Olá, amigos!
Como postei antes, tinha comigo esse desejo de rodar por toda a BR 101. Consegui fazer a viagem na companhia do parceiro Erick Martins, em alguns momentos com a companhia do Daniel e em mais outro momento, com Kátia, esposa do Erick, na garupa dele.
Saímos num domingo, dia 22 de novembro.
Depois de 11 250 km de estrada e 24 dias na estrada, estamos de volta aos nossos cantos.
No ultimo dia de viagem, saíndo de Serrinha, Bahia, a Fortaleza, foram mais de mil km de frio no começo, 4 horas da madrugada, e calor de 39 graus centígrados em parte do Ceará. Muitos animais na pista, uma vergonha nordestina.
Nesses 24 dias...
Rodamos no escuro da noite e no escuro da madrugada. Na luz do sol e nas sombras das nuvens. Rodamos no asfalto, no barro e na areia. Subimos montanhas além das nuvens e, com cerração e chuva as descemos. Por imensas planícies rodamos, entre um mar e uma dos Patos lagoa imensa. Fomos saudados por ventos de curvar árvores e fomos encharcados pela aquática natureza que nos lavou de todos o pós. Ouvimos todos os sotaques. Provamos todos os temperos. Foram tantas conversas com tantas pessoas... pessoas como a moça de um pedágio em Minas que, cearense, mandou
um abraço
para o Ceará.
Por fim, é preciso ir pra poder voltar.
A V-strom foi perfeita. Sem perrengue
Foi bom. Foi divertido. Foi feliz. Fui feliz.
Como postei antes, tinha comigo esse desejo de rodar por toda a BR 101. Consegui fazer a viagem na companhia do parceiro Erick Martins, em alguns momentos com a companhia do Daniel e em mais outro momento, com Kátia, esposa do Erick, na garupa dele.
Saímos num domingo, dia 22 de novembro.
Depois de 11 250 km de estrada e 24 dias na estrada, estamos de volta aos nossos cantos.
No ultimo dia de viagem, saíndo de Serrinha, Bahia, a Fortaleza, foram mais de mil km de frio no começo, 4 horas da madrugada, e calor de 39 graus centígrados em parte do Ceará. Muitos animais na pista, uma vergonha nordestina.
Nesses 24 dias...
Rodamos no escuro da noite e no escuro da madrugada. Na luz do sol e nas sombras das nuvens. Rodamos no asfalto, no barro e na areia. Subimos montanhas além das nuvens e, com cerração e chuva as descemos. Por imensas planícies rodamos, entre um mar e uma dos Patos lagoa imensa. Fomos saudados por ventos de curvar árvores e fomos encharcados pela aquática natureza que nos lavou de todos o pós. Ouvimos todos os sotaques. Provamos todos os temperos. Foram tantas conversas com tantas pessoas... pessoas como a moça de um pedágio em Minas que, cearense, mandou
um abraço
para o Ceará.
Por fim, é preciso ir pra poder voltar.
A V-strom foi perfeita. Sem perrengue
Foi bom. Foi divertido. Foi feliz. Fui feliz.









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