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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #316
    301/497 Picada Café-RS

    Picada Café (no idioma alemão regional: Kaffeeschneiss) é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

    Localiza-se a uma latitude 29º26'39" sul e a uma longitude 51º08'11" oeste, estando a uma altitude de 106 metros. Sua população estimada em 2004 era de 5 564 habitantes. Possui uma área de 85,049 km².

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    História
    O atual município Picada Café origina-se de uma picada colonial da colônia alemã de São Leopoldo denominada Picada do Café, cujo povoamento iniciou-se em 1844. A Picada do Café era limitada ao sul pela Picada 48, ao norte pela Linha Olinda, ao oeste pela Linha Nova e ao leste por Travessão São Paulo (Dois Irmãos) e terras devolutas. Essa área era considerada como estando "mata adentro" e há registros de conflitos com indígenas e dificuldades com animais selvagens. Dessa picada a maior parte dos lotes foram incorporados ao novo município que também assimilou alguns lotes da Picada Dois Irmãos (localidades de Jammerthal, Joaneta e parte de Lichtenthal). O nome deve-se a César Glockner, que viu um caminho provisório aberto pelos imigrantes onde paravam os viajantes. Foi dele a iniciativa de chamar de picadas esses caminhos. Também havia na localidade uma pequena plantação de café. Picada Café emancipou-se em 20 de março de 1992.

    Infraestrutura
    Distante 80 quilômetros de Porto Alegre, a principal via de acesso ao município é a BR 116 - Rodovia Presidente Getúlio Vargas.

    Indústria local
    Pela forte influência da cultura colonial alemã, Picada Café é uma cidade com diversas empresas do ramo coureiro-calçadista. Entre as empresas localizadas na cidade está a Coopershoes, fabricante da Converse (empresa), a SugarShoes, a Emme Bolsas e a Nordweg.

    Fica na cidade também o Curtume Fridolino Ritter, um dos maiores curtumes do estado do Rio Grande do Sul e grande gerador de empregos na cidade, além de malharias como a Malharia OK e a Malharia Schmitt e fábricas de estofados como a Estofados Rincão e La Form.

    Picada Café também foi o berço da nacionalmente conhecida fábrica de calçados Dakota, mas que hoje não se encontra mais na cidade e sua matriz foi transferida para a cidade vizinha de Nova Petrópolis.

    Datas comemorativas
    A festa tradicional da cidade conhecida pela região é a Kaffeeschneis Fest, uma festa comemorada geralmente no primeiro final de semana do mês de maio.

    Em outubro também é comemorado no Parque Jorge Kuhn o aniversário da Rádio Impérial, de Nova Petrópolis.

    Turismo

    Moinho do Parque Histórico Municipal Jorge Kuhn.
    O Parque Histórico Municipal Jorge Kuhn é, hoje, o portal turístico do município e possui espaço ao ar livre, bosque e lago. Nele estão localizados prédios históricos que datam de mais de 100 anos, como um armazém, residência e cozinha com sala de refeições, um açougue, galpões, estrebarias, chiqueiros e um matadouro.

    No parque está situada a Biblioteca Municipal José Lutzemberguer e o prédio de uma antiga funilaria.

    Nesse espaço acontecem importantes eventos da cidade como a Kaffeschneisfest, o Parque Encantado da Páscoa e a Festa do Café, Cuca e Linguiça.

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      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #317
      302/497 Nova Petrópolis-RS

      Nova Petrópolis é um município do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Localiza-se a uma latitude 29º22'33" Sul e a uma longitude 51º06'43" Oeste, estando a uma altitude que varia de 50 a 840 metros. Possui uma área de 291,079 km².

      Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 21 156 habitantes, sendo o 108° município mais populoso do estado e apresentando uma densidade populacional de 65,38 habitantes por quilômetro quadrado.

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      uma longitude 51º06'43" Oeste, estando a uma altitude que varia de 50 a 840 metros. Possui uma área de 291,079 km².

      História
      No início do Século XIX, a região sul era um problema de segurança e infra estrutura para o governo central brasileiro recém liberto de Portugal. A região fazia parte de constantes disputas de terras entre, principalmente, portugueses e espanhóis e era pouco desenvolvido e povoado, comparada às regiões sudeste e nordeste do país.

      O Brasil não dispunha de um exército para manter sua segurança nacional a partir de seu continental território, principalmente na região sul, que estava sob constantes ameaças em suas fronteiras - investidas das tropas espanholas. Por questões de segurança, não podia confiar nos portugueses que vivam na região. O governo brasileiro, encontrou uma saída. Através de propaganda de convencimento na Europa, propagava as vantagens do novo país, entre estes: o direito à terra, paz e alimento em abundância. Ofereceu vantagens (Nem sempre cumpridas) às famílias interessadas a residir no sul do Brasil, como: passagens, direito à cidadania, isenção de impostos e direito a posse de uma ou duas colônias de terras (24 a 48 ha). O objetivo era que estas famílias, principalmente alemãs e italianas, ocupassem a terra e os homens servissem no exército de reserva para manter a segurança da região sul , principalmente contra os espanhóis.

      Até o século XIX, a região da Serra Gaúcha era território tradicional dos índios caingangues. Nesse século, os caingangues que habitavam as áreas montanhosas da Região Sul do Brasil foram desalojados violentamente por ação de matadores de indígenas chamados de "bugreiros". Estes haviam sido contratados para abrir espaço para a instalação, por parte do governo imperial brasileiro, de imigrantes europeus na região, visando a um "embranquecimento" da população brasileira, até então majoritariamente negra e mestiça[7].

      Localizada na Serra gaúcha, Nova Petrópolis foi fundada em 7 de setembro de 1858 por imigrantes alemães oriundos da Pomerânia, Saxônia, Boêmia e do Hunsrück, dos quais descendem a maioria dos seus habitantes. Tinha, originalmente, 35 000 hectares e, em 1866, contava com 991 habitantes. Em 1912, com 8 500.[8]

      Berço do cooperativismo de crédito
      Nova Petrópolis é também o berço do Cooperativismo de Crédito da América do Sul. Em 28 de Dezembro de 1902, foi fundada, pelo padre suíço Theodor Amstad, o modelo cooperativo que deu origem ao Sistema de Crédito Cooperativo que, hoje, propagou-se pelo país inteiro. No Parque Aldeia do Imigrante, encontra-se, entre outras atrações, o Museu da Cooperativa, que existe até hoje, sob o nome de Sicredi Pioneira.

      Cultura
      A maior parte da população é de origem germânica de várias regiões do antigo Reino da Prússia, Reino da Baviera e Boemia. Na época trouxeram seu idioma, como o Pomerano, Boemio e Hunsrück. O que prevaleceu foi o Hunsrik (se lê RUNS-RIK em português). Idioma originário da Região da Renânia (hoje estado da Alemanha), das Montanhas do Hunsrück de onde vieram a maioria dos imigrantes germânicos do Sul do Brasil. Esse idioma, ainda falado nessa região da Alemanha e lá conhecido como Hunsrückisch, no Brasil sofreu influencias do português. Faz partes das línguas do baixo-alemão ou plattdeutsch. Aqui em Nova Petrópolis cerca de 70% da população fala esse idioma, o Hunsrück, sendo uns 50% na área urbana e mais de 90% na zona rural. O poder público ainda não instituiu o ensino nas escolas públicas desse idioma a exemplo do que acontece em outros municípios da região como Estância Velha e Santa Maria do Herval. Atualmente é ensinado apenas o Hochdeutsch, o alemão gramatical como dizem os nativos aqui, e que é outro idioma diferente do Hunsrück. Portanto a realidade de muitas crianças na nossa região é que a língua-mãe é o Hunsrück, mas depois quando vão para a Escola são alfabetizadas em outra língua como o Português e o Hochdeutsch, nas escolas públicas também tem o ensino de inglês e espanhol além dessas já citadas.

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      • Quinhones
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #318
        303/497 Taquari-RS

        Pertence à Mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense e à Microrregião de Lajeado-Estrela. É a cidade mãe do Vale do Taquari, que é o terceiro vale mais fértil do mundo.

        A cidade se constituiu com a chegada de casais açorianos, por volta de 1764, sendo uma das mais antigas do estado. Recebeu também grandes influências oriundas dos negros africanos, dos alemães, bem como dos italianos, além de outros povos e culturas, porém, em menor número.

        Seus dois feriados municipais são 19 de março, dia de São José, padroeiro da cidade, e 4 de julho, o aniversário de emancipação da cidade, que realizou-se em 1849.

        Área 349,968 km²
        População 26 135 hab. Censo IBGE/2010

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        História
        A existência histórica da cidade de Taquari vem de um desdobramento natural e de uma expansão dos primeiros núcleos de povoamento no Rio Grande do Sul. A região inicialmente era ocupada pela tribo indígena dos Patos, que compunham uma nação indígena poderosa, culturalmente pacíficos e industriosos.

        Desde o início, a região se apresentou como um ponto de atração e interesse de ocupação, devido a sua localização e a fertilidade das terras -até hoje características notórias, visto que a região é a terceira mais fértil do mundo, como citado anteriormente.

        Colonização
        Em 1760, o governo português ordena a fundação de uma povoação no local. Havia um grande interesse dos portugueses em povoar e desenvolver essa região, pois no contexto histórico no qual se encontra a realização da ocupação, o Continente (como era chamado o Rio Grande do Sul naqueles tempos) passava por conflitos entre luso-brasileiros, castelhanos e indígenas. Taquari estava numa posição estratégica de defesa à capital, que até então era Viamão. Para que fosse realizada a defesa das terras luso-americanas (a partir da ocupação), a Coroa decide enviar os açorianos, habitantes do arquipélago português dos Açores, que receberam do governo total assistência, através da demarcação de terras e entrega de títulos de propriedade. É interessante ressaltar que naquela época Taquari fora a única ocupação açoriana a receber assistência, tamanha era a importância da demarcação de terras naquele momento conturbado da história sul-riograndense.

        Apesar de não ser aceito por todos, Taquari pode sim ser considerada a primeira cidade açoriana do estado, pois os açorianos que aqui chegaram, fixaram-se e colonizaram a terra, enquanto os demais andavam por vários lugares, sem se fixarem em nenhum ponto.

        Os primeiros povoadores instalaram-se por volta do ano de 1760, após. O principal ponto de instalação era o Passo do Rio Tibiquary. Segundo o historiador Otelo Rosa, o primeiro habitante de Taquari foi o Tenente Francisco da Silva.

        Até hoje não se afirma com exatidão a data de Taquari. Entretanto, sabe-se que foi no ano de 1764, através de José Custódio de Sá e Faria, que era o então governador da Capitania de São Pedro do Rio Grande, quando foi criada a Freguesia de Taquari. O documento que comprova as benemerências da administração de José Custódio é uma certidão passada pelo Juiz-Presidente e mais oficiais da Câmara do Continente de São Pedro, instalada na Vila de Viamão (então capital da capitania).

        Por volta de 1764, contabilizavam-se em Taquari 60 casais de açorianos, alojados às margens do Rio Tibiquary.

        Origem do nome
        A palavra "Taquari" é de origem indígena. Ela vem de tacuara (taquara) e y (água, rio). Portanto, Taquari significa "o rio das taquaras", pois nas margens do Rio Taquari havia muitas taquareiras (taquaras), as quais os índios chamavam de tibiquary.

        Emancipação
        A criação do município de Taquari se deu no dia 4 de julho de 1849, onde a então Freguesia de Taquari se desmembra do município de Triunfo, e é elevado a Vila.

        Abaixo, vemos transcrita a Lei Provincial nº 160, assinada pelo então Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande, Francisco José de Sousa, que determina a criação do Município de Taquari:

        "O Tenente-General Francisco José de Sousa Soares de Andréa, Presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul, faço saber a todos os seus habitantes, que a Assembleia Legislativa Provincial decretou e eu sanciono a lei seguinte:

        Art. I – Fica elevada à vila, a Freguesia de Taquari, tendo por limites, provisoriamente, os que lhe forem marcados pelo Presidente da Província.

        Art. II – Ficam revogadas as disposições em contrário. Mando, portanto, a todas as autoridades, a quem o conhecimento e execução da referida lei pertencer, que cumpram e a façam cumprir, tão inteiramente como nela se contém.

        O Secretário desta Província faça imprimir, publicar e corre.

        Palácio do Governo, na real e valorosa cidade de Porto Alegre, aos 4 dias do mês de julho de 1849, vigésimo oitavo da Independência e do Império.

        Francisco José de Sousa Soares de Andréa"

        Segundo informações, em 1849, Taquari tinha uma população pouco superior aos 6.500 habitantes.

        Em 7 de setembro do mesmo ano são feitas as primeiras eleições para Vereadores. A primeira Câmara de Vereadores foi formada por Antônio dos Santos Praia (vereador mais votado), Manoel Fernandes da Silva, Antônio Caetano Pereira, Antênio de Azambuja Vilanova, Américo de Azevedo Vilana e João Ferreira Brandão.

        Municípios emancipados
        O município de Taquari, após emancipar-se em 1849, se tornou um dos maiores do Rio Grande do Sul em relação a área territorial. Como consequência, muitos municípios surgiram a partir de Taquari, emancipados direta ou indiretamente. Entre eles, podemos citar:

        Estrela, que se tornou colônia de Taquari em 1856, até sua emancipação em 1876. A partir de Estrela surgiram, entre outras, as cidades de Lajeado, Colinas, Roca Sales, Imigrante e Teutônia, que chegou a ser colônia de Taquari, em 1858.
        General Câmara, que se emancipou de Taquari em 1881, com o nome de Santo Amaro (usado até 1939). A partir de General Câmara surgiu a cidade de Venâncio Aires.
        Bom Retiro do Sul, que se tornou distrito de Taquari em 1895, até sua emancipação em 1959. A partir de Bom Retiro do Sul surgiu a cidade de Fazenda Vilanova.
        Paverama, que se tornou distrito de Taquari em 1958, até sua emancipação, em 1988.
        Tabaí, que se emancipou de Taquari em 1995.

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        • Quinhones
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2016
          • 2943

          #319
          304/497 Paverama-RS

          Localiza-se a uma latitude 29º33'06" sul e a uma longitude 51º43'49" oeste, estando a uma altitude de 105 metros.

          Possui uma área de 169,28 km² e sua população estimada em 2016 era de 8 461 habitantes.

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          História
          Localizada na região do Vale do Taquari, foi desmembrado no município de Taquari. Sua economia atual é constituída na agricultura, pelo cultivo de acácia, eucaliptos, gado de leite, suinocultura e avicultura, com destaque para produção de ovos de codorna. A indústria no município é composta por frigorifico, laticínio, fábrica de equipamentos industriais, fundição de metais e serralherias, atelies de calçados e futura indústria de bebidas.

          A origem da denominação Paverama provém dos vocábulos indígenas Pave-de todos e Retame-rama, terra pátria, "a terra de todos". Talvez o significado PAVERAMA seja "Terra de Todos". Foi aproximadamente em 1855 que duas etnias diferentes, a açoriana, partindo de Taquari, e a alemã, vinda de São Leopoldo, encontraram-se em pleno coração florestal do atual Munícipio de Paverama.

          Os pioneiros açorianos estabeleceram-se ao lado sul da estrada principal de Paverama, antigo Travessão Moraes, ao passo que os primeiros colonizadores germânicos localizaram-se ao lado norte dessa mesma estrada que dividia a dita localidade a partir de Posses e Fazenda São José, até Morro Azul.

          Em 1912 o município passou a contar com uma ferraria, dois curtumes, uma selaria, duas sapatarias, uma cervejaria, um médico, três serrarias a vapor,três serrarias a água, várias atafonas, duas olarias, um açougue, duas carpintarias, duas marcenarias, uma pedreira, uma farmácia e doze casas comerciais. Paverama teve seu desenvolvimento com o fruto do trabalho comum de seu povo.

          Com o passar dos anos, foram-se somando a estrutura existente, sucessivos acontecimentos, que serviam como fator de estímulo para a edificação deste, que se tornaria futuro município deste Rio Grande do Sul.

          É a cidade natal de Gabriela Markus, Miss Brasil 2012, ela representou o Brasil no Miss Universo e ficou com a quinta colocação.


          Fatos marcantes
          Em 1921 chegou à Paverama o 1º automóvel;
          Em 1929 foi fundada a Caixa Rural de Paverama;
          Em 19 de dezembro de 1937, foi inaugurado o Hospital São João .
          Em 1945 chegavam a Paverama as irmãs da congregação "Franciscanas de Nossa Senhora";
          Em 21 de outubro de 1947 foi inaugurada a primeira linha regular de ônibus para a localidade;
          Em 1958 Paverama passa a ser 2º Distrito de Taquari em virtude da emancipação de Bom Retiro do Sul (apesar de oficialmente ser considerada a data de 9 de junho de 1960);
          Em 16 de novembro de 1961 foi iniciado o fornecimento de energia elétrica através da CEEE;
          Em 25 de fevereiro de 1962 foi fundado o sindicato dos trabalhadores rurais;
          Em setembro de 1986 foi fundado o Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Paverama - CONCOPA.
          Em 1959 Paverama realiza plebiscito, quando da emancipação de Bom Retiro do Sul. No plebiscito saiu vitorioso o "SIM" porém, por motivos de ordem política, Paverama voltou a pertencer a Taquari.
          Em 1987 concretizou-se a ideia de emancipação, com a realizacão da consulta plebiscitária em 20 de dezembro de 1987.
          Através da Lei Estadual n. 8560 de 13 de abril de 1988, é criado o Município de Paverama.
          Em 2016, foi anunciado que o município sediará a nova planta industrial da Bebidas Fruki.

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            • Mar 2016
            • 2943

            #320
            305/497 Fazenda Vilanova-RS

            Localiza-se a uma latitude 29º35'22" sul e a uma longitude 51º49'30" oeste, estando a uma altitude de 145 metros. Sua população estimada em 2016 era de 4.148 habitantes.

            A principal rodovia de acesso ao município é a BR-386, rodovia que liga as cidades de Canoas e Iraí, no noroeste do estado.

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            História
            São muitas as versões a respeito da origem deste povoado. Porém, o que se sabe ao certo é que a comunidade era dividida em fazendas. Uma pertencia à família Azambuja e outras duas à família Vilanova, sendo que da última originou-se o nome do município. Como outros municípios da região, o desenvolvimento iniciou a partir da construção da BR-386.

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              Fazedor de Chuva

              • Mar 2016
              • 2943

              #321
              306/497 Bom Retiro do Sul-RS
              (último município dessa etapa)

              Localiza-se a uma latitude 29º36'32" sul e a uma longitude 51º56'35" oeste, estando a uma altitude de 35 metros. Possui uma área de 102,78 km² e sua população estimada em 2016 era de 12.158 habitantes.

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              Turismo
              Reconhecido por suas belezas naturais e pela hospitalidade de seus habitantes, o município tem como principal destaque a barragem eclusa, construída na década de 1970. Ela possui seis comportas duplas do tipo vagão, com 17 metros de largura de descarga de fundo, apresentando cota de represamento de 13,00 metros. Em sua margem esquerda foi implantada uma eclusa com dimensões de 120 metros de comprimento por 17 metros de largura de descarga de fundo, apresentando cota de represamento de 13,00 metros.

              Chamado de "O pesqueiro do Vale", Bom Retiro do Sul é reconhecido pela pesca artesanal, pois é banhado pelo rio Taquari que atraí inúmeros turistas apaixonados pela pescaria. Outro destaque fica por conta das figueiras centenárias, que estão espalhadas por todo território do município.

              Em seu perímetro urbano, observam-se as belas construções datadas do século passado. Na parte baixa da cidade, no bairro cidade baixa, podemos destacar: a igreja católica, localizada no morro da Corsan (fundada em 1939); a casa rosada, próxima à prefeitura municipal; o Largo dos Emancipacionistas, popularmente chamado de "escadaria"; a casa da família Pivatto; o prédio do antigo centro comercial de Arthur Ohlweiler (ao lado do Largo dos Emancipacionistas). Ainda percorrendo a rua principal, pode-se admirar outras antigas construções, como a do Clube União Bom-Retirense, construído em 20 de setembro de 1932.

              Outras construções: Paróquia Sagrada Família; Igreja da Comunidade Evangélica Sociedade de Cantores (hoje chamado de Centro Comunitário Evangélico);

              O Parque Municipal Pôr do Sol atrai muitos visitantes para a prática de atividades físicas, como caminhada, corrida e ciclismo. Neste local acontecem campeonatos de futebol sete e vôlei de duplas. Ainda nas dependências do parque há também uma área com brinquedos destinados às crianças com até 10 anos de idade.

              Para demonstrar todo o potencial cultural, turístico, agropecuário, industrial e comercial, é realizada, de quatro em quatro anos, nas dependências do Parque Municipal Por-do-Sol, a EXPOBOM, uma das maiores exposições do Vale do Taquari.

              Anualmente o município realiza os eventos Natal nas Águas, Semana de Município, Semana Farroupilha, Bom Retiro em Dança, Carnaval, Festival de Peixo, entre outros.

              É a cidade natal da super modelo Raquel Zimmermann.

              Comércio
              O ramo calçadista tem sido por anos,o mais forte na cidade,dando emprego e renda fixa a muitas famílias.No momento existem vários ateliês, e a maioria deles,trabalham para essas indústrias maiores de calçado.Outros ramos também atuam com frequência na cidade,como a criação de gado(frigoríficos),madeireiras e comércio lojista.

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                • 2943

                #322
                307/497 Santa Barbara do Sul-RS

                Localiza-se a uma latitude 28º21'30" sul e a uma longitude 53º14'50" oeste, estando a uma altitude de 511 metros.

                Possui uma área de 958,162 quilômetros quadrados[2] e sua população estimada em 2010 era de 8 829 habitantes.[3]

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                Aspectos físicos
                Clima
                O clima do município de Santa Bárbara do Sul é temperado. A temperatura varia entre 35º em épocas quentes e 4º em épocas frias, sendo a média de 18º.

                Relevo
                O município se localiza no planalto médio, em terreno mais ou menos plano.

                Hidrografia
                O município é entrecortado por três rios principais:

                Jacuí
                Palmeira
                Lagoão


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                  • 2943

                  #323
                  308/497 Saldanha Marinho-RS

                  Localiza-se a uma latitude 28º23'36" sul e a uma longitude 53º05'41" oeste, estando a uma altitude de 525 metros.

                  Possui uma área de 220,72 km² e sua população estimada em 2010 era de 2 869 habitantes.

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                  História
                  Oficialmente, a ocupação de Saldanha Marinho ocorreu em 1895, com a vinda de imigrantes alemães das colônias velhas. Os primeiros que adquiriram lotes e se estabeleceram foram as famílias Limberger, Keller, Balz, Barden, Birkhann, Metz, Dorf, Kuhn, Hermann, Neuwald, entre outras.

                  O nome do novo município, Saldanha Marinho, foi escolhido pela empresa colonizadora, em homenagem a Joaquim Saldanha Marinho, pernambucano de Olinda, nascido em 4 de maio de 1816.

                  O desenvolvimento do município baseou-se no trabalho e na dedicação de seu povo. No início a área era de mato, rico em pinheirais, e logo instalaram-se engenhos. O primeiro foi de Evaristo de Castro, membro da empresa colonizadora. Os imigrantes, dedicavam-se basicamente a agricultura e pecuária de subsistência.

                  O Município foi criado pela lei 8593 de 09/05/1988 e instalado em 01/01/1989. O município é formado pelos distritos de Campinas, Esquina Bom Jesus, Santa Teresa, São Miguel, São Lourenço, Passo da Felipa, Alto Jacuí, São Roque, Mato Branco e Colonia Nova.

                  Com 2982 habitantes em 2007, sua taxa de crescimento populacional foi de -1,03% ao ano entre 2000 e 2007 (Dados do IBGE).

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                    #324
                    309/497 Colorado-RS

                    Localiza-se a uma latitude 28º31'26" sul e a uma longitude 52º59'39" oeste, estando a uma altitude de 428 metros.

                    Possui uma área de 284,74 km² e sua população estimada em 2016 era de 3.499 habitantes.

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                    É considerada o berço da lavoura mecanizada.

                    História
                    Por volta de 1890 chegaram os primeiros colonizadores à terra Boa Esperança (majoritariamente italianos e alemães), cuja área pertencia ao município de Passo Fundo.

                    Criado em 3 de junho de 1962, o município foi instalado oficialmente em 13 de setembro do mesmo ano, sendo adotado o nome Colorado devido às águas turvas de um rio de mesmo nome e que serve de divisa.

                    É denominada de "Cidade sorriso, berço de um povo feliz!"

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                      #325
                      310/497 Selbach-RS

                      Localiza-se a uma latitude 28º37'43" sul e a uma longitude 52º57'09" oeste, estando a uma altitude de 404 metros.

                      Possui uma área de 177,66 km² e sua população estimada em 2010 era de 4 929 habitantes.

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                      História
                      Selbach é uma cidade colonizada por imigrantes de origem alemã, porém a maioria já estava no Rio Grande do Sul, instalados na região do Vale do Rio dos Sinos. Em 1897, o coronel Jacob Selbach Júnior adquiriu do governo federal as terras onde hoje se localiza o município, que pertenciam ao município de Carazinho. O pedaço de terra adquirido foi dividido em lotes que eram vendidos a colonos que precisavam atender a três requisitos: ser agricultor, ser católico e ser de origem alemã. O coronel Selbach acreditava que sendo todos da mesma religião e raça viveriam melhor em comunidade e facilitaria a implantação de núcleos educacionais (escolas), já que estas eram de responsabilidade de congregações missionárias. Foi assim que, a partir de 1905, começaram a se instalar as primeiras famílias. Em seus pequenos lotes, no meio da floresta nativa. produziam milho, feijão, trigo, fumo, mandioca e batatas.

                      Logo que se estabeleceu o núcleo habitacional, o local passou a se chamar Selbach, em homenagem ao seu precursor e, desde então, sendo vila, leva este nome. Já pensaram em colocar outros nomes, mas estes nunca foram acolhidos pela população.

                      Pertencente a Carazinho no início, já foi também 9º distrito de Passo Fundo, distrito de Carazinho pertencente ao distrito de Boa Esperança (hoje Colorado) e, por último, foi distrito de Tapera. Em 22 de setembro de 1965 veio a se tornar município, e foi oficialmente instalado em 13 de maio de 1966.

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                        • 2943

                        #326
                        311/497 Ibirubá-RS

                        Localiza-se a uma latitude 28º37'39" sul e a uma longitude 53º05'23" oeste, está a uma altitude de 416 metros. Sua população estimada é de 20.355 habitantes (Fonte: IBGE, no ano de 2017).

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                        No início do povoamento, a sede da colônia foi denominada Barão de São Jacob, e pouco tempo depois o nome de General Osório. Para evitar confusões com o município de Osório, em 1938 mudou-se o nome para General Câmara. Esse nome foi novamente motivo de confusões com outro município. Na visita de um membro do IBGE ao município, foi sugerido o nome de Ibirubá, que em Tupi-Guarani significa pitangueira do mato, pois esta é uma árvore persistente que está sempre em crescimento, tal qual o município. Uma das primeiras famílias a povoar a área após a saída dos bandeirantes foi a família de Carlos Krammes. Outras famílias também deslocaram-se para a área para povoação. O município foi povoado por imigrantes alemães e italianos no século XIX.

                        Atualmente, a cidade tem os seguintes bairros: Centro, Esperança, Planalto, Hermany, Odila, Progresso, Floresta, São Jacob, Jardim, Pôr do Sol, Chácara, Santa Helena, Unida e Aparecida.

                        Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1981 a 1983, 1985, 1988 a 1989, 1994 a 1988 e 2000 a 2011, a menor temperatura registrada em Ibirubá foi de -4 °C em 14 de julho de 2000,[6] e a maior atingiu 40,6 °C em 16 de novembro de 1985.[7] O maior acumulado de precipitação em 24 horas atingiu 142,4 milímetros (mm) em 22 de setembro de 2007.[8] Outubro de 2009 foi o mês de maior precipitação, com 595,7 mm.[9]

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                          • 2943

                          #327
                          312/497 Tapera-RS

                          ocaliza-se a uma latitude 28º37'34" sul e a uma longitude 52º52'12" oeste, estando a uma altitude de 409 metros.

                          Possui uma área de 182,46 km² e sua população estimada em 2014 era de 10.796 habitantes, formada principalmente por descendentes de imigrantes alemães e italianos.

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                          Origem do Nome
                          O nome do município deve-se a um antigo casebre (uma "tapera", termo de origem tupi que significa "aldeia extinta", pela junção de taba, aldeia e ûera, extinta[6]) existente na região onde hoje situa-se o centro da cidade, que servia de paradeiro para viajantes que passavam por ali. Conta a tradição que a mesma tapera teria sido construída por um fugitivo da polícia, que teria buscado se esconder nessa região, então deserta e até inóspita.

                          Economia
                          A economia do município é baseada principalmente na agricultura, sobretudo com o plantio de soja, trigo e milho, e na pecuária, destacando-se a criação de aves e suínos.

                          A principal indústria do município foi, durante décadas, o Curtume Mombelli, situado no centro da cidade, cuja produção de couros atendia ao mercado nacional e até internacional, mas cujo impacto ambiental vinha sendo cada vez mais discutido e sentido pelos habitantes em sua fase final. Muitos manifestavam crescente insatisfação em relação ao odor desagradável provocado pela indústria, também acusada de poluir arroios que cortam a cidade. Com a crise econômica gerada no país pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, no início dos anos 2000 , o curtume entrou em decadência, chegando à falência nos anos 2000. O curtume foi adquirido em 2001 pelo Grupo Bom Retiro, de Bom Retiro do Sul - RS e transformado em Curtume Tapera. Este encerrou suas atividades em 2012, pondo fim a uma história de 80 anos do curtume no município.[7]

                          Turismo
                          Sem tradição no ramo turístico, Tapera vem tentando, nos últimos anos, desenvolver ações que a insiram nas rotas de turismo do Estado. Integrando-se à Rota das Terras, a cidade busca atrair visitantes interessados por turismo rural e religioso. No entanto, os resultados, até aqui, mostram-se pouco significativos. Os principais pontos de visitação para turistas são a Igreja Matriz, o Santuário dos Três Mártires, o Seminário Sagrado Coração de Jesus, o Memorial Taperense e diversas propriedades rurais localizadas no interior do município, que oferecem atrativos ligados à natureza e à gastronomia.

                          Em 2002, foi lançada a Rota Turística Della Cucagna, composta por 11 pontos turísticos. Esta denominação tem o significado de “rota da prosperidade, abundância e felicidade”. A Rota Della Cucagna possui os seguintes pontos: Casa do Vinho da Família Rizzi, Santuário e Cascata dos Três Mártires, Antiguidades da Família Crestani, Sítio Vieira, Gruta Nossa Senhora de Lourdes, Parque das Araucárias, Cabanha Mangueirão, Usina Hidrelétrica “Eletrocar”, Memorial Taperense, Tratoria Bella Itália, Prainha do Jacuí, Gruta da Barra do Colorado, Comunidade Linha São Pedro, Etnia Italiana, Praça Central Dr. Avelino Steffens, Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário da Pompéia, Centro Administrativo Municipal.

                          Eventos
                          Os principais eventos anuais realizados em Tapera são:

                          Toca do Coelho: realizada anualmente nas duas semanas que antecedem a Páscoa, trata-se de uma feira e exposição temática voltada principalmente ao público infantil.

                          Rodeio Crioulo Interestadual: realizado em março, no Parque de Exposições da cidade.

                          Festa de Maio: comemora a festa da padroeira do município, Nossa Senhora do Rosário da Pompeia, realizada no início de maio.

                          Feira do Livro e Semana da Cultura: ocorrem geralmente em setembro, com atividades voltadas à literatura e cultura em geral.

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                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #328
                            313/497 Lagoa dos Três Cantos-RS

                            Localiza-se a uma latitude 28º34'15" sul e a uma longitude 52º51'28" oeste, estando a uma altitude de 482 metros. Sua população em 2016 segundo IBGE era de 1 649 habitantes. Distância da Capital: 290 quilômetros. Situa-se no Planalto Médio - Microrregião do Alto Jacuí, fazendo divisa com Tapera, Não-Me-Toque, Victor Graeff, Selbach e Colorado. Sua área territorial é de 138,64 km².

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                            Língua regional
                            O dialeto alemão Riograndenser Hunsrückisch falado por milhares[7] de habitantes do estado do Rio Grande do Sul desde há quase duzentos anos (bem como falado em estados e países adjacentes), faz parte da história de Lagoa dos Três Cantos. Em 2012 a câmara dos deputados do estado votou em unanimade a favor do reconhecimento official do Riograndenser Hunsrückisch, o dialeto alemão mais falado no Brasil, e com a maior concentração de falantes no Rio Grande do Sul, como parte do patrimônio cultural imaterial a ser preservado e protegido.[8] Na verdade este reconhecimento se dá devido a um trabalho que vem sendo efetivado desde há longos anos por iniciativa individual, comunitária, de linguistas e academicos, como por exemplo o professor Dr. Cléo Vilson Altenhofen da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Hoje este dialeto também é reconhecido internacionalmente como uma língua em perigo de extinção e, presentemente, cresce a conscientização popular da necessidade reverter este diagnóstico. Tradicionalmente o dialeto manteve-se em grande parte um língua ágrafa (sem produção escrita em larga escala), apoiando-se no uso centenário do alemão padrão (Hochdeutsch) para tal; hoje existem crescentes iniciativas de produzir textos escritos no Hunsrückisch brasileiro para ajudar na sua preservação.[9]

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                            Comentário

                            • Quinhones
                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2016
                              • 2943

                              #329
                              314/497 Não-Me-Toque-RS

                              Localiza-se a uma latitude 28º27'33" sul e a uma longitude 52º49'15" oeste. Está a uma altitude de 514 metros. Área 361,670 km² [2]
                              População 17 094 hab. est. IBGE/2016[3]

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                              História
                              As terras do hoje município de Não-Me-Toque, como em outros municípios da região, tiveram a presença de índios como primeiros habitantes nativos.

                              A partir de 1827, começaram a chegar na região do Planalto Médio elementos lusos, iniciando a atividade pecuária nas grandes estâncias por eles instaladas.

                              Em meados do século XX, os descendentes de italianos e alemães buscaram na Colônia Nova do "Alto Jacuhy" (hoje Alto Jacuí) melhores condições de vida e, nos lotes de terras adquiridos, começaram a dedicar-se à agricultura e à extração de madeira, bem como instalação de pequenas fábricas e casas comerciais, tornando Não-Me-Toque sede da Colônia do Alto Jacuhy (1900).

                              A religião e a educação foram sempre as molas propulsoras do pequeno povoado que passou à vila, fazendo parte das terras de Rio Pardo, Cruz Alta, para posteriormente tornar-se distrito de Passo Fundo e Carazinho.

                              A partir de 1949 começam a chegar os imigrantes holandeses e o município passa a ser o berço da imigração holandesa no Rio Grande do Sul.[6][7]

                              Em 18 de dezembro de 1954 foi criado o município de Não-Me-Toque, sendo instalado em 28 de fevereiro de 1955.

                              A sua população é composta, principalmente, por descendentes de alemães, italianos, holandeses e uma parcela de portugueses.

                              A origem e troca do nome
                              Entre as várias versões que explicam a origem de Não-Me-Toque encontram-se:

                              Uma árvore de tronco curto e recorto de espinhos, popularmente conhecido como não-me-toques, de nome científico Dasyphyllum spinescens (Less.) Cabrera, muito abundante na região na época da colonização italo-germânica.
                              A expressão "não me toque nestas terras", ou "não me toque daqui" ditas por um fazendeiro português, referindo-se à sua grande fazenda, da qual nunca pretendia se desfazer.
                              Entre a variedade de culturas e a produção de boas sementes, o trigo foi considerado por muitos anos o "cereal rei" das plantações, inspirando os munícipes a optarem pela troca do nome de Não-Me-Toque para Campo Real (1971).

                              Depois de intensas campanhas, a população, através de um plebiscito, optou pela antiga denominação de Não-Me-Toque (1976).

                              Na Bíblia, "não me toque" é uma frase dita por Jesus no episódio conhecido como Noli me tangere, muito famoso no Cristianismo.

                              Economia
                              O município é sede da Expodireto Cotrijal, feira agrodinâmica de grande expressão a nível nacional e internacional, onde são realizados anualmente o Fórum Nacional da Soja e da Conferência Mercosul sobre Agronegócio.

                              Tem em sua principal geração de renda a indústria de máquinas agrícolas.

                              Eventos turísticos
                              Março: Páscoa Étnica e Expodireto Cotrijal;
                              Abril: Baile do Alemão;
                              Maio: Torneio de Laço (CTG Galpão Amigo);
                              Junho: Noite Italiana Festijanta;
                              Julho: Festa do Imigrante e Festival Municipal de Corais;
                              Outubro: Oktoberfest e Encontro Estadual de Corais;
                              Dezembro:Baile do Chope do Clube União, Festa de São Nicolau, Rodeio Crioulo e Natal Étnico;
                              Agricultura de precisão
                              Não-Me-Toque já foi conhecida como "Capital da lavoura mecanizada" pois, nas décadas de 50 e 60 iniciaram-se aqui grande empreendimentos na agricultura, tornando-a o maior potencial econômico da região.

                              Em 29 de outubro de 2009 a municipalidade recebeu o título de "Capital Nacional da Agricultura de Precisão".[8]

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                              • Quinhones
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #330
                                315/497 Victor Graeff-RS

                                Localiza-se a uma latitude 28º33'37" sul e a uma longitude 52º44'54" oeste, estando a uma altitude de 411 metros. Sua população estimada em 2010 era de 3.036 habitantes. Possui uma área de 267,32 km² e um dos mais belos parques do estado, com ciprestes moldados em diversas formas.

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                                Victor Graeff é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.


                                Índice
                                1 Economia
                                2 Geografia
                                3 Principais criações
                                4 Principais culturas anuais
                                5 Instituições Religiosas
                                6 Referências
                                7 Ligações externas
                                8 Ver também
                                Economia
                                A economia é baseada na agricultura, pecuária e turismo. A praça, seis propriedades rurais que compõem o caminho dos Jardins são atrativos para turistas de todo o Brasil e várias partes do mundo. O artesanato também é importante fonte de receita, além do Festival Nacional da Cuca com Linguiça. Ela acontece anualmente no mesmo período que a Expo-Direto Cotrijal de Não-Me-Toque.

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