Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #76
    71/497 Arroio Grande -RS
    (Registro nessa etapa, a parceria do meu amigo, irmão ISF e FC Tarso)

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    Arroio Grande é um município brasileiro localizado na microrregião de Jaguarão, estado do Rio Grande do Sul. Sua população em 2016 foi estimada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 18 935 habitantes,[3] distribuídos em 2.518 km² de área.

    O povoamento teve início em 1803, por Manuel Jerônimo de Sousa, avô do Barão de Mauá. Em 1812, Manuel de Sousa Gusmão, filho de Manuel Jerônimo, que ali havia se instalado com a esposa, dona Maria Pereira das Neves, doaram um terreno para ser edificada uma igreja. Diz a tradição que esta doação foi feita em troca de um milagre de Nossa Senhora das Graças. Segundo a mesma tradição, antes de ser fundada a povoação, surgiu uma divergência bastante acentuada entre os habitantes com respeito ao lugar exato onde deveriam assentá-la. Uns achavam que deveria ser erguida à margem direita do Arroio Grande na terra que pertencia aos Ferreira e outros à margem esquerda, nas terras doadas pelo casal Manuel de Sousa. Combinaram que a localidade se assentaria no lado do rio onde se fizesse a igreja.

    Os moradores da margem direita, da família Ferreira, começaram a construir. Os da margem esquerda, filhos de Manuel de Sousa Gusmão, para obter vitória, seguindo a ideia do filho mais novo, construíram secretamente, um rancho de palha com paredes de pau-a-pique, o qual posteriormente foi colocado sobre rodas e a noite puxado por dois bois. Então, foi conduzido e assentado no lugar em que mais tarde deveria ser construída a Igreja Matriz. Os habitantes da margem direita foram surpreendidos ao amanhecer pelo repicar dos sinos, anunciando que na margem esquerda um padre rezava a primeira missa na Paróquia de Nossa Senhora das Graças de Arroio Grande. A capela de Nossa Senhora das Graças de Arroio Grande foi construída em 14 de dezembro de 1815 e confirmada por Dom João VI a 15 de abril de 1821.

    Por Lei nº. 54, de 26 de maio de 1846, foi elevada à categoria de Freguesia e Curato de Nossa Senhora da Graça de Arroio Grande, constituindo a 39ª. Freguesia do Estado. A Lei nº. 596, de 2 de Janeiro de 1867, dividiu o município de Jaguarão em cinco distritos, dos quais o quarto era constituído pela freguesia de Arroio Grande.

    Por Lei Provincial nº. 843 de 24 de março de 1873, foi elevada à categoria de Vila com a mesma invocação e nome. Por Lei nº. 590, de 5 de novembro de 1890, foi elevada à categoria de cidade com a denominação de FEDERAÇÃO, sendo depois, por Lei nº. 522, de 6 de julho de 1891, restabelecida a antiga denominação de Arroio Grande.

    Erigida em municipalidade, procedeu-se à eleição da Câmara dos Vereadores, que se reuniu em 22 de dezembro de 1873, lavrando dos seus trabalhos circunstanciada Ata, pelo “Ato de Instalação”. Em 1959, o município perdeu parte de sua área para a criação do novo município de Pedro Osório.

    Durante a Revolução Farroupilha o território de Arroio Grande foi palco de acirradas lutas, nos quais tomaram parte grandes vultos da história riograndense como: João da Silva Tavares pertencente às forças imperiais, que derrotou o farrapo Manoel Antunes da Porciúncula, sendo este mais tarde vencido pelo famoso chefe farroupilha David Canabarro.

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      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #77
      72/497 Herval -RS
      (Registro nessa etapa, a parceria do meu amigo, irmão ISF e FC Tarso)

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      Herval é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. O nome é uma referência à grande quantidade de ervais nativos existentes na região.

      Em 1777 Espanha e Portugal firmaram um convênio que recebeu o nome de Tratado Preliminar de Restituições Recíprocas, destinado a demarcar os limites entre as possessões de um e outro. Por este tratado, o rio Piratini e seu afluente arroio Basílio limitariam as possessões dos dois países. Sendo este arroio o limite norte do atual município de Herval, ficava o mesmo, portanto, pelo tratado de 1777, sob o domínio espanhol. Porém, Rafael Pinto Bandeira, que ficara encarregado de guarnecer a fronteira estipulada pelos demarcadores, insistiu em fazer avançar até o rio Jaguarão o domínio lusitano.

      Com esse objetivo, em meados de 1791, na margem direita do Arroio do Herval, inicia a construção de uma igreja, um quartel e um quadro de trincheiras. Aí estava, em pleno domínio adversário, o que seria o núcleo da atual cidade de Herval. Em meio a algumas escaramuças que esporadicamente ocorriam, o povoado foi crescendo.

      Geografia
      Localiza-se a uma latitude 32º01'25" sul e a uma longitude 53º23'44" oeste, estando a uma altitude de 287 metros.

      Possui uma área de 2798,3 km² e sua população estimada em 2016 era de 6 978 habitantes.

      Turismo
      Atualmente as festas mais importantes da cidade são: Fejunahe (Festa junina de Herval), que ocorre em Junho, e o Rodeio Internacional de Herval, que ocorre em Janeiro (juntamente com a semana da cidade e a Confraternização do Moto Grupo Unidos pela Máquina que ocorre em Março). A organização do rodeio cabe ao CTG Minuano e a Confraternização fica a cargo dos integrantes do moto grupo que dá nome a festa, com o apoio da Prefeitura Municipal de Herval.

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        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #78
        73/497 Jaguarão -RS
        (Registro nessa etapa, a parceria do meu amigo, irmão ISF e FC Tarso)

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        Localizado no extremo sul do país e fronteiriço ao Uruguai, o município é vista pelo governo federal como alternativa de travessia internacional pelo rio Jaguarão. Em 25 de março de 2009, o Senado Federal do Brasil aprovou a construção de uma ponte, em acordo com o país vizinho, assinado em 2007. A ligação acontecerá com a cidade uruguaia de Rio Branco.[6] Foi também onde ocorreu, na Guerra do Uruguai, a Batalha do Jaguarão.

        O começo de Jaguarão remonta a 1802 com um acampamento militar fundado às margens do Rio Jaguarão pelo tenente-coronel Manuel Marques de Sousa. Em 1777, com o Tratado de Santo Ildefonso, o município de Jaguarão ficava em terras espanholas. A primeira vila que começou a se formar a partir de 1751 no Rio Grande do Sul foi Rio Grande que, com a invasão dos espanhóis em 1763, transferiu sua sede de governo para Viamão.

        Com Dom João VI no Brasil, em 1808 e 1809, são criados definitivamente os municípios de Porto Alegre, Rio Grande, Rio Pardo e Santo Antônio da Patrulha. Cachoeira do Sul, vizinha de Rio Pardo, foi criada dez anos mais tarde. Em dezembro de 1830 criaram-se Pelotas e Piratini e em outubro de 1831, Alegrete, Caçapava do Sul, São José do Norte e Triunfo.

        Jaguarão foi elevada a vila em 6 de julho de 1832, sendo o 12º município do estado. Situa-se na parte meridional do estado, na fronteira com a cidade de Rio Branco no Uruguai, às margens do Rio Jaguarão, que nasce na região montanhosa perto do município de Pinheiro Machado e corre aproximadamente em direção norte-sul até atingir as alturas de Aceguá, voltando-se depois para noroeste-sudeste, marcando a partir desta parte o limite entre as faixas centro-sul do estado e centro-oriental do Uruguai. Passa entre Rio Branco e o município de Jaguarão e deságua na Lagoa Mirim. Seu curso é de aproximadamente 270 quilômetros.

        Uma das principais causas da criação de Jaguarão, foi a falta de acesso à justiça do então vila do Espírito Santo do Serrito no Jaguarão. Mesmo elevado a vila em outubro de 1832, o município propriamente dito demorou a se instalar. Em 22 de Maio de 1833 o município de Jaguarão desmembrou-se de Rio Grande e deu posse aos seus primeiros vereadores.

        O município é conhecido por suas belas portas e está conservada e preservada por seus habitantes, exceto a Enfermaria Militar. Os exemplos de Arquitetura Eclética do centro da cidade datam de 1876 e de 1920, com frisos e marquises, e portas em estilo artesanal português.

        Geografia
        Localiza-se a uma latitude -32º33'58" sul e a uma longitude 53º22'33" oeste, estando a uma altitude de 26 metros. Sua área é de 2.054 km² Sua população segundo o censo 2016 é de 28.230 mil pessoas.

        Ponte Internacional Barão de Mauá inaugurada em 1930 uma das maiores obras da fronteira unindo Jaguarão a Rio Branco;

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          Fazedor de Chuva

          • Mar 2016
          • 2943

          #79
          Testando pelo smartphone

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          • Gilmar Dessaune
            Fazedor de Chuva

            • Oct 2012
            • 6891

            #80
            Teste aprovado...

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            • Quinhones
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2016
              • 2943

              #81
              74/497 Vale do Sol-RS

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              Vale do Sol formou-se dos distritos de Trombudo, Formosa, parte de Herveiras, município de Santa Cruz do Sul, e parte de Candelária.

              O início da colonização do município, deu-se em 1862 quando um grupo de colonos alemães estabeleceram-se na localidade de Rio Pardense. Em 1870, o agrimensor Ernesto Ziltow fez um levantamento da área existente, adquirida anteriormente por Eiserbarth e Rauber, de uma parte da Sesmaria dos Borges, a qual denominou-se Linha Eiserbarth. A abertura das primeiras picadas, desde Faxinal de Dentro até Alto Trombudo, foi feita pelos irmãos João e Manuel Moitoso da Silveira e Antônio Marcelino, em 1878.

              O nome “Vale do Sol” surgiu na década de 1960, a partir de observações baseadas no clima feitas pelo médico Luiz Artur Jacobus, através de constantes neblinas na parte montanhosa e do sol, na região de Faxinal de Dentro, que faziam do lugar o Vale do Sol. Também concorreram os gentílicos Trombudo, Lindenau, Faxinal de Dentro e Boa Esperança, para denominar o novo município, sendo que a escolha aconteceu em uma eleição realizada à época da emancipação. Vale do Sol emancipou-se em 10 de novembro de 1991 e legalizou-se através da lei n.º 9599, de 20 de março de 1992, vindo a instalar-se como município em 1993.

              Geografia
              Localiza-se a uma latitude 29º36'13" sul e a uma longitude 52º40'59" oeste, estando a uma altitude de 500 metros. Sua população estimada em 2010 era de 11077 habitantes. Possui uma área de 330,36 km².

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              • Quinhones
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2016
                • 2943

                #82
                75/497 Vera Cruz-RS

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                A origem de Vera Cruz remonta ao ano de 1850, com a chegada dos primeiros imigrantes alemães. Foi chamada no início por Faxinal de Dona Josefa em 1858 e em 1881 já estavam delimitadas 100 colônias da então Linha Dona Josefa. Mais ao Sul, demarcaram-se 15 lotes coloniais e o núcleo urbano na Linha Vila Thereza. Então, Linha Dona Josefa e a Linha Vila Thereza passam a constituir o distrito denominado de Vila Tereza, pela lei provincial nº 1814, de 28-06-1889, e ato municipal nº 10, de 03-02-1896, subordinado ao município de Santa Cruz.

                Pelo decreto estadual nº 7199, de 31-03-1938, o distrito de Vila Tereza passou a denominar-se Tereza. Logo ficou assim: Vila Tereza para Tereza alterado, pelo decreto citado.

                O distrito de Tereza torna-se município em 1959, pela Lei estadual nº 3697, de 30 de Janeiro do mesmo ano, com a denominação de Vera Cruz.Fonte-IBGE

                Geografia
                Vera Cruz situa-se na região do Vale do Rio Pardo. Localiza-se a uma latitude 29º42'53" sul e a uma longitude 52º30'20" oeste, estando a uma altitude de 68 metros.

                Possui uma área de 310,00 km² e sua população estimada em 2007 era de 25.338 habitantes.[Fonte:IBGE-Censo 2010]

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                • Quinhones
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2016
                  • 2943

                  #83
                  76/497 Sinimbu-RS

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                  João Lins Vieira Cansanção de Sinimbu foi presidente da Província do Rio Grande do Sul, de 2 de dezembro de 1852 a 1 de julho de 1855. Auxiliou os alemães que vinham colonizar o Rio Grande do Sul. Nasceu no engenho Sinimbu, em São Miguel dos Campos na então capitania de Pernambuco.

                  História
                  A população de Sinimbu é de origem predominantemente germânica, sendo que o atual território onde o município se encontra começou a ser povoado na metade do século XIX, em terras onde hoje se localizam o centro da cidade e a localidade de Linha São João.

                  Geografia
                  Sinimbu localiza-se a uma latitude 29º32'19" sul e a uma longitude 52º31'18" oeste. A extensão de seu território é de 508,1 km quadrados, fazendo limite ao norte com os municípios de Gramado Xavier, Boqueirão do Leão e Lagoão; ao sul com os municípios de Santa Cruz do Sul e Vera Cruz; a oeste com Herveiras, Vale do Sol e Passa-Sete, e a leste com Venâncio Aires.
                  Sinimbu possui uma população de 10.067 habitantes (IBGE,2010). A densidade populacional é bastante baixa, em torno de 20 hab/km², pois a população é predominantemente rural. São 9.013 habitantes na zona rural, quase 89% da população. Aproximadamente 65% da população é de origem germânica, e os outros 35% se dividem entre lusos, italianos, negros e índios (IBGE, 2010). As atividades agrícolas ocupam aproximadamente 10.400 hectares. Destacam-se o fumo e o milho. O milho ocupa uma área de 5.300 hectares e o fumo, 3.600 hectares. Na atividade pecuária, destaca-se a criação de gado de corte, com 9.000 unidades, e a do gado leiteiro, com 3.000 unidades. A criação pecuária ocorre principalmente no norte e noroeste do município, onde se encontram áreas mais planas e maior ocorrência de gramíneas (pastagens). É utilizada principalmente para complementar a renda familiar, com a comercialização de leite e de carne.
                  A área do município de Sinimbu localiza-se na zona de transição entre o Planalto Meridional Brasileiro e a Depressão Periférica Sul- Rio-Grandense. Geomorfologicamente abrange duas unidades de relevo: Topo do Planalto e Rebordo do Planalto. Podem-se identificar no município, estruturas geológicas da Formação Botucatu e da Formação Serra Geral. Os solos que se originaram da Formação Botucatu encontram-se nas áreas mais baixas e nos vales escavados pela erosão regressiva dos cursos d’água que alimentam o Rio Pardinho. Geologicamente, a área do município é formada pela sobreposição de rochas vulcânicas com arenitos eólicos.
                  A floresta subtropical é a forma predominante no município. As florestas subtropicais são latifoliadas de espécies semicaducifolias, perdendo parcialmente as folhas da cobertura superior, fenômeno associado aos fatores climáticos. Encontram-se principalmente no rebordo do planalto, ao longo dos vales, em regiões de grande declividade, compreendendo formações montanas e submontanas. Os campos aparecem como uma vegetação rasteira, de cobertura herbácea-contínua, que pode ser entremeada de subarbustos isolados, encontram-se principalmente no topo do planalto.
                  O clima no município de Sinimbu recebe a denominação de Cfa Subtropical Úmido, com verões quentes e invernos frios. As chuvas que ocorrem na região são essencialmente de origem frontal (frentes polares) e se deslocam sobre o Rio Grande do Sul. São esporadicamente formadas por frentes quentes (frentes tropicais) sobre a região. Não há estações secas nem chuvosas definidas, pois as precipitações ocorrem regularmente durante todo o ano.

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                    Fazedor de Chuva

                    • Mar 2016
                    • 2943

                    #84
                    77/497 Santa Cruz do Sul-RS

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                    Santa Cruz do Sul é um município brasileiro no Estado do Rio Grande do Sul. A 155 km de Porto Alegre e a 142 km de Santa Maria, no centro do estado, possui uma população estimada em 127 429 habitantes, sendo o 15.º município mais populoso do Rio Grande do Sul. Com uma área de 733,4 km², localiza-se na região do Vale do Rio Pardo, fazendo fronteira com os municípios de Vera Cruz, Rio Pardo, Sinimbu, Venâncio Aires, e Passo do Sobrado. Com clima temperado, constitui uma região fisiográfica de transição entre o Planalto e a Depressão Central, contando com vegetação oriunda da Mata Atlântica e do Pampa, e predominância litográfica de rochas vulcânicas.

                    A antiga Colônia de Santa Cruz foi fundada em 6 de dezembro de 1847, e a cidade em 31 de março de 1877, emancipada de Rio Pardo. Um dos principais núcleos da colonização alemã do Rio Grande do Sul, fala-se lá tanto o português como o alemão, principalmente o dialeto Hunsrückisch. Sua economia está historicamente ligada ao tabaco, sendo considerada a capital mundial do fumo. Vivenciou forte expansão econômica, verticalização, e êxodo rural no século XX até o início do século XXI, e em 2013 seu PIB figurava em R$6,67 bilhões, o oitavo maior do Estado, enquanto o IDH era de 0,733 em 2010, considerado alto.

                    Com uma população em grande parte católica e evangélica, é lar da Catedral São João Batista, a maior em estilo gótico da América do Sul, e da Igreja Evangélica de Confissão Luterana, maior templo evangélico do Rio Grande do Sul. Abriga ainda a Universidade de Santa Cruz do Sul, com onze mil alunos matriculados em 52 cursos de graduação, além de três outras instituições de ensino superior, catorze escolas de ensino médio, 114 de ensino básico, e três hospitais.

                    Com boa infraestrutura para o turismo, a cidade é conhecida por sediar a maior Oktoberfest do Rio Grande do Sul, a Oktoberfest de Santa Cruz do Sul, por receber um dos maiores festivais de arte amadora da América Latina, o Encontro de Arte e Tradição, e pelo Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul.

                    Fundação e primeiros anos
                    A colônia foi fundada pela lei provincial em 6 de dezembro de 1847,[7] por desejo da Câmara de Rio Pardo de estabelecer uma comunicação com os campos e comércio com a região.[8] Os primeiros habitantes da cidade vieram em 1849[9]:102 e habitavam choupanas e ranchos.[8] A colônia foi elevada para freguesia em 8 de janeiro de 1859.[8] Em 1879, segundo levantamento de Carlos Trein Filho, 90,54% dos habitantes da Colônia de Santa Cruz, excluindo-se os brasileiros, proviam do Reino da Prússia, sendo 42,53% da Pomerânia, 37,88% da Renânia, 4,46% da Prússia, 3,57% da Silésia, 1,65% da Vestfália, e 0,14% de Brandenburgo. 8,92% vinham de outros estados alemães, e outros 0,55% de outras regiões da Europa.[9]:121 As terras ocupadas pela colônia de Santa Cruz do Sul foram cedidas pelo governo imperial através da lei de 1848 de incentivo à imigração estrangeira.[10] O objetivo da colonização da região era a renovação da economia, sem a mera substituição da antiga mão-de-obra escrava.[9]:103 Os imigrantes se estabeleceram na Colônia Picada Velha (Alt Picade),[9]:102 hoje conhecida como Linha Santa Cruz.[11]:6[8]

                    Em 1849, o local, então chamado de Faxinal de João Faria, em terras de Antônio Martins da Cruz Jobim, Barão de Cambaí, foi povoado com a instalação de cinco famílias alemãs.[7] O primeiro administrador da Colônia foi Evaristo Alves de Oliveira, e o primeiro diretor o engenheiro Johann Martin Buff, imigrante alemão de Rödelheim, cidade próxima de Frankfurt.[9]:99,102,103 Apesar de a maioria dos imigrantes serem agricultores, muitos artesãos foram instalados na colônia,[9]:129 como, por exemplo, o caso de um grupo de 71 chefes de família chegados em 1853, no qual constavam 25 artesãos e 46 agricultores.[10] Apesar de dificuldades no assentamento da terra - inicialmente mata nativa - bem como em dificuldades financeiras e políticas, como relatadas por Oliveria e Buff,[9]:104,105 a colônia cresceu rapidamente: em 1849 havia doze habitantes; em 1852 eram 254, e em 1853 ocorreu um incremento de 692 pessoas; em 1859 havia 2 723 habitantes

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ID:	297845 Nessa última foto, um casal turista de Belém-Pará visitando o RS, trocamos gentiliezas a respeito das belezas dos dois estados e contei minha jornada pela transamazônica cruzando por várias cidades paraenses e depois pela capital em direção ao Oiapoque.

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                      #85
                      78/497 Passo do Sobrado-RS

                      A existência de Passo do Sobrado data de aproximadamente dois séculos. Nesse período, colonizado por portugueses que partiam de Rio Pardo para povoar a região, que era conhecida por Couto (lugar seguro, refúgio) e servia como ponto de descanso para os tropeiros que ali pernoitavam.

                      Ao passar dos anos, inúmeras famílias germânicas, imigrantes que se instalaram primeiramente em Santa Cruz do Sul e Venâncio Aires; portuguesas e descendentes de escravos se instalaram no que seria o futuro município, antes 2° distrito de Rio Pardo. Essas etnias, que se dedicaram à produção de alimentos para a subsistência formam hoje a maioria dos residentes no município.

                      Na época, para conseguir se desanexar de Rio Pardo, a população se uniu e começou a luta pela emancipação. Havia aqueles que eram contra a separação, mas a maioria apoiava. Foram criadas comissões emancipatórias e, no dia 10 de novembro de 1991, foi realizado o plebiscito onde o sim venceu por 88% dos votos. A consolidação da emancipação veio através da lei nº 9545 de 20 de março de 1992, assinada pelo então governador Alceu Collares, em 28 de dezembro de 2012.

                      Origem do nome
                      Conta-se que o nome Passo do Sobrado se originou duma passagem existente no arroio que está situado na entrada da cidade, perto do qual havia uma casa de madeira de dois pisos, conhecida por “sobrado”. As pessoas da época, principalmente carroceiros e tropeiros, conheciam esta passagem por Passo do Sobrado.

                      Na década de 1930, o nome de Passo do Sobrado foi mudado para Flores da Cunha, motivado por interesses políticos da época. A população não aceitou e começou uma campanha para que a localidade voltasse ao nome de origem.

                      Geografia
                      Localiza-se a uma latitude 29º44'53" sul e a uma longitude 52º16'29" oeste, estando a uma altitude de 109 metros. Possui uma área de 280,78 km² e sua população estimada em 2016 era de 6 402 habitantes. A distância de Porto Alegre é de 134 quilômetros e as principais vias de acesso são RSC-287 e RS-405.

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                        #86
                        79/497 Vale Verde-RS

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                        Localiza-se a uma latitude 29º47'13" sul e a uma longitude 52º11'03" oeste, estando a uma altitude de 91 metros.

                        Possui uma área de 334,86 km² e sua população de acordo com o censo demográfico de 2010 era de 3253 habitantes

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                          • 2943

                          #87
                          80/497 General Câmara-RS

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                          General Câmara é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Fica a 76 km de Porto Alegre (capital gaúcha) e conta com cerca de 8 668 hab. est. IBGE/2016[3] habitantes. É uma importante e histórica cidade do RS. Possui Arsenal de Guerra que conta com os mais variados e necessários suportes para eventuais guerras.

                          A sesmaria doada à Antônio de Brito Leme em 1754 teria sido o núcleo inicial do atual município de General Câmara. Um decênio após o povoamento, tomaria maior impulso com o estabelecimento de grande número de casais açorianos no local, vindo a formar-se o povoado de Santo Amaro. Este, já em 1773, era elevado à categoria de freguesia. A agricultura de subsistência e a pecuária garantiram prosperidade da área povoada que integrou sucessivamente os municípios de Rio Pardo, Triunfo e Taquari.

                          Desmembrando-se de Taquari, tornou-se a sede do município em 1881. Compreendia então os atuais município de Vale Verde,Passo do Sobrado e parte de Venâncio Aires. Pouco depois, em 1883, inaugurou-se a ligação ferroviária entre o povoado conhecido por Margem do Taquari e Cachoeira, com estação em Santo Amaro.Por razões de segurança foi feita a transferência do Arsenal de Guerra de Porto Alegre,próximo à Praça da Harmonia para Margem do Taquari com envio de efetivos militares para Margem do Taquari.Por não ter Santo Amaro apoiado as tropas getulistas que derrubaram o então Presidente do Estado Flores da Cunha, transferiu-se a sede municipal para aquele povoado e "Margem" foi a nova designação do municípi Sem nenhum ato oficial,quer da Câmara ou do Executivo,só com a mudança da sede municipal no organograma que era publicado anualmente pelo Governo do Rio Grande do Sul. Tal designação, no mesmo ano (1939), seria mudada para o atual nome de General Câmara.

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                            #88
                            81/497 São Jerônimo-RS

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ID:	297880

                            São Jerônimo pertence à Região Metropolitana de Porto Alegre. Situa-se a 29º57'33" de latitude sul e 51º43'20" de longitude oeste, a uma altitude de 29 metros.

                            Possui uma área de 970,22 km² e sua população em 2010 era de 22 141 habitantes.

                            É um município que faz parte da bacia hidrográfica do rio Jacuí.

                            São Jerônimo já foi palco do maior Carnaval do estado do Rio Grande do Sul. Desde 1927 até meados dos anos 80. As duas entidades carnavalescas mais antigas da cidade e que rivalizaram por décadas, são a Sociedade Carnavalesca Não Sae, fundada em 1927 e que defende as cores Vermelho e Branco e a Sociedade Carnavalesca Batutas, fundada em 1928 e que defende as cores Azul e Branco.

                            Outras entidades surgiram no fim da época de ouro da festa de momo na cidade, tais como: Sucatão, Imperatriz e Praiana.

                            Outro evento que se destaca no município até os dias de hoje é a Gincana Cultural de São Jerônimo, que acontece no mês de Setembro e movimenta toda a cidade. Considerada por muitos a maior Gincana Cultural do estado do RS, iniciou em 1983 e conta, atualmente com a participação de quatro equipes: Equi Medonhos, Equipe Águia de Fogo, Equi Poupança e Equipe Força Shalom-Kamikaze (Força SK).

                            Estas equipes todas são filiadas à Liga Independente das Equipes da Gincana Cultural de São Jerônimo, que é responsável pelo evento. Dentro da gincana, ocorre o Show das Equipes, que é um evento em que cada equipe apresenta um show que mistura dança e teatro, com riquíssimas produções de cenários, figurinos, maquiagens, efeitos de luz e efeitos especiais. Fora isso, a Gincana conta com mais de 100 tarefas e uma disputa acirrada pelo título. A Equipe Águia de Fogo detém o maior número de conquistas com 15 títulos da Gincana, além de ter vencido 13 shows (que são considerados pelos gincaneiros como um título a parte, apesar de pontuarem dentro da gincana). Equi Medonhos, com 7 títulos de Gincana e 2 de shows, Equi Poupança, com 4 Gincanas e 5 Shows e Força SK, com 1 Gincana e 1 show, completam o ranking atual.

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ID:	297881 Me chamou atenção o risco de a Prefeitura ser em cima de um banco (pelo cenário atual, que perigo! rsrsrs) Click image for larger version

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ID:	297889 Daqui para o próximo município que é Triunfo-RS, foi necessária atravessar o Rio pela balsa.

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                              #89
                              82/497 Triunfo-RS

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                              Triunfo é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Município histórico, Triunfo é o local de nascimento de Bento Gonçalves, do dramaturgo Qorpo Santo, da atriz Iracema de Alencar e o local onde se encontra enterrado o madeirense Jerônimo de Ornelas, fundador da cidade de Porto Alegre. Atualmente apresenta o maior PIB per capita do Rio Grande do Sul, devido à indústria petroquímica: R$ 184.668[6].

                              Índice
                              1 História
                              2 Referências
                              3 Ligações externas
                              4 Ver também
                              História
                              [7]Triunfo tem um passado fortemente vinculado à Revolução Farroupilha, tendo sido palco de vários combates, como a Batalha do Fanfa, quando Bento Gonçalves foi preso.

                              Os primitivos habitantes da zona que hoje constituí o município de Triunfo foram os índios Patos, cuja memória está representada em vários objetos de seu uso, que compõem o rico acervo do Museu Farroupilha, insatalado na casa onde nasceu o grande herói Bento Gonçalves da Silva. A região também sofreu incursões de outras tribos indígenas como os Minuanos, Charruas e Tapes. Com a chegada dos Portugueses, os índios foram abandonando suas terras e marinhando pelos rios, subindo às suas nascentes e estabelendo-se às suas margens.

                              O povo de Triunfo nasceu de duas sesmarias doadas pelo então Governador Geral da Capitania do Rio Grande do Sul, General Gomes Freire de Andrade, no ano de 1752, localizadas entre o rio Taquari e seu afluente arroio Capote e o antigo arroio da Ponte. Pertenciam elas a Manoel Gonçalves Meirelles e a Francisco da Silva, ambos casados com filhas de Jerônimo de Ornellas Menezes e Vasconcellos, povoador inicial de Porto Alegre, e que para aí seguiria por volta de 1754, logo após a instalação dos casais açorianos em suas terras desapropriadas no Porto de Viamão.

                              Em 1757, Jerônimo de Ornellas, primeiro sesmeiro e fundador de Porto Alegre veio com seus familiares morar no rossio da Freguesia do Senhor Bom Jesus do Triunfo, aonde veio a falecer em 1771. Manoel Gonçalves Meirelles era casado com Dona Antônia da Costa Barbosa, filha de Jerônimo de Ornellas e sua esposa Dona Lucrecia Leme Barbosa; casara em Viamão e batizara seus seis primeiros filhos, nascidos no Porto do Dornelles, também em Viamão, entre 1743 e 1754.

                              Pouco antes, havia Meirelles obtido a sesmaria no Triunfo, local que ele denominara Piedade e onde estabeleceu a sede da estância e pequeno povoado. (Sesmaria da Piedade: o significado de 'Piedade', voltando à época, onde tudo era desabitado, entende-se como um pedido de fé, amparo e piedade aos seus, por estarem num lugar tão sozinhos). Meirelles faleceu em Triunfo, a 28 de Agosto de 1777. De sua sexta filha, Dona Perpétua da Costa Meirelles, casada com o Capitão Joaquim Gonçalves da Silva, português da Santa Marinha Real, nasceu Bento Gonçalves da Silva.

                              No ano de 1754, foi requerida a criação da Capela do Senhor Bom Jesus do Triunfo. Em 1756, Jerônimo de Ornellas levantou a bela Igreja Matriz, dando assim, origem ao povoado que teria na história do Rio Grande do Sul, papel importante, sobretudo pelo nascimento de filhos que glorificaram e engrandeceram o povo gaúcho.

                              A portaria de 4 de Setembro de 1756, determinada pelo Bispo do Rio de Janeiro, Dom Antônio do Desterro, determina que o Padre Tomás Clarque organize a terceira paróquia do Rio Grande do Sul, instalando-a em 9 de Janeiro de 1957, e traçando-lhes os limites, escolhendo o lugar da sede da igreja e também o padroeiro. E dessa época em diante, o lugar começou a chamar-se Freguesia do Bom Jesus do Triunfo.

                              Triunfo, nem sempre se chamou assim. A região teve como primeira denominação Forquilha: nome proveniente do encontro dos rios Taquari e Jacuí. O município de Bom Jesus do Triunfo e a elevação à categoria de Vila foi criado pelo Decreto da Regência em nome do Imperador Dom Pedro II, de 25 de Outubro de 1831. A elevação à categoria de cidade ocorreu em 31 de Março de 1938, pelo Decreto Estadual 7199. Desde os primórdios, a cidade de Triunfo, ficou estreitamente ligada a historia de nosso Estado, pois sua origem provém diretamente da introdução de casais açorianos.

                              Foi a partir do século seguinte, XIX, que considerado uma das melhores Vilas da Província, entrou para a página mais brilhante de nossa história, dando-nos heróis da estirpe de Bento Gonçalves da Silva, Luiz José Ribeiro Barreto, Manoel José de Leão, Pe. Juliano de Faria Lobato, Mingote Martins e outras figuras importantes.

                              Durante a Revolução Farroupilha foram travados violentos conflitos nos campos de Triunfo a na Sanga da Ilha do Fanfa, onde foi Preso a 4 de Outubro de 1836, o General Bento Gonçalves.

                              Para chegar a esse município vindo de São Jeronimo-RS, foi necessário atravessar o rio de balsa, que leva pouco mais de 20 minutos a um custo de RS 2,55. Após desembarcar, fui até a prefeitura registra-la (difícil achar e identifica-la), dei um rolê pela cidade e me dirigi até a Balsa novamente, que já estava quase saindo no retorno para São Jerônimo-RS.

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                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #90
                                83/497 Charqueadas-RS

                                Click image for larger version

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                                A origem de Charqueadas está ligada ao charque (carne bovina seca e salgada), ainda hoje muito consumido pelo gaúcho. Charqueadas era o local onde se produzia o charque até o final do século XIX e início do século XX. O fabrico do charque foi durante muito tempo a principal atividade econômica dos colonizadores da região, predominantemente espanhóis e portugueses.

                                A atividade começava com os tropeiros conduzindo o gado até a foz do Arroio dos Ratos, principal afluente do Rio Jacuí. Ali o gado era abatido e a carne era transportada na forma de charque (pois não havia refrigeração) pelo processo de adição de sal. Seguia pelo Rio Jacuí até Porto Alegre e outros centros, inclusive o exterior.

                                Com o avançar do progresso e o surgimento de novas tecnologias de refrigeração (geladeiras e frigoríficos), as charqueadas perderam força como atividade econômica. A localidade então passou a buscar novas alternativas. E elas surgiram com a perfuração do primeiro poço para extração de carvão mineral, na década de 1950.

                                E foi justamente pela mineração de carvão que se iniciou o povoamento mais acelerado da localidade e suas principais empresas, representando cada uma um novo ciclo econômico: - Copelmi (mineradora de carvão); - Eletrosul (usina termoelétrica, que usa o carvão mineral);

                                - Aços Finos Piratini, que deu inicio ao ciclo da siderurgia e à implantação do pólo metalmecânico.

                                Charqueadas, porém, só conseguiu sua emancipação 30 anos depois, no ano de 1982 o município de São Jerônimo foi dividido, sendo que uma parte do mesmo deu origem ao município de Charqueadas. Por isso, nessa data se comemora o aniversário da cidade. A padroeira é Santa Bárbara, cujas comemorações ocorrem a 4 de dezembro.

                                Atualmente Charqueadas é o município mais populoso e desenvolvido da Região Carbonífera.

                                Geografia
                                Localiza-se na Região Metropolitana de Porto Alegre., a 29º57'17" de latitude sul e 51º37'31" de longitude oeste, a uma altitude de 30 metros. Sua população em 2016 era de 38 599 habitantes.

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