Valente fazedor de chuva
Collapse
X
-
-
-
-
37/167 Pedro Velho
A história de Pedro Velho (RN) remonta a uma grande cheia do rio Curimataú em 1901, que forçou a mudança da antiga vila de Cuitezeiras para um local mais alto, dando origem à atual cidade de Pedro Velho. As casas e engenhos de açúcar da vila de Cuitezeiras foram destruídos pela inundação, mas Claudino Martins Delgado iniciou a construção de uma nova residência que se tornou o alicerce da nova cidade. A cidade foi fundada e se emancipou em 1890.
Comentário
-
38/167 Montanhas
A história de Montanhas (RN) começou com a concessão de uma sesmaria a um padre, resultando na fundação da Lagoa das Queimadas às margens do Rio Curimataú, que depois deu nome ao município devido à presença de montanhas e um clima ameno. O crescimento da localidade foi impulsionado pela fertilidade das terras e pela chegada da ferrovia em 1882. A povoação foi elevada a distrito em 1938 e se tornou município em 1962, sendo oficialmente chamada de Montanhas em 1963.
Comentário
-
39/167 Nova Cruz
A história de Nova Cruz, RN, começa no início do século XVII com o povoado de Urtigal, às margens do rio Curimataú, nomeado pela presença de urtigas e depois também conhecido como Anta Esfolada devido a uma lenda local. O nome definitivo, Nova Cruz, surgiu após um missionário fincar uma cruz no local para afastar uma anta maligna, espantando-a. O município foi criado em 1852 e recebeu os foros de cidade em 1919, tornando-se a "Rainha do Agreste Potiguar".
Comentário
-
40/167 Passa e fica
Passa e Fica (RN) começa em 1929, com a criação de uma bodega e hospedaria à beira da estrada por Daniel Laureano de Souza, que se tornou ponto de encontro para viajantes. O nome "Passa e Fica" deriva desses encontros. O povoado foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 2782, de 10 de maio de 1962, desmembrando-se de Nova Cruz.
Comentário
-
41/167 São José de campestre
São José do Campestre começa como uma clareira na região da Borborema Potiguar, com a formação de um povoado em torno de uma casa alpendrada, pertencente a José Antônio, em 1890, que se tornou a origem da Rua dos Alpendres. A primeira capela foi construída entre 1895 e 1897. O povoado cresceu e, em 1910, já contava com oito casas e a construção de uma estrada de rodagem ligando-o a Nova Cruz. São José do Campestre foi desmembrado de Nova Cruz em 23 de dezembro de 1948, através da Lei nº 146, de autoria do major Teodorico Bezerra.
Comentário
-
42/167 Brejinho
Brejinho (RN) está relacionada à colonização da região, impulsionada pela exploração da terra e pelo cultivo da mandioca, que deu origem a uma forte cultura da farinha na cidade. O município se emancipou em 21 de março de 1963, e desde então tem sua trajetória marcada pela participação da comunidade e por iniciativas culturais, como o documentário "A Terra da Farinha", que busca preservar as memórias locais.
Comentário
-
43/167 Camguaretama
Canguaretama (RN) remonta ao povoado de Uruá, que em 1858 foi elevado à categoria de vila e, em 1885, tornou-se cidade. A localidade tem um passado marcado pelo Massacre de Cunhaú, ocorrido em 1645, quando mais de 70 pessoas foram mortas pelos holandeses, sendo hoje lembradas como os Mártires de Cunhaú. A cidade preserva sua rica história e cultura, mantendo a essência acolhedora e atraindo visitantes devido à sua beleza natural, como a Barra do Cunhaú.
Comentário
-
44/167 São Bento do trairi
São Bento do Trairí (RN) começa com a fazenda São Bento, de José Paulino Garrote, que iniciou o povoamento da região por volta de 1907 e que viria a formar o atual município, desmembrado de Santa Cruz em 1958. A denominação da fazenda, e posteriormente da localidade, deriva do nome do riacho São Bento, um afluente do Rio Trairí.
Comentário
-
45/167 Ceará-Mirim
Ceará-Mirim (Rio Grande do Norte) começa com os indígenas Potiguares às margens do rio, que o nomearam e comercializavam pau-brasil com estrangeiros antes da chegada dos portugueses. Após a colonização, a região prosperou com a atividade açucareira a partir do século XIX, concentrando muitos engenhos e impulsionando o desenvolvimento local. A cidade tem uma rica história ligada à cana-de-açúcar, como visto pela grande quantidade de engenhos na região, além de ter um passado ligado à figura do militar e nobre Manuel Varela do Nascimento, o Barão de Ceará-Mirim.
Comentário
-
46/167 Vilar Flor
Vila Flor, no Rio Grande do Norte, remonta à colonização portuguesa do século XVI e à fundação de uma aldeia indígena chamada Gramaciô. Em 1755, a aldeia foi elevada a vila e renomeada Vila Flor, em homenagem a um distrito de Bragança, em Portugal. Após um período de declínio e desmembramento para o município de Canguaretama, a localidade foi emancipado como município em 1963, voltando a ser Vila Flor. O patrimônio histórico inclui a Casa da Câmara e Cadeia e a Igreja de Nossa Senhora do Desterro, ambos tombados pelo IFAM.
Comentário
-
47/167 carnaúbais
Carnaubais no Rio Grande do Norte começa com a fundação por Antônio Pereira de Albuquerque em 21 de maio de 1880, como uma povoação conhecida inicialmente como Poço da Lavagem e depois Santa Luzia, em honra à padroeira. O nome atual surgiu em 1943, e o município foi emancipado politicamente em 18 de setembro de 1963. Um marco na sua história foi a grande inundação de 1974, que destruiu a cidade, forçando sua reconstrução em um novo local.
Última edição por Gilmar Dessaune; 09-09-25, 11:14.
Comentário
-
48/167 Currais novos
Currais Novos, no Rio Grande do Norte, remonta ao século XVIII, com a fundação do povoado pelo Coronel Cipriano Lopes Galvão, no contexto da colonização do Ciclo do Gado. O local foi elevado à categoria de município autônomo em 1890 e emancipado politicamente no dia 15 de outubro daquele ano, tornando-se cidade em 1920. A cidade se desenvolveu significativamente a partir de 1940 com a exploração de minérios e a presença de cristãos-novos.
Última edição por Gilmar Dessaune; 09-09-25, 11:11.
Comentário

Comentário