageia Marcos da Silva. Ele foi um dos primeiros colonizadores da região e o nome foi escolhido em sua homenagem quando o local se tornou um distrito, e anos depois se tornou um município. Embora existam outras possibilidades (como o nome "Marco" de demarcação), a explicação mais aceita e difundida é que o nome é uma homenagem ao colonizador Marcos da Silva.
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