Percorrer as principais rodovias do pais, de norte a sul, leste a oeste, é um grande desafio em nosso país quase continental. A BR 116 em breve será percorrida, de Fortaleza a Jaguarão, em uma só tacada, assim que a agenda doméstica e profissional permitir.
Enquanto isso, outro sonho começará, neste julho de 2023.
Pretendo fazer uma jornada de 6 mil km, em onze dias, saindo de Brasília rumo ao nordeste do país, e a viagem terá três objetivos principais. O primeiro deles será acrescentar mais sete bandeiras de novos estados percorridos em meu bauleto e, por isso, seguirei até Pipa, no lindo litoral do Rio Grande do Norte. Para chegar até lá passarei por Sergipe, Alagoas e Paraíba, estados que já conheço mas que nunca estive pilotando uma moto.
De Pipa retornarei a Cabedelo, na Paraíba, onde se iniciará o segundo desafio: percorrer a primeira parte da BR 230, a Transamazônica. De lá serão mais de 2300 km até Marabá, no Pará (e outra bandeira). Nesse percurso até a floresta amazônica atravessarei, além da Paraíba, o Ceará, Piauí e o Maranhão, estado que nunca estive e que também receberá uma bandeira no bauleto da moto.
Em Marabá é que realmente começa a verdadeira aventura na Transamazônica, com todos os desafios que exigem disposição e planejamento para serem transpostos. Mas o prazo de retorno pra casa não permite, e a segunda parte da Transamazônica, rumo a Lábrea, no Amazonas, ficará para outra oportunidade, em breve, quando o desafio BR 230 será finalizado.
Já voltando, de Marabá rumo a Tocantins, descendo a BR 153, a Belém-Brasília, outra estrada ícone no país. E, ao cruzar Tocantins, completarei a sétima bandeira nova no bauleto da moto, além de completar minha presença em todos os 26 estados do país, além do Distrito Federal, ondo moro.
Uma jornada longa e rápida: cerrado, litoral, sertão, floresta amazônica. E muito asfalto.
E por que rodar tanto? Sol, chuva, cansaço? Não sabemos, e por isso continuamos a rodar. Sempre.
Afinal, qualquer um pode fazer. Porém, poucos o fazem...
Enquanto isso, outro sonho começará, neste julho de 2023.
Pretendo fazer uma jornada de 6 mil km, em onze dias, saindo de Brasília rumo ao nordeste do país, e a viagem terá três objetivos principais. O primeiro deles será acrescentar mais sete bandeiras de novos estados percorridos em meu bauleto e, por isso, seguirei até Pipa, no lindo litoral do Rio Grande do Norte. Para chegar até lá passarei por Sergipe, Alagoas e Paraíba, estados que já conheço mas que nunca estive pilotando uma moto.
De Pipa retornarei a Cabedelo, na Paraíba, onde se iniciará o segundo desafio: percorrer a primeira parte da BR 230, a Transamazônica. De lá serão mais de 2300 km até Marabá, no Pará (e outra bandeira). Nesse percurso até a floresta amazônica atravessarei, além da Paraíba, o Ceará, Piauí e o Maranhão, estado que nunca estive e que também receberá uma bandeira no bauleto da moto.
Em Marabá é que realmente começa a verdadeira aventura na Transamazônica, com todos os desafios que exigem disposição e planejamento para serem transpostos. Mas o prazo de retorno pra casa não permite, e a segunda parte da Transamazônica, rumo a Lábrea, no Amazonas, ficará para outra oportunidade, em breve, quando o desafio BR 230 será finalizado.
Já voltando, de Marabá rumo a Tocantins, descendo a BR 153, a Belém-Brasília, outra estrada ícone no país. E, ao cruzar Tocantins, completarei a sétima bandeira nova no bauleto da moto, além de completar minha presença em todos os 26 estados do país, além do Distrito Federal, ondo moro.
Uma jornada longa e rápida: cerrado, litoral, sertão, floresta amazônica. E muito asfalto.
E por que rodar tanto? Sol, chuva, cansaço? Não sabemos, e por isso continuamos a rodar. Sempre.
Afinal, qualquer um pode fazer. Porém, poucos o fazem...


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