Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #166
    151/497 Boa Vista do Buricá-RS

    O nome Buricá é do nome do rio que nasce no interior do Estado do Rio Grande do Sul, na região Noroeste e corre na mesma direção, desaguando no Rio Uruguai. A origem do nome é tupi-guarani, pois "Buri" é espécie de palmeira e "Caã" significa mato. Assim, juntando os dois significados, pode-se dizer que Buricá, significa "mato de palmeiras". Há de fato, uma espécie comum, muito abundante, de palmeiras nesta região, conhecida por coqueiros.

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    Os primeiros colonizadores eram procedentes das Colônias Velhas, como Santa Cruz do Sul, Rio Pardo, Roca Sales, Venâncio Aires, que vinham aqui em busca de melhores lugares. O Sr. Emílio Müller foi o primeiro colonizador que procedia a venda de terras na região, que adquiria do governo. Já o Sr. Jacob Schneider foi o primeiro cidadão que comprou terras do Sr. Emílio Müller. O primeiro morador, no entanto, foi o Sr. Jacob Müller, em terras que hoje pertencem ao Sr. Celso Raimundo Werlang, em Esquina Palmeiras.

    Iniciada a colonização, muitos agricultores, todos de origem germânica, correram para adquirir terras aqui, pois já fizeram nome as terras que aqui existiam. Muitos moradores da "Terras Vermelhas" - com ocorrência de formigas - da Colônia do Grande Santa Rosa, venderam tudo e aqui se estabeleceram nas "terras escuras".

    Geografia
    Boa Vista do Buricá localiza-se a uma latitude 27º40'07" sul e a uma longitude 54º06'36" oeste, estando a uma altitude de 291 metros. Possui uma área de 108,75 km² e sua população estimada em 2016 era de 6 822 habitantes.

    O clima é o subtropical. Há três rios no município: rio Buricá, rio Inhacorá e rio Reúno.

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      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #167
      152/497 Nova Candelária-RS

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      Localiza-se a uma latitude 27º36'26" sul e a uma longitude 54º06'25" oeste, estando a uma altitude de 303 metros.

      Possui uma área de 98,495 km² e sua população no ano de 2016 era de 2 810 habitantes[3].

      Cidade mais conhecida como capital per capita da suinocultura

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        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #168
        153/497 São Martinho-RS

        Área 171,661 km² [3]
        População 5 773 hab. Censo IBGE/2010[4]
        Densidade 33,63 hab./km²
        Altitude 448 m

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        A história de São Martinho começa no ano de 1920, com a chegada de famílias luso-brasileiras que se instalaram no interior do município. Sabe-se que o local já estava sendo povoado por famílias de caboclos, que se preocupavam apenas com a sobrevivência, desmatando e extraindo a erva-mate nativa.

        Aos poucos, esses caboclos foram abandonando suas terras ou expulsos de suas propriedades para dar lugar aos novos colonizadores que começavam a chegar a este local.

        Em meados de 1935, o lugar tornou-se conhecido quando foi concluído o estradão que ligou São Martinho, que era conhecido como Vila Nova da Serra, a Boa Vista do Buricá.

        Os primeiros imigrantes que aportaram a esta terra eram, na sua maioria, de origem alemã. De 1939 a 1940, grande número de colonos começaram a chegar a estas terras, sendo atraídos pelos aspectos geográficos, terrenos pouco acidentados, solo fértil, terra barata e fácil de trabalhar, pouco mato, em sua maioria macega, onde na época, ainda viviam grandes bandos de macacos, antas e veados.

        Sua denominação atual originou-se do padroeiro São Martinho, que foi um célebre bispo da Igreja Católica que viveu na França.

        São Martinho é conhecida como a cidade das flores[carece de fontes].

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          • Mar 2016
          • 2943

          #169
          154/497 São Valério do Sul-RS

          São Valério do Sul é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 27º47'14" sul e a uma longitude 53º56'13" oeste, estando a uma altitude de 421 metros. Fica a 468 km de distância de Porto Alegre. Sua população estimada em 2010 era de 2 647 habitantes. Possui uma área de 115,84 km².

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          No dia 20 de março de 1992 através da Lei nº 9624, o então Distrito de São Valério desmembrou-se do Município de Santo Augusto e tornou-se município.

          A escolha do nome é uma homenagem a um antigo morador que chamava-se Valério, mesmo nome do pequeno rio que cruza a região. Para chegar em São Valério do Sul as principias vias de acesso são RS-155 e RS-10.

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            • Mar 2016
            • 2943

            #170
            155/497 Santo Augusto-RS

            Localiza-se a 528 metros de altitude, nas coordenadas 27º51'03" de latitude sul e 53º46'38" de longitude oeste. Sua população em 2010 era de 13.910 habitantes.[3]

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            A história de Santo Augusto teve início a partir das Missões religiosas jesuíticas dedicados à catequese dos indígenas. No entanto, tais missões não deixaram marcas, já que se dedicaram especialmente à extração da erva-mate.

            A colonização e o povoamento tiveram origem no ano de 1918, com a instalação de uma casa comercial à margem da estrada que ligava a Colônia Militar do Alto Uruguai a Ijuí e Catuípe (este conhecido por Rio Branco). A casa comercial foi instalada pelo Sr. Pompílio Silva, contando com o apoio do fazendeiro João Batista Chagas, o qual possuía grande parte das terras daquela região. Com a morte deste último, seus sucessores iniciaram a colonização de parte de suas terras, mais precisamente a zona da mata. Dividiram-na em 360 colônias que foram vendidas pelo próprio Pompílio Silva. A partir daí, houve significativo movimento migratório, com famílias vindas de diversos municípios, formadas principalmente por descendentes italianos, germânicos, poloneses e também luso-brasileiros, que passaram a residir na localidade.

            Filho mais novo do Barão de Candiota[6], João Batista Chagas havia dado às suas terras o nome de Fazenda Augusto, como homenagem a seu filho Augusto Chagas. Este, quando ainda era jovem, viera de Porto Alegre, onde estudava, para passar férias com sua família e quando retornava de um de seus passeios a cavalo pelo campo, ao abraçar sua irmã, o revólver que portava caiu de seu coldre e ao chocar-se ao solo a arma detonou acidentalmente, ferindo-o de morte.

            Com a idéia de homenagear a família Chagas e perpetuar o nome da Fazenda, a Sra. Josefina Lucas Silva – dona Fifina -, esposa de Pompílio Silva, sugeriu então o nome de Santo Augusto, tornando-se definitivo tal nomenclatura ao local que até então já fora conhecido como Rincão de São Jacob e posteriormente Boca da Picada.

            Em 28 de outubro de 1928, Santo Augusto passou a ser Distrito de Palmeira das Missões e em 1945, com a emancipação de Três Passos, passou a integrar este, na condição de Distrito.

            Em 1959, pela Lei Estadual n° 3.721 de 17 de fevereiro, foi criado o Município de Santo Augusto. Em maio do mesmo ano foram realizadas as primeiras eleições para eleger os mandatários do Município, sendo eleitos os senhores Oswaldo Pio Andrighetto - para Prefeito -, e Arnaldo Macagnam – para Vice-Prefeito. Em 30 de maio do mesmo ano foram empossados, sendo esta a data escolhida para comemorar o dia do Município.

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              • Mar 2016
              • 2943

              #171
              156/497 Chiapetta-RS

              Situada na mesorregião do Noroeste Rio-Grandense e microrregião de Ijuí. Tem sua economia baseada na pecuária e agricultura, tendo como sua principal fonte de exploração o trigo, o milho e a soja. Cidade pequena e hospitaleira, característica marcante das cidades de colonização alemã e italiana da região.

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              História
              A área que hoje forma o município de Chiapetta pertencia a Santo Ângelo. O povoado inicialmente denominou-se Sede Vitória. Como a colonização inicial foi feita pela família Chiapetta, o nome foi mudado para homenageá-la.

              O nome Chiapetta, tem sua origem na figura de Carlos Chiapetta, membro de uma família que, vinda da Itália em 1883, plantou o marco inicial de uma comunidade, onde seus descendentes, irmandados a um valoroso povo, ainda hoje, constroem o progresso desta terra e buscam a valorização de sua gente. Dotado de grande espírito empreendedor, Carlos Chiapetta, já casado com Victória Carvalho D´Avila Chiapetta, cujo matrimônio ocorreu em São Gabriel (RS), adquiriu em fins do Século XIX, uma área de terras de seis léguas, composta por campos e matas, localizada na época no município de Santo Ângelo, denominada de fazenda Monte Alvão.

              A propriedade, que um dia viria a ser município, foi comprada de Francisco Annes Dias cuja negociação foi intermediada pelo eminente político serrano, general Firmino de Paula. Mais tarde, já viúva, Victória Carvalho D´Avila Chiapetta, dotada de singular tirocínio e alto senso empreendedor, elaborou, com a colaboração dos filhos, um plano básico para criação de uma futura Vila, que previamente planejada, começou a receber comerciantes, produtores rurais e prestadores de serviços, que impulsionaram o desenvolvimento da colonização. Não há explicações para a diferença de grafia "Chiapetta" e "Chiapeta".

              Formação Administrativa
              Distrito criado com a denominação de Chiapetta, pela lei municipal nº 29, de 31 de janeiro de 1955, com território desmembrado do distrito de Inhacorá e anexado ao município de Santo Ângelo. Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o distrito de Chiapetta, figura no município de Santo Ângelo. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Elevado à categoria de município com a denominação de Chiapetta, pela lei estadual nº 5155, de 15-12-1965, desmembrado do município de Catuípe. Sede no antigo distrito de Chiapetta. Constituído do distrito sede. Instalado em 28 de maio de 1966. Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do distrito sede. Assim permencendo em divisão territorial datada de 2007.

              Área 396,483 km² [2]
              População 4 043 hab. est. IBGE/2016[3]
              Densidade 10,2 hab./km²
              Altitude 483 m

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                • Mar 2016
                • 2943

                #172
                157/497 Inhacorá-RS

                Inhacorá é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

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                Localiza-se a uma latitude 27º52'59" sul e a uma longitude 54º01'01" oeste, estando a uma altitude de 358 metros. Sua população estimada em 2016 era de 2.315 habitantes.

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                  • 2943

                  #173
                  158/497 Alegria-RS

                  Área 172,686 km² [2]
                  População 4 085 hab. est. IBGE/2016[3]
                  Densidade 23,66 hab./km²
                  Altitude 383 m

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                  A lei estadual nº 8502, de 31 de dezembro de 1987, desmembrou o antigo distrito de Alegria pertencente ao município de Três de Maio, criando o agora município de Alegria que permaneceu durante dois anos ainda sendo administrado pelo município mãe quando então foi instalado em 1 de janeiro de 1989 com a posse do primeiro prefeito José Álvaro Jost.[6]. Ficou constituído de dois distritos: Alegria e Espírito Santo.

                  A área de terras hoje pertencente ao município de Alegria foi habitada pelos índios do Queixo Furado que ainda encontravam-se na região até a chegada dos primeiros colonizadores. Francisco Correa Taborda e sua esposa Josefina dos Reis Taborda, foram os primeiros moradores de toda a área que hoje compreende os municípios de Inhacorá e Alegria e coube a eles a tarefa de civilizar os índios. A área de terras que eles possuíam era correspondente a 18 km por 21 km e estendia-se desde onde fica atualmente a ponte do Buricá em Inhacorá até além do Lageado Engenho e o outro lado do rio Buricá em Alegria. Os animais da região eram o porco do mato, a anta, o tigre e podiam ser vistos quase que diariamente.

                  Após mais um ataque dos índios ao acampamento do Sr. Francisco Correa Taborda em que sua esposa foi gravemente ferida, o casal decidiu ir residir na região de Cruz Alta e dividiu as terras entre os dois filhos: João Correa Taborda e Vicente Taborda. João Correa Taborda casou-se e sempre residiu onde fica atualmente a chamada Esquina Rolim. Vicente Taborda residiu próximo onde residiu a ex-prefeita do Município de Inhcorá, Sra. Cledi Pires Savariz, no assim chamado Rincão dos Pires. Casado a apenas doze dias, João Correa Taborda foi para a Guerra do Paraguai, ficando ausente de casa por dez anos.

                  Após a vitória sobre os índios em um combate que durou vários dias em que a propriedade de Vicente Taborda foi atacada, seu irmão João organizou o “ Baile da Alegria” para comemorar o acontecimento, sendo que então o local teria ficado conhecido como Rincão da Alegria, e que posteriormente teria dado nome ao atual município de Alegria.

                  Os índios teria recebido uma área em Coroados, hoje Município de São Valério, onde permaneceram somente alguns, já civilizados. Segundo alguns relatos, por volta de 1920 e 1940, foi surgindo o primeiro núcleo de moradores através da migração de agricultores alemães vindos da chamada Colônia Velha de Montenegro e que se somaram aos colonizadores poloneses oriundos de Ijuí. Os primeiros colonizadores sofreram muito nos primeiros anos, frente as dificuldades enfrentadas. A primeira preocupação era construir suas casas que eram feitas de “pau roliço” com piso de chão batido, cobertas inicialmente de capim e mais tarde de tabuinhas. Não existiam estradas, só picadas na mata. Ao chegarem os descentes de imigrantes encontraram poucas pessoas da mesma origem. O desmatamento foi feito com machado, foice e serrote. Mais tarde, a madeira era serrada manualmente e aproveitada para a construção de casas. Uma parte era aproveitada para fabricar dormentes, tramas e palanques, vendidos para Ijuí, Catuípe e Santo Ângelo.

                  Na atual Alegria na época da chegada dos colonos descendentes de europeus, moravam em sua maioria caboclos. Entre os primeiros moradores da região hoje ocupada pelos municípios de Inhacorá e Alegria, estavam o escrivão Percival Becker, Francisco Rolim de Moura, Eduardo Aidman, Ceslau Sawitzki, José Secconi, Alberto Prauchner, Alberto Stadler, João Leffler, Fernando Kunkel, Augusto Kumkel, Emílio Ratzlaff e outros. Faustino Viana da Rosa, Pedro Viana da Rosa, e Santino Toledo residiam onde hoje é a atual sede do Município. Estavam aqui também os Senhores Chico Prestes, Pedro Freitas, Brasil Freitas, Gustavo Ritz, Casemiro Martini, Casimiro Kotchewiski, Lauriano Bueno, Joaquim Bento, Brizo Padilha, Nicolau Johann, Osório Ribeiro, Paulo Laichter, Salvador Ferreira, Germano Faifa, José Lemainski, Leopoldo Heck, Germano Ribel, José Matikoski, Gustavo Grupp e outros.

                  Pela lei municipal nº 7, de 22 de outubro de 1959, subordinado ao município de Três de Maio, foi criado o Distrito Rincão da Alegria, cuja denominação alterada pela lei estadual 8502 de 31 de dezembro de 1987, passou como município a ser chamado simplesmente de Alegria[7].

                  Localiza-se a uma latitude 27º49'58" sul e a uma longitude 54º03'41" oeste, estando a uma altitude de 383 metros.

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                    • 2943

                    #174
                    159/497 Santa Rosa-RS

                    Localiza-se a uma latitude 27º52'15" sul e a uma longitude 54º28'53" oeste, estando a uma altitude de 277 metros. Em 2016 o número de habitantes era estimado em 72.504. O município é dividido oficialmente em dois distritos: Santa Rosa (sede) e Sete de Setembro.

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                    Santa Rosa foi criada como uma colônia de imigrantes europeus em 1915, principalmente imigrantes italianos, alemães e russos. O dialeto alemão tradicionalmente falado na região é o Riograndenser Hunsrückisch.

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                      • 2943

                      #175
                      160/497 Giruá-RS

                      Giruá teve outros dois nomes: J'erivá e Passo das Pedras.

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                      Município de Giruá
                      "Capital da produtividade"
                      Bandeira indisponível
                      Brasão de Giruá
                      Bandeira indisponível Brasão
                      Hino
                      Aniversário 28 de janeiro
                      Fundação 28 de janeiro de 1955 (63 anos)
                      Emancipação 28 de janeiro de 1955
                      Gentílico giruaense
                      CEP 98870-000
                      Prefeito(a) Ruben Weimer (PP)
                      (2017 – 2020)
                      Localização
                      Localização de Giruá
                      Localização de Giruá no Rio Grande do Sul
                      Giruá está localizado em: Brasil

                      Giruá
                      Localização de Giruá no Brasil
                      28° 01' 40" S 54° 21' 00" O
                      Unidade federativa Rio Grande do Sul
                      Mesorregião Noroeste Rio-grandense IBGE/2008 [1]
                      Microrregião Santo Ângelo IBGE/2008 [1]
                      Municípios limítrofes Santa Rosa, Três de Maio, Independência, Catuípe, Santo Ângelo, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho
                      Distância até a capital 474 km
                      Características geográficas
                      Área 855,923 km² [2]
                      Distritos 8
                      População 18,342 hab. est. IBGE/2016[3]
                      Densidade 0,02 hab./km²
                      Altitude 420 m
                      Clima subtropical úmido
                      Fuso horário UTC−3
                      Indicadores
                      IDH-M 0,721 elevado PNUD/2000 [4]
                      PIB R$ 276 099,116 mil IBGE/2008[5]
                      PIB per capita R$ 15 956,72 IBGE/2008[5]
                      Página oficial
                      Prefeitura http://www.girua.rs.gov.br/
                      Giruá é um município brasileiro do Estado do Rio Grande do Sul.


                      Índice
                      1 Etimologia
                      2 História
                      3 Geografia
                      4 Economia
                      5 Filhos ilustres
                      6 Referências
                      7 Ver também
                      8 Ligações externas
                      Etimologia
                      Giruá teve outros dois nomes: J'erivá e Passo das Pedras.

                      História
                      Em 1682, a administração espanhola ordenou que os jesuítas atravessassem novamente o rio Uruguai para fundar novas reduções no noroeste do atual Estado do Rio Grande do Sul, pois as 18 reduções fundadas anteriormente haviam sido destruídas pelos bandeirantes brasileiros e exploradores portugueses. Os jesuítas começaram a voltar às suas antigas terras e em 1687 foi fundado o primeiro dos Sete Povos das Missões: São Francisco de Borja, seguido por São Miguel Arcanjo, São Nicolau, São Luiz Gonzaga, São Lourenço Mártir, São João Batista e Santo Ângelo Custódio.

                      O território de Giruá pertenceu à redução de Santo Ângelo Custódio. Ele era habitado, inicialmente, por índios guaranis e possuía uma vegetação muito peculiar do Rio Grande do Sul: as matas de butiazeiros. O butiá (butiá jataí | Butia yatay) é uma pequena fruta amarela de cachos dourados e que os indígenas chamavam de J'erivá. Daí vem o primeiro nome do município.

                      A colonização de Giruá iniciou em meados de 1800, com a chegada de imigrantes europeus ao Rio Grande do Sul, vindos, principalmente, da Alemanha, Suécia, Letônia, Polônia, Rússia, Suíça e Itália. Como eles encontraram dificuldade em pronunciar J'erivá, acabaram pronunciando Giruá, nome que se mantém até hoje.

                      Após a criação do município de Rio Pardo, em 1809, Giruá passou a integrá-lo. Anos depois, fez parte de Cachoeira do Sul (a partir de 1819) e Cruz Alta (a partir de 1834). Em 1873, com a emancipação de Santo Ângelo, todo o território de Giruá passou a fazer parte do mesmo e, em 1927, tornou-se o 11.° Distrito de Santo Ângelo, com o nome de Passo das Pedras, em razão do rio de pedras que dava acesso à localidade. Mais tarde, seu nome foi substituído por Giruá, através da Lei n.° 29 de 26 de junho de 1928. Neste mesmo ano, Giruá teve inaugurada sua estrada de ferro, o que é lembrado como o marco de desenvolvimento no município.

                      Em 1931, com a emancipação do município vizinho de Santa Rosa, que veio a resultar na alteração da divisão do território de Santo Ângelo, Giruá passou a constituir o 5.° Distrito de Santa Rosa.

                      Impulsionado pelo progresso e anseio de desenvolvimento e emancipação, em 1953 um grupo liderado por Aládio Ferreira reuniu-se para tomar a frente da atitude que iria mudar o futuro de Giruá. A emancipação político-administrativa tornou-se realidade em 28 de janeiro de 1955, tendo sido eleito como Prefeito Athaíde Pacheco Martins e como Vice-Prefeito Haroldo Kegler, assim como os primeiros Vereadores que constituíram a Câmara Municipal de Vereadores. A solenidade de posse ocorreu em 31 de dezembro de 1955.

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                        • 2943

                        #176
                        161/497 Catuípe-RS

                        Toponímia
                        Catuípe é vocábulo indígena que significa "na água boa", "no rio bom". Do tupi catu: bom; y: rio, água; e pe: no.

                        Geografia
                        Pertence à Mesorregião do Noroeste Rio-Grandense e à Microrregião de Santo Ângelo.

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                        Características geográficas
                        Área 583,240 km² [2]
                        População 9 367 hab. est. IBGE/2016[3]
                        Densidade 16,06 hab./km²
                        Altitude 315 m
                        Clima subtropical úmido

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                          • 2943

                          #177
                          162/497 Ajuricaba-RS

                          Ajuricaba é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

                          Localiza-se na Mesorregião do Noroeste Rio-Grandense e na Microrregião de Ijuí.

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                          Localiza-se a uma latitude 28º14'22" sul e a uma longitude 53º46'15" oeste, estando a uma altitude de 336 metros.

                          Sua população estimada em 2016 era de 7 372 habitantes e possui uma área de 335,3 km².

                          O município pode ser acessado pela RS-514, que por sua vez se liga à BR-158 (se não chover e virar num atoleiro), RS-155 e BR-285.

                          É dividido em dois distritos: Ajuricaba (sede) e Medianeira.

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                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #178
                            163/497 Nova Ramada-RS
                            Essa cidade foi interessante, difícil achar a sede (prefeitura) depois fiquei sabendo que havia uma disputa quando da emancipação em qual das 2 vilas seria construída a Sede, então o prefeito resolveu construir no meio.

                            Nova Ramada é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se na mesorregião do Noroeste Rio-Grandense, pertence à região Noroeste Colonial e faz parte da região turística Rota do Yucumã. Suas coordenadas geográficas são: latitude 28º03'51" sul e longitude 53º41'50" oeste, estando a uma altitude de 511 metros.

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                            Sua população estimada em 2016 era de 2 428 habitantes. O ano de Instalação foi: 1997.

                            Distância à Capital: 324,48 km.

                            Possui uma área de 256,15 km².

                            No início era Barro Preto e Ramada, com a emancipação passou a denominar-se "Nova Ramada". A área do município de Nova Ramada, compreende os distritos de Pinhal e Barro Preto que pertenciam ao município de Ajuricaba. Como via de regra, inicialmente, eram ocupadas por indígenas Kaingang e Guaranis, isto até por volta do início do século XIX, após esse período a ocupação se dá por portugueses misturadas a africanos e índios, estes e novos ocupantes aos poucos conseguem legalizar vastas áreas de terras. A ocupação por parte dos imigrantes acontece por volta de 1900.

                            Em 3 de Janeiro de 1925, aconteceu um fato marcante para a história da região e do Brasil, o confronto entre a Coluna Prestes e as Forças Legalistas do governo, que ficou conhecido como Combate da Ramada. O município é formado por várias localidades interioranas.

                            Na data de 28 de dezembro de 1995, o governador Antonio Brito, assinou a Lei de Emancipação Nº 10.652, sendo que a instalação oficial do novo município aconteceu em 1 de janeiro de 1997. O nome de Nova Ramada surgiu do acordo entre as vilas Barro Preto e Pinhal, tendo por base histórias reais do novo município, onde desde os anos da década de 1920, girava em torno das palavra RAMADA, que significa “Cobertura ou sombreamento" por folhagens verdes, onde a população se encontrava para realizar festejos populares”.

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                              • 2943

                              #179
                              164/497 Augusto Pestana-RS

                              Augusto Pestana é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Pertence à mesorregião do Noroeste Rio-Grandense e à microrregião de Ijuí.
                              Área 347,44 km² [2]
                              População 7 117 hab. est. IBGE/2016[3]

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                              Está localizado a 320 km a noroeste de Porto Alegre e a 1.540 km a sudoeste de Brasília. Dista cerca de 120 km da fronteira com a Argentina.[6]

                              Na comparação com os demais municípios gaúchos, Augusto Pestana ocupa a 201ª posição em população, a 178ª em Produto Interno Bruto (PIB), a 149ª em PIB per capita, a 135ª em qualidade de vida (IDH-M) e a 58ª em qualidade de gestão fiscal (IFGF).[7][8][9]

                              O município integra o Conselho Regional de Desenvolvimento Noroeste Colonial.[10]

                              Ocupado por populações indígenas há pelo menos dez mil anos (Tradição Umbu), o atual território de Augusto Pestana integrou a região histórica das Missões Orientais, incorporada definitivamente ao Brasil em 1801. Cem anos mais tarde, as terras da coxilha do Cadeado (ou "serra do Cadeado"), entre os rios Conceição e Ijuizinho, começaram a ser demarcadas e colonizadas de forma sistemática por determinação do engenheiro Augusto Pestana, então diretor da colônia de Ijuí.[11] Há, no entanto, registros de presença esparsa de imigrantes lusobrasileiros e italianos desde a década de 1870, e o nome "Cadeado" seria referência a uma porteira instalada nesse período no caminho entre Cruz Alta e Santo Ângelo (o topônimo original inspira o formato do brasão municipal de Augusto Pestana).[12]

                              Em 29 de setembro de 1901, a região do Cadeado recebeu formalmente seus primeiros colonos: as famílias Hasse e Schünemann, imigrantes de origem pomerana. Em 5 de setembro de 1903, foi fundada a comunidade luterana da Santíssima Trindade do Rincão Seco.[13] À diferença de Ijuí, cuja colonização envolveu a participação de mais de uma dezena de etnias, a formação de Augusto Pestana contou basicamente com comunidades de três origens: alemã, italiana e luso-brasileira.

                              Distrito de Doutor Pestana
                              Com a emancipação política de Ijuí em 1912, a colônia do Cadeado passou a compor o segundo distrito municipal, com o nome de Doutor Pestana. O núcleo urbano era conhecido como “Vila Doutor Pestana”. Em 9 de março de 1922, foi criada a paróquia católica de São José, que teve o padre palotino Francisco Burmann como primeiro vigário.[14]

                              O distrito foi palco dos primeiros confrontos armados da Coluna Prestes. Segundo o relato de Luís Carlos Prestes, o comandante das tropas legalistas e ex-prefeito de Santa Maria, Júlio Bozano, foi morto pelo líder tenentista Mário Portela às margens do rio Conceição, na atual divisa entre Augusto Pestana e Ijuí, em 29 de dezembro de 1924.[15]

                              Em 1939, por iniciativa do padre Burmann, a comunidade local fundou entidade beneficente para a construção de um hospital geral, inicialmente sob comando do clínico geral Orozimbo Corrêa Sampaio e, a partir de 1940, do otorrinolaringologista Orlando Dias Athayde, que teria papel chave na emancipação do município. O primeiro pavimento do Hospital São Francisco foi inaugurado em 24 de novembro de 1943.[16]

                              Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 14 soldados de Doutor Pestana lutaram pelo Brasil contra a Alemanha Nazista, na Itália. A lista de expedicionários pestanenses incluiu Artur Goergen, Eugênio Ladvig e Helmuth Matte, hoje homenageados com nomes de ruas do município.[17] Em 1948, o então ministro da Viação e Obras Públicas, Clóvis Pestana, filho de Augusto Pestana, realizou visita oficial ao distrito, evento celebrado em placa no obelisco da Praça Farroupilha, centro do núcleo urbano.

                              Emancipação
                              A expansão da triticultura gaúcha nas décadas de 1950 e 1960 viabilizou a emancipação municipal, aprovada por 95% dos eleitores pestanenses no plebiscito realizado em 25 de julho de 1965.[18] O distrito foi elevado à condição de município por lei estadual de 1965[19] com o nome de Augusto Pestana, em homenagem ao engenheiro e líder republicano gaúcho, primeiro prefeito de Ijuí, fundador da Viação Férrea do Rio Grande do Sul e responsável pela colonização do Cadeado.[20]

                              O município foi instalado em 14 de maio de 1966, e seu primeiro administrador foi o Dr. Athayde, presidente da comissão de emancipação municipal.[21] A primeira eleição para prefeito e vereadores ocorreu em 15 de novembro de 1968.[22]

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                              • Quinhones
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #180
                                165/497 Jóia-RS

                                Localiza-se a uma latitude 28º38'48" sul e a uma longitude 54º07'20" oeste, estando a uma altitude de 302 metros.

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                                Possui uma área de 1246,3 km² (Posição 1.181 dentre 5.570 municípios do Brasil - Código IBGE 4311155) e sua população estimada no ano de 2008 era de 8.546 habitantes.

                                O dia 21 de abril de 1917 é tido como um marco do início na Colonização do lugar. Até a emancipação do município de Tupanciretã, em 21 de dezembro de 1928, a Esquina 21 de abril, era o 8º. Distrito de Santo Ângelo, compondo o novo município de Tupanciretã, egresso de Cruz Alta, agora como 2º. Distrito e sob a denominação de Vila 21 de Abril. A atividade moageira estava a gerar maior aglomeração na Vila e, em 24 de maio de 1938, pelo Decreto-Lei número 10/12, do município de Tupanciretã, a Sede do novo Distrito transfere-se da Vila 21 de Abril para a Vila Nova.

                                Ainda neste ano, em 1938, ambientado no clima da Segunda Guerra Mundial, o lugar altera sua designação para Vila Inconfidência. Em 1944, a Vila Inconfidência recebia imigrantes europeus, que deixavam para trás as cicatrizes da Segunda Guerra Mundial. Havia uma Lei que coibia a utilização de nomes que lembrassem guerras e revoluções, nas denominações de Povoados, Vilas e Cidades. Esse foi o motivo que determinou a mudança de Vila Inconfidência, para Vila Jóia, pela força do Decreto-Lei Estadual número 720, de 29 de dezembro de 1944. Ao emancipar-se (Lei 7656, de 12 de maio de 1982), adotou o topônimo Jóia.

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