Este Tópico será para o desafio LENDÁRIO FAZEDOR DE CHUVA, na Região do NORTE do Brasil, a LENDA ÁGATA
Região Norte - 450 unidades, representada pela Ágata, que conferirá ao Lendário FC proteção e boa saúde para continuar o seu desatino.
Onde irei em busca da LENDA ÁGATA do LENDÁRIO FC.
As Postagens serão adicionadas ao SITE da seguinte forma:
- Como estou fazendo outros desafios, como exemplo o VALENTE FC em outros estados, irei postar as fotos de forma cronológica, ou seja, na sequência em que foi realizado.
- Postarei no Tópico do desafio VALENTE FC no referido estado da Região NORTE e após, postarei aqui também, com o intuito de separar os desafios e manter atualizado o cumprimento de cada um.
- As fotos serão as mesmas que consta no referido desafio VALENTE FC do referido estado, com a mesma edição, sem nenhuma alteração na foto. A alteração estará no texto, onde constará a sequência para Conquista de cada Lenda.
A numeração seguirá desta forma:
001/ 450 para LFC ÁGATA - MUNICÍPIO - UF




Região Norte do Brasil

A Região Norte é uma das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1969. Com uma área de 3 853 676,948 km² — a maior entre as cinco regiões — cobre 45,25% do território nacional, sendo superior à área da Índia e pouco inferior à União Europeia. Se fosse um país, seria o 7.º maior do mundo em área. Sua população, também de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 18,6 milhões de habitantes em 2020, equivalente à população do Cazaquistão. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de 0,730, é considerado alto e, em comparação com as outras regiões brasileiras, tem o segundo menor IDH, superando apenas a Região Nordeste.
É formada por sete estados, sendo estes: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Suas maiores e principais cidades são Manaus e Belém, as únicas na macrorregião que possuem população superior a um milhão de habitantes. Porto Velho, Macapá, Palmas, Rio Branco e Boa Vista são outros importantes centros regionais. Está localizada na região geoeconômica da Amazônia, entre o Maciço das Guianas (ao norte), o planalto Central (ao sul), a Cordilheira dos Andes (a oeste) e o oceano Atlântico (a nordeste).
História
Originalmente, esta região era habitada por uma grande diversidade de povos ameríndios, pertencentes às famílias linguísticas tupi, caribe, aruaque, pano e tucano.
O Delta do Amazonas foi descoberto em 1500 pelo navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón. Entretanto, o rio só foi percorrido em 1542, pelo seu conterrâneo Francisco de Orellana, que relata ter sido atacado por mulheres indígenas, semelhantes às amazonas da mitologia grega, daí o nome do rio.
Nenhum país europeu reclamou as terras da Região Norte do Brasil até que, na primeira metade do século XVII, Portugal começou as reinvindicações. Em 1616, portugueses liderados por Francisco Caldeira Castelo Branco ergueram o Forte do Castelo, marco inicial da cidade de Belém. Entre 1637 e 1639, Pedro Teixeira percorreu o Rio Amazonas e posteriormente um de seus afluentes, o Rio Napo, chegando a Quito.
Nos séculos XVII e XVIII, Portugal colonizou a Amazônia Brasileira, com a instalação de feitorias para a exportação das riquezas, missões para a catequese dos indígenas e fortalezas para a defesa da região. O motor de ocupação da região foram as drogas do sertão, extraídas com o uso da mão-de-obra indígena. O escravo africano esteve pouco presente na Região Norte, pois seus habitantes não tinham condições de comprar escravos, exceto no atual Tocantins, cuja ocupação ocorreu no século XVIII, com a mineração de ouro com o uso da mão-de-obra escrava africana.
No final do século XIX e início do século XX, a economia da Amazônia Brasileira foi baseada na extração de látex, seiva da seringueira, utilizado para a fabricação de pneus, produtos com demanda em alta na época devido à Revolução Industrial. Para trabalhar nos seringais, vieram muitos sertanejos flagelados pela seca, principalmente cearenses.
O Ciclo da Borracha acabou na época da Primeira Guerra Mundial, por causa da concorrência com o látex produzido na Malásia, para onde foram contrabandeadas sementes e mudas de seringueiras vindas da Floresta Amazônica. Entretanto, o ciclo voltou na Segunda Guerra Mundial, com o aumento da demanda por borracha devido à guerra e a ocupação de importantes áreas produtoras de látex pelo Japão.
Nas décadas de 1960 e 1970, os governos da Regime Militar implementaram programas para integrar a Amazônia Brasileira com o restante do país, por meio, por exemplo, da Zona Franca de Manaus e a construção de rodovias como a Transamazônica. Consequentemente, migrantes de outras partes do Brasil se fixaram no Sudeste do Pará, Tocantins, Roraima, Rondônia e Acre. No entanto, tais programas iniciaram o desmatamento em grande escala da floresta, o que perdura até hoje na Ditadura Esquerdista.
Povoamento
A colonização da Amazônia Brasileira ocorreu nos séculos XVII e XVIII, com a extração das drogas do sertão e a criação de fortalezas, missões e feitorias. Soldados e exploradores portugueses se fixam na região, com o reforço de açorianos. Houve forte miscigenação entre brancos e indígenas, assim originando o tradicional caboclo nortista. Com exceção do Tocantins, povoado no ciclo do ouro no século XVIII, o escravo africano esteve pouco presente na Região Norte do Brasil, pois era muito caro e seus habitantes não tinham condições financeiras de adquirir.
No final do século XIX e ao longo da primeira metade do século XX, centenas de milhares de sertanejos nordestinos flagelados pela seca, vindos sobretudo do Ceará, migraram para os seringais nortistas, concentrados no Pará e Amazonas, durante o Ciclo da Borracha.
A partir da década de 1960, algumas regiões escassamente povoadas do Norte do Brasil foram colonizadas. Os migrantes do Sudeste do Pará provinham, em grande parte, de Goiás e do Nordeste, principalmente do Maranhão. Os brasileiros que chegavam a Roraima eram sobretudo maranhenses. No Acre e em Rondônia, os migrantes vinham, em grande parte, do Sul e Sudeste do Brasil.
Região Norte - 450 unidades, representada pela Ágata, que conferirá ao Lendário FC proteção e boa saúde para continuar o seu desatino.
Onde irei em busca da LENDA ÁGATA do LENDÁRIO FC.
As Postagens serão adicionadas ao SITE da seguinte forma:
- Como estou fazendo outros desafios, como exemplo o VALENTE FC em outros estados, irei postar as fotos de forma cronológica, ou seja, na sequência em que foi realizado.
- Postarei no Tópico do desafio VALENTE FC no referido estado da Região NORTE e após, postarei aqui também, com o intuito de separar os desafios e manter atualizado o cumprimento de cada um.
- As fotos serão as mesmas que consta no referido desafio VALENTE FC do referido estado, com a mesma edição, sem nenhuma alteração na foto. A alteração estará no texto, onde constará a sequência para Conquista de cada Lenda.
A numeração seguirá desta forma:
001/ 450 para LFC ÁGATA - MUNICÍPIO - UF
Região Norte do Brasil
A Região Norte é uma das cinco regiões do Brasil definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1969. Com uma área de 3 853 676,948 km² — a maior entre as cinco regiões — cobre 45,25% do território nacional, sendo superior à área da Índia e pouco inferior à União Europeia. Se fosse um país, seria o 7.º maior do mundo em área. Sua população, também de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 18,6 milhões de habitantes em 2020, equivalente à população do Cazaquistão. Seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), de 0,730, é considerado alto e, em comparação com as outras regiões brasileiras, tem o segundo menor IDH, superando apenas a Região Nordeste.
É formada por sete estados, sendo estes: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Suas maiores e principais cidades são Manaus e Belém, as únicas na macrorregião que possuem população superior a um milhão de habitantes. Porto Velho, Macapá, Palmas, Rio Branco e Boa Vista são outros importantes centros regionais. Está localizada na região geoeconômica da Amazônia, entre o Maciço das Guianas (ao norte), o planalto Central (ao sul), a Cordilheira dos Andes (a oeste) e o oceano Atlântico (a nordeste).
História
Originalmente, esta região era habitada por uma grande diversidade de povos ameríndios, pertencentes às famílias linguísticas tupi, caribe, aruaque, pano e tucano.
O Delta do Amazonas foi descoberto em 1500 pelo navegador espanhol Vicente Yáñez Pinzón. Entretanto, o rio só foi percorrido em 1542, pelo seu conterrâneo Francisco de Orellana, que relata ter sido atacado por mulheres indígenas, semelhantes às amazonas da mitologia grega, daí o nome do rio.
Nenhum país europeu reclamou as terras da Região Norte do Brasil até que, na primeira metade do século XVII, Portugal começou as reinvindicações. Em 1616, portugueses liderados por Francisco Caldeira Castelo Branco ergueram o Forte do Castelo, marco inicial da cidade de Belém. Entre 1637 e 1639, Pedro Teixeira percorreu o Rio Amazonas e posteriormente um de seus afluentes, o Rio Napo, chegando a Quito.
Nos séculos XVII e XVIII, Portugal colonizou a Amazônia Brasileira, com a instalação de feitorias para a exportação das riquezas, missões para a catequese dos indígenas e fortalezas para a defesa da região. O motor de ocupação da região foram as drogas do sertão, extraídas com o uso da mão-de-obra indígena. O escravo africano esteve pouco presente na Região Norte, pois seus habitantes não tinham condições de comprar escravos, exceto no atual Tocantins, cuja ocupação ocorreu no século XVIII, com a mineração de ouro com o uso da mão-de-obra escrava africana.
No final do século XIX e início do século XX, a economia da Amazônia Brasileira foi baseada na extração de látex, seiva da seringueira, utilizado para a fabricação de pneus, produtos com demanda em alta na época devido à Revolução Industrial. Para trabalhar nos seringais, vieram muitos sertanejos flagelados pela seca, principalmente cearenses.
O Ciclo da Borracha acabou na época da Primeira Guerra Mundial, por causa da concorrência com o látex produzido na Malásia, para onde foram contrabandeadas sementes e mudas de seringueiras vindas da Floresta Amazônica. Entretanto, o ciclo voltou na Segunda Guerra Mundial, com o aumento da demanda por borracha devido à guerra e a ocupação de importantes áreas produtoras de látex pelo Japão.
Nas décadas de 1960 e 1970, os governos da Regime Militar implementaram programas para integrar a Amazônia Brasileira com o restante do país, por meio, por exemplo, da Zona Franca de Manaus e a construção de rodovias como a Transamazônica. Consequentemente, migrantes de outras partes do Brasil se fixaram no Sudeste do Pará, Tocantins, Roraima, Rondônia e Acre. No entanto, tais programas iniciaram o desmatamento em grande escala da floresta, o que perdura até hoje na Ditadura Esquerdista.
Povoamento
A colonização da Amazônia Brasileira ocorreu nos séculos XVII e XVIII, com a extração das drogas do sertão e a criação de fortalezas, missões e feitorias. Soldados e exploradores portugueses se fixam na região, com o reforço de açorianos. Houve forte miscigenação entre brancos e indígenas, assim originando o tradicional caboclo nortista. Com exceção do Tocantins, povoado no ciclo do ouro no século XVIII, o escravo africano esteve pouco presente na Região Norte do Brasil, pois era muito caro e seus habitantes não tinham condições financeiras de adquirir.
No final do século XIX e ao longo da primeira metade do século XX, centenas de milhares de sertanejos nordestinos flagelados pela seca, vindos sobretudo do Ceará, migraram para os seringais nortistas, concentrados no Pará e Amazonas, durante o Ciclo da Borracha.
A partir da década de 1960, algumas regiões escassamente povoadas do Norte do Brasil foram colonizadas. Os migrantes do Sudeste do Pará provinham, em grande parte, de Goiás e do Nordeste, principalmente do Maranhão. Os brasileiros que chegavam a Roraima eram sobretudo maranhenses. No Acre e em Rondônia, os migrantes vinham, em grande parte, do Sul e Sudeste do Brasil.

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