Lembro como hoje daquela tarde de 07/07/2021 quando o irmão Fernando Júnior, Presidente do Jaguar MC, do qual sou membro, perguntou-me: você já ouviu falar no Valente Fazedor de Chuva? Sim, eu já tinha ouvido falar, mas não sabia realmente do que consistia. Naquele momento estávamos retornando de Aracaju-SE, numa missão de buscar uma Tigger 900 que o irmão Bruno havia comprado, e, para variar, estava chovendo! Ele me explicou os detalhes do desafio e começou a crescer no meu espírito motociclístico uma enorme vontade de visitar todos os municípios do estado de Alagoas.
O planejamento foi feito em 08 viagens, exceto pela última, em sistema de bate e volta, mas as coisas nem sempre saem como pensamos, devido aos desafios diários. A primeira ocorreu em 02/03/2023 e a última em 27/08/2025. Quase não utilizei o GPS, apenas quando senti minha segurança ameaçada por estradas ermas, no mais, o legal era ter que retornar ao perceber que estava no caminho errado e interagir com os moradores locais em busca de informações. Foi muito divertido observar a reação das pessoas, desde crianças que pediam para acelerar e, ao fazer, eles gritavam de alegria, até transeuntes que paravam para olhar aquela pessoa toda de preto descer da moto, tirar o capacete, fazer uma selfie e ir embora . . . o que esse louco está fazendo (rsrsrsrsrs)? As paisagens, o clima e, sobretudo, as conversas com Deus dentro do capacete foram um presente para minha carreira de motociclista, muito mais que qualquer outra coisa.
O desafio não me fez um motociclista melhor, mas sim, uma pessoa melhor. Aprendi a ter mais paciência, a dar valor a "pequenas" coisas, a me hidratar bem e a valorizar cada momento de liberdade que a motocicleta na estrada me proporcionou. Indico a todos!!! Bons ventos e proteção Divina acima de tudo.
O planejamento foi feito em 08 viagens, exceto pela última, em sistema de bate e volta, mas as coisas nem sempre saem como pensamos, devido aos desafios diários. A primeira ocorreu em 02/03/2023 e a última em 27/08/2025. Quase não utilizei o GPS, apenas quando senti minha segurança ameaçada por estradas ermas, no mais, o legal era ter que retornar ao perceber que estava no caminho errado e interagir com os moradores locais em busca de informações. Foi muito divertido observar a reação das pessoas, desde crianças que pediam para acelerar e, ao fazer, eles gritavam de alegria, até transeuntes que paravam para olhar aquela pessoa toda de preto descer da moto, tirar o capacete, fazer uma selfie e ir embora . . . o que esse louco está fazendo (rsrsrsrsrs)? As paisagens, o clima e, sobretudo, as conversas com Deus dentro do capacete foram um presente para minha carreira de motociclista, muito mais que qualquer outra coisa.
O desafio não me fez um motociclista melhor, mas sim, uma pessoa melhor. Aprendi a ter mais paciência, a dar valor a "pequenas" coisas, a me hidratar bem e a valorizar cada momento de liberdade que a motocicleta na estrada me proporcionou. Indico a todos!!! Bons ventos e proteção Divina acima de tudo.


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