Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #241
    226/497 Pouso Novo-RS

    Localiza-se a uma latitude 29º10'15" sul e a uma longitude 52º12'27" oeste, estando a uma altitude de 527 metros.

    Possui uma área de 107,15 km² e sua população estimada em 2016 era de 1.832 habitantes.

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    Economia
    A principal atividade econômica do município é a agricultura.

    Religião
    A primeira capela foi construída por volta de 1902, construída na localidade de Forqueta, tendo como padroeira a Nossa Senhora de Navegantes. Na sede havia duas capelas construídas em 1920, aproximadamente: a capela de Nossa Senhora da Pompeia e a capela de Santo Antônio, mas houve a fusão das duas.

    Santo Antônio é o padroeiro do município.

    Educação
    A primeira escola foi construída por volta de 1920, e localizava-se na localidade de Forqueta. Tinha como professores Conceta Paparelli e Júlio Martins.

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    • Quinhones
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #242
      227/497 Progresso-RS

      Localiza-se a uma latitude 29º14'39" sul e a uma longitude 52º18'44" oeste, estando a uma altitude de 536 metros.

      Possui uma área de 277,85 km² e sua população estimada em 2016 era de 6 376 habitantes.

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      História
      Portugueses, continentinos (Revolucionários Republicanos), vicentinos e missioneiros. Esses foram os primeiros povos que se estabeleceram e sobreviveram isoladamente, mantendo contato apenas com povoações vizinhas, pelos ares, campos e matas que cobriam a serra. De todas as famílias que por aqui residiam, a mais tradicional foi a família Mariano. Francisco Mariano da Silva, ou simplesmente Chico Mariano, era posseiro de grandes áreas de terras e deve ser considerado pioneiro e fundador de Progresso. Hoje, ele dá nome ao Arroio Chico Mariano, que banha a cidade.

      “Gramado São Francisco”, assim era conhecido o lugar onde Chico Mariano morava. O local recebeu este nome devido ao fato de existir um vasto gramado, aberto pelos portugueses, onde pastavam os animais. No ano de 1912, chegam os primeiros imigrantes italianos através das famílias Battisti, Gottardi e Borelli e outras que vieram mais tarde.

      As famílias imigrantes receberam uma faixa de terra doada por Chico Mariano, e juntos fizeram com que o progresso e o desenvolvimento, especialmente as culturas agrícolas, foram se tornando fatores predominantes em Gramado São Francisco. Com isso, estimulou-se a mudança do nome da localidade de Gramado São Francisco para “Vila Progresso”, através do Subprefeito Florisbelo França e da comunidade, de acordo com o Decreto nº 7199 do Estado, e por sugestão do Dr, Lauro Muller, médico local. Então, no dia 13 de abril de 1939, conforme fonograma nº 67, o nome Gramado São Francisco foi substituído por Vila Progresso.

      Em meados de 1916, Luiz Battisti instalou-se o primeiro moinho colonial, sendo destruído, em 1919, por uma enchente do Arroio Chico Mariano. No ano de 1926, atendendo os anseios do povo no que se refere a comunicação, o intendente Carlos Fett Filho, instalou a ligação telefônica de Progresso a Lajeado, sendo a primeira centrista, Emília de Paoli. No ano seguinte, Progresso passou a contar com os serviços de Correio. Surge na década de 30 o hotel de madeira e tendo como seu proprietário Gelsomiro Buzzacaro. Em 1931, foi construída a primeira Subprefeitura, sendo nomeado o primeiro Subprefeito Pliladelpho de Sousa Soares.

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      • Quinhones
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #243
        228/497 Canudos do Vale-RS

        Área 82 km² [3]
        População 1 823 hab. IBGE/2016

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          Fazedor de Chuva

          • Mar 2016
          • 2943

          #244
          229/497 Sério-RS

          Após registrar 11 cidades no dia, pernoitei nessa cidade que tem uma única pensão...

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          Área 99,721 km² [2]
          População 2 281 hab. Censo IBGE/2010[3]
          Densidade 22,87 hab./km²
          Altitude 626 m

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          • Quinhones
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            • Mar 2016
            • 2943

            #245
            230/497 Forquetinha-RS
            (Essa pequena cidade me surpreendeu... olhem só a nova creche em construção (2 ultimas fotos), ao mesmo estilo da prefeitura) origem germânica...

            Área 93,567 km² [2]
            População 2 523 hab. est. IBGE/2016[3]

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            História
            O Município de Forquetinha emancipado de Lajeado/RS, foi criado em 16 de abril de 1996 e oficialmente instalado em 1 de Janeiro de 2001, quando assumiram os primeiros administradores: Prefeito, Vice-Prefeito e 9 Vereadores.

            Inserido no Vale do Taquari/RS, Forquetinha está distante 135 km da capital gaúcha – Porto Alegre, formado por terras férteis, cortadas pelo arroio principal, que leva seu nome.

            Com área equivalente a 92 km² e população de 2.614 habitantes (estimativa IBGE 2009), 98% são descendentes de imigrantes alemães, maioria provenientes da região do Hunsrück, mas também de outras regiões da Alemanha e, algumas famílias de holandeses, que se adaptaram perfeitamente ao dialeto Hunsrück, falado até hoje pela população, caracterizada como bilíngüe.

            Estes colonizadores pioneiros, além da agricultura diversificada, desenvolveram pequenas indústrias, quando então surgiram moinhos, olarias, marcenarias, carpintarias, ferrarias, laticínios, funilarias, alfaiatarias, cervejarias e outras destilarias, açougues, selarias e outros. Naquela época foram se estruturando e, ainda hoje preservam hábitos e costumes de seus antepassados, onde encontramos muitas construções antigas marcadas pela técnica enxaimel, “Fachwerk”, características das construções germânicas e também cultivando as manifestações culturais, como o canto, jogos, danças entre outros.

            Município basicamente formado por pequenas propriedades rurais. Possui atualmente suas atividades econômicas alicerçadas na agropecuária, com destaque à suinocultura, avicultura, produção leiteira, cultivo do milho e fumo. No setor secundário se destacam as indústrias de confecções do vestuário. O seu comércio é variado, atendendo perfeitamente as necessidades de sua população.

            Com povo hospitaleiro, lindas paisagens, rica cultura herdada, preservada e valorizada, Forquetinha tem todos os ingredientes para desenvolver o turismo em seus vários campos de atuação. Em uma área de 14,5 ha está instalado o Parque de Exposições e Eventos Christoph Bauer, onde são realizadas as festividades do município.

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            Última edição por Quinhones; 10-10-18, 19:50.

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            • Quinhones
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              • Mar 2016
              • 2943

              #246
              231/497 Marques de Souza-RS

              Área 125,175 km² [2]
              População 4 163 hab. est. IBGE/2016

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              Religião


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              Religiões em Marques de Souza (2010)[6]

              Protestantismo (54.27%)
              Catolicismo Romano (43.77%)
              Igreja Católica Apostólica Brasileira (1.15%)
              Sem religião (0.60%)
              Testemunhas de Jeová (0.12%)
              Espiritismo (0.09%)
              Segundo o Censo 2010 do IBGE, 54,27% da população do município era protestante, 43,77% eram católicos romanos, 1,15% Igreja Católica Apostólica Brasileira, 0,60% não tinha religião, 0,12% Testemunhas de Jeová e 0,09% Espiritismo.[6]

              Dentre as denominações protestantes em Marques de Souza, a maioria da população é luterana, cerca de 76,92% da população do município. Os congregacionais são 0,14% e os pentecostais 1,57%, dentre os quais, as Assembleias de Deus são o maior grupo pentecostal, com 1,43% da população, seguida pela Igreja do Evangelho Quadrangular com 0,14%.

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                • Mar 2016
                • 2943

                #247
                232/497 Travesseiro-RS
                (Fui muito bem recebido na Prefeitura dessa cidade)

                Área 81,106 km² [2]
                População 2 314 hab. Censo IBGE/2010

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                Fundação 20 de março de 1992 (26 anos)
                Gentílico travesseirense

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                Última edição por Quinhones; 10-10-18, 20:26.

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                  • 2943

                  #248
                  233/497 Capitão-RS

                  Localiza-se a uma latitude 29º16'08" sul e a uma longitude 51º59'22" oeste, estando a uma altitude de 465 metros.

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                  Possui uma área de 70,176 km² e sua população estimada em 2016 era de 2.763 habitantes.

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                    Fazedor de Chuva

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                    • 2943

                    #249
                    234/497 Nova Bréscia-RS
                    (Terra dos melhores churrasqueiros do país)

                    Nova Bréscia é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, colonizado por imigrantes italianos. Localiza-se a uma latitude de 29º12'52" sul e a uma longitude de 52º01'39" oeste, estando a uma altitude de 313 metros. População: 3 337 hab. est. IBGE/2016[3

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                    História
                    Município criado em 28 de dezembro de 1964, conforme Lei Estadual número 4.903. Em 11 de abril de 1965 é diplomado o primeiro prefeito, João Arlindo Deves, tendo como vice Alfredo Silvestre Macagnan. A primeira câmara de vereadores foi composta por João Sbardelotto, Benjamin Giongo, Guido Dalpian, Alcides Armando Laste, Isidoro Berti, Alcides Zambiasi, Maximiliano Salami e Arlindo Simonetti.

                    "Noi italiani lavoratori,/ Allegri andiamo in Brasile./ E voialtri d'Italia signori,/ Lavoratelo il vostro badile./ Se volete mangiare." Nós, trabalhadores italianos/ Vamos contentes para o Brasil./ E vocês, nobres da Itália,/ Peguem sua pá/ Se quiserem comer.

                    Este era o espírito, este era o canto dos imigrantes italianos em seus navios. Fugiam da Itália como de um cárcere. Havia tanta abundância de mão de obra na Europa, que fez com que mais de 10 milhões de italianos imigrassem para o Novo Mundo entre as décadas de 1810 e 1930. No Brasil, de 1875 a 1935, ingressaram 1,5 milhão, sendo que destes 100 mil vieram para o Rio Grande do Sul, com as mais diversas qualificações.

                    A imigração dos italianos está ligada ao processo de unificação da Itália e à vitória do capitalismo sobre os "pequenos reinos e sua estrutura agrária", atingindo profundamente as famílias que viviam da terra. De Brescia, situada na região da Lombardia, chegaram ao Rio Grande do Sul muitos italianos, dando a origem à cidade de Nova Bréscia.

                    Exatamente no ano de 1895, as famílias italianas de De Maman, Mezacasa, Casaril e Daroit, vindas dos municípios de Bento Gonçalves, Antonio Prado e Veranópolis, subiram por íngremes caminhos e se estabeleceram na localidade de Arroio das Pedras, onde hoje é a localidade de Linha Tigrinho Alto, marco inicial da colonização do município de Nova Bréscia, com suas atuais 33 comunidades.

                    Já a cidade de Nova Bréscia teve seu início por volta de 1902, quando os primeiros colonizadores, os italianos de nascimento Santo Titton e João Dalnora, mais os brasileiros Felisberto de Freitas e João Machado, ali chegaram.

                    Nestas paragens só existiam mata e piquetes. Não foi fácil para a jovem comunidade de colonos se estabelecer. Esses pioneiros chegaram trazendo suas famílias e suas mudanças em cima de cavalos. Sofreram muito para construir suas casas de madeira, pois as tábuas eram serradas a mão. Não havia tijolos nem material de construção. Para comprar mantimentos não produzidos no local, era necessário deslocar-se a cavalo, por uma estrada cheia de curvas e íngremes ladeiras, até Arroio Grande, atual Encantado.

                    Em 1906 chegavam mais colonizadores, entre eles Antonio Dall'Oglio, Batista Recco, João Magagnin e outros que se somavam aos que já estavam no local, com o fim de explorar a terra, através da agricultura. As culturas principais eram o trigo, o milho e o feijão. A comercialização dos produtos era realizada nas cidades vizinhas, transportadas em mulas que formavam longas fias nos caminhos por onde só passava um animal por vez. Posteriormente, quando as estradas foram alargadas e aplainadas, passaram a ser usadas carroças puxadas por bois ou cavalos. Só em 1914 foi aberta a atual estrada que liga Nova Bréscia a Encantado; antes, o trajeto era feito pela Linha Tigrinho.

                    A primeira igreja de Nova Bréscia foi construída em pedra basalto, mas teve de ser demolida poucos anos após sua construção, no início da década de 30. A atual igreja matriz, também construída em pedra, teve sua pedra fundamental colocada em 1936 e foi inaugurada no ano de 1952.

                    Em 1924 chegou o primeiro médico, Dr. José Lorenzin; no mesmo ano surgiu a primeira farmácia. Até então, quando necessário, os doentes que não podiam manter-se em cima de um cavalo eram carregados em padiolas até Encantado ou Arroio do Meio. Em 1938 foi fundado o Hospital Beneficente São João Batista, que funciona até os dias de hoje.

                    Os anos se passaram e a cidade cresceu. Em 1964 veio a emancipação: Nova Bréscia deixava de ser distrito do município de Arroio do Meio e ganhava sua condição de autonomia.

                    Pouco antes já havia começado uma nova história: a saga dos churrasqueiros.

                    Nova Bréscia é hoje nacionalmente conhecida como a terra dos melhores churrasqueiros do Brasil. Inúmeras são as casas especializadas em fazer churrasco espalhadas por este nosso Brasil; e há inúmeras em outros países, especialmente nos Estados Unidos.

                    Na década de 1960, o município tinha em torno de 11 mil habitantes. Hoje são pouco mais de 3 mil, devido ao êxodo de muitos moradores, mas devido sobretudo à emancipação de diversos distritos, que se constituíram em municípios autônomos.

                    Atualmente estima-se que mais de 10 mil brescienses estão espalhados pelo Brasil e pelo mundo em diversas atividades. Destacam-se principalmente no ramo de churrascarias e restaurantes, que seguiram o exemplo de Albino Ongaratto, de Linha Alegre, que resolveu largar a enxada, a luta contra terrenos montanhosos, as picadas imprevisíveis nos meses de inverno e a força indomável da prodigiosa natureza, dando assim inicio a um maciço êxodo rural, que podemos chamar como a saga dos churrasqueiros.

                    Atualmente o município de Nova Bréscia se destaca pela sua qualidade de vida. Segundo dados recentes, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano da ONU) o município de Nova Bréscia está em 1º lugar no Vale do Taquari e entre os primeiros no estado.

                    Monumento ao churrasqueiro

                    Monumento ao churrasqueiro no centro de Nova Bréscia
                    Nova Bréscia é conhecida também por oferecer ao mundo os melhores churrasqueiros do Brasil. A fama dos bresciences é muito grande, rendendo até uma homenagem ao churrasqueiro no centro da cidade.

                    No monumento existe uma placa, onde se lê:

                    "A ti churrasqueiro que representas tão bem a comunidade bresciense em todos os recantos do país, nosso reconhecimento e gratidão"

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                      #250
                      235/497 Coqueiro Baixo-RS

                      É um município da Região Alta do Vale do Taquari, desmembrado do município de Nova Bréscia e Relvado, através da Lei Estadual n.º 10.765, de 16 de abril de 1996 e instalado em 1.º de janeiro de 2001. Características geográficas
                      Área 112,322 km²
                      População 1 560 hab. est. IBGE/2016

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                      História
                      O território que compõem hoje o município de Coqueiro Baixo pertencia, inicialmente, aos municípios de Arroio do Meio e Encantado. Não são conhecidas fontes seguras de dados sobre origem/história de fundação da comunidade de Coqueiro Baixo. Os dados mais antigos e confiáves,posto que vindos de testemunha ocular, provêm de relato do Sr. Vital Caumo (filho de Guglielmo Caumo e de Honorata Conzatti), o qual migrou de Garibaldi para esta comunidade no dia 16 de maio de 1916, juntamente com os pais.Vital tinha então 11 anos de idade.Segundo relata, os primeiros habitantes da região foram colonos de origem alemã que se estabeleceram na comunidade vizinha e atualmente conhecida como Três Reis; Conheceu algumas dessas famílias alemãs as quais ali se estabeleceram provavelmente antes do ano de 1900.Recorda que por volta do ano de 1925/1928 uma epidemia de febre tifoide vitimou famílias dessa colonia alemã; lembra a dificuldade de socorro as mesmas devido ao medo do contágio.Relata também, que antes da chegada dos primeiros colonos de origem Italiana,pelo menos duas famílias afro-brasileiras habitavam na várzea em frente a atual Igreja de Coqueiro Baixo, terra esta que pertence ou pertenceu ao Sr. João Baioco. Os primeiros colonos de origem Italiana aqui se estabeleceram por volta do ano de 1910, oriundos de Garibaldi-RS; Essas primeiras famílias foram: Battista Meneghetti, Angelo Meneghetti, Maximino Meneghetti, Angelo Cattoi, Marcelo Dal Bosco, Angelo Campiol, Angelo Manica( pai de Vicente Manica), Angelo Viecelli, Angelo Bagatini, Franz Peccini, Fausto Joppi, Mingo Secchi, Guglielmo Caumo (pai de Vital Caumo, Donato Caumo, Roberto Caumo,Balduino Caumo) e alguns anos depois, João Bagatini e Angelo Battisti (Angelo Battisti migrou solteiro, vindo a casar posteriormente com Carolina Campiol, filha de Angelo Campiol). Relata que a primeira Igreja (construída em madeira) foi inaugurada no ano de 1918, no local onde hoje está a Igreja atual, sendo o terreno doado pelo Sr. Mingo Secchi. A primeira Escola primária iniciou suas atividades nas dependências dessa Igreja sendo a primeira professora a então Senhorita Genoveffa Gerevini ( filha de Battista Gerevini de Encantado-RS). Uma segunda Igreja (de madeira também) foi erguida em 1927 no lugar onde se encontra o salão paroquial.A título de curiosidade relata que em Maio/1916 existiam duas casas de comércio, a saber: Casa Comercial de Fausto Joppi( na propriedade pertencente posteriormente a Oreste Bortoncello)e Casa Comercial de Mingo Secchi(na bifurcação da entrada para Três Reis). Existia também uma Ferraria de propriedade de Angelo Bagatini. Relata também que Franz Peccini(pai de João Peccini), então proprietário de grande quantidade de muares, fazia regularmente o transporte de produtos coloniais para Lajeado. Relata também que o local era conhecido por Linha Coqueiros e que a denominação "Coqueiro Baixo", deveu-se à necessidade de então, em distinguir as pequenas comunidades entre si, fazendo-se uso, por isso, dos adjetivos alto, baixo etc. ( Relato do Sr. Vital Caumo de abril de 1990).

                      Demografia
                      A colonização italiana deixou marcas em todas as comunidades do município. Isso é percebido pelas edificações de igrejas e de vários capitéis religiosos que manifestam também a fé pelo catolicismo pregado até hoje pela maioria da população. As marcas da colonização também se manifestam na alimentação, no modo de falar, viver e principalmente nas diversões, destacando-se o Festival da Canção Italiana.

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                        • 2943

                        #251
                        236/497 Relvado-RS

                        Área 108,508 km²
                        População 2 155 hab. Censo IBGE/2010

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                        Relvado possui vales, cascatas, cachoeiras e matas nativas formando um belo cenário turístico e transmitindo profunda paz interior a todos que o visitam. Em Relvado, a natureza parece atingir os limites de beleza pelas suas cascatas e grutas. Integrado com as belezas da Região dos Vales, forma uma das rotas turísticas mais atrativas do Estado.

                        Relvado é um conjunto harmônico movido por uma agricultura forte, destacando-se a avicultura, suinocultura e bovinocultura leiteira.[6]

                        A longevidade é um dos sinais de qualidade de vida de Relvado que ocupa o terceiro lugar no Brasil em número de pessoas idosas, pela proporcionalidade de sua população.

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                          • 2943

                          #252
                          237/497 Doutor Ricardo-RS

                          Área 108,28 km² [2]
                          População 2 074 hab. est. IBGE/2016

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                          O nome da cidade é uma homenagem que a classe política de Encantado e a comunidade local em 22 de outubro de 1959 (conforme a Lei nº 1-59 l) prestaram ao médico Ernesto Ricardo Heinzelmann, médico honrado e reconhecido pelo Governo Brasileiro por volta de 1882.

                          História
                          Os primeiros imigrantes italianos vieram no ano de 1910. Vinham de cidades como Garibaldi, Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Veranópolis. A vida no início era difícil pois a área era coberta por mato e era necessário abrir clareiras para se estabelecer e para plantar. As casas eram levantadas sobre colones por medo dos animais selvagens. Mais adiante, com casas altas, formou-se o famoso porão que servia de adega para alimentos (queijo, salame, vinho, entre outros).

                          Doutor Ricardo desmembrou-se dos municípios de Encantado e Anta Gorda, por meio da Lei Estadual nº 10.639, de 28 de dezembro de 1995, tendo sido instalado oficialmente no dia 1 de janeiro de 1997.

                          Com a sede do então distrito pertencendo a Encantado, sempre foi uma localidade muito ativa e próspera, e teve um grande número de moradores,que migraram para as mais diversas partes do Brasil em busca de desenvolvimento, mas sempre retornando e mantendo aqui suas raízes familiares.

                          Diversos de seus antigos moradores são fundadores e co-fundadores de inúmeros municípios em diversos estados da federação, em especial, no oeste Catarinense, noroeste paranaense, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, entre outros.

                          Hoje o município vê as gerações dos antigos moradores retornando e investindo no crescimento e no desenvolvimento da região. Trazendo renovação e vigor à economia local.

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                            • 2943

                            #253
                            238/497 Anta Gorda-RS

                            Anta Gorda é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 28º58'13" sul e a uma longitude 52º00'17" oeste, estando a uma altitude de 411 metros. Sua população, estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), era de 6 216 habitantes em 2016 e segundo divisão territorial de 1983 é constituído de dois distritos: Anta Gorda (distrito sede) e Itapuca.

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                            Possui uma área de 240,38 km². Cidades próximas: Guaporé, Doutor Ricardo, Encantado, Ilópolis, Arvorezinha. Distância de Porto Alegre: 210 km.

                            Ocupação territorial
                            A ocupação territorial do que é hoje o município de Anta Gorda, no Vale do Taquari, começou por volta de 1900, quando começaram a chegar colonos de origem alemã e polonesa.

                            Logo, no entanto, houve uma intensa presença de italianos, como de resto ocorreu em várias localidades ao longo do Taquari.

                            Origem do nome
                            O nome do povoado é atribuído ao resultado de uma memorável caçada, onde abateram um Tapirus Terrestris (popularmente conhecido como anta brasileira) que foi considerado o animal com o maior índice de gordura corporal da espécie pelos nativos. Quando Anta Gorda foi convertida em distrito de Lajeado, em 1910, houve uma troca de nome, para Carlos Barbosa (numa homenagem ao então presidente do Estado), mas a população pressionou para que se voltasse à denominação antiga, o que ocorreu dois anos depois.

                            Emancipação
                            Com a emancipação de Encantado, em 1915, Anta Gorda passou a integrar seu território, como seu 2º distrito. Em decorrência de um problema político-administrativo ocorrido em 1936, Anta Gorda chegou a ser sede do município durante dois meses.

                            A emancipação ocorreria bem depois, em 26 de Dezembro de 1963, quando foi sancionada a Lei nº 4686, dia em que também em que entraram em vigor as leis que criavam outros cinco municípios: Ilópolis, Ronda Alta, Severiano de Almeida, Planalto e Putinga.

                            Turismo
                            Anta Gorda integra o Caminho dos Moinhos. No município encontram-se o Moinho Dallé, de 1919, e o Vicenzi, de 1930 e situado à beira de uma cascata. Em Anta Gorda localiza-se a gruta Nossa Senhora De Lourdes, que é a maior caverna de pedra basalto do Vale do Taquari e encontra-se entre as maiores da América Latina. Possui 30 metros de largura por 112 metros de comprimento e é totalmente iluminada.

                            O município é conhecido mundialmente como o local mais frio do ano durante a Semana Farroupilha, festejo estadual, no mês de Setembro. Registros já apontaram temperaturas negativas durante as comemorações. Há relatos de que, neste período, houve apontamentos de -15 °C. Essa temperatura atípica é motivo de orgulho dos habitantes locais.

                            Anualmente, no segundo domingo do mês de fevereiro realiza-se a festa e romaria em honra a santa que reúne romeiros de todo o país. É a terra da FestLeite, realizada a cada dois anos.

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                              #254
                              239/497 Ilópolis-RS

                              Ilópolis é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Seu nome deriva de Ilex paraguariensis (nome científico da erva-mate), e de polis (cidade, em língua grega), ou seja, Cidade da erva-mate.

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                              História
                              No início do século XX surgiu a colônia de Itapuca, fundada pelo governo do estado. Em 1905 iniciou-se a colonização do atual município de Ilópolis, com a chegada de imigrantes.

                              Em 1915 foi criado o município de Encantado, e suas terras estavam incluídas nos Distritos de Itapuca e Anta Gorda. Em 1928 foi construída a estrada que ligou Encantado a Soledade. O fato foi tão marcante que, em 1931, o povoado de Ilópolis já tinha superado o de Itapuca, que não se localizava à beira da estrada. Sete anos depois, pelo Ato Municipal número 3 de 10 de janeiro de 1938, Ilópolis passou a sede de distrito, ficando Itapuca apenas como povoado.

                              Mais tarde foi recriado o Distrito de Itapuca, diminuindo a área de Ilópolis, sem no entanto prejudicar sua situação de progresso. Após uma consulta plebiscitária favorável, o distrito foi emancipado pela Lei 4687, de 26 de dezembro de 1963.

                              Geografia
                              Localiza-se a uma latitude 28º55'36" sul e a uma longitude 52º07'27" oeste, estando a uma altitude de 786 metros. Sua população estimada em 2016 era de 4.205 habitantes.

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                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #255
                                240/497 Putinga-RS

                                Localiza-se a uma latitude 29º00'07" sul e a uma longitude 52º09'15" oeste, estando a uma altitude de 435 metros.

                                Possui uma área de 218,45 km² e sua população estimada em 2004 era de 4 194 habitantes.

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                                Seu nome tem duas origens, uma vem dos indígenas que habitavam a região, e significa homem branco[carece de fontes], e a outra é devido a grande quantidade de taquara putingal que havia na região e servia de alimento para o gado.

                                Meteorito Putinga
                                Em 16 de Agosto de 1937, um meteorito caiu em Putinga, onde hoje são os municípios de Anta Gorda, Arvorezinha, Ilópolis, São José do Herval e Encantado. A queda dos maiores fragmentos foi presenciada na Linha Carlos Barbosa, aproximadamente a 2 km de Putinga. O maior dos fragmentos tem 45 kg e fica no museu Minerologia do Instituto Geociências da Ufrgs, em Porto Alegre; o outro está no Museu de Geologia da Bahia em Salvador.

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