Bom dia aos fazedores de chuvas de todas as intensidades!!
Meu nome é Carla, tenho 50 anos e meu marido, 58. Depois de alguns anos em prol de trabalho, casa e famÃ*lia, decidimos iniciar nosso projeto antigo de ganhar estrada sem fim. Por enquanto, estamos ainda aos poucos, porque nossa filha mais nova ainda está com 16 anos e para quem tem filhos sabe, que apesar de poder deixar sozinho em casa, ainda não tem total autonomia para deixar tanto tempo em casa. Por isso iniciando, ainda, nosso projeto.
Bem, mas creio que demos um lindo passo com a aquisição de duas, sim, duas NC750. Claro que cada um tem que guiar a sua para não monopolizar aquela sensação inenarrável!
Mas foi depois de trinta anos com carteira de moto, passei os últimos dois anos e meio guiando uma NMax. Pois é, aquela scooter urbana que apelidei de Julieta.
Julieta me levou para a faculdade todos os dias, na região serrana do Rio de Janeiro, onde a mobilização urbana é praticamente inexistente e os eméritos engarrafamentos ficaram, enfim, para trás. E com isso, comecei a me tornar mais confiante em cima de duas rodas, dividindo o asfalto com ônibus, desviando de buracos, fugindo de motoristas doidos e claro, fazendo corredor chegando no sinal. A cada arrancada com o sinal verde, me sentia guiando uma espaçonave intergaláctica. Poderosa!
Com a troca meteórica de uma 160 para uma 750 foi, inicialmente, motivo para me fazer perder o sono. A maior preocupação, como creio que seja a preocupação da maioria que está agora lendo essa história, é a embreagem. Mas falo: não se enganem. O problema é a altura da moto!
Pois é. Em dois meses de uso, recebi duas multas, caÃ* duas vezes (parada na garagem) e quebrei o metacarpo da mão esquerda. 100% de aproveitamento!!
60 dias sem andar de moto. Que triste fiquei.
Não desanimei e logo em seguida, já estava com a Nenê. Esse é o apelido da NC.
Como moramos em Vila Velha/ES e deixamos nossa casa alugada em Petrópolis/RJ, precisamos viajar para receber as chaves de volta pós aluguel. Fomos de quê? As gêmeas foram, pela primeira vez, juntas na estrada. Um bate volta com 1.200Km rodados em 2 dias! Acho que foi o teste para saber se é isso mesmo que quero.
SEM DÚVIDA!! Quero mais. Quero ganhar esse mundão de meu Deus.
Quando soube dos Fazedores de Chuva, que apresentam desafios aos intrépidos motociclistas.
Well, como eu e o Josef (meu maridão) ficamos muitas vezes sem saber qual rota fazer no final de semana, pensamos em iniciar o desafio dos municipios do estado vivente.
Mas confesso que não sei como nos inscrever, como tem que fazer para cumprir e sermos reconhecidos. Alguém poderia ajudar esse inÃ*cio de nossa caminhada?
Meu nome é Carla, tenho 50 anos e meu marido, 58. Depois de alguns anos em prol de trabalho, casa e famÃ*lia, decidimos iniciar nosso projeto antigo de ganhar estrada sem fim. Por enquanto, estamos ainda aos poucos, porque nossa filha mais nova ainda está com 16 anos e para quem tem filhos sabe, que apesar de poder deixar sozinho em casa, ainda não tem total autonomia para deixar tanto tempo em casa. Por isso iniciando, ainda, nosso projeto.
Bem, mas creio que demos um lindo passo com a aquisição de duas, sim, duas NC750. Claro que cada um tem que guiar a sua para não monopolizar aquela sensação inenarrável!
Mas foi depois de trinta anos com carteira de moto, passei os últimos dois anos e meio guiando uma NMax. Pois é, aquela scooter urbana que apelidei de Julieta.
Julieta me levou para a faculdade todos os dias, na região serrana do Rio de Janeiro, onde a mobilização urbana é praticamente inexistente e os eméritos engarrafamentos ficaram, enfim, para trás. E com isso, comecei a me tornar mais confiante em cima de duas rodas, dividindo o asfalto com ônibus, desviando de buracos, fugindo de motoristas doidos e claro, fazendo corredor chegando no sinal. A cada arrancada com o sinal verde, me sentia guiando uma espaçonave intergaláctica. Poderosa!
Com a troca meteórica de uma 160 para uma 750 foi, inicialmente, motivo para me fazer perder o sono. A maior preocupação, como creio que seja a preocupação da maioria que está agora lendo essa história, é a embreagem. Mas falo: não se enganem. O problema é a altura da moto!
Pois é. Em dois meses de uso, recebi duas multas, caÃ* duas vezes (parada na garagem) e quebrei o metacarpo da mão esquerda. 100% de aproveitamento!!
60 dias sem andar de moto. Que triste fiquei.
Não desanimei e logo em seguida, já estava com a Nenê. Esse é o apelido da NC.
Como moramos em Vila Velha/ES e deixamos nossa casa alugada em Petrópolis/RJ, precisamos viajar para receber as chaves de volta pós aluguel. Fomos de quê? As gêmeas foram, pela primeira vez, juntas na estrada. Um bate volta com 1.200Km rodados em 2 dias! Acho que foi o teste para saber se é isso mesmo que quero.
SEM DÚVIDA!! Quero mais. Quero ganhar esse mundão de meu Deus.
Quando soube dos Fazedores de Chuva, que apresentam desafios aos intrépidos motociclistas.
Well, como eu e o Josef (meu maridão) ficamos muitas vezes sem saber qual rota fazer no final de semana, pensamos em iniciar o desafio dos municipios do estado vivente.
Mas confesso que não sei como nos inscrever, como tem que fazer para cumprir e sermos reconhecidos. Alguém poderia ajudar esse inÃ*cio de nossa caminhada?


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