Portões para o Alasca
Fazedores de Chuva, usualmente a cidade de Fairbanks, no coração do Alasca, marca o fim da linha para a maioria dos aventureiros que ousam invadir esta última fronteira americana, mas para os Grandes Caciques Fazedores de Chuva, este é o ponto de partida rumo ao extremo norte, onde a terra, por estes lados americanos termina, e ao colocarem os pés dentro das geladas águas do Oceano Ártico, além da coroação de uma grande jornada, ali encontrarão a fonte da cura para uma doença altamente contagiosa, que atinge praticamente onze em cada dez motociclistas no planeta, conhecida como a "Febre do Alasca", cuja epidemia é responsabilidade dos Fazedores de Chuva.

Somente este batismo possibilita a sua cura!

Cruzar a América do Sul, interligar a Central e planar pela do Norte, é muito pouco perto do grande desafio que é romper todas as barreiras que seguram os FC, desde os seus dilemas mais íntimos até aqueles da convivência, cuja cumplicidade é fundamental para o sucesso da aventura, de sorte que ao ligarem as suas motos, todas as energias das pessoas que amam, seja o principal combustível desta vontade indomável de romper todas as indecisões que os prendem, permitindo desta maneira, que livres, o vôo seja alçado terra acima.

E que vôo!
"Qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

Esta é a grande realidade e o verdadeiro desafio dos Fazedores de Chuva.
Dar o chute no balde tomando o cuidado para não derramar a água, é a decisão mais difícil de ser tomada e que vai mudar a vida do FC para sempre, tornando-o uma pessoa muito melhor do que quando partiu.
Esta tem sido a regra e o resultado!

Ao partirem para a fronteira entre o Canadá e a razão da febre, uma boa alternativa como portão de entrada é sair via Whitehorse, já em cima da Alaska Highway e fazer a fronteira um pouco mais a frente de Beever Creek, após um tiro de pouco menos de 500 km, não sem antes e sem pressa, colocar um pé no estado de Yukon, Canadá, e outro no Alasca, Estados Unidos, para serem reconhecidos como os legítimos posseiros da vontade de todos os que ficaram para trás.

É sem dúvida um momento de realização e o Fazedor de Chuva merece muitas fotos na famosa placa que identifica os limites entre estes dois países!
Existem outros portões para o Alasca que serão objetos de novas postagens.
Aproveitem!
Fazedores de Chuva, usualmente a cidade de Fairbanks, no coração do Alasca, marca o fim da linha para a maioria dos aventureiros que ousam invadir esta última fronteira americana, mas para os Grandes Caciques Fazedores de Chuva, este é o ponto de partida rumo ao extremo norte, onde a terra, por estes lados americanos termina, e ao colocarem os pés dentro das geladas águas do Oceano Ártico, além da coroação de uma grande jornada, ali encontrarão a fonte da cura para uma doença altamente contagiosa, que atinge praticamente onze em cada dez motociclistas no planeta, conhecida como a "Febre do Alasca", cuja epidemia é responsabilidade dos Fazedores de Chuva.
Somente este batismo possibilita a sua cura!
Cruzar a América do Sul, interligar a Central e planar pela do Norte, é muito pouco perto do grande desafio que é romper todas as barreiras que seguram os FC, desde os seus dilemas mais íntimos até aqueles da convivência, cuja cumplicidade é fundamental para o sucesso da aventura, de sorte que ao ligarem as suas motos, todas as energias das pessoas que amam, seja o principal combustível desta vontade indomável de romper todas as indecisões que os prendem, permitindo desta maneira, que livres, o vôo seja alçado terra acima.
E que vôo!
"Qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."
Esta é a grande realidade e o verdadeiro desafio dos Fazedores de Chuva.
Dar o chute no balde tomando o cuidado para não derramar a água, é a decisão mais difícil de ser tomada e que vai mudar a vida do FC para sempre, tornando-o uma pessoa muito melhor do que quando partiu.
Esta tem sido a regra e o resultado!
Ao partirem para a fronteira entre o Canadá e a razão da febre, uma boa alternativa como portão de entrada é sair via Whitehorse, já em cima da Alaska Highway e fazer a fronteira um pouco mais a frente de Beever Creek, após um tiro de pouco menos de 500 km, não sem antes e sem pressa, colocar um pé no estado de Yukon, Canadá, e outro no Alasca, Estados Unidos, para serem reconhecidos como os legítimos posseiros da vontade de todos os que ficaram para trás.
É sem dúvida um momento de realização e o Fazedor de Chuva merece muitas fotos na famosa placa que identifica os limites entre estes dois países!
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