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    Fazedor de Chuva
    • Jun 2017
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    #61
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    PREFEITURA DE RESERVA DO CABACAL MT 52\141


    História
    HISTÓRIA

    O município de Reserva do Cabaçal localiza-se a sudoeste do Estado de Mato Grosso com uma área de aproximadamente 450 Km².

    Foi fundada no ano de 1969 com influência dos colonos, oriundos dos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e outros estados. Tornou-se distrito em 1978 e emancipou-se em 1986.

    No início da colonização, a empresa responsável pelo assentamento, deixou uma área de 108 hectares reservada para fins de interesse da colonizadora formar um núcleo urbano- então surgiu o nome Reserva. A origem de Cabaçal deu-se devido à Tribo Indígena Cabaçais, que habitava às margens do rio que então finalmente recebeu o nome de Reserva do Cabaçal.

    A principal atividade econômica no município é a pecuária de leite e corte, além de um enorme potencial para o turismo. A riqueza natural de cachoeiras, rios com corredeiras e poços profundos de águas transparentes, fazem de Reserva do Cabaçal um local de rara beleza.
    Fonte
    Prefeitura Municipal de Reserva do Cabaçal.

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      #62
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      PREFEITURA DE ARAPUTANGA MT 53\141

      História
      HISTÓRIA

      O território do município de Araputanga foi habitado por povos indígenas Bororó desde tempos imemoriais, que eram denominados pelos paulistas de índios Cabaçais. Hoje, dos Bororó não se encontram descendentes no município, sendo que os remanescentes foram transferidos para a área indígena denominada Umutína, em Barra do Bugres.

      O povoamento originou-se em função do movimento de colonização programada do governo estadual iniciado na década de quarenta. O governo criou o Departamento de Terras e a Comissão de Planejamento e Produção - CPP.

      O Estado vendia terras a preços irrisórios, por sua vez os compradores se comprometiam a abrir estradas e assentar infra-estrutura para a colonização. O próprio Estado participava dos trabalhos de colonização em alguns sítios, favorecendo a ocupação de vastas áreas ao redor. Um desses pontos de atuação da CPP foi Rio Branco.

      A primeira escola começou a funcionar a 23 de março de 1.961. Foi construída com tabuinhas de mamica, nas proximidades da atual propriedade da família Chamava-se Escola Mista Rural da Gleba Paixão.

      A vida desenvolvia-se em ritmo lento, pois tudo dependia do extrativismo vegetal e da agricultura. Também a localidade era servida apenas por uma única estrada, que ligava o lugar à região de Tabuleta com trecho de 42 quilômetros. Tabuleta ainda distanciava 60 quilômetros de Cáceres.

      O primeiro Cruzeiro foi levantado em 1.962, a pedido do Frei Ênio Granja. Logo depois construída a primeira capela, um rancho sem paredes, com cobertura, de tabuinhas.

      A 23 de maio de 1.963, foi vendido o primeiro lote urbano. Ao povoado deu-se o nome de Gleba Paixão que perdurou durante anos. Esta denominação se devia ao fato dos pioneiros se apaixonarem pela riqueza natural do lugar. Era, assim, o segundo nome dado ao lugar, substituindo o de Ituinópolis.

      A atual denominação faz referência a grande quantidade de mogno (também chamada de Araputanga) existente na região. Botanicamente, Araputanga é árvore classificada por King como swietenia macrophaylla.

      Pelos anos de 1.965, foi instalado um distrito policial.

      Em 29 de maio de 1.970 foi inaugurada a estrada ligando Araputanga à Cáceres. Na festa de inauguração o povo comemorou com um churrasco.

      Em 1.975, foi inaugurada a primeira escola estadual de 1º grau, denominada João Sato. No ano seguinte foi inaugurado o primeiro Jardim da infância, na casa das irmãs de Nossa Senhora do Monte Calvário.

      Em 1.975 foi fundada a Coopnoroeste, que iniciou suas atividades com compra, venda e beneficiamento de arroz com uma máquina de beneficiamento doada por uma sociedade beneficente da Bélgica. Em 1981 a cooperativa passou a coletar leite de toda a região e industrializá-lo, tornando-se mais tarde conhecida nacionalmente pelos produtos (LACBOM) que fabrica e que são comercializados em todo o País. O objetivo da criação da cooperativa foi o unir e promover o pequeno e médio agricultor.

      Araputanga passou a desenvolver-se rapidamente e tornou-se distrito, através da Lei nº 3.922, de 04 de outubro de 1.977, com território jurisdicionado ao município de Mirassol D Oeste.

      A Lei Estadual nº 4.153, de 14 de dezembro de 1.979 criou o município de Araputanga.

      No município se nomeiam as localidades de Cachoeirinha, Farinópolis, Monterlândia e Nova Floresta. Povoados menores são: Cantão, Santa Maria, Batuleba, José Bueno, Rio Vermelho, Córrego Rico, Arapongas, Harmonia, Mata Preta, Santa Rosa e Jaime Pedrosa.
      Fonte
      Prefeitura Municipal de Araputanga

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        • Jun 2017
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        #63
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        PREFEITURA DE PORTO ESPERIDIÃO MT 54\141


        História
        HISTÓRIA

        As origens históricas de Porto Esperidião se ligam às de Vila Bela da Santíssima Trindade. Mas os primeiros acontecimentos não levaram à formação de um povoado pelo menos estável.

        A Comissão Rondon instalou um posto telegráfico às margens do Rio Jauru, dando início ao povoado de Porto Salitre.

        A denominação fazia referência à região de salinas, onde o ancoradouro se encontrava. Era um barreiro procurado pelos animais, que o lambiam. As célebres salinas são conhecidas desde as primeiras penetrações pela região, ainda no século XVIII.

        A 25 de agosto de 1898, o engenheiro Manoel Esperidião da Costa Marques deu início, em São Luíz de Cáceres, a estudos da navegabilidade do Rio Jauru, desde a barra com o Rio Paraguai até o Porto do Registro. Depois se propôs a construir estradas de ferro.

        O dr. Esperidião nasceu em Poconé e foi destacado político, tendo participado da redação da Lei Áurea, que aboliu a escravatura no Brasil. Faleceu, prematuramente, de malária, após uma expedição para medição e demarcação de seringais na região do Rio Guaporé.

        Em homenagem ao dr. Manoel Esperidião da Costa Marques, em 1920, foi alterado o nome de Porto Salitre para Porto Esperidião.

        Em meados de 1950 foi desativada a rede de telégrafo. Em 1956, foi construída a segunda e última ponte de madeira sobre o Rio Jauru, sendo que a atual ponte de concreto foi aberta ao tráfego em 1982.

        A Lei Estadual nº 5.012, de 13 de maio de 1986, criou o município.
        Fonte
        Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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          PREFEITURA DE GLORIA D OESTE MT 55\141

          OBS : COLOQUEI UMA FOTO DO PRINT DA TELA DO CEL PARA MOSTRAS QUE E A CIDADE DE GLORIA POIS NAO TINHA IDENTIFICATIVO .



          História
          HISTÓRIA

          O município de Glória d?Oeste tem sua origem na ocupação ordenada da região por colonos paulistas, que adquiriam os seus lotes das mãos de proprietários maiores. Estes faziam as vezes de colonizadores, mas em proporções bem modestas.

          A primeira denominação da localidade foi Cruzeiro d?Oeste. Era uma referência meramente alusiva ao encontro de duas estradas, formando uma cruz. Nesse entroncamento, nessa encruzilhada formou-se o povoado. Este nome foi sugerido por alguns padres que, vindos de Cáceres, frequentavam a corrutela pioneira. O termo 'd?Oeste' servia para designar a posição geográfica do lugar em relação ao Estado de Mato Grosso.

          O município foi criado em 20 de dezembro de 1991. Porém, o município não pode adotar oficialmente o nome Cruzeiro d?Oeste, já tradicional, por existir um outro município, no Estado do Paraná, com o mesmo nome.

          Foi realizado, então, um plebiscito na cidade para a escolha de um novo nome. A sugestão de Glória d?Oeste foi a de maior receptividade, pois continuava com o termo 'd?Oeste', e o nome Glória caiu nas graças da comunidade que se sente orgulhosa dele.

          A Lei Estadual nº 5.911, de 20 de dezembro de 1991, criou o município.
          Fonte
          Prefeitura Municipal de Glória d' Oeste

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            #65
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            PREFEITURA DE SAO JOSE DOS QUATRO MARCOS MT 56\141

            História
            HISTÓRIA

            As origens do município vêm dos projetos de colonização implantados por particulares. Em 1962, Zeferino José de Matos adquiriu extensa área de terras da Imobiliária Mirassol, tornando-se o grande pioneiro do lugar.

            Devido aos quatro marcos no centro do loteamento, o lugar tomou o nome de Quatro Marcos, sendo acrescentado, posteriormente, o nome de São José, o santo da devoção da comunidade.

            A Lei nº 3.934, de 4 de outubro de 1977, criou o distrito de São José dos Quatro Marcos. A Lei Estadual nº 4.154, de 14 de dezembro de 1979, criou o município, com a denominação simplificada para Quatro Marcos. A população, incentivada pelo padre Jorge, interviu e exigiu o nome completo, São José dos Quatro Marcos, conseguindo o objetivo através da Lei nº 4.637, de 10 de janeiro de 1984.
            Fonte
            Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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              #66
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              PREFEITURA DE MIRASSOL D OESTE MT 57\141


              História
              Foi Antonio Lopes Molon que fundou o núcleo que deu origem ao atual município de Mirassol D’Oeste. Por volta de 1958, Molon começou a interessar-se por terras em Mato Grosso e investiu todo o seu capital nesta região, requerendo terras devolutas através do Departamento de Terras do Estado. A seguir decidiu dividir a gleba em lotes rurais e urbanos.
              Molon montou um escritório de venda de terras, no local da futura Mirassol de Mato Grosso. Para melhor gerir os negócios associou-se a Mário Mendes, José Lopes Garcia, Nírcia Lopes D’Áuria e Paulo Mendonça.
              A cidade ganhou esta denominação em homenagem aos familiares de Molon, que residiam na cidade de Mirassol, no estado de São Paulo.
              O termo d’Oeste foi acrescentado para que não fosse confundido com o município de Mirassol, no estado de São Paulo.
              Formação Administrativa
              Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Mirassol d’Oeste, pela Lei Estadual n.º 3.698, de 14-05-1976, desmembrado do município de Caceres. Sede no atual distrito de Mirassol d’Oeste. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-02-1977.
              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído do distrito sede.
              Pela Lei Estadual n.º 3.932, de 04-10-1977, é criado o distrito de Araputanga e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
              Pela Lei Estadual n.º 3.934, de 04-10-1977, é criado o distrito de São José dos Quatro Marcos e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Mirassol d’Oeste, Araputanga e São José dos Quatro Marcos.
              Pela Lei Estadual n.º 4.153, de 14-12-1979, desmembra do município de Mirassol d’Oeste o distrito de Araputanga.
              Pela Lei Estadual n.º 4.154, de 14-12-1979, desmembra do município de Mirassol d’Oeste o distrito de São José dos Quatro Marcos. Elevado à categoria de município com a denominação simplificada para Quatro Marcos.
              Pela Lei Estadual n.º 4.350, de 23-09-1981, é criado o distrito de Cruzeiro do Oeste e anexado ao município de Mirassol d’Oeste.
              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 2 distritos: Mirassol d’Oeste e Cruzeiro do Oeste.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
              Pela Lei Estadual n.º 5.911, de 20-12-1991, desmembra do município Mirassol d’Oeste o distrito de Cruzeiro do Oeste. Elevado à categoria de município com a denominação de Glória D’Oeste.
              Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 2 distritos: Mirassol d’Oeste e Sonho Azul.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
              Fonte
              Confederação Nacional de Municípios. 2011. Disponível em: http://www.cnm.org.br. Acesso em: out. 2011.

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                #67
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                PREFEITURA DE CURVELANDIA MT 58\141


                Não há fotos para este município
                História
                HISTÓRIA

                A primitiva denominação do lugar foi 'Curva do Boi', posteriormente alterada para Curvelândia.
                Segundo depoimento do deputado José Lacerda, o nome Curva do Boi surgiu na década de setenta: '...vinha uma comitiva de bois da região de Rio Branco, eu era um dos boiadeiros, quando de repente, na curva surgiu um ônibus, atropelando nove bois, a partir deste fato o ponto passou a ser conhecido como Curva do Boi'.
                A história do lugar está intimamente ligada a duas personalidades da política mato-grossense, que não militavam na política na época do acidente, o então açougueiro e mais tarde brilhante advogado e deputado, José Lacerda, e ao ainda empresário do ramo de transporte rodoviário e também deputado Amador Tut.
                O município de Curvelândia foi criado pela Lei Estadual nº 6.981, de 28 de janeiro de 1998, de autoria do deputado com território desmembrado dos municípios de Cáceres, Mirassol d`Oeste e Lambari d`Oeste.
                Por ocasião da consulta plebiscitária inúmeros moradores do lugar manifestaram-se favoravelmente em documento enviado à Assembléia, dentre os quais os 15 primeiros nomes foram os seguintes: Airton Correia de Araújo, Edivan Gonçalves Ferreira, Valdemar Franco, Romildo Santana, Aparecido Pereira da Silva, Maria Pereira Lima Leal, Cleonisce Farias, Manoel Moura, Henrique Bissoli, José R. Pereira, Elias Mendes Leal, Elias Mendes Leal Filho, Vicente Rodrigues de Moura, José de Araújo e José Pedro da Silva.
                Em 19 de junho de 1995, em documento assinado pelos vereadores de Lambari d`Oeste, srs. José Siviero, José Guilherme de Sene e Izaías Domingos, a Câmara Municipal daquele município aprovou moção de repúdio sobre a criação do município de Curvelândia, alegando que o município havia investido maciçamente nas áreas de saúde, educação, telefonia e malha viária, não havendo, portanto, necessidade da emancipação.
                Fonte
                Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                  #68
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                  PREFEITURA DE LAMBARI D OESTE MT 59\141


                  História
                  O local onde está situado o município de Lambari D’Oeste já foi conhecido por Gleba Cerejeira, tendo sido adquirido e loteado pela família Fidelis.
                  A denominação Lambari surgiu a partir de 1956, através de Luíz Vitorazzi, um dos fundadores da localidade. Este utilizou-se de todos os recursos para dar conforto e alimento aos seus familiares e, em certa ocasião, ao derrubar uma árvore sobre um riacho encontrou enorme quantidade de peixes (lambaris), municiou-se da melhor maneira possível, e pescou o que pode. A partir dessa época o sr. Luíz Vitorazzi denominou o curso d’água de Ribeirão Lambari.
                  Algum tempo depois, a Colonizadora Rio Branco oficializou a denominação do córrego Lambari, incluindo-o nos mapas cartográficos que caracterizam esta porção territorial oestina. Por muitos anos o lugar ficou conhecido por Vilarejo do Lambari.
                  O termo D’Oeste, foi acrescentado para diferenciá-lo de outro município existente no Estado de São Paulo.
                  Formação Administrativa
                  Distrito criado com a denominação de Lambari (ex-povoado), pela Lei Estadual n.º 4.379, de 06-11-1981, subordinado ao município de Rio Branco.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Lambari figura no município de Rio Branco.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                  Elevado à categoria de município com a denominação de Lambari D’Oeste, pela Lei Estadual n.º 5.914, de 20-12-1991, desmembrado do município de Rio Branco Cáceres. Sede no atual distrito de Lambari D’Oeste (ex-Lambari). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
                  Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                  Fonte
                  Confederação Nacional de Municípios. 2011. Disponível em: http://www.cnm.org.br. Acesso em: out. 2011.Click image for larger version

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                  Última edição por FEIJAO; 16-02-20, 16:21.

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                    PREFEITURA DE RIO BRANCO MT 60\141

                    História
                    A denominação do município de Rio Branco é homenagem ao Rio Branco, curso d’água que banha a cidade e também referência à Colônia Rio Branco, implantada pelo governo do Estado numa área de 200 mil hectares, através do Decreto Lei n.º 1.598, de 22 de maio de 1953.
                    A colônia começou a partir de ações desenvolvidas por João Augusto Capilé, da Comissão de Planejamento da Produção, que buscava assentar colonos que tiveram problemas em Dourados e Jaciara.
                    Formação Administrativa
                    Distrito criado com a denominação de Rio Branco, pela Lei Estadual n.º 3.975, de 04-04-1978, subordinado ao município de Cáceres.
                    Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Rio Branco figura no município de Cáceres.
                    Elevado à categoria de município com a denominação de Rio Branco, pela Lei Estadual n.º 4.151, de 13-12-1979, desmembrado do município Cáceres. Sede no atual distrito de Rio Branco (ex-localidade). Constituído de 3 distritos: Rio Branco, Panorama e Reserva do Cabaçal, todos desmembrados do município de Cáceres. Instalado em 18-02-1981.
                    Pela Lei Estadual n.º 4.379, de 06-11-1981, é criado o distrito de Lambari (ex-povoado) e anexado ao município de Rio Branco.
                    Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 3 distritos: Rio Branco, Lambari e Reserva do Cabaçal.
                    Pela Lei Estadual n.º 5.011, de 13-05-1986, é desmembrado do município de Rio Branco o distrito de Reserva Cabaçal. Elevado à categoria de município.
                    Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Rio Branco e Lambari.
                    Pela Lei Estadual n.º 5.914, de 20-12-1991, é desmembrado do município de Rio Branco o distrito Lambari. Elevado à categoria de município com a denominação de Lambari d’Oeste.
                    Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                    Fonte
                    Rio Branco (MT). Prefeitura. 2010.

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                      PREFEITURA DE SALTO DO CÉU MT 61\141

                      ESSA CACHOEIRA E 100 METROS DA PREFEITURA TOP D MAIS

                      História
                      HISTÓRIA

                      As origens do município estão no desdobramento dos assentamentos de colonos da Colônia Rio Branco, a partir de 1960.
                      Dando prosseguimento à procura de glebas aptas para produção de cereais, João Augusto Capilé Filho, chefe da Comissão de Planejamento da Produção, penetrou em terreno de mata fechada acima do Rio Branco, tendo a impressão que entrava em região virgem, intocada, tal a imponência que apresentava a floresta. Subindo o Rio Branco, Capilé escutou o rumor de um salto. Procurou conhecê-lo e se deparou com uma enorme queda d?água. Impressionado pela altura denominou-o Salto do Céu.
                      Em homenagem à queda d?água, o lugar de assentamento dos colonos adotou o nome de Salto do Céu.
                      A chegada de João Carreiro de Sá e de Cipriano Ribeiro Sobrinho assinalou o início da ocupação da terra em Salto do Céu. Os dias de abertura foram todos árduos, pois o trabalho era feito com foice, facão e machado.
                      O município foi criado em 13 de dezembro de 1979, pela Lei nº 4.152.
                      Fonte
                      Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                        PREFEITURA DE CACERES MT 62\141

                        História
                        HISTÓRIA

                        A vila de São Luís de Cáceres foi fundada em 6 de outubro de 1778 pelo tenente de Dragões Antônio Pinto no Rego e Carvalho, por determinação do quarto governador e capitão-general da capitania de Mato Grosso, Luís de Albuquerque de Melo Pereira e Cáceres.

                        Cáceres, com o nome de Vila-Maria do Paraguai, em homenagem à rainha reinante de Portugal. No início, o povoado de Cáceres não passava de uma aldeia, centrada em torno da igrejinha de São Luiz de França. A Fazenda Jacobina destacava-se na primeira metade do século XIX por ser a maior da província de Mato Grosso em termos de área e produção. Foi lá que Sabino Vieira, chefe da Sabinada, a malograda revolução baiana, refugiou-se e veio a morrer em 1846.

                        O historiador Natalino Ferreira Mendes conta em seus livros que, em meados do século passado, Vila-Maria do Paraguai experimentou algum progresso, graças ao advento do ciclo da indústria extrativa, que tinha seus principais produtos no gado, na borracha e na ipecacuanha, o ouro negro da floresta, e à abertura da navegação fluvial.

                        As razões paraa fundação do povoado foram a necessidade de defesa e incremento da fronteira sudoeste de Mato Grosso; a comunicação entre Vila Bela da Santíssima Trindade e Cuiabá e, pelo rio Paraguai, com a capitania de São Paulo; e a fertilidade do solo no local, com abundantes recursos hídricos

                        Em 1860, Vila-Maria do Paraguai já contava com sua Câmara Municipal, mas só em 1874 foi elevada à categoria de cidade, com o nome de São Luiz de Cáceres, em homenagem ao padroeiro e ao fundador da cidade. Em 1938, o município passou a se chamar apenas Cáceres. Em fevereiro de 1883, foi assentado na Praça da Matriz, atual Barão do Rio Branco, o Marco do Jauru, comemorativo do Tratado de Madri, de 1750. Junto com a Catedral de São Luís - cuja construção teve início em 1919, mas só foi concluída em 65 -. os dois monumentos estão até hoje entre os principais atrativos turísticos da cidade.

                        A navegação pelo Rio Paraguai desenvolveu o comércio com Corumbá, Cuiabá e outras praças, e o incremento das atividades agropecuárias e extrativistas fez surgir os estabelecimentos industriais representados pelas usinas de açúcar e as charqueadas de Descalvados e Barranco Vermelho, de grande expressão em suas épocas

                        Em 1914, São Luís de Cáceres recebeu a visita do ex-presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, que participava da Expedição Roosevelt-Rondon. Conta-se que ele ficou encantado com o comércio local, cujo carro-chefe era a loja 'Ao Anjo da Ventura', de propriedade da firma José Dulce & Cia, que também era dona do vapor Etrúria. As lanchas que deixavam Cáceres com destino a Corumbá levavam poaia (ou ipecacuanha), borracha e produtos como charque e couro de animais e voltavam carregadas de mercadorias finas, como sedas, cristais e louças vindas da Europa.

                        No início de 1927, Cáceres viveu dois acontecimentos marcantes: a passagem da Coluna Prestes por seus arredores, que provocou a fuga de muitos moradores, e o pouso do hidroavião italiano Santa Maria, o primeiro a sobrevoar Mato Grosso. .

                        Apartir de 1950, as mudanças passaram a ser mais rápidas.No início dos anos 60, foi construída a ponte Marechal Rondon, sobre o rio Paraguai, que facilitou a expansão em direção ao noroeste do Estado. A chegada de uma nova leva migratória,causada pelo desenvolvimento agrícola que projetou pólo de produção no Estado e no pais, mudou o perfil de Cáceres, cuja ligação com a capital, Cuiabá, foi se intensificando à medida em que melhoravam as condições da estrada ligando as duas cidades. É nesse período que ocorre a emancipação dos novos núcleos sócios-econômicos.

                        Assim, emanciparam-se de Cáceres: o distrito de Mirassol D'Oeste, Rio Branco, Salto do Céu, Jauru, Porto Esperidião, Pontes e Lacerda, São José dos Quatro Marcos, Araputanga, Reserva do Cabaçal, Figueirópolis, Porto Estrela, Glória D'Oeste e Lambarí D'Oeste.

                        ATIVIDADES ECONÔMICAS

                        A pecuária é a principal atividade econômica da cidade, que possui um dos maiores rebanhos de gado bovino do Brasil.
                        A criação de jacaré do pantanal em cativeiro tem levado Cáceres ao mundo. No dia 01 de julho de 2008, o Primeiro e Unico Frigorifico de Jacaré da America Latina foi agraciado com o SIF - Serviço de Inspeção Sanitária, o que permitirá a comercialização da carne para todo o território nacional e para outros países.E tudo acontece em Cáceres, são 3 criatórios comerciais, um frigorifico e um curtume. A indústria do turismo vem crecendo muito nos últimos anos, destacando-se a pesca esportiva que atrai milhares de pessoas anualmente, onde no mês de setembro, é realizado o Festival Internacional de Pesca de Água Doce.

                        INFRA-ESTRUTURA

                        Nos últimos anos, Cáceres procurou estruturar-se como importante porto fluvial no contexto matogrossense, incorporando-se à política de Integração Latino-Americana, buscando a implantação do sistema de transporte intermodal, e a ligação por rodovia com a Bolívia e conseqüentemente uma saída para o Pacífico, evidenciando-se como grande opção para profundas transformações, não só para sua economia, como para Mato Grosso.

                        CLIMA

                        A temperatura média anual é de 22,6°C,o clima é mais ameno devido ao pantanal, em Julho o clima torna-se mais frio, tendo a temperatura média 19,1°C (mínimas de 13°C e máximas de 26°C). Em Janeiro é quente, a temperatura média é 26,4°C (mínimas de 22°C e máximas de 33°C), porém as temperaturas podem chegar a 40°C. Devido a massas de ar polar atlântica, em julho, as temperaturas pode chegar a 5°C. A menor temperatura feita na cidade foi de -3,5°C (1975) registrando uma forte geada e sua maior 41,8°C em 1998. As geadas são raras registrando uma a cada 5 anos. Sua precipitação é de 1370mm anuais tendo, o perido chuvoso vai de outubro a março, os demais meses o clima fica muito seco em agosto a umidade pode chegar a 10%.
                        Fonte
                        Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM, Prefeitura Municipal de Cáceres.

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                          PREFEITURA DE BARAO DE MELGACO MT 63\141

                          História
                          Barão de Melgaço
                          Mato Grosso — MT

                          Histórico

                          O primeiro nome da localidade foi Melgaço. A denominação Barão de Melgaço deve-se ao título honorífico dado ao almirante Augusto João Manoel Leverger - o Barão de Melgaço, por seus atos heróicos e suas qualidades como homem, militar e Presidente da Província de Mato Grosso.
                          O almirante Leverger notabilizou-se ao mandar erigir uma trincheira fortificada nas colinas de Melgaço, no período da Guerra do Paraguai, à margem do rio Cuiabá, para conter tropas paraguaias que estariam para invadir a capital mato-grossense. Não ocorreu a invasão, mas houve a movimentação militar levergeriana de resistência.
                          Quando o almirante Augusto Leverger foi receber o título de barão, pairavam dúvidas sobre o significado do termo Melgaço. Solicitou ao francês Boulanger, seu patrício e hábil projetista, a execução de um brasão e um diploma que lhe honrasse o título recebido. Em trecho da carta enviada com esse propósito, nos diz o Barão de próprio punho ″... peço a V. Exa. o obséquio de tratar da obtenção do diploma, brasão, etc., pois não tenho tempo nem facilidade de imaginar coisa alguma a este respeito. Ministrar-lhe-ei as seguintes verídicas informações. Não sei a significação nem a etimologia de Melgaço. É o nome de uma série de colinas que bordam o Rio Cuiabá, distante vinte léguas...' - Trecho do livro Leverger - o Bretão Cuiabanizado, de Virgílio Corrêa Filho.

                          Formação Administrativa

                          Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Santo Antônio do Rio Abaixo o distrito de Melgaço.
                          Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se Santo Antônio.
                          Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Santo Antônio passou a denominar-se Leverger o distrito de Melgaço a chamar-se Chacoré.
                          No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o distrito de Chacoré (ex-Melgaço) figura no município de Leverger (ex-Santo Antônio)
                          Pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948, o distrito de Chacoré passou a denominar-se Barão de Melgaço o município de Leverger tomou o nome de Santo Antônio do Leverger.
                          Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito Barão de Melgaço figura no município de Santo Antônio de Leverger.
                          Elevado à categoria de município com a denominação de Barão de Melgaço, pela lei estadual nº 690, de 12-12-1953, desmembrado do município de Santo Antônio de Leverger. Sede no antigo distrito no atual distrito de Barão de Melgaço (ex-Chacoré). Constituído de 2 distritos: Barão de Melgaço e Joselândia, ambos desmembrados do município de Santo Antônio de Leverger.Instalado em 13-03-1954.
                          Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Barão de Melgaço e Joselândia.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                          Alterações toponímicas distritais
                          Melgaço para Chacoré alterado, pelo decreto-lei estadual nº 545, de 13-12-1943.
                          Chacoré para Barão de Melgaço, alterado pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948.
                          Fonte
                          Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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                            PREFEITURA DE SANTO ANTONIO DO LEVEGER MT 64\141


                            História
                            Santo Antônio do Leverger
                            Mato Grosso — MT

                            Histórico

                            As origens de Santo Antônio de Leverger se ligam às de Cuiabá. A tradição popular guardou a história da imagem de Santo Antônio.
                            Uma monção, no tempo da cheia, subia o rio Cuiabá em demanda das minas de ouro descobertas por Miguel Sutil. A expedição, a duras penas, vencia as águas barrentas do rio, pois fora vítima dos índios canoeiros da tribo Guató, tendo afundadas algumas embarcações e mortos alguns homens. As canoas sobradas da refrega penetraram, certo entardecer, por uma boca de água remansosa à beira do sangradouro para o pernoite. Os paulistas refeitos na manhã seguinte aprontavam-se novamente para a labuta da viagem, quando um dos batelões ficou preso, como se estivesse encalhado num banco de areia.
                            Mesmo a força do remo e da zinga não conseguiram arrastar o batelão. A superstição tomou conta dos rudes canoeiros. Por sugestão de um deles, desembarcaram a imagem de Santo Antônio, que transportavam. O resultado não se fez esperar, pois o batelão se soltou e os paulistas puderam seguir viagem.
                            Outra monção passou por aquele lugar e quis levar a imagem de Santo Antônio. O fenômeno de impedimento da viagem se repetiu. Os paulistas levantaram, então, uma primitiva capela, que não mais existe. Era sóbria e elegantemente original.
                            O douto Barão de Melgaço coligiu informação de que o padre jesuíta Estevão de Castro, da Missão de Sant′Ana da Chapada, companheiro do superior padre Agostinho Lourenço, ambos chegados a Mato Grosso com o primeiro governador da Capitania, ali aportou a 12 de outubro de 1753. O padre Estevão de Castro encontrou no lugar uma povoação, com uma capela sob a invocação de Santo Antônio, e seus moradores dedicando-se à pesca e lavoura de subsistência.
                            Além do orago, o nome da cidade também homenageia Augusto João Manoel Leverger - o Barão de Melgaço, francês de nascimento, e que dedicou grande parte de sua vida às causas de Mato Grosso, tendo sido presidente da Província por várias vezes. Augusto Leverger foi um bravo comandante e defensor do solo mato-grossense, por ocasião da Guerra do Paraguai.

                            Formação Administrativa

                            Distrito criado com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei provincial nº 11, de 26-08-1835.
                            Elevado à categoria de vila com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei estadual nº 22, de -04-07-1890, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no antigo distrito de Santo Antônio do Rio Abaixo. Constituído do distrito sede. Instalado em 13-06-1900.
                            Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.
                            Elevado à condição de cidade com a denominação de Santo Antônio do Rio Abaixo, pela lei estadual nº 1023, de 2-09-1929.
                            Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
                            Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aprece constituído de 3 distritos: Santo Antônio do Rio Abaixo, Melgaço e Santo Antônio da Barra.
                            Pela lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se simplesmente Santo Antonio. A lei acima citada altera a denominação do distrito de Santo Antônio da Barra para Joselândia.
                            No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio (ex-Santo Antônio do Rio Abaixo), Joselândia e Melgaço.
                            Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Santo Antônio passou a denominar-se Leverger o distrito de Melgaço a chamar-se Chacororé.
                            No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Leverger (ex-Santo Antônio), Chacororé (ex-Melgaço) e Joselândia.
                            Pela lei estadual nº 132, de 30-09-1948, o município de Leverger tomou a denominação de Santo Antônio do Leverger.
                            Pela lei estadual nº 139, de 30-09-1948, o distrito de Chacororé tomou o nome de Barão de Melgaço.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio do Leverger (ex-Leverger), Barão de Melgaço (ex-Chacororé) e Joselândia.
                            Pela lei nº 690, de 12-12-1953, desmembra do município de Santo Antônio de Leverger os distritos de Barão de Melgaço e Joselândia, para constituir o novo município de Barão de Melgaço.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído do distrito sede.
                            Pela lei estadual nº 1122, de 17-10-1958, é criado o distrito de Engenho Velho e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.
                            Pela lei estadual nº 1178, de 17-12-1958, é criado o distrito de Mimoso e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Santo Antônio de Leverger, Engenho Velho e Mimoso.
                            Pela lei estadual nº 2096, 20-12-1963, é criado o distrito de Palmeiras e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.
                            Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Santo Antônio de Leverger, Engenho Velho, Mimoso e Palmeiras.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
                            Pela lei estadual nº 4200, de 16-06-1980, e criado o distrito de Varginha e anexado ao município de Santo Antônio do Leverger.
                            Pela lei estadual nº 4383, de 16-11-1981, o distrito de Palmeiras tomou a denominação de Caité.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 5 distritos: Santo Antônio de Leverger, Caité (ex-Palmeiras), Engenho Velho, Mimoso e Varginha.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                            Alterações toponímicas municipais
                            Santo Antônio do Rio Abaixo para Santo Antônio, alterado pela lei estadual nº 208, de 26-10-1938, o município de Santo Antônio do Rio Abaixo passou a denominar-se simplesmente Santo Antonio.
                            Santo Antônio para Leverger, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
                            Fonte
                            Confederação Nacional de Municípios <www.cnm.org.br>

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                              #74
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                              PREFEITURA DE VARZEA GRANDE MT 65\141


                              História
                              A cidade de Várzea Grande nasceu da doação de uma sesmaria aos índios Guanás - hábeis canoeiros e pescadores - em 1832 por parte do Governo Imperial. Foi caminho obrigatório das boiadas que vinham de Rosário do Rio Acima (hoje Rosário Oeste) em busca de Cuiabá.
                              Contudo, segundo a história tradicional, sua fundação está intimamente ligada ao acampamento militar construído durante a guerra com o Paraguai, supostamente nas imediações do atual centro da cidade - o Acampamento Couto Magalhães. No entanto, este acampamento militar que dava suporte à capital do estado durante a guerra, e que foi estabelecido a 15 de Maio de 1867, pelo General José Vieira Couto de Magalhães, se localizava na margem esquerda do Rio Cuiabá, ou seja, do lado da cidade de Cuiabá, próximo da barra do rio Coxipó.
                              Formação Administrativa
                              Distrito criado com a denominação de Várzea Grande, pela Lei Estadual n.º 145, de 08-04-1896, subordinado ao município de Cuiabá.
                              Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Várzea Grande figura no município de Cuiabá.
                              Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o distrito de Várzea Grande permanece no município de Cuiabá.
                              Assim permanecendo no quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943.
                              Elevado à categoria de município com a denominação de Várzea Grande, pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, desmembrado do município de Cuiabá e Nossa Senhora do Livramento. Sede no antigo distrito de Várzea Grande. Constituído do distrito sede. Instalado em 27-07-1949.
                              Pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, é criado o distrito de Bom Sucesso (ex-povoado) e anexado ao município de Várzea Grande.
                              Pela Lei Estadual n.º 370, de 31-07-1954, o distrito de Passagem Conceição foi transferido do município de Cuiabá para o de Várzea Grande.
                              Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Várzea Grande, Bom Sucesso e Passagem da Conceição.
                              Pela Lei Estadual n.º 2.131, de 21-01-1964, é criado o distrito de Porto Velho e anexado ao município de Várzea Grande.
                              Pela Lei Estadual n.º 3.701, de 14-05-1976, é criado o distrito de Capão Grande e anexado ao município de Várzea Grande.
                              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 5 distritos: Várzea Grande, Bom Sucesso, Capão Grande, Passagem da Conceição e Porto Velho.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                              Fonte
                              Várzea Grande (MT). Prefeitura. 2013. Disponível em: http://www.varzeagrande.mt.gov.br. Acesso em: maio 2013.

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                                #75
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                                PREFEITURA DE CUIABA MT 66\141


                                Palácio do governo em Cuiabá (MT) - 1968
                                Palácio do governo em Cuiabá (MT) - 1968
                                Palácio do governo em Cuiabá (MT) - 1968
                                História
                                A cidade de Cuiabá foi fundada oficialmente no dia 08 de Abril de 1719.
                                A história registra que os primeiros indícios de Bandeirantes paulistas na região, onde hoje fica a cidade, datam de 1673 e 1682, quando da passagem do bandeirante Manoel de Campos Bicudo pela região. Ele fundou o primeiro povoado da região, no ponto onde o rio Coxipó deságua no rio Cuiabá, localidade batizada de São Gonçalo.
                                Em 1718, chega ao local, já abandonado, a bandeira do paulista de Sorocaba, Pascoal Moreira Cabral, que depois de uma batalha perdida para os índios coxiponés, viu-se compensado pela descoberta de ouro, passando a se dedicar ao garimpo.
                                Em 08 de Abril de 1719, Pascoal Moreira Cabral assina a ata da fundação de Cuiabá, no local conhecido como Forquilha, às margens do rio Coxipó. Foi a forma encontrada para garantir os direitos pela descoberta à Capitania de São Paulo. Em 1726, chega à região o capitão-general governador da Capitania de São Paulo, Rodrigo César de Menezes, como representante do Reino de Portugal. No dia 1º de janeiro de 1727, Cuiabá é elevada à categoria de vila, com o nome de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.
                                Rapidamente, contudo, as lavras de ouro se mostraram menores que o esperado, o que acarretou o abandono do local por parte da população. Mas, um século depois de sua fundação, Cuiabá foi alçada à condição de cidade em 17 de setembro de 1818, e tornou-se a capital da então província de Mato Grosso no dia 28 de agosto de 1835 (antes a capital da província era Vila Bela da Santíssima Trindade).
                                Há várias versões para a origem do nome Cuiabá. Uma delas é de que o nome tem origem na palavra bororo Ikuiapá que significa “lugar da Ikuia” (ikuia: flecha-arpão, flecha para pescar, feita de uma espécie de cana brava; pá: lugar), o nome designa uma localidade onde os índios bororos costumavam caçar e pescar, no córrego da Prainha (que corta a área central de Cuiabá). Outra explicação possível é a de que Cuiabá seria uma aglutinação de Kyyaverá (que em guarani significa ‘rio de lontra brilhante’). Uma terceira hipótese conta que a origem da palavra está no fato de existirem árvores produtoras de cuia à beira do rio e que Cuiabá significaria “rio criador de vasilha”. Há ainda outras versões menos embasadas historicamente, que mais se aproximam de lenda do que de fatos.
                                Formação Administrativa
                                Distrito criado com a denominação de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, por Provisão Régia de 1722.
                                Elevado à categoria de município com a denominação de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, em 1726. Sede na antiga vila de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Instalado em 01-01-1727.
                                Por Alvará de 28-09-1814, é criado o distrito de Chapada e anexado ao município de Vila Real do Senhor Bom Jesus de Cuiabá.
                                Elevado à condição de cidade com a denominação de Cuiabá, Carta de Lei de 17-09-1818.
                                Pelo Decreto n.º 30, de 26-08-1833, é criado o distrito de Brotas e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pela Lei Provincial n.º 07-08-1835, é criado o distrito de São Gonçalo e anexado ao município de Cuiabá.
                                Por Alvará de 1820, e pela Lei Provisional n.° 19, de 28-08-1835, foi declarada Capital da Província de Mato Grosso.
                                Pela Lei Estadual n.º 145, de 08-04-1896, é criado o distrito de Várzea Grande e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pelas Leis n.ºs 211, de 10-05-1899 e 387, de 12-04-1904, é criado o distrito de Registro do Araguaia e anexado ao município de Cuiabá.
                                Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 8 distritos: Cuibá, Brotas, Chapada, Guia, Registro do Araguaia, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
                                Pela Lei Estadual n.º 636, de 08-07-1913, é desmembrado do município de Cuibá, o distrito de Registro do Araguaia. Elevado à categoria de município.
                                Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município é constituído de 7 distritos: Cuiabá, Brotas, Chapada, Guia, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
                                Pela Resolução Estadual n.º 814, de 08-10-1920, foram criados os distritos de Coronel Ponce (ex-povoado de Capim Branco), e Rondonópolis e anexados ao município de Cuiabá.
                                Pela Lei Estadual n.º 892, de 13-07-1923, é criado o distrito de Passagem da Conceição e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pela Lei Estadual n.º 1.064, de 30-06-1930, é criado o distrito de Aldeia e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pelo Decreto Estadual n.º 131, de 16-02-1932, é criado o distrito de Poxoréo e anexado ao município de Cuiabá.
                                Em divisão administrativa de 1933, o município é constituído de 12 distritos: Cuiabá, Aldeia, Brotas, Chapada, Coronel Ponce, Guia, Passagem da Conceição, Poxoréo, Rondonópolis, São Gonçalo, Sé e Várzea Grande.
                                Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 13 distritos: Cuiabá, Aldeia, Brotas, Chapada, Coronel Ponce, Coxipó da Ponte, Guia, Passagem da Conceição, Poxoréu, Rondonópolis, São Gonçalo, Serra da Jibóia e Várzea Grande. Não figurando o distrito de Sé.
                                Pelo Decreto-lei Estadual n.º 145, de 29-03-1938, é criado o distrito de Coxipó do Ouro e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pelo Decreto-lei Estadual n.º 208, de 26-10-1938, são desmembrados do município de Cuiabá os distritos de Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra (ex-Serra da Jibóia) e Rondonópolis, para constituir o novo município de Poxoréo. O Decreto-lei acima citado altera a denominação dos distritos de Aldeia e Serra da Jibóia, respectivamente, para Alegrete e Ponte de Pedra.
                                Pela Lei Estadual n.º 209, de 02-12-1948, é criado o distrito de Jangada (ex-povoado), com território desmembrado do distrito de Engenho e anexado ao município de Cuiabá.
                                No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 9 distritos: Cuiabá, Alegrete (ex-Aldeia), Brotas, Chapada, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Guia, Passagem da Conceição e Várzea Grande. Não figurando o distrito de São Gonaçalo.
                                Pelo Decreto-lei Estadual n.º 545, de 31-12-1943, os distritos de Brotas, Chapada e Alegrete tomaram a denominação, respectivamente, de Acorizal, Chapada dos Guimarães e Engenho.
                                Pela Lei Estadual n.º 126, de 23-09-1948, é desmembrado do município de Cuiabá o distrito de Várzea Grande. Elevado à categoria de município.
                                Pela Lei Estadual n.º 209, de 02-12-1948, é criado o distrito de Jangada (ex-povoado), com território desmembrado do distrito de Engenho e anexado ao município de Cuiabá.
                                Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 9 distritos: Cuiabá, Acorizal (ex-Brotas), Chapada dos Guimarães (ex-Chapada), Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Engenho (ex-Alegrete) Guia, Jangada e Passagem da Conceição.
                                Pela Lei Estadual n.º 691, de 12-12-1953, é desmembrado do município de Cuiabá os distritos Acorizal, Engenho e Jangada, para constituir o novo município de Acorizal.
                                Pela Lei Estadual n.º 694, de 12-12-1953, é criado o distrito de São José da Serra (ex-povoado) e anexado ao município de Cuiabá.
                                Pela Lei Estadual n.º 701, de 15-12-1953, é desmembrado do município de Cuiabá o distrito de Chapada do Guimarães. Elevado à categoria de município.
                                Pela Lei Estadual n.º 370, de 31-07-1954, é transferido o distrito de Passagem da Conceição do município de Cuiabá para o de Várzea Grande.
                                Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 5 distritos: Cuiabá, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro, Guia e São José da Serra.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
                                Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 4 distritos: Cuiabá, Coxipó da Ponte, Coxipo do Ouro e Guia.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                                Fonte
                                Cuiabá (MT). Prefeitura. 2014. Disponível em: http://www.cuiaba.mt.gov.br. Acesso em: jan. 2014.
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