Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #256
    241/497 Arvorezinha-RS
    (Encontrei logo após entrar na cidade um grupo muito simpático em uma tenda de apoio e divulgação da APAE)

    Arvorezinha é um município antes da emancipação) ainda localizada ao lado da igreja matriz de Arvorezinha.

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    Possui uma área de 278,38 km² e sua população estimada em 2016 era de 10.605 habitantes.

    Os resultados conquistados nas áreas da educação, turismo e cultura foram os responsáveis pelo título recebido em 2008 de "Capital da Cultura do Vale do Taquari".

    História
    Arvorezinha teve como primeiro habitante Lino Figueira, que se estabeleceu na região por volta de 1900.

    Grande parte de sua população é descendente de imigrantes italianos advindos das cidades de Antônio Prado, Veranópolis, Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Garibaldi, que começaram a se estabelecer na região no início do século XX.

    Antes da emancipação, em 6 de fevereiro de 1959, o território do atual município pertenceu a Taquari e, depois, a Encantado.

    Geografia
    Localiza-se a uma latitude 28º52'20" sul e a uma longitude 52º10'31" oeste, estando a uma altitude de +600 metros.

    Clima
    Apresenta clima subtropical ameno e seco, com queda de neve pelo menos uma vez ao ano, e geadas frequentes de junho a julho.

    Cultura
    A cultura de Arvorezinha deve muito a colonização italiana, tanto na gastronomia como no folclore e religião. O dialeto vêneto é presente no dia a dia dos cidadãos.

    Os casarões em estilo italiano também identificam a descendência da população.

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    • Quinhones
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #257
      242/497 Itapuca-RS

      Itapuca é um município do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, nome do tupi: Ita (pedra) e Puca (fendida), devido a grande quantidade de "pedras moles", fáceis de serem fendidas, existentes na região. Possui vales, rios, cachoeiras, campos e matas nativas formando um belo cenário turístico, transmitindo paz a todos que o visitam.

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      Localiza-se a uma latitude 28º46'47" sul e a uma longitude 52º10'20" oeste, estando a uma altitude de 660 metros. Possui uma área de 184,48 quilômetros quadrados e sua população estimada em 2016 era de 2.309 habitantes. Com vários contrastes rios, lagos, matas, campos, vales e planaltos.

      Os pontos turísticos do município de Itapuca são os Casarões Históricos, Salto do Pulador (Rio Guaporé), Rio Ferreira, Cascatas, Igreja São Miguel Arcanjo, Moinhos Antigos.

      Eventos voltados ao lazer, Festa do Biscoito, uma tradição das comunidades do interior e da cidade, produzirem diversos tipos de biscoitos artesanais, outro evento é o Natal em Cores uma festividade realizada no mês de dezembro com artesanatos, teatros, música, dança e muitas luzes na praça central.

      Com uma economia voltada para a agricultura: erva-mate, milho, soja, feijão, fumo e a pecuária bovinos, suínos e aves. O município de Itapuca é um grande produtor de erva-mate, e com agroindústrias familiar na produção de biscoitos artesanais.

      Topônimo
      "Itapuca" é um termo de origem tupi, significando "pedra fendida", através da junção dos termos itá (pedra)[6] e puka (fenda)[7]. Segundo a versão popular, o nome é uma referência à grande quantidade de "pedras moles" fáceis de serem fendidas, portanto existentes na região[8].

      História
      Antigamente, distrito de Maurício Cardoso, nome dado em homenagem ao jurista, filho de Soledade, Dr. Joaquim Maurício Cardoso, era habitado por índios das tribos Gê e Tapuias. Por volta de 1880, na região de Campo Bonito, pertencente ao distrito de Maurício Cardoso, começaram a chegar os primeiros imigrantes descendentes de portugueses, entre os quais os Ferreira, Andrade, Borges, Taborda, e outros. Logo após viriam os italianos e com esses a denominação da localidade: Povoado Vitória. O topônimo é de origem indígena e significa pedra fendidas, recebeu esse devido a grande quantidade de pedras moles existentes na região. A sede do município foi muitas vezes chamada de Itapuca Brava, porém este nome só aparece na Comissão de Terras, sendo que nunca foi o nome oficial da localidade.

      Formação Administrativa
      Distrito criado com a denominação de Vitória, por Ato Municipal nº 2, de 19 de setembro de 1892, subordinado ao município de Soledade. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Vitória, figura no município de Soledade. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937. Pela Lei Estadual nº 3.717, de 16 de fevereiro de 1959, o distrito de Mauricio Cardoso foi transferido do município de Soledade, para constituir o novo município de Arvorezinha. Em divisão territorial datada de 1 de julho de 1960, o distrito de Mauricio Cardoso, figura no município Arvorezinha. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1991[carece de fontes].

      Foi elevado à categoria de município, com a denominação de Itapuca, pela Lei Estadual nº 9.580, desmembrado de Arvorezinha. Sede no atual distrito de Itapuca (ex-Mauricio Cardoso). Constituído do distrito sede. Instalado em Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

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        • Mar 2016
        • 2943

        #258
        243/497 Nova Alvorada-RS

        Localiza-se a uma latitude 28º40'39" sul e a uma longitude 52º09'59" oeste, estando a uma altitude de 427 metros.

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        Possui uma área de 149,45 km² e sua população estimada em 2016 era de 3.457 habitantes.

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          • Mar 2016
          • 2943

          #259
          244/497 Montauri-RS

          Localiza-se a uma latitude 28º39'07" sul e a uma longitude 52º04'12" oeste, estando a uma altitude de 449 metros. Sua população estimada em 2016 era de 1 551 habitantes. Possui uma área de 70,664 km².

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          Curiosamente, segundo o censo brasileiro do ano 2000, efetuado pelo IBGE, Montauri é o único município brasileiro onde a totalidade da população se declarou de cor branca.[7] O município se originou de um grupo de colonos italianos em 1904.

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            • Mar 2016
            • 2943

            #260
            245/497 Serafina Correa-RS
            (Fiquei impressionado com a beleza dessa cidade, foi onde pernoitei e conheci um casal fantástico, motociclista de apelido "mano". Já iniciamos uma grande amizade, a noite jantamos juntos e tivemos um bate-papo muito descontraído e saudável, inclusive para fazermos uma viagem juntos, provavelmente por outros municípios da região).

            As línguas oficiais do município são o português e a variante da língua vêneta chamada Talian.

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            Localiza-se a uma latitude 28º42'42" sul e a uma longitude 51º56'06" oeste, estando a uma altitude de 509 metros. Sua população estimada em 2018 é de 17.198 habitantes.

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            • Quinhones
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              • Mar 2016
              • 2943

              #261
              246/497 União da Serra-RS

              União da Serra é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Emancipou-se politicamente de Guaporé, em 1992, a partir de um estudo técnico e consulta popular entre os distritos de Pulador (chamado inicialmente de Formigueiro) e Vila Oeste (antigo distrito de Borges de Medeiros). Atualmente, o município recebe o título de Capital Nacional da Fé Católica, uma vez que 99,4% da população declara-se pertencente a esta religião. Na década de 1950, os antigos distritos já foram considerados os maiores produtores de figo da região. Contudo, a ausência de ligação asfáltica afastou uma série de investimentos ainda na década de 70, quando havia sido desenvolvido um projeto ligando Passo Fundo a Guaporé passando por estas localidades.

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              União da Serra possui uma população total de 1.620 habitantes, de acordo com o censo de 2010.

              Etimologia
              O nome do município União da Serra, deve-se a sua oficialização num ponto de "Serra", na "União" dos distritos de Oeste, inicialmente chamado de "Borges de Medeiros" e Pulador (antigo Formigueiro). O seu município de origem é Guaporé.


              História
              O início da colonização do município União da Serra, data do final do século XIX, por volta de 1880 com a chegada das famílias Galliazzi e Giordani, no local onde mais tarde chamou-se "Pulador", tornando-se distrito do município de Guaporé em 1956. Alguns anos mais tarde, por volta de 1908, inicia a colonização de outro vilarejo, onde viria chamar-se "Oeste" onde hoje é o atual centro de União da Serra[7].

              O novo município surge da União dos dois distritos referidos, Pulador e Oeste, desmembrados do município-mãe Guaporé, e que, por situarem-se em local de dominantes vales e montanhas convencionou-se chamar de União da Serra.

              Geografia
              Localiza-se a uma latitude 28º45'16.62" sul e a uma longitude 52º00'53.77" oeste. A altitude do centro do Município é de 520 metros.

              Sua área total é de aproximadamente 131 km² e sua população estimada em 2010 era de 1.987 habitantes, com densidade demográfica de 11,35 hab/km².[8]

              O município é constituído de 3 distritos: União da Serra (sede), Oeste e Pulador.[9]

              Pontos turísticos
              Gruta De Pedra Natural: Gruta De Nossa Senhora De Lourdes. Possui um Riacho, uma cascata, dois pavilhões com cobertura, grande pátio para acampamento, com lugar para fazer churrasco no final de semana (três churrasqueiras com capacidade de assar mais de 1.000 kg de carne) . É aberto ao público 24 horas.
              Rio Pulador: Oferece lugar para acampamento,
              Rio da Pádua: Com moinho antigo e cascatas,
              Cascata São Luiz: Possui uma das mais belas cascatas localizada entre o Centro e o Distrito de Pulador. É possível acampamento no local.
              Cascata Rossoni: Cascata e acampamento, está situado na Via geral Serafina Correa sentido Centro.
              Moro da Cruz: Situado no alto de umas das montanhas que cerca o distrito de Pulador. Logo acima há um espaço para voo livre de asa delta.

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              • Quinhones
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2016
                • 2943

                #262
                247/497 Guaporé-RS

                Guaporé é um município brasileiro localizado na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul, sendo o pólo gaúcho, e o segundo brasileiro, de joias e lingerie. Foi colonizado por imigrantes italianos, e preserva até hoje suas tradições. Está na lista dos 50 melhores municípios do Brasil, o nome Guaporé provavelmente é originário do guarani, sendo discutível seu significado (provavelmente vale deserto ou talvez rio encachoeirado). Na cidade, é realizada a Mostra Guaporé, a fim de expor seus produtos (joias e lingerie). Sua população em 2017 era de 24.836 habitantes, e sua densidade demográfica era de 76,64 hab/km²[6].

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                História
                O assentamento de imigrantes italianos que eventualmente viria a formar o município de Guaporé começou no início do século XIX na área onde hoje é o município de Muçum. Nesta mesma época, criadores de gado alemães da região de Montenegro instalaram-se no então povoado de Boa Vista, atual município de São Valentim do Sul.[7]

                Em 1892, foi criada a colônia de Guaporé, em terras pertencentes aos municípios de Lajeado e Passo Fundo. O diretor da colônia, Eng. José Montauri de Aguiar Leitão, designou ao Eng. Vespasiano Rodrigues Corrêa a incumbência de demarcar as terras e loteá-las. Foram demarcados 5000 lotes, de medida variável entre 25 e 30 hectares. Logo chegaram migrantes provindos das primeiras colônias italianas do estado (principalmente Caxias do Sul, Bento Gonçalves e Veranópolis), de modo que em 1896 a colônia já contava com cerca de 7.000 habitantes, em sua maioria italianos, incluindo alguns alemães, poloneses, russos e austríacos.

                Em 1897, foi estabelecida a Paróquia Santo Antônio, pertencente à Diocese de Porto Alegre, sendo o primeiro pároco o Pe. Antônio Pertile. Em 1900, a colônia possuía 13.727 habitantes. Frente ao desenvolvimento e a prosperidade, em 11 de dezembro de 1903 o decreto número 664 instituiu Município de Guaporé, tendo como primeiro Intendente o engenheiro Vespasiano Corrêa, empossado em 1 de janeiro de 1904.

                Pouco depois de sua fundação, em 1910, Guaporé já possuía 30 mil habitantes, com 170 prédios e 1020 moradores no centro, dotado de praça, telégrafo, correio e uma primitiva Igreja Matriz. Seus principais produtos agrícolas eram arroz, feijão, milho, soja, laranja e uva. Contava ainda com 82 casas de negócios e algumas indústrias, destacando-se na produção de aguardente, banha, vinho, ovos e queijo.

                Ao longo dos anos, diversos distritos deixaram de pertencer a Guaporé. Com a instalação do município de Marau em 1954 perdeu seu 7° distrito, o de Maria (posteriormente, município de Vila Maria), além de Casca, Evangelista e São Domingos do Sul, que formariam o município de Casca. Em 1959, emancipou-se de Guaporé o distrito de Muçum, em 1960 o distrito de Serafina Corrêa e, mais recentemente em 1987, o município de Dois Lajeados.

                Os imigrantes
                Ao chegar na região, ao longo do século XIX, além dos baús de madeira e a saudade dos que permaneceram no velho continente, os imigrantes portavam um espírito arrojado para construir uma nova vida.

                Em 1907, com a chegada ao município da família Pasquali, inicia-se a atividade que eventualmente seria a mais importante do município, a da fabricação de joias folhadas. Os membros da família utilizaram o conhecimento que traziam consigo para montar a primeira das eventuais dezenas de pequenas indústrias joalheiras.[7]

                Passado mais de um século, a memória desses imigrantes continua viva, evidenciada principalmente na dimensão religiosa da comunidade, e ainda na força de vontade e de trabalho deste povo. Constata-se a religiosidade nos diversos capitéis do interior do município, bem como na Igreja Matriz e na estatua do Cristo Redentor, com treze metros de altura, colocado num pedestal de sete metros no cume mais alto da cidade. O local inspira todos os anos, por ocasião das celebrações da Paixão de Cristo, a encenação do acontecimento, que envolve milhares de guaporenses e visitantes que participam da procissão das Estações da Paixão, que culminam no topo da montanha, aos pés do majestoso monumento.

                Após mais de cem anos de sua fundação, Guaporé centraliza-se como pólo comercial, industrial, cultural e turístico, que envolve dezenas de municípios da região. Também destacam-se as indústrias de calçados, metal-mecânica, confecções, implementos agrícolas e moveleiras, além de uma agricultura inovadora que impulsiona o município.

                Geografia
                O município se localiza na Serra Gaúcha, com uma altitude de 478 m no centro do município e picos de mais de 700 m de altitude, situando-se entre o Planalto e a Depressão Central, formado por rochas ígneas de efusão, originárias provavelmente do fim do período triássico ou jurássico. É região do basalto, que assenta sobre o arenito e, sob esse, o granito. O centro da cidade está localizado num vale, sendo que a oeste, no morro mais alto do município, foi construída a estátua do Cristo Redentor, no Morro dos Gallon. Os principais rios são o Rio Guaporé e o Rio Carreiro que delimitam a cidade a oeste e a leste, respectivamente.

                Clima
                Guaporé possui um clima subtropical úmido, com verões tépidos e invernos moderadamente frios, sendo comuns as geadas, e com ocasional queda de neve. Durante o inverno, há a ocorrência de névoas pela manha e a umidade relativa do ar geralmente é alta.

                Estatísticas
                Seguem algumas estatísticas disponíveis sobre a economia e qualidade de vida de Guaporé.

                PIB: R$ 323,682,673 IBGE/2008[5]
                PIB per capita: R$ 14468.20 IBGE/2008[5]
                Exportações Totais: US$ 18,509,548 FOB 2008[8]
                IDH: 0.826 elevado PNUD/2000[4]
                Taxa de Analfabetismo: 6.48% 2000[8]
                Expectativa de vida ao nascer: 73.84 anos 2000[8]
                Mortalidade Infantil: 3.83 por 1000 nascidos vivos 2007[8]
                Cultura
                A população de Guaporé é formada por descendentes de italianos. Apesar da influência exterior, suas tradições e a fala talian (uma variante da língua vêneta, do norte da Itália) são preservadas até hoje. A religiosidade herdada dos antepassados está muito presente no dia-a-dia, e o prova a monumental Igreja Matriz Santo Antônio, construída pelos padres Missionários de São Carlos, além dos vários capitéis espalhados pelo município e colônia. O rigoroso inverno gaúcho era suportado pelos colonos mediante o uso do fogão-à-lenha, reunindo a família em torno do calor, comendo o típico pinhão (semente da araucária) de suas terras, passando o tempo com a reza do rosário e jogo de cartas. Preservam-se ainda os cafés coloniais, que tem como cardápio comes e bebes típicos italianos. A caça e a pesca eram na época um meio de sustento, sendo atualmente de caráter esportivo.

                As tradições gaúchas se difundiram em meio às italianas devido aos tropeiros, que transportavam cargas entre as as cidades maiores, como de Porto Alegre a Passo Fundo.

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                  • 2943

                  #263
                  248/497 Dois Lajeados-RS

                  Localiza-se a uma latitude 28º59'01" sul e a uma longitude 51º50'13" oeste, estando a uma altitude de 450 metros.

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                  Sua população estimada em 2016 era de 3.424 habitantes. O município também é conhecido por "Pequeno Paraíso".

                  Um dos rios mais famosos do Rio Grande do Sul passa por Dois Lajeados, o rio Carreiro.

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                    • 2943

                    #264
                    249/497 São Valentim do Sul-RS

                    Localiza-se a uma latitude 29º02'49" sul e a uma longitude 51º45'54" oeste, estando a uma altitude de 550 metros.

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                    Possui uma área de 96,434 km² e sua população conforme o censo de 2010 era de 2.233 habitantes.

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                      • 2943

                      #265
                      250/497 Vespasiano Corrêa-RS

                      Vespasiano Corrêa é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. A cidade é conhecida por sua beleza paisagística, por onde passa a ferrovia do trigo e destaca-se o Viaduto 13 (Viaduto do Exército) (maior viaduto ferroviário das Américas e 2º maior do mundo com 143m de altura e 509m de comprimento). É também a cidade-natal do técnico e ex-jogador de futebol Renato Gaúcho. Vespasiano Corrêa foi o primeiro intendente de Guaporé. Foi topógrafo e realizou as demarcações do município no seu início. Após seu falecimento o distrito de Esperança ganhou seu nome em homenagem.

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                      História
                      Foi colonizado por imigrantes italianos e polacos, conserva suas tradições gastronômicas onde a massa, o galeto e a polenta são lembrados nos jantares festivos e eventos comunitários. O churrasco herdado do costume dos gaúchos é bastante comum nos eventos promovidos pelas capelas do interior.

                      Geografia
                      Localiza-se a uma latitude 29º04'03" sul e a uma longitude 51º51'33" oeste, estando a uma altitude de 518 metros. Sua população estimada em 2016 era de 1 974 habitantes.

                      Onde existem as depressões, a natureza ainda esta intacta. Lá estão as verdadeiras relíquias naturais. São cascatas, vales profundos, matas nativas ainda habitadas por aves silvestres e animais, entre eles: tatu, quati, macacos, graxaim, mão-pelada e jaguatirica. A cascata Rasga Diabo possui uma queda d'água de 135 metros, onde o acesso só é possível através de caminhadas.

                      Turismo
                      O município é de grande potencial turístico, pois além das belezas naturais em seu relevo, às margens do Rio Guaporé, passa a Ferrovia do Trigo, onde encontram-se vários túneis e o famoso Viaduto 13, com 509 metros de extensão e 143 metros de altura, o maior da América Latina e o segundo mais alto do mundo[carece de fontes]

                      O município está situado às margens da RS-129 e seu acesso asfáltico é acompanhado de plátanos e hortênsias, que dão ao local um requinte de beleza e de harmonia. A cidade está a 695 metros em relação ao nível do mar e possui um clima agradável. As hortênsias também decoram a praça da igreja matriz.

                      Até 2002 havia corrida de carrinhos de lomba, onde participantes de várias regiões do estado vinham com seus carretos de madeira e rodas de rolamento, numa incrível descida de dois quilômetros na lomba de acesso à cidade, conhecida pelo seu aspecto de túnel e suas hortênsias e plátanos.

                      Hoje destaca-se a Expovespa, feira onde os vespasianenses expõem seu artesanato, seus produtos coloniais e sua gastronomia típica, e onde também ocorrem espetáculos e atrações regionais.

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                        • 2943

                        #266
                        251/497 Muçum-RS

                        Conhecido como Princesa das Pontes, pelo trecho da Ferrovia do Trigo que atravessa o rio Taquari e corta a cidade sobre um viaduto, marcando o visual da entrada da cidade.
                        Área 110,892 km² [2]
                        População 4 998 hab. est. IBGE/2016

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                        História
                        O povoamento da região onde hoje se encontra o município de Muçum começou por volta do século 19, com o estabelecimento dos primitivos colonizadores de origem lusa, italiana, alemã e polonesa, que compraram suas terras, através da Comissão de Terras e Colonização em Guaporé. O Rio Taquari teve suma importância na migração dos primeiros colonizadores, já que era bastante navegável. O nome do município tem sua origem de uma cachoeira conhecida dos navegadores que costumavam passar pelo rio Taquari, chamada "Muçum". Inicialmente a povoação denominou-se General Osório. A origem do invulgar nome de "muçum", que a cidade e o município ostentam até hoje, perde-se nas brumas de tempos passados, difundido oralmente entre os primitivos navegadores do rio Taquari. O nome "Mussum", ainda grafado com dois "SS", aparecia escrito em um relatório elaborado em 1862, pelo engenheiro militar Capitão Antônio Augusto Arruda, do Exército nacional, ao efetuar um completo levantamento das cachoeiras existentes no rio Taquari, desde o porto de estrela até o incipiente povoado de Santa Bárbara na foz do Rio Carreiro. Por meio deste documento, se constata que "Mussum" era a denominação dada a cachoeira do rio Taquari em que este nome já existia muitos anos antes. Em 19 de novembro de 1938 alternava a denominação de distrito e vila de General Osório para "Mussum", ainda com grafia de dois "SS". Em dezembro de 1959 era solicitada a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul "que seja retificado o nome de Muçum, para a grafia com dois "S", visto ser nome próprio, pois com "ç" é nome de peixe de origem da língua Tupi-Guarani. Esta solicitação da Câmara de Vereadores, não foi aceita.

                        Geografia
                        Muçum localiza-se no Vale do Taquari e é uma cidade originada pela colonização italiana, o município expande-se ao norte em direção às montanhas que pertencem à região. Fazem parte da jurisdição da cidade de Muçum pequenas comunidades(chamados Linhas) como Linha Brás Scharleo, pronunciado pelos imigrantes italianos brasharéu, Linha Treze de Maio, São Luis e Linha 28. A maioria das famílias desta região é de origem vêneta. Representa a transição entre o Vale do Taquari e a Serra Gaúcha.

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                        Arquivos Anexos
                        Última edição por Quinhones; 11-02-19, 20:13.

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                          • 2943

                          #267
                          252/497 Encantado-RS

                          Localiza-se a uma latitude 29º14'10" sul e a uma longitude 51º52'11" oeste, estando a uma altitude de 58 metros. Pertence à Mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense. Com uma área de 140,88 km², sua população estimada em 2016 era de 22.009 habitantes.

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                          Município do Vale do Taquari, região alta. Encantado nasceu a partir da colonização italiana, cuja hoje representa a descendência da população, majoritariamente. Encantado é cidade irmã de San Pietro Valdastico (Vêneto - IT), mantendo um intercâmbio comercial e cultural permanente com a Itália. A cidade possui uma atividade comercial diversificada e desenvolve produtos para áreas frigorífica, moveleira, de erva-mate, coureiro-calçadista, higiene, perfumaria, mecânica e alimentação. Ocupa a 45º posição no ranking brasileiro dos municípios mais alfabetizados. Possui boa infra-estrutura turística para a realização de eventos. Seus atrativos naturais são as várias grutas e a Lagoa Garibaldi. Completou seus 100 anos em 31 de março de 2015.

                          História
                          O território onde surgiria mais tarde o município de Encantado era coberto por extensas matas e habitado por índios do tronco GE Guarani. Embora não se precisem as tribos as quais pertenciam, tudo faz crer que fossem os Charruas ou Tapes. A primeira exploração do território deu-se em 1635, com os padres Jesuítas, para iniciar a exploração do Rio Mbocarirói (Guaporé) e Tebiquary (Taquari), iniciando pelo Rio Boapari (rio das Antas), Taiaçuapé (margem esquerda do rio Taquari). Nos primórdios, antes que a terra tivesse nome, Encantado pertenceu a um dos quatro municípios primitivos do Rio Grande do Sul, o da capital do Estado - Porto Alegre - criado pelo Alvará Imperial de 23 de agosto de 1808, complementado pela Provisão de 7 de outubro de 1809, que determinou a instalação dos municípios de Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo e Santo Antônio da Patrulha.

                          Com a criação do município de Triunfo, em 25 de outubro 1831, toda a região do nordeste do município de Porto Alegre passou a compor o novo município, e com ele o território inexplorado de Encantado. De Triunfo passou para Taquari, território criado em 4 de julho de 1849, pela Lei nº160.

                          Encantado era apenas uma mera expectativa econômica, até que Estrela despontou no firmamento político-administrativo do Rio Grande do Sul como parcela autônoma, em 21 de fevereiro de 1882, pela Lei nº 1.044. Dessas terras desmembradas de Taquari, foram localizadas as colônias hoje denominadas Guaporé e Encantado, vindo os colonos a se estabelecer nesta última por volta de 1882.

                          Pelo que se tem conhecimento, o topônimo "Encantado" apareceu escrito, pela primeira vez, em 1856, no livro de Registros Paroquial, de Santo Amaro, que diz: "Manoel Joaquim da Silva declara ter posse de terrenos na margem direita do rio Taquari, lado de Santo Amaro, no lugar denominado "Encantado", com meia légua de extensão, com uma légua de fundos, mais ou menos, cujos terrenos confrontam-se: ao Norte com o arroio Jacaré, pelo Sul com terras de José Antonio dos Santos Lara, a Leste com o rio Taquari e pelo Oeste com a Serra Geral.

                          O grande território do Município de Encantado estava subdividido em diversas áreas de terras, de grandes proprietários, de empresas colonizadoras, ou mesmo de pessoas físicas, que as vendiam para os povoadores e colonizadores.

                          Em 1878, Coronel José Francisco dos Santos Pinto, mapeou suas terras a fim de que pudessem ser vendidas aos imigrantes ou aos migrantes oriundos de outras localidades já colonizadas. A colonização e o povoamento do território ocorreram oficialmente em 1882, quando aqui se estabeleceram as primeiras famílias, vindas da Itália. O novo povoado surgiu no vasto território quase virgem, tendo ao sul a colônia alemã de Arroio do Meio. Para o norte e oeste, os povoamentos já florescentes de Soledade e Passo Fundo, visto que a colonização de Guaporé só se iniciaria em 1892. Em 1887, graças à religiosidade do povo e à iniciativa do padre Eugênio Steinnert, de Estrela, teve início um movimento para a construção do primeiro templo católico. Foi concluída a primeira igrejinha de madeira, em terreno doado, sob a invocação de São Pedro Apóstolo. Localizada onde hoje se assenta o salão paroquial, uma quadra abaixo da atual.

                          Devido ao seu rápido desenvolvimento, Lajeado é designado município em 26 de janeiro de 1891, antes território de Estrela. A esse município integrou-se o território de Encantado, que elevou-se à categoria de 2º distrito de Lajeado, pelo Ato Estadual nº 06, de 5 de janeiro de 1892.

                          Havia no distrito de Encantado, além da sede, os seguintes povoados: São José da Anta Gorda (Borguetto), pequeno povoado no núcleo Anta Gorda, Santo Antônio do Jacaré (Relvado) e Nova Bréscia também chamado Arroio das Pedras. A 7 de Maio de 1914, uma comissão integrada pelos núcleos de Encantado, Anta Gorda e Itapuca, encaminhou ao então governador do Estado, Dr. Antonio Augusto Borges de Medeiros, memorial solicitando a criação do município, tendo por base os territórios do 2º(Encantado) e 4º (Anta Gorda) distritos de Lajeado, e 9º (Itapuca) distrito de Soledade, cuja sede ficaria em Encantado.

                          Lajeado foi a última dependência de Encantado. Depois disso, adquire autonomia político-administrativa.

                          A proximidade com Porto Alegre e o Rio Taquari foram fatores importantes para o desenvolvimento do local, tendo inclusive a instalação de indústrias. Em 1915, Encantado foi elevada a município e em 1938, sua sede foi elevada a cidade.

                          A origem do nome
                          Segundo o livro dos historiadores Ferri e Thomé, o cacique de uma tribo de índios chamado "Maná" ao navegar pelo rio Taquari com sua canoa, acompanhado por outros dois componentes de sua tribo, quando se encontravam nas proximidades da foz de um riacho, avistaram um vulto branco, sem precisar sua forma, o qual ao pressentir a aproximação dos indígenas, jogou-se nas águas profundas do rio, desaparecendo como que por encanto. Surpresos e "encantados" com aquela visão diante do desconhecido, só foram pronunciar algumas palavras após refazerem-se do susto que mais tarde tornou-se uma espécie de lenda, tendo a foz sido denominada de arroio "ENCANTADO".

                          O nome de Encantado apareceu registrado pela 1ª vez no ano de 1856, no livro de registro paroquial nº38, na localidade de Santo Amaro, às folhas 540, registro 24. Houve também outra denominação dada pelos primeiros imigrantes que fundaram o vilarejo, chamando o lugar de "São Pedro de Encantado" ou "São Pedro de Valdastico", atribuído ao local de origem dos imigrantes que vieram da Itália, mas o nome Encantado foi o que predominou.

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                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #268
                            253/497 Roca Sales-RS

                            Área 208,486 km² [2]
                            População 11,338 hab. Censo IBGE/2016[3]

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                            História
                            Teve seu nome original, Conventos Vermelhos, dado por marinheiros que navegavam as águas barrentas do Rio Taquari e afluentes, que banham o município. A colonização da área começou por colonos alemães em 27 de maio de 1881, na área que pertencia ao município de Estrela. Colonos italianos também vieram da região de Garibaldi e Bento Gonçalves, assim como minorias portuguesas.

                            A mudança do nome foi uma homenagem a um evento de 1899, quando o presidente da Argentina, o general Julio Argentino Roca, visitou o Brasil e teve a visita retribuída em 1900 pelo presidente brasileiro Campos Sales.

                            Infraestrutura
                            Possui 1 estabelecimento de ensino estadual, 3 municipais e 2 particulares. A expectativa de vida da população ao nascer é de aproximadamente 75 anos. Aproximadamente 50,8% da população vive na área rural do município.

                            No ramo industrial, a cidade foi o berço da Pena Branca Alimentos que atualmente pertence ao Grupo Marfrig, e até hoje possui o antigo prédio onde a empresa iniciou assim como uma grande planta de produção. Nos eventos é palco da Exporoca e Oktober Freund Fest.

                            Transporte
                            Possui vias de acesso através das estradas RS 129 e VRS 341 e uma bela ponte para travessia do rio. Até a década de 80 ainda dependia de uma balsa para travessia de automóveis. Possui uma estação ferroviária inaugurada em 16 de Fevereiro de 1968, ainda em uso pela ALL.

                            A cidade é banhada pelo Rio Taquari, onde seguidamente se veem pescadores buscando lambaris, piavas e outros. De tempos em tempos há uma enchente que inunda as casas nas partes mais baixas da cidade. O acesso à cidade ainda se dava por balsa (chamada localmente de 'barca') até 1986, quando foi construída uma ponte para acesso.

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                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2016
                              • 2943

                              #269
                              254/497 Arroio do Meio-RS

                              Área 157,955 km²
                              População 20 168 hab. est. IBGE/2016

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                              História
                              A área hoje ocupada pelo município de Arroio do Meio pertencia, até sua emancipação, aos municípios de Lajeado e Encantado. O município localiza-se às margens do Rio Taquari.

                              Sua denominação, originou-se da existência de três arroios: o Grande, o Forqueta e o do Meio, este situado entre os dois primeiros.

                              Primitivamente, as terras do atual município foram habitadas apenas por índios O povoamento da sede iniciou no ano de 1853, principalmente por imigrantes alemães e, mais tarde, nas áreas mais altas, por italianos.

                              De acordo com um trabalho apresentado por Dante de Laytano, a 1ª sesmaria em terras de Arroio do Meio teria sido concedida em 1816, pelo Marquês do Alegrete a José Ricardo Villanova e localizava-se às margens do Rio Taquari. Outra doação segue-se e, como conseqüência, o povoamento foi tomando impulso.

                              Em 1876, criou-se uma Capela sob a invocação de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

                              Em 1934, Arroio do Meio foi elevado à vila, pelo decreto nº 5759, de 28 de novembro de 1934.

                              Finalmente, pelo decreto nº 7199, de 31 de março de 1938, passou a constituir um novo município.

                              Idiomas regionais
                              O Riograndenser Hunsrückisch, ou hunriqueano riograndense em língua nacional, é uma língua minoritária sulbrasileira de origem germânica falada desde tempos pioneiros em Arroio do Meio bem como por milhares de pessoas espalhadas por vários outros municípios do estado e mesmo em regiões adjacentes.

                              O município de Arroio do Meio é um típico município do Vale do Taquari: ao pé da serra, é rodeado por grandes elevações, os chamados morros, e, para realçar a beleza local, é irrigado por vários rios e arroios de todos os portes que descem das encostas e da Serra Gaúcha.

                              O município é banhado pelo Rio Taquari e pelo Rio Forqueta(aí existe uma confusão em relação à denominação de Rio ou Arroio Forqueta)(Seria rio em volume de água mas não possui extensão para ser considerado rio…, por isso é arroio Forqueta)

                              Um ponto interessante para visitação é o Morro Gaúcho, cuja altura se aproxima dos 600 metros, sendo constantemente utilizado para a prática do Voo Livre, e que permite uma visão panorâmica do Vale do Taquari, especialmente os municípios vizinhos de Colinas, Estrela e Lajeado.

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                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2016
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                                #270
                                255/497 Santa Clara do Sul-RS
                                (Encontrei um motociclista que me levou a outros motociclistas da cidade, num bar e conversamos principalmente sobre motociclismo e expliquei sobre os FC.)

                                Localiza-se a uma latitude 29º28'08" sul e a uma longitude 52º05'15" oeste, estando a uma altitude de 117 metros.

                                Possui uma área de 88,862 km² e sua população estimada em 2010 era de 5 692 habitantes.

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                                História
                                A origem do nome do município de Santa Clara do Sul surgiu a partir da Fazenda Santa Clara, de propriedade de Antônio Fialho de Vargas.

                                A colonização do lugar teve início em 1869. Em 1945, o nome de Santa Clara do Sul foi mudado para Inhuverá através de lei governamental, nome indígena que significa campo Resplandecente, sendo que em 1949 foi novamente mudado para Santa Clara do Sul.

                                Cultura
                                Santa Clara do Sul possuí um espaço voltado apenas para a cultura. O prédio de 1888, que já abrigou escola, hotel, delegacia e sub-prefeitura, foi completamente reformado e deu origem ao centro cultural, onde está instalado o museu e biblioteca pública municipal da cidade.

                                O prédio, localizado no centro da cidade, além de valorizar a arquitetura dos antepassados, facilita o acesso da população para retirada de livros e visita a exposições de arte e artesanato. As peças do museu foram todas catalogadas. Lá, a população vai encontrar instrumentos cirúrgicos, ferramentas de trabalho usada pelos agricultores nas décadas de 1940 e 1950, além de fotografias antigas e outras peças. O museu também guarda relíquias dos Maragatos.

                                A peça mais antiga em exposição no museu é um fuzil usado no dia 28 de maio de 1895, na Revolução Federalista. A arma teria sido usada por maragatos que tentavam invadir a localidade de Picada Santa Clara, interior do município. A arma teria sido usada por um dos maragatos, mas falhou durante o combate, sendo substituída pela arma de um outro combatente que estava com a mão ferida. O maragato ferido pediu socorro a um morador das proximidades e deixou a arma como agradecimento pela acolhida. Posteriormente, o fuzil foi doado à família de Aloísio Schneider e, mais recentemente, passou às mãos do colecionador de armas antigas Leandro Lampert, que doou a arma em 1999 para o museu.

                                A guerra dos maragatos é um dos episódios mais marcantes da história de Santa Clara do Sul, e é lembrado em vários logradouros públicos. A principal avenida do município faz alusão ao episódio e leva o nome de Avenida 28 de Maio. Outras ruas ainda levam o nome de personagens históricos que participaram dos combates.

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