Bom dia, acabei de ser autorizado para o fórum. Moro em Criciúma/SC, recém cheguei deuUma viagem ao Alaska. Foram 53728 km rodados. Em breve estarei publicando um livro da viagem.
Viagem ao alaska 2017
Collapse
X
-
Boa noite FC Nilton,
Parabéns pela mega aventura e obrigado por vir se juntar aos insanos amantes das duas rodas com motor aqui no TFC.
Por favor, poste suas fotos aqui com suas narrativas para o deleite de todos.
Qualquer dificuldade é só falar que a gente está aqui pra ajudar.
Espero que tenha lido as regras dos desafios e esteja tudo de acordo.
Pelo que entendi, foi ao Alaska, então agora "só" falta ir ao Ushuaia para completar o Grande Cacique Fazedor de Chuva (claro, estando tudo de acordo com as regras).
Abração e seguimos aqui aguardando sua primeira foto para mover seu tópico para o Almas Inquietas.
-
Olá FC Nilton, boa tarde,
Que legal que já foi ao Ushuaia e postou fotos lá do Fim do Mundo.
Vou postar aqui as regras do GCFC para que possa completar as postagens, por favor:
1 - Percorra desde Ushuaia, na Terra do Fogo, Argentina, ponto mais extremado ao sul, até Prudhoe Bay, Alasca, Estados Unidos, no extremo norte americano, último lugar onde se pode ir rodando.
2 - Consideramos deslocamento essencial a balsa ou ferry boat desde que não haja qualquer estrada que ligue os dois pontos. O trecho entre a Colômbia e o Panamá, por exemplo, e Belém à Manaus, se encaixam neste estilo. Tanto o transporte aéreo quanto marítimo podem ser tomados. Todas as demais situações devem ser consultadas.
3 - Quem decide e faz o percurso é você, podemos apenas orienta-lo, repassar dicas e informações sobre documentação e Fazedores de Chuva, pelo caminho ou em viagens.
Você pode iniciar de qualquer parte, tanto do sul para o norte quanto vice versa.
4 - Percorra o continente americano nas suas versões, Sul, Central e Norte, com pelo menos cinco países na América do Sul, incluindo a Colômbia e uma passagem pelo Brasil.
5 - Não é necessário fazer todo o percurso de maneira sequencial ou mesmo corrente. Você pode fazer em trechos.
6 - Não há tempo mínimo ou máximo para a execução de aventura.
7 - Registre a sua viagem quando em andamento abrindo um tópico com o nome que você batizar a sua aventura, escrevendo regularmente, com a inclusão de fotos, comprovando desta maneira a execução desta loucura.
Este item 7 você já iniciou, não precisa mais abrir novo tópico, é só continuar postando nele.
Estamos movendo o mesmo para o Almas Inquietas uma vez que já postou foto cumprindo o desafio.
Abração.
Comentário
-
Boa Noite
Não sabia das regras, então vou postar um pouco da minha viagem ao Ushuaia e depois ao Alaska.
A viagem ao Ushuaia foi feita com minha esposa. no primeiro dia saímos de Criciúma e fomos até Tacuarembó, na chegada teve um vendaval que chegoua derrubar a minha moto, parada. Depois fomos para Neuquen, seguindo para Bariloche onde passamos o Natal. Pegamos a ruta 40 com seu famoso vento lateral até El Calafate, cidade belíssima. Rodamos até Ushuaia passando por Rio Gallegos e Rio Grande, passamos um Ferry também. A nossa volta foi pela ruta 3.
Última edição por Nilton; 16-10-17, 18:26.
Comentário
-
Boa Noite
Vou relatar alguns trechos de minha viagem ao Alaska. Foi realizada em 100 dias, saÃ*mos em quatro e somente dois, eu e meu primo Ricardo, completamos o planejado, ou seja, ir e voltar rodando. Foram 53.728 km de muita aventura.
SaÃ*mos cedo de Criciúma/SC, muita chuva até Lages. Em Xanxerê nos encontramos com o Edson e seguimos até bem próximo de Cascavel. No segundo dia fomos até Corumbá para encontrarmos o Rocha e deixar o quarteto completo. A aduana na BolÃ*via nos fez perder umas 5 horas. Depois de tudo pronto optamos por almoçar em Corumbá. Na volta tivemos que passar por mais um procedimento a uns 10 km da fronteira. Nosso objetivo era Santa Cruz de La Sierra mas acabamos ficando em Roboré, a 270 km da fronteira. No dia seguinte, depois de um belo café da manhã de frente para praça da cidade, saÃ*mos em direção a Santa Cruz de La Sierra e logo em seguida deparamos com uma bela paisagem, montanhosa. Solicitei a uma senhora que tirasse uma foto de nos com as motos, depois perguntei a ela se teria acesso ao que ela respondeu que é um santuário e tem acesso sim. Subimos até lá e fomos surpreendidos com a bela vista e com a receptividade de missionários, padre e freiras (uma delas subiu na minha moto para tirar fotos) que estavam fazendo um retiro no local. Batemos fotos com todos, conversamos bastante e nos despedimos e paramos para pernoite nas proximidades de Santa Cruz de La Sierra.
Saímos para Cochabamba, porém daria para chegar a La Paz se não tivéssemos parado duas vezes por policias tentando extorquir dinheiro (não foram felizes, tudo pão duro. A estrada até a metade da cordilheira estava muito ruim. O Edson entortou o aro traseiro da sua GS 800, nada grave mas resolvemos deixar par continuar no outro dia. Conhecemos o Mauricio proprietário de Harley que nos informou sobre a estrada para La Paz, disse que tinha uns 60 km de rípio e barro devido a obras que estavam sendo executadas.
Última edição por Nilton; 16-10-17, 18:55.
Comentário
-
Dando continuidade a minha viagem ao Alaska em 2017.
Saímos da Bolívia e entramos no Perú por Puno, onde fizemos o passeio as ilhas flutuantes do lago Titicaca. Depois fomos até Nazca e visitamos as famosas linhas de Nazca. No caminho para Lima, visitamos o Oásis que fica bem próximo da cidade de ica, lá andamos de jipe pelas dunas do deserto.
Comentário
-
Entrar na Colômbia é sempre uma incógnita. O país é cheio de serras com muitas curvas é um intenso tráfego de caminhões. O exército continua guarnecendo as rodovias, o medo da ASFARC continua por lá. Em Cali aproveitamos para fazer uma revisão nas motos, depois fomos para Medelin. Até Cartagena a paisagem continuava a mesma, serras, curvas, caminhões e muita chuva. Passamos por uma enchente e a travessia durou uns quinze minutos, foram uns 500 metros de muita correnteza e uma das maiores adrenalinas da viagem. Voltamos para Bogotá e despachamos as motos, para o Panamá, em um avião cargueiro.
Comentário
-
Na Costa Rica se anda, praticamente, pelo meio da mata virgem. As rodovias são muito boas, mas a maioria não tem acostamento. Fomos até Puntarenas e pegamos um ferry para ilha de Paquera, lá ficamos na praia da Teresa. Pegamos muita chuva e trovoada, no dia seguinte o tempo melhorou e podemos pegar uma praia.
Comentário
-
-
Na Nicarágua, como em todo restante da America Central, as rodovias estavam ruins e um grande problema nas aduanas que ficam próximas a costa, a todo momento tentam prestar serviços, estão uniformizado com crachá e coniventes com a polícia. Quem passar por lá não aceite qualquer ajuda, vá direto aos guichês, tanto da imigração quanto da aduana. Em Manágua fomos multados e as carteiras recolhidas, era um sábado acabamos ficando o final de semana lá.
Comentário
-
Comentário
-
Chegamos na América do Norte, em três. No início éramos quatro, mas um ficou no começo da América Central, queria fazer uma viagem mais demorada, explorar mais. No México as rodovias, na maioria, são pedagiadas, mas tem opção de ir por outro caminho. Optamos de ir pela costa até Acapulco. O trajeto era para um dia, mas acabamos fazendo em dois, devido ao mau tempo houve muito deslizamento das encostas, foi chuva até chegar em Acapulco. A intenção era ir pela Baja California, porem fomos informados que a situação do asfalto e das encosta eram críticas, então optamos ir por Toluca e entrar nos Estados Unidos por Laredo. Tivemos pneu furado da moto do Rocha (Mineiro de BH), além de dar um problema na embreagem próximo a Monterrey, nos obrigou entrar na cidade e ir na BMW, que resolveu paleativamente, 40 km depois o problema voltou e acompanhou pelo resto da viagem. As auto pistas, pedagiadas, são um espetáculo, gasta-se em torno de 15o dólares de pedágio, para atravessar o México.
Comentário



Comentário