Projeto Duas BRs

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  • Giovani Buzzi
    Fazedor de Chuva
    • Jul 2022
    • 24

    #16
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    Comentário

    • Giovani Buzzi
      Fazedor de Chuva
      • Jul 2022
      • 24

      #17
      O terceiro dia amanheceu ainda fechado. Acordamos cedo, tomamos café na padaria, abastecemos as motos e pegamos novamente a estrada. Meu amigo/irmão, Cacai, já havia acordado mais cedo e lubrificado as correntes, providência importantíssima depois do aguaceiro da véspera. Esta prática se tornou uma rotina durante toda a viagem e mais um ponto para agradecer ao meu companheiro de desafio.
      De vez em quando alguns pingos nos lembravam do inferno que havíamos vivido na véspera. Mas, felizmente, o tempo foi abrindo e voltamos a ter aquela alegria que só quem anda de moto conhece. Alegria maior era saber que havíamos tomado a decisão certa, abortando a viagem para evitar stress e riscos. A bonita paisagem que degustávamos naquele momento não seria sequer percebida na véspera.
      Estudei o percurso com antecedência e não caí no mesmo erro que cometi quando passei por ali na vez passada, há alguns anos: evitamos o centro de Guarujá, Santos e a Balsa. Seguimos direto, sentido Cubatão, cruzamos o complexo Anchieta/Imigrantes e continuamos em direção a Peruíbe. O trânsito estava tranqüilo. Depois de Cubatão,mais tranqüilo ainda.
      Continuamos pela BR-101, sentido sul, mas não encontramos a placa do km 300. Lembrei que no trecho do Estado do Rio, apenas nos km de final zero aparece a identificação da rodovia. Então, seguimos até o km 310 para tirar a foto obrigatória. Mas ali também não tinha a identificação da rodovia.
      Os intercomunicadores voltaram a funcionar normalmente e a viagem era só alegria. Estávamos usando o intercumunicador V4 Plus, que se mostrou muito bom nos demais dias da viagem. Só não nos atendeu no segundo dia, mas está perdoado em razão da chuva. Seu som é muito bom e o alcance também. A bateria dura o dia todo. O manual diz que fala com até quatro aparelhos simultaneamente e alcança 1,5 km. Na verdade, depois de 800 metros começa a dar interferência e silencia depois de um quilômetro. O papo era descontraído durante todo o percurso entre nós três, muita risada e algumas informações “úteis” para a viagem.
      Passamos por Praia Grande, Mongaguá e Itanhaém. Depois de Peruíbe, começamos a subir um pouco e as curvas nos permitiram quebrar as “quinas” dos pneus, meio “quadrado” depois de tanto andar em retas.
      Depois de 850 quilômetros na BR-101, encontramos a BR-116 no km 384-SP, na altura do município de Miracatu. Ali começa um trecho que é a única interrupção da BR-101. Neste ponto, para seguir sua proposta de acompanhar o litoral, ela cruzaria uma importantíssima área de proteção ambiental formada por várias reservas e parques entre os litorais sul de São Paulo e norte do Paraná. Pontanto, considera-se sobreposta à BR-116. Como o relato deste trecho será mais detalhado na volta, por ser específica da BR-116, deixaremos aqui apenas as fotos que tiramos para comprovar nossa passagem.

      Comentário

      • Giovani Buzzi
        Fazedor de Chuva
        • Jul 2022
        • 24

        #18
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        Parada perto de Praia Grande


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        No trecho sobreposto à BR-116
        Última edição por Giovani Buzzi; 08-05-23, 10:49.

        Comentário

        • Giovani Buzzi
          Fazedor de Chuva
          • Jul 2022
          • 24

          #19
          Como dito no texto anterior, a BR-101 se interrompe ao chegar na 116, em Miracatu – SP. A partir daí, segue sobreposta a esta. Hoje é uma das melhores estradas do Brasil. Todo o trecho de São Paulo a Curitiba é duplicado, com acostamento e piso de primeira qualidade. O pedágio é relativamente barato se comparado a outras estradas do país. Porém, não foi sempre assim. Me lembro da primeira vez que passei de moto por ali, em 2009. Não era à toa que esta via era chamada de “Rodovia da Morte”. Pista simples, muito movimento e poucos pontos de ultrapassagem são os ingredientes perfeitos para inúmeros acidentes, muitos deles fatais. Porém com a privatização, que aconteceu, creio, há cerca de dez anos, foram construídos viadutos, túneis e uma outra pista foi construída paralelamente. Nos pontos de subida, como na Serra do Cafezal, uma terceira faixa auxilia o fluxo, impedindo que caminhões se ultapassando retenha o ritmo da viagem.
          Na região metropolitana de Curitiba, o trânsito é sempre chatinho. Grande volume de carros e caminhões. Ali, a 116 segue para o interior e temos que pegar a BR-376, em direção a Joinville, descendo a Serra do Mar.
          Em Garuva, já no litoral paranaense, na divisa dos estados do Paraná com Santa Catarina, a estrada volta a se chamar BR-101. A descida também é toda duplicada, mas tem muitos radares. Também muitas marcas dos deslizamentos de terra que aconteceram no último mês e janeiro.
          No trecho a partir de Joinville o trânsito é bem intenso. Muitos caminhões. Neste dia, paramos em Barra Velha, onde pernoitamos.
          Nos hospedamos no Hotel Mirante e fizemos contato com um amigo de longa data, o Jairo, com quem tivemos o prazer de jantar, juntamente com sua esposa Eliza, sua filha Jakeska e seu genro Leo. Uma noite extraordinária.
          No dia seguinte, pegamos novamente a 101. Como sempre o trânsito intenso. Perto das cidades de Blumenau e de Itajaí fica ainda pior, devido à grande atividade econômica destas cidades. Passamos sem problema pela região metropolitana de Florianópolis, onde normalmente o fluxo de veículos é bem intenso.
          A partir de Florianópolis a viagem fica bem mais tranqüila. Tráfego mais suave e estrada de ótima qualidade. É tudo que o motociclista sonha ao viajar.
          A próxima parada neste desafio foi a cidade de Osório, no Rio Grande do Sul, onde muita gente pensa que começa/termina a BR-101, inclusive a atendente do hotel onde ficamos, numa noite em que chegamos com os primeiros pingos de chuva.
          Nesta noite saímos para comer e fomos surpreendidos como uma “tábua mista” que a garçonete garantiu que daria para três pessoas. Mas dava para cinco, com folga.


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          Última edição por Giovani Buzzi; 07-04-24, 14:37.

          Comentário

          • Giovani Buzzi
            Fazedor de Chuva
            • Jul 2022
            • 24

            #20
            Retornando ao Forum depois de um longo período de ausência.
            Primeiramente, gostaria de agradecer a gentileza e atenção do Gilmar Dessaune para que eu pudesse recuperar meu acesso à conta.
            Depois, informar que, no próximo dia 22 estaremos começando a segunda fase dos Rodoviário Fazedor de Chuva (116 e 101).
            Antes disso, devo concluir o relato do restante do trajeto da primeira fase.

            Comentário

            • Giovani Buzzi
              Fazedor de Chuva
              • Jul 2022
              • 24

              #21
              De Osório a São José do Norte.
              No dia seguinte, tomamos um bom café da manhã no Hotel (Big Hotel), ajeitamos as tralhas e partimos. Havia chovido à noite e o tempo estava bem carregado, mas não estava chovendo. GPS ajustado para São José do Norte e tome estrada.
              De início, fiquei meio apreensivo, porque a Rodovia que era para ser a BR-101, aparecia nas placas como RSC-101, o que me fazia concluir ser uma rodovia estadual e não aquela que era meu objetivo. Só depois, pesquisando, descobri que as rodovias estaduais, quando sobrepostas às federais, recebem a denominação RSC no Rio Grande do Sul.
              A estrada tinha pouco movimento. Muita e muitas retas. Sabíamos eu estávamos às margens da Lagoa dos Patos, mas a vegetação não nos deixava ver a maior lagoa (ou laguna) de água doce do Brasil.
              Paramos para abastecer em Capivari do Sul e, então, pude confirmar com o frentista do Posto de Gasolina que estávamos no caminho certo. As placas de identificação da rodovia eram bem raras e, quando vimos uma indicando o km 232, paramos para tirar uma foto. Vai que não teria mais até o nosso destino...
              Pro volta do km 250 perdemos um bom tempo por conta de um acidente envolvendo um caminhão e um Fiat Uno. Pelo jeito, sem vítimas. Seguimos na tocada de 120/120 até a localidade de Bojuru. Ali pegamos um trecho em obras. As máquinas estavam removendo as camada superficial do asfalto e deixavam sulcos no sentido longitudinal. Muito ruim pilotar naquela condição, com o guidão tremendo nas mãos. Para completar, vários pare-e-sigas, nem sempre bem administrados pelos operadores, nos fizeram tomar alguns sustos com carros vindo na única pista disponível, que deveria se exclusiva para um dos sentidos de direção. Assim foi até estreito. Estes cerca de 30 km foi um dos piores trechos de todo esse trajeto da primeira fase.
              Chegamos a São José do Norte por volta de uma da tarde, depois de rodar 320 km. Fizemos a tradicional foto no Marco final da Rodovia 101 e formos nos informar sobre a balsa que faria a travessia para Rio Grande. Muito gratificante a sensação de chegar um dos pontos-chave do desafio. Se dividirmos o desafio das duas BRs em quatro fases, esta foi a primeira, compreendendo cerca de 2.100 km. Agora, o próximo passo seria a primeira fase da BR-116, de Jaguarão- RS até Jamapará-RJ (ao lado de Além Paraíba - MG)

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              Última edição por Giovani Buzzi; 08-04-24, 13:55.

              Comentário

              • Gilmar Dessaune
                Fazedor de Chuva

                • Oct 2012
                • 6891

                #22
                Postado originalmente por Giovani Buzzi Ver Post
                De Osório a São José do Norte.
                No dia seguinte, tomamos um bom café da manhã no Hotel (Big Hotel), ajeitamos as tralhas e partimos. Havia chovido à noite e o tempo estava bem carregado, mas não estava chovendo. GPS ajustado para São José do Norte e tome estrada.
                De início, fiquei meio apreensivo, porque a Rodovia que era para ser a BR-101, aparecia nas placas como RSC-101, o que me fazia concluir ser uma rodovia estadual e não aquela que era meu objetivo. Só depois, pesquisando, descobri que as rodovias estaduais, quando sobrepostas às federais, recebem a denominação RSC no Rio Grande do Sul.
                A estrada tinha pouco movimento. Muita e muitas retas. Sabíamos eu estávamos às margens da Lagoa dos Patos, mas a vegetação não nos deixava ver a maior lagoa (ou laguna) de água doce do Brasil.
                Paramos para abastecer em Capivari do Sul e, então, pude confirmar com o frentista do Posto de Gasolina que estávamos no caminho certo. As placas de identificação da rodovia eram bem raras e, quando vimos uma indicando o km 232, paramos para tirar uma foto. Vai que não teria mais até o nosso destino...
                Pro volta do km 250 perdemos um bom tempo por conta de um acidente envolvendo um caminhão e um Fiat Uno. Pelo jeito, sem vítimas. Seguimos na tocada de 120/120 até a localidade de Bojuru. Ali pegamos um trecho em obras. As máquinas estavam removendo as camada superficial do asfalto e deixavam sulcos no sentido longitudinal. Muito ruim pilotar naquela condição, com o guidão tremendo nas mãos. Para completar, vários pare-e-sigas, nem sempre bem administrados pelos operadores, nos fizeram tomar alguns sustos com carros vindo na única pista disponível, que deveria se exclusiva para um dos sentidos de direção. Assim foi até estreito. Estes cerca de 30 km foi um dos piores trechos de todo esse trajeto da primeira fase.
                Chegamos a São José do Norte por volta de uma da tarde, depois de rodar 320 km. Fizemos a tradicional foto no Marco final da Rodovia 101 e formos nos informar sobre a balsa que faria a travessia para Rio Grande. Muito gratificante a sensação de chegar um dos pontos-chave do desafio. Se dividirmos o desafio das duas BRs em quatro fases, esta foi a primeira, compreendendo cerca de 2.100 km. Agora, o próximo passo seria a primeira fase da BR-116, de Jaguarão- RS até Jamapará-RJ (ao lado de Além Paraíba - MG)

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                Boa tarde,

                Essas fotos não carregaram, vai precisar repetir o processo. Espere até que cada uma termine de carregar para clicar pra carregar a próxima, senão ocorre isso. Não abrem.

                Comentário

                • Giovani Buzzi
                  Fazedor de Chuva
                  • Jul 2022
                  • 24

                  #23
                  De São José do Norte a Jaguarão / Uruguai

                  Depois das necessárias fotos no marco final da BR-101, tendo cumprido a primeira fase da missão, demos início ao delocamento até o início da BR-116, para iniciarmos a próxima etapa.
                  Ainda em São José do Norte, fomos informados que apenas uma embarcação estava fazendo o transporte, mesmo assim, impulsionada por um rebocador. Esperamos por cerca de 25 minutos e embarcamos. Durante a travessia, pude conversar com Dejair, um motociclista que ia na sua Twister. Falei com ele sobre meu plano de ir até o Chuí e dali entrar pelo Uruguai e cruzar o país para iniciar o Desafio da BR-116 em Jaguaráo. Ele me disse que já havia morado no Chuí e também em Jaguarão. Perguntou-me se havia realmente necessidade de ir até o Chuí. Como disse que não, ele argumentou que seria mais vantajoso ir direto a Jaguarão. Justificou dizendo que esta cidade tinha uma estrutura muito melhor que o Chuí, além de a estrada ser muito melhor, com menos radares e risco de animais cruzando a pista o tempo todo. Conversei com meus companheiros de viagem e mudamos o rumo.
                  Desembarcamos em Rio Grande e pudemos ver a riqueza de sua arquitetura colonial. Cidade bem movimentada, mas com trânsito bem organizado. Abastecemos a moto, fizemos um pequeno lanche e pegamos a estrada, “retornando” até Pelotas, onde pegamos a BR-116 rumo à fronteira com o Uruguai. A tarde caía rápido e o ventinho frio incomodava. Mas a estrada era um tapete e a viagem rendeu bem. Chegamos ao nosso destino ainda com um restinho de luz do dia.
                  Por indicação de um motoboi, nos hospedamos no Hotel Sinuelo, por sinal muito bom, por preço justo. Bem pertinho da ponte internacional e bem no centro da cidade. Neste dia, rodamos cerca de 550 km.

                  Acomodados, jantamos no restaurante do hotel mesmo. Tinha cerveja artesanal e pratos da culinária uruguaia. Preço bom e ótima qualidade.
                  Jaguarão é uma cidade histórica, com pouco menos de 30 mil habitantes. Casario colonial muito bem conservado. Ruas largas e limpas. Praças e espaços públicos muito agradáveis. A ponte internacional que liga à cidade uruguaia de Rio Branco é uma verdadeira obra de arte. Gostamos tanto da cidade que resolvemos mudar nossos planos. Jaguarão guarda um ar de cidade tipicamente interiorana. Ainda se vê carros de boi na rua. Gente muito simpática e acolhedora. Assim, cancelamos Punta Del Leste e decidimos ficar dois dias ali, com uma incursão pelo país vizinho.
                  No dia seguinte partimos para o Uruguai. Ao para na aduana, os agentes uruguaios, por sinal muito simpáticos, nos perguntaram qual seria nosso destino. Informamos que queríamo ir até a cidade de Melo, cerca de 90 km da fronteira. Como pretendíamos voltar no mesmo dia nos disseram que não seria necessário fazer o trâmite de entrada no país. Seguimos pelo país vizinho nos deliciando com a lindas planícies do pampa uruguaio. Minha esposa, na garupa, e meu companheiro de viagem, Cacai, experimentavam a sensação de primeiro trecho internacional de moto.
                  Depois de muitas fazendas de gado chegamos à cidade de Melo. Cidade muito bonita, com cerca de 50 mil habitantes. Avenidas largas e bem arborizada. Era sábado e o comércio estava bem movimentado. Me chamou a atenção a grande quantidade de barracas vendendo frango assado e carne de porco nas praças. As pessoas paravam o carro, compravam e levavam, creio que seria para fazer a refeição em casa. Almoçamos em um restaurante self service. Como das outras vezes que estive no Uruguai, fomos muito bem recebidos. Nossos vizinhos são sempre simpáticos e nos tratam com muito carinho. Depois do almoço, compramos doce de leite (especialidade dos uruguaios) e retornamos.
                  De volta ao hotel, guardamos as motos e fomos dar uma volta pela cidade de Rio Branco, cruzando ao ponte. Muito eletrônicos à venda, mas os preços não eram tão convidativos. Compramos uns queijos e retornamos. À noite saímos para tomar umas cervejas e curtir uma música ao vivo em Jaguarão.

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                  Atravessando para Rio Grande, na balsa

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                  A arquitetura muito bem preservada de Jaguarão

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                  No Uruguai:
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ID:	654099
                  Lombo de porco assado. Isso tinha um cheiro delicioso
                  Última edição por Giovani Buzzi; 08-04-24, 15:59.

                  Comentário

                  • Gilmar Dessaune
                    Fazedor de Chuva

                    • Oct 2012
                    • 6891

                    #24
                    Boa tarde, 2º alerta

                    Boa tarde,

                    Essas fotos abaixo não carregaram, vai precisar repetir o processo. Espere até que cada uma termine de carregar para clicar pra carregar a próxima, senão ocorre isso. Não abrem.

                    Comentário

                    • Giovani Buzzi
                      Fazedor de Chuva
                      • Jul 2022
                      • 24

                      #25
                      Postado originalmente por Gilmar Dessaune Ver Post
                      Boa tarde,

                      Essas fotos não carregaram, vai precisar repetir o processo. Espere até que cada uma termine de carregar para clicar pra carregar a próxima, senão ocorre isso. Não abrem.
                      Já editei, enviando novamente. Para mim está aparecendo normalmente.

                      Comentário

                      • Giovani Buzzi
                        Fazedor de Chuva
                        • Jul 2022
                        • 24

                        #26
                        De Jaguarão a Novo Hamburgo

                        No dia seguinte iniciamos nosso retorno, que era o início do desafio Rodoviário Fazedor de Chuva BR-116. Depois do café, fomos até a cabeceira da ponte internacional para fazer a tradicional foto da placa que marca o final da BR-116.
                        Meu celular estava com a memória cheia e não conseguia gravar mais nada até que eu apagasse alguma coisa. O celular da minha esposa de PT. O jeito foi me socorrer das fotos do meu companheiro de viagem, Cacai, a quem agradeço mais uma vez.
                        Em seguida, pegamos a estrada e tomamos o rumo norte. Era uma manhã de domingo e o transito estava tranqüilo. Estrada boa, piso perfeito e retas intermináveis. Poucos trechos em obras.
                        Paramos em um restaurante num posto BR em Camaquã, para almoçar e abastecer. Como já havíamos percorrido quase 300 km na 116, paramos no km 397 para registro em uma placa, logo na saída da cidade.
                        A viagem rendeu e chegamos na região metropolitana de Porto Alegre no meio da tarde. Depois de Porto Alegre o transito ficou bem intenso, principalmente na pista contrário, com o pessoal descendo da Serra Gaúcha. O tempo fechou de repente e a chuva caiu quando estávamos a apenas 500 metros do nosso destino. O Hotel Ibis em Novo Hamburgo. Chegamos levemente molhados.
                        À noite, saímos pra comer uma pizza. A previsão era de chuva para o dia seguinte.

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                        Final da BR-116, início da 2ª fase do desafio.

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