Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #286
    271/497 Feliz-RS

    Área 96,232 km² [2]
    População 13,451 hab. est. IBGE/2018

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    História
    Apesar dos vários motivos que podem ter levado o município a se chamar Feliz, uma das histórias é a mais aceita:

    O início da colonização ocorre em 1846 com colonos provenientes das colônias mais antigas, como Dois Irmãos e São José do Hortêncio. Também no mesmo ano imigrantes alemães, vindos principalmente da região de Hunsrück, que compreende uma significativa parte do estado de Rheinland-Pfalz e considerável parte do norte do estado de Saarland, estado, este, que faz divisa com a França.

    Quando estes imigrantes, vindos do Hunsrück, navegavam pelas calmas águas do Rio Caí, encontraram um clareira nas margens do rio. Ali se estabeleceram e decretaram "aqui estamos Felizes". Reza a lenda que desta frase surgiu o nome da cidade: Feliz.

    População
    Sua população é 80% de origem alemã, 10% de origem italiana e 10% de outras origens. Os traços da cultura germânica são explícitos em muitos pontos, como na arquitetura, culinária e, mais do que em qualquer lugar, nos traços étnicos dos felizenses. Porém, além dos germânicos, há também descendentes de italianos, poloneses, portugueses, suíços, austríacos, entre outras etnias minoritárias.

    Língua minoritária
    Uma intensa e evidente característica do município é a força que tem o idioma alemão, que prevalece tanto na zona urbana quanto na zona rural, onde ainda é possível encontrar moradores que falam apenas a língua germânica, especialmente o dialeto Hunsrückisch - também conhecido como Riograndenser Hunsrückisch, originado e falado na região de Hunsrück, no sudoeste da Alemanha, e nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no sul do Brasil; também no estado do Espírito Santo, e em províncias argentinas vizinhas da colônia alemã brasileira. Vale ressaltar que há, ainda, vários dialetos similares ao Hunsrückisch tanto na Alemanha quanto no Brasil, como na região de Pomerode, em Santa Catarina.

    Economia
    Sua economia baseia-se na produção de calçados e na agricultura, onde predomina o cultivo de morango. O município é considerado o maior produtor de morangos e amoras do Rio Grande do Sul[6]. Atualmente,[quando?] destaca-se no setor metal-mecânico, tendo como empresas a Ramada,que fabrica ferramentas e a Hidrojet, empresa do mesmo setor.

    Para garantir a produtividade, a administração municipal cria mecanismos de incentivo à produção e à permanência dos jovens no município. A Associação Círculo de Máquinas recebe 40% de retorno da efetivação da produção. Uma outra lei que entrará em vigor no ano que vem[quando?] prevê o incentivo aos maiores produtores com o retorno direto do valor das notas fiscais. Esse retorno será por meio de serviço e maquinário.

    Em 2007 foi feita a devolução de 65 mil reais para os 165 produtores. Em parceria com o Sebrae, a Associação de Hortifrutigranjeiros montou um planejamento estratégico para buscar o incremento e qualidade dos produtos. Duas novidades foram o irrigamento por gotejamento e o cultivo de morangos semi-hidropônicos em estufas. Além disso, todo produtor recebe assessoria para melhor aproveitamento das colheitas e incremento das culturas, como plantação de uvas e ameixas, por exemplo.

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    • Quinhones
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #287
      272/497 Linha Nova-RS

      Localiza-se a uma latitude 29º28'03" sul e a uma longitude 51º12'03" oeste, estando a uma altitude de 365 metros.

      Sua população estimada em 2010 era de 1 624 habitantes. Está situado a 87 quilômetros da capital, Porto Alegre.

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      Colonizada por alemães provenientes da região serrana do Hunsrück, na Renânia, sua primeira denominação foi o nome alemão "Neu Schneiss", que foi traduzido para o atual nome devido a campanha de nacionalização da ditadura Varguista.

      História
      Linha Nova foi povoada por imigrantes alemães a partir da década de 1840, tendo se tornado sede da primeira cervejaria do estado.

      Pertenceu a São Sebastião do Caí até 1959, quando passou a fazer parte de Feliz. Emancipou-se no dia 20 de março de 1992.

      Economia
      O município é o maior produtor de couve-flor do estado, pois ultrapassou o antigo maior produtor: Caxias do Sul. Dois em cada três habitantes vivem da agricultura.

      Cultura
      Como é um município pequeno, praticamente todos os moradores se conhecem. A maioria comunga a mesma religião, a luterana, joga bolão e canastra na Associação Recreativa, bebe cerveja, dança e pratica tiro ao alvo. Para preservar tais valores, a única escola de ensino médio de Linha Nova, a Escola Estadual Pastor Heinrich Hunsche, procura repassar essa tradição aos jovens.[8]

      Seu índice de criminalidade é o mais baixo de todo o Rio Grande do Sul, e os crimes registrados são basicamente pequenos furtos e casos esporádicos de estelionato. Ademais, os moradores colaboram com as ações policiais.

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        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #288
        273/497 Presidente Lucena-RS

        Localiza-se a uma latitude 29º31'10" sul e a uma longitude 51º10'41" oeste, estando a uma altitude de 75 metros. Sua população estimada em 2017 é de 2.729 habitantes.

        Possui uma área de 49,72 km².

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        História
        A história de Presidente Lucena começa por volta de 1750, quando então a estrada Presidente Lucena começa a ser paulatinamente aberta pelos tropeiros, que tocavam o gado do Rio Grande do Sul para São Paulo. Em 25 de julho de 1824, chegaram os primeiros imigrantes alemães, provenientes da região do Hunsrück, na Real Feitoria do Linho Cânhamo, hoje São Leopoldo. A partir de 1826, após a chegada de mais mil imigrantes, se expandiram para a região ao norte de São Leopoldo, incluindo toda a atual área de Presidente Lucena.

        As localidades de Linha Nova Baixa e Picada Schneider são as mais antigas do município. Em Linha Nova Baixa, o início da colonização se deu por volta de 1830, Picada Schneider surgiu em meados de 1845, quando a família de Peter Schneider se instalou na localidade. A localidade de Nova Vila, antes chamada Nova Alemanha, foi colonizada depois de 1850, sendo a família de Guilherme Exner a pioneira.[6] O local da sede do município, começou a ser povoada no final do século XIX e inicio do século XX. O pioneiro do distrito vem da região de São Sebastião do Caí,conhecido como Pedro Rammi e sua família. Eles fixam residência no meio da mata virgem, mais precisamente onde hoje está instalada a Sociedade Esportiva Soberano.

        Em 1885, o Governo Provincial do Rio Grande do Sul ordenou a realização de estudos para a construção de uma estrada ligando o município de São Leopoldo à Colônia de Nova Petrópolis. Já em 1888 a picada, que posteriormente receberia o nome de Estrada Presidente Lucena, estava totalmente aberta, ela foi feita tendo como base na antiga rota deixada pelos tropeiros, utilizada para o escoamento do gado. Durante a administração do Cel. Guilherme Gaelzer Neto, intendente de São Leopoldo de 1902 a 1916, a estrada recebeu importantes melhorias e em 1913 foi concluída a sua abertura, deixando-a em condições para o tráfego de automóveis em toda sua extensão de 57 quilômetros. Foi o próprio Gaelzer a primeira pessoa a passar de automóvel pela Estrada Presidente Lucena.

        Economia
        Agropecuária
        É a atividade econômica mais antiga do município e conserva muitas características da época de colonização, como pequenas propriedades rurais e policultura. Porém, a entrada de novas tecnologias agrícolas, como rotação de culturas, adubação, irrigação, entre outras, tem aumentado a produtividade e as lavouras vem deixando de serem de subsistência para se tornarem comerciais.

        A agricultura do município é bem diversificada, destacam-se o cultivo de hortifrutigranjeiros, milho, cana-de-açúcar e o plantio de acácia-negra para extração do tanino e produção de lenha. Na pecuária, destacam-se os bovinos, sendo relevante a produção leiteira, os suínos e a avicultura de corte.

        No município existem aproximadamente 410 propriedades rurais, com uma área média de 10 hectares. Por volta de 700 trabalhadores são empregados no setor primário, sendo grande parte associada ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ivoti, com extensão de base em Presidente Lucena.

        Indústria
        Mesmo sendo um município agrícola, a indústria é a principal atividade econômica do município. Destacam-se o abate de aves, a indústria calçadista, a produção de artefatos de cimento, indústrias de chimia colonial, indústrias de malhas, móveis, artefatos de madeira, metalurgia, beneficiamento de frutas, cachaça e rapadura. As principais indústrias são: Granja Pinheiros, Luz da Lua, Malhas Ellis, Iaraline Malhas, Schneider Artefatos de Cimento, T. R. Schneider & Cia. e Doces Petry.

        Comércio e serviços
        Em Presidente Lucena há um comércio consolidado, com opções e alternativas em diversas áreas, como mercados, padarias, açougues, restaurantes, lancherias, lojas de confecções, calçados e material de construção, floriculturas, farmácias, agropecuária, posto de combustíveis, etc… Na área de prestações de serviços; os profissionais autônomos na construção civil, escritório de contabilidade, a cooperativa de crédito Sicredi e oficinas mecânicas são as principais atividades.

        Turismo
        Presidente Lucena faz parte da Rota Romântica. As principais atrações turísticas do município são o núcleo histórico de Picada Schneider, a ponte férrea em Linha Nova Baixa, sobre o Rio Cadeia, e o Morro do Pedro numa altitude de 595 metros, de onde é possível avistar cidades do Vale dos Sinos.

        As igrejas e casas em construídas em uma técnica denominada enxaimel, que preserva características germânicas do início da colonização. Além disso, 90% da população fala o dialeto hunsriqueano riograndense, o que garante a preservação da história e cultura dos colonizadores. O novo Centro Administrativo, seguindo o mesmo estilo de arquitetura, também tornou-se uma atração. Além disso, uma deliciosa gastronomia colonial alemã é mais um convite para quem quer conhecer o município.

        Festa Tradicional
        A festa mais tradicional da cidade é a Schmierfest, comemorada no segundo final de semana de novembro, a cada dois anos. Lá, o principal produto da cidade é colocado em visibilidade aos turistas: a famosa chimia de cana de açúcar, que dá nome à festa.

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          Fazedor de Chuva

          • Mar 2016
          • 2943

          #289
          274/497 São José do Hortêncio-RS

          Localiza-se a uma latitude 29º31'50" sul e a uma longitude 51º14'53" oeste, estando a uma altitude de 100 metros, ultrapassando os 350 metros em seus pontos mais altos. Sua população estimada pelo IBGE para 1° de julho de 2017 era de 4.543 habitantes.

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          Hidrografia
          O município é banhado pelo Rio Cadeia, e suas águas são usadas na agricultura, para pesca e banho. Também há arroios e diversos açudes.

          Localização
          O município está localizado na microrregião de Montenegro, no estado do Rio Grande do Sul. Sua Localização privilegiada se deve ao fato do município estar localizado no Vale do Caí, entre a Região Metropolitana de Porto Alegre e a Serra Gaúcha, que juntas formam o pólo econômico do estado. Faz parte do Conselho Regional de Desenvolvimento Vale do Caí (Corede Vale do Caí).

          Subdivisões
          Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito Sede (São José do Hortêncio).

          A zona rural é constituída pelas localidades de Arroio Bonito, Campestre, Capela do Rosário e Vila Dill.

          História
          O município faz parte da "velha colônia" alemã, e surgiu a partir da "interiorização" do processo de colonização alemã, iniciada na Feitoria do Linho Cânhamo, em São Leopoldo, em 25 de julho de 1824. Em 1826, com a vinda das primeiras levas de imigrantes alemães, foi formado o primeiro núcleo de moradores. Esses imigrantes se estabeleceram e começaram a trabalhar a terra, cultivando-a e extraindo dela sua subsistência, o que fez a localidade se desenvolver com o passar dos anos.

          Até sua emancipação, pertencia a São Sebastião do Caí. O município de São José do Hortêncio foi criado pela Lei n° 8576 de 29 de abril de 1988. O primeiro prefeito do município, eleito em 1989, foi Egídio João Grohmann.

          A etnia alemã é a predominante no município. As marcas da colonização alemã estão presentes no dia-a-dia de muitos hortencienses (o dialeto Hunsrück, a culinária, as danças e músicas). Também há descendentes de polacos.

          Topônimo
          Inicialmente era conhecida como "Linha Portuguesa" (em alemão: Portugieserschneiss). Depois "Picada do Cadeia", "Picada do Bernardino" (em alemão: Bernardinerschneiss) e "Freguesia de São José do Hortêncio".

          São José é uma homenagem ao santo padroeiro da paróquia de Hortêncio, em homenagem a Hortêncio Leite de Oliveira, um português que tinha suas terras localizadas na via de acesso a localidade. Então, tornou-se popular dizer que ia-se para São José e que se passava pelas terras do Hortêncio. Assim, a denominação ficou estabelecida como São José do Hortêncio.

          Terra do aipim
          O município é conhecido como a Terra do aipim, e, por vezes, a Capital do aipim. Isso se deve pela grande produção de aipim e por este ser o principal produto agrícola municipal.

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            Fazedor de Chuva

            • Mar 2016
            • 2943

            #290
            275/497 São Sebastião do Caí-RS

            Localiza-se a uma latitude 29º35'12" sul e a uma longitude 51º22'32" oeste, estando a uma altitude de 17 metros acima do nível do mar.

            Tem uma área (2004) de 111,5 km² e sua população estimada em 2010 era de 21,944 habitantes, com densidade demográfica de 195,8 hab/km².

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            História
            A região mostra indícios de presença de populações nativas, segundo MASSOM (1940), pertencentes às tribos tapes e guaiacanãs. A ocupação colonizadora se deu principalmente após o estabelecimento da Freguesia de Sant'Anna do Rio dos Sinos (Capela de Santana), em 1814, apesar da existência de presença portuguesa na região antes deste ano.

            De origem portuguesa, a região que hoje se constitui como município, recebeu migrações de etnias nórdicas (principalmente alemã) após o estabelecimento da colônia de São José do Hortêncio, em 1848.

            Emancipada de São Leopoldo em 1 de maio de 1875, a então Villa de São Sebastião do Cahy teve papel fundamental na recepção das levas de colonos italianos que se estabeleceram no Campo dos Bugres, que foi batizada de Caxias do Sul, devido ao seu porto ser o último atingível por naus de grande calado.

            Os produtos chegavam de barco e o transporte terrestre era feito pelos caixeiros-viajantes, montados em mulas, que percorriam centenas de quilômetros trocando mercadorias manufaturadas por produtos agrícolas ou coloniais, que por sua vez voltavam a São Sebastião do Caí e eram enviados de barco a Porto Alegre e outros mercados.

            O grande desenvolvimento da colonização italiana na Serra Gaúcha acelerou o crescimento econômico do município porque foi implantado na cidade o porto fluvial através do qual as mercadorias produzidas pelos imigrantes italianos eram exportadas para Porto Alegre. Isso ocasiionou uma fase de rápido desenvolvimento, tornando São Sebastião do Caí um dos mais importantes polos comerciais do estado. Essa fase brilhante da cidade durou até o ano de 1911, quando foi inaugurada a ferrovia que ligava Caxias do Sul a Porto Alegre. A partir de então a maior parte do transporte de mercadorias, e de pessoas, entre a colônia italiana de Caxias do Sul e Porto Alegre passou a ser feito através da ferrovia e isso prejudicou muito o desenvolvimento econômico do município.

            A carreira do megaempresário Antonio Jacob Renner (conhecido como A. J. Renner) foi iniciada em São Sebastião do Caí, com a criação da fábrica de confecções que deu início a um verdadeiro império econômico erigido por esse empresário. Poucos anos depois da sua criação, a fábrica de A. J. Renner foi transferida para Porto Alegre.

            Outra importante empresa caiense criada na época de ouro da economia da cidade foi a Carlos Henrique Oderich, inaugurada em 1909, Ela foi uma das primeiras empresas a produzir carne enlatada. Essa empresa continua ativa até hoje, exportando seus produtos para grande parte do mundo.

            Nas décadas de 1980 foi instalada, na cidade, uma filial da empresa Azaléia dedicada à produção do tênis Olimpicus, que teve grande sucesso e proporcionou a São Sebastião do Caí uma nova fase de desenvolvimento acelerado. No ano de 2005, no entanto, a fábrica foi fechada devido ao abalo que a concorrência chinesa causou na produção brasileira de calçados.

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              Fazedor de Chuva

              • Mar 2016
              • 2943

              #291
              276/497 Harmonia-RS

              Localiza-se a uma latitude 29º32'52" sul e a uma longitude 51º25'32" oeste, estando a uma altitude de 126 metros.

              Possui uma área de 48,663 km² e sua população estimada em 2016 era de 4.638 habitantes.

              Harmonia fica ao lado da cidade de São Sebastião do Caí, e está a 64 km da capital, Porto Alegre.

              O centro da cidade, comumente chamada de "Vila", é predominante plano.

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              História
              Município desde 13 de abril de 1988, Harmonia foi criado pela Lei Estadual nº 8562/88, que ratificou o plebiscito que havia ocorrido em 20 de setembro de 1987. Antes disso, seu território era distrito de Montenegro desde 1897.

              Harmonia surgiu no embalo da colonização alemã no Vale do Caí, que se iniciou por São José do Hortêncio em 1828 (apenas quatro anos depois da chegada dos primeiros imigrantes ao Estado) e começou a se expandir para o restante da região a partir de 1840.

              Era por volta de 1854 quando José (Juca) Inácio Teixeira, encarregou o agrimensor Ernesto Müzel de medir e lotear parte da fazenda Parecy, de sua propriedade e que abrangia desde os atuais municípios de Pareci Novo até o atual município de Tupandi. Filho de descendente portugues e mãe brasileira, Juca Teixeira vendeu os primeiros lotes do novo empreendimento aos colonos Pedro Kuhn e Pedro Heck, de São José do Hortêncio.

              O fazendeiro encarregou os dois da venda dos demais lotes e, a partir de 1855, foram chegando também Pedro Kuh, Nicolau Hech, João Hartmann, Matias Hockenbach, Adão Fink, Eduardo Grünewald, Domingos Hilger e Jacó Jung, além das famílias Berwanger, Nedel, Simon, Diehl, Kenze e outras que foram chegando aos poucos. Nos anos seguintes, foram surgindo as primeiras indústrias, com os moinhos de cereais, seguidas das fábricas de queijo, olarias, serralherias e carpintarias. Em 1873 foi construída uma capela de madeira, que era atendida pelos padres jesuítas de Tupandi.

              Já o ensino no princípio era desenvolvido em alemão, funcionando em escolas ao ar livre ou mesmo nas casas dos professores. As aulas eram particulares e os professores trabalhavam de manhã na escola e à tarde na roça. Outros ofícios exercidos por eles eram os de diretores de canto e de sacristãos nas igrejas.

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                Fazedor de Chuva

                • Mar 2016
                • 2943

                #292
                277/497 Tupandi-RS

                Localiza-se a uma latitude 29º28'35" sul e a uma longitude 51º25'16" oeste, estando a uma altitude de 63 metros.

                Possui uma área de 669,1 km² e sua população em 2010, segundo o IBGE, era de 3 919 habitantes.

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                História
                Tupandi, assim como grande parte do Vale do Caí, foi colonizada por imigrantes alemães, que chegaram à região nos século XIX.

                Em 1855, Juca Inácio Teixeira, residente em Pareci e proprietário de enorme extensão de terras ao lado direito do Rio Caí, iniciou a venda de lotes coloniais alemães. Rapidamente a região foi povoada e surgiram picadas prósperas e futuras, tal o início do povoado ao qual se deu o nome de São Salvador e assim, na época chamada, ficou uma região colonial florescente. O nome de São Salvador se deveria de um ermitão luso-brasileiro chamou Salvador, que escolhera a solidão daquelas matas virgens para habitação.

                Em 1945 passou a chamar-se Tupandi, que segundo o padre Jesuíta Gotzman, ex-vigário da Paróquia Cristo Redentor, de Tupandi, possivelmente significava "Luz do Céu”. Os primeiros moradores que se estabeleceram na região já não encontraram o tal Salvador, mas puderam, ainda, dedicar-se com as saborosas frutas das laranjeiras que aí havia plantado.

                Economia
                É um município de economia voltada ao setor primário (mais de 70% da arrecadação provém dele) sendo a criação de aves e suínos fator importante para o aumento da arrecadação local.

                Entre os anos de 1993 e 2006 o crescimento econômico foi de mais de 500%, fazendo com que Tupandi figure entre os municípios gaúchos de maior destaque em crescimento econômico[carece de fontes]. A administração municipal recebeu o título de Prefeitura Empreendedora 2006, sendo considerada a melhor gestão pública entre os municípios do Rio Grande do Sul, em prêmio concedido pelo Sebrae.

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                  • 2943

                  #293
                  278/497 Bom Princípio-RS

                  Situado na Microrregião de Montenegro e de clima ameno, de fácil acesso, entre a Grande Porto Alegre e a Serra Gaúcha.

                  Localiza-se a uma latitude 29º29'20" sul e a uma longitude 51º21'12" oeste, estando a uma altitude de 37 metros. Está limitado ao norte pelo município de São Vendelino, ao sul por São Sebastião do Caí, a leste por Feliz e a oeste por Barão, Tupandi e Harmonia.

                  Possui uma área de 88,242,8 km² e sua população estimada em 2016 era de 14.000 habitantes, sendo 7.815 eleitores.

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                  História
                  O primeiro nome de Bom Princípio teria sido Serraria, em 1814, época em que a atual área do município pertencia a Luiza Theodora Feijó. Bem antes da colonização alemã, quando tudo ainda era mata com trilhas percorridas por índios caingangues.

                  Em 1840 o imigrante João Guilherme Winter, que veio da cidade alemã de Klüsserath, comprou uma grande quantidade de terras junto ao Rio Caí e ao Arroio Forromeco. O local passou a ser chamado de Wintersohnschneiss (Picada de Winter Filho, em alemão). Quatro anos depois, o nome já havia sido reduzido para Winterschneiss (Picada do Winter). Nome que, apesar de não constar em nenhum documento oficial, ainda é lembrado e usado para designar Bom Princípio, principalmente pelos nativos de mais idade.

                  Já o nome Bom Princípio teria sido criado em 1853, pelo comerciante Philip Jacob Selbach, para que a localidade tivesse um nome em português.

                  Sobre Guilherme Winter
                  Nascido em 13 de março de 1806, em Klüsserath, Guilherme Winter chegou ao Brasil em 1829. Perdeu o pai, Philipp, na viagem de navio e foi se instalar com a mãe, Irmina, e irmãos em São José do Hortêncio. O fundador de Bom Princípio também lutou na Guerra dos Farrapos, primeiro do lado dos Imperiais e depois passou para o lado Farroupilha.

                  Ele só foi morar em suas novas terras em 1852, construindo sua casa junto de onde hoje é a Igreja Matriz Nossa Senhora da Purificação. Mesmo assim,foi o primeiro morador alemão do local. A colônia foi oficializada pelo Império em 1859 e seu proprietário teve que assumir uma série de compromissos perante o governo central.

                  Por exemplo, ninguém que morasse na colônia de Winter poderia praticar outra religião que não o catolicismo, seguindo as normas nacionais. Assim, se alguém dos colonos viesse a se tornar apóstolo de outra religião e procurasse converter os católicos, este alguém deveria ser expulso da colônia, ficando sujeito às leis do país como perturbador do sossego público.

                  Não eram admitidos nas escolas públicas os ensinos em outra língua sem que os alunos estivessem fluentes na língua portuguesa.

                  Sobre o catolicismo é interessante notar que, enquanto nas outras cidades é comum se ter uma igreja católica e outra luterana (pela chegada também de imigrantes de religião protestante ao Estado), Bom Princípio teve só templos católicos. Atualmente o município conta com centros de outras religiões evangélicas como Assembleia de Deus e Igreja Universal do Reino de Deus.

                  Já o idioma português foi difícil de pegar até o final do século XIX, tanto que até hoje existem idosos que não falam português. A vantagem é que atualmente boa parte da população é bilíngue, inclusive crianças[7].

                  Terra do Morango
                  Bom Princípio tem como seu símbolo o morango, ou "moranguinho".

                  A fruta é cultivada por cerca de 160 famílias, produzindo, em uma pequena área, mais de mil toneladas de morango por ano. Cada produtor planta em média meio hectare, sendo que o uso de técnicas como a plasticultura garante alta produtividade mesmo na entressafra. O morango é produzido durante oito meses do ano, entre maio e dezembro [8].

                  A cada 2 anos, no mês de setembro, a cidade realiza a "Festa Nacional do Moranguinho", atraindo visitantes das cidades próximas. Intercalando estes anos é realizada a Construmóvel, feira do setor cerâmico e moveleiro.

                  Na cidade, há ainda um morango gigante conhecido como "Morangão", para saudar os visitantes e conscientizá-los de que estão adentrando na "Terra do Morango".

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                    • 2943

                    #294
                    279/497 São Vendelino-RS

                    São Vendelino é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º22'08" sul e a uma longitude 51º22'37" oeste, estando a uma altitude de 100 metros. Sua população estimada em 2010 era de 1.944 habitantes. Possui uma área de 37,984 km².

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                    História
                    A denominação São Vendelino deve-se à origem de muitos de seus fundadores, imigrantes católicos, provenientes da cidade alemã de Sankt Wendel, próxima a Trier, no estado do "Saarland".

                    Língua minoritária
                    Assim como muitos municípios do estado do Rio Grande do Sul, língua alemã faz parte da história de São Vendelino desde a sua fundação. O dialeto falado na região é o Riograndenser Hunsrückisch, uma variante do dialeto prevalente na região do Hunsrück, no sudoeste da Alemanha.

                    Em 2012 a Câmara de Deputados do Rio Grande do Sul aprovou em voto unânime o reconhecimento oficial do dialeto alemão riograndense como parte integral do patrimônio cultural do estado.

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                      • 2943

                      #295
                      280/497 Barão-RS

                      Localiza-se a uma latitude 29º22'37" sul e a uma longitude 51º29'44" oeste, estando a uma altitude de 642 metros. Sua população estimada chega em 2016 a 6086 habitantes. O município de Barão é composto pelos seguintes distritos: Arroio Canoas, Francesa Alta, General Neto e Francesa Baixa.

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                      Turismo
                      Possui uma área de 122,31 km². Município com predominância da colonização alemã, encanta qualquer visitante com suas belas paisagens, sua requintada arquitetura, seu clima agradável e a ótima hospitalidade dos moradores do lugar. Dados Gerais

                      Município, desmembrado de Salvador do Sul em 12 de maio de 1988, situado na Encosta Superior do Nordeste, a 110 km de distância da Capital do Estado, via RST 470, a com área geográfica de 124,5 km², de acordo com o censo de 2010, com 5.742 habitantes, Barão teve a origem de sua denominação, segundo pesquisas do historiador Rubem Neis, rm Luiz Henrique, Barão de Holleben que nasceu em Saxe Mainer, na Alemanha.

                      Luiz Henrique, Barão de Holleben (Ludwig Heinrich von Holleben)
                      Formado em engenharia na Inglaterra, veio ao Brasil, casando-se com Maria da Luz dos Santos na cidade de Curitiba no Paraná. Em setembro de 1880, o Barão von Holleben acompanhou o engenheiro Carvalho Borges a Conde D’Eu, hoje município de Garibaldi e Bento Gonçalves a fim de, como engenheiro responsável pela construção da rua Buarque de Macedo, dirigir as obras entre Montenegro e Bento Gonçalves e, então, estabeleceu residência no ponto mais avançado da colonização alemã entre Salvador do Sul e Carlos Barbosa. Na época, o local era pouco habitado e, devido à referência das pessoas ao mesmo que, para identificá-lo, diziam: “vou lá no Barão” por ser ele pessoa destaque ali residente, emprestou seu nome à localidade, posteriormente distrito de Montenegro e de Salvador do Sul e, pela Lei nº 8.635 emancipado política-administrativamente em 12 de maio de 1988. O Barão Luiz Henrique von Holleben ficou residindo por 2 anos no atual município, transferindo-se depois para a capital Porto Alegre onde, entre 1882 e 1894, dedicou seu trabalho na linha de bondes Ferro Carril. Existe, porém, uma outra versão que, segundo o historiador Campos Neto, no seu livro “Montenegro” (página 451), diz que o nome Barão é originário de Francisco Pedro de Abreu, conhecido também como Chico Pedro, o Barão do Jacuí.

                      Famílias pioneiras
                      A formação do povo baronense iniciou-se com a vinda dos imigrantes alemães e italianos que, criando raízes profundas, muito contribuíram e contribuem na cultura desta terra e, posteriormente, em menor número, vieram os suíços, franceses e holandeses. Hoje, juntam-se a eles bolivianos e portugueses entre outros, formando uma população com diversidade de raças, línguas e credos mas almejando um único objetivo e, juntando esforços, lutam pelo engrandecimento e o progresso do município. As primeiras famílias de imigrantes alemães foram: Mayer, Beckenbach, Neuhaus, Stein, Schmitz, Koch, Ebeling, Blei, Schäfer, Neukamp e Selbach, entre outros. As de imigrantes italianos: De Marchi, Biasetti. Dai Prá, Grando, Basso, Cerutti, Maragnon, Bedini, Cestari, Delazzari, Bassegio, Grespan e Costa, entre outros. Esses imigrantes alemães e italianos deixaram profundas raízes, influenciando a cultura do povo de Barão com seus hábitos e costumes, sua culinária, suas crenças e fizeram, da agricultura, sua fonte de renda para manter-se e sobreviver na terra desconhecida. Sem dúvida, enfrentaram grandes problemas mas, lutando conseguiram vencer e legaram ao povo seus valores.

                      Primeiros estabelecimentos
                      Em 1889, Valentim Diemer, que era Juiz de Paz, fundou o 1º Cartório de Barão. No começo do século XX, Carlos Selbach e Luiz Calliari exerceram influência marcante na comunidade sendo este último, Mestre da Capela. Até 1916, as celebrações religiosas eram feitas na residência de João Schmitz, músico, regente de coral, doador do primeiro harmônio para a comunidade católica baronense. Barão desenvolveu-se a partir da construção e ao lado dos trilhos da via férrea, que ligava Porto Alegre a Caxias do Sul, entre 1906 e 1911 sendo, em 1 de dezembro de 1909, inaugurada estação de Barão. Para os trabalhos de construção e, posterior, conservação da ferrovia, abriu-se uma pedreira nas terras de João Baseggio e Vvª Itália Dai Prá fazendo a ligação à pedreira. Na área mais central, perto da Estação, funcionava uma Cantina e, também, o Armazém de Secos e Molhados Hartmann com grande sortimento de produtos coloniais, utensílios domésticos, ferramentas, tecidos e gêneros alimentícios entre outros. As uvas produzidas na região eram transportadas em carroças puxadas por juntas de bois trazidas pelos próprios produtores em tonéis e cestas.

                      A Ferrovia é Desativada Com o decorrer dos anos, as condições da ferrovia foram se tornando precárias pelo relevo bastante acidentado que dificultava sua manutenção o que levou à sua desativação em 10 de junho de 1979. Com o desaparecimento do trem de cargas e de passageiros, surgiu a necessidade de ampliação e de melhoria nos meios de transporte rodoviário. Apareceram, então, mais linhas de ônibus que até aí somente possuía um horário a Porto Alegre e um a Garibaldi, caminhões e carros particulares em substituição ao trem e, também, os carros de bois e cavalos, muito ousados antigamente, foram desaparecendo.

                      A Emancipação
                      No início de sua formação, Barão pertencia ao município de São João de Montenegro o qual, em 1 de dezembro de 1914, transferiu a sede do 4º distrito de Badensberg para Barão elevando-o à categoria de Vila pelo Ato Municipal nº34. Em 1963, Barão foi elevado a segundo distrito, foram surgindo ideias emancipacionistas e a primeira tentativa ocorreu em 1982 quando a consulta popular deu vitória ao “Não” com uma diferença de 700 votos no plebiscito realizado. Cabe salientar que as Prefeituras envolvidas realizaram campanhas contrárias à emancipação. Todavia, o movimento reiniciou em 1986 e obteve autorização para a realização do plebiscito em 1987. Finalmente, em 24 de abril de 1988, realizou-se mais um plebiscito que deu vitória ao “Sim” com 2900 dos 3925 votos. Sua emancipação política administrativa ocorreu em 12 de maio de 1988 pelo Decreto Lei nº 8365. No mesmo ano realizaram-se as eleições para a 1ª administração do município e o primeiro prefeito foi Valério José Calliari e Bernardino Scottá o primeiro vice-prefeito, 1989/1992 seguidos de Francisco Mário Simon, prefeito e José Inácio Heinzmann, vice-prefeito (1993/1996), Valério José Calliari prefeito e vice, João Paulo Debacker em 1997/2000. Na gestão de 2001/2004 prefeito João Paulo Debacker e vice, Plínio Schneider. Durante a gestão 2005/2008, esteve a frente do Executivo Municipal, Cláudio Ferrari como prefeito e Francisco Mário Simon vice. Cláudio Ferrari foi reeleito como prefeito para a Gestão 2009/2012 tendo como vice Tercílio Anselmini. Para a gestão 2013/2016, foi eleito Jefferson Schuster Born como prefeito e José Flach como vice-prefeito. Na gestão 2017/2020, Cláudio Ferrari e Tercílio Anselmini venceram os então atuais prefeito e vice, Jefferson e Flach. Cláudio Ferrari torna-se assim o primeiro prefeito a ser eleito para 3 mandatos frente à prefeitura municipal de Barão. A Câmara Municipal é composta por nove vereadores.

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                        #296
                        281/497 São Pedro da Serra-RS

                        São Pedro da Serra é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

                        Localiza-se a uma latitude 29º25'16" sul e a uma longitude 51º30'48" oeste, estando a uma altitude de 463 metros.

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                        Sua população estimada em 2010 era de 3 317 habitantes. Possui uma área de 35,164 km².

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                          • 2943

                          #297
                          282/497 Salvador do Sul-RS

                          Salvador do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, está situado na Serra Gaúcha uma das regiões de maior exploração turística do país. No inverno, as temperaturas podem, inclusive, ter registros negativos, possibilitando a ocorrência de precipitações de neve. Predominam as etnias germânica e italiana.

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                          História
                          O município foi colonizado por colonos alemães a partir de 1855, quando José Inácio Teixeira começa a vender suas terras. As vendas ficaram a cargo de Peter Kuhn, procedente da Picada dos Portugueses. Os novos habitantes vieram das colônias mais antigas, como Dois Irmãos, assim como recém chegados da Alemanha.

                          A intenção dos colonizadores foi formar uma colônia católica, motivo pelo qual evitavam vender terras aos protestantes. Em 1860 foi criada uma escola comunitária que servia de capela aos domingos.

                          Salvador do Sul obteve sua emancipação política em 09 de outubro de 1963. Desde então, vem construindo sua trajetória de progresso, amparada especialmente, pela força de sua atividade primária. Seu grande referencial econômico está na avicultura, sendo, atualmente, o maior produtor de ovos e perus do estado do Rio Grande do Sul.

                          Geografia
                          Localiza-se a uma latitude 29º26'18" sul e a uma longitude 51º30'41" oeste. Altitude 493 metros.

                          Sua área total é de aproximadamente 99,158 km² e sua população estimada em 2018 era de 7.705 habitantes, com densidade demográfica de 68,04 hab/km². Sua distância da capital é de 100 km.

                          Geminação de cidades
                          2013: Dickenschied, Alemanha

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                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #298
                            283/497 São José do Sul-RS

                            Sua população estimada em 2010 foi de 2.082 habitantes.

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                            História
                            A história de São José do Sul começa em 1993 quando um grupo emancipacionista decide formar um município. As porções de terras viriam, em maior parte do município de Salvador do Sul, ao qual pertencia a Linha Dom Diogo, atual sede de São José do Sul, uma parte de Montenegro, a Linha São José do Maratá, e de Maratá.

                            A nova cidade, após a emancipação, recebeu o nome de São José do Sul, devido àquela linha que até então fazia parte do município de Montenegro.

                            A emancipação foi oficializada em 1996.

                            Em 2006 recebeu o titulo de Cidade do Antúrio Gaúcho pela Lei Ordinária n° 255/2006 de 22 de Março de 2006 devendo todas as repartições usarem o antúrio como flor decorativa.

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                            • Quinhones
                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2016
                              • 2943

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                              284/497 Maratá-RS

                              Possui uma área de 86,324 km² e sua população estimada em 2016 era de 2 668 habitantes.

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                              Foi colonizado por imigrantes alemães na metade do século XIX. São traços marcantes do município a forte cultura germânica ainda presente e sua produção agropecuária.
                              Localiza-se a uma latitude 29º32'56" sul e a uma longitude 51º33'14" oeste, estando a uma altitude de 30 metros.

                              História
                              A colonização de município iniciou em 1857, quando imigrantes alemães desembarcados em São Leopoldo, se instalam nas margens do Arroio Maratá, motivados pela beleza do lugar e pela fertilidade do solo.

                              A principal força econômica da cidade nos seus primeiros anos era a agricultura. Para escoar a rica produção regional chegou a ser implantado por Andréas Kochenborger um serviço de navegação até Porto Alegre, partindo do arroio Maratá e passando pelo, mas acredita-se que esta navegação era feita somente próxima ao rio caí pois o arroio Maratá não é navegável em sua extensão rio Caí. A ferrovia São Leopoldo - Caxias do Sul, finalizada em 1906, foi de grande importância para a localidade, pois a estação implantada no povoado tornou-se um centro de escoamento da produção agrícola da região. Junto com isso veio também o desenvolvimento cultural e educacional, com a notável participação da família Rücker.

                              Nos anos 70 a via férrea foi desativada e a cidade passou por um período de estagnação que só foi revertido com o início do processo de emancipação. Em 20 de março de 1992, Maratá se desligou de Brochier e foi criado o novo município.

                              Economia
                              A agropecuária é a responsável pela maior parte da produção econômica municipal, com uma fatia de 45% do PIB. Em segundo lugar vem a indústria com cerca de 28%, essa porcentagem é praticamente a mesma do ramo de comércio e serviços, que é de aproximadamente 27% do PIB municipal.

                              As principais atividades agropecuárias são a criação de frangos e suínos, seguidos pela silvicultura (acácia-negra e eucalipto) e citricultura (laranjas e bergamotas), destacando-se ainda a produção de leite.

                              O setor industrial é representado principalmente pela Jacob, fabricante da marca Kildare, que emprega atualmente 470 funcionários. Ela representa mais de 90% de toda a arrecadação do setor industrial na cidade. O restante vem do Atelier Maratá, carvoarias, e pequenas indústrias instaladas no município.

                              A cidade conta com uma incubadora empresarial, um prédio com 375 metros quadrados onde estão instaladas duas empresas. Na mesma área, estão em fase de conclusão as obras de mais dois pavilhões, um de 375 metros quadrados e outro de 200 metros quadrados. Os espaços servirão para atrair novos investimentos.

                              Turismo

                              A Cascata de Maratá em dezembro de 2012.
                              Maratá conta com interessantes belezas naturais, principalmente cascatas.

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                              Arquivos Anexos

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                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #300
                                285/497 Brochier-RS

                                Localiza-se a uma latitude 29º32'43" sul e a uma longitude 51º35'10" oeste, estando a uma altitude de 90 metros. Está a 75 km da capital Porto Alegre.

                                Possui uma área de 115,52 km² e sua população estimada em 2016 era de 4.975 habitantes.

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                                História
                                Por volta do ano de 1832 os irmãos João Honoré e Augusto Brochier se estabeleceram na região hoje pertencente ao município, formando uma das primeiras colonias francesas do Brasil.[6] A família Brochier adquiriu extensões de terras na região com objetivo de extrair madeira de araucária, que era levada por balsas pelos arroios Brochier (inicialmente conhecido como Arroio dos Franceses) e Maratá até o rio Caí, onde era vendida para suprir as necessidades do Vale do Caí e Região Metropolitana de Porto Alegre.[7]

                                Entre os anos de 1854 e 1855 a família Brochier contribuiu para o povoamento da região com a venda de lotes para colonos alemães, que se estabeleceram em grande número não só na atual região de Brochier, como também na cidade de Maratá, desabitados até então.[8]

                                No ano de 1873 foi criado o Distrito de Brochier, pertencente à cidade de Montenegro. Em 20 de dezembro de 1987 foi realizado plebiscito pela emancipação, quando 2.980 dos 3.291 eleitores da cidade se manifestaram favoráveis à emancipação, efetivada com a promulgação da Lei nº 8.556, de 11 de abril de 1988.[9]

                                A cidade de Brochier é conhecida como Capital do Carvão Vegetal, sendo um dos principais produtores de carvão vegetal do estado. Além do carvão a cidade se destaca pela produção de barcos infláveis e indústria de calçados.[10]

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