Viagem Alaska

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  • Dolor
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2011
    • 3250

    #16
    "Entardecer em lago de Coldfoot Camp(10h da noite)

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    Mais uma imagem do sol da meia noite no Alasca.

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    Feliz com a chegada em Prudhoe Bay apesar das dificuldades na estrada sem asfalto.

    Eu sobrevivi.

    Aqui em Prudhoe Bay ,esta chovendo e com temperatura de 6 graus .

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    Este é o verão no extremo norte do Alaska .

    Amanhã começo a viagem de volta para Floripa que será longa.

    Espero chegar em Outubro .

    Abs a todos
    Kalika
    Última edição por Dolor; 11-08-12, 11:04.

    Comentário

    • Dolor
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2011
      • 3250

      #17
      Chegamos a Deadhorse/Prudhoe Bay na quinta-feira, dia 10/08/2012, proveniente de Coldfoot, onde dormimos na quarta-feira.

      Preço exorbitante por um quarto no Hotel Coldfoot Camp $ 200.

      A localidade tem apenas o Hotel e um restaurante. Para ir de uma para o outro há necessidade de bota wheatherchennal.

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      A Dalton High Way que vai até, melhor, termina em Prudhoe Bay, tem 415 milhas, algo em torno de 667 kms, de pleno Loose Gravel, com todas variedades, terra solta, lama, lodo a vontade, caminhoes a 70 milhas que imundam as motos com poeira, lama, lodo ou cascalho na ultrapassagem ou quando vem do lado contrário.

      Há um adesivo que " eu sobrevivi a Dalton HW e suas 415 milhas " As maravilhas da estrada, paisagens exuberantes,
      nunca vistas, inóspitas, longe de tudo e perto de nada, com poucos sinais de ocupação e qualquer civilização, salvo o " piperline" que a acompanha e aparece em grande parte do caminho, exige muita atencao e observacao das maravilhas que aparecem repentinamente e a cada curva da estrada, com características impressionantes.

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      Acho que dois meses daria para ter uma noção dessa maravilha. Deadhorse tem dois hotéis de Conteiners, e população de trabalhadores das empresas. Só um vôo diário da Alaskan Airlines. , sem taxi, telefones públicos, restaurantes, bares, farmácias e etc.... Estão acostumados com a chegadas das motos, no mínimo duas por dia, somente, é claro, no verão.

      Quando chegamos com chuva light, a temperatura estava em 10/12 graus.

      Dormimos quinta e sexta, pois o tempo resolveu comemorar no chegada, chovendo incessantemente nos dois dias.
      Comida excelente no hotel ( Prudhoe Bay Inn) Incluída na diária de $ 108,00( todas as refeições e bebida o dia inteiro), local freqüentado pelos funcionários das empresas locais, todos com identificação e altamente comunicativos, além do intenso turismo nesta época.

      Monitoramos o tempo durante a permanecia. Sem perspectiva de melhora, mas com chuva suave saímos de Prudhoe
      Bay/Deadhorse às 10 horas, todos com adrenalina saindo pela ventilação do capacete., com temperatura de 2 graus Sabíamos que o tempo era péssimo e que somente após mais itrês horas iria melhor. O pessoal do Hotel recomendou nossa permanencia no local. Mas era impossível esperar mais, pois certamente nao sairíamos tão cedo de um local que tudo é difícil e nao tem nada.

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      Os velhos ficam assustados pois em caso de doença ou mesmo emergência, tem--se como complexo o socorro. De quando em vez, alguém pergunta aqui é mesmo os Usa?

      Ninguém chega em Deadhorse para nada fazer. Nao tem ônibus, taxi, carro para alugar, guincho para socorro, salvo das
      empresas, ou seja, nem desempregado ou morador de rua existe e também asfalto, com chuva o local é único. Voltando à
      estrada, saímos obviamente em primeira marcha, andando nela 15 milhas, soltamos a segunda após mais 20 e acho que a sexta marcha somente quando estávamos afastados do local cerca de 60 milhas. Fomos usuários de todas as matizes da estrada: pedra solta, loose gravel, lodo e barro ds chuvas, e da chuva e dos caminhões que, pasmem, molham, melhor, tsunamizam a estrada com milhares de litros de água, antes e depois da chuva, acreditem se quiser. Tortura e concentração total, para manter a moto, em especial nos decliveis, curvas acentuadas nas montanhas, com temperaturas de 2 a 7 graus e chuva leve... A cada passagem pelo lodo ou lama, o parabrisa e a viseira, sujos, obstariam a visão, transformando, com o fog, o dia em noite,alias, coisa que pouco se vê por aqui. Viajamos cerca de 300 das 415 milhas da lendária Dalton Highway e pernoitemos em Yukon River, no Conteiner do Hotel Yukon River Camp, cujos Conteiners certamente foram usados na primeira guerra para transporte ...., com banheiro coletivo e multisexo.

      Realmente, agora, vencida parcialmente a etapa mais complexa e difícil foi possível dormir mais tranquilo.

      Tudo que vimos nessa maravilhosa região, desde a solidão das paisagens e a magnitude das montanhas, com exuberante
      vegetação nos encantou mais e tocou fundo no nosso coração e demostrou que é impostergável o registro do nosso
      agradecimento a todos que nos incentivaram na realização dessa tão extraordinária aventura, que tornou os " véinhos" grandes jovens de perpetuou espirito de aventura e desafios. Nada fizemos ao caso, tudo foi pensado. Vencemos as dificuldades com o permanente auxilio do Anjo da Guarda dos Bikers do Alaska, pois pilotar no lodo, lama ou barro pareçe impossível sem auxilio e depois de concluida a tarefa é possivel atuar com equilibrista em qualquer circo.Confirmo o que penso que a idade nao é compensável com o espirito e a mente do homem.

      Ingressamos no seleto grupo dos que Never Give Up, fazendo a chuva cair, para realizar seus sonhos, diria o Dolor..kkkk.

      Narro depois o incidente com o um grupo de motoclistas em Yukon River.

      Chedid

      Comentário

      • Cesar Macedo
        Administrator
        • Sep 2011
        • 285

        #18
        Como dito anteriormente, o grupo NEVER GIVE UP, não desiste, mas como recomenda a soberana razão da lógica do razoável, a missão ou o desejo sonhado pode ser adiado, suspenso, alterado, alternado mas a idéia e vontade deve permanecer ad
        eternunm
        .

        O entreveiro foi mais ou menos assim:

        Antes da chegada a Yukon River enfrentamos o último mud, barro e lama, por cerca de 5 a 7 milhas. A entrada era um rio
        espelhado de lama. Ingressamos nela sem aviso e com velocidade, deixando qualquer opção ( parar, voltar, desistir, etc...) sem chance.

        Verdadeira guerra de pavor e emoção.

        Reduzi para terceira marcha a moto dançou, olho para o " peraou", da esquerda, alinhou e "encarou" o paredão e assim prosseguimos por 7 milhas ....., quando, de repente, levanto os olhos e veja na minha frente a moto do Kalica quase parando e de lado ( não sei e não vi se ele estava nela), sai do pequeno carreiro e fui para a lama lateral com cerca de 10 a15 cm/s acumulados.

        Acelerei temerosa e lentamente e moto parecia uma bateira, motor " xoxo', mais andando e derrapando.

        Pois bem tudo vencido, saímos lama e cerca de mais 30 minutos de péssima estrada, mas sem água, chegamos em Yukon River.
        Quartos e registro vencidos, quando passo pelo caminho do corredor dos quartos dos conteners, um cara sentado com mais uns 5 ou 6, gritou perguntando seu eu era também um biker". Puxa, estava paramentado e com barro até
        o pescoço, mas parei, respondi e ele perguntou de onde víamos. Respondi que era do Norte, from Prudhoe Bay. Deu uma grito e disse varias vezes " are you a crazy and brainless"????, sorri e recolhi a viola.

        Durante o lanche no Restaurante no Hotel notei que eram 6 e a maioria estava de HD, cujas motos estavam estacionadas na parte de trás do Hotel e onde eu e o Kalica colocamos as nossas. O companheiro Omena, super carregado , com uma BMW 650, estacionou do lado de uma HD, bem próximo, como de costume e deixou a moto cair, riscando uma sinaleira da moto do líder.

        Avisado por um deles que viu a queda, veio ao local e foi um horror, segundo o Kalica e o Omena, eu estava no restaurante.. O cara tentou derrubar a moto, ofendeu o Omena, faz ameaças de agredi-lo, pediu uma arma para o outro ... Um caos e constrangimento.

        O dito tinha dois metros de altura e dois e meio da largura. Um back bear. Não estava local providencialmente pois teria corrido para o mato e enfrentaria um bear marom.....he he ... O local não tem qualquer segurança.

        Nao há socorro ou policial.

        Ficamos tensos durante a noite pois o Cara poderia sabotar nossas motos. Tudo era possível, pois havia bebido muito segundo o Omena.

        Nada ocorreu e pela manhã levantamos vôo. O Kalica conversou com um deles que informou que retornaram quadro chegaram
        na lama que havíamos passado. Encontramos os caras na estrada, logo depois do Hotel e passamos por eles deixando de troco nossa poeira.

        No mais, dormimos em Fairbanks e no, dia seguinte, começamos a volta em direção ao Yellowstone Park, Wy, onde o Júnior morou para visitar o Mike e, de lá, para Marietta e depois para o Brasil.

        Total rodado até agora. Com 30 dias, 10.122 milhas.

        O Omena, amigo do Kalica foi para Anchorage e o Kalica vai esperar a esposa em Chicago, onde desço para Marietta.
        Abraços aos amigos.
        Chedid

        Comentário

        • Cesar Macedo
          Administrator
          • Sep 2011
          • 285

          #19
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          Os Fazedores de Chuva, enquanto viajam, fazem amigos, como este casal de Los Angeles que enfrentou a Dalton Highway até o Topo do Mundo, em pose especial com o Chedid e o Kalika.
          Última edição por Dolor; 18-08-12, 18:47.

          Comentário

          • Dolor
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2011
            • 3250

            #20
            Fazedores, que barra, heim?

            Esta reação do troglodita foi em função da frustração de não ter conseguido vencer a Dalton Highway.

            Ele não sobreviveu a ela!

            Vocês conseguiram e ele, se fosse uma pessoa sensata (claro que não é pela reação) deveria no lugar da agressão, ter trocado toda a revolta, por carinhos de reconhecimento pelo feito que vocês tiveram a ousadia de desafiar.

            Vocês fazem parte daquela minoria "dos poucos que fazem".

            Um orgulho e uma inspiração para todos nós!

            Valeu!

            Abraços
            Dolor

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            • eduardo prata
              Fazedor de Chuva

              • Sep 2011
              • 18

              #21
              Olá GCFC's Kalika, Chedid e Omena nossos novos heróis parabéns pela belaaventura, estamos felizes. Este caras ficaram mesmo e frustados, como nosso lema ir ao Alaska! Percorrendo as três Américas e para poucos. Recuar! Só se for para frente! essa e só para os fazedores de chuva. Estamos aguardando todos no dia 15/11/2012 com banda e tudo. Kalika valeuuuuuu mão na lata.......

              Comentário

              • eduardo prata
                Fazedor de Chuva

                • Sep 2011
                • 18

                #22
                Vocês levaram chatieauneuf Du pape safra 1991? Todos os GCFC tomaram um gole com vocês festejando essa grande conquista. Senti a adrenalina subir com o relato da barra na Danton hw e com o babaca do gringo. Mão na lata.....

                Comentário

                • Dolor
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2011
                  • 3250

                  #23
                  Que linda esta foto dos Caciques Fazedores de Chuva Chedid e Kalika, na Dalton Highway, depois de baterem com os costados em Prudhoe Bay, lá em cima no norte do Alasca, unindo as nossas Américas.

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                  Neste momento, o Cacique Omena segue viagem pelo Alasca, o Kalika, direcionado para Chicago e o Chedid para a Georgia, ligados os três pelos sentimentos de terem tornado realidade o sonho que alimenta os motociclistas do mundo inteiro, de cruzarem a nossa América, do seu extremo sul ao seu extremo norte.

                  Toda a nossa admiração, respeito e agradecimentos pela inspiração.

                  Comentário

                  • Dolor
                    Fazedor de Chuva

                    • Mar 2011
                    • 3250

                    #24
                    Iniciei a viagem em Marietta, GA, no dia 18 de agosto de 2012, indo para Las Vegas onde encontrei o Kalica e Omena.

                    De lá partimos para o Alaska.

                    Já fiz os registros resumidissimo, deixando a volta sem narrativa, o que faço agora, rapidamente.

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                    Roteiro de ida para Prudhoe Bay, AK

                    Na saída de Fairbanks o companheiro Omena se despediu e foi para Anchorage, enquanto o Kalica e eu formos para Whitehorse e depois em direção a Edmonton, Calvary e Banff, passando por outras HW e cidades.

                    Registro especial para Muncho Lake.

                    Percorremos 200 kms entre as montanhas rochosas, em vales paradisíacos e paisagens nunca vistas ou imagináveis.

                    As HWs sao desconfortais, muitos buracos e ondulações perigosas, atalhos obras a todo momento. Pouco trafico e muita foto.

                    Não há problema de abastecimento, basta muita atenção e nunca deixar de reabastecer sempre que possível. Nunca usamos, em todo o percurso, a gasolina extra.

                    Edmonton e Calgary são pilotáveis como grandes cidades.

                    Tudo, sem exceção, ia melhorando na proporção de nossa aproximação com o Sul canadense. Estradas melhores, exatamente após o término da Alaska Highway, de 1510 milhas, as propriedades ribeirinhas, vilas, cidades.

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                    Roteiro da volta para Marietta, GA

                    Hotéis, carros e até outros pássaros além do Raven. Os restaurantes e hotéis foram os mais sentidos. Banff, nas montanhas, lembra Gramado e Canela na serra gaúcha. De la fomos para Great Falls, em Montana, Usa ( a imigração é mais rápida do que os pedágios ).

                    Cruzamos o Yellowstone e fomos dormir em Cody, cidade que abrigou o Júnior na High school.

                    Visitamos o Mike e a Theo, que ficaram radiante com nossa chegada, tanto que ele suspendeu suas aulas, pois estava nos monitorando pelo Findmespot.

                    Visitamos o Museo do Buffalo Bill, famoso William Frederico Cody, como sua velha história constestada pelos Índios. Há notícias de que ele teria exterminado mais de 6 milhões de Bisons.

                    O parque é umas das maravilhas da natureza, com muitos animais.

                    Partimos de Cody em direção a Chicago.

                    Nos separamos em Sioux Falls.

                    Eu estou em Columbia, MO e o Kalica já chegou em Chicago e aguarda sua esposa que vem do Brasil.

                    Prossigo a viagem, passando amanha por Nasheville, TN, onde vou assistir a um espetáculo de música Country.
                    Abs. Chedid

                    Comentário

                    • Dolor
                      Fazedor de Chuva

                      • Mar 2011
                      • 3250

                      #25
                      O Cacique Kalica, enquanto aguarda a sua mulher Lili, em Chicago, aproveita para curtir as maravilhas que esta belíssima cidade oferece aos seus visitantes.

                      Claro que um dos pontos de convergência de todos os motociclistas do mundo que lá chegam é se dirigirem para o marco zero da Route 66, a Mother Road ou ainda a Main Street of America, que inicia em Chicago e vai até Santa Monica, na California.

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                      Mas afinal de contas ela fica na Jackson Blvd ou no Adam St?

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                      Como americano não põe prego sem estopa, aproveitam para faturar de qualquer maneira, nem que seja plantando dúvidas nas cabeças dos visitantes.

                      Como a Jackson dá "mão" para o leste, a alternativa foi fazer a saída para o oeste pela Adams Street. Mesmo que para os puristas de plantão o marco zero seja um pouquinho mais afastado destes pontos, para nós simples mortais, o que interessa é que estamos na área, especialmente o nosso aventureiro Kalica, que nos orgulha com a viagem feita pilotando a sua Gold Wing, desde Florianópolis, SC, por mais de três meses, até Prudhoe Bay, no norte do Alasca, onde a América se entrega para o Oceano Ártico, quando o sonho de todos os motociclistas se transformam em realidade, exercitando ao pé da letra o slogan dos FC:

                      "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

                      Kalica, desejamos ótima estada nesta que é a terceira maior cidade dos Estados Unidos, gostosa de se andar, de se respirar este agradável ar do meio oeste, com as suas extraordinárias universidades, museus, arquitetura, bares e "blues", e acima de tudo, ideal para se namorar, especialmente porque a Lili está chegando.

                      Muitas felicidades são os nossos votos e tu és uma inspiração para todos nós!

                      Obrigado por nos levares junto dos teus sonhos!
                      Última edição por Dolor; 28-08-12, 00:28.

                      Comentário

                      • Dolor
                        Fazedor de Chuva

                        • Mar 2011
                        • 3250

                        #26
                        Cheguei nos USA no dia 16 de julho de 21012 e retornei da viagem cim destino a Prudhoe Bay/Deadhorse no dia 26 de agosto de 2012, com 4 kg a menos e cerca de 132 toneladas de satisfação e orgulho de ter completado a missão idealizada.

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                        Passei pelos seguintes Estados, sendo com o Calica e o Omena a partir de Las Vegas, ficando o Omena em Fairbanks e o Kalica em Siuox Falls.

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                        Eis os Estados ( atendendo os insistentes pedidos 2, 1 ) : Geórgia, Alabama, Mississipi, Arkansas, Oklahoma, New México,
                        Arizona, Nevada, Uta, Califórnia, Oregon,Whashington, ingressando no Canadá por Vancouver e indo até Prudhoe
                        Bay/Deadhorse, Alaska, com retorno e reingeessando nos USA por Montana, Wyoming, South Dakota,Minnesota, Nebraska,
                        Iowa, Illinois, Missouri, Alabama, Tennessee e Geórgia.

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                        Rodei 13.534 milhas ou 21.616 kms, quilometragem superior a feita em 2005 de Florianópolis a Vancouver, no Canadá.

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                        Deixei na estrada 4 quilos, porém adquiri algo em torno 123 mil toneladas imutáveis de satisfação, alegria e a honra da missão cumprida.

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                        O Calica acho que deixou mais coisa na estrada.

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                        Vou mandar mais alguns fotos.

                        Volto amanha para a pátria amada.
                        Abs
                        Chedid

                        Comentário

                        • Dolor
                          Fazedor de Chuva

                          • Mar 2011
                          • 3250

                          #27
                          O nosso Fazedor de Chuva Kalica é uma pessoa que tem feito algumas realizações incríveis, entre elas, esta memorável viagem que faz, pois continua na estrada, ligando o Brasil, desde Florianópolis, SC, até Prudhoe Bay, lá em cima onde o Alasca se entrega para o Oceano Ártico, com a sua Goldwing.

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                          Isto mesmo, todo este trajeto e estes milhares de quilômetros, que já passaram dos 45.000, fez em cima da sua amada Goldwing!

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                          Agora, com o "bater do ponto" em Key West, lá no final da América, onde ela se transforma em Caribe, o Kalica continua nos dando um lindo e grande exemplo de coragem, determinação, e acima de tudo, de inspiração.

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                          E você Fazedor de Chuva, está esperando o que?

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                          • Dolor
                            Fazedor de Chuva

                            • Mar 2011
                            • 3250

                            #28
                            Que belo gesto teve o nosso FC Kalica quando cruzou, desde a fronteira com o Canadá, os Estados Unidos, não com o objetivo de ir até o seu extremo sul, em Key West, em cumprimento ao desejo de ligar os seus extremos desde Prudhoe Bay, no norte, até este último.

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ID:	157739

                            O que o motivou a viajar milhares de quilômetros foi o desejo irresistível de prestar as suas homenagens ao decano dos Fazedores de Chuva, o Hans Karlsson, o nosso GCFC The Biker, no alto dos seus 86 anos, que vive em New Orleans, Lousiana e que ainda tem a moto como o seu principal meio de realizações.

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                            Momentos de muita emoção e carinho viveram estes dois grandes motociclistas, que nos inspiram e nos orgulham!

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                            Parabéns Kalica pelo gesto e parabéns ao Hans, por esta nova rica amizade!

                            Continuamos na expectativa da presença do GCFC The Biker no VIII Encontro Intl dos Fazedores de Chuva, em Vitória, ES, durante o período de 15 a 17 de novembro, uma vez que já temos a confirmação da presença do Kalica.

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