Dois Amigos Forasteiros pela Br Transamazônica

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  • Jorginho
    Fazedor de Chuva

    • Jul 2015
    • 718

    #1

    Dois Amigos Forasteiros pela Br Transamazônica

    Sonho de fazer esta magnifica BR começou ao ler uma matéria sobre o GAU, e ler os post aqui do site Fazedores de Chuva, sobre o Desafio do Verô e Manga e conhecer o desafio do Joverci a semente foi plantada....

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    Foi uma honra tirar a foto do inicio ao lado destes ícones do motociclismo que sou fã dos caras, e poder percorrer toda BR ao lado do Eduardo conhecido no motociclismo por Prefeito

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    Eduardo já tinha sua foto em seu arquivo pessoal

    A semente foi plantada que gere os frutos

    O inicio já temos...
    Última edição por Jorginho; 26-07-19, 10:59.
  • Jorginho
    Fazedor de Chuva

    • Jul 2015
    • 718

    #2
    Viajem à Amazônia 2019

    Dia 28 de junho de 2019, as 03:00 horas da madrugada, acordo e ligo para Eduardo “o Prefeito”, o mesmo, já estava acordado, era o dia de colocar em pratica um sonho antigo de percorrer a fantástica rodovia Trans. Amazônia ou Br230, se assim você conhece-la, após ler dois livro, ouvi relatos de amigos que já fizeram essa viajem, naquele momento chegava nossa vez, o medo, a duvida de não voltar, a ansiedade de vencer aquela Br, realizar o tão sonhado projeto, era uma mistura de sentimentos, Dyana parece que entendeu que o Papai iria viajar, se acordou, Geísa também, faltava apenas Elyssa, que acordei ela e fizemos uma oração pedindo que Deus guardasse a mim e minha família, os olhos cheios de lagrimas peguei a minha moto, XT 660 eita moto valente, com este modelo vou enfrentar mais uma grande viajem, os cachorros estavam no portão, quietos, eles sempre são agitados mais neste dia eles sabiam que o dever de guarda a casa, estava com eles, abri o portão e eles não saíram, tirei a moto, Geísa ficou ali se acenando, sai para realizar meu sonho, ao chegar em Cacimba de Dentro, Eduardo já estava na frente de sua casa, conversamos um pouco, ligamos os Inter comunicadores e seguimos, ele falou que estava com um pressentimento pesado, pedi que ele relaxasse e curtisse a viajem, que este sentimento era normal e também estava sentindo a momentos atrás, seguimos estrada, nossa primeira parada foi em Soledade, tomamos café, em Santa Luzia abastecemos a motos, o dia estava amanhecendo e já tinha rodados mais de 200 km, o dia estava perfeito, assim continuou graças a Deus, logo rompemos nossa primeira fronteira de estado, Paraíba / Ceara.

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    Última edição por Jorginho; 26-07-19, 10:58.

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    • Jorginho
      Fazedor de Chuva

      • Jul 2015
      • 718

      #3
      Ceará

      Em Lavras da Mangabeira encontramos um Pare e Siga, que ninguém respeitava, após ficar uns 5 minutos no sol, apenas nos de moto, resolvemos seguir os moradores e passar também, em Farias Brito subimos um serra com a pista de mão única e muitas curvas, pense numa estrada legal após a subida, no meio da descida entramos na primeira parte de Off Road da 230, que liga a cidade de Assaré, onde visitamos o museu de Patativa, uma anão era a guia do museu, muito educada e simpática nos contou toda a historia do Poeta Patativa, ganhamos um cordel de lembrança, almoçamos em Campos Sales e seguimos para a segunda fronteira do dia, Ceará / Piauí.

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      Última edição por Jorginho; 26-07-19, 11:17.

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      • Jorginho
        Fazedor de Chuva

        • Jul 2015
        • 718

        #4
        Piaui

        Passamos por Fronteiras, tomamos um café em Picos e seguimos para Oeiras onde o Verô nos esperava no posto de combustível, abastecemos e seguimos para sua casa, ao desmontar a bagagem, o parafuso do suporte de baú, tinha caído, o Verô pediu a seu funcionário que fosse ate uma loja e comprasse um para mim, ele encontrou e trouxe para mim, este suporte deu trabalho durante toda a viajem, mais serviu de aprendizado para a próxima, o Verô e um cara fantástico, um grande anfitrião, preparou um jantar a base de peixe delicioso para nos, levou agente para conhecer Oeiras e seu mirante um lugar muito bonito, que pretendo voltar quando a Mão da Caatinga estiver pronta, ao voltar para sua casa, seus amigos e familiares ainda estava conversando na área da churrasqueira onde foi servido o jantar, pedi que me desse licença porque queria ir para o quarto descansar pois tinha percorrido naquele dia 900 quilômetros onde mais de 60 foi de Off Road, o Verô deixou um quarto a nossa disposição com lençóis e toalha, secar-se com a própria toalha e guarda-la na bagagem não é uma opção legal, então ele é motociclista e sabe de nossos obstáculos, a noite foi tranquila e o sono foi renovador...
        Acordamos cedo era por volta das 04:30 o Verô já estava acordado e preparou um café da manhã para nos, eu insisti para ele não fazer mais não teve acordo ele fez, ficamos ali conversando por um tempo, o cara tem muita experiência ficaria durante todo o dia ouvindo seus relatos mais tinha que sair de Oeiras e alcançar objetivo de chegar no estado do Maranhão, objetivo que foi alcançado rápido, estávamos tirando a foto da placa que marca a divisa entre os estados de Piauí / Maranhão, percebi que o radiador de minha moto estava furado, fiquei apreensivo e resolvi continuar com ele assim a cada 100 km rodados ele baixava 100 ml de líquido.

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        • Jorginho
          Fazedor de Chuva

          • Jul 2015
          • 718

          #5
          Maranhão

          Tomamos o segundo café da manhã em São João dos Patos MA, após conversa com amigos por telefone resolvi comprar coloral para colocar no radiador e tentar assim resolver o problema, comprei mais não coloquei após conversar com Alexandre, pegamos a estrada ate chegar em Riachão, paramos em um novo restaurante que fica no trevo que da acesso aos atrativos turísticos da cidade, um amigo de Eduardo indicou que o melhor produto para colar o radiador seria um produto usado pelo protético, e para nossa surpresa o garçom conhecia um na cidade, ligamos para ele que nos trouxe o produto no restaurante, fiquei mais aliviado porque acreditava que este produto resolveria meu problema, pedi um saquinho de castanha de caju e uma coca cola o Eduardo um file de boi, comemos e fomos visitar o Poço Azul lugar lindo, após um banho na cachoeira Santa Barbara pegamos a estrada é a moto começou a baixar mais líquido, foi um momento que fiquei preocupado por que vi ali tanto tempo planejando e agora a viajem poderia terminar para mim, só conseguiria comprar o radiador em São Paulo e iria demorar muito para chegar, Eduardo sempre calmo pediu para não me preocupar porque iria da certo, nosso combinado era pernoitar em Carolina, quando chegasse ao hotel nos desmontaria e colava o radiador, mais ao chegar em Carolina, Eduardo perguntou ao cara do posto se em Estreito tinha um suporte maior de oficinas, o cara respondeu que sim e se dirigimos ate a Estreito, chegamos em Estreito no Maranhão eu parei do lado de um moto Taxi e pedi para que ele me guia-se até um mecânico especialista em radiadores, fomos em três e estava fechado era sábado, mais Deus estava conosco e na ultima oficina da cidade era de radiador e o cara morava ao lado, desci contei minha historia e ele concordou em fazer o conserto que terminou já passava das 22:00 horas, mais isso não importava porque a moto ficou pronta! E nos estava de volta ao desafio!! O mecânico indicou o Hotel Cristina e fomos ate ele, o hotel ficava ao lado da BR230 e do lado da ponte perfeito para nos, saímos para jantar, escolhemos uma barraca com um delicioso cachorro quente, conversamos bastante pelo aplicativo com nossa família enquanto nos jantava, Geísa estava preocupada porque tinha visto uma foto minha triste em Riachão, realmente estava triste com medo de ter que volta antes mesmo de vencer os 50% do desafio, mais isso agora era assunto passado estava feliz e sorrindo com o vento minha moto estava pronta...

          Abastecimento em São João dos Patos
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          Almoço em Riachão
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          Poço AZUL
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          Divisa Maranhão / Tocantins

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          • Jorginho
            Fazedor de Chuva

            • Jul 2015
            • 718

            #6
            Tocantins

            Estava escuro quando acordamos, no hotel tinha uns trabalhadores que saiam cedo também e o café estava pronto para eles, mais nós sentamos e tomamos o café da manhã deles, afinal tínhamos pagado a pernoite com café da manhã, barriga cheia ainda estava escuro quando cruzamos a divisa do Tocantins que fica sobre a ponte do Rio Tocantins, ano passado ao passar sobre esta mesma ponte da para ver a hidroelétrica que fica próximo, já desta vez só vi a pista que o farol de nossas motos clareava, a Br neste estado é toda asfaltada, até chegar na divisa com o Pará na ponte sobre o Rio Araguaia, fizemos nossa foto aqui também e me lembrei do Gau que beijou o asfalto ano passado se despedindo das estradas de barro que para nos estava começando.

            Não tinha placa, o Rio Araguaia e a divisa!

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            • Jorginho
              Fazedor de Chuva

              • Jul 2015
              • 718

              #7
              Pará

              seguimos até Marabá onde paramos na cidade e fizemos algumas compras que estávamos precisando para moto é uma pausa para o Redbull, tocamos enfrente pegando um dos piores trechos do dia com direito a grandes buracos, valas, poeira muita poeira, costelas de vaca, antes de chegar a Novo Repartimento, já era umas 13:00, almoçamos na cidade, foi uma das melhores comidas dos restaurantes do Norte, tinha um belo churrasco, um bom peixe e muita variedade na buffet, seguimos até Altamira, que tem próximo a sua entrada a maior hidroelétrica brasileira, A Usina Hidrelétrica Belo Monte que fica no Rio Xingu! A estrada alternava entre asfalto e barro, mais na sua maioria asfalto novinho, sem buracos e sem sinalização, muitas pontes de madeira a ser substituídas pelas de concreto que já tem varias delas também, após passar a balsa e a Hidroelétrica, se deparamos com um posto da PRF, o Eduardo estava com seu farol de led ligado, e falou fudeu, eles me pararam por conta do farol, o policial falou com Eduardo e veio em minha direção, eu sem querer liguei meu led também, o Eduardo falou logo, agora quem se fudeu foi você, kkkk, para nossa surpresa o Farrapo agente da PRF, era motociclista, queria apenas trocar informações, falou sobre o fim do asfalto que estava mais a frente, perguntou se tínhamos onde pernoitar, falei que o Alemão estava nos esperando e nos levaria ao Hotel, além de alguns pontos turísticos em Altamira, o Farrapo disse que estávamos em boas mãos que fazia parte do mesmo Moto Clube do Alemão e que ligaria para ele avisando que já tínhamos chegado, se despedimos após alguns fotos e seguimos para o centro de Altamira e paramos no Posto Maverick 3, onde abastecemos e demos um jato nas motos para diminuir a poeira, o Alemão chegou e nos levou na orla do Rio Xingu, onde esta os principais restaurantes e barzinhos da cidade, após passear pela orla, fomos para o Hotel Humara Soft Hotel, o recepcionista falou que teria vaga, ao terminar de tirar as bagagens da moto ele voltou, pediu desculpa e disse que estava lotado, lá vai nos amarrar tudo, para nossa surpresa ele volta e fala que tem uma vaga, nos desamara novamente, o Hotel e muito bom, após descansar o Alemão voltou e fomos ate um Açaí que tinha ali próximo, se encontramos com amigos dele e a noite foi legal, os caras eram alegres, a comida boa e o açaí melhor ainda, se despedimos e fomos dormi. Antes de o Sol raiar estava de pé amarrando as bagagens na moto, um cara estava fumando próximo a mim, puxei conversa era um vendedor de São Paulo, trabalhava para uma empresa farmacêutica, conhecia a região como ninguém, ficamos conversando ali no estacionamento e durante o café da manhã, que digo sem duvida, café para hotel 5 estrela por preço de 2 estrela, ele passou muitas dicas, se despediu e foi embora, ficamos ali comendo mais um pouco, pegamos nossas motos e fomos até Medicilândia PA, foi asfalto, a cidade tinha um grande comercio, passamos na principal e seguimos para Uruará, estrada toda de barro, com muita poeira, buracos era poucos, chagando na cidade abastecemos e comprei uma corrente reserva para minha moto, o Rogerio e Verô me falaram que não aguentaria toda a viajem, eles estavam certo, após sair da cidade e andar uns 10 km com muita poeira, chego no alto de uma ladeira, começo pensar em algo que não me recordo, quando dei por mim fui surpreendido com a famosa poaca, cai a uns 60 km por hora, senti a moto arrastando sobre pedras que estavam coberta pela poeira densa, o Eduardo voltou e me ajudou a levantar a moto, avaliei a moto, algumas carenagens quebrada, farol auxiliar, e o protetor muito envergado, minha preocupação foi o radiador, mais graças a Deus estava perfeito, fiquei com o dedo sangrando mais isso não impediria de continuar a viajem, camisa rasgada, e a joelheira quebrada impedirão de me machucar, montei na moto, liguei ela, mais não conseguia acelerar, o protetor impedia, Eu e Eduardo puxamos e conseguimos afastar ele, a moto ficou boa, seguimos ate encontrar a Vila Maria, paramos em uma oficina o cara era atencioso ajeitou o suporte de minha moto, soldou o quadro da moto do Eduardo e seguimos ate Rurópolis, abastecemos tiramos algumas fotos no marco no meio do trevo que liga a Santarém, almoçamos na Churrascaria Líder, a comida não estava lá essas coisas, mais já era 13:00, então fizemos o prato e almoçamos, eu estava sujo, com muita poeira, lavei o rosto e as mãos para me sentir um pouco melhor, estávamos lubrificando as correntes, quando três homens chega em um carro e vem em nossa direção, eles tinham uma empresa de moto turismo e estava mapeando a estrada para trazer um grupo de gringos dias após, um olhou para meu pneu e disse que usava Vipal em suas motos que eram todas xt660, entraram não se agradaram da comida e foram embora, em menos de 10km encontramos com eles e foi assim por muito tempo, as vezes estávamos a frente outras era eles, o trecho com mais Poaca (poeira) que pegamos na 230, após Rurópolis o tráfego de carretas e carro aumentaram e a nuvem de poeira tomou conta de tudo, era por volta das 14:00 horas, não conseguia ver 10 metros à frente, acelerar seria impossível, parar não podia porque tinha carretas e mais carretas atrás de nós, ultrapassar e tentar se livra da poeira era insano, então a alternativa e tocar enfrente comendo muita poeira mesmo, foi assim ate chegar aos 30 km antes de Miritituba, e encontrar asfalto, chegamos na balsa cobertos de poeira, já se aproximava das 17:00 horas, pegamos um moto taxi enrolado para nos guiar na cidade, ele nos levou a uma loja de peças, onde trocamos os óleos da moto e assopramos os filtros, Eduardo ficou cuidando das motos e Eu fui numa vidraçaria para fazer o vidro de meu farol auxiliar, após fazer o conserto do farol, ele me levou a três hotel cada um pior que o outro, escolhi o menos ruim, reservei um quarto e fui com ele para a loja que o Eduardo estava com as motos, o abençoado me cobrou 50 reais pela corrida que valia no máximo 15 reais, fomos ao hotel que era muito velho e desorganizado, o quarto fedia a mofo, o vaso sanitário quando acionava a descarga molhava o pequeno banheiro, saímos para jantar, escolhi um Tacaca na orla do rio Tapajós, o Eduardo não foi com a cara do prato e preferiu ficar aguardando Eu comer , saímos e encontramos um restaurante bacana, onde escolhemos um sanduíche artesanal, ele tomou algumas cervejas Eu dois sucos e fomos dormi! Afinal no outro dia tínhamos muita estrada..O hotel em Itaituba não tinha café da manhã era de se esperar, ainda bem que tinha uma padaria próxima, tomamos café na padaria, na saída duas cenas inusitadas, vários urubus estavam passeando na rua, como se fosse pardais aqui na Paraíba, um casal estava caminhando com cão da pinche, outro cão vinha na calçada ao lado, o cão partiu em direção ao pinche, o dono levantou ele pela coleira e abriu carreira, deixando sua esposa para trás, ao sair da cidade fizemos uma das fotos mais bonita da viajem, era a vista da Floresta Amazônia, tínhamos a ideia do que iriamos enfrentar naquele dia ao deixar o asfalto.Pilotamos uns 10km até encontrar uma fazenda com 5 aviões em um galpão, mais 10km a frente um pequeno povoado, ultimo para chegar no Parque Nacional da Amazônia, pilotar neste parque, são misturas de sensações, hora a beleza e grandeza da floresta te encanta e hora te assusta, dois amigos ali de moto sozinhos entre a selva com animais ferozes à espreita, bom mais preferimos ficar com a beleza, encontramos alguns operários trabalhando na estrada, um cara de Jacareacanga que tinha ido trabalhar em Itaituba consertando radiadores, estava retornando para sua casa em uma cg 125 amarela conversamos um pouco, fizemos uma foto e seguimos.. Dentro do parque nacional e logo começamos ver as famosas Hilux voadoras carregadas com mineradores e ouro, os caras literalmente voam naquele lugar chegam a colocar 160 km por hora, quando vinha uma nos já encostava, porque eles não abrem nem para caminhão. Concluímos o Parque Nacional da Amazônia fizemos umas fotos em uma placa que já estava com suas letras quase apagadas. Mais fica a lembrança da linda Floresta que nos acompanhou muitos quilômetros... No KM180 abastecemos as motos no galão, encontramos com um minerador 8 dentes de ouro, mostrando assim a abundância do ouro na região, após lanchar enfrentarmos 230 km pela Floresta Amazônia, somando assim 410 km percorridos neste dia entre Itaituba e Jacareacanga, ao chegar na cidade fomos logo abastecer e procurar um hotel indicaram o Hotel da Tânia, local confortável, limpo e bem amplo, saímos para almoçar, os primeiros restaurantes não tinha mais comida, ate encontrar um restaurante de um senhor atencioso que mandou preparar uma carne para nos, sua esposa era índia e tinha uns jovens índios usando o Wi-fi do restaurante, conversamos sobre garimpo com o dono do hotel e fomos visitar a orla do rio do Rio Tapajós, tinha muito barco e pessoas bebendo achamos melhor voltar a cidade, encontramos a Oficina do Bruno, cara bacana que conversamos bastante com ele e demos uma revisada em nossas motos, da oficina seguimos para um lava jato próximo ao hotel, lavar as correntes e limpar os filtros de ar era uma obrigação diária nossa, voltamos ao hotel da Tania para descansar um pouco, as 19:00 ao sair do quarto achando que já era noite tive a surpresa de o sol ainda esta alto, após escurecer já se aproximando as 20:00 saímos para jantar, encontramos o o Piloto de Avião Claudão Bagaceira e o Secretário de meio ambiente da cidade em um restaurante local, conversamos muito descobrimos o conflito entre índio e branco, o desmatamento que os fazendeiros fazem com fogo para criar gado, ataques de animais silvestre entre outros assuntos..

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              • Jorginho
                Fazedor de Chuva

                • Jul 2015
                • 718

                #8
                Amazonas


                Saímos de Jacareacanga as 04:00 horas da manhã, não aconselho fazer isso pois paramos uns 20 km para urinar, era tanta barulhos dentro da Floresta que passou a vontade na hora e saímos em disparada, os 100 primeiros km do dia foi difícil demais, era muitos buracos e valas que caberiam nossa moto dentro com sobra, o dia amanheceu já ia da 07:00 horas, quando encontramos maquinas e operários trabalhando na pista, que ficou um tapete sem buracos e com pouco poeira chegamos a balsa do Rio Sucunduri, as margens do rio tem uma vila que leva o mesmo nome, tomamos café no restaurante uma senhora legal demais Dona Rosa, nos atendeu super bem, preparou um café com ovos mexidos, pão, bolo e queijo, ficamos conversando, chegou outra senhora sentou em um banco e ouviu a conversa, um tempo após ela nos da um conselho que ao chegar em um rio chamado mata matar, agente não tomasse banho naquele local, era perigoso e muitas pessoas tinham perdido a vida ali, do lado de fora tinha uns madeireiros que estavam montando uma serraria entraram na conversa, contando de outras mortes, fiquei com medo e pedi que mudasse o tema do assunto a senhora se retirou mais pediu que não zombasse do rio, passou neste momento um caminhão carregado com toras de angelim, a conversa toma outro rumo, abastecemos as motos em um posto esquisito, era na frente da residência e tinha uma antiga bomba que marcava correto o combustível e errado o valor vai entender, seguimos para Apuí, cidade que mais vi Madeiras, abasteci novamente a moto, consegui o wi-fi do posto que só pegou no telefone de Eduardo depois de muito tempo, fui ate o mercado e tomei um energético, após a cidade ultrapassei uma L200 e andei na frente dela por muito tempo o Eduardo ia mais a frente, chegamos numa localidade chamada Mata Matar, a balsa de ferro tinha saído a pouco instantes, lembrei do conselho da senhora de não tomar banho, mais vi que tinha uma moça e duas criança tomando banho, a L200 chegou e começamos uma conversa, enquanto isso chegou uma pequena balsa de madeira os caras da L200 falaram que era segura e que poderia atravessar o rio sem medo, colocamos as motos encima da balsa e estranhei o balseiro não atentasse para o peso das motos, falei que minha moto era mais pesada e ele nos mandou mudar a posição, fizemos como ele orientou mesmo assim não me senti seguro, creio que uns 80 metros da margens a balsa começou entrar agua, perguntei quantos metros de profundidade tinha ali ele falou que 100 metros e não adiantaria saber nadar devido a correnteza, foi momentos de tenção, Eduardo teve que soltar sua moto e ficar ao meu lado, fiquei em pânico, não tinha ação para nada além de pedir socorro, graças a Deus o balseiro e Eduardo que teve muita ação e conseguiu tirar as motos da balsa que por pouco o rio não faz jus ao nome e leva nossas motos é vida, ao bater em um barranco de areia pequena Balsa se partiu e por pouco não afunda com nos e nossas motos, o susto foi o maior da viajem!! Ficamos um tempo no restaurante do Alemão, tomei uma garapa de açúcar, o Alemão me deu o Wi-fi que não funcionou, ainda bem porque ele mesmo disse que eu não estava com uma fisionomia de falar com a família, Eduardo ficou todo o tempo deitado na calçada calado, ambos reagiram de forma diferente ao susto, após uma hora tocamos sentido Humaitá, chegamos no KM 180 uma vila bem desenvolvida, ao abastecer vi que uma mangueira de minha moto estava vazando gasolina, colei com tekbond e fita maxi taper, funcionou não vazou mais, fomos a padaria fazer um lanche neste não almoçamos o susto do Mata Matar, tirou completamente nossa fome, após o lanche tinha exatamente 180 km para percorrer se fizesse uma media de 90km/h seria possível pegar a balsa e estrada era de um Pizarro grosso, com muitas predas e muito movimento de carretadas, chegamos a Aldeia Tenharim, índios não muito sociável que vivem em conflito com os brancos locais, mesmo dentro da aldeia meu pneu estoura a 80km por hora em uma curva, o susto foi grande mais consegui parar a moto sem cair, minutos após apareceu um rapaz em uma pop, perguntei onde poderia conserta meu Pneu ele informou que a borracharia só na cidade e faltava mais de 100 km, mais poderia parar na terceira casa que não era índio e estaríamos seguro ali, da para ter uma ideia de quanto os índios são complicados nessa região, o Eduardo consertou o pneu com a ajuda do Peú, um morador da vila realidade que estava de passagem porá ali, Eduardo perguntou sobre umas nuvens que tinha a frente o Peú ao ver que era chuva segui sua viajem, nos ficamos terminando de encher o pneu com um pequeno compressor que levei na bagagem, o pneu ficou meio baixo mais seguimos, o que estava indo difícil, piorou ... chuva na Amazônia, a estrada ficou sabão e começou a escurecer, diminuímos a velocidade e chegamos na balsa por volta das 19:00 horas, o Peú estava esperando a balsa também, ele disse uma frase marcante com fé em Deus arrevesaria o Rio Madeira em cima de um tronco de árvore, fiz questão de pagar sua passagem ele não quis aceitar, mais insisti e ele aceitou, o Rogério de Humaitá nos esperava no outro lado do rio Madeira com uma câmara de ar reserva para minha moto pós tinha usado quando o pneu estourou, ele nos levou para o Hotel Macedônia em Humaitá muito bom, mais tarde passou para ir conosco em um espetinho!! Graças a Deus o dia terminou bem!!Nossos planos para este dia era pernoitar em Vila Realidade, mais ao acorda, conversamos e decidimos pernoitar em Humaitá mesmo, deixando assim nossas bagagens no hotel para não levar peso a Lábrea, tinha informações de dois motociclistas de Rondônia que estavam fazendo o mesmo desafio que a estrada estava com muitos buracos, ao sair do quarto vimos que choveu durante a noite, isso significa que teremos lama pela frente, sol o não tinha aparecido, resolvi ir na borracharia, Eduardo ficou no hotel indo um pouco depois, trocar a câmara de ar, pois a do dia anterior era mais fina, apropriada para a tenere, chegando na borracharia não tinha ninguém, fiquei esperando e conversando com as Lendas no whatsap, aqui na Paraíba o sol já estava fritando ovo no asfalto segundo Foguinho, George já estava na academia, Raí no zap como sempre, o Rogerio chegou depois o Eduardo, ficamos ali conversando, ate que o borracheiro chegou e começou o serviço, neste momento chega um motorista de reboque que vinha com uma triton capotada da BR319, nos falou que tinha muita lama e com os pneus que estávamos não conseguiria fazer o percurso, a BR319 seria no dia seguinte hoje o objetivo era Lábrea, moto consertada, fomos ate o hotel tomamos café rápido e seguimos para nosso destino, a estrada estava molhada e muito escorregadia, Eduardo notou que o borracheiro tinha deixado um parafuso folgado em minha moto, paramos e arroxamos, mais a frente uma ponte estava em reforma e teria que passar por cima de 3 pedaços de madeiras e o vão ao lado estava vazia, a ponte era alta, o Eduardo passou, pedi que voltasse para passar minha moto, tenho medo de altura e não teria coragem de passar ali, ele voltou e passou minha moto, passei caminhando e com muito medo, mais a frente a estrada secou mais apareceu os buracos, atoleiros secos, fiquei imaginando como seria aquela estrada em tempo de chuvas, buracos e mais buracos nos acompanhou por quilômetros, vinte quilometro antes de Lábrea tem asfalto novinho, fico me perguntando o porque as autoridades não asfaltam essa estrada, deixam tudo pronto no ponto de colocar o asfalto e esperam a chuva chegar para acabar com as estradas, isso é nosso País, antes do meio dia, nós conseguimos a concretização do sonho, chegamos à Lábrea, depois de tantos km, travessia de pontes, balsa e muita poeira chegamos a última cidade desta BR, Lábrea no meio do Amazonas, cidade organizada, as principais asfaltadas, tiramos fotos na placa, igreja, praça e prefeitura, o portal do Sol não estava, segundo informações montam ele no período festivo da cidade, estávamos almoçando quando aconteceu um pequeno acidente e todos correram para ver o que tinha acontecido, normal em cidades do interior, após o almoço retornamos a Humaitá, foi o dia mais tranquilo nas estradas sem asfalto do Amazonas e Pará, o percurso menor não aceleramos deixando assim a pilotagem prazerosa e tranquila, vimos araras vermelhas e os porcos queixada, temidos por seus ataques, paramos ficamos buzinando nossas motos, para eles passarem, dias anteriores tinha visto macacos e aves muito grande, o Eduardo viu um grande Gato preto com uma calda enorme, chegamos a Humaitá por volta das 17:00 horas, aproveitamos para revisar as motos assoprar os filtros, soldar o quadro da moto do Eduardo, trocar novamente o vidro do meu farol auxiliar, lâmpada de freio da minha moto, comprar um galão para levar gasolina e tomar um Açaí, o Rogério preparou um Tambaqui especial em comemoração ao nosso desafio, em sua residência, o peixe estava uma delicia!!! Rodamos 4.367 km no total para vencer a Trans. Amazônia e 450 km neste dia!

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                • Jorginho
                  Fazedor de Chuva

                  • Jul 2015
                  • 718

                  #9
                  Volta para Casa

                  Viajar, conhecer lugares, culturas, comidas, cheiros e pessoas é bom, agora voltar para sua casa é muito melhor, na entrada de Esperança amigos nos esperava, as lagrimas escorreram ao ver meu irmão George, ele ali representava toda minha família, muitos amigos estavam presente, a felicidade do Ricardão ao nos ver era contagiante, nosso amigo Ferreira por tenho grande admiração entre outros irmão que estavam presentes, Felipe, Fernando, Glauber, Leandro, Ailton, Isac, Josias entre outros, mais a frente encontramos com Kiko e Adilson que estava vindo ao nosso encontro, Ferreira como sempre muito prestativo nos acompanhou até em Cacimba de Dentro, ao chegar na Terra do Prefeito uma grande festa nos esperava com fogos de artificio, faixas e vários parentes dele e meu nos esperando, não contive as lagrimas ao ver minha esposa e filhas, Elyssinha como sempre correu para mim abraçar, em seguida veio Geísa com Dyana nos braços, Ariele veio em também, como me senti seguro ali nos braços delas, estava em minha fortaleza, minha Vovó Mira estava em nossa chegada, essa é cheia de vida, se pudesse iria na garupa da moto sem duvida, eita não posso esquecer do meu sobrinho Marlon que animava o grupo do whatsap pedindo para eu trazer oito onças, jacaré, macaquinho e arara, no baú da moto para ele, com apenas quatro anos ele é esperto demais anima qualquer lugar que esteja, meu amigo quase irmão ou filho Rai também estava ali me esperando, meu sogro e a família de Eduardo que também o abraçavam e seus amigos da cidade, foi uma linda festa saímos em passeata por Cacimba de Dentro, indo até a casa dele onde Anne e Geísa organizaram uma linda surpresa para nos e um lanche para todos ali presente! A viajem foi Fantástica a chegada foi a cereja do bolo, agradeço demais a todos presentes, Agradeço a Deus Primeiramente por estar sempre presente nas horas de dificuldade e de prazer, agradeço a visita do Fernando Oliveira no dia seguinte, o Apoio Especial do Joverci, Abílio Mangueira, Everaldo Passos, Epitácio, Alemão, Rogerio Paula, Mizael, Marcos Rosado entre outros irmãos que nos ajudaram nesta viajem, aos meus funcionários Denílson, Carlinho, Dona Aparecida e Neide que tomaram conta dos negócios e da casa com tanto carinho enquanto estava viajando, obrigado a todos vocês, em especial agradeço a companhia do meu Amigo Eduardo ( Prefeito ) um cara fantástico de viajar com ele, jamais essa viajem teria sido tão boa sem sua companhia! Se me perguntarem se faria novamente esta viagem podem ter certeza que a resposta será SIM! Aqui termino minha viajem pela Amazônia ate a próxima...

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                  Comentário

                  • Gilmar Dessaune
                    Fazedor de Chuva

                    • Oct 2012
                    • 6891

                    #10
                    Boa tarde VFC, RFC e, agora, novamente RFC BR-230 Jorginho e RFC BR-230 Eduardo,

                    Vou talar com sinceridade: posso dizer que "fiz" a Transamazônica mais uma vez e de forma espetacular.

                    Que narrativa detalhada e brilhante, parabéns Jorginho!!!!

                    A mente não se eximiu de fluir e "viver" cada situação vivia por vocês, foi fantástico.

                    Entendi perfeitamente a situação de parar no meia da mata pra urinar e logo em seguida desistir, pois comigo aconteceu algo similar em menor proporção.
                    Uma bela noite de sexta, com lua cheia, resolvi ir de bike de Marataízes para Cachoeiro, duas cidades daqui do ES separadas por 45 km. Fui pedalando numa bike comum, sem marcha até que cheguei num lugar chamado Matinha. É realmente um corte na mata Atlântica preservada até hoje. O problema é que tem um morro bem no meio dela e de bike comum fica pesado pra subir. Então desci da bike e pensei, vou subir empurrando. Tá, assim como você, meio da noite, os barulhos chegaram aos ouvidos, pensei e se aparece uma onça? Rapá.... montei na bike e morro acima fiz a maior velocidade de todo percurso.... kkkkk eu hein... quem tem teme!!!!

                    Os perrengues foram muitos, fiquei aqui tentando visualizar o drama da travessia do rio da morte, tenso hein... muito tenso!!!

                    Mas, ao final de tudo, sobreveio a vitória dessa dupla que se completou com maestria.

                    Com o bônus de pernoitar com a Lenda Verô, só isso já teria valido a viagem, mas vocês fizeram mais.

                    Agora seus nomes estão encravados na Elite do Motociclismo Mundial, pois a BR-230 é pra bem poucos, com poaca ou sem poaca, é bruta.

                    Emocionado com a conquista e bela narrativa, não posso fazer outra coisa que não seja apor o carimbo de

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                    E sob seu nome mais um selo alusivo a esta grande conquista.

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                    Podem comemorar mais uma vez, com todo mérito e louvor.

                    PA-RA-BÉNS!!!!!!

                    Abração e que continuem a realizar o que "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

                    Comentário

                    • Jorginho
                      Fazedor de Chuva

                      • Jul 2015
                      • 718

                      #11
                      Eita que lembrança boa

                      Comentário

                      • Michelline Porrotinho
                        Fazedor de Chuva

                        • Jan 2021
                        • 117

                        #12
                        Postado originalmente por Jorginho Ver Post
                        Volta para Casa

                        Viajar, conhecer lugares, culturas, comidas, cheiros e pessoas é bom, agora voltar para sua casa é muito melhor, na entrada de Esperança amigos nos esperava, as lagrimas escorreram ao ver meu irmão George, ele ali representava toda minha família, muitos amigos estavam presente, a felicidade do Ricardão ao nos ver era contagiante, nosso amigo Ferreira por tenho grande admiração entre outros irmão que estavam presentes, Felipe, Fernando, Glauber, Leandro, Ailton, Isac, Josias entre outros, mais a frente encontramos com Kiko e Adilson que estava vindo ao nosso encontro, Ferreira como sempre muito prestativo nos acompanhou até em Cacimba de Dentro, ao chegar na Terra do Prefeito uma grande festa nos esperava com fogos de artificio, faixas e vários parentes dele e meu nos esperando, não contive as lagrimas ao ver minha esposa e filhas, Elyssinha como sempre correu para mim abraçar, em seguida veio Geísa com Dyana nos braços, Ariele veio em também, como me senti seguro ali nos braços delas, estava em minha fortaleza, minha Vovó Mira estava em nossa chegada, essa é cheia de vida, se pudesse iria na garupa da moto sem duvida, eita não posso esquecer do meu sobrinho Marlon que animava o grupo do whatsap pedindo para eu trazer oito onças, jacaré, macaquinho e arara, no baú da moto para ele, com apenas quatro anos ele é esperto demais anima qualquer lugar que esteja, meu amigo quase irmão ou filho Rai também estava ali me esperando, meu sogro e a família de Eduardo que também o abraçavam e seus amigos da cidade, foi uma linda festa saímos em passeata por Cacimba de Dentro, indo até a casa dele onde Anne e Geísa organizaram uma linda surpresa para nos e um lanche para todos ali presente! A viajem foi Fantástica a chegada foi a cereja do bolo, agradeço demais a todos presentes, Agradeço a Deus Primeiramente por estar sempre presente nas horas de dificuldade e de prazer, agradeço a visita do Fernando Oliveira no dia seguinte, o Apoio Especial do Joverci, Abílio Mangueira, Everaldo Passos, Epitácio, Alemão, Rogerio Paula, Mizael, Marcos Rosado entre outros irmãos que nos ajudaram nesta viajem, aos meus funcionários Denílson, Carlinho, Dona Aparecida e Neide que tomaram conta dos negócios e da casa com tanto carinho enquanto estava viajando, obrigado a todos vocês, em especial agradeço a companhia do meu Amigo Eduardo ( Prefeito ) um cara fantástico de viajar com ele, jamais essa viajem teria sido tão boa sem sua companhia! Se me perguntarem se faria novamente esta viagem podem ter certeza que a resposta será SIM! Aqui termino minha viajem pela Amazônia ate a próxima...

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                        Nossa! Me emocionei junto rsrs! Estou estudando a BR! E a riqueza de detalhes com a qual você relatou me fez ler tudo! Uma mistura de medo e coragem...Em setembro de 2025 estarei na estrada em busca de desbravar essa BR! Deus te abençoe e obrigada por compartilhar tudo!
                        MichellineVulcan650s

                        Comentário

                        • Michelline Porrotinho
                          Fazedor de Chuva

                          • Jan 2021
                          • 117

                          #13
                          Nossa! Me emocionei junto rsrs! Estou estudando a BR! E a riqueza de detalhes com a qual você relatou me fez ler tudo! Uma mistura de medo e coragem...Em setembro de 2025 estarei na estrada em busca de desbravar essa BR! Deus te abençoe e obrigada por compartilhar tudo!
                          MichellineVulcan650s

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