Buscando auto conhecimento sobre duas rodas

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  • Nailson
    Fazedor de Chuva

    • Aug 2021
    • 84

    #46
    Nossa quadragésima cidade foi Conceição do Castelo-ES.
    Conceição do Castelo é um município brasileiro no estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na região sudoeste serrana do estado, a 120 km da capital capixaba, Vitória.[2] Ocupa uma área de 369,778 km², sendo que 1,6 km² está em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 12 887 habitantes em 2021.[1]

    O território do atual município começou a ser desbravado no século XVIII, com a descoberta de minas de ouro e das terras favoráveis à agricultura, sobretudo por portugueses. A imigração italiana, iniciada no final do século XIX, foi responsável pela introdução da cafeicultura, atividade econômica que intensificou o crescimento populacional e econômico. A emancipação de Conceição do Castelo veio a acontecer em 1963, instalando-se em 1964.

    Além do cultivo do café, também figuram entre as atividades econômicas mais importantes a pecuária, a extração de rochas ornamentais, a prestação de serviços e o turismo. O município também constitui um polo produtor de tangerina do tipo ponkán do Espírito Santo, juntamente com Venda Nova do Imigrante. Uma série de bens rurais de Conceição do Castelo são destinos de turistas, como cachoeiras, montanhas, trilhas e fazendas históricas.
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    • Nailson
      Fazedor de Chuva

      • Aug 2021
      • 84

      #47
      Nossa quadragésima primeira cidade foi Brejetuba-ES.
      Brejetuba é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Faz divisa com Afonso Cláudio, Ibatiba e Mutum. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2020, era de 12 427 habitantes.
      Brejetuba, Terra fértil, valorosa, de gente humilde e trabalhadora. Povo de garra, que em busca de seu ideal maior, transformou um vilarejo em cidade.

      Por volta do ano 1880 as terras onde hoje se situa a sede do município de Brejetuba foram doadas pelo Estado do Espírito Santo à companhia Brasileira Torrens, como em todo o território Brasileiro os primeiros habitantes dessa região foram os índios, após a colonização e com o desaparecimento quase que total dos índios que viviam na região sudeste, pessoas de várias regiões que buscavam terras férteis para o cultivo de grãos e cereais, bem como a criação de gado e outros, fixaram residência na região, nessa época a agricultura era na maioria de subsistência.

      Com a criação do município de Afonso Claudio em 20 de novembro de 1890, a vila ainda chamada de Brejaúba, passou a integrar o município recém criado. A missa celebrada pelo padre Carlos José Ernesto Leduc é considerada por muitos o primeiro passo para a criação da pequena vila de Brejaúba, não existe uma data correta para este acontecimento, nesse período as famílias Cardoso, Dias, Valeriano, Belarminio, Firmino e Mariano povoavam a vila. A primeira mulher a lecionar na vila foi à professora Dalila, que era esposa do primeiro militar o cabo Alfredo, ambos vieram da cidade de Castelo.

      Pela lei estadual nº 1739, de 11 de Janeiro de 1930, é criado o distrito de Brejaúba e anexado ao município de Afonso Cláudio, muitos lutaram por essa conquista destacando-se os cidadãos Antônio Silvério Filho, Apolinário Dias Pimenta, Almo Teixeira de Queiros, José Olinto Badaró e João Olinto Badaró. Em 31 de dezembro de 1943 pelo decreto-lei estadual nº 15177, o distrito de Brejaúba, passou a se chamar Brejetuba.

      No ano de 1931 foi instalado o Cartório de notas e registro civil de propriedade do senhor Manoel Ângelo de Oliveira, o primeiro Juiz Distrital foi o senhor Cassiano José Custódio.

      Com a expansão da lavoura cafeeira que cobriam vales, morros e chapadas com o verde de suas folhas, o branco de suas flores, o vermelho e amarelo de seus frutos, e os corações dos proprietários cheios de esperança de um futuro cada vez melhor a pequena vila se desenvolveu, tornando-se um dos principais produtores de café do Estado, o distrito de Brejetuba inicia a luta pela sua emancipação.

      Desde a criação do distrito de Brejaúba em 1930, o sonho de tornar Brejetuba município pairava na cabeça de seus moradores, com a criação do distrito de São Jorge do Oliveira em 30 de novembro de 1992 esse sonho se fortalecia, em 15 de Dezembro de 1995 o sonho tornou-se realidade, Brejetuba se desmembrou do município de Afonso Claudio, juntamente com o distrito de São Jorge através da lei estadual nº 5146, nasceu assim à cidade de Brejetuba. Muitos que lutaram para esse acontecimento infelizmente não puderam ver o sonho realizado, mais seus filhos e netos presenciaram a criação da cidade do café, como é conhecido o município de Brejetuba.

      O nome Brejaúba foi herdado de uma palmeira cheia de espinhos típica da região, já Brejetuba que é o atual nome do município segundo alguns moradores mais antigos da região em tupi-guarani quer dizer bosque de Brejaúbas, mais há controversas, outras versões para o nome Brejetuba é que seria uma variação do nome Brejaúba.

      O município de Brejetuba é constituído de três distritos que são eles: Brejetuba, Santa Rita de Brejetuba e São Jorge de Oliveira.

      Existem outras curiosidades a respeito da história de Brejetuba, uma delas é a criação da Primeira Igreja Batista do Estado do Espírito Santo, a história dos Batistas Capixabas teve o seu início em 21 de agosto de 1903, data em que os missionários Zacarias Clay Taylor e A. L. Dunstan dois dos cinco primeiros missionários batistas a pisarem em solo brasileiro fundaram, com 60 pessoas, o que hoje é a Primeira Igreja Batista em Alto Firme, o local de fundação da igreja hoje é chamado de Marapé e fica distante da sede de Brejetuba cerca de 8 km.
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      • Nailson
        Fazedor de Chuva

        • Aug 2021
        • 84

        #48
        Nossa quadragésima segunda cidade foi Muniz Freire-ES.
        Muniz Freire é um município brasileiro no interior do estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Sua população estimada em 2018 era de 17 613 habitantes.[1]

        Um município que tem mais de 16 cachoeiras, a principal delas é a Cachoeira do Rio Pardo. Sua antiga denominação era "Espírito Santo do Rio Pardo".
        O início da colonização de Muniz Freire data de 1846 e teve como primeiros desbravadores o Nicolau Santiago Louzada, um veterano da Guerra dos Farrapos, e Domingos Apolinário, um aventureiro que "gostava de lutar com feras" e que possuía terras nas áreas vizinhas, a atual Serra do Apolinário.

        A fertilidade do solo para o cultivo de café e cereais, além das condições climáticas, foram as causas do movimento migratório que anos mais tarde, propiciou à região um desenvolvimento.

        O município foi criado em 11 de novembro de 1890, pelo Decreto nº 53, desmembrado de Cachoeiro de Itapemirim, sob a denominação de Espírito Santo do Rio Pardo, ocorrendo a sua instalação em 1 de março de 1891. A Lei nº 213 de 30 de novembro de 1896 eleva sua sede à categoria de cidade e altera-lhe o topônimo para Muniz Freire, uma homenagem prestada ao republicano Moniz Freire, várias vezes Presidente da Assembleia Legislativa, Senador e Governador do Estado do Espírito Santo.

        Através da divisão territorial-administrativa de 1933, o município ficou composto de quatro distritos: Muniz Freire, Itaipava, Conceição do Norte e Vieira Machado. No ano de 1948, ficaram estabelecidos em Decreto-Lei como distritos de Muniz Freire: Itaici (ex-Itaipava), Vieira Machado e Piaçu (ex-Conceição do Norte). Atualmente, existem além desses, o distrito de Menino Jesus e o Distrito de São Pedro, este último criado apenas pela Lei Municipal nº 1.077/89 de 25.05.1989, faltando ainda a demarcação geográfica com seus respectivos limites..

        O município viveu praticamente isolado do resto do Estado devido às condições geográficas e pelas escassas vias de acesso. A construção da estrada de rodagem ES-379, ligando Muniz Freire a Castelo, só foi viabilizada após a década de 1920.

        A sede do município foi área doada por Domingos Apolinário para o primeiro povoado da região, que surgiu por estar no centro das rotas das tropas que transportavam a produção local. Muniz Freire foi colonizada por imigrantes italianos, vindos para substituir o trabalho escravo nas lavouras de café. O maior impulso econômico experimentado no município deveu-se à inauguração da BR-262, ligando Vitória a Belo Horizonte.

        Topônimo
        Muniz-freirense - relativo a Muniz Freire - nome dado em homenagem ao Dr. José de Melo Carvalho Muniz Freire, governador do Espírito Santo nos períodos de 1892/1896 e 1900/1904.

        Tal homenagem se deve ao seu grande desempenho, como governador, junto aos colonos europeus, principalmente italianos, criando mecanismos que favorecessem a migração para o Espírito Santo. Como houve um grande fluxo de migrantes italianos para o nosso Município, foi uma homenagem certa no lugar certo.

        Note-se: muniz-freirense, com hífen, a exemplo de espírito-santense, rio-grandense… e outros

        Em 1894 fora criado pelo governo do Estado, portanto, em caráter oficial, o núcleo colonial Moniz Freire, 27 km acima de Linhares, cuja sede era o lugar Malaquias, na margem Santa Maria do Rio Doce, com predominância italiana. Este núcleo, cujo nome fora a primeira homenagem ao governador, foi palco de trágicas ocorrências em 1895, sendo a causa da proibição da imigração para o Estado (ato de Prinetti, governo italiano). Com a extinção deste núcleo, resolveu-se transferir a homenagem ao governador, dando-lhe o nome de nossa cidade, no ano seguinte ao do fracasso do núcleo colonial do norte do Estado.

        O cognome Muniz Freire - Cidade Amizade foi oficializado pela Câmara Municipal de Muniz Freire com o Decreto n7 27/1989 de 10.10.1989, através do projeto de lei 17/89 do Executivo Municipal. Trata-se de um nome de fantasia, dedicado ao povo muniz-freirense pela sua hospitalidade.

        A sede do Município teve os seguintes nomes: arraial ou patrimônio do Divino Espírito Santo, depois chamou-se Vila do Espírito Santo do Rio Pardo, e finalmente Muniz Freire a partir de 26 de novembro de 1896, quando foi elevada a cidade.
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        • Nailson
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          • Aug 2021
          • 84

          #49
          Nossa quadragésima terceira cidade foi Ibatiba-ES.
          Ibatiba é um município brasileiro do estado do Espírito Santo situado na mesorregião Sul Espírito-Santense. Foi fundado em 7 de novembro de 1981 e localiza-se a 160 quilômetros da capital do estado, Vitória. Sua população estimada em 2019 foi de 26.082 habitantes e uma área de 240,278 km².[1] Sua principal atividade econômica é a agricultura, representada pelo cultivo do café, iniciado ainda no século XIX.
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            • Aug 2021
            • 84

            #50
            Nossa quadragésima quarta cidade foi Iuna-ES.
            Iúna é um município brasileiro no estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na região do Caparaó, no sul capixaba.[2] Ocupa uma área de 460,586 km², sendo que 3 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 29 417 habitantes em 2021.[1]

            O território do atual município começou a ser desbravado no século XIX, com a abertura de uma estrada ligando Minas Gerais a Vitória, a pedido do príncipe regente João VI de Portugal. A imigração italiana, iniciada em 1872, foi responsável pela introdução da cafeicultura, atividade econômica que intensificou o crescimento populacional e econômico. Sua emancipação veio a acontecer em 1890.

            Além do cultivo do café, também figuram entre as atividades econômicas mais importantes a pecuária, a extração de mármore e granito, a prestação de serviços e o turismo. Iúna possui uma série de atrativos naturais que são destinos de turistas, como cachoeiras, montanhas e trilhas, além de estar em área de abrangência do Parque Nacional de Caparaó. O principal acesso ao município é através da BR-262.
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            • Nailson
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              • Aug 2021
              • 84

              #51
              Nossa quadragésima quinta cidade foi Irupi-ES.
              O município de Irupi está localizado no Sul Estado do Espírito Santo, região do Caparaó. Limita-se ao norte com o município de Ibatiba, ao sul, leste e oeste com o município de Iúna. Além da sede, com altitude de 730 metros, é compreendido pelo distrito de Santa Cruz.

              Desenvolveu-se com o cultivo do café, que era transportado por carros de boi e tropas de burro. O território que hoje constituí o município de Irupi pertencia, inicialmente ao município de Vitória. Com a criação do distrito de Viana, foi anexado a ele e nele permaneceu, após a sua elevação à categoria de município como território do distrito de São Pedro de Alcântara do Rio Pardo, criado pela lei nº 10, em 14 de junho de 1859. Todo o território do distrito de Rio Pardo foi anexado ao município de Cachoeiro de Itapemirim, em 1867.

              O município de Rio Pardo foi criado em 1890, quando da promulgação da primeira Constituição Republicana do Estado do Espírito Santo, sendo dividido em três distrito. A sede, o distrito de São Manoel do Mutum e o distrito de Santa Cruz.

              Com trânsito de pedestre, tropas e carros de boi, na segunda metade do século passado, a então Fazenda da Cachoeirinha, de propriedade de Hydário Tomaz, foi se transformando num pequeno arraial, com cemitério capela dedicada a São João Batista e pequenos comercircios, até que desapareceu seu primitivo nome e ficou conhecida como "Cachoeirinha do Rio Pardo", por ficar às margens de um dos afluentes desse rio.

              Com o progresso da pequena Vila de Cachoeirinha do Rio Pardo e a estagnação da Vila de Santa Cruz, a sede do distrito foi transferida para esta.

              O Distrito foi criado com a denominação de Cachoeira, pelo ato municipal de 28 de dezembro de 1903. Em divisão datada do ano de 1911, o distrito de Cachoeirinha do Rio Pardo já figurou no município do Rio Pardo resistindo às divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937.

              Pelo Decreto Lei Estadual nº 15177, de 31 de dezembro de 1943, o distrito de Cachoeirinha do Rio Pardo, passou a denominar-se Irupi, topônimo de origem indígena que tem os seguintes significados; amigo belo e águas branquinhas pequenas, e o município de Rio Pardo passou a denominar-se Iúna.

              Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, Irupi permaneceu distrito de Iúna, assim ficou até a divisão territorial de 18 de agosto de 1988.

              A primeira tentativa de emancipação político-administrativa que se tem notícia ocorreu em 1963 conforme processo 18000424/1963 mas a mesma se viu frustrada [5] e a emancipação com respectivo desmembramento do município de Iúna somente aconteceu com a Lei Estadual nº 4520/91 de 15 de Janeiro de 1991 durante a gestão do Governador Max de Freitas Mauro. Permanecendo ainda por dois anos sob a gestão prefeito de Iúna, Wellington Firmino do Carmo, a instalação do município se deu em 1 de Janeiro de 1993, após sua primeira eleição direta, que elegeu para Prefeito a Mário Luiz Barbosa.

              Formada por uma miscigenação de cultura, tem como, ascendente mais diretos, os Portugueses e indígenas do qual vem a atual denominação IRUPI.

              O município de Irupi localiza-se a uma latitude sul de 20°, 20 e 42" e a uma longitude oeste de Greenwich de 41°, 38 e 28", possuindo uma área de 185 km², equivalente a 0,41% do território estadual.

              Em divisão territorial datada de 1 de junho de 1995, o município era constituído somente de distrito sede. Pela lei nº 068/95 , de foi criado o distrito de Santa Cruz de Irupi. Anexado a 15 de julho de 1997, o município passou a ser constituído de 2 distritos: Irupi e Santa Cruz de Irupi. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2003.
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                #52
                Nossa quadragésima sexta cidade foi Alfredo Chaves-ES.
                Alfredo Chaves é um município brasileiro do estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Sua população estimada em 2018 era de 14 566 habitantes.[1]

                O nome do município refere-se a Alfredo Rodrigues Fernandes Chaves, engenheiro e político assumindo as funções de : ministro da Marinha entre 20 de agosto de 1885 e 12 de junho de 1886, depois ministro da Guerra entre 1886 e 1887 . Este, sendo ministro da colonização, foi enviado por Dom Pedro II ao Espírito Santo, em 1878, para resolver o problema com os índios que atacavam colonos italianos.

                Muito procurado por turistas, o município possui uma exuberante paisagem formada pela Mata Atlântica, refletida em suas serras e cachoeiras. Outro ponto que atrai os turistas é a ferrovia que corta o município, a Linha do Litoral da antiga Estrada de Ferro Leopoldina, de onde propicia uma bela vista da região do alto das serras e estando próxima a belíssima Cachoeira de Matilde, no distrito homônimo. A ferrovia se encontra concedida à Ferrovia Centro-Atlântica.
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                  #53
                  Nossa quadragésima sétima foi Pancas-ES.
                  Pancas é um município brasileiro no estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Localiza-se na região noroeste do estado, a 198 km da capital capixaba, Vitória. Ocupa uma área de 837,842 km², sendo que 2,5 km² estão em perímetro urbano, e sua população foi estimada em 23 426 habitantes em 2021

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                    #54
                    Nossa quadragésima oitava cidade foi Alto Rio Novo.
                    Alto Rio Novo é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2004 era de 6.695 habitantes, em 2014 o número chega a 7.888, já em 2016 o número chega a 7.979, sendo a 75° Cidade em População do estado do Espirito Santo.

                    História de Alto Rio Novo
                    O povoado de Alto Rio Novo teve início em abril de 1921 após ser povoado por uma expedição de aventureiros em busca de novas fronteiras. A expedição que era liderada por José Marques da Silva e José Ludjério da Silva seguiu a nascente do Rio Bananal e após subir pela Serra da Cangalha no Alto Beija-Flor encontrou um rio chamando-o de Rio Novo. Ali os aventureiros se instalaram com suas famílias e o povoado ganhou o nome de Alto Rio Novo.

                    Esses primeiros moradores plantaram milho, feijão e arroz. O plantio de café começou em 1925 e até hoje é o principal produto do município, Alto Rio Novo já foi o maior produtor de café do ES. Entretanto, no início dos anos 90, os baixos preços do produto afugentaram muitos moradores, que venderam suas terras e migraram para Estados como Rondônia, Pará e Mato Grosso. O plantio de café continua, mas divide espaço com outras culturas, como arroz, feijão, milho, eucalipto e banana.

                    Alto Rio Novo foi emancipado de Pancas em 1988 e possui topografia acidentada, com altitude que varia de 500 a 900 metros. A sede está a 500m. Monte Carmelo e Vila Palmerino são os outros distritos do município. A temperatura varia de 12 a 32 graus. O relevo acidentado dá origem a diversas quedas d´água, entre elas a Cachoeira de Santana - Vila palmerino (21 km da sede), do Brechó (3 km da sede) e de Monte Carmelo (7 km da sede). Outras atrações são o Pico dos Abelheiros, com 900 metros de altitude, e a Igreja de São José, na praça Carlos Manoel Klen.

                    Lugar de clima tranquilo, mulheres guerreiras, entre o ano de 2010 e 2013 teve uma forte equipe de handebol masculino, desde sua emancipação até 2011 teve também fortes equipes de futsal e futebol masculino, ambas modalidades sendo campeãs dos Jogos Escolares do Espírito Santo etapa regional, o HANDEBOL MASCULINO JUVENIL DE 2013 foi terceiro melhor colocado no Estadual dos Jogos Escolares, ficando atrás apenas da escola João Bley do município de Castelo- ES e Colégio Castro Alves de Cariacica- ES, e em 2012 eles foram também 3.º colocados no Estdual dos Jogos na Rede também sediado em Guarapari, ficando atrás das escolas Job Pimentel de Mantenopolis- ES e João Bley de Castelo- ES. Trabalho muito forte feito pelo então técnico, José Ricardo da Silveira e Auxiliares. O esporte rionovense também deve Gratificações ao Saudoso MARCOS FARIA, homem que contribuiu muito para o esporte do Município e também professor Michel Reis, que nunca mediu esforços para a formação de atletas no município.]Click image for larger version

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                      • 84

                      #55
                      Nossa quadragésima nona foi Mantenopolis-ES
                      Mantenópolis, também conhecida como "Cidade da Paz"[carece de fontes], é um município brasileiro do oeste do estado do Espírito Santo. Em 2004, sua população estimada era de 11.311 habitantes, registrando 13.600 habitantes em 2010. Já em 2014, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a sua população chegou a 14.966 habitantes, tornando Mantenópolis a 47ª cidade mais povoada do Espírito Santo. Em 2017, sua população estimada foi de 15.419.

                      História
                      A partir de 1920, os migrantes começaram a chegar na região de Mantenópolis, onde somente havia florestas, nem sequer estradas; casas feitas de pau a pique; alimentação à base de canjica de milho, verduras, carne de porco e frango; e nenhum comércio na região: quando necessitavam de açúcar e sal tinham de andar a pé ou de animal até Resplendor ou Conselheiro Pena, trajeto este que demorava entre 4 a 5 dias em trilhas feitas por voluntários que organizavam mutirões, os quais de dois em dois anos recebiam ferramentas doadas pelos políticos e fazendeiros. Enfrentaram várias doenças, como: sarampo varicela, caxumba, febre amarela, cólera, febre tifoide. O tratador da região era Custódio Reis Marques, natural de Mutum (Minas Gerais). As festas eram realizadas em um destacamento policial localizado na propriedade de Joaquim Costa (hoje Alonso Rosa Pinheiro), onde aconteciam casamentos, aniversários entre outras festas. Nesse local foi construído também o primeiro cemitério. Na época houve muitas discórdias pela demarcação dos limites de estados, o que veio acontecer somente em 1938.

                      A sede do município teve sua origem firmada no insucesso da cidade de Ametista, naquela época pertencente à zona litigiosa e que, após sua criação, foi vítima de uma grande enchente do Rio São Mateus, pois fora construído às suas margens.

                      Devido ao drástico acontecimento que praticamente destruiu Ametista, surgiu a proposta de a cidade ser criada em outro local. Após uma reunião de grandes lideranças, na época, decidiu-se que o local ideal para a nova cidade seria a região que é hoje ocupada pelo município de Mantenópolis.

                      A palavra Mantenópolis, que hoje dá nome a esse município do estado do Espírito Santo, teve sua origem na existência de um córrego que atravessa a região e que se chama córrego do Manteninha. Havia uma povoação próxima ao córrego com o nome de Mantena (hoje, um município mineiro) e acrescentou-se a ela o sufixo -pólis.

                      Em 1940 esta localidade ainda pertencia ao município de Barra de São Francisco, e era visitada, periodicamente, pelo Tenente Floriano Lopes Rubim.

                      A região, por estar na época vivenciando a Guerra do Contestado, recebia dois policiamentos, um do Espírito Santo e outro de Minas de Gerais, e também recebia a visita de dois padres, dos mesmos estados.

                      Em 1948, graças ao pedido do Tenente Floriano Lopes Rubim, foi criado e instalado o patrimônio de Mantenópolis, em obediência à Lei n° 1711, artigos 49 e 53, confirmado em 11 de agosto de 1948, integrando-se ao município de Barra de São Francisco.

                      Em 29 de dezembro de 1953, foi criado o município de Mantenópolis, desmembrando de Barra de São Francisco do seu território, em obediência ao que dispõe a Lei n° 779, que acatou o pedido dos habitantes que residiam no local.

                      Em 7 de janeiro de 1954, foi instalada a cidade de Mantenópolis, que desde a sua criação foi dirigida pelo Dr. Edísio da Costa Cisnes até que cometesse suicídio. Em 3 de outubro então ocorreu a eleição do primeiro prefeito de Mantenópolis, o Sr. Vicente Amaro da Silva.

                      O ano 1955 destaca-se pela a posse do primeiro prefeito eleito e da primeira Câmara de Vereadores junto com seu presidente, Luís Simão.

                      No dia 25 de agosto de 1955, às 15:00 horas, ocorreu a solenidade relativa à instalação da Comarca de Mantenópolis, de acordo com a Lei n° 926 de 8 de julho de 1955, com sua publicação no Diário Oficial do Estado no dia 16 de julho de 1955, graças à iniciativa do Tenente e Deputado Floriano Lopes Rubim, tendo como seu primeiro juiz o Dr. Vitor Hugo Cupertino de Castro e seu primeiro Promotor de Justiça, o Dr. Paulo Alves.
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                        #56
                        Nossa quinquagésima cidade foi Barra de São Francisco-ES
                        Barra de São Francisco é um município brasileiro situado na região noroeste do estado do Espírito Santo. Sua população, segundo estimativas do IBGE, em 2021, era de 45 301 habitantes.[7]

                        A cidade é a 13ª mais populosa do Espírito Santo e a mais populosa de sua microrregião, que é composta ainda pelos municípios de Água Doce do Norte, Ecoporanga e Mantenópolis.

                        As principais fontes de renda do município são a exploração mineral de rochas ornamentais, a agropecuária e o comércio.
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                          #57
                          Nossa quinquagésima primeira cidade foi Água Doce do Norte-ES
                          Água Doce do Norte é um município brasileiro do Estado do Espírito Santo. Sua população de acordo com o ultimo censo demográfico do IBGE/2010 era de 11.771 mil habitantes e a estimativa para 2019 é de 11.019 mil habitantes. Em relação a economia, a cidade é reconhecida pela produção em massa de café e forte agricultura.

                          História
                          A área territorial de Água Doce do Norte foi doada, em 1949, pelo fazendeiro Domingos Marculino, que, de acordo com a vontade popular, teria emprestado seu nome à localidade. Mas acabou prevalecendo denominação ligada ao hábito daqueles moradores de servirem-se de um cafezinho tão ralo que se assemelhava a água doce. A povoação de Água Doce do Norte, então pertencente ao município de Barra de São Francisco, foi criada em 11 de outubro de 1949, recebendo o status de distrito em 1931. Em 10 de maio de 1988, pela Lei nº 4066, foi o município desmembrado do de Barra de São Francisco e em 1 de janeiro de 1989, instalado. O primeiro Prefeito do Município foi o Senhor Otávio de Araújo (1989-1992);
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                            #58
                            Nossa quinquagésima segunda cidade foi Ecoporanga-ES
                            Ecoporanga é um município brasileiro do estado do Espírito Santo, Região Sudeste do país. Sua população estimada em 2018 era de 23 014 habitantes.
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                              #59
                              Nossa quinquagésima terceira cidade foi Ponto Belo -ES
                              Ponto Belo é um município brasileiro do estado do Espírito Santo. Sua população estimada em 2014 era de 6.437 habitantes. Atualmente Ponto Belo faz parte da lista de menores municípios do estado do Espírito Santo, Brasil.

                              Dados
                              O Município de Ponto Belo está localizado na microrregião do Extremo Norte do Espírito Santo, ocupando uma área de 401 quilômetros quadrados, distando 357 km da capital (Vitória). Apresentando altitude de 270 metros. Latitude 18° 07' 22" S e longitude 40° 32' 24" W.Gr.

                              História
                              O município de Ponto Belo foi emancipado através da Lei nº 4.894/94, de 30 de março de 1994, desmembrando-se do município vizinho de Mucurici, sua instalação se deu em 1 de janeiro de 1997. Este Município teve como pioneiros, entre outros, o Senhor Sebastião José Rabelo e o Senhor Manoel Pereira Sena.

                              Segundo estes moradores, as pessoas que aqui chegaram por volta da década de 1940 vieram dos mais diversos lugares, principalmente dos Estados de Minas Gerais e Bahia. Vinham em busca de melhoria de vida e aqui se instalaram.

                              Na época predominava a exploração de Madeiras de Lei. Os pioneiros instalaram-se em plena Mata Atlântica para explorar madeira e com tempo foram erguendo pequenas povoações que deu origem ao Município de Ponto Belo.

                              O nome dado foi originário de um pequeno estabelecimento por onde passavam pessoas para fazer suas primeiras refeições; este estabelecimento recebeu o nome de Ponto Belo devido a localização e a paisagem que oferecia aos seus transeuntes.
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                                #60
                                Nossa quinquagésima quarta cidade foi Mucurici-ES
                                Mucurici é um município do estado do Espírito Santo, no Brasil.

                                Etimologia
                                O nome Mucurici foi dado pelo deputado Floriano Rubin. "Mucurici" é derivado do termo tupi antigo mukurysy, que significa "fileira de bacurizeiros" (mukury, "bacurizeiro" + ysy, "fileira").[6] Tal árvore, o bacurizeiro, tem madeira nobre e, segundo informações do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, existia na região Norte do Espírito Santo e sul da Bahia, estando no entanto atualmente extinta no município devido à devastação das florestas desta localidade.

                                História
                                A formação do atual município de Mucurici se deu no início do século 20 pela ocupação de terras férteis de litígio entre Bahia, Espírito Santo e Minas Gerais. Na época, a região era ainda coberta pela Mata Atlântica, que acabou sendo devastada pelo comércio de madeiras de lei, causando uma resposta rápida do meio ambiente. Hoje, é o município possui o menor índice de chuvas do estado. O estado da Bahia enfrentava uma seca que ocasionava uma crise econômica. Muitos baianos e mineiros, também atingidos pela seca, esperavam tempos melhores nestas terras.

                                Segundo moradores, o local da atual praça São Sebastião já foi cenário de caçadas de pacas, tatus, veados e outras espécies. Alguns relatam o surgimento desses animais nos quintais de suas casas, disputando a comida da criação doméstica. O primeiro morador, Manoel Pereira Sena, veio admirado pela beleza e fartura da região. Comprou posse nas proximidades do Rio Itaúnas. Porém, a febre malária atingia a região, e ele regressou à sua terra de origem. Um ano depois, retornou e vendeu parte das terras para baianos e doou 5 alqueires para que fosse feito "comercinho".

                                Os moradores da região tinham que enfrentar dias de viagem no lombo de animais, embrenhando-se em trilhas nas matas para chegar à cidade mais próxima, Nanuque, para comprar combustível para os lampiões e sal para conservar as carnes. As casas eram feitas de adobe e cobertas de "tabuinha', dada a dificuldade de trazer materiais de construção e a inviabilidade então de se construir com matérias-primas que não fossem provenientes da região. Devido à isso, a região ficou conhecida como "Comercinho da Tabuinha".

                                Conceição da Barra, município ao qual pertenciam oficialmente as terras de Mucurici, era muito cobiçada por Minas Gerais, pois significaria uma oportunidade de acrescentar uma saída para o mar ao território. Sendo assim, Espírito Santo e Minas Gerais brigaram pela posse de suas terras. Nesse intervalo de tempo, deu-se a formação e emancipação de Mucurici em 1953.[7]Click image for larger version

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