Gaúcho em Terras Catarinenses

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #181
    171/295 Mafra-SC

    Mafra é um município brasileiro do planalto norte do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º06'41" sul e a uma longitude 49º48'19" oeste, estando a uma altitude de 793 metros a 310 km da capital Florianópolis e a 105 km de Curitiba, capital do estado do Paraná. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2019, era de 56 292 habitantes.

    Suas principais atividades econômicas são a agropecuária e indústria, além de ser um importante entroncamento rodoferroviário na região. Possui uma área de 1.406 km², que representa aproximadamente 1,47% da área total do estado; é o 4º maior município em extensão territorial de Santa Catarina (o 1º é Lages, com 2.645 km², o 2º é São Joaquim, com 1.888 km², e o 3º é Campos Novos, com 1.850 km²). O clima é temperado, com temperatura média entre 15 °C e 25 °C.

    Mafra é considerada cidade polo do planalto norte de Santa Catarina. Classificada pelo Atlas de Regiões de Influência das Cidades 2007, publicado em 2009 pelo IBGE, como um centro sub-regional B.

    Mafra tem sua história unida à de Rio Negro, no Paraná, pois antes da mudança dos limites entre os dois estados, as duas cidades faziam parte de um único município. Até o século XVIII existiam na região índios botocudos. Tornou-se após caminho e parada para tropeiros, principalmente depois da abertura da Estrada da Mata. Desbravamento, colonização e costumes, são originais dos europeus. A partir de 1894, a questão dos limites com o estado do Paraná esteve em litígio, tendo sido feito acordo entre os estados, em 28 de outubro de 1916. Em 25 de agosto de 1917, depois de sentença do Supremo Tribunal Federal, o estado de Santa Catarina tomou posse do território contestado, então, restaurando o município e demarcando seus limites. A instalação deu-se a 8 de setembro do mesmo ano, ficando Mafra à margem esquerda do rio Negro. O nome do município é em homenagem ao jurista catarinense, Conselheiro Mafra, que defendeu Santa Catarina contra o Paraná. O extrativismo da erva mate e da madeira trouxe desenvolvimento para a região, que foi conseguindo autonomia econômica, até se tornar cidade em 1917, depois da Guerra do Contestado.

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      • Mar 2016
      • 2943

      #182
      172/295 Itaiópolis-SC

      Itaiópolis é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º20'11" sul e a uma longitude 49º54'23" oeste, estando a uma altitude de 925 metros. Sua população estimada em 2019 era de 21.669 habitantes. Possui uma área de 1.295,3 km².

      O nome Itaiópolis é um hibrismo tupi-grego, formado por "ita" (pedra) + "i-ó" (molhada) + "pólis" (cidade). O significado "cidade da pedra (ou laje) molhada" pode ser por causa dos rios bem característicos da região, que apresentam em seus leitos extensos trechos de lajes (pedra com a superfície plana) sobre os quais escorre uma lâmina d'água (que mantém as lajes sempre molhadas).

      Itaiópolis teve início nas terras que se estendiam sobre uma antiga rota de tropeiros. Em lombo de mulas, os tropeiros eram responsáveis pelo elo comercial entre sudeste e sul do Brasil. Há mais de uma versão sobre a criação da Colônia Lucena, que daria origem a Itaiópolis.

      Desde o início da colonização da região, houve dificuldades com o enfrentamento dos índios, com freqüentes lutas entre eles e os colonizadores europeus que chegaram para ocupar as terras. Em 1850, dezessete imigrantes alemães fundaram a cidade de Blumenau, no vale do Itajaí, marcando o início de uma história de contatos e conflitos entre os europeus e os índios Xokleng ao longo do estado de Santa Catarina.

      A Terra Indígena era localizada nos municípios de Itaiópolis, Doutor Pedrinho, José Boiteux e Victor Meirelles, e foi identificada pela Constituição Federal como tradicionalmente ocupada pelos índios Xokleng, Kaingang e Guarani, perfazendo a Terra Indígena Ibirama-La Klãnõ. Em 1926, o chefe do governo catarinense, Adolfo Konder, doou à comunidade indígena o território que ocupa atualmente, cerca de 141.565.866,02m2.[14] Foram agrupados na Reserva José Boiteux, Reserva Ibirama ou Reserva Duque de Caxias, que ocupava as cidades de: José Boiteux, Victor Meirelles, Doutor Pedrinho e Itaiópolis. Inicialmente denominada Posto Indígena Duque de Caxias, foi criada pelo chefe do governo catarinense, Adolfo Konder, em 1926. Em 1965 foi oficialmente demarcada e em 1975 recebeu o nome de Ibirama. A reserva, porém, não teve a prosperidade esperada, apresentando constantemente desavenças, especialmente nas tentativas de introduzir a agricultura, contrária a sua cultura, baseada na coleta, e também devido à introdução de estranhos na reserva.[15][16][17] Em 13 de agosto de 2003, pela portaria nº 1.128 do Ministério da Justiça, foi declarada de posse permanente dos grupos indígenas Xokleng, Kaingang e Guarani a Terra Indígena Ibirama-La Klãnõ, ali localizada.

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        • Mar 2016
        • 2943

        #183
        173/295 Papanduva-SC

        Papanduva é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º22'13" sul e a uma longitude 50º08'40" oeste, estando a uma altitude de 788 metros. Sua população estimada em 2011 era de 18.013 habitantes. Possui uma área de 777,31 km².

        A história de Papanduva começou em meados do século XVIII, quando viajando pelo famoso Caminho das Tropas, levando muares do Rio Grande do Sul até a Feira de Sorocaba, em São Paulo e transportando pelo território do município, preferiam-no como um de seus pontos de pouso e sesta, isto é, aí paravam para acampar, descansar e dormir. Uma das coisas que motivaram esta preferência, que eles chamavam papanduva, originando-se daí o nome do município.

        Por volta de 1828, os primeiros moradores, procedentes do Paraná estabeleceram-se no município, dedicando-se à economia da pecuária, da agricultura de subsistência e principalmente do extrativismo vegetal da erva-mate. Sabe-se que entre os pioneiros estavam: Manoel Amora, famílias Haas, Mendes, Lisboa, Almeida, Furtado

        Mas a colonização, propriamente dita, começou em torno de 1880, com os imigrantes ucranianos e poloneses, durante o Segundo Reinado.

        Papanduva também sofreu as consequências da Questão de Palmas e da Guerra do Contestado.

        Em 1917, era distrito de Canoinhas e a Lei Estadual nº 133, de 30 de dezembro de 1953, elevava o distrito à categoria de município. A nova comuna foi instalada em 11 de abril de 1954.

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          • Mar 2016
          • 2943

          #184
          174/295 Major Vieira-SC

          Major Vieira é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26°22'04" sul e a uma longitude 50°19'41" oeste, estando a uma altitude de 786 metros. Sua população estimada em 2019 foi de 8.103 habitantes. Possui uma área de 523,270 km².

          A história de Major Vieira está intimamente ligada a Canoinhas. Nos fins do século passado, os tropeiros cruzavam o território com seus animais, do Rio Grande do Sul a São Paulo, interessados pela rica terra, e fixavam residência em Colônia Vieira. Major Vieira foi considerado uma das maiores personalidades presentes na guerra do contestado e hoje uma das mais influentes personagens da História desse país, o Major Tomaz Vieira foi o primeiro superintendente de Canoinhas - SC, onde deixou sua marca na história com descendentes no município de São José da Boa Vista no norte pioneiro do Paraná, e deu origem ao nome do Município de Major Vieira localizado no no norte do Estado de Santa Catarina - SC.

          Pela Lei n° 195 de 23 de janeiro de 1924 foi criado o Distrito de Colônia Vieira. A criação do Município de Major Vieira ocorreu através da Lei Estadual n° 663, de 23 de dezembro de 1960, sendo sua instalação oficializada em 23 de janeiro de 1961. Os primeiros habitantes de Major Vieira foram: Joaquim Borges de Lima, Teodoro Bueno de Oliveira, Luciano J. de Paula, Otávio Fernandes de Souza, Gustavo Knoll, Augustinho Moraes dos Santos, Polidório de Oliveira e outros. Possui colonização alemã, italiana, polonesa e ucraniana.

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            • Mar 2016
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            #185
            175/295 Monte Castelo-SC

            Monte Castelo é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º27'44" sul e a uma longitude 50º13'52" oeste, estando a uma altitude de 820 metros. Sua população estimada em 2011 era de 8.346 habitantes.

            Com a resolução nº 1/62, de 14 de fevereiro de 1962, da Câmara Municipal de Papanduva, ratificada pela lei estadual nº 818, de 23 de abril de 1962, foi criado o município de Monte Castelo. O nome Monte Castelo, foi uma homenagem aos expedicionários brasileiros que participaram da II Guerra Mundial, na tomada de Monte Castelo na Itália.

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              • 2943

              #186
              176/295 Timbó Grande-SC

              Características geográficas
              Área total 596,942 km²
              População total (Censo IBGE/2010[2]) 9.856 habitantes

              O povoamento de Timbó Grande teve início com a vinda das famílias Alves de Almeida, Castro e Matos.

              Os primeiros habitantes do município foram os índios dos grupos Caingangues, conhecidos como coroados e os Xoklengs, conhecidos como bugres ou botocudos que eram nômades e moravam em malocas (choupanas de pau-a-pique, cobertas de palha) e se alimentavam de caça, pesca e frutos da terra. Hoje, já não existem mais índios no município.

              Os primeiros imigrantes que vieram para a região foram italianos, alemães e famílias polonesas. O povo Timbó-grandense é uma mistura de várias raças, inclusive a indígena.

              O nome do município deve-se à existência de grande quantidade de Timbó que é um cipó que os índios utilizavam em suas pescarias. A palavra "Grande" foi acrescentada para diferenciar este município do já existente próximo a Blumenau.

              Há poucos registros sobre a história de Timbó Grande. Um fato marcante aconteceu em 17 de dezembro de 1915, quando, em plena Guerra do Contestado, o lugar foi atacado por jagunços, existindo vários deles enterrados no cemitério Santa Maria.

              Timbó Grande foi vila de Curitibanos e depois passou a ser distrito de Santa Cecília, do qual se emancipou em 26 de abril de 1989 tendo o município sido oficialmente instalado em 1 de Janeiro de 1990.

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                #187
                177/295 Santa Cecília-SC

                Santa Cecília é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 26º57'39" sul e a uma longitude 50º25'37" oeste, estando a uma altitude de 1100 metros. Sua população é de 16.740 habitantes, segundo o Censo 2010 realizado pelo IBGE.

                O coração do estado de Santa Catarina, inicialmente habitado por índios das tribos Kaigang e Xoclengs, foi passagem dos padres Jesuítas, de Bandeirantes e de Tropeiros Paulistas. O tropeirismo foi a atividade responsável pelo início do povoamento do local onde hoje está o município de Santa Cecília-SC, pois ali era ponto de parada dos mesmos ainda no século XVIII.

                O povoamento mais intenso do Município de Santa Cecília, entretanto, teve início no Brasil Império, entre os anos de 1840 e 1855, quando houve a política de colonização do sul do Brasil, em que famílias oriundas, em sua maioria, da Alemanha, como Goetten, Arbegaus, Granemann, Gaudencio, Rauen, Hau, e Driessen, dentre outras, foram instaladas no território local pelo Capitão José Ferreira de Souza, o qual, no ano de 1840 recebeu do Governo Imperial uma "Sesmaria de Terras", abrangendo a região compreendida entre o Rio das Pedras e o Rio Tamanduá, cujas margens serviam de pouso para os tropeiros que faziam o caminho Rio Grande do Sul - São Paulo(vice-versa).

                O atual município de Santa Cecília, nasceu na localidade denominada "Corisco", que significa raio, a qual recebeu este nome em razão dos acidentes geográficos da região favorecendo precipitações meteorológicas e pluviométricas da natureza com grande frequência de descargas elétricas, responsáveis pela morte de um tropeiro e de seu cavalo, logo no início da atividade tropeira em 1732, tornando o local conhecido como "Corisco"(nome utilizado informalmente até o princípio do séc. XX). O nome Corisco consta nos mapas do tropeirismo desde o século XVIII. Depois que os tropeiros passaram a pousar no local, ali se criou um pequeno ponto comercial e de serviços aos tropeiros, que passaram a chamar o lugar, também, de "Pousinho" e em seguida de "Povinho".

                Com a chegada dos europeus, algum tempo depois, o povoado passou a ser chamado de Rio Correntes, quando foi elevado a categoria de "freguesia", pela Lei Provincial Nº 713 de 22 de Abril de 1874. Já pelo Decreto Nº 49 de 24 de Fevereiro de 1891, foi transformado em Distrito da Paz, com denominação de "Santa Cecília do Rio Correntes" (graças à fé dos imigrantes europeus naquela santa, a padroeira do músicos). Já no século XX, o Distrito de Santa Cecília do Rio Correntes foi palco do maior conflito armado da história do sul do Brasil a "Guerra do Contestado".

                Em 31 de Março de 1938, pelo Decreto-Lei Estadual Nº 86, o Distrito foi levado a categoria de "Vila", passando então a chamar-se somente "Santa Cecília".

                A transformação em Município, ocorreu em 21 de Junho de 1958, quando a Lei Estadual Nº 348 foi aprovada, ocorrendo a instalação efetiva do Município em 05 de Agosto de 1958, o qual nasceu e se desenvolveu, basicamente, a partir da atividade madeireira, ainda hoje, seu principal filão econômico.

                Santa Cecília é uma cidade pequena, influenciada culturalmente pelos modos interioranos da fazenda, pelo caboclo serrano, oriundo da mistura do índio com os tropeiros e imigrantes europeus. O povo carrega traços da cultura tropeira, com influências paulistas e gaúchas. O modo mais rudimentar de vida da região serrana, especialmente na região do Contestado gerou, por muito tempo, a fama de que o povo local seria violento. Um rótulo ultrapassado.

                Localiza-se no planalto catarinense, de vastos pinheirais, em plena Serra Geral, sendo um dos municípios de clima mais frio em todo Brasil.

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                  #188
                  178/295 Lebon Régis-SC

                  Localiza-se a uma latitude 26º55'44" sul e a uma longitude 50º41'43" oeste, estando a uma altitude de 980 metros. Sua população em 2018 foi 12.133 habitantes. Possui uma área de 990,74 km².

                  Por volta de 1895, chegavam aos campos e matas do município os primeiros moradores vindos de várias comunidades catarinenses e paranaenses. Entre os pioneiros ou primeiros habitantes da terra destacavam-se Francisco de Souza, Nicolau Spautz, Miguel Spautz, Joaquim Pereira, Artur Barth e Alfredo de Almeida Mello.

                  A história do município de Lebon Régis está ligada às primeiras fazendas localizadas na serra da Esperança, introduzidas pelos desbravadores paulistas, após a conquista dos campos de Curitibanos, do Corisco e de São João. Já no século passado, as sesmarias possibilitaram a formação de alguns núcleos por causa do isolamento da região, foram pouco desenvolvidos. Durante a Guerra do Contestado, Lebon Régis foi palco de diversas batalhas entre jagunços e soldados, tendo em um desses conflitos, o maior número de baixas em um combate durante toda a guerra, na localidade de Santa Maria, interior do município.

                  Em 1903, na parte norte foi criado o distrito de São Sebastião da Boa Vista. Em 1938, o distrito foi elevado a vila com o nome de Caraguatá e em 1950, passou a ser chamado de São Sebastião do Sul. Ao mesmo tempo, na parte sul, na região conhecida pelos antigos como Trombudo, formou-se outro núcleo que levou os nomes de Salto do Rio dos Patos, Fazenda do Salto e de depois como Santo Antônio do Trombudo. Foi um núcleo mais fácil de progredir pois era um local de passagem de tropeiros que faziam o caminho Curitibanos – Caçador.

                  O arraial de Santo Antônio do Trombudo tornou-se distrito em 1934. Em julho do mesmo ano passou-se a chamar de Lebon Régis. Em 1938, o distrito de Lebon Régis passou a categoria de vila. Esta vila foi desenvolvendo-se e a população aumentou, chamando a atenção do governo, que em 19 de dezembro de 1958 juntou os distritos de São Sebastião do Sul e Lebon Régis, criando o município de Lebon Régis. Em janeiro de 1959, o então governador Irineu Bornhausen instalou o município de Lebon Régis. O nome do município foi uma homenagem ao general catarinense Gustavo Lebon Régis, que por ocasião da Campanha do Contestado entre 1912 e 1916, era secretário geral do Estado de Santa Catarina e traçou o primeiro ataque a Taquaruçu, um dos maiores redutos dos jagunços.

                  O território que hoje forma o município foi cenário de lutas e combates sangrentos conflitos entre os caboclos e as forças militares. Muitas foram as consequências da campanha e as pessoas idosas ainda hoje aos seus descendentes narram, as aventuras e peripécias dos monges João Maria, José Maria e do comandante Adeodato.

                  Com a instalação do município em 1959, assumiu provisoriamente a prefeitura Antônio Granemann de Souza. O município a partir da emancipação, passou por uma fase de franco progresso, abrigando indústrias madeireiras, fábricas de crina vegetal, desenvolvimento agropecuário, acelerando o conforto e o bem estar social que a cidade precisava.

                  Em um dos registros, junto a funcionários de primeiro escalão da prefeitura...
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                    #189
                    179/295 Fraiburgo-SC

                    Fraiburgo é um município no estado de Santa Catarina, Região Sul do país. A cidade foi fortemente influenciada pelos imigrantes europeus, especialmente alemães e italianos, embora outras nacionalidades também tenham contribuído em outros aspectos como arquitetura, gastronomia, religião e economia. Esta diversidade cultural é uma característica marcante não apenas de Fraiburgo mas de outras cidades do sul do Brasil.

                    Sua altitude é de 1.048 metros acima do nível do mar e de acordo com dados do IBGE, a sua população em 2019 era de 36.443 habitantes. Porém, este número varia sazonalmente devido aos trabalhadores temporários (cerca de 10.000) que vão a Fraiburgo durante o período de safra da maçã (de janeiro a abril).

                    A cidade é famosa no Brasil por seus vastos pomares de maçã, os quais são favorecidos pelas temperaturas baixas durante o inverno. Dependendo da época do ano os turistas podem visitar empresas produtoras de maçã e ver todo o processo de produção, desde a colheita até a produção de derivados como sidra, sucos, aperitivos e outros.

                    A região onde atualmente situa-se o município de Fraiburgo era originalmente coberta por florestas nativas repletas de araucárias, típicas das paisagens do sul do Brasil. Acredita-se que os povos indígenas que habitavam a região eram das tribos Kaigang e Xokleng.

                    O povoamento do planalto de Santa Catarina se tornou mais intenso com o fluxo de fugitivos remanescentes de vários conflitos como a Revolução Farroupilha (1835-1845), Guerra do Paraguai (1864-1870), e Revolução Federalista (1893-1895). Surgiram então grandes fazendas por posse de terras devolutas e compra de antigas posses. Duas destas fazendas foram importantes na criação do município de Fraiburgo: a Fazenda Butiá Verde a Fazenda Liberata. Como na época a divisa entre as fazendas Butiá Verde e Liberata não estava bem definida, gerando assim dúvidas sobre quem seria o verdadeiro proprietário do terreno, isto acabou gerando conflitos e a área entre as fazendas passou a ser conhecida como "Campo da Dúvida".

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                      #190
                      180/295 Monte Carlo-SC

                      Localiza-se a uma latitude 27º13'22" sul e a uma longitude 50º58'47" oeste, estando a uma altitude de 942 metros. Sua população estimada em 2010 era de 9 312 habitantes. Possui uma área de 162,785 km².



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                      Última edição por Quinhones; 09-10-20, 13:07.

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                        #191
                        181/295 Brunópolis-SC

                        Brunópolis é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 27º18'21" sul e a uma longitude 50º52'06" oeste, estando a uma altitude de 843 metros. Sua população estimada em 2010 era de 2.521 habitantes. Possui uma área de 336,66 km².

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                          #192
                          182/295 Vargem-SC

                          Vargem é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 27º29'21" sul e a uma longitude 50º58'30" oeste, estando a uma altitude de 768 metros. Sua população estimada em 2010 era de 2.808 habitantes. Possui uma área de 350,1 km².

                          No vale do rio Canoas, a pesca esportiva atrai visitantes de todo o estado, pois além da gama de peixes oferece belas paisagens no seu entorno.

                          A flora e fauna são abundantes com capacidade para trilhas ecológicas, oferecendo também um grande material para estudo que deve ser preservado.

                          Costela bovina gorda e uma cerveja gelada são atrações do município e, no inverno o entrevero de pinhão com carne e um bom vinho tinto colonial conquistam as mesas.

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                            #193
                            183/295 Campos Novos-SC

                            Campos Novos é um município brasileiro no interior do estado de Santa Catarina, Região Sul do Brasil. Pertence à Mesorregião Serrana e Microrregião de Curitibanos e localiza-se a oeste da capital do estado, distando desta cerca de 370 km. Ocupa uma área de aproximadamente 1 660 km², e sua população foi estimada em 2017 em 35 710 habitantes, sendo então o 40º mais populoso do estado.

                            A região começou a ser desbravada no decorrer do século XVIII, sendo que até então era povoada exclusivamente pelos índios kaigangs. Fundada em 1881, passou por um período de crescimento demográfico no começo do século XX, com a vinda de imigrantes à procura de emprego e de refugiados da Guerra do Contestado. Foi nessa época em que Campos Novos descobre sua vocação agrícola, sendo atualmente um dos principais produtores de alimentos como milho, soja, feijão, trigo e cevada do estado, além de se destacar na pecuária e na apicultura.

                            A história de Campos Novos, da mesma forma que a de qualquer município constituinte do grande Oeste Catarinense, começou quando os portugueses e espanhóis tentaram colonizar a Região Sul do Brasil. Desse modo, é lógico afirmar que, numa época anterior ao aparecimento, em 1650, das povoações de São Francisco, Desterro e Laguna (trabalho dos paulistas vicentinos que foram lançados ao mar em busca de novas peripécias),[9] já o Oeste Catarinense se aproximava dos espanhóis os quais, seguidos dos jesuítas, passavam pela região que existia do rio Iguaçu até o rio Uruguai.[10] Depois, em 1663, o bandeirante Antônio Raposo Tavares caminhou por estas paradas e, como se aliou aos índios Coroados, começou a perseguir fortemente os aldeamentos de silvícolas, que resultaram da obra de empreendimento catequético daqueles sacerdotes. Até 1770, entretanto, ano no qual abandonaram a viagem ao sul, já que eles se interessaram pelo ouro das capitanias de Goiás e de Mato Grosso — os paulistas nunca tentaram por estas terras, ao menos, povoar a região.

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                            Última edição por Quinhones; 09-10-20, 15:18.

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                              #194
                              184/295 Celso Ramos-SC

                              Celso Ramos é um município brasileiro do Estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 27º38'04" sul e a uma longitude 51º20'11" oeste, estando a uma altitude de 778 metros. Sua população estimada em 2016 era de 2.768 habitantes. Possui uma área de 189,97 km².

                              Sua economia é basicamente sustentada pela agricultura, com destaque na produção de cana-de-açúcar e leite.

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                                #195
                                185/295 Anita Garibaldi-SC

                                Anita Garibaldi é um município brasileiro do estado de Santa Catarina. Localiza-se a uma latitude 27º41'21" sul e a uma longitude 51º07'48" oeste, estando a uma altitude de 885 metros. O clima é o mesotérmico úmido, com temperatura média anual de 16 °C.

                                Possui uma área de 606,12 km² e sua população, conforme estimada do IBGE de 2018, era em 7.313 habitantes.

                                O nome é uma homenagem à "heroína de dois mundos", Anita Garibaldi, que por lá passou no ano de 1842. Sua fama ganhou o mundo e a simpatia da população local. Inicialmente, o município de Anita Garibaldi foi apenas ponto de passagem de paulistas, gaúchos e também de tropeiros. Mais tarde, recebeu colonizadores italianos e alemães.

                                Já foi considerada a Capital do Pinheiro pela imensa floresta de araucárias em seu território, floresta que, hoje, cedeu lugar à agricultura e à pecuária. Recebe a denominação de "Cidade dos Lagos" em decorrência dos grandes empreendimentos instalados no seu entorno, tais como as construções das Usinas Hidrelétricas de Machadinho, Campos Novos e Barra Grande, as quais formaram grandes lagos a banhar o território Anitense.

                                O município de Anita Garibaldi tem um nome que os catarinenses homenageiam a grande celebridade feminina, que nasceu Ana Maria de Jesus Ribeiro e que ganhou fama e prestígio no Brasil e no mundo, passando a se chamar Anita Garibaldi, sobrenome que herdou de seu segundo marido, Giuseppe Garibaldi. Esse é o personagem representativo, por ser idealista e por desempenhar sua função na história, da gratidão de um personagem para os brasileiros, os uruguaios, os argentinos, e acima de tudo os italianos, seus compatriotas, tendo na limpidez de sua espada, a da unificação da Itália.

                                Os povos acima lembram com carinho, por sua vez, da figura de Anita, e também na França, no lugar (em Nice), em que estão repousados seus restos mortais.

                                Já no início da época em que Lages foi fundada, os povoadores que vieram de São Paulo e do Rio Grande do Sul devem ter sido os percorredores do território do município. Entretanto, o município só começou a ser colonizado em 1910, quando em suas terras foram estabelecidos os primeiros pioneiros: Paulino Granzotto, ao lado de seus irmãos Ângelo e José. O município foi instalado no dia 4 de dezembro de 1961.

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