Gaúcho em Terras Paranaenses

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #16
    13/399 Irati-PR

    Irati é um município brasileiro do estado do Paraná. Localizada na região Sudeste do estado, sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 60 727 habitantes,[4] que é uma mescla de diferentes etnias, especialmente poloneses e ucranianos que buscam manter costumes e tradições de seus ascendentes. Passam pelo município a BR-277, que corta todo o estado de leste a oeste (do Porto de Paranaguá a Foz do Iguaçu) e a BR-153, que corta o pais de norte a sul.

    Está em Irati a maior imagem de Nossa Senhora das Graças do mundo, com 22 metros de altura.

    O município teve sua origem na vila de "Covalzinho". Na década de 1890, quando os trilhos da Estrada de Ferro São Paulo/Rio Grande do Sul passaram pela vila, foi ali instalada uma estação ferroviária que recebeu o nome de "Iraty". Isso fez a vila crescer e se tornar importante. Posteriormente, o nome Covalzinho acabou sendo lentamente esquecido, ficando a vila conhecida apenas pelo nome da estação ferroviária. Em 15 de julho de 1907, já elevada a distrito, teve sua emancipação política decretada, desmembrando-se do município de Imbituva. O movimento foi liderado pelo Coronel Emílio Baptista Gomes, que acabou por se tornar o primeiro prefeito.

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      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #17
      14/399 Imbituva-PR

      Imbituva é um município brasileiro do estado do Paraná. Está localizado na região centro sul, há 900 metros acima do nível do mar e sua população estimada em 2013 segundo o IBGE é de 30.359 habitantes. Área total: 756,531 km²

      Em 1809, uma expedição rumo aos Campos de Guarapuava penetra no território onde, hoje, encontra-se o município de Imbituva. Na época de sua fundação, em 1871, o local era chamada de "Arraial do Cupim", devido à conformação geológica de um destes pousos de tropeiros.

      Às margens do histórico caminho de Viamão, repleto de tropeiros e marchantes, foram aparecendo, desde o Rio Grande do Sul até São Paulo, os pontos de “pouso”, os marcos, origem das cidades dos Campos Gerais. Desde então “Cupim” passou a ter destaque entre os “pousos” preferidos pelos tropeiros. Em 1871, o bandeirante, Antonio Lourenço, natural de Faxina, então capitania de São Paulo, abandonando o comércio de tropas, atraiu companheiros e fixou-se em Cupim com alguns companheiros, iniciando a construção da Vila. É considerado o fundador de Imbituva.

      Os primeiros povoadores eram procedentes da então Capitania de São Paulo, aos quais juntaram-se outros, todos da mesma procedência. A nova povoação não tardou a receber a influência de colonos alemães, poloneses e russos, que deram notável contribuição ao seu desenvolvimento. Os colonos alemães fixaram residência na direção da estrada que mais tarde ligaria Imbituva a Guarapuava. Também os italianos, em 189, adquiriram terras em Cupim e iniciaram a fundação de uma colônia. A freguesia foi criada em 1876, com sede no lugar denominado Campo do Cupim. Em 1881, foi elevada à categoria de vila, com denominação de Santo Antônio do Imbituva, vinculada ao Município de Ponta Grossa. Recebeu foros de cidade em 1910, passando a denominar-se apenas Imbituva, em 1929. O topônimo surgiu em virtude da existência de um rio com igual nome, junto à cidade. Aos habitantes do município dá-se o nome de imbituvenses.

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        • Mar 2016
        • 2943

        #18
        15/399 Carambeí

        Carambeí é um município brasileiro localizado no interior do estado do Paraná, na região dos Campos Gerais. O município de Carambeí pertence à Mesorregião do Centro Oriental Paranaense e à Microrregião de Ponta Grossa. Estende-se por uma área de 649,7 km², tendo uma população estimada em 2017 de 22.282 habitantes.

        Carambeí tem sua origem numa fazenda que era parada obrigatória no Caminho do Viamão entre a região centro-oeste do Rio Grande do Sul e o estado de São Paulo. Foi fundada em 4 de abril de 1911 por um grupo de imigrantes holandeses e desenvolveu-se a partir da Cooperativa Batavo (atual Cooperativa Frísia).-PR

        O nome Carambeí origina-se da língua indígena tupi-guarani e significa "rio das tartarugas", e é a junção dos termos carumbé (carambé) que significa tartaruga e y (í) que significa rio.

        Antes da colonização europeia o atual território de Carambeí estava originalmente habitado por tribos de índios. A ocupação do território de Carambeí por europeus iniciou-se na primeira década do século XVIII, quando foi estabelecida uma fazenda que era administrada por uma família portuguesa.[7] No século seguinte, a sede da Fazenda Carambeí (Pousada da Sinhara) tornou-se ponto de parada e de descanso para os tropeiros que seguiam rumo ao mercado principal de Sorocaba através da chamada Estrada da Mata.[8] Aproximadamente cento e sessenta anos depois, a empresa ferroviária Brazil Railway Company adquiriu a fazenda para fins de colonização europeia.

        A história do município começa no início do século XX com a chegada de imigrantes neerlandeses. Com o incentivo do governo brasileiro imigrantes neerlandeses, oriundos das províncias da Holanda do Sul e da Frísia e também da antiga colônia holandesa Índias Orientais Holandesas, imigraram para o Brasil e estabeleceram-se na antiga Fazenda Carambeí, no estado do Paraná, formando um povoado designado com o nome de Vila de Carambeí. Chegando em Carambeí em abril de 1911,[9] encontraram outros grupos de imigrantes que estavam construindo uma ferrovia para a empresa Brazil Railway Company.

        Em virtude do centenário da chegada dos primeiros imigrantes neerlandeses em Carambeí o ano de 2011 foi designado como o 'Ano da Holanda no Brasil' em comemoração dos 100 anos da Imigração Holandesa no Paraná.

        Em 1966, através da lei estadual 5436 de 24 de dezembro, a Vila de Carambeí tornou-se distrito do município de Castro.[8] Aproximadamente vinte e sete anos depois, o Distrito de Carambeí foi elevado à categoria de município pela lei estadual n° 11225, em 13 de dezembro de 1995, sendo instalado no dia 1 de janeiro de 1997.

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          • Mar 2016
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          #19
          16/399 Castro-PR

          Castro é um município brasileiro do estado do Paraná. Às margens do Rio Iapó, tem um potencial turístico devido ao relevo privilegiado (Canyon Guartelá e às belezas próprias da região dos Campos Gerais). Sua fundação ocorreu em 1778 e fez parte do caminho obrigatório para os tropeiros que iam de Viamão até Sorocaba, tendo forte origem no tropeirismo. Possui o primeiro Museu do Tropeiro do Brasil, fundado na gestão do prefeito Lauro Lopes.

          Castro surgiu às margens do histórico Caminho de Sorocaba, que ligava esta cidade paulista a Viamão, na antiga Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. Inicialmente, o atual município de Castro foi um "pouso de tropeiros" à beira da antiga via, ponto de passagem de tropeiros e gado que iam à feira de Sorocaba. Segundo Milleit de Saint' Adolphe, esta região era morada de aborígenes, notadamente os guarapiabas, do grupo tupi. Também há o registro de ataques de índios caingangues aos tropeiros e colonos que circulavam pela região no século XIX.

          Sua área é de aproximadamente 2.531,506 km², representando 1,2701% do estado, 0,4492% da região e 0,0298% de todo o território brasileiro. Situa-se no Primeiro Planalto, estando a 988 m acima do nível do mar. A distância de Curitiba é de 159 km. Sua população em 2010 era de 67 082 habitantes, conforme censo demográfico, e sua estimativa em 2019, conforme dados do IBGE, era de 71 484 habitantes.

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            #20
            17/399 Ventania-PR

            O município está localizado na região dos Campos Gerais, no segundo planalto paranaense. Possui uma área é de 759 km² representando 0,381 % do estado, 0,1347 % da região e 0,0089 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 24°14'45" sul e a uma longitude 50°14'34" oeste, estando a uma altitude de 1013 metros. Sua população estimada em 2015 era de 11.093 habitantes.

            De origem geográfica, em referência à Fazenda Ventania, que tem esta denominação em função de um devastador tufão, que varreu a região em meados de 1870.

            A partir do ano de 1855 com a colonização do Jataí, no norte do Paraná, formou-se uma picada no sentido sul, vislumbrando-se a possibilidade de povoamento em novas áreas do Paraná, que não os Campos Gerais, o de Guarapuava e o já povoado sul do estado.[5] Muitas famílias do segundo e terceiro planalto se aventurarem naquela região, em busca de ampliar os negócios. Há que se levar em conta, a facilidade de aquisição de áreas de terras naquela época, bastando um mínimo de recursos e muita coragem para enfrentar as adversidades inerentes ao desbravamento de sertões.

            Nas cercanias do que hoje é o município de Ventania, foi organizada e implantada ainda no século XIX, uma propriedade agrícola denominada Fazenda Fortaleza, uma das mais antigas da região.[5] Por volta de 1870, um violento tufão assolou uma extensa área da fazenda, causando um enorme rastro de destruição. Como o fenômeno arrasou a mata, os empregados da fazenda resolveram tirar proveito da situação após constatarem que o efeito do tufão assemelhava-se à uma "derrubada". Então atearam fogo na mata retorcida pelo vento e ressequida pelo tempo. As terras, após a queimada, estavam prontas pra receber sementes de milho, feijão e arroz, e desde então o lugar ficou conhecido como "Invernada da Ventania", graças ao tufão providencial.

            Em 1892, o castrense Francisco Pinheiro das Chagas adquiriu dos herdeiros de Manoel Ignácio do Canto e Silva, a antiga Fazenda Fortaleza, que nesta época já era chamada de Invernada da Ventania. Com o passar dos tempos, o novo adquirente daquelas terras passou a assinar seu nome como Francisco das Chagas Ventania, permitindo que seus descendentes também ficassem conhecidos por esta alcunha que se transformou em sobrenome.

            O povoado de Ventania passou a ganhar consistência e passou a figurar nos mapas rodoviários a partir da construção do ramal ferroviário, que ligava Joaquim Murtinho à Fazenda Monte Alegre (indústrias de papel Klabin), ocasião em que foi construída a Estação Ferroviária de Ventania.

            Pela Lei Estadual nº 790, de 14 de novembro de 1951, foi criado no município de Tibagi o Distrito Administrativo de Ventania, o qual englobou também as terras da Fazenda Monte Alegre. Pela Lei Estadual n° 4.445, de 16 de outubro de 1961, foi oficialmente criado o Distrito Administrativo de Cidade Nova, também no município de Tibagi. Em 5 de julho de 1963, através da Lei Estadual n° 4.738, sancionada pelo governador Ney Braga, o distrito de Cidade Nova foi elevado à categoria de município emancipado, com território desmembrado do município de Tibagi, a qual englobou as terras da Fazenda Monte Alegre. Mais tarde, em 13 de outubro de 1964, pela Lei Estadual n° 371, Ventania transformou-se em Distrito Judiciário, com Termo na Comarca de Tibagi. Ventania tornou-se município emancipado somente no dia 14 de maio de 1990, pela Lei Estadual n° 9.244, cujo território foi desmembrado de Tibagi. A instalação oficial deu-se no dia 1 de janeiro de 1993, com a posse do primeiro prefeito municipal eleito Antônio Helly Santiago.

            Em 3 de janeiro de 2002, foi criado oficialmente no município de Ventania o Distrito Administrativo de Novo Barro Preto conforme a Lei Municipal n.º 211.

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            Última edição por Quinhones; 18-09-20, 13:02.

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              #21
              18/399 Ibaiti-PR

              Ibaiti é um município brasileiro do estado do Paraná, localizado na região conhecida como Norte Pioneiro Paranaense ou Norte Velho. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 31.142 habitantes.

              O nome Ibaiti, de origem indígena, significa "Agua da Pedra". Por situar-se numa região alta recebe o cognome Rainha das Colinas.

              Possui uma área é de 896,846 km² representando 0.45 % do estado, 0,1591 % da região e 0,0106 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 23°50'56" sul e a uma longitude 50°11'16" oeste, estando a uma altitude de 850, portanto sendo uma cidade de clima ameno tendo registrado em 1975 sua menor temperatura -5 °C, e até ocorrência de neve em 1955, nos distritos do Patrimônio do Café, Fazendinha e Amora Preta, o ponto culminante do município é o pico, denominado Pico Agudo a 1.050 m, do nível do mar.

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                #22
                19/399 Conselheiro Mairinck-PR

                Conselheiro Mairinck é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 3.843 habitantes.

                Homenagem ao Conselheiro Francisco de Paula Mayrink, antigo proprietário de terras onde está assentado o município.

                As primeiras notícias que se têm acerca da região vem do ano de 1865, quando o major Tomás Pereira da Silva adquiriu grande área de terras às margens do Rio das Cinzas. Iniciava-se aí a tomada definitiva de posse na região. O município originou-se do riacho, que mais tarde recebeu o nome de Ribeirão do Patrimônio. A denominação do povoado foi dada em 1925, período em que chegou ao lugar D. Maria de Souza, uma senhora viúva e de idade avançada, que trouxe junto seu filho João de Souza. Esta família ocupou terras que eram de propriedade do Conselheiro Francisco de Paula Mairinck.

                D. Maria ergueu o primeiro rancho, que se tornou o marco inicial da povoação. Em pouco tempo chegaram Antonio Valério, Maria José Paranhos Mairinck, Francisco Natel de Carvalho, Inácio da Cruz, Pedro Sebastião, Vitório Rodrigues Daniel, Francisco Rodrigues de Siqueira, Lourenço Nunes, Domingos Ferreira de Quadros, Vitório Correia, Antonio Moreira e José Olímpio, muitos vinham com seus familiares e se lançavam ao trabalho, tanto no comércio quanto na agricultura.

                Possui uma área de 205 km² representando 0,1027 % do estado, 0,0363 % da região e 0,0024 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 23°37'48" sul e a uma longitude 50°10'08" oeste, estando a uma altitude de 520 m.

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                  #23
                  20/399 Santo Antonio da Platina-PR

                  Santo Antônio da Platina é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população foi estimada em 46 251 habitantes, conforme dados do IBGE de 2020.

                  Geograficamente localizada em ponto estratégico, fica a aproximadamente 370 km da capital do Estado, Curitiba e a 400 km de São Paulo. Possui uma área é de 721,625 km² representando 0,3621 % do estado, 0,1281 % da região e 0,0085 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 23°17'42" sul e a uma longitude 50°04'38" oeste, estando a uma altitude de 520 m.

                  A colonização do norte pioneiro, na metade do século XIX, foi feita, primeiramente, pelos mineiros provenientes do sul de Minas Gerais, das cabeceiras do Rio Sapucaí. Os mineiros do norte pioneiro só faziam posse se a terra possuísse água; procuravam, principalmente, a cabeceira de um riacho. O dono da cabeceira é dono da água e do terreno que a acompanha até o fim, quando o riacho desaguava num rio maior.

                  No ano de 1853, a história do Paraná tem início com a lei de 29 de agosto que desmembrou a Província de São Paulo. Zacarias de Góis foi o primeiro presidente e Curitiba a primeira sede da nova província. Em julho de 1854, instalou-se a Assembleia Legislativa, até então, um deserto demográfico utilizado como passagem pelos criadores de gado do Rio Grande do Sul em busca de mercado em São Paulo e Minas Gerais. A abertura de estradas e, a partir de 1880, de ferrovias, acelerou a ocupação. As famílias de mineiros e paulistas, bem como de famílias portuguesas, que se estabeleceram primeiro na Platina (hoje, um povoado) e posteriormente, migraram para onde atualmente estão localizadas as principais instalações da cidade.

                  A cidade recebeu também inúmeras famílias italianas, como as famílias Rusolen (vinda de Santo Stino di Livenza) e Marchesin (vinda de Caorle), ambas da Província de Veneza, por volta de 1892; e também outras famílias italianas como os Bertolini, Bartolomei (de origem toscana), os Bolognese (de Píncara, Rovigo), os Dal Bianco (originária de San Mareno di Piave, Treviso), os Paiola e Lavorato. Há também famílias espanholas, como a família Marmol, vinda de Málaga, que foi importante no início da cidade. Temos também na cidade famílias de origem alemã como os Altvater, os Spitzer, os Bachtold, os Hinterlang, os Gerlach, os Koepsel, Auersvald, Granemann, Läpping, uma família Suíça, os Reich, e ainda os holandeses, os Loman.

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                    #24
                    21/399 Jacarezinho-PR

                    Jacarezinho é um município brasileiro do estado do Paraná. Pertence a mesorregião do Norte Pioneiro Paranaense e a microrregião que leva seu nome, localiza-se, portanto, ao norte da capital do estado distando desta 385 km. O município ocupa a área de 602,526 km², possuindo 2,25 km² de perímetro urbano. Com população estimada em 39.435 habitantes, Jacarezinho é o 42° município mais populoso do Estado do Paraná. Está a 1026 km de Brasília, capital federal do Brasil.

                    As primeiras tentativas de colonização conhecidas datam do século XIX. Constitui-se um dos primeiros polos de desenvolvimento agrícola do estado, e sua colonização foi realizada por fluminenses, paulistas e mineiros. Criado pela Lei n°522, de 2 de abril de 1900, o município recebeu inicialmente o nome de Nova Alcântara. Em 3 de março de 1903, todavia, pela Lei n°471, a cidade recebeu o nome de Jacarezinho.

                    Inicialmente, a economia da cidade girou em torno da produção agrícola. Houve a era do café, e posteriormente, a substituição do café pelas lavouras de cana-de-açúcar e pastagens. O incremento de novos produtos com cotação no mercado externo e interno como a soja, o algodão e o trigo vieram a partir da década de 1970, sobretudo após a Geada Negra que atingiu o Norte-Pioneiro em julho de 1975. A dependência ao 1º setor persiste, e ainda hoje grande parte a economia gira em torno da agropecuária, mais precisamente, das usinas de cana-de-açúcar instaladas no município.

                    Possui uma área de 602,526 km² representando 0,3023 % do estado, 0,1069 % da região e 0,0071% de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 23°09'39" sul e a uma longitude 49°58'08" oeste, estando a uma altitude de 435 m. Aproximadamente 2,25 km² do município encontra-se em perímetro urbano.

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                      #25
                      22/399 Bituruna-PR

                      Bituruna recebeu status de município pela lei estadual n.º 253 de 26 de novembro de 1954, com território desmembrado de Palmas.

                      Sua população estimada em 2017 era de 16.627 habitantes. Área total 1.214,905 km²

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                        #26
                        23/399 Cruz Machado-PR

                        Em 1870 aportaram ao Paraná os primeiros imigrantes de nacionalidade polonesa, entre eles: Jeromin Durski.

                        Mais tarde, os colonos poloneses que foram chegando, instalaram-se em diversos pontos do Estado criando as Colônias de Dorizon, Mallet, Paulo Frontin e Cruz Machado, dando origem à fundação de importantes centros urbanos.

                        A criação do município de Cruz Machado, teve apoio do Governo Federal, com o fim de aproveitar, colonizar e povoar grandes áreas de terras, que se prestavam à agricultura, principal fonte de riqueza e de aculturação de imigrantes europeus. Assim, por iniciativa governamental, foi fundado a 19 de dezembro de 1910, o Núcleo Colonial Federal “Cruz Machado”.

                        Pela Lei Estadual nº 1735, de 22 de fevereiro de 1918, o núcleo foi elevado à categoria de Distrito Judiciário do município de União da Vitória e, através da Lei Estadual n°790 de 14 de novembro de 1951 sendo desmembrado definitivamente de União da Vitória. A denominação do município constitui homenagem a Antônio Cândido da Cruz Machado, Senador do Império que, em 1854, por ocasião da campanha para a independência da Província do Paraná, que fazia parte da Província de São Paulo, desempenhou papel relevante, tendo-se colocado ao lado da causa paranaense.

                        Possui uma área é de 1.477,372 km² representando 0,7417 % do estado, 0,2623 % da região e 0,0174 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 26°01'01" sul e a uma longitude 51°20'49" oeste, estando a uma altitude de 950 m. Sua população estimada em 2010 era de 28.043 habitantes.

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                          • 2943

                          #27
                          24/399 Paula Freitas-PR

                          Possui uma área é de 420,331 km² representando 0,2109 % do estado, 0,0746 % da região e 0,0049 % de todo o território brasileiro. Localiza-se a uma latitude 26°12'28" sul e a uma longitude 50°56'16" oeste, estando a uma altitude de 748 m. Sua população estimada em 2010 era de 5.431 habitantes.

                          Correm rumores que imigrantes poloneses que iniciaram a formação de colônias na região Sul do Estado paranaense deram início ao povoado de Paula Freitas por volta de 1890.

                          Município de estrutura fundiária baseada no minifúndio, possui na sua estrutura econômica a agricultura como atividade mais significativa. Grande produtor da melancia, Paula Freitas é tida como a Capital da Melancia.

                          Criado por meio da Lei Estadual nº4788 de 29 de novembro de 1963 e instalado em 8 de dezembro de 1964 foi desmembrado de União da Vitória.

                          O município de Paula Freitas está próximo ao epicentro da maior e mais importante anomalia magnética da Terra, que influi em toda a ionosfera desde a Cordilheira dos Andes até a África do Sul, no sentido Oeste-Leste, e no sentido Norte-Sul, em praticamente toda a América do Sul.

                          Para melhor estudar os fenômenos decorrentes da AMAS (Anomalia Magnética do Atlântico Sul), foi instalado na cidade o Laboratório de Pesquisas em Geomagnetismo do Instituto de Aeronáutica e Espaço conveniado à UNIBEM, chamado Campus de Pesquisas Geofísicas Major Edsel de Freitas Coutinho.

                          A finalidade principal do campus de pesquisas é o estudar as consequências da AMAS em âmbito regional e global. O local é mantido pelas Faculdades Integradas 'Espírita', UNIBEM em parceria com o Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial, Instituto de Aeronáutica e Espaço e por outros centros de pesquisa que estudam a Geofísica da região.

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                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #28
                            25/399 Rio Negro-PR

                            Rio Negro é um município brasileiro situado na região sudeste do estado do Paraná. Localiza-se a uma latitude 26º06'21" sul e a uma longitude 49º47'51" oeste, estando a uma altitude de 780 metros. A área total do município é de 604,63 km² e a sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 33.922 habitantes.

                            É limítrofe ao estado de Santa Catarina, através do rio Negro, tendo sua sede integrada à cidade vizinha de Mafra, formando um aglomerado urbano de cerca de 90.000 habitantes; fenômeno típico de cidades irmãs, localizadas em margens opostas nos pontos de travessia de rios de grande porte, apresentando uma simbiose no relacionamento socioeconômico, comportando-se como uma cidade única. A região destaca-se também no setor de transportes, sendo cortada pelo principal corredor de transporte rodoferroviário que liga a Região Sul às demais regiões do País (BR-116 e tronco da América Latina Logística) e ainda pela BR-280.

                            A partir de 1730, o governador da Capitania de São Paulo, D. Antonio da Silva Caldeira Pimentel, determinou que se abrisse uma via de comunicação com Viamão, Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, com o objetivo de alcançar a feira de Sorocaba, em São Paulo. Surge então a "Estrada do Mota", numa referência ao seu executor, o curitibano Manoel Rodrigues da Mota, que partiu de Curitiba, cruzou os rios Iguaçu e Negro, abrindo uma picada até o Campos de Lages. Com o passar do tempo esta via teve a denominação alterada para "Estrada da Mata". Como se observa é antiga a movimentação nessa região.

                            O núcleo de colonização que deu origem a Rio Negro, iniciou-se ao redor de um registro fiscal, na região que era conhecida como Sertão da Mata, ou Mata do Sertão.[8] Esta comunidade vivia em permanente estado de alerta, em face dos constantes ataques indígenas ocorridos. Para dar maior estabilidade à localidade, D. Francisco de Assis Mascarenhas, governador da Capitania, autorizou o estabelecimento de cinquenta casais de portugueses açorianos, que vieram do Porto de Cima (Morretes).

                            Em 1829 chegaram os primeiros imigrantes alemães ao Paraná, que deram forte impulso ao lugar. Alguns anos após houve imigração espontânea de famílias alemãs das regiões das cidades catarinenses de Joinville, São Bento do Sul, Blumenau e também do Rio Grande do Sul. Da Bukovina vieram quinze famílias descendentes de bávaros, que chegaram em 1886.

                            No ano de 1896, o município recebe foros de cidade, e seu primeiro prefeito, Joaquim Teixeira Sabóia. Desde o início de sua colonização os povoadores de Rio Negro ocuparam ambas as margens do Rio Negro, no entanto, após o acordo na Questão de Limites com o Estado de Santa Catarina, a cidade ficou dividida em duas, de um lado a cidade de Rio Negro e de outro, Mafra. Rio Negro passou a ser sede de Comarca pela Lei Estadual nº 210, de 1º de dezembro de 1896, sendo primeiro Juiz de Direito, o dr. Augusto Leonardo S. Guarita, cuja posse foi em 6 de janeiro de 1897.

                            Em Rio Negro existe o Clube de Tropeiros “Estrada da Mata”, que tem por objetivo resgatar a história dos tropeiros e do município, como surgiram, quais os primeiros moradores, sua etnia e manter um relacionamento de confraternização, amizade e lealdade, preservando os costumes e tradição do tropeirismo.

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                              • Mar 2016
                              • 2943

                              #29
                              26/399 Tijucas do Sul-PR


                              Tijucas do Sul é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2010 era de 14.526 habitantes, conforme dados do IBGE.

                              Em 1541, o solo do que hoje é o território do município de Tijucas do Sul, foi pisado por Dom Alvãr Nuñez Cabeza de Vaca, que havia desembarcado na Ilha de Santa Catarina e se destinava ao Paraguai, seguindo caminho por terra. Este homem foi o primeiro adelantado (governador) do Paraguai, sendo que neste período, as terras hoje paranaenses, pertenciam à Espanha, por força do Tratado de Tordesilhas, assinado no ano de 1494, por Portugal e Espanha.


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                              27/399 Agudos do Sul-PR


                              Agudos do Sul é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população, conforme estimativa do IBGE de 2018, era de 9 371 habitantes.

                              Os primórdios da ocupação de Agudos do Sul datam do século XIX, quando o lugar era conhecido simplesmente por Agudo, e seu território pertencia à Comarca do município de São José dos Pinhais.

                              A história registra o nome do tenente-coronel da Guarda Nacional do Brasil, José Machado Fagundes, como o principal colonizador da região.

                              Em 25 de julho de 1960, através da lei estadual nº 4.245, sancionada pelo governador Moysés Willi Lupion de Tróia, foi criado o município de Agudos do Sul, com território desmembrado do município de Tijucas do Sul. A instalação ocorreu em 18 de novembro de 1961, nesta ocasião foram empossadas as autoridades municipais eleitas.


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                              28/399 Pien-PR

                              Piên é um município brasileiro localizado no sudeste do estado do Paraná. Localiza-se na Região Metropolitana de Curitiba, a sul da capital do estado, distando desta cerca de 86 km. Ocupa uma área de 254,792 km², sendo que 0,368 2 km² estão em perímetro urbano, e sua população em 2019 foi estimada em 12 746 habitantes.

                              A sede tem uma temperatura média anual de 16,6 °C e na vegetação do município predomina a Floresta Ombrófila Mista. Com 68,77% de seus habitantes vivendo na zona urbana, o município contava, em 2009, com quatro estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é de 0,694, considerando como médio em relação ao estado.


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                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #30
                                29/399 Guaratuba-PR

                                Guaratuba é um município do estado do Paraná, no Brasil. Suas principais atividades econômicas são a pesca, a agricultura e o turismo.

                                Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 36 595 habitantes, Guaratuba é a 2ª mais populosa cidade do litoral paranaense.

                                Por volta do ano 1000, chegaram à região tribos do tronco linguístico tupi procedentes da Amazônia que expulsaram os povos que a habitavam, os tapuias, para o interior do continente. No século XVI, quando chegaram os primeiros navegadores europeus à região, a mesma estava ocupada por uma dessas tribos do tronco linguístico tupi: a dos carijós.

                                Segundo algumas fontes secundárias controversas, Guaratuba é dos mais antigos municípios do estado, estando entre os dois que foram fundados no regime colonial.


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