Por Aí no desafio Valente FC - MS

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  • Júnior Soares Por Aí
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    • Aug 2021
    • 1904

    #16
    Por Aí no desafio Valente FC-MS em DEODÁPOLIS - 12/79

    Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

    Deodápolis

    É um município brasileiro localizado no estado de Mato Grosso do Sul, Região Centro-Oeste do país.

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    História

    Deodápolis começou a ser colonizada em 20 de maio de 1956, quando 300 homens estavam ocupando uma área inicial de 240 hectares, mas devido ao grande número de famílias a área totalizou 9.100 hectares. A colônia foi dividida em módulos (2.972 módulos de 30 hectares, 25 de 30 á 50 hectares e 6 lotes com mais de 50 hectares). Em 1959 passou a ser distrito de Vila Glória pela Lei Estadual 1.197. Em 11 de novembro de 1963, passou a pertencer ao município de Glória de Dourados. Em janeiro de 1970 a população da região já era de 47.815 habitantes, sendo 36.412 na zona rural e 11.403 na zona urbana. Encarando o objetivo de ocupar novas terras e superando dificuldades, pouca a pouco a região tomara ares de cidade na 11ª linha que mais tarde foi batizada como Vila Bandeirantes.

    E seus pioneiros recebiam garantias de bons preços para quem plantassem, diversificando a agricultura (plantaram arroz, amendoim, feijão, milho, mamona, mandioca, batata-doce, cana-de-açúcar, café, araruta, algodão, entre outros). Apesar da precariedade, o movimento era muito grande e conseguiam transportar os seus produtos por estradas e transportes através de pequenas e médias embarcações em Porto Vilma a outros portos dos grandes centros consumidores. Com isso, a pequena vila em grande centro comercial (com farmácias, armazéns, padarias, lojas de tecidos, lojas de armarinhos), industrial (fábricas artesanais, madeira, calçados, olarias, entre outros) e cultural (cinema, desfiles Cívicos, festas Juninas e Folias de Reis). Foi quando surgiu a ideia de mudar o nome de Vila Bandeirantes, para Vila Novo Horizonte pois, de fato, era um novo horizonte que se abria para esta gente batalhadora.

    Mas a população crescente não se intimidava e insistia cada vez mais no desenvolvimento da então Vila Novo Horizonte, pois de fato novas perspectivas abriam-se para novos brasileiros (nordestinos e paulistas) e estrangeiros (paraguaios). Com o passar do tempo os frutos da perseverança apareciam: As safras de algodão eram sinônimas de prosperidade, aumentando a movimentação de dinheiro e pessoas. A então Vila Novo Horizonte passaria a chamar-se Vila Deodápolis já com a motivação para a criação de um novo município e em 13 de maio de 1976 o então Governador do Estado de Mato Grosso José Garcia Neto sancionava a Lei Estadual nº 3.690. Era instituído o Município de Deodápolis, abrangendo a Vila Deodápolis e comunidades adjacentes (Lagoa Bonita, Presidente Castelo, Vila União e Porto Vilma), ficando assim o município com 31.520 habitantes.
    Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:47. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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      #17
      Por Aí no desafio Valente FC-MS em ANGÉLICA - 13/79

      Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

      Angélica

      É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul.

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      História

      No ano de 1957 vieram Manoel Isidoro Martins, Messias Garcia Duarte, Ovídio Gomes de Oliveira e Ediberto Celestino de Oliveira, então os primeiros a chegar ao território. E depois chegou a família Wolff (Benigno Wolff e Ricardo Wolff).

      Pela Lei N.° 2.098, de 20 de dezembro de 1963 foi transformada em distrito de Dourados e o município foi criado pela Lei Estadual nº 3691 de 13 de maio de 1976 autonomizando-se do Município de Dourados. Em 1977 é criado o estado de Mato Grosso do Sul, a qual Angélica faz parte atualmente.

      Origem do nome

      Dizem os desbravadores que, em virtude dos préstimos e atenção que uma senhora do nome Angélica dispensava aos forasteiros que passavam nas margens do rio Ivinhema, dando lhes comida e hospedagem, o lugar ficou conhecido como Porto Angélica, mais tarde quando o vilarejo se torna município deu-se então o nome de Angélica, em homenagem à referida senhora.
      Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:50. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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        #18
        Por Aí no desafio Valente FC-MS em IVINHEMA - 14/79

        Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

        Ivinhema

        É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul.

        Às margens do Rio Ivinhema, entre os rios Piravevê ao norte e Guiray ao sul, localiza-se a cidade de Ivinhema. A cidade é um dos centros mais importantes do Vale do Ivinhema.

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        História
        Eventos históricos
        23 de agosto de 1961 - Pousou o primeiro avião
        1 de setembro de 1961 - Foi colocado fogo na mata, a ser destinada a cidade;
        27 de julho de 1963 - Foi celebrada a primeira missa;
        11 de novembro de 1963 - Criado o município de Ivinhema.
        26 de abril de 2013 - Inauguração da Usina Sucroenergética "Ivinhema" (Grupo Adecoagro) a Maior Industria de toda a região.

        Hidrografia
        Está sob influência da Bacia do Rio da Prata. Principais rios:

        Rio Ivinhema: afluente pela margem direita do rio Paraná e limite entre os municípios de Nova Andradina e Ivinhema.
        Rio Pipocu: afluente pela margem esquerda do rio Pirajuí, no município de Ivinhema.
        Rio Pirajuí: afluente pela margem esquerda do rio Guiraí; limite entre os municípios de Deodápolis e Ivinhema, no seu alto curso, e os de Glória de Dourados e Ivinhema.
        Rio Piravevê: Afluente da margem direita do rio Ivinhema.
        Rio Vitória: Afluente pela margem direita do rio Ivinhema.
        Rio Libório: Afluente pela margem direita do rio Vitória.
        Rio Guiraí: Afluente a margem direita do rio ivinhema.
        Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:52. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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          #19
          Por Aí no desafio Valente FC-MS em NOVO HORIZONTE DO SUL - 15/79

          Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

          Novo Horizonte do Sul

          É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul.

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          História

          Novo Horizonte do Sul originou-se de vários povos vindos dos quatro cantos do Brasil, para trabalhar em terras do Paraguai, e com o passar dos anos se uniram. Lutando para libertarção da escravidão do Paraguai. Os trabalhadores animados e organizados pelas lideranças de vários grupos das comunidades assumiram a luta pela terra, juntamente com os governos estadual e federal. Iniciaram as negociações com o Incra, ligado ao governo. Este teve papel fundamental na conquista de negociações ao dar assistência as problemáticas de sua competência. As famílias enfrentaram difuculdades para chegar e organizar suas casas no Paraguai, para, posteriormente, enfrentar todo sofrimento no acampamento da cidade de Mundo Novo. Esperaram a negociação da área até que todas as famílias fossem libertas. Aproximadamente entre 1965 e 1980, o governo criou o novo modelo agrícola, incentivando o plantio de soja e de outras lavouras mecanizadas em grandes extensões, alavancando a exportação ao construir a maior hidrelétrica do mundo, a Itaipu.

          O modelo econômico e político brasileiro favorecia, somente, os latifundiários donos de capital. Muitas famílias foram ao Paraguai em busca de terras para cultivar e retirar o sustento para a família, entraram aos poucos formando grupos e pequenas vilas, mas sofreram com a opressão e a exploração. Na educação, por exemplo, muitas crianças ficaram sem estudar, pois ensinavam em língua castelhana e, muitas vezes, os brasileiros eram recusados por não fluir a língua. Algumas comunidades se uniam e conseguiam professores brasileiros que ensinavam a leitura e a escrita. A cada três meses, os brasileiros eram obrigados a renovar o permício, que lhes permitia a permanência no Paraguai, mas era caro e muitos não tinham condições de pagar. Continuavam a viver ilegalmente, por isso eram perseguidos e explorados. A terra era fértil, produzia bem, mas, na venda de produtos os preços não eram cotados. Quem trabalhava de arrendatário, entregava grande porcentagem dos produtos aos donos da terra, às vezes até tomavam toda a safra com ameaças. O comércio também era explorador, só conseguiam comprar o indispensável para o sustento e a sobrevivência. Com todos esses problemas e insegurança, a reforma agrária era o sonho de todo brasileiro, Muitas comunidades começaram a lutar para sair do Paraguai, sigilosamente, para que as autoridades paraguaias não descobrissem a ilegalidade. A igreja e alguns políticos apoiavam essa luta.

          Em 1977 foi criado o estado de Mato Grosso do Sul, que incorporou a região de Novo Horizonte do Sul. No dia 14 de maio de 1985, cinco líderes foram até Brasília para negociar com o Ministro da Reforma Agrária a situação dos brasileiros ilegais que viviam no Paraguai e que queriam voltar ao Brasil com um lugar para morar. Foram informados de que fora do país nada podiam fazer. Após trinta dias voltaram ao Brasil e fizeram um grande acampamento no Município de Mundo Novo, perto da fronteira, com aproximadamente 800 famílias. O Governo assinou um convênio, mandou alimentação, assistência média e lonas. Mas as famílias das redondezas se ajuntaram ao acampamento formando cerca de 1000 famílias. A área era pequena para tanta gente, faltava higiene, a miséria era presente no local provocando mortalidade, principalmente infantil. As famílias se organizaram em grupos, respeitando sua comunidade de origem no Paraguai, que eram os seguintes: Santa Rosa, Canandu, Cuerpo Christi, Alvorada, Guaivirá, Santa Clara, Figueira, Maracajú, Caarapó, Ponte Kirrá e Guadalupe. Cada grupo tinha sua liderança e comissões. À noite faziam a segurança com rodízio de homens. As lideranças se reuniam freqüentemente com o Incra e outras autoridades. Os grupos de trabalhos, alimentação, saúde e higiene e liturgia celebravam os atos religiosos. Os cadastros de suas famílias eram feitos em Mundo Novo, ainda, com os seguintes critérios: ser casado, ter menos de 60 anos, ter toda documentação em dia, solteiros maiores de 21 anos. A viagem até a fazenda onde receberam suas terras foi sofrida e durou aproximadamente um mês. Situada na Gleba Santa Idalina, da empresa Someco, deram o nome de Gleba Novo Horizonte, porque aqui surgiu uma nova esperança, uma grande mudança, os grupos colocaram-se em localidades estratégicas, onde facilitaria o acesso a água etc. A divisão da área foi programada, lotes com 25 hectares e chácaras com 06 hectares, divididos por sorteio.

          Logo o posto de saúde começou a funcionar, trouxeram a rede de energia de alta tensão, construíram barracos que eram salas de aula, depois o Incra construiu escolas de alvenaria que existem aqui, ainda hoje, construiu o Centro Comunitário, para reuniões e festas, as igrejas, e surgiam a Associação dos Trabalhadores Rurais, a CPT, a Comissão Pastoral da Terra. O governo continuou acompanhando o povo e incentivando os mini-projetos. No núcleo urbano, os lotes eram cedidos pelo Incra com uma exigência de construção em 90 dias. Assim, a cidade desenvolveu-se rapidamente. Logo surgiram mercados, bares, salões de baile, lojas, farmácias, açougues, veterinária, bancos, entre outros. Vieram pessoas de variadas classes sociais, a maioria de origem humilde. Muitos aventureiros e curiosos. Os moradores organizaram equipes de futebol, torneios, grandes baiões. A energia elétrica foi rebaixada ao instalar o posto telefônico e a rede de água. A Gleba Novo Horizonte do Sul pertencia ao Município de Ivinhema, Guiraí, Piravevê no Sul do Estado. Com o rápido desenvolvimento, logo surgiu a luta pela emancipação política. Distante de Ivinhema, 58 quilômetros, com estradas sem pavimentação tudo dependia desta. Devido à importância sócio-econômica do assentamento, em 30 de abril de 1992 foi criado o Município de Novo Horizonte do Sul, pela Lei 1.260, sendo instalado em 1 de janeiro de 1993.
          Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:52.
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            #20
            Por Aí no desafio Valente FC-MS em NAVIRAÍ - 16/79

            Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

            Naviraí (pronúncia AFI: [naviˈɾai])

            É um município da Região Geográfica Imediata de Naviraí-Mundo Novo, na região geográfica intermediária de Dourados, no estado do Mato Grosso do Sul, na Região Centro-Oeste do Brasil. Foi fundada em 16 de abril de 1952 por vários pioneiros brasileiros e japoneses e emancipada em 1963. De ocupação inicial indígena, Naviraí, nos anos 1950, era apenas um campo desabitado. Foi a partir daí que começaram a chegar por avião e por barco os primeiros colonizadores de origem europeia. Em 1955, com a construção da estrada que liga Naviraí a Dourados, começou a se desenvolver mais rápido. Quinze anos depois, quando houve o primeiro censo da cidade em 1970, a população era de 23 117 habitantes. Mais de vinte anos depois, a população foi para 30 670 habitantes, um crescimento de 32,7%. Duas décadas depois, em 2010, a população saltou para 46 424 habitantes, uma diferença de 51,4%. Em quarenta anos, a população de Naviraí teve um crescimento líquido de 100,8%.

            O etnônimo da população do município é naviraiense. Atualmente, é o sétimo centro mais populoso de Mato Grosso do Sul e 39º centro mais populoso da região Centro-Oeste do Brasil, com 54 051 habitantes e 16,66 habitantes por quilômetro quadrado segundo as estimativas de 2017, divididos em 16 441 domicílios sendo, portanto, uma cidade média-pequena. O município é conhecido pela sua diversidade de culturas, tendo influências japonesas, portuguesas, sul-americanas (paraguaias) e indígenas. Naviraí também é centro episcopal graças à uma diocese presente no município. Com exatos 3 193,839 quilômetros quadrados de área territorial, o município de Naviraí é o 649º maior município em extensão territorial do Brasil e o 8º colocado em Mato Grosso do Sul e também um dos maiores municípios da Região Centro-Oeste.

            O turismo vem sendo decisivo no desenvolvimento do mercado de trabalho local. Naviraí é um importante destino turístico nacional graças aos seus vários eventos e belezas naturais. No mercado turístico, Naviraí faz parte do chamado Cone-Sul de Mato Grosso do Sul. Na infraestrutura turística nacional, a cidade ficou na categoria C (entre A e E), ou seja, no meio. Entre os eventos importantes do município, os mais importantes são o Navi Folia (carnaval de rua do município), Exponavi (Exposição Agropecuária e Industrial de Naviraí, feira mais tradicional do cone-sul do estado), Fejunavi (festa junina do município) e Nippon Fest (evento baseado na cultura do Japão, com gastronomia e música típicas).

            Pela rodovia BR-163, o município se conecta com os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso e outros países do Mercosul. Esta rodovia está em processo de duplicação em toda a extensão dentro do estado de Mato Grosso do Sul desde abril de 2014. As obras estão previstas para durarem cinco anos. Há ainda acesso à cidade pelo seu terminal rodoviário e pelo seu aeroporto, que foi incluído no Programa de Investimentos em Logística: Aeroportos do Governo Federal e será reformado. Outro projeto que está sendo discutido na logística local é a implantação de seu porto seco, o que evitaria que caminhões acessassem a região central da cidade. Com produto interno bruto de 1,353 bilhão de reais em 2015 segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é o 12º município mais rico de Mato Grosso do Sul e está também entre os 550 mais ricos do país. Com arrecadação de 31 milhões de reais em 2017, a cidade ficou com o 496º maior potencial de consumo (IPC Marketing) entre todas as cidades brasileiras em 2014, com índice de 0,0262% e no estado ficou em sétimo lugar. Há previsão de que Naviraí se torne o quinto município em importância política, populacional, econômica e estrutural de Mato Grosso do Sul.

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            História

            A cidade de Naviraí foi um projeto urbanístico da Colonizadora Vera Cruz Mato Grosso Ltda de criar, em pleno território do então Mato Grosso, uma nova Canaã. Em 1952, chamou-se inicialmente povoado Vera Cruz, em função da colonizadora homônima, e desde 1958 possui o nome atual, quando Naviraí foi elevada a distrito.[8] A partir de então, a cidade se desenvolveu e tornou-se uma das mais importantes de Mato Grosso do Sul graças aos seus primeiros empreendedores. Grande parte veio acreditando que a região se tornaria um grande polo regional de uma região rica.

            Em poucas décadas de fundação, foram três fases econômicas principais que podem ser divididos da seguinte forma:

            fase da extração da madeira e produção agrícola (notadamente o plantio de café);
            fase do grande ciclo da madeira e a modernização da agricultura (ciclo do algodão) e criação de gado;
            fase de desenvolvimento da agroindústria e a prestação de serviços (1990 em diante).
            Pré-fundação
            Fim da Guerra do Paraguai e conquista da região pelo Brasil
            Ao final da Guerra do Paraguai, não houve um tratado de paz entre os países envolvidos (Paraguai, Brasil, Argentina e Uruguai). Embora a guerra tenha terminado em março de 1870, os acordos de paz não foram concluídos de imediato. As negociações foram obstadas pela recusa argentina em reconhecer a independência paraguaia. O Brasil não aceitava as pretensões da Argentina sobre uma grande parte do Grande Chaco, região paraguaia rica em quebracho (produto usado na industrialização do couro). A questão de limites entre o Paraguai e a Argentina foi resolvida através de longa negociação entre as partes. A única região sobre a qual não se atingiu um consenso — a área entre o rio Verde e o braço principal do rio Pilcomayo — foi arbitrada pelo presidente estado-unidense Rutherford Birchard Hayes, que a declarou paraguaia. O Brasil assinou um tratado de paz em separado com o Paraguai, em 9 de janeiro de 1872, obtendo a liberdade de navegação no rio Paraguai. Foram confirmadas as fronteiras reivindicadas pelo Brasil antes da guerra. Estipulou-se também uma dívida de guerra que foi intencionalmente subdimensionada por parte do governo imperial do Brasil mas que só foi efetivamente perdoada em 1943 por Getúlio Vargas, em resposta a uma iniciativa idêntica da Argentina. O reconhecimento da independência do Paraguai pela Argentina só foi feito na Conferência de Buenos Aires, em 1876, quando a paz foi estabelecida definitivamente.

            Em 13 de setembro de 1943, foi criado o Território Federal de Ponta Porã pelo presidente Getúlio Vargas, que abrangia os municípios de Dourados (que, até então, incluía Naviraí), Porto Murtinho, Miranda, Nioaque, Bela Vista, Ponta Porã, Maracaju e Bonito (sendo Ponta Porã sua capital). Este durou apenas três anos (1943 a 1946), sendo reintroduzido ao estado de Mato Grosso em 7 de janeiro de 1947.
            Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:53.
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            Valente Fazedor de Chuva-MS (30/07/2022)
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              • 1904

              #21
              Por Aí no desafio Valente FC-MS em JUTI - 17/79

              Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

              Juti

              É um município do estado de Mato Grosso do Sul.

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              História

              A vila foi fundada entre 1912 e 1915 por influencia do progresso da extração da erva-mate. O primeiro morador foi Sérgio Maciel de Oliveira, que chegou nos campos de Santa Luzia em 13 de dezembro de 1898, onde construiu uma parada provisória, para daí, seguir em direção leste, margem do rio Laranjaí, ou margem esquerda do rio Amambai. Seus irmãos (Cassimiro e Genésio Maciel) resolveram ficar em Santa Luzia, e foram para a costa do rio Amambaí, no porto Palermo, onde se fixaram definitivamente. Genésio ficou nas cabeceiras do São Lucas, onde ergueu a Fazenda Belo Horizonte. Anos depois começaram a chegar novos moradores tanto para morar quanto para montar seu comércio e a vila foi se desenvolvendo, e entre 1912 e 1920, construiu-se um amontoado de ranchos de capim, tabuinha ou de zinco. A partir de 1920 a vila cresceu assustadoramente, a ponto de se tornar o maior centro comercial da Região, com exceção da Campanário, chegando a ter em média 2.500 casas, entre residências e casas comerciais. O Distrito de Paz de Santa Luzia ou de Juti, como ficou denominado, foi criado para a Vila de Caarapó, pela lei Estadual nº 1.021, de 21 de setembro de 1929, no governo de Mário Correia, governador do Estado de Mato Grosso. A Lei nº1.021 entrou em vigor, na data do seu veredito, no dia 13 de janeiro de 1930. O cartório foi instalado, na vila de Caarapó, em 16 de março de 1930, com a posse das primeiras autoridades: Juiz de Paz, Francisco Serejo e para escrivão de Paz foi nomeado Antônio Batista Júnior. Aníbal Toledo, até então presidente do estado de Mato Grosso e descontente com a perda do mandato, em 30 de novembro de 1930, pouco antes de ser destituído do poder, expediu um ato ou decreto, transferindo a sede do Distrito de Juti, da Vila de Caarapó, para a Vila de Santa Luzia alegando ser um lugar de maior progresso. Ele também era Presidente da Companhia Mate Laranjeira, empresa contrária a toda espécie de ocupação de terras, no sul do Estado de Mato Grosso. A região foi por muitos anos sustentada pelo apoio da Companhia Matte Laranjeira, que nos fins de semana permitia que os seus peões pudessem fazer compras em Santa Luzia. Isso ocorria principalmente nos dias de Semana Santa e nos dias de Carreiradas (Corridas de cavalos), uma das poucas diversões na época. Entre novembro e dezembro de 1930, o cartório foi levado para a Vila de Santa Luzia.

              Com a queda do Território Federal de Ponta Porã, em 18 de setembro de 1946, e a decretação do contrato de arrendamento dos ervais pela Companhia Mate Laranjeira no mesmo ano, a Vila entrou em decadência e perdeu a maior parte de sua população. O cartório foi parar em Santa Luzia e a Vila de Caarapó perdeu sua jurisdição de Vila. A condição de distrito e passou a pertencer a Santa Luzia até seu desmembramento, em 1948, com a criação do Cartório ou Distrito de Paz de Caarapó pela Lei nº188 em 16 de novembro de 1948. A vila de Santa Luzia (ou Distrito de Juti), era apenas um ponto de paragem de carreteiros das barrancas dos rios Paraná, Amambaí e Laranjaí que seguiam para Campanário, Ponta Porã, Aquidauana, Nioaque, Porto Murtinho ou Concepcion, no Paraguai. Muito viam na região um recanto, onde a pastagem era abundante e rica em espécies e variedades em teor alimentício. As dificuldades na região eram enormes, visto que a atenção e o auxilio governamental era deficiente, com exceção da ajuda que recebeu da Prefeitura Municipal de Caarapó. A Vila de Santa Luzia, em 1950, estava arruinado e fora ainda mais prejudicado por causa de guerras, pela fome e pela peste.

              Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul e em 14 dezembro de 1987, pela lei número 800, foi criado o município de Juti, pelo, então, governador Marcelo Miranda Soares, ficando o mesmo, pertencendo a comarca de Caarapó.
              Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:54. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
              "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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              • Júnior Soares Por Aí
                VFC-MS,RR

                • Aug 2021
                • 1904

                #22
                Por Aí no desafio Valente FC-MS em CAARAPÓ - 18/79

                Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

                Caarapó

                Topônimo
                "Caarapó" é um termo oriundo da língua guarani e significa "raiz de erva mate", através da junção dos termos ka'a ("erva mate") e rapó ("raiz").

                É um município brasileiro da região Centro-Oeste do Brasil, situado no estado de Mato Grosso do Sul. Localizado na Mesorregião do Sudoeste de Mato Grosso do Sul e na Microrregião de Dourados.

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                História

                Formação administrativa
                1927 - criado o povoado de Caarapó
                16 de novembro de 1948 - criado o distrito com denominação de Caarapó (ex-povoado), por Lei Estadual nº 188, no município de Dourados. No quadro fixado para vigorar no período 1949 - 1953, o distrito figura no município de Dourados.
                20 de dezembro de 1958 - elevado à categoria de município com a denominação de Caarapó, por Lei Estadual nº 1190, desmembrado de Dourados.
                1 de julho de 1960 - em divisão territorial nessa data, o município é constituído de 3 distritos: Caarapó, Juti e Naviraí.
                11 de novembro de 1963 - por Lei Estadual nº 1944, desmembra do Município de Caarapó ao Distrito de Naviraí, sendo este elevado à categoria de município.
                14 de dezembro de 1963 - por Lei Estadual nº 2061, é criado o Distrito de Cristalina e incorporado ao Município de Caarapó.
                26 de dezembro de 1963 - por Lei Estadual nº 2115, é criado o Distrito de Nova América incorporado ao Município de Caarapó.
                11 de outubro de 1977 - Com a fundação do estado de Mato Grosso do Sul, o município é constituído de 4 Distritos: Caarapó, Cristalina, Juti, e Nova América.
                14 de dezembro de 1987 - por Lei Estadual nº 800, desmembra-se do Município de Caarapó o Distrito de Juti. Elevado à categoria de município. Com isso, Caarapó passa a ser constituído de 3 Distritos: Caarapó, Cristalina e Nova América.
                Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 13:55. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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                • Júnior Soares Por Aí
                  VFC-MS,RR

                  • Aug 2021
                  • 1904

                  #23
                  Por Aí no desafio Valente FC-MS em DOURADOS - 19/79

                  Realizado dia 02 de Janeiro de 2022.

                  Dourados

                  É um município brasileiro da região Centro-Oeste, localizado no estado de Mato Grosso do Sul. O município está situado no centro-sul de Mato Grosso do Sul entre a Serra de Maracaju e a bacia do Rio Paraná sendo também parte integrante da na Região Geográfica Intermediária de Dourados e Região Geográfica Imediata de mesmo nome.

                  Assim como no resto do estado, sua bebida característica é o tereré, que é de fácil preparo e tomado principalmente nos encontros informais entre familiares e amigos. Fundada em 1935, Dourados teve desenvolvimento lento até a segunda metade do século XX, por causa das deficiências de meios de transporte e vias de comunicação com outras cidades e estados. Nos anos 1940, a cidade já contava com 14.985 habitantes. A partir dos anos 1950, com a abertura de rodovias, acelerou-se seu desenvolvimento[carece de fontes] e Dourados tornou-se importante centro agropecuário e de serviços a partir de então. Nos anos 1960 o município já possuía 84 955 habitantes (466,9% habitantes a mais que em 1940). Já nos anos 1980 sua população somava 106 483 habitantes, ou 25,3% de saldo em duas décadas. Nos anos 1990, além do crescimento da agropecuária, o desenvolvimento comercial e de serviços na zona urbana foi decisivo para que Dourados se consolidasse como centro de serviços e agropecuário. Nos anos 2000 já eram 164 700 habitantes (54,7% de crescimento em vinte anos). Nos dez anos seguintes houve um acréscimo de 19% em sua população, que somou quase 200 mil habitantes. Em mais de 70 anos de existência, a cidade de Dourados teve crescimento demográfico total de 1 208,4% entre 1940 e 2010. Atualmente a cidade é um importante polo regional, de serviços e agropecuário para uma região com cerca de 1 milhão de habitantes, incluindo parte do Paraguai, o que lhe confere o merecido título de Portal do Mercosul, sendo a cidade mais populosa do Interior de Mato Grosso do Sul, além de ser o 137º maior município brasileiro e o 9º maior município do Centro-Oeste do Brasil. Seu aeroporto é uma das principais portas de acesso para turistas que desejam visitar a cidade juntamente com seu terminal rodoviário. E também por ambos é possível visitar a partir de Dourados as regiões de Bonito e o Pantanal.
                  O município é destaque na educação sendo considerada um pólo educacional e universitário de Mato Grosso do Sul, tendo como principais instituições à Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul e a Centro Universitário da Grande Dourados (UNIGRAN) o município oferece uma boa variedade de opções para os ensino médio, técnico e superior. O município conta ainda com a presença de instituições que promovem educação não formal sendo pioneira na fundação do movimento escoteiro no Estado tendo como principal instituição o Grupo Escoteiro São Jorge que vem promovendo ações sociais e educativas no município.

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                  História

                  Em 1870, com o término da Guerra do Paraguai, iniciou-se um povoamento mais efetivo nessa região, que foi percorrida também pelos espanhóis e bandeirantes em busca de riquezas naturais. Em 1884, formou-se o povoado de São João Batista de Dourados, próximo ao Rio Dourados.

                  Em 1909, cerca de 50 pioneiros (destacava-se nesse grupo Marcelino Pires, Januário Pereira de Araújo e Joaquim Teixeira Alves) que iniciam um trabalho apoiado na criação de um patrimônio. Pela da Lei nº 658, de 15 de junho de 1914, Dourados é elevado a distrito do município de Ponta Porã, e sua abrangência incluía os dois distritos policiais existentes na época (que foram criados em 1910). Foi aí que surgiu o Distrito de Paz. Nessa época algumas pessoas já haviam fixado residência com suas famílias na região.

                  A vila se desenvolvia quando, pelo decreto estadual de nº 30 de 20 de dezembro de 1935, foi oficialmente criado o município de Dourados, sendo desmembrado de Ponta Porã em 22 de janeiro de 1936. Seu primeiro prefeito nomeado foi João Vicente Ferreira. Em 13 de setembro de 1943 foi criado o Território Federal de Ponta Porã pelo presidente Getúlio Vargas, que abrangia os municípios de Dourados, Porto Murtinho, Miranda, Nioaque, Bela Vista, Ponta Porã, Maracaju e Bonito (sendo Ponta Porã sua capital). Este durou apenas três anos (1943 a 1946), sendo reintroduzido ao estado de Mato Grosso em 7 de janeiro de 1947.

                  Em 11 de outubro de 1977 Dourados passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.
                  Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:11. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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                    • Aug 2021
                    • 1904

                    #24
                    Retornando ao desafios do VALENTE FC-MS, dias 02 e 03 de fevereiro de 2022, fiz a Mesorregião do Centro-Norte e Mesorregião do Leste de Mato Grosso do Sul.
                    Inicialmente o roteiro inicial era fazer algumas cidades de GOIÁS, assim iniciando o VALENTE FC-GO, mas devido a instabilidade do tempo e as estradas de terra estarem bem prejudicadas pela chuva, decidi fazer somente as cidades do Mato Grosso do Sul, deixando para próxima oportunidade fazer as cidades dos estados vizinho.
                    As prefeituras visitadas foram:
                    Mesorregião do Centro-Norte
                    ROCHEDO-MS
                    CORGUINHO-MS
                    RIO NEGRO-MS
                    SÃO GABRIEL DO OESTE-MS
                    RIO VERDE DE MATO GROSSO-MS
                    COXIM-MS
                    ALCINÓPOLIS-MS
                    FIGUEIRÃO-MS
                    CAMAPUÃ-MS
                    BANDEIRANTES-MS
                    JARAGUARI-MS

                    Mesorregião do Leste de Mato Grosso do Sul
                    COSTA RICA-MS
                    CHAPADÃO DO SUL-MS
                    PARAÍSO DAS ÁGUAS-MS
                    Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:17. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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                      • Aug 2021
                      • 1904

                      #25
                      Por Aí no desafio Valente FC-MS em ROCHEDO - 20/79

                      Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                      Rochedo

                      É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul.

                      Localização
                      O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Centro Norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Campo Grande). Localiza-se a uma latitude 19º57'11" sul e a uma longitude 54º53'33" oeste. Distâncias:

                      74 km da capital estadual (Campo Grande).
                      1 098 km da capital federal (Brasília).

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                      História

                      A formação do Povoado de Rochedo teve início em 1931, quando uma leva de nordestinos, especialmente baianos, alagoanos e pernambucanos, acampou à margem direita do rio Aquidauana, na tentativa de descobrir possíveis mouchões diamantíferos a exemplo do que já vinha ocorrendo no percurso daquele rio. Os esforços daquela gente, depois de exploração em exploração, foram compensados pela descoberta de rica jazidas de diamantes. Os bons resultados obtidos determinaram a chegada de novos contingentes humanos e dentro em pouco a corrutela teve a sua população elevada a 2.000 pessoas. Esse desenvolvimento rápido foi passageiro. Os meios rudimentares utilizados na garimpagem determinaram a queda de produção e estagnação do povoado, agravado pelo êxodo de grande parte dos garimpeiros a procura de outros veios e outras riquezas. De que ficaram voltaram sua atenção para a agricultura, a pecuária e a extração da madeira, como nova possibilidade econômica da povoação. Foi elevada a distrito pela Lei N.º 293, de 9 de dezembro de 1933. Pelo Decreto-Lei Estadual nº 545, de 31 de dezembro de 1943, o Distrito de Rochedo passou a denominar-se Taveira. Elevado à categoria de município com a denominação de Rochedo pela Lei N.º 204 de 23 de novembro de 1948, sendo desmembrado de Campo Grande e instalado em 1 de janeiro de 1949.

                      Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

                      Topônimo
                      Não se tem notícia da origem do topônimo Rochedo. O Rio Aquidauana corre sobre leito rochoso na periferia da cidade. Presume-se que isso tenha concorrido para que o povoado constituído pelos garimpeiros que ali chegaram, tenha recebido a denominação de Rochedo em vista de tal fato.
                      Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:17. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                      "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
                      Minhas Redes Sociais
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                      Valente Fazedor de Chuva-RR (21/09/2023)

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                      • Júnior Soares Por Aí
                        VFC-MS,RR

                        • Aug 2021
                        • 1904

                        #26
                        Por Aí no desafio Valente FC-MS em CORGUINHO - 21/79

                        Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                        Corguinho

                        É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul. Administra quatro distritos: Taboco, Fala Verdade, Baianópolis e Furnas da Boa Sorte.

                        Localização
                        O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no centro de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Campo Grande). Localiza-se na latitude de 19º49’54” Sul e longitude de 54°49’46” Oeste.

                        Distâncias:

                        96 km da capital estadual (Campo Grande)
                        1 136 km da capital federal (Brasília).


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                        História

                        O povoamento de Corguinho começou em 1931, quando uma leva de garimpeiros, nortistas e nordestinos, tomaram conhecimento dos garimpos nos Córregos Carrapato e Formiga. Ao se instalarem junto ao Córrego Fala Verdade e insatisfeitos com o local, desceram o rio Aquidauana até a foz do Ribeirão Corguinho. Fincaram as bases de um povoado que deu origem a atual sede do município.

                        Foi elevada a distrito pela Lei N.º 344, de 13 de março de 1934 e o município criado pela Lei N.º 684, de 11 de dezembro de 1953. Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.
                        Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:16. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                        "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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                        Valente Fazedor de Chuva-MS (30/07/2022)
                        Valente Fazedor de Chuva-RR (21/09/2023)

                        Comentário

                        • Júnior Soares Por Aí
                          VFC-MS,RR

                          • Aug 2021
                          • 1904

                          #27
                          Por Aí no desafio Valente FC-MS em RIO NEGRO - 22/79

                          Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                          Rio Negro

                          É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul.

                          Localização
                          O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Centro Norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião de Campo Grande). Localiza-se na latitude 19º26'58" sul e a uma longitude 54º59'13" oeste. Distâncias:

                          144 km da capital estadual (Campo Grande)
                          1 044 km da capital federal (Brasília).


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                          Histórico

                          Em 1948, Joaquim de Almeida e Artur Alves Pereira, fizeram um abaixo assinado solicitando ao governo do estado, a doação de 4.000 hectares de terras, para formação de uma colônia agrícola nesta região. O pedido foi negado e por volta do ano de 1950, o deputado Nelson Evangelista de Souza, baiano, dedicado ao comércio de diamantes, eleito por esta região, apresentou projeto de lei criando a tão sonhada colônia, em terras da fazenda Santa Luzia. No final de 1952 vieram para a região algumas famílias originárias do Japão. Dentre vários colonizadores, o que mais se destacou foi Massato Matsubara. Com a abertura de uma estrada ligando a região de Campo Grande, iniciou-se o povoamento denominado "Faca de Pau", onde Matsubara, projetou e implantou um loteamento dando origem a cidade de Rio Negro. Predominava naquela época as lavouras cafeeiras, que enchiam os olhos daqueles que ali chegavam, passando com o tempo a se plantar lavouras diversificadas, das quais acentuadamente o arroz, feijão e milho. As prospectivas de progresso eram animadora e logo a colônia de Rio Negro de Santa Luzia passava a situação de Distrito de Rio Negro, pertencente ao município de Corguinho em 1959.

                          Foi elevada a distrito pela Lei n° 168, de 21 de novembro de 1958 e o município criado pela Lei nº 2.141, de 18 de março de 1964, desmembrado do município de Corguinho e instalado em 9 de maio de 1965.

                          Em 1977 o município passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

                          Topônimo
                          Primeiro chamada de "Faca-de-pau" a localidade recebeu o nome em homenagem ao rio do mesmo nome que corta o município e passa cerca de um quilômetro da sede.
                          Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:18. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                          "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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                          Valente Fazedor de Chuva-RR (21/09/2023)

                          Comentário

                          • Júnior Soares Por Aí
                            VFC-MS,RR

                            • Aug 2021
                            • 1904

                            #28
                            Por Aí no desafio Valente FC-MS em SÃO GABRIEL DO OESTE - 23/79

                            Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                            São Gabriel do Oeste

                            É um município brasileiro situado no interior do estado de Mato Grosso do Sul na região Centro-Oeste. O município possui o terceiro melhor IDH do estado de Mato Grosso do Sul, com 0,812. Está atrás apenas de Chapadão do Sul (0,826) e Campo Grande (0,814). São Gabriel do Oeste é pertencente à Mesorregião do Centro-Norte de Mato Grosso do Sul e a Microrregião do Alto Taquari, localiza-se a norte da capital do estado, distando desta cerca de 137 km. Ocupa uma área de 3 864,859 km², sendo que 5,04 km² estão em perímetro urbano, e sua população de acordo com o Censo 2011 foi de aproximadamente 23 mil habitantes contada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e estimativas para 2013 na casa de 24 mil habitantes, sendo então o 19º Município mais populoso de Mato Grosso do Sul.

                            Localização
                            O município de está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no Centro Norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião do Alto Taquari). Localiza-se a uma latitude 19º23'43" sul e a uma longitude 54º33'59" oeste. Distâncias:

                            137 km da capital estadual (Campo Grande)
                            997 km da capital federal (Brasília).

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                            História

                            A região de São Gabriel do Oeste é palco de atividades desde meados de 1885. Registros históricos apontam que a área onde hoje se situa a sede do município foi ocupada primeiramente por criadores de gado oriundos de Minas Gerais. O precursor dessa primeira incursão foi Bernardino Ferreira da Cunha, descendentes relatam que a Fazenda Brioso - de Bernardino - chegou a ter 70.000 hectares, e abrangia toda a área que se tornaria São Gabriel do Oeste. À época, a região integrava o município de Coxim. Em 1948, parte do território de Coxim foi desmembrado — surgia o município de Camapuã, que continha os distritos de Ponte Vermelha e Areado. A ocupação das terras limitou-se às furnas - regiões mais acidentadas e providas de água, pois os chapadões do planalto não eram propícios a atividades agropastoris.

                            Somente na década de 1970, a região despertou para uma nova era de desenvolvimento. Percebeu-se a possibilidade de utilizar a área do cerrado para a agricultura. A partir de 1971, a região começou a ser estudada para sediar a cafeicultura. Tomando conhecimento dos planos do Instituto Brasileiro de Cafeicultores no plantio de café, um migrante campo-grandense chamado Gabriel Abrão comprou uma área próxima ao córrego Ponte Vermelha. Interessados em comprar lotes para a produção de café, paranaenses contataram Gabriel Abrão. Em 1973, fixaram-se na região dirigentes da empresa madeireira Maffissoni e Sorgatto S/A, de Renascença-PR. O grupo criou a sede de uma nova fazenda, localizada às margens do córrego Capão Redondo. Começava então uma nova etapa do desenvolvimento da região, com a chegada de Balduíno Maffissoni, logo seguido por outras pessoas do Sudoeste Paranaense e Oeste de Santa Catarina: Ângelo e Brizot, Silvino Bortolini, Deoclecio Zamignan, Osório Rodrigues da Silva, Alessio Boff e Aloysio Ottilio Rohr. Do Rio Grande do Sul vieram Walter Orling e Albano Frantz. Os fazendeiros da região apoiaram Balduíno e os sulistas cheios de planos promissores para esta região. Esta fase foi o inicio de uma amizade entre Balduíno e os sulistas com os fazendeiros do Mato Grosso. Os pioneiros foram homenageados na bandeira da cidade; O dragão significa a bravura dos sulistas e suas garras tem como significado a força dos Ferreira da Cunha.

                            A cafeicultura, entretanto, não vingou na região. Em 1975, seria registrada a primeira colheita nos cafezais mais antigos, mas a produção foi totalmente destruída pela geada mais intensa já vista no Estado. O plano de reconstituição do café não surtiu efeitos; passou-se, então, a ter certa tendência para transformar as lavouras em pastagens. Em 1976 o povoado de São Gabriel foi elevado a distrito de Camapuã, sendo desmembrado do já antigo distrito de Ponte Vermelha. A decisão contou com a ajuda do deputado Ruben Figueiró de Oliveira. Em 1977, surgiram os primeiros experimentos em soja, iniciando-se um novo ciclo de desenvolvimento. Dois anos depois, os moradores já não aceitavam mais a dependência de Camapuã e iniciaram-se movimentos visando à criação de um município. No mesmo ano a região passa a fazer parte do atual estado de Mato Grosso do Sul.

                            Os estudos para delimitação foram feitos em 1980, apoiados pelos deputados Ary Rigo e Londres Machado. Em 4 de maio realizou-se o plebiscito pela Comissão de Emancipação. No dia 12 de maio, por ato do ex-governador Marcelo Miranda Soares, foi assinada a lei em que ficou criado o novo município e estabeleceu seus limites. Seu território desmembrou-se então de Camapuã, Bandeirantes, Rio Negro, Rio Verde de Mato Grosso e Coxim. Um ato do governo federal, no entanto, adiantou as eleições previstas para 15 de novembro de 1980. Criou-se, então, um impasse administrativo, já que São Gabriel e outros oito municípios não poderiam escolher o prefeito por meios eletivos. Depois de diversas reuniões, o governo estadual criou o cargo de administrador municipal, permitindo que o município fosse instalado no dia 17 de junho de 1981. Para administrar o recém-criado município, foi empossado o paranaense Balduíno Maffissoni que permaneceu no cargo até 12 de fevereiro de 1982 sucedido por Aldino Sangalli de 13 de fevereiro de 1982 até 31 de janeiro de 1983 quando assumiu o primeiro prefeito municipal eleito Roberto Emiliani.
                            Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:18. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                            "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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                            Valente Fazedor de Chuva-RR (21/09/2023)

                            Comentário

                            • Júnior Soares Por Aí
                              VFC-MS,RR

                              • Aug 2021
                              • 1904

                              #29
                              Por Aí no desafio Valente FC-MS em RIO VERDE DE MT - 24/79

                              Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                              Rio Verde de Mato Grosso

                              É um município brasileiro da região Centro-Oeste, situado no estado de Mato Grosso do Sul, seu território estende-se entre áreas do Cerrado e do Pantanal, que são delimitadas por grandes chapadas no prolongamento da serra de Maracaju.

                              O bioma pantaneiro e a existência de grandes reservas de Cerrado tornam abundante a quantidade de aves nas áreas urbanas do Município, com grande incidência de araras e tucanos, além de frequentes avistamentos de animais silvestres na zona rural.

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                              História

                              Os índios caiapós foram os primeiros habitantes das terras que hoje constituem o Município de Rio Verde de Mato Grosso. No século XVII, expedições de bandeirantes penetraram pelo varadouro existente entre o Rio Pardo e o Ribeirão Camapuã, daí seguindo pelo Rio Coxim chegaram ao Rio Taquari, em busca das terras dos caiapós, com o intuito de preá-los. Com o estabelecimento de Domingos Gomes Belliago, em 1729, à margem direita do Taquari, a região passou a ser devassada com mais frequência, o que determinou o afastamento dos habitantes primitivos.

                              Durante a Guerra do Paraguai, as terras do atual município serviram de passagem para as tropas imperiais na campanha que ficou celebre através do livro A retirada da Laguna, de Visconde de Taunay, que narra em seu primeiro capítulo a morte do Coronel José Antônio da Fonseca Galvão, então investido na chefia do contingente, às margens do Rio Negro, atual limite entre os municípios Rio Verde de Mato Grosso e Aquidauana.

                              A região permaneceu inabitada até o ano de 1885, quando se instalou no local Américo de Souza Brito, que adquirira por compra ao Estado extensa faixa de terra situada à margem direita do Rio Verde. Tinha ele a intenção de se dedicar à pecuária, mas acabou vendendo a maior parte de suas terras a Antônio Vitorino da Costa, que instalou a fazenda Campo Alegre.

                              Com o passar do tempo, novos migrantes chegaram a região com suas famílias para abertura de propriedades rurais visando desenvolver, principalmente, atividades relacionadas à pecuária. Os habitantes mais antigos da região, consequentemente os que determinaram a formação do núcleo do atual município de Rio Verde, foram: Américo de Souza Brito, Alcides Pitan, Antônio Vitorino da Costa, José Maria da Costa Diniz, Sabino José da Costa, José de Lara Falcão, Teodoro de Lara Falcão, Domingos Ribeiro Guimarães, Pedro Vieira de Almeida, Fernando Vieira de Almeida, Benedita da Costa Marques, Joana Antônio de Oliveira, Marcolino Barbosa de Lima, Virgílio Anastásio da Silva, Cristiano Estevam Correia e Porfírio Gonçalves.

                              Outro importante impulso ao povoamento do futuro município ocorreu no início da segunda década do século XX, com a descoberta de lavras de pedras preciosas nos rios da região, o garimpo atraiu muitas pessoas em busca de riqueza, oriundas principalmente do Nordeste brasileiro.

                              Porfírio Gonçalves um dos grandes entusiastas da região, foi o que mais concorreu para o progresso do novo povoado, natural de Cruz Alta no Rio Grande do Sul, estabeleceu-se na localidade com sua esposa Ubaldina Barbosa Gonçalves no ano de 1925, onde tornou-se um grande comerciante no ramo de secos e molhados, ferramentas, remédios, panos e sementes.[15] Cinco anos depois, adquiriu uma área de 570 hectares de terras do Sr. Antonio Vitorino da Costa, que fazia parte da fazenda Campo Alegre, e um ano mais tarde delimitou um trecho onde iniciaria seus planos de colonização da região, vendendo glebas rurais ao custo de 45 mil-réis o hectares, e doando os lotes aos que quizessem construir uma casa. Dele partiu também a iniciativa da construção do primeiro templo católico, inaugurado entre 1931 e 1932. A primeira missa foi celebrada em fins de 1932, pelo padre João Crippa, Pároco de Campo Grande.

                              Através do Decreto nº89, de 17 de agosto de 1931, o governo do estado criou o distrito de paz de Rio Verde, integrante do município de Coxim, instalado aos 3 de outubro do mesmo ano, foi nomeado para as funções de Juiz de Paz, Porfírio Gonçalves; de Suplente, Antônio Vitorino da Costa e José Herculano de Souza Benevides; de tabelião escrivão do Cartório de Paz, Thomáz Barbosa Rangel e de Subdelegado de Polícia, Tomás Menezes.

                              Pelo decreto-lei nº 373, de 19 de novembro de 1940 foi reservado a área do patrimônio da vila de Rio Verde , onde se pretendia gerar a infraestrutura urbana necessária ao novo povoado, a doação desta área pelo então Subprefeito, Porfírio Gonçalves, tinha o intuito de consolidar a implantação do povoado lançando as bases da criação do futuro município.

                              O Decreto n° 219, de 7 de novembro de 1945 criou as Escolas Reunidas de Coronel Galvão, novo topônimo de Rio Verde, alterado pelo Decreto-Lei Estadual nº 545, de 31 de dezembro de 1943. A denominação – Coronel Galvão – foi uma homenagem ao comandante da força expedicionária brasileira na Guerra do Paraguai, morto em 1866.

                              O decreto-lei nº 876, de 3 de julho de 1947 criou a Coletoria Estadual, instalada em 1948. O decreto estadual nº 781, de 27 de outubro de 1949, resolve transformar as Escolas Reunidas em Grupo Escolar, com a denominação de Porfírio Gonçalves, em homenagem ao pioneiro, falecido em 20 de abril de 1948.

                              A Lei n° 707, de 16 de dezembro de 1.953, depois retificada pela Lei n° 370, de 31 de julho de 1954 criou o município de Rio Verde de Mato Grosso, a partir do antigo distrito de Coronel Galvão, extraindo seu território dos Municípios de Coxim e Corguinho. A nova comuna foi instalada aos 23 de janeiro de 1954, quando tomou posse no cargo de Prefeito, Israel Alves Pereira, até então Juiz de Paz e que, por força de determinação legal, assumiu o Governo Municipal até a realização das primeiras eleições, em 3 de outubro daquele ano, tendo sido eleito, para Prefeito Municipal, Estácio Toledo Maciel.

                              Neste mesmo ano foram eleitos os primeiros vereadores do município de Rio Verde de Mato Grosso, ficando a Câmara de Vereadores composta pelos seguintes nomes: Abílio de Souza Guerra (Presidente); Silvino Alves de Oliveira (Vice Presidente); Fernando da Silva (Secretário); César Galvão e Napoleão Ávila Lima.

                              Localização
                              A sede do município de Rio Verde de Mato Grosso localiza-se nas coordenadas geográficas 54º50’38” de longitude oeste, e 18º55’04” de latitude sul, compreendendo uma superfície de cerca de 8.152 km2 na Centro Norte de Mato Grosso do Sul , microrregião do Alto Taquari

                              Seus limites são: ao norte com o município de Coxim, ao sul com o município de Rio Negro, a leste com o município de São Gabriel do Oeste e a oeste com os municípios de Corumbá e Aquidauana.
                              Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:19. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
                              "Não sabendo que era impossível, foi lá e fez".
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                              Valente Fazedor de Chuva-MS (30/07/2022)
                              Valente Fazedor de Chuva-RR (21/09/2023)

                              Comentário

                              • Júnior Soares Por Aí
                                VFC-MS,RR

                                • Aug 2021
                                • 1904

                                #30
                                Por Aí no desafio Valente FC-MS em COXIM - 25/79

                                Realizado dia 02 de Fevereiro de 2022.

                                Coxim

                                É um município brasileiro da região centro-oeste, situado ao norte do estado de Mato Grosso do Sul, numa região dominada antigamente por índios das etnias Caiapó e Bororó, e também é reconhecido por suas denominações populares de "Capital Nacional do Peixe", "Terra do Pé-de-cedro" e "Portal do Pantanal".

                                Situado na borda setentrional da Bacia do Alto-Paraguai, Coxim é um dos principais pontos de pesca de água-doce do país, atraindo milhares de turistas, pescadores amadores, que buscam nas águas piscosas dos rios Taquari, Coxim, Jauru e Piquiri a oportunidade de realizarem suas incursões pesqueiras, sendo, desta forma, considerado também um centro econômico e turístico regional, conhecido nacionalmente também por abrigar diversos ícones paisagísticos como as cachoeiras do Salto e Palmeiras, além de inúmeros rios, serras e pantanais. Possui dezenas de hotéis, pousadas, balneários, restaurantes e demais empreendimentos gastronômicos, além de centenas de ranchos pesqueiros e áreas de camping que fazem a festa de turistas e visitantes que optam por Coxim como destino de sua viagem. Cerca de um terço de seu território, mais especificamente 2.132 quilômetros quadrados, está dentro da planície pantaneira do Paiaguás.

                                Considerado um município-pólo na região norte do estado, Coxim tem a 14ª maior população dos 79 municípios sul-mato-grossenses, e representa o 19º maior PIB do estado, estimado em mais de R$ 530 milhões em 2012 segundo o IBGE, possuindo um dos maiores rebanhos de bovinos do estado, e vem se tornando também um pólo universitário, sendo que, nos últimos anos, estabeleceram-se na cidade as Universidades Federal e Estadual de Mato Grosso do Sul, bem como o Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS).

                                Localização

                                O município de Coxim está situado no sul da região Centro-Oeste do Brasil, no norte de Mato Grosso do Sul (Microrregião do Alto Taquari). Localiza-se na latitude de 18º30’25” Sul e longitude de 54°45’36” Oeste. Distâncias:

                                242 km da capital estadual (Campo Grande)
                                982 km da capital federal (Brasília).

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                                História

                                Os irmãos Lemes, fugidos de São Paulo em 1719, chegaram à região da atual cidade de Cuiabá por Coxim. Em 1722 passa pela região o então Governador da Capitania de São Paulo Dom Rodrigo César de Menezes, que assinou a concessão de três sesmaria nos sertões do Taquari em 1727: uma em 4 de março, a favor de João de Araújo Cabral, a segunda sesmaria no Rio Taquari em 4 de abril, a favor do Sargento-Mor Manoel Lopes do Prado e uma terceira ainda no Rio Taquari, em 31 de dezembro, a favor de Domingos Gomes Biliago. Este último, unindo-se a Antônio de Sousa Bastos, Manoel Caetano e os Padres Antônio de Morais e José Frias, em 1729, fundaram o Arraial do Biliago, à margem esquerda do Rio Taquari, onde atualmente, na margem oposta, se situa Coxim, cujo finalidade era o de socorrer as monções que iam de São Paulo até Cuiabá.

                                No início o arraial pouco se desenvolveu e, criado o Destacamento Militar do Piquiri, foi elevado à Freguesia em 1850, sendo Biliago incluído dentro dos seus limites. Por ficar às margens de um rio navegável e com a ligação terrestre que ligou a região ao interior de Goiás, o arraial foi se desenvolvendo e em 1862, mudou o nome de Núcleo do Taquari com criação no lugar, de uma Colônia Militar, pelo Governador da Província, Herculano Ferreira Penna.

                                Em abril de 1865 o Núcleo é povoado por forças invasoras paraguaias e seu Comandante, Capitão Antônio Pedro, se retirou do Povoado com um contingente de 125 pessoas em direção a norte do Estado. Em 8 de maio do 1866, a notícia da ocupação local chegou à Cuiabá pelo cidadão Antônio Teodoro de Carvalho, morador na Fazenda São Pedro, distante oito léguas do Núcleo. Segundo um ofício do Capitão Antônio Pedro ao Presidente da Província, datado de 15 de maio de 1866, as forças invasoras que ocuparam o Núcleo eram de 400 a 500 soldados, com dois canhões que incendiaram o Povoado, saqueando e abandonando-o depois de seis dias de ocupação.

                                Em 1872, o Núcleo foi elevado à categoria de Freguesia com a denominação de São José de Herculânia, em homenagem ao Presidente Herculano Ferreira Penna, que lhe dera os primeiros impulsos. Em 1892, a Assembleia Legislativa apresentou ao Presidência do Estado para ser sancionada uma Lei mudando o nome de Herculânia para Coxim, o que não foi aceito. Em 11 de abril de 1898 a localidade é elevada à categoria de vila e município, substituiu-lhe finalmente Herculânia por Coxim, restituindo em 1944, pelo Interventor Júlio Müller.

                                Em 1913, Coxim foi elevada à categoria de Comarca, sendo presidido pelo Juiz Amâncio Ramos, conservando-se o nome e os mesmos limites. De 1916 a 1926, houve um período de turbulências, crimes e desgraças, com um maníaco subindo ao Poder, causando estrago na Comarca. Houve até a extinção da Comarca, restabelecida depois. Em 1977 Coxim passa a fazer parte do novo estado de Mato Grosso do Sul. E com a criação dos municípios de Camapuã, Rio Verde de Mato Grosso, Pedro Gomes e Alcinópolis, Coxim perdeu parte do seu grande território.

                                Topônimo
                                Segundo Silveira (1995), a toponínia de Taquari e Coxim são:

                                Taquary ou Taquari
                                Nome de origem guarani, que se desdobra em dois elementos:

                                Taquara = Taquaral
                                Y = rio
                                Portanto, Rio dos Taquarais.

                                Coxim
                                Coxim, ou Dores de Coxim, era a denominação que lhe dava o Estado de Goiás que pretendia firmar posse nesta parte de Mato Grosso.

                                É derivado do dialeto Bororó, com o significado de peixe (Cojim = Peixe).

                                Compositor e poeta Zacarias Mourão
                                Nascido no dia 15 de março de 1928, hoje Zacarias Mourão, foi o maior ícone da cultura coxinense, eternizando nossa querida Coxim com a música Pé de Cedro, que mais tarde se tornou Hino Oficial do município.
                                No dia 11 de dezembro de 2020, o muralista brasileiro Eduardo Kobra finalizou o mural em homenagem ao compositor, que mede 6x19,60 metros, na praça Zacarias Mourão, ao lado do próprio Pé-de-Cedro.
                                * Maiores informações no Site: http://camaracoxim.ms.gov.br/noticia/61418.html

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                                Vídeos sobre a história da Canção "Pé de Cedro"



                                Última edição por Júnior Soares Por Aí; 28-05-22, 14:21. Razão: Júnior Soares Por Ai no desafio VALENTE FC MS
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