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  • Nailson
    Fazedor de Chuva

    • Aug 2021
    • 84

    #76
    Nossa septuagésima cidade foi Fundão-ES
    Fundão é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Pertencente à Região Metropolitana da Grande Vitória, à Região Intermediária de Vitória e à Região Imediata de Vitória, localiza-se ao norte da capital do estado, distando desta 53 quilômetros. Ocupa uma área de 288,724 km², sendo que 0,9 km² está em perímetro urbano, e sua população, em 2020, foi estimada em 21.948 habitantes pelo IBGE.

    A sede tem uma temperatura média anual de 23,2 °C e na vegetação do município predomina a Mata Atlântica. Com uma taxa de urbanização da ordem de 84%,[13] o município contava em 2009 com cinco estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,718, considerando-se assim como alto.

    Fundão foi emancipado do extinto município de Nova Almeida em 1923. Atualmente, é formado pela cidade de Fundão e pelos distritos de Praia Grande, Timbuí e Irundi. O nome do município se deve ao Rio Fundão, que banha a sede. A principal atividade econômica do município é a cafeicultura, porém, a maior participação do Produto Interno Bruto (PIB) municipal é do setor de indústria.

    Integrante da rota turística Caminho dos Imigrantes,[14] Fundão abriga o Pico do Goiapaba-Açu, elevação granítica de 850 metros de altitude onde se situa o Parque Municipal do Goiapaba-Açu. Praia Grande é um dos principais pontos turísticos da região, tendo entre os seus frequentadores mineiros e capixabas de outras cidades. Entre os meses de dezembro e janeiro, realizam-se em Timbuí e Fundão as festas de São Benedito e São Sebastião, em que se apresentam as bandas de congo.
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    Última edição por Nailson; 19-03-23, 21:04.

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    • Nailson
      Fazedor de Chuva

      • Aug 2021
      • 84

      #77
      Nossa septuagésima primeira cidade foi Serra-ES
      A Serra é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. É o mais populoso município do estado, com 536 765 habitantes, conforme estimativa de 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).[3]

      Está localizado na Microrregião de Vitória e na Mesorregião Central Espírito-Santense. Pertence à Região Metropolitana de Vitória e está situado 27 quilômetros ao norte da capital do estado. A sede do município, porém, está mais afastada, ao norte do monte Mestre Álvaro, grande maciço de origem vulcânica que marca a geografia do município.

      Outro ponto importante é a Praia de Jacaraípe, conhecida como sede de campeonatos de surfe, assim como pequenas vilas pesqueiras como Manguinhos. Já na localidade de Nova Almeida, balneário no litoral norte do município, encontra-se, na antiga Igreja dos Reis Magos, o primeiro quadro a óleo pintado no Brasil. Tem ainda outro balneário, a praia de Carapebus.

      O comércio varejista do município tem maior destaque no bairro Parque Residencial Laranjeiras, que tem os Shoppings Laranjeiras e Montserrat (Colina de Laranjeiras), bem como a Avenida Central, a Primeira Avenida e a Segunda Avenida como pontos de destaque no comércio.

      História
      Seus fundadores foram Maracajá-guaçu (nome que, traduzido do tupi, significa grande gato-maracajá), pai de Arariboia e chefe dos índios temiminós e o padre jesuíta Brás Lourenço, que, a 8 de dezembro de 1603, terminaram a obra da igreja e, assim, fundaram a Aldeia de Nossa Senhora da Conceição da Serra, hoje a cidade da Serra.

      Os índios Temiminós haviam mudado para a capitania do Espírito Santo, saídos da atual Ilha do Governador, na cidade do Rio de Janeiro. Seus líderes eram Maracajá-guaçu e seu filho Arariboia, que eram altamente prestigiados pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho - que havia iniciado a co*lonização do Espírito Santo em 23 de Maio de 1535. Participavam sempre dos prin*cipais eventos e solenidades da capitania. O outro fundador, o padre jesuíta Brás Lourenço, havia chegado de Portugal em 1553, junto com o também padre jesuíta José de Anchieta.

      A Aldeia de Nossa Senhora da Conceição da Serra foi elevada a freguesia por carta régia de 24 de maio de 1752 mas foi somente instalada em 1769, depois de construída a igreja nova matriz, que tinha, por filial, a Ermida de São José.

      A então Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Serra foi elevada à categoria de vila em 1822.

      O município da Serra foi criado em 1833, com território desmembra*do do município de Vitória, através da resolução do Conselho de Governo de 2 de abril de 1833 e instalado em 19 de agosto daquele ano.

      Em 19 de março de 1849, foi deflagrado um movimento de libertação dos es*cravos em São José do Queimado (atualmente, um distrito da Serra), que foi desmobilizado pela força militar da época e que levou a enforcamento dois dos líderes da revolta: Chico Prego e João da Viúva. O primeiro, enforcado na então Vila de Nossa Senhora da Conceição da Serra e o segundo, enforcado na Vila de São José do Queimado.

      Em 6 de novembro de 1870, a sede do município foi elevada à categoria de cidade. A instalação foi solene, com festa orga*nizada pelo deputado provincial Major Joaquim Pereira Franco Pis*sarra e políticos locais no dia do aniversário de Dom Pedro II - 31 de dezembro de 1875. O major Pissarra foi o autor da lei que transfor*mou a vila da Serra em cidade.

      No século XIX, a Serra muito se desenvolveu, por ser um entre*posto de comércio para a região norte do estado e, ainda, pela sua produção de açúcar e café. No início do século XX, foi iniciado um processo de decadência. São José de Queimado, hoje distrito da Serra, situado à margem do Rio Santa Maria da Vitória, possuía um porto chamado Porto do Una, onde era embarcada, em grandes canoas que comportavam mais de cem sacas de café, a produ*ção da região da Serra e onde eram desembarcados os produtos im*portados que atendiam às necessidades locais. O rio servia como via para o transporte em geral, inclusive para a integração de Vitória com a Serra e com o norte do Espírito Santo.

      Com o advento da Estrada de Ferro Vitória a Minas e, mais tarde, a Crise Econômica Mundial de 1929, que afetou o comércio de café e, consequentemente a economia da Serra, a vila de São José do Queimado desapareceu, praticamente não restando mais casas no local, a não ser algumas poucas residências de agricultores locais.

      Na vila, só existe a ruína da Igreja de São José, pois o comércio passou a acon*tecer diretamente com Vitória e, por consequência, a Vila de Queimado sumiu e a Serra minguou.

      Em 1921, foi iniciada a construção da primeira estrada de rodagem entre a Serra e Vitória, idealizada e coordenada a sua construção pelo serrano Cassiano Cardoso Castello, então Secretário de Interior e Justiça do Estado do Espírito Santo, no Governo Nestor Gomes. A via foi concluída em 1923 com mão de obra de presidiários e tinha, como objetivo, interiorizar o desenvolvimento estadual e resgatar os dias de glória da Serra.

      Em 11.11.1938 - é editado o Decreto-Lei nº 9.941, que fixa a divisão territorial do Estado, que vigorará sem alteração, de 1 de janeiro de 1939 a 31 de dezembro de 1943, e dá outras providências, assinado por João Punaro Bley, Celso Calmon Nogueira da Gama, Nelson Goulart Monteiro, Lucas A. Zinger e Carlos Femando Monteiro Lindemberg que, assim fixou os limites do município da Serra, compreendido pelos distritos sede, Ita*pocú (hoje Calogi) e Nova Almeida.

      O decreto acima foi editado na conformidade das normas gerais fir*madas pela Lei Orgânica Nacional nº 311, de 2 de março de 1938. Nesta época os distritos de Queimado e Carapina eram pertencentes à Vitória e, o atual distrito de Calogi possuía o topônimo de Itapocú.

      Em 31.12.1943 - O município da Serra passa a ser constituído dos distritos de Carapina, Nova Almeida - que já foi distrito sede do município de mesmo nome, Queimado, Serra e Calogi (antigo Itapo***), conforme o Decreto-Lei nº 15.177/1943. O município teve duas fa*ses distintas de sua economia: a inicial rural, fase em que produzia cana-de-açúcar, café, mandioca e, em menor escala cereais, e ainda, extração de madeiras de lei. Havia um início de agroindústria, um tanto quanto rudimentar, com engenhos de produção de açúcar e aguardente, assim como, produção de farinha e máquinas de beneficiamento de arroz e produção de fubá de milho.

      Na década de 50, ini*ciou-se uma grande produção de abacaxi. Os frutos eram vendidos para outros estados do país e, também, exportados para outros países, principalmente, Argentina.

      No início da década de 50 foi iniciada a construção da BR 101, o que promoveu, embora, no início, timidamente, o progresso da Serra. O município voltou a experimentar novo desenvolvimento, de uma forma acentuada, a partir da década de 60 (século XX).

      Na sua primeira fase, rural, a população era quase constante. Houve uma redução após o ano de 1872. Neste ano possuía 11.032 habitantes, fato ocasionado, entre outros, pela abertura da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), quando da inauguração do primeiro trecho: Porto Velho - Cariacica (km 17,26) - Alfredo Maia (km 28,873) se deu em 13 de maio de 1904, o que levou os moradores da região a comerciarem diretamente com Vitória. A redução da população da Serra, também se deu pelo êxodo rural, um fenômeno acontecido em todo o Brasil.

      Em 1960, é dado início à segunda fase, a fase industrial. A Serra possuía uma população de 9.192 habitantes, a partir desta data, começam os investimentos na região e, muda a configuração urbana do município; o distrito de Carapina passa por um processo de grande desenvolvimento. Em 1963 é iniciado o Porto de Tubarão e, em 1969 é iniciado o CIVIT I, o que levou a população do município da Serra, em 1970 para 17.286 habitantes. Na década de 70, outro investimento de grande porte é iniciado em solo serrano. Em 1976 inicia-se a construção da Companhia Siderúrgica de Tubarão - CST, que alavancou novo crescimento populacional, pois em 1980, o município já possuía uma população de 82.450 habitantes. No censo do IBGE de 2000 foi encontrada uma população de 330.874, habitantes que, com o advento laminador de tiras a quente da CST e seu projeto para a instalação de seu terceiro alto forno, novo surto de desenvolvimento econômico e crescimento populacional será experimentado.

      Os principais centros comerciais do municípios são: Parque Residencial Laranjeiras, Porto Canoa, Barcelona, Serra Sede, Planalto Serrano, Jacaraipe, Nova Almeida, Feu Rosa, Novo Horizonte e Bairro de Fátima.

      Demografia
      De acordo com a censo populacional do IBGE de 2010, a Serra tem 409.324 habitantes, ocupando o posto de segundo município mais populoso do estado. Porém este número pode ser maior, chegando a 421.677 moradores se considerarmos os bairros que não são contabilizados para o município da Serra, pois o IBGE exclui como população da Serra, os habitantes dos bairros Nossa Senhora do Rosário de Fátima (Bairro de Fátima), Conjunto Carapina I e Hélio Ferraz, considerados como pertencentes à cidade de Vitória. Isto está de acordo com a atual divisão territorial entre os municípios, em vigor pela Lei 1.919 de 3 de janeiro de 1964. Além destes, parte dos bairros Eurico Salles, Jardim Carapina e Carapebus fazem parte de Vitória de acordo com esta lei.
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      Última edição por Nailson; 19-03-23, 21:02.

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      • Nailson
        Fazedor de Chuva

        • Aug 2021
        • 84

        #78
        Nossa septuagésima segunda cidade foi São Roque do Canaã-ES
        São Roque do Canaã é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Localiza-se a uma latitude 19º44'20" sul e a uma longitude 40º39'25" oeste, estando a uma altitude de 120 metros. Sua população estimada em 2017 era de 12.579 habitantes. Possui uma área de 342,54 km². Tem como principal fonte de renda o café, gado, cana-de-açúcar, hortifrutigranjeiros, tomate, goiaba, banana e também as cerâmicas e as várias fábricas de esquadrias de madeira e alambiques produtores de aguardente que se destacam na zona rural da região.


        História
        Os primeiros colonizadores foram, imigrantes italianos que no século XIX, entre 1837 e 1880, desceram o Vale do Canaã, oriundos de Santa Teresa, e se fixaram às margem do Rio Santa Maria do Rio Doce. Esses imigrantes, que pertenciam à família Bosi, perderam-se na mata, depois de atravessarem o rio. Preocupados com a situação dramática pela qual passavam, o grupo pediu à Nossa Senhora das Graças que encontrassem uma saída e prometeram que, caso o pedido fosse realizado, construiriam, no local, um oratório. A graça foi alcançada e, assim, em 1886, eles cumpriram a promessa, fundando um povoado às margens do Rio Santa Maria do Rio Doce. A primeira missa foi celebrada em 1888 pelo padre José Venditti. Hoje, o lugar abriga a Capela de Nossa Senhora das Graças. Devido a aspectos de sua cultura, movidos pela fé, sobretudo a católica e por causa de uma grande peste que se abateu na região celebraram o nome do povoado de São Roque, santo protetor das doenças, uma vez que os imigrantes eram oriundos do norte da Itália, onde o culto a este santo era bastante difundido. Em 1883 criaram um oratório em um terreno que foi doado por João Dalla Bernardina, onde se encontra erguida hoje, a Igreja Matriz. A paróquia no entanto, somente foi criada, oficialmente, no dia 16/08/1954.[7]

        O povoado de São Roque, passa a ser distrito de Santa Teresa através da lei estadual nº 137/81, assinada em 02/09/1982. Em 25/06/1995, é feita a consulta plebiscitária conforme determina o Decreto Legislativo nº 02/95. Em 15/12/1995, através da lei estadual nº 5147 publicada no Diário Oficial de 18/12/1995, é criado então, o município de São Roque do Canaã.

        O nome São Roque do Canaã foi adotado, em homenagem ao Vale do Canaã e, para diferenciar-se de outras cidades que possuem o nome de São Roque. Pela lei municipal nº 016/97, ficou instituído o dia 16/08 como feriado municipal do dia do Padroeiro São Roque.

        Os aspectos geográficos importantes são: a Pedreira de São Bento, Pedra do Misterioso, Cachoeiras do Mellotti, São Pedro e outras, além de possuir várias grutas. Quanto ao aspecto sóciocultural, o povo de São Roque do Canaã é tipicamente motivado pela fé e pelas tradições cristãs. Na praça da Igreja Matriz de São Roque, foram realizados espetáculos de Teatro Popular Sacro denominados: Vida, paixão e morte de Jesus Cristo, durante quase trinta anos com presença de artistas nacionais como Fernanda Montenegro e Odair José. Até 2010 de acordo com o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) São Roque tinha uma população de 11.287 habitantes, sendo 5.695 homens e 5.592 mulheres. Desse total, 5.597 vivem na zona urbana e 5.690 na zona rural.

        A principal atividade econômica do município é a agricultura, com o cultivo do café, goiaba, de hortifrutigranjeiros e o cultivo de cana-de-açucar, matéria prima necessária à fabricação de aguardente. A indústria é dividida em vários setores: indústria de pisos e revestimentos cerâmicos, olarias, esquadrias de madeira e a fabricação de aguardente produzida em 31 alambiques. Faz parte da rota da cachaça, sendo considerada cidade capital estadual da mesma, havendo também pequenas fábricas de produtos caseiros, confecções e oficinas diversas. São atividades secundárias porém, de grande expressão econômica. Possui significativa população de descendentes de italianos, alemães (pomeranos), holandeses e poloneses.

        O município situado na microregião Serrana Colonial Espírito-Santense e também é um dos municípios que faz parte da Rota Caminhos dos Imigrantes, juntamente com Cariacica, Itarana, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá e Santa Leopoldina. São vários quilômetros de belezas naturais. Essa Rota proporciona diversão e uma aula de cultura para quem procura conhecer um pouco de suas raízes, ou, até mesmo, quer aprender mais sobre o Espírito Santo. Ocupa uma faixa territorial de 341,74 Km. Tem uma população de 12.579 habitantes.

        A data magna do município é 18/12 que se destaca como o dia da promulgação da lei estadual nº 5147/95 que trata da emancipação política e administrativa do município.

        Gentílico: são-roquense

        Distância

        Vitória: 120 km

        Fundão: 52 km

        Colatina: 30 km

        Santa Teresa: 28 km

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Name:	72-Sao Roque do canaa.jpg
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        Última edição por Nailson; 19-03-23, 21:01.

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        • Nailson
          Fazedor de Chuva

          • Aug 2021
          • 84

          #79
          Nossa septuagésima terceira cidade foi Vila Velha-ES
          Vila Velha é um município brasileiro localizado no litoral do estado do Espírito Santo, na Região Sudeste do país. Pertence à Região Metropolitana de Vitória e ocupa uma área de 209,965 km², sendo que 54,57 km² estão em perímetro urbano, e a população em 2021 foi estimada pelo IBGE em 508 655 habitantes, o que faz do município o segundo mais populoso do Espírito Santo, atrás apenas da Serra.

          A sede tem uma temperatura média anual de 24,7 °C e na vegetação original do município predomina a Mata Atlântica, tendo atualmente alguns trechos de restinga. Com 99,5% de seus habitantes vivendo na zona urbana, o município contava em 2009 com 163 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano é de 0,8, considerando-se assim como muito elevado em relação à média brasileira, sendo o segundo maior de todo o estado.

          O município foi fundado em 23 de maio de 1535 pelo português Vasco Fernandes Coutinho, donatário da Capitania do Espírito Santo, e foi sede desta até 1549, quando a capital foi transferida para Vitória. Figura-se então como a cidade mais antiga do estado, possuindo várias construções históricas, como a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, o Forte de São Francisco Xavier de Piratininga, o Farol de Santa Luzia e o Convento da Penha, sendo este último um dos principais pontos turísticos do Espírito Santo, construído entre os séculos XVI e XVII e tombado como patrimônio histórico cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1943.

          Atualmente, tem um grande porte industrial, e é o segundo maior centro comercial do estado, depois da capital, Vitória. Possui 32 quilômetros de litoral, sendo praticamente todo recortado por praias, as quais constituem importantes ícones turísticos e paisagísticos, como a Praia da Costa, de Itapoã e de Itaparica. Anualmente, também realizam-se diversos eventos que fortalecem ainda mais a presença de turistas, como a Festa da Penha, em homenagem a Nossa Senhora da Penha, considerado o terceiro maior evento religioso do Brasil; o Festival do Chocolate, em que a Chocolates Garoto, uma das maiores e mais antigas indústrias de Vila Velha, expõe seus trabalhos; além do Jesus Vida Verão.

          História
          No século XVI, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região da atual Vila Velha, a mesma era disputada por três grupos indígenas diferentes: os goitacás (procedentes do sul), os aimorés (procedentes do interior) e os tupiniquins (procedentes do norte). O donatário português da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho, chegou na atual Prainha (chamada, na época, pelos indígenas, de Piratininga), a bordo da caravela Glória, junto com 60 homens, em 23 de maio de 1535, fundando a então "Vila do Espírito Santo" (atual cidade de Vila Velha), assim chamada por ser domingo de pentecostes.[6] A cidade passou a ser a capital da capitania
          Devido aos constantes ataques indígenas, franceses e holandeses à cidade fundada por Coutinho, os portugueses decidiram, em 1551, transferir a capital da capitania para a atual cidade de Vitória, na Ilha de Santo Antônio, na Baía de Vitória.[6] Em 1558, chegou, à Prainha, frei Pedro Palácios, natural de Medina do Rio Seco, na Espanha. Alguns anos mais tarde, foi encarregado da construção de uma ermida no alto do morro da Penha. Palácios encomendou, de Lisboa, uma imagem de Nossa Senhora que daria origem ao culto a Nossa Senhora da Penha. A pequena ermida foi sendo erguida aos poucos até se transformar no Convento da Penha, hoje o monumento religioso mais importante da arquitetura capixaba.[8]

          Pouco se conhece sobre a história de Vila Velha do século XVI ao século XIX.[8][9] Neste período, destacam-se o término da construção do Convento da Penha e, ainda, os ataques de holandeses contra as fazendas de açúcar, no século XVII.[8] Sabe-se que a cidade pouco se desenvolveu durante este período, sendo que um relatório do governo da província registrou registrou 2 120 habitantes no lugar em 1827.[9] O acesso à capital, Vitória, cidade que, ao contrário, da primeira cidade do Espírito Santo, encontrava-se em constante desenvolvimento,[6] era bastante dificultado.[9]

          Naquela época, o sustento era oriundo da agricultura,[10] baseada no trabalho escravo de índios e negros. Na região do atual bairro Aribiri, havia um quilombo de escravos, o qual deu origem, no começo do século XX, a um povoado e, anos mais tarde, ao bairro.
          Em 1890, foi criado definitivamente o município, com a instauração da Constituição do Espírito Santo, deixando de denominar-se "Vila do Espírito Santo" para chamar-se "Vila Velha". Na década a seguir, foi elaborada a planta da cidade e, posteriormente, ocorreram alargamentos e criação de ruas e outras obras de infraestrutura, começando a atrair investidores comerciais, mas somente após a construção da Ponte Florentino Avidos, no final da década de 1920, que liga Vila Velha a Vitória, é que houve uma maior dinamização da economia municipal.[9] A inauguração da fábrica da Chocolates Garoto, ocorrida neste mesmo período, também foi um pretexto para o desenvolvimento, atraindo um maior contingente de pessoas e, posteriormente, crescimento do comércio. O bonde da cidade, que foi criado em 1912, passou a dar lugar aos veículos a partir da década de 1950.[9] Em 21 de abril de 1931 Vila Velha chegou a ser anexada ao município de Vitória, porém foi recriada em 1938. Em 1943 foi novamente anexada e recriada quatro anos mais tarde, sendo oficializada pela Lei estadual n° 479, de 31 de janeiro de 1959.[8]

          Em 1950, a população já era de cerca de 24 000 habitantes,[9] porém até a década de 1960 Vila Velha esteve estreitamente ligada à capital Vitória.[8] Grande parte da população que morava em Vila Velha, ou em alguns distritos do município, trabalhava ou estudava em Vitória.[8] A construção de escolas, estabelecimentos comerciais e o fortalecimento da economia reverteu essa situação. Também começou a investir-se no turismo, com a melhoria da infraestrutura das praias e regularização da rede hoteleira, e na construção de seus terminais portuários.[8]

          Atualmente, a cidade destaca-se por sua importância turística e histórica. O Convento da Penha se tornou o principal atrativo do município e um dos principais patrimônios históricos e religiosos tanto do Espírito Santo quanto do Brasil. A presença de várias praias, algumas conhecidas, como a praia da Costa e da praia de Itapoã, eleva a relevância da cidade.[12] Também marca presença em seu mercado imobiliário forte e configura-se como polo de confecção, crescendo cada vez mais no setor de comércio exterior, graças a seus terminais portuários, sendo que aproximadamente passam pela cidade 90% das mercadorias que são escoadas pelo Espírito Santo.[12]

          Geografia

          Vista de Vila Velha a partir do Convento da Penha, com o mar ao fundo.
          A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 209,965 km², sendo que 54,57 km² constituem a zona urbana e os 155,49 quilômetros quadrados restantes constituem a zona rural.[3] Situa-se a 20°19'48" de latitude sul e 40°17'31" de longitude oeste[3] e está a cerca de dez quilômetros a sul da capital capixaba. Seus municípios limítrofes são a capital Vitória, a norte; Cariacica e Viana, a oeste; Guarapari, a sul; e o Oceano Atlântico, a leste.[13]

          De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[14] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Vitória.[15] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Vitória, que por sua vez estava incluída na mesorregião Central Espírito-Santense.[16]

          Região Metropolitana
          Ver artigo principal: Região Metropolitana de Vitória
          O intenso processo de conurbação atualmente em curso na região vem criando uma metrópole cujo centro está na cidade de Vitória, atingindo ainda os municípios de Cariacica, Fundão, Guarapari, Serra e Viana, além de Vila Velha. A Região Metropolitana de Vitória (RMV) foi criada pela lei complementar estadual nº 58, de 21 de fevereiro de 1995,[17] e atualmente é a 14ª maior aglomeração urbana do Brasil, com mais de 1,68 milhões de habitantes. É a região mais dinâmica no cenário econômico capixaba, sendo que é responsável por 58% da riqueza do estado e abriga 46% da população capixaba e 57% da população urbana do Espírito Santo
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          Última edição por Nailson; 19-03-23, 21:01.

          Comentário

          • Gilmar Dessaune
            Fazedor de Chuva

            • Oct 2012
            • 6891

            #80
            Boa noite,

            As fotos não estão abrindo porque provavelmente você não está esperando terminar de carregar antes de clicar para enviar.

            Será preciso editar e repetir essas postagens.

            Atc

            Comentário

            • Nailson
              Fazedor de Chuva

              • Aug 2021
              • 84

              #81
              Boa noite!
              Deve ter sido por outro motivo, pois, o browser só libera o botão "enviar..." após o carregamento. Editei e anexei novamente as fotos. Grato.

              Comentário

              • Gilmar Dessaune
                Fazedor de Chuva

                • Oct 2012
                • 6891

                #82
                Não, o carregamento que me referi é DEPOIS que vc clicar no botão enviar. Tem que esperar até aparecer o código da foto no formato:[ATTACH=CONFIG]12.345[/ATTACH]

                Quando esse código aparece pode dar sequencia carregando outra foto ou fazendo o envio da resposta rápida.

                Comentário

                • Nailson
                  Fazedor de Chuva

                  • Aug 2021
                  • 84

                  #83
                  Valeu! Resolvido. Muito grato

                  Comentário

                  • Nailson
                    Fazedor de Chuva

                    • Aug 2021
                    • 84

                    #84
                    Nossa septuagésima quarta cidade foi Sooretama-ES
                    Sooretama é um município brasileiro no estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na região central do estado, a 119 km da capital capixaba, Vitória.[2] Ocupa uma área de 587,036 km², sendo que 4,8 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 31 278 habitantes em 2021.[1]

                    A área que corresponde à atual cidade começou a ser povoada na década de 1940, vindo a se tornar um distrito pertencente a Linhares posteriormente. Sua emancipação ocorreu em 1994, mediante um plebiscito cujo resultado mostrou que a população era favorável ao novo município. As principais fontes de renda são a cafeicultura, presente em 90% das propriedades rurais, a pecuária, a indústria e a prestação de serviços.

                    O município leva o nome da Reserva Biológica de Sooretama, que ocupa cerca de metade de seu território e é reconhecida como reserva da biosfera pela UNESCO. Trata-se da principal reserva de Mata Atlântica do Espírito Santo. Outro atrativo natural de Sooretama, na divisa com Linhares, é a Lagoa Juparanã, que é uma das maiores lagoas do Brasil em quantidade de água doce.

                    História
                    O povoamento que corresponde à atual cidade começou a surgir na década de 1940, quando era conhecido como "Córrego Manoel Alves", em referência a um manancial que existia na localidade. Posteriormente, passou a ser chamado de "Córrego-d'Água", por ter sido um dos únicos córregos que não secaram durante uma seca ocorrida na década de 50.[4][12] Esse povoado veio a se tornar um distrito subordinado a Linhares.[4]

                    Os movimentos a favor da emancipação do então distrito tiveram início na década de 1980, culminando em dois plebiscitos para consultar a população se desejavam ou não o desmembramento, em 1990. As duas votações foram invalidadas devido ao número insuficiente de participantes, porém foi realizada uma terceira consulta em 13 de março de 1994. Dessa vez, foi definido que o resultado seria validado independentemente da quantidade de votantes. Assim, a maioria dos que participaram foram a favor da criação do novo município,[12] o que foi oficializado pela lei nº 4.593 de 30 de março daquele mesmo ano.[4]

                    O aniversário da cidade passou a ser comemorado em 31 de março.[12] O nome recebido pelo município, "Sooretama", é uma homenagem à reserva biológica homônima e provém da língua tupi, significando refúgio de animais silvestres.[12]

                    Geografia
                    A área do município, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é de 587,036 km²,[1] sendo que 4,813 km² constituem a zona urbana.[9] Situa-se a 19°11'49" de latitude sul e 40°05'52" de longitude oeste[13] e está a uma distância de 119 quilômetros a noroeste da capital capixaba.[2] Seus municípios limítrofes são Jaguaré, Linhares, Rio Bananal e Vila Valério.[2]

                    De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[14] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de São Mateus e Imediata de Linhares.[15] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Linhares, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Litoral Norte Espírito-Santense.

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                    • Nailson
                      Fazedor de Chuva

                      • Aug 2021
                      • 84

                      #85
                      Nossa septuagésima quinta cidade foi Jaguaré-ES
                      Jaguaré é um município do estado do Espírito Santo, no Brasil.

                      Descrição
                      Sua população estimada em 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, era de 28 644 habitantes. Possui uma área de 659,751 quilômetros quadrados e densidade demográfica de 37,41 habitantes por quilômetro quadrado (2010).[4] Localiza-se no norte do estado, a 202 km (por percurso rodoviário) de Vitória, a capital do estado.

                      O município limita-se ao norte com São Mateus, a leste com Vila Valério, a oeste com Linhares e ao sul com Sooretama. O clima da região é tropical quente. O relevo é ondulado, com vertentes curtas variando de 100 a 150 metros. A vegetação predominante no local é constituída de fragmentos de Mata Atlântica.

                      Sua atividade económica se concentra na agricultura principalmente na produção de café conilon

                      História
                      Até o início do século XX, o norte do estado do Espírito Santo era habitado pelos índios aimorés.[7] Após os índios serem vencidos, uma caravana de agricultores procedentes de Jaciguá se fixou na Ponte do Rio Barra Seca em junho de 1946. A povoação por eles fundada ganhou o nome de Lagoa de Jaguaré ("jaguaré" era o nome de uma espécie de capim que abundava na região). Com o tempo, a lagoa foi desaparecendo, e o povoado passou a ser chamado simplesmente de Jaguaré. Em 1981, a região se separou do município de São Mateus e passou a constituir o município de Jaguaré, que era formado por dois distritosː Jaguaré e Barra Seca. Em 1992, foi agregado um terceiro distrito para o municípioː o de Nossa Senhora de Fátima.
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                      Última edição por Nailson; 26-03-23, 16:29.

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                      • Nailson
                        Fazedor de Chuva

                        • Aug 2021
                        • 84

                        #86
                        Nossa septuagésima sexta cidade foi São Mateus-ES
                        São Mateus é o oitavo município mais antigo do Brasil, sétimo mais populoso do estado do Espírito Santo. Foi fundado em 21 de setembro de 1544, recebendo autonomia municipal apenas em 1764. Originalmente, chamava-se Povoado do Cricaré, sendo rebatizado no ano de 1566 pelo padre José de Anchieta para o nome de São Mateus. Sua população atual gira em torno dos 130 mil habitantes, segundo estimativas do IBGE para 2019. O município de São Mateus é considerado um marco na colonização do solo do Espírito Santo.[2]

                        É considerado o município com a maior população afro descente do estado. Tal fato se dá, pois, até a segunda metade do século XIX, o Porto de São Mateus era uma das principais portas de entrada de africanos escravizados no Brasil. Também há a presença de descendentes de imigrantes italianos, que foram responsáveis pela colonização de parte dos sertões mateenses.

                        Sua economia está baseada na oferta de serviços e na exploração e produção de petróleo. Na década de 1970, foram descobertos vários campos de exploração e na década de 1980, essas descobertas foram ampliadas. Na década de 2000 foi implantado na região de Campo Grande o Terminal Norte Capixaba, responsável pelo escoamento de toda a produção da região.

                        Localiza-se a uma latitude 18º42'58" sul e a uma longitude 39º51'21" oeste, estando a uma altitude de 36 metros. Sua área total é de 2 338,727 km², equivalente a 5,12% do território capixaba. Limita-se ao norte com os municípios de Boa Esperança, Pinheiros e Conceição da Barra; ao sul com São Gabriel da Palha, Vila Valério, Jaguaré e Linhares; a leste com o oceano Atlântico e a oeste com Nova Venécia. Dista da Capital do Estado, Vitória, 215 km. Também destaca-se pelo forte apelo turístico, tanto histórico quanto de temporada. O carnaval de Guriri, principal balneário do município, é um dos mais animados do estado e chega a ser conhecido nacionalmente, recebendo, principalmente, turistas de Minas Gerais.

                        Etimologia
                        Do início da colonização, em 1544, até meados do século XVI, a pequena povoação que se formou as margens do rio São Mateus era apenas conhecida como Povoação do Cricaré. O nome São Mateus é em homenagem ao evangelista Mateus, pois o padre José de Anchieta, em 1566, ano de uma de suas peregrinações pela então Capitania do Espírito Santo, ao visitar a pequena povoação, celebrou uma missa no dia 21 de setembro, dia de São Mateus. Como era costume na época batizar locais e acidentes geográficos com o nome do santo do dia, Anchieta rebatizou a Povoação do Cricaré para São Mateus.[
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                        • Nailson
                          Fazedor de Chuva

                          • Aug 2021
                          • 84

                          #87
                          Nossa septuagésima sétima cidade foi Conceição da Barra-ES
                          Conceição da Barra é um dos mais antigos municípios do estado do Espírito Santo, cujo porto foi o determinante geograficamente para a fundação da cidade. Sua fundação data de 1554, quando os portugueses organizaram expedições para afastarem os índios das circunvizinhanças de Vila Velha, local onde se estabelecera, o donatário Vasco Fernandes Coutinho.

                          Vindos do mar, os portugueses aportaram ao norte da foz de um grande rio, chamado pelos índios de Kiri-Kerê ou Cricaré pelos portugueses. Receosos do ataque dos selvagens os europeus permaneceram no litoral. Entretanto, os indígenas que habitavam a região, pertenciam a tribo Guaianá, de índole pacífica e que juntamente com os náufragos de um navio espanhol, ajudaram os portugueses a penetrarem no território dando início ao núcleo populacional.

                          Esses índios chamavam os brancos de "moab" que significa homem de calça. Devido a situação geográfica o novo núcleo foi denominado Barra. A povoação logo prosperou devido ao intenso tráfego de navios, procedentes da Bahia e de Pernambuco, que nela aportavam.

                          Em 1596, a povoação de Barra recebeu a visita do padre José de Anchieta, que visitou também a povoação no Vale do Cricaré, no dia 21 de setembro do mesmo ano e como era costume denominar as terras e os acidentes geográficos com o nome do Santo do dia, Anchieta trocou o nome do rio para São Mateus e deu a povoação o mesmo nome. E com essa troca de nomes, o núcleo populacional da margem esquerda, passou a se chamar-se Barra de São Mateus.

                          Em ato datado de 11 de agosto de 1831, Barra de São Mateus foi instituída paróquia, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, cuja imagem era venerada numa rústica capela erguida nos primórdios da colonização, onde se encontra até os dias de hoje.

                          Foi elevada a categoria de Vila por resolução do Conselho do Governo datado de 2 de abril de 1833, sendo chamada Vila de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio São Mateus. A solenidade da instalação da cidade deu-se a 6 de Outubro de 1891, ficando estabelecido por lei, este dia, para se comemorar o dia do município.

                          A cidade recebeu a denominação de Conceição da Barra, sendo o primeiro nome uma homenagem a padroeira e o segundo, lembrando o primeiro nome que os portugueses deram à povoação. No dia 10 de junho de 1892, foi criada a comarca do novo município, que teve como juiz de Direito Carlos Gonçalves.

                          A povoação da Barra de São Mateus muito contribuiu para o desenvolvimento da capitania do Espírito Santo. Segundo o poema do padre José de Anchieta, em que descreve a Batalha do Cricaré, foi nas águas do rio que banha o município, que Fernão de Sá, filho de Mem de Sá, ferido perdeu a vida, quando lutava pela expulsão dos franceses.

                          Geografia
                          Conceição da Barra é o município mais oriental do estado do Espírito Santo e contém o ponto mais ocidental do estado no continente (as isoladas ilhas de Trindade e Martim Vaz são o ponto mais oriental do estado e também do Brasil no sub mainland descontíguo e geopolítico já que geofisicamente faz parte de outro padrão geológico oceânico separado do mainland apesar da placa em comum).

                          Clima
                          O clima é tropical seco, como em toda região litorânea, registrando-se uma temperatura média máxima de 30º e mínima de 16º.

                          O período chuvoso vai de setembro a janeiro e a precipitação pluviométrica é de 1200 mm.

                          Vegetação
                          Devido a localização do município, suas terras estão cobertas por dois tipos de vegetação. No litoral predomina a vegetação litorânea, e no interior a vegetação costeira. Apesar da devastação das matas para plantação de outras culturas, como a de eucalipto, ainda existem reservas importantes como a Floresta Nacional do Rio Preto, no distrito de Braço do Rio, o Parque Estadual de Itaúnas, em Itaúnas e a Área de Proteção Ambiental na sede.
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ID:	597406

                          Comentário

                          • Nailson
                            Fazedor de Chuva

                            • Aug 2021
                            • 84

                            #88
                            Nossa septuagésima oitava cidade foi Vitória-ES

                            Não por acaso deixei para postar por último a Capital Vitória, onde nasci.

                            Aproveito para agradecer a Deus por essa conquista (visitar TODAS as cidades de meu estado).

                            Agradecer também à minha esposa que esteve na minha garupa em toda a jornada. Que possamos curtir ainda muitos desafios que são mais aventuras do que propriamente desafio.

                            Até breve.

                            Nailson

                            Vitória é um município brasileiro, capital do estado do Espírito Santo, na Região Sudeste do país. É uma das três capitais do país cujo centro administrativo e a maior parte do município estão localizados em uma ilha, no caso, a Ilha de Vitória[7] (as outras ilhas-capitais são Florianópolis, em Santa Catarina, e São Luís, no Maranhão). Situada a 20º19'09' de latitude sul e 40°20'50' de longitude oeste, Vitória limita-se ao norte com o município da Serra, ao sul com Vila Velha, a leste com o Oceano Atlântico e a oeste com Cariacica.

                            Com uma população de 369 mil habitantes, segundo estimativas de 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade é a quarta mais populosa do estado (atrás dos municípios limítrofes de sua região metropolitana: Vila Velha, Serra e Cariacica) e integra uma metrópole denominada Grande Vitória, com cerca de 2 milhões de habitantes. Vitória é cercada pela Baía de Vitória e é uma ilha de tipo fluviomarinho, mas outras 34 ilhas e uma porção continental também fazem parte do município, perfazendo um total de 93,381 km².[8] Originalmente eram 50 ilhas, muitas das quais foram agregadas por meio de aterro à ilha maior.

                            A cidade tem o 5.º melhor índice de desenvolvimento humano (IDH) entre todos os municípios brasileiros. Em 2015, foi considerada a 2.ª melhor cidade para se viver no Brasil pela Organização das Nações Unidas (ONU).[9] Em uma pesquisa de 2017, Vitória foi classificada como a terceira melhor capital brasileira para se viver.[10]

                            A capital capixaba também foi eleita a cidade com o melhor capital humano do Brasil, segundo a revista Exame.[11] Segundo estudo do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon feito em 2017, a cidade é a 9ª melhor cidade para se envelhecer no país.[12] Além disso, Vitória tem o melhor índice de bem-estar urbano entre as capitais brasileiras e possui sete entre os 20 melhores bairros de todo país por IDH-M.

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Name:	74-Vix.jpg
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ID:	597407
                            Última edição por Nailson; 26-03-23, 18:02.

                            Comentário

                            • Gilmar Dessaune
                              Fazedor de Chuva

                              • Oct 2012
                              • 6891

                              #89
                              Bom dia, agora, Valente Fazedores de Chuva Espírito Santo Lidia e Nailson,

                              Nada melhor para iniciar a semana do que uma homologação de desafio realizado por um casal, muito especial.

                              As fotos não deixam margem para dúvidas: foi um desafio muito desfrutado, exatamente como tem que ser. Parabéns!

                              As postagens claras e didáticas também merecem nossas congratulações pelo carinho e respeito às regras, assim como em mostrar muito mais do que as fotos obrigatórias. Excelente!!!

                              Foi uma belíssima parceria onde imperou a cumplicidade, a força, energia, dedicação, competência, ousadia, foco, insanidade e uma imensa dose de AMOR que os torna ainda mais unidos tanto como motociclistas quanto como pessoas e isso é fenomenal!!!

                              Deixam um legado para servir de inspiração e exemplo para que outros sigam seus passos realizem, sobre duas rodas com motor, o que "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem...".

                              Inserem de forma peremptória seus nomes na Elite do Motociclismo Mundial, esse grupo de Adoráveis Insanos que viajam mundo afora em busca de aventuras capazes de levá-los à vida plena de emoções e realizações.

                              Desta forma, só nos resta colocar a foto que eternizará esse momento da homologação.

                              Click image for larger version

Name:	ição da Barra.jpg
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ID:	597594

                              E sob o seu nome o primeiro selo alusivo à sua conquista.

                              Podem comemorar, essa vitória é de vocês e jamais lhes será tirada.

                              Que venham muitas outras, já sabemos do que são capazes e isso nos faz projetar grandes conquistas.

                              Muito obrigado por compartilhar conosco suas aventuras.

                              Mais uma vez PA-RA-BÉNS!!!!

                              Abração e bon voyage!!!!

                              Controle: Homologação nº 033/2023

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