Gaúcho Abraçando e conhecendo o Rio Grande-VFC

Collapse
X
 
  • Hora
  • Mostrar
Clear All
new posts
  • Quinhones
    Fazedor de Chuva

    • Mar 2016
    • 2943

    #46
    41/497 Pelotas-RS

    Click image for larger version

Name:	300px-Locator_map_of_Pelotas_in_Rio_Grande_do_Sul.svg.png
Views:	2
Size:	72,5 KB
ID:	289378

    Pelotas é um município da região sul do estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Considerado uma das capitais regionais do Brasil, possui uma população de 343.651 habitantes e é a terceira cidade mais populosa do estado.

    Está localizado às margens do Canal São Gonçalo que liga as Lagoas dos Patos e Mirim, as maiores do Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, ocupando uma área de 1 609 km² e com cerca de 92% da população total residindo na zona urbana do município. Pelotas está localizada a 261 quilômetros de Porto Alegre, a capital do estado.

    Na história econômica do município, destaca-se a produção do charque, que era enviado para todo o Brasil e que fez a riqueza de Pelotas em tempos passados.

    O município conta com cinco instituições de ensino superior, quatro grandes escolas técnicas, dois teatros, uma biblioteca pública, vinte e três museus, dois jornais de circulação diária, três emissoras de televisão, um aeroporto e um porto flúvio-lacustre localizado às margens do Canal São Gonçalo.

    Tanto a zona urbana quanto a rural de Pelotas conta com monumentos, paisagens e belas vistas, que levaram a televisão brasileira a escolher o município já por três vezes como cenário para suas produções: Incidente em Antares, cuja locação foi feita na zona do porto; A Casa das Sete Mulheres, gravada numa charqueada na zona rural, e do filme O Tempo e o Vento, cujas filmagens ocorreram no fim de abril de 2012.

    Em Pelotas, é realizada, todos os anos, a tradicional Fenadoce - Feira Nacional do Doce, festa de eventos ancorada pelos famosos doces de origem portuguesa que fazem a fama de Pelotas.

    A história do município começa em junho de 1758, através da doação que o General Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, fez ao Coronel Thomáz Luiz Osório, das terras que ficavam às margens da Lagoa dos Patos. Em 1763, fugindo da invasão espanhola, muitos habitantes da Vila do Rio Grande buscaram refúgio nas terras pertencentes a Thomáz Luiz Osório. Mais tarde, vieram também os retirantes da Colônia do Sacramento, entregue pelos portugueses aos espanhóis em 1777.[7]

    Em 1780, instala-se em Pelotas o charqueador português José Pinto Martins. A prosperidade do estabelecimento estimulou a criação de outras charqueadas e o crescimento da região, dando origem à povoação que demarcaria o início do município de Pelotas.[7] Com o sucesso desta indústria, os charqueadores, dispondo de duas estações amenas, construíam palacetes para suas habitações e promoviam a cultura e a educação, no ambiente urbano, exemplificado pela inauguração do Teatro Sete de Abril, em 1831, quatro anos antes de Pelotas ser elevada à condição de cidade.[8]

    A Freguesia de São Francisco de Paula, fundada em 7 de Julho de 1812 por iniciativa do padre Pedro Pereira de Mesquita, foi elevada à categoria de Vila em 7 de abril de 1832. Três anos depois, em 1835, a Vila é elevada à condição de cidade, com o nome de Pelotas.[7]


    Antigo engenho de arroz, localizado nas proximidades do Canal São Gonçalo.
    Nos primeiros anos do século XX, o progresso foi impulsionado pelo Banco Pelotense, fundado em 1906 por investidores locais. Sua liquidação, em 1931, foi nefasta para a economia local.[9][10]

    O topônimo do município, "Pelotas", teve origem no nome das embarcações de varas de corticeira forradas de couro, usadas para a travessia dos rios na época das charqueadas.[7]

    A Lei Complementar Estadual número 9184, de 1990, criou a Aglomeração Urbana de Pelotas, que em 2001 passou a se denominar Aglomeração Urbana de Pelotas e Rio Grande, e em 2002, Aglomeração Urbana do Sul. Esta caracteriza-se por proporcionar uma forte integração entre os municípios que a constituem e é o embrião de uma futura região metropolitana. Integram-na os municípios de Arroio do Padre, Capão do Leão, Pelotas, Rio Grande e São José do Norte, que totalizam uma população aproximada de 600.000 habitantes.

    Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	41,6 KB
ID:	289379Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	44,0 KB
ID:	289380Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	18,6 KB
ID:	289381Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	89,1 KB
ID:	289382Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	2
Size:	90,9 KB
ID:	289383Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	45,6 KB
ID:	289384

    Comentário

    • Quinhones
      Fazedor de Chuva

      • Mar 2016
      • 2943

      #47
      42/497 Rio Grande-RS.


      Rio Grande é um município brasileiro localizado no litoral sul do estado do Rio Grande do Sul. Possui uma população de 208 641 habitantes (dados de 2016), segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sendo a mais meridional dentre todas as cidades brasileiras de médio e grande porte.

      Rio Grande foi fundada em 1737 pelo brigadeiro José da Silva Pais, e elevada - com substancial ajuda de Francisco Xavier Ferreira - à condição de cidade em 27 de junho de 1835, ano em que o coronel da guarda nacional Bento Gonçalves iniciou a Revolução Farroupilha. Está situada no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, entre a Lagoa Mirim, a Lagoa dos Patos (a maior laguna do Brasil) e o oceano Atlântico.

      A cidade construiu a sua riqueza ao longo de sua história devido à forte movimentação industrial. Ainda hoje, é uma das cidades mais ricas do Rio Grande do Sul, e a mais rica da região sul do estado, principalmente devido ao seu porto — o quarto em movimentação de cargas do Brasil[10] —, e à sua refinaria (a cidade é a sede da "Refinaria de Petróleo Riograndense", antiga "Refinaria Ipiranga").

      Rio Grande forma, juntamente com Arroio do Padre, Capão do Leão, Pelotas e São José do Norte, uma das três aglomerações urbanas do Rio Grande do Sul, sendo classificada como centro sub-regional 1.[11]

      Quando até a chegada dos primeiros europeus à região, ela se situava no limite entre o território dos índios minuanos, ao sul, e o dos índios carijós, ao norte.[12] A área de Rio Grande já era mostrada em mapas holandeses décadas antes do início da colonização portuguesa na região. Por volta de 1720, açorianos vindos de Laguna chegaram à região de São José do Norte para buscar o gado cimarrón (selvagem) vindo das missões, possibilitando a posterior fundação do Forte Jesus, Maria, José e de Rio Grande, em 1737.

      Nesse ano, uma expedição militar portuguesa a mando de José da Silva Paes foi enviada com o propósito de garantir a possessão das terras situadas ao sul do atual Brasil. Em 19 de fevereiro, Silva Paes fundou o presídio de Rio Grande, uma colônia militar na desembocadura do Rio São Pedro, que liga a Lagoa dos Patos ao Oceano Atlântico. Este presídio é o Forte Jesus, Maria, José, que constituiu o núcleo da colônia de "Rio Grande de São Pedro", fundada oficialmente em maio do mesmo ano. O termo "Rio Grande" é uma alusão à desembocadura da Lagoa dos Patos no Oceano Atlântico, e a origem do nome do próprio estado.

      A escolha do lugar, com o estabelecimento de estâncias de gado, permitiu apoiar as comunicações por terra entre Laguna e Colônia do Sacramento. Assim, foi fundada a cidade mais antiga do estado do Rio Grande do Sul. Mesmo que já existissem os Sete Povos das Missões, de domínio espanhol, com povoados de formação jesuíta e que posteriormente ganharam o status de cidade, oficialmente o estado foi colonizado pelos portugueses onde Rio Grande é a cidade mais antiga que também deu nome ao Rio Grande do Sul.

      Em 1760, Rio Grande, que até então estava sujeita à Capitania de Santa Catarina, passou a ser a capital da nova Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, dependente do Rio de Janeiro.

      Em 12 de maio de 1763, o espanhol Pedro de Ceballos, governador de Buenos Aires, invadiu a então vila de Rio Grande, conquistando o forte e removendo os portugueses até São José do Norte, na margem oposta a Rio Grande — a qual também seria ocupada por Ceballos, passando a capital da capitania à população de Viamão em 1766. Os povoadores portugueses que não fugiram até Porto dos Casais foram transladados por Ceballos a Maldonado, dando origem ao povoado de São Carlos. Na noite de 6 de julho de 1767, as tropas portuguesas, por ordem do governador da Capitania do Rio Grande do Sul, coronel José Custódio de Sá e Faria, depois de violentos combates, expulsaram os espanhóis de São José do Norte.

      A permanência dos espanhóis na vila durou até 1º de abril de 1776, data em que o comandante general português de São José do Norte, o alemão Johann Heinrich Bohm, atacou os fortes de "Santa Bárbara" e "Trindade" e recuperou a vila com ajuda do sargento maior Rafael Pinto Bandeira.[13]

      Pedro de Ceballos foi o primeiro vice-rei do Vice-reino do Rio da Prata e, ao ser nomeado, recebeu a ordem de deter a expansão portuguesa. Em princípios de 1777, Ceballos e seus homens recuperaram a Ilha de Santa Catarina, sem disparar um só tiro, já que a esquadra portuguesa abandonou a ilha. Em 21 de abril, chegou a Montevidéu, onde atacou o Forte de Santa Teresa, no atual departamento uruguaio de Rocha, e dirigia-se mais uma vez contra a cidade de Rio Grande quando recebeu notícias de um tratado de paz assinado entre Espanha e Portugal, que o obrigava a retirar-se da cidade.

      Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	49,0 KB
ID:	289385Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	49,3 KB
ID:	289386Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	55,5 KB
ID:	289387Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	55,6 KB
ID:	289388Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	54,7 KB
ID:	289389Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	1
Size:	56,1 KB
ID:	289390Click image for larger version

Name:	8.jpg
Views:	2
Size:	94,7 KB
ID:	289391Click image for larger version

Name:	9.jpg
Views:	1
Size:	61,5 KB
ID:	289392Click image for larger version

Name:	19.jpg
Views:	1
Size:	73,4 KB
ID:	289393Click image for larger version

Name:	20.jpg
Views:	1
Size:	58,0 KB
ID:	289394Click image for larger version

Name:	21.jpg
Views:	1
Size:	47,4 KB
ID:	289395Click image for larger version

Name:	22.jpg
Views:	1
Size:	40,1 KB
ID:	289396

      Comentário

      • Quinhones
        Fazedor de Chuva

        • Mar 2016
        • 2943

        #48
        43/497 São José do Norte-RS

        Click image for larger version

Name:	300px-RioGrandedoSul_Municip_SaoJosedoNorte.svg.png
Views:	1
Size:	63,5 KB
ID:	289397

        São José do Norte é um município brasileiro localizado no extremo sul do estado do Rio Grande do Sul, banhado pelo Oceano Atlântico e pela Lagoa dos Patos. Tem sua economia baseada na agricultura, pecuária, pesca e extrativismo vegetal.

        São José do Norte é uma cidade litorânea, com mais de 100km de praias na costa do Oceano Atlântico. Toda a sua área municipal se situa em baixa altitude com, no máximo, 5 metros acima do nível do mar. A maior parte do município é composta por campos, com vegetação rasteira e herbácea (pampas). Também há pequenos bosques com árvores plantadas (eucaliptos e pinhos). Dunas de areia relativamente altas são encontradas em toda a área municipal. O clima de São José do Norte é temperado oceânico, com invernos relativamente frios, verões amenos e precipitações regularmente distribuídas durante o ano. Uma característica climática da cidade é a ocorrência de ventos fortes durante todo o ano.

        Esta restinga conhecida, antigamente, por "Península de Pernambuco" - fazendo parte do território mais tarde chamado de Capitania del Rei, Província do Rei, Capitania do Rio Grande, Capitania do Rio Grande de São Pedro, entre outros, hoje estado do Rio Grande do Sul, - era primitivamente habitada por índios carijós, charruas, e minuanos.

        Os desbravadores desta região foram Cristóvão Pereira de Abreu, considerado por muitos como fundador e João de Magalhães, com sua célebre frota.

        Cristóvão Pereira de Abreu chegou, na região, entre 1720 e 1725. Era tropeiro, mais tarde tornou-se estancieiro e sua importância para a região foi marcada por designações, como: ponta de Cristovão Pereira, "língua" de terra que avança na Laguna dos Patos, dentro da gleba chamada, hoje, de "Rincão de Cristóvão Pereira", atual município de Mostardas. É ele também relacionado com a origem da freguesia de Mostardas.

        Brito Peixoto, governador de Laguna, mandou seu genro João de Magalhães e seus homens, os quais formavam a conhecida "Frota de Magalhães", estabelecer um posto de vigilância na margem setentrional do canal, na chamada "Barranca do Norte", no local da atual cidade de São José do Norte, para assegurar a posse da barra, impedir a entrada de espanhóis e garantir o comércio de gado francamente praticado por dezenas de tropeiros. Estes conduziam centenas de cabeças de gado, ao longo do litoral, rumando a São Paulo, de onde as reses seriam dirigidas para o trabalho nas áreas de mineração. Permaneceu João de Magalhães neste local de 1725 a 1733.

        Foi o primeiro posto de vigilância no Rio Grande do Sul e marcou, sem duvida, o início da ocupação no local, já que serviu de apoio a uma série de pousos e currais entre a Barra do Rio Grande e o Rio Tramandaí.

        Os primitivos habitantes do município foram os índios carijós, charruas e minuanos, cuja antiga presença é lembrada em histórias que o povo conta e por utensílios usados pelos índios que são trazidos á luz pelo arado do lavrador ou desenterrados pelo vento que sopra na região.

        Depois de 1732, as terras do Rio Grande do Sul começaram a atrair os povoados que se tornaram os primeiros fazendeiros. Eram os lagunistas de Brito Peixoto que vinham descendo e e povoando as terras virgens do Rio Grande do Sul. Vieram, também, alguns paulistas e mineiros, na sua maioria, tropeiros.

        Com a chegada de Silva Paes e a fundação oficial do Rio Grande, em 1737, toda a região foi beneficiada. Um dos primeiros atos do Brigadeiro foi a criação da Fazenda Real de Bujuru, em 1738, atualmente, 3º distrito do Município de São José do Norte, com a finalidade de criar gado. Proveniente das Ilhas do Açores, vieram os casais açorianos que se fixaram no Estreito e em Mostardas, para desenvolverem a agricultura.

        Quando a Vila do Rio Grande, em 1763 foi tomada pelos espanhóis, a restinga recebeu os refugiados. Mas os espanhóis atravessaram o canal e ocuparam a "Barranca do Norte" e com isso, os restantes penetraram mais para o interior, surgindo as primeiras freguesias: Mostardas e Estreito. A povoação de Nossa Senhora da Conceição do Estreito foi elevada á freguesia em 1765. Com a criação do Município de Mostardas, em 1963, passa a ser considerada, como primeiro núcleo de povoação do Município de São José do Norte, a localidade do Estreito.

        A capela do Estreito serviu de Matriz e a Igreja de São José do Norte era uma dependência desta Matriz. A Carta Régia de 18 de Abril e a Provisão Eclesiastica de 11 de Março de 1822 elevam a Capela de São José do Norte à categoria de freguesia, consequência lógica do desenvolvimento da localidade. Por Decreto Regencial s/n, de 25 de Outubro de 1831, foi criada a Vila de São José do Norte como sede do município de mesmo nome. A instalação do Município deu-se em 15 de agosto de 1832.

        Pelo Decreto nº 7199, de 31 de Março de 1938, São José do Norte foi elevada à categoria de cidade. Com a criação do Município de Mostardas, em 26 de dezembro de 1963, o Município perdeu os antigos distritos de Mostardas e São Simão

        Origem do Nome: São José do Norte
        Na noite de 6 de junho de 1767, as tropas portuguesas, após violentos combates, expulsam os espanhóis que haviam dominado o território e novamente as terras ficam sob o domínio de Portugal.A bandeira lusa volta a ser hasteada e por ser o aniversário do Rei D. José I, o município até então chamado de Norte, Arraial do Norte e Povo do Norte, recebeu o nome de São José do Norte O nome apresenta duas versões: a primeira, vem da crendice de que os primeiros habitantes da região depositavam crença em São José e que os historiadores acrescentaram o nome "do Norte", por que era Município que ficava ao norte do município do Rio Grande; A segunda é que o nome "São José" era em homenagem ao Rei de Portugal, D. José I.

        Participação na Guerra dos Farrapos

        Homenagem aos Farrapos
        O Município teve participação decisiva na Guerra dos Farrapos. Em 1836, a vila de São José do Norte foi sitiada pelas forças revolucionarias do Coronel Onofre Pires da Silveira Canto. Na Estância Real de Bujuru, essas forças se abasteceram dos gados preciosos para sua manutenção, assim como, em 1840, quando foi novamente sitiada pelos Farroupilhas, sob o Comando do General Bento Gonçalves da Silva. A batalha decisiva deu-se na madrugada de 15 para 16 de julho de 1840, quando as tropas imperiais comandadas pelo mostardeiro Coronel Antônio Soares de Paiva, travam luta contra as tropas farroupilhas comandadas diretamente pelo General Bento Gonçalves e José Garibaldi. Os combates tiveram início nos arredores da então vila de São José do Norte, na madrugada do dia 16 de julho, cujo local era considerado ponto estratégico para as tropas que conseguissem a vitória e consequentemente, pudessem se apossar do porto de mar que dominava a barra do Rio Grande. As trincheiras naturais da região que eram oferecidas pelos cômoros de areia favoreceram a posse do porto. Depois de terem as tropas invasoras dominado praticamente a Vila, houve uma reação violenta por parte do Coronel Antonio Soares de Paiva, que havia recebido reforços do Rio Grande através de dois lanchões postados no canal. Com esses lanchões atacavam os Farrapos, aliados ao combate por terra. Eram, então, nove horas da manhã, quando Bento Gonçalves, que tomara a Vila com cerca de 1.200 homens contra 600 e que ao final já estava enfrentando uma força numericamente superior, determinou a retirada. Domingos Crescêncio deu a ideia para Bento Gonçalves de incendiar a vila. Bento preferiu recuar do que sacrificar a vida de civis. Os farrapos retiram-se definitivamente, vendo frustradas todas as suas tentativas de conquista deste posto avançado que, no momento, representava a defesa do Império Brasileiro.

        Geografia
        O município, localizado em uma península, é banhado ao sul pelo estuário da Lagoa dos Patos (conhecido popularmente como Canal da Barra), ao oeste pela Lagoa dos Patos e ao leste pelo Oceano Atlântico.


        Praia do Mar Grosso
        É uma cidade litorânea, com mais de 100 km de praias na costa do Oceano Atlântico. A maior parte do município é composta por campos, com vegetação rasteira e herbácea da costa do litoral do sul do Brasil. Também há pequenos bosques com árvores plantadas (eucaliptos e pinhos). Dunas de areia relativamente altas são encontradas em toda a área municipal. Localiza-se na Planície Litorânea a qual se estende por toda costa Leste do Brasil. Essa restinga é uma alongada faixa arenosa, estendendo-se de Torres até o limite do Canal do Rio Grande. É dominado pelas areias lagunares-marinhas em formação de Dunas. Em alguns trechos, como na Ponta Rasa, há algumas formações de areia misturadas com partículas de argila vermelha, que o vento trouxe dos barrancos.

        Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	75,2 KB
ID:	289398Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	70,2 KB
ID:	289399Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	74,9 KB
ID:	289400Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	69,0 KB
ID:	289401Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	32,0 KB
ID:	289402Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	32,1 KB
ID:	289403Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	2
Size:	73,8 KB
ID:	289404Click image for larger version

Name:	8.jpg
Views:	2
Size:	73,0 KB
ID:	289405Click image for larger version

Name:	9.jpg
Views:	1
Size:	48,3 KB
ID:	289406Click image for larger version

Name:	10.jpg
Views:	1
Size:	62,3 KB
ID:	289407

        Comentário

        • Quinhones
          Fazedor de Chuva

          • Mar 2016
          • 2943

          #49
          44/497 Tavares-RS

          Click image for larger version

Name:	RioGrandedoSul_Municip_Tavares.svg.jpg
Views:	1
Size:	68,4 KB
ID:	289408

          Tavares é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul.

          Localiza-se à latitude 31º17'14" sul e à longitude 51º05'37" oeste, com altitude de 15 metros. Sua população estimada em 2012 era de 5.353 habitantes, distribuídos em 604,26 km² de área. Com uma grande praia e duas lagoas (dos patos e do peixe) Tavares também é conhecida pela grande plantação de cebola.

          Município de origem açoriana que cultiva suas culturas até os dias de hoje, com a Corrida de Cavalhadas, os Ternos Juninos e os Ensaios de Pagamento de Promessas - da cultura afro.

          Os mesmos são mostrados aos visitantes durante a Feira Exposição do Camarão e da Cebola (Expocace), que é realizada sempre no terceiro final de semana de março.

          Destaque para o artesanato, com a confecção de cobertores de lã de ovelha, ponches, chergão, chales, mantas e outros, feitos em teares.

          Dentre os atrativos próximos ao município estão o Parque Nacional da Lagoa do Peixe, o Farol de Mostardas na orla do Atlântico e os históricos Farol Capão da Marca e Farol Cristóvão Pereira, ambos construídos no século XIX.

          Os sambaquis do sítio arqueológico de idade pleistocênica de tradição Umbu e Vieira, localizado a beira da Lagoa dos Patos, a 13 quilômetros da sede do município.

          O Farol de Mostardas está situado, atualmente, em Tavares, mas guarda o nome pelo qual ficou conhecido na navegação marítima, pois a área em que foi construído pertenceu a Mostardas até a constituição do município de Tavares.

          Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	2
Size:	58,6 KB
ID:	289409Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	56,9 KB
ID:	289410Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	2
Size:	74,2 KB
ID:	289411Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	83,4 KB
ID:	289412

          Comentário

          • Quinhones
            Fazedor de Chuva

            • Mar 2016
            • 2943

            #50
            45/497 Mostardas-RS

            Click image for larger version

Name:	800px-Locator_map_of_Mostardas_in_Rio_Grande_do_Sul.svg.jpg
Views:	1
Size:	68,4 KB
ID:	289413

            A colonização de Mostardas foi feita por imigrantes açorianos.

            Em 1738 já existia um Posto Militar de Vigilância chamado "Guarda das Mustardas". O nome Mustardas permaneceu até o início do século XX, quando passou a ser conhecido como Mostardas.

            No dia 18 de janeiro de 1773 é criada a Freguesia de Mostardas. Posteriormente, torna-se distrito de São José do Norte.

            Em 26 de dezembro de 1963, o distrito emancipa-se e, em 11 de abril de 1964, são instalados os Poderes Executivo e Legislativo.

            Quanto ao nome Mostardas, não há uma explicação documentada e oficial. Uma das hipóteses sugerem que o município recebeu-o por causa da grande quantidade do vegetal comestível encontrado na região (ver mostarda).

            Outra hipótese elencada pela historiadora Marisa Oliveira Guedes informa que o nome Mustardas foi dado não pela quantidade de vegetal, que não existe em abundância nos campos, e sim, porque Mustardas eram trincheiras usadas durante as guerras em Portugal, as quais eram cobertas com uma esteira de taquara e junco, camufladas pelo vegetal mostarda, visto que este vegetal não murcha.

            Livro sobre a cidade
            O Livro Histórias Antigas de Mostardas, de Jayme Collares Neto, traz um apanhado de informações genealógicas e histórias de moradores de épocas mais antigas. Lançado em setembro de 2017, encontra-se disponível em Mostardas (Mega Informática) e em livrarias de Porto Alegre (Érico Veríssimo, Martins Livreiro), Rio Grande e Pelotas (Vanguarda).

            Geografia
            Localiza-se a 31º 06' 25" latitude sul e a 50º 55' 16" longitude oeste, estando a uma altitude de 17 metros. O município faz parte do litoral sul do Estado do Rio Grande do Sul, num istmo formado pela Laguna dos Patos e pelo oceano Atlântico. Sua população estimada pelo Censo do IBGE de 2016 é de 12.758 habitantes.


            Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	2
Size:	65,1 KB
ID:	289414Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	29,9 KB
ID:	289415Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	2
Size:	87,4 KB
ID:	289416Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	83,1 KB
ID:	289417Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	2
Size:	57,5 KB
ID:	289418Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	51,3 KB
ID:	289419

            Comentário

            • Quinhones
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2016
              • 2943

              #51
              46/497 Palmares do Sul-RS

              Click image for larger version

Name:	RioGrandedoSul_Municip_PalmaresdoSul.svg.png
Views:	1
Size:	63,6 KB
ID:	289432

              A ocupação do território atual de Palmares do Sul é muito antiga. As primeiras famílias ocuparam essa região depois de abril de 1763, quando fugiram de Rio Grande face a invasão espanhola que tomou a cidade e também São José do Norte. A presença dessas famílias foi consolidada em 1773, quando os portugueses recuperaram o território até os limites do Chuí. Daí, as sesmarias foram povoadas por grandes manadas de gado vacum, cavalar e ovino, formando assim a base econômica da região até o ano de 1936. O município foi criado no período do Brasil Império, como distrito pertencente ao município de Vila da Conceição do Arroio, hoje chamado de Osório. Entre 1920 e 1950 ganhou importância com a implantação de um porto às margens do Rio Palmares, como também uma ferrovia até Osório. Formou-se, então, um entroncamento hidroferroviário que ligava Torres, Osório e Palmares do Sul com a capital Porto Alegre. O nome "Palmares" foi escolhido pelos primeiros moradores portugueses ainda no século XVIII, visto que nas redondezas havia grande quantidade de butiatuvas (ou butiatubas), cujo conjunto forma aquilo que os portugueses denominavam de "palmares". Na palavra butiatuba, "tuba" significa "lugar" e "butiá" significa "planta", na língua tupi-guarani. É uma planta da família das palmáceas, que se adaptam bem ao solo e ao clima da região. A adição do termo "do Sul" se deu porque, por volta de 1944, surgiu uma ordem federal de que não poderia haver, dentro de um estado ou país, cidades de nomes semelhantes. Assim, devido à revelia dos palmarenses, o nome do distrito de Palmares passou a ser Emílio Meyer. Somente em 1950 o nome original voltou a ser Palmares, agora agregado ao determinativo "do Sul". Isso ocorreu pois existe um município com o nome de Palmares, em Pernambuco, que por ser mais antigo teve o privilégio de permanecer com o seu nome original. Tal fato foi oficializado por lei da Câmara de Veradores de Osório por iniciativa de Antônio de Azevedo Pereira, morador de Palmares do Sul.

              Referência: Pereira, Marco Antônio Velho - "O RINCÃO DOS PALMARES - Os Primeiros Palmarenses do Rio Grande do Sul". Editora Raupp, 1994, 1. ed., Porto Alegre, ISBN 85-908001-1-3.

              Os campos que hoje compõem o município de Palmares do Sul foram doados por meio de sesmarias.

              Localiza-se na latitude 30º15'28" sul e na longitude 50º30'35" oeste, e estende-se por planícies a 9 metros acima do nível do mar.

              Sua população estimada em 2016 era de 11.431 habitantes, o que resulta na densidade demográfica de 12,55 hab/km². Possui uma área de 947,35 km².

              São seus seis distritos: Granja Getúlio Vargas, Bacupari, Frei Sebastião, Butiatuva, Casa Velha e Quintão, esse último dividido em seis praias: Quintão, Quintão Velho, Dunas Altas, Rei do Peixe, Frade e Santa Rita.

              O clima é subtropical úmido.

              Os municípios limítrofes são Balneário Pinhal, Capivari do Sul e Mostardas.

              Economia
              Em 1936 foi introduzido o cultivo do arroz, cultura que mantém a cidade na condição de um dos principais municípios gaúchos produtores desse cereal. Durante todo o século XX surgiram em Palmares do Sul os "calipeiros", ou seja, os plantadores de eucaliptos que com o seu trabalho deram origem a silvicultura nas terras arenosas da beira-mar de Palmares do Sul, na planície costeira gaúcha. Nos anos 70 do século XX começaram, via incentivos fiscais do governo federal, as atividades de reflorestamento em larga escala no município. Hoje essa atividade econômica em Palmares do Sul é fator essencial para a economia local tanto em empregos gerados como arrecadação de tributos.


              Parque Eólico de Palmares.
              Está sendo construído um Parque de Energia Eólica, que quando concluído em 2012, deverá contar com 25 Aerogeradores e potência de 50MW. Atualmente já existe 15 aerogeradores em funcionamento. Esse parque trará impacto econômico positivo a riqueza do municipío.[6]

              A construção do Parque Eólico de Palmares é financiada pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e visa a diversificação da matriz energética no Rio Grande do Sul com ênfase na geração de energia não poluente e renovável. A empresa exploradora tem garantido um contrato com duração de 20 anos para comercializar a energia produzida.[7]

              Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	62,1 KB
ID:	289433Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	53,2 KB
ID:	289434Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	69,4 KB
ID:	289435Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	52,6 KB
ID:	289436Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	2
Size:	61,6 KB
ID:	289437Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	54,2 KB
ID:	289438Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	1
Size:	62,9 KB
ID:	289439Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	53,2 KB
ID:	289434

              Comentário

              • Quinhones
                Fazedor de Chuva

                • Mar 2016
                • 2943

                #52
                47/497 Capivari do Sul-RS

                Click image for larger version

Name:	300px-Locator_map_of_Capivari_do_Sul_in_Rio_Grande_do_Sul.svg.png
Views:	1
Size:	62,2 KB
ID:	289440

                Cidade onde Giuseppe Garibaldi aportou para montar as estratégias da Revolução Farroupilha, em 1839.

                Capivari significa, em língua indígena, capivara. Esse nome foi dado ao município pelo fato de existirem ali muitas capivaras às margens do Rio Capivari. A expressão "do Sul" foi acrescentada para diferenciá-lo de outro município brasileiro, no estado de São Paulo, que também possui o nome de Capivari.

                Distrito criado com a denominação de Capivari, pela Lei Municipal nº 1.752/80, subordinado ao município de Osório.

                Pela Lei Estadual nº 7.654/82, o distrito de Capivari foi transferido do município de Osório para o novo município de Palmares do Sul.

                Elevado à categoria de município com a denominação de Capivari do Sul, pela Lei Estadual nº 10.634/95, desmembrado dos municípios de Osório e Palmares do Sul. Sede no atual distrito de Capivari do Sul (ex-localidade de Capivari).

                Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 2 distritos: Rancho Velho e Santa Rosa.

                Localiza-se a uma latitude 30º08'42" sul e a uma longitude 50º30'53" oeste, estando a uma altitude de 12 metros.

                Possui uma área de 417,609 km² e sua população estimada em 2016 era de 4.320 habitantes.

                Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	46,6 KB
ID:	289441Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	58,0 KB
ID:	289442Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	52,2 KB
ID:	289443Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	49,4 KB
ID:	289444Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	56,0 KB
ID:	289445Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	64,4 KB
ID:	289446Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	2
Size:	79,2 KB
ID:	289447Click image for larger version

Name:	8.jpg
Views:	1
Size:	91,5 KB
ID:	289448Click image for larger version

Name:	9.jpg
Views:	1
Size:	69,7 KB
ID:	289449

                Comentário

                • Quinhones
                  Fazedor de Chuva

                  • Mar 2016
                  • 2943

                  #53
                  48/497 Osório-RS

                  Click image for larger version

Name:	800px-RioGrandedoSul_Municip_Osorio.svg.jpg
Views:	1
Size:	68,5 KB
ID:	289453

                  Osório localiza-se em região de extrema importância histórica, considerando-se os primeiros tempos de proteção e colonização das terras extremas do território. No final do século XVII, a faixa litorânea tornou-se conhecida pelos paulistas e lagunenses que vinham em busca de gado. Também era o modo de chegar ao ponto das invasões castelhanas. O caminho ficou conhecido como Estrada da Laguna.

                  Em 16 de dezembro de 1857, o município de Osório emancipou-se de Santo Antônio da Patrulha, levando consigo uma vasta área, de Palmares do Sul a Torres. O colonizador e o imigrante alemão ou italiano foram se instalando nas redondezas de Conceição do Arroio.

                  Em 1934, sem consulta popular, Conceição do Arroio passa a chamar-se Osório, por ordem do interventor federal José Antônio Flores da Cunha, como forma de homenagear o marechal Manuel Luís Osório, patrono da Cavalaria nacional, ali nascido.

                  Localiza-se a uma latitude 29º53'12" sul e a uma longitude 50º16'11" oeste, estando a uma altitude de 16 metros. Possui uma área de 663,552 km².

                  Sua população era de 44.190 habitantes em 2016, segundo o IBGE. É o município mais importante do litoral norte do Rio Grande do Sul, sendo um grande polo para a planície costeira gaúcha em diversas categorias.

                  É conhecido como "Cidade das Lagoas", por ter uma rede de 23 lagoas, muitas delas interligadas, e "Cidade dos Bons Ventos", devido aos grandes ventos desta região.

                  Economia
                  Historicamente, no período de 1921 a 1960, a exploração das vias navegáveis de Osório a Torres transformou-se em um meio de comunicação e transporte de Osório-Torres, e foi importante para o desenvolvimento econômico, cultural e educacional, não só para o município de Osório como para todo o litoral norte.

                  Em razão dos ventos, em Osório foi construída em 2007 a segunda maior usina eólica da América Latina e terceira maior do mundo, o Parque Eólico de Osório, ficando atrás em tamanho apenas dos Estados Unidos da América e do Parque Eólico de Santa Vitória do Palmar, no mesmo estado do Rio Grande do Sul. No Brasil hoje é produzido pouco mais de 28 MW de energia eólica, em Osório são mais de 150 MW. Em complemento a isso, como destaque turístico, a sede do Aeroclube de Planadores Albatroz.

                  Turismo
                  Praias
                  Com seus dois balneários, Atlântida Sul e Mariápolis, é passagem para quem se dirige às demais cidades do litoral gaúcho.

                  Lagoas
                  Osório possui 23 lagoas em seu território, e entre essas há uma rede de lagoas interligadas por canais e rios, navegável até Torres, é um dos maiores complexos lagunares do Brasil com 29 lagoas. Possibilita a navegação a prática de esportes aquáticos e náuticos. Os ventos garantem o divertimento.

                  Mirante
                  No dia 16 de dezembro de 2009 foi inaugurado um mirante com visão de 360º no Morro da Borússia. O mirante é uma plataforma de 50 metros quadrados, garantindo uma visão privilegiada da faixa litorânea, do parque eólico e do complexo das lagoas, além da parte posterior do morro.

                  Eventos
                  Baile Municipal de Carnaval, em fevereiro/março; Rodeio Crioulo Internacional, Tafona da Canção Nativa, em março/abril; Micro Osório, Feira Agropecuária, em março/ abril; Festa do Divino Espírito Santo, em junho; Fórum Internacional de Educação e Feira do Livro, em agosto; Sesmaria da Poesia Gaúcha e Sesmaria da Poesia Estudantil, em setembro; Semana Farroupilha, em setembro; Festa de Nossa Senhora do Rosário – Maçambiques - em outubro; Festigula, durante o segundo semestre; Encontro Interestadual de Corais, em outubro; Festival Gaúcjo de Teatro Amador e Mostra Osoriense de Teatro Estudantil, em outubro; Semana da Consciência Negra, em novembro; Festa de Nossa Senhora da Conceição, em dezembro; Semana de Osório, em dezembro; e Festival de Terno de Reis e Natal Luz, também em dezembro.

                  Reveillon
                  No Reveillon de Osório: muitas pessoas vão até o Mirante. Na virada de 2009 - 2010, tinham mais ou menos 150 pessoas no mirante para ver os fogos de artificío das praias de Tramandaí, Capão da Canoa e Imbé. O mirante oferece uma vista panorâmica dessas praias. Todos os anos isso ocorre.

                  Monumentos e prédios históricos
                  Catedral Nossa Senhora da Conceição
                  É a segunda igreja do município, erguida no local onde foi construída a primeira, situada junto a Praça Nossa Senhora da Conceição.
                  Igreja Matriz Nossa Senhora do Caravaggio
                  Em 1987, foi construído o Salão Paroquial para atender a comunidade do bairro Caravágio. Sete anos depois, 1994, é criada a Igreja Nossa Senhora do Caravaggio, em homenagem à santa do mesmo nome. Em 2001, torna-se Igreja Matriz.
                  Biblioteca Pública Municipal Fernandes Bastos
                  A Biblioteca Pública Municipal funciona desde 1985 no prédio antigo da Prefeitura, que foi construído em meados do século XIX. Ela conta com um grande acervo literário e um bom espaço para estudos, pesquisas e lazer. Apresenta a Sala Verde cujo acervo é voltado ao meio ambiente e a Sala de Leitura Infantil, voltada ao público mirim.
                  Casas das Antenas
                  As paredes externas de cinco casas, que abrigam antenas no Morro da Borússia, receberam pinturas em estilo grafite. Essas pinturas expressam, artisticamente, as etnias do município que o colonizaram, como os moçambiques e aspectos atuais do cotidiano, tais como os visitantes e praticantes do voo livre. É a arte retratando o passado, a história da cidade e, ao mesmo tempo, contemplando o presente, o mundo contemporâneo.
                  Largo dos Estudantes Sônia Chemale
                  Ao lado da Biblioteca Municipal está situado o Largo dos Estudantes, que foi inaugurado em 1996. Possui uma bela área de lazer com um palco para a realização de espetáculos, espaço para as crianças brincarem e adolescentes e adultos passearem.
                  Mirante do Morro da Borússia
                  Acesso asfaltado pela estrada Romildo Bolzan. Na estrurura é possível apreciar a serra, as lagoas, o mar, a sede da cidade, as praias vizinhas e o Parque Eólico. A lindíssima vista também compensa a subida através de uma trilha ecológica que vai da base até o topo do morro.
                  Monumento do Sesquicentenário
                  O Monumento foi inaugurado em 15 de dezembro de 2007 em comemoração aos 150 anos do município e representa em sua arte, a evolução das antigas carretas de boi até as modernas instalações do Parque Eólico. O Município de Osório (antiga Conceição do Arroio) emancipou-se de Santo Antônio da Patrulha em 16 de dezembro de 1857. Está localizado na RS 030, entrada da Rua Marechal Floriano Peixoto.
                  Muro “As Sete Maravilhas de Osório"
                  A pintura do muro retrata as maravilhas de Osório, expressando as belezas do município e resgatando a sua história guardada na memória, nas fotografias, nos livros e nos jornais. Foi uma homenagem das Escolas Municipais aos 150 anos da cidade, realizando uma reeleitura de monumentos antigos, pontos e prédios históricos, espaços de lazer esquecidos, que renascem no retrato do muro através da arte. O Muro está localizado na Rua Santos Dumont em frente a praça do Bairro Albatroz, no muro da garagem de máquinas da Prefeitura.
                  Museu Antropológico de Osório Leonel Montovani
                  O museu osoriense foi inaugurado em 1982, e hoje, está locado no segundo piso do prédio da Biblioteca Municipal. É a sede do Pólo Cultural do Litoral Norte do RS. Dispõe de um acervo com cerca de 200 objetos, resgatando a cultura dos antepassados da região, a açoriana e a afro-brasileira (Maçambiques); bem como, sua evolução e o conhecimento da história de outras regiões, através de amostras, exposições permanentes e itinerantes.
                  Museu da Via Férrea
                  O Museu foi inaugurado em 19 de maio de 2008 e é uma cópia fiel da estação que existia no mesmo local. Apresenta um pouco da história do transporte ferroviário na região, com réplicas de locomotivas, fotos históricas, maquetes e objetos ligados ao transporte ferroviário. Também mostra a história da navegação lacustre com fotos do antigo porto.
                  Parque Municipal de Rodeios Jorge Dariva
                  O Parque de Rodeio ocupa uma área de 20 hectares arborizado com mata nativa. Foi fundado em 1975, no antigo Jóquei Clube do município. É um espaço destinado à realização de grandes eventos culturais ligados às tradições gaúchas; entre elas, o Rodeio Crioulo Internacional com provas campeiras e apresentações artísticas. Possui uma boa infraestrutura para atender os visitantes e o campista; um anfiteatro, parcialmente coberto; sanitários e churrasqueiras.
                  Praça das Carretas
                  Praça de excelente infraestrutura para o lazer e recreação. Possui um amplo calçadão; pracinha para as crianças; quadras de esportes; cancha de bocha; aparelhos de ginástica ao ar livre; bancos para descanso e sanitários. Com área arborizada, agradável para o convívio familiar e poder tomar o chimarrão. Os Carreteiros, viajantes provindos das estâncias, no final do século XIX ali paravam para o descanso ou pernoite, o que explica o nome da praça.
                  Praça Nossa Senhora da Conceição
                  Praça situada no centro da cidade, em frente à Catedral, possui o monumento em homenagem ao General Osório - filho ilustre na história do município -. Preserva várias espécies vegetais, com calçadão que propicia a sua travessia e oferece descanso à sombra de suas árvores centenárias.

                  Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	2
Size:	18,8 KB
ID:	289461Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	71,3 KB
ID:	289463Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	69,9 KB
ID:	289464Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	87,7 KB
ID:	289465Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	86,5 KB
ID:	289466Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	72,3 KB
ID:	289467Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	1
Size:	48,0 KB
ID:	289468

                  Comentário

                  • Quinhones
                    Fazedor de Chuva

                    • Mar 2016
                    • 2943

                    #54
                    49/497 Caraá-RS

                    Caraá é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, onde se encontra a nascente do rio dos Sinos. Originou-se de Santo Antônio da Patrulha, sendo emancipado e decretado criado em 28 de dezembro de 1995, através da Lei Estadual nº 10.641. O Município foi instalado no dia 1 de janeiro de 1997.

                    Click image for larger version

Name:	300px-Locator_map_of_Caraá_in_Rio_Grande_do_Sul.svg.png
Views:	1
Size:	62,3 KB
ID:	289469

                    Os primeiros habitantes de Caraá foram os indígenas que deram o nome à localidade, devido à farta existência de um produto que servia de matéria prima para seus artesanatos, esse produto, era uma planta, que denominava caraá, uma taquara fina utilizada para ornamentação.
                    Bem mais tarde chegaram os luso-açorianos, iniciando um povoamento esparso, principalmente nas trilhas de tropeiros que desciam a serra em busca das terras baixas do litoral, para se dirigirem a São Paulo. Sua colonização começou com a chegada dos imigrantes e com os incentivos do Governo Federal, transformando-se o lugar na chamada Vila Nova em 1888, que levou mais progresso para o hoje município de Caraá, através dos muitos imigrantes, principalmente italianos que em Caraá se estabeleceram.

                    Geografia
                    O centro da cidade localiza-se a uma latitude 29º47'24" sul e a uma longitude 50º26'06" oeste, estando a uma altitude de 38 metros.
                    O município de Caraá tem uma extensão de 292,5 km² de área, fica situado na Região Litoral Norte do Estado do Rio Grande do Sul, entre a serra, a metrópole e o mar; limitando-se ao norte, com o Município de Maquiné; ao sul, Santo Antônio da Patrulha; a leste, com Osório; e a oeste, com Riozinho. Segundo o censo realizando em 2016, a população total da cidade é de 7.918 habitantes, com uma densidade demográfica de 24,8 hab/km². A taxa de analfabetismo de pessoas com 15 anos ou mais (2010) é de 11,98 %. A expectativa de vida ao nascer (2000) é de 74,05 anos. O coeficiente de mortalidade infantil (2010) é de 17,86 por mil nascidos vivos.

                    Município eminentemente agrícola tem como produção primária a cana-de-açúcar, típica da região, e a consequente fabricação artesanal do açúcar mascavo e da cachaça. Os produtos hortigranjeiros, especialmente o repolho, a beterraba, o tomate, entre outros, as lavouras de médio porte de feijão, milho, fumo, arroz, aipim, batata-doce e as pequenas lavouras de subsistência como convém a uma região tipicamente de minifúndio, somados ao bom parque de produção de suínos e gado bovino, completam a base econômica do Município.

                    População
                    A composição étnica da população caraense é formada por uma mescla de várias raças, como: alemães, portugueses, poloneses e grande maioria italianos.

                    Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	53,7 KB
ID:	289470Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	67,7 KB
ID:	289471Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	84,4 KB
ID:	289472Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	77,8 KB
ID:	289473Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	72,9 KB
ID:	289474Click image for larger version

Name:	6.jpg
Views:	1
Size:	71,5 KB
ID:	289475Click image for larger version

Name:	7.jpg
Views:	1
Size:	55,4 KB
ID:	289476Click image for larger version

Name:	8.jpg
Views:	2
Size:	76,4 KB
ID:	289477Click image for larger version

Name:	9.jpg
Views:	1
Size:	72,7 KB
ID:	289478Click image for larger version

Name:	10.jpg
Views:	1
Size:	83,0 KB
ID:	289479

                    Comentário

                    • Quinhones
                      Fazedor de Chuva

                      • Mar 2016
                      • 2943

                      #55
                      50/497 Santo Antônio da Patrulha-RS

                      Click image for larger version

Name:	300px-RioGrandedoSul_Municip_SantoAntoniodaPatrulha.svg.png
Views:	1
Size:	63,7 KB
ID:	289480

                      História
                      Em 1760 foi elevada à condição de freguesia, em 1809 passa a vila e em 3 de abril de 1811 foi instalado o Município de Santo Antônio da Patrulha, que recebeu essa denominação em função das patrulhas instaladas em seu território objetivando a cobrança de impostos para a Coroa. É, ao lado de Porto Alegre, Rio Pardo e Rio Grande um dos quatro primeiros municípios do Estado.

                      As origens desse povoado remontam à própria história do Estado. Com a fundação da Colônia de Sacramento em 1680, cresce o interesse dos colonizadores portugueses em povoar e defender o território meridional do Brasil. Por volta de 1736 é aberta por Cristóvão Pereira de Abreu a Estrada dos Tropeiros. Devido ao contrabando de gado que passava por essa estrada, surgiu um "Registro" ou "Guarda", mais tarde chamada patrulha. Essa fiscalizava e cobrava impostos dos rebanhos que passavam por ali e seguiam para Sorocaba e Minas Gerais.

                      Esse aquartelamento, é responsável por parte do nome do município, que antes se chamava Guarda Velha de Viamão. No início de 1743, se estabelece efetivamente na atual sede do município com "roças e casas", Inácio José de Mendonça e Silva, que servia como soldado nessa "Guarda". Ele e sua esposa, Margarida Exaltação da Cruz são considerados os fundadores do município, pois resolveram construir em suas terras uma Capela onde hoje localiza-se a Pira, na Av. Borges de Medeiros. A Capela levara o nome de Santo Antônio, e, em volta dessa, começa a surgir um povoado.

                      Em 1760, foi inaugurada a Capela Curada de Santo Antônio da Guarda Velha de Viamão, e no seu entorno passou a organizar-se uma vida administrativa e social. Esse núcleo que atendia todo o Litoral Norte e parte da Serra aos poucos foi crescendo e em 1809 participou da divisão do Estado em quatro municípios.

                      A presença de casais açorianos em Santo Antônio da Patrulha deu-se por volta de 1760, sendo alguns fugidos de Rio Grande devido a invasão de espanhóis e outros avulsos. Mas só em 1771 que oficialmente o Governador da Capitania recebeu ordens de assentar casais açorianos em Santo Antônio da Patrulha. Recebiam - DATAS - pedaços de terra de tamanho variável. Segundo o Monsenhor Ruben Neis, foram 28 casais que se localizaram entre a sede do povoado (hoje a Vila de Santo Antônio da Patrulha) e as terras da Lagoa dos Barros. Alguns imigrantes abandonaram suas datas buscando terras em outras localidades, enquanto outros ilhéus ou descendentes os sucediam. A partir daí torna-se morfologicamente definido o primeiro núcleo de povoamento, que é hoje um núcleo histórico localizado na Cidade Alta.

                      Os Campos do Litoral Norte do Rio Grande do Sul favorecem a criação de rebanhos bovinos e equinos e, a partir de 1743, são distribuídas as primeiras sesmarias, geralmente a paulistas e lagunistas, nos Campos de Tramandaí, como era referido o Litoral Norte do Rio Grande do Sul na época.[6].

                      Localiza-se a 29º49'03" de latitude sul e 50º31'11" de longitude oeste, a uma altitude de 131 metros. Sua população estimada em 2017 era de 42.333 habitantes.

                      Possui uma área de 1069,3 km². É um município que conta com as águas do rio dos Sinos e da lagoa dos Barros.

                      Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	52,1 KB
ID:	289481Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	77,4 KB
ID:	289482Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	58,7 KB
ID:	289483Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	65,6 KB
ID:	289484

                      Comentário

                      • Quinhones
                        Fazedor de Chuva

                        • Mar 2016
                        • 2943

                        #56
                        51/497 Glorinha-RS

                        Click image for larger version

Name:	800px-RioGrandedoSul_Municip_Glorinha.svg.jpg
Views:	1
Size:	68,5 KB
ID:	289485

                        Pertence à Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e à Microrregião Porto Alegre. É um município que conta com as águas dos rios Gravataí e dos Sinos.

                        O município apresentou o segundo maior crescimento do PIB entre os municípios gaúchos (1996-2006), com taxas de 1.583,32%.

                        Área 323,641 km² [2]
                        População 7 588 hab. est. IBGE/2016[3]
                        Densidade 23,45 hab./km²
                        Altitude 54 m
                        Clima temperado

                        Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	61,4 KB
ID:	289486Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	55,2 KB
ID:	289487Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	98,9 KB
ID:	289488Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	69,1 KB
ID:	289489Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	66,7 KB
ID:	289490

                        Comentário

                        • Quinhones
                          Fazedor de Chuva

                          • Mar 2016
                          • 2943

                          #57
                          52/497 Gravataí-RS

                          Click image for larger version

Name:	300px-RioGrandedoSul_Municip_Gravatai.svg.png
Views:	2
Size:	73,9 KB
ID:	289491

                          Gravataí é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul pertencente à microrregião de Porto Alegre e Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre, localizando-se a norte da capital do estado, distando desta cerca de 23 km, sendo um dos 32 integrantes da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). Ocupa uma área de 463,758 km², sendo 121,37 km² em perímetro urbano,[9] e sua população foi contada no ano de 2016 em 273 742 habitantes, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística,[10] classificado então como o sexto mais populoso do estado e o terceiro da RMPA.[10]

                          A sede tem uma temperatura média anual de 20,1°C e na vegetação do município predomina a mata atlântica. Com uma taxa de urbanização da ordem de 91%, o município contava, em 2009, com 71 estabelecimentos de saúde. O seu Índice de Desenvolvimento Humano é de 0,736, considerando elevado se comparado ao país.[6]

                          Gravataí foi originalmente fundada em 1763, embora a emancipação oficial tenha vindo somente em 1880. A versão de sua etimologia é a de que o nome seja uma junção entre o nome de uma espécie de Apiácea (antiga Umbelífera), gravatá, que existia em abundância na região, e a palavra hy, que na língua guarani significa rio.[11] Atualmente sua principal fonte de renda é o setor industrial, tendo o Complexo Industrial Automotivo de Gravataí da General Motors como importante fonte de lucros, fazendo da cidade um polo da indústria metal-mecânico brasileira.[12]

                          O município conta ainda com uma importante tradição cultural, que vai desde o seu artesanato até o teatro, a música e o esporte. Um dos principais e o mais tradicional clube de futebol é o Cerâmica Atlético Clube, fundado em abril de 1950.[13] Gravataí também é sede de diversos eventos anuais, como a Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, a Festa das Bromélias e a Volta Ciclística Internacional de Gravataí, além de possuir diversos pontos turísticos, como o Museu Municipal Agostinho Martha, cujo acervo conta a história colonial da região do Vale do Rio Gravataí.

                          Ao expandir seus domínios para o sul da América no século XVIII, a Coroa Portuguesa concedia cartas de sesmarias a quem já habitava a região, com o intuito de povoá-la. Pedro Gonçalves Sandoval, natural de Lima (Peru), recebeu a primeira sesmaria, pois já habitava o chamado rincão de Gravataí, nos campos de Viamão.[15] Nesta época, o capitão João Lourenço Veloso também recebeu sua sesmaria, dando posse das terras que habitava no mesmo rincão, mais a nordeste, próximo ao Morro Itacolomi. Parte dessas terras seria comprada pela coroa portuguesa para assentamento da então Aldeia dos Anjos. Era o primeiro arranchamento da aldeia, transferido posteriormente para as atuais terras centrais de Gravataí.[15]

                          Desde tempos pré-coloniais que Portugal e Espanha avançavam um no território de outro; por esse motivo em 1750 assinaram o Tratado de Madrid, estipulando que Portugal devolveria a Colônia do Sacramento, fundada em território espanhol em troca dos Sete Povos das Missões, mais a nordeste. Para povoar os Sete Povos das Missões, os portugueses trariam colonos do superpovoado arquipélago dos Açores. Como consequência do acordo e do posterior Tratado de Santo Ildefonso (1777), os guaranis que habitavam os Sete Povos das Missões deveriam deixar a região. Como os índios não aceitaram abandonar as terras, teve início a Guerra Guaranítica. Em consequência da guerra, milhares de índios fugiram para o território português, estabelecendo-se nas imediações do Rio Pardo, atualmente rio Santa Maria. Desse contingente de refugiados, cerca de mil índios guaranis foram trazidos, em 1762, pelo Capitão Antônio Pinto Carneiro para as proximidades do rio Gravataí, dando início ao povoamento da Aldeia dos Anjos. Note-se que a Aldeia já existia de fato antes de sua data oficial de fundação, em 8 de abril de 1763. Com a confusão gerada pela Guerra Guaranítica, os colonos açorianos que originalmente seriam assentados nos Sete Povos das Missões tiveram que ocupar outras áreas, ou seja, o Vale do rio Jacuí (centro do estado) e o Vale do rio Gravataí.[15]

                          Com a chegada de José Marcelino de Figueiredo, Governador da Província de São Pedro, em 1772, a Aldeia dos Anjos começou a se desenvolver. José Marcelino de Figueiredo urbanizou o aldeamento, construindo escolas, olarias e moinhos. Os índios Tapes, foragidos das Missões Jesuíticas do Uruguai, foram estabelecidos em Gravataí por Marcelino de Figueiredo, que os fez aprender a cultura do trigo a que mais tarde se dedicaram.

                          Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	56,9 KB
ID:	289492Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	88,0 KB
ID:	289493Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	52,0 KB
ID:	289494

                          Comentário

                          • Quinhones
                            Fazedor de Chuva

                            • Mar 2016
                            • 2943

                            #58
                            53/497 Nova Santa Rita-RS

                            Click image for larger version

Name:	800px-RioGrandedoSul_Municip_NovaSantaRita.svg.jpg
Views:	1
Size:	68,4 KB
ID:	289495

                            A região onde o território de Nova Santa Rita está localizado era habitada por índios carijós, taba do tronco tupi, até o início das primeiras incursões de bandeirantes e de tropeiros, a partir de 1732. As incursões eram realizadas no propósito de buscar escravos indígenas e caçar gado, mulas e cavalos xucros. Mais tarde, os tropeiros passaram a se radicar no Sul do Brasil, transformando-se em estancieiros e solicitando a concessão de sesmarias.

                            A partir de 1824 os colonizadores alemães começaram a povoar a região costeira ao Rio dos Sinos. Com o crescimento da população nessa região, em 1º de abril de 1846 foi fundado o município de São Leopoldo.

                            Santana do Rio dos Sinos - São Leopoldo

                            A região de Nova Santa Rita era denominada de Picada do Vicente, com núcleos populacionais concentrados apenas às margens dos rios dos Sinos e Caí. Essa localidade pertencia a Santana do Rio dos Sinos (hoje, Capela de Santana), que, na época, era 3º Distrito de São Leopoldo.

                            Em 1 de maio de 1875, Santana do Rio dos Sinos é emancipada de São Leopoldo, junto com a Vila de São Sebastião do Caí e a Freguesia de São José do Hortêncio, formando o município de São Sebastião do Caí. Dessa forma, Picada do Vicente passou a ser 6º Distrito de São Sebastião do Caí.

                            De Picada do Vicente a Santa Rita

                            A partir de 1875, famílias vindas de Portugal passaram a se estabelecer nas regiões mais altas de Picada do Vicente, não próximas aos rios Caí, Jacuí e dos Sinos.

                            Em 11 de fevereiro de 1884, Justino de Souza Baptista e sua mulher Rita Carolina Martins doaram uma área de terras para a construção de uma igreja que fosse dedicada a Santa Rita, a qual Rita era devota. Com o apoio de famílias portuguesas e alemãs recém-chegadas, o templo começou a ser erguido e uma imagem de Santa Rita foi encomendada de Portugal por Justino Baptista.

                            A inauguração da capela se deu em 22 de outubro de 1896, sendo constituída de um altar, um confessionário, a imagem de Santa Rita, alguns bancos, a via-sacra e um órgão. O atendimento religioso era prestado por padres vindos da Paróquia Santa Ana, de Santana do Rio dos Sinos.

                            Com o tempo, a localidade foi crescendo, bem como as devoções religiosas, o que fez com que o lugar passasse a ser denominado de Santa Rita.

                            Em 1891 foi erguido o primeiro templo da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, em área doada por Zeferino José de Moraes Fraga. Curiosamente, a área doada para a Igreja Anglicana ficava próxima às terras doadas por Justino Baptista à Igreja Católica, o que gerou, nos primeiros tempos, pequenos conflitos entre católicos e anglicanos.

                            Em 27 de junho de 1939, é fundado o município de Canoas, que acabou absorvendo em seu território toda a área de Santa Rita, antes pertencente a São Sebastião do Caí. Dessa forma, Santa Rita passou a ser 2º Distrito de Canoas.

                            Crescimento do 2º Distrito de Canoas

                            Até o final da década de 1940, a principal atividade desenvolvida no território de Santa Rita era a agricultura, com o cultivo de aipim, melancia, melão, pepino, moranga e hortaliças. Ao longo das margens dos rios Caí e dos Sinos, haviam olarias que estabeleciam pequenos vilarejos de empregados, proporcionando o desenvolvimento de comércios locais. Na localidade denominada Caju, havia pequenos moinhos de trigo e milho, que eram despachados para diversas localidades pelo pequeno porto existente junto ao Rio dos Sinos.

                            A partir da década de 1950, uma indústria produtora de cimento, pertencente à Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo, estabeleceu-se na localidade de Morretes, desenvolvendo a localidade através da geração de empregos diretos e indiretos. Atualmente, a fábrica pertence ao grupo InterCement.

                            Em 1972 foi inaugurado o primeiro trecho da Rodovia BR 386, que compreendia um traçado entre os municípios de Canoas e Tabaí. A nova estrada facilitou o transporte de mercadorias e o deslocamento das pessoas de Santa Rita para outras localidades, uma vez que o acesso ao município só era possível, por terra, a partir de Portão ou Capela de Santana. Para ir para Canoas, Porto Alegre, Montenegro ou Triunfo, era necessário fazer travessia por balsa ou viajar em barcos a vapor ou a gasolina que percorriam os rios Caí e dos Sinos.

                            Outro fator importante com a inauguração da Rodovia BR 386 foi o estabelecimento de empresas ao longo da estrada, que passaram a gerar empregos e a desenvolver o comércio local.

                            A luta pela emancipação e a criação do município

                            Mesmo com considerável desenvolvimento a partir da década de 1970, o então 2º Distrito de Canoas enfrentava sérios problemas como a falta de infraestrutura de estradas, transporte público e acesso a serviços públicos. Por ter população inferior a de outros bairros de Canoas, as demandas de Santa Rita nem sempre tinham prioridade na pauta de resoluções dos poderes públicos.

                            Em 1987, um movimento emancipacionista foi formado no intuito de tornar Santa Rita um novo município. O plebiscito realizado acabou decidindo pela não separação de Santa Rita de Canoas.

                            Em 1991, uma nova comissão pró-emancipação foi formada e o plebiscito realizado em 10 de novembro obteve vitória pela emancipação, com mais de 64% dos votos válidos.

                            Em 20 de março de 1992, através da Lei Estadual nº 9.585/1992, sancionada pelo governador Alceu Collares, foi criado o município de Nova Santa Rita. Em 3 de outubro do mesmo ano foi realizada a eleição municipal que elegeu o primeiro prefeito da nova cidade, Odone Machado Ramos, e a primeira legislatura da Câmara Municipal, composta por nove vereadores.

                            Geografia
                            Pertence à Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre e à Microrregião Porto Alegre. Limita-se com os seguintes municípios: Canoas, Esteio, Portão, Montenegro, Triunfo e Sapucaia do Sul. É banhada pelos rios Caí, Sinos e Jacuí.

                            O município conta com as águas do Rio dos Sinos. A principal via de acesso do município é a BR-386.


                            Área 217,868 km² [2]
                            População 26 086 hab. est. IBGE/2016[3]
                            Densidade 119,73 hab./km²

                            Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	64,2 KB
ID:	289496Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	39,5 KB
ID:	289497Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	2
Size:	86,8 KB
ID:	289498Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	85,1 KB
ID:	289499

                            Comentário

                            • Quinhones
                              Fazedor de Chuva

                              • Mar 2016
                              • 2943

                              #59
                              54/497 Tabaí-RS

                              Click image for larger version

Name:	RioGrandedoSul_Municip_Tabai.svg.png
Views:	1
Size:	63,6 KB
ID:	289500

                              Localiza-se a uma latitude 29º38'35" sul e a uma longitude 51º40'56" oeste, estando a uma altitude de 79 metros. Sua população estimada em 2010 era de 4.131 habitantes.

                              Base econômica
                              Tabaí tem sua economia baseada no agrosilvopastoril, onde predomina a pequena propriedade rural diversificada. Na agricultura destacam-se os cultivos de milho, mandioca, cana-de-açúcar, laranja, feijão, fumo, hortifrutigranjeiros e melancia. Na pecuária predomina o gado de leite e corte, com 4.000 cabeças. A produção de leite aproxima-se dos 1.945 milhões de litros/ano. A piscicultura e suinocultura também vem ganhando importância na economia do município. Na silvicultura destacam-se o cultivo de acácia-negra, com área de plantio de 2.120 hectares, com produção de 160 metros stereo/hectare e mais de 15 toneladas de casca. A produção de eucaliptos ocupa uma área de 3.405 hectares, com produção de 300 metros stereo/hectare. Outra produção que merece atenção é a do carvão vegetal que, atualmente está sendo cadastrada pelo órgão ambiental municipal. Indústria, Comércio e Serviços: existem indústrias de calçados, materiais plásticos, beneficiamento de madeira, carvão vegetal, entre outras. O comércio apresenta lojas como padarias, agropecuárias, oficinas mecânicas, farmácias, açougues, entre outras.

                              Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	64,5 KB
ID:	289501Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	2
Size:	97,5 KB
ID:	289502Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	92,7 KB
ID:	289503Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	61,7 KB
ID:	289504Click image for larger version

Name:	5.jpg
Views:	1
Size:	37,2 KB
ID:	289505

                              Comentário

                              • Quinhones
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2016
                                • 2943

                                #60
                                55/497 Lajeado-RS

                                Click image for larger version

Name:	300px-RioGrandedoSul_Municip_Lajeado.svg.png
Views:	2
Size:	73,4 KB
ID:	289506

                                Lajeado é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul, situado a 112km da capital, Porto Alegre.

                                Pertence à mesorregião do Centro Oriental Rio-Grandense e à Microrregião de Lajeado-Estrela, sendo sua cidade mais populosa. Com uma população estimada em 79.819 habitantes[5] distribuída em apenas 91,16 km², é uma das dez cidades com maior densidade populacional do estado.[6]

                                Com um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,778,[7] Lajeado é a 16ª cidade com melhor qualidade de vida do estado, e, junto a Bento Gonçalves, é a terceira entre municípios com mais de 50 mil habitantes, atrás apenas de Porto Alegre e Caxias do Sul.

                                De acordo com o ranking da FIRJAN de cidades mais desenvolvidas do Brasil, Lajeado ocupa a 13ª posição, sendo a primeira do Rio Grande do Sul.[8][9] É apontada também como a 7ª melhor cidade para se viver após os 60 anos em cidades entre 50 e 100 mil habitantes, ocupando o primeiro posto dentre os municípios gaúchos, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas.[10]

                                O nome Lajeado vem do ponto de referência que se dava às sesmarias. No Rio Taquari e no Arroio do Engenho, as águas formavam cascatas sobre lajeiros, daí o nome da cidade. Entretanto, em virtude da barragem de Bom Retiro do Sul, os lajeados do Taquari, bem como suas cascatas, estão submersos.

                                Antônio Fialho de Vargas foi o fundador e patriarca de Lajeado. Tendo sido um dos primeiros a estabelecer-se por Lajeado, adquirindo fazendas e estabelecido casa, senzala e demais dependências, além de ter promovido a colonização local. As terras foram inicialmente comercializadas pela imobiliária Batista Fialho & Cia.

                                Primeiramente, pertenceu o município de Lajeado ao de “Vila Príncipe” (Rio Pardo), criado pelo Alvará Régio de 27 de abril de 1809, juntamente com Porto Alegre, Rio Grande e Santo Antônio da Patrulha. Eclesiasticamente, ficou submetida à Freguesia de Taquari.

                                Uma vez criada a Freguesia de Estrela pela Lei 875 de 2 de abril de 1873, a ela foi incorporada o território de Lajeado pela Lei 916 de 24 de abril de 1874. Pela Lei 963 de 29 de março de 1875, foi instituído como 2° Distrito de paz da Freguesia de Estrela, compreendendo o território situado a margem direita do Rio Taquari (Lajeado, Arroio do Meio, Encantado e Guaporé).

                                Pela Lei 1.044 de 20 de maio de 1876 foi criado o município de Estrela, dele fazendo parte o Distrito de Lajeado.

                                Mais tarde em 27 de maio de 1881, pela Lei provincial 1351, foi criada uma freguesia no 2° Distrito de paz de Estrela, sob a invocação de Santo Inácio. Finalmente pelo Ato 57 de 26 de janeiro de 1891 foi criada a Vila de Lajeado, cuja instalação deu-se em 25 de fevereiro do mesmo ano.

                                Até 20 de outubro de 1891, a nova comunidade foi administrada por uma Junta Municipal, presidida por Frederico Henrique Jaeger. A 15 de novembro de 1891, foi empossado o 1° Conselho Municipal, e eleito o intendente Frederico Heineck.

                                A 20 de fevereiro de 1892, foi dissolvido o Conselho Municipal pelo então governador do Estado e nomeada uma Comissão para gerir os negócios da comunidade. A 19 de agosto de 1892, tomou posse do cargo de Intendente Provisório Bento Rodrigues da Rosa que administrou o município até 1894, quando foi substituído por Joaquim de Moraes Pereira. Em 1895 este foi substituído por Júlio May.

                                Pelo Decreto 618 de 6 de maio de 1903, instituiu a Comarca do Vale do Taquari, com sede em Lajeado, abrangendo o termo de Estrela.

                                Em 20 de dezembro de 1939, foi a Vila de Lajeado elevada à categoria de cidade.

                                Colonização de Lajeado
                                A colonização de Lajeado remonta a 1853, com o estabelecimento da Colônia Conventos, fundada por Antônio Fialho de Vargas. Ficava esta colônia situada no lugar denominado Conventos Velhos, próximo a atual sede do município, onde por volta de 1830 se estabelecera José Inácio Teixeira, “dono de muitos escravos” que construiu casas e adquiriu alguns lotes de terras repassando tudo para Antônio Fialho de Vargas. Em 1835 já havia muitos moradores em ambas as margens do Rio Taquari. Fialho de Vargas fez grandes derrubadas de matos e vendeu lotes de terras a pessoas de outros municípios que atraídos pela grande quantidade de terras para lavouras, mudaram-se e fixaram residência no território que aos poucos foi se desenvolvendo.

                                Em 1855 recebia a Colônia Conventos os primeiros imigrantes e, em 1857, já possuía 168 habitantes, dos quais 81 homens e 87 mulheres, sendo 49 deles chegados naquele ano da Europa. No ano seguinte chegavam mais 20 colonos, ficando assim distribuída a população segundo religião e a nacionalidade: 76 brasileiros e 112 alemães, sendo 71 católicos e 117 protestantes. Deste total, 100 eram do sexo masculino e 88 do feminino. A colônia produzia feijão, milho, batatas, trigo, favas e cevada.

                                No ano de 1860 a população já havia aumentado para 231 indivíduos.

                                Houve também imigração italiana, notadamente nos antigos distritos de Marques de Souza, Progresso e Fão, iniciada anos mais tarde. Também houve colonização de luso-brasileiros em menor escala.[11]

                                Click image for larger version

Name:	1.jpg
Views:	1
Size:	61,7 KB
ID:	289507Click image for larger version

Name:	2.jpg
Views:	1
Size:	98,9 KB
ID:	289508Click image for larger version

Name:	3.jpg
Views:	1
Size:	60,4 KB
ID:	289509Click image for larger version

Name:	4.jpg
Views:	1
Size:	50,2 KB
ID:	289510

                                Comentário

                                Working...