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  • FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Jun 2017
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    #46
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    Prefeitura de Campos de Julio MT -37/141

    História
    HISTÓRIA

    Esta àrea, antes de ser colonizada, foi povoada pelos índios Nambikwára e pelos Ená-wenê-nawê, embora, atualmente, não haja área indigena nos limites do município.
    O início da colonização deu-se através da atuação de Valdir Massuti, que trouxe à região, na década de 80, dezenas de famílias sulistas. Formou-se um povoado, tendo a sua volta milhares de hectares de plantações de soja, a economia que sustenta a região.
    A Lei Estadual nº 5.000, de 13 de maio de 1986, criou o distrito de Campos de Júlio, sancionada pelo governador Júlio José de Campos. A Lei Estadual nº 6.561, de 28 de novembro de 1994, criou o município de Campos de Júlio, o desmembrando do município de Comodoro.

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      • Jun 2017
      • 78

      #47
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      Prefeitura de Comodoro MT - 38/141

      História
      HISTÓRIA

      Sendo um Município de grandes dimensões, Comodoro era habitada por uma antiga aldeia dos índios Nambikwára, as terras do atual Município, assim foram desbravadas pela comissão de Rondon e iniciou o povoamento graças aos incentivos fiscais, empréstimos e programas do Governo Federal. Em 1983, José Carlos Piovezan. dono de extensa área de terras na região, organizou uma empresa imobiliária com fins de loteamento. Surgiu então Comodoro, que, em 1985, foi elevado a Distrito. Em 1986, foi criado o Município, desmenbrando-se de Vila Bela da Santíssima Trindade.

      ECONOMIA

      Com o declínio do ciclo da madeira, o agronegócio ganha importância crescente na economia do município, ocupando uma área total de aproximadamente 300 mil hectares com lavouras e pastagens.

      Agricultura
      A produção de soja, principal produto agrícola cultivado no município ocupa uma área em torno de 40 mil hectares (2007), com uma produtividade média de três mil quilos por hectare, a cultura tem excelentes perspectivas de desenvolvimento para os próximos anos contando com a integração lavoura-pecuária e abertura de novas área de plantio. As Plantações e arroz, milho, feijão e café ocupam outros 10 mil hectares.

      Pecuária
      Comodoro tem um rebanho bovino de corte estimado em 300 mil cabeças, e aproximadamente 20 mil vacas em lactação ? produzindo cerca de seis milhões de litros de leite/ano (Dados de 2006 ? Fonte SEMDER ? Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural), ocupando uma área em torno de 250 mil hectares com pastagens.

      Estrutura Fundiária
      Da área de 2.174.300 há, 1.348.066 há formam as reservas Indígenas Nambiquara, Vale do Guaporé e Enáwené-Nawê ? totalizando 61% do território municipal. São 934.865,85 disponíveis para exploração econômica: 61.450 há. de agricultura, 250 mil há. de pastagens, e 81.504 há. ocupados por 1.300 assentados em sete projetos do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

      Indústria, Comércio e Serviços
      O setor de indústria, comércio e serviços é responsável pela maioria dos empregos gerados no município. São 141 estabelecimentos comerciais; 111 empresas de serviços; 03 agências bancárias e 36 pequenas e médias indústrias.

      Turismo
      O desenvolvimento do turismo é considerado estratégico pela administração municipal que vem apoiando a realização de eventos como feira agropecuária e festa do peão, festivais de pesca, festival da canção e carnaval de rua, e investindo na implantação de uma infra-estrutura que possibilite a exploração do potencial natural do município para o eco-turismo.Click image for larger version

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        • Jun 2017
        • 78

        #48
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        Prefeitura de Brasnorte MT -39/141

        História
        HISTÓRIA DO MUNICÍPIO

        Em 1967, iniciou-se o desenvolvimento de um projeto agropecuário com recursos advindos da SUDAM ? Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, numa área de propriedade das Casas Anglo Brasileiras ? de São Paulo. Posteriormente parte desta área foi vendida ao Grupo Roderjan sendo desmembrada em 1974. Entretanto, a tomada de posse em definitivo de Brasnorte teve início em 1978 através da Colonizadora Brasnorte ? de Nelson Vetorello, que vendia lotes urbanos e rurais e adquiriu parte das terras que hoje constitui a zona urbana do Município e o antigo Grupo Roderjan, o qual era proprietário das terras, ficou com uma parte que foi transformada na Fazenda Cravari.

        Os primeiros trabalhadores do nosso município vieram da região Oeste do Paraná, os quais, em sua grande maioria, residiam em cidades e zonas rurais que foram inundadas pelas águas do Rio Paraná, por ocasião do fechamento das comportas da Usina de Itaipu e, a partir daí brasileiros de diversas partes do país aceitaram a proposta de viverem em Brasnorte.

        O nome sugestivo de Brasnorte teve origem na brasilidade de um povo que iria fazer vibrar a região. Nesse tempo acontecia a divisão de Estado, nascendo Mato Grosso do Sul e a decisão de fazer de Mato Grosso um grande Estado, norteava as atividades colonizadoras da empresa Brasil-Norte: BRASNORTE.
        Quanto a colonização sabe-se que Adão Bueno chegou a 1o de agosto de 1978, inaugurando o lugar e Adão Passamani, técnico em agropecuária, assentou um acampamento na margem esquerda do Rio Cravari a 22 do mesmo mês, base de operação de uma estrada pioneira para Brasnorte. A 25 de outubro do mesmo ano, Luiz Barbosa chegou em Brasnorte disposto a se radicar e a prosperar no lugar.

        As primeiras casas foram construídas com madeira subida em balsa pelo Rio do Sangue e Cravari, oriunda da serraria Adolfo Cortese.

        A família Bianchini construiu a primeira serraria em Brasnorte, em 1979.
        No mesmo ano, a 27 de maio, o padre José Mathias Orth, celebrou a primeira missa em Brasnorte. E o mesmo padre tomou a iniciativa de criar a primeira escola, numa garagem de carro, com 13 alunos. Pierina Dani Polinski foi a primeira Professora, a qual exercia todos os cargos da escola: professora, diretora, merendeira e servente.

        A região de Brasnorte sempre pertenceu ao município de Diamantino e a Lei n º 4.239, de 4 de novembro de 1980, criou o Distrito de Brasnorte. Sua instalação foi executada pelo Juiz da Comarca de Diamantino, Dr. Manoel Ribeiro Filho, nas dependências da Escola Estadual Ewaldo Meyer Roderjan.

        A 15 de dezembro de 1980, o Sr. Ezequias Vicente da Silva, foi nomeado Oficial do Cartório de Registro Civil e Tabelionato do novo Distrito.

        A comunidade se movimentou e criou a Comissão Representativa do Povo de Brasnorte, que objetivava alcançar benefícios para o Distrito. Destas ações resultaram a Exatoria Estadual de Rendas, Escritório da EMATER, Unidade Postal, Posto de Saúde e outros bons frutos.

        A 15 de novembro de 1982, foram realizadas eleições municipais em todo Estado e o Distrito de Brasnorte, demonstrando seu poderio político dentro da jurisdição do imenso município de Diamantino, elegeu para Vice-Prefeito, Sr. Ezequias Vicente da Silva.

        Esta ação, verdadeiramente política, trouxe benefícios ao lugar, pois com a vice-prefeitura vieram o auxílio para instalação da rede elétrica, patrolamento de ruas através da DERMAT, arborização da Avenida Paraná - principal artéria do antigo distrito, construção de cinco escolas rurais e a instalação de uma sala cirúrgica para o Posto de Saúde.

        O Distrito cresceu ordenadamente e novamente se uniu a comunidade, desta feita objetivando a emancipação política. A notável reunião ocorreu no interior do Salão Paroquial de Brasnorte, sob a liderança de Ezequias Vicente da Silva, na qual foi elaborado um projeto, com exposição de motivos para convencer o Parlamentar Estadual da viabilidade emancipatória do lugar.

        A Lei n º 5.047, de 05 de setembro de 1986, de autoria dos Deputados Oscar Ribeiro, Roberto Cruz e Joaquim Sucena, criou o município

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          • Jun 2017
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          #49
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          Prefeitura de Juara MT - 40/141

          História
          Juara
          Mato Grosso - MT

          Histórico

          O primeiro nome da localidade foi Gleba Taquaral, dada pela SIBAL - Sociedade Imobiliária da Bacia Amazônica, em 1971.
          Posteriormente, em 1972, foi elaborada uma lista de nomes por José Pedro Dias: o Zé Paraná, Antonio Pereira Braga Sobrinho, Vilmo Peagudo de Freitas, José Martins de França e José Olavo Girardis Gonçalves, que eram diretores da SIBAL e estavam no escritório da companhia na Rua Joaquim Murtinho, em Cuiabá. Foi escolhida a denominação Juara, dada por José Olavo Girardis Gonçalves. Segundo depoimento de José Pedro Dias, o Zé Paraná, experimentado colonizador mato-grossense, a sugestão foi inspirada num livro sobre índios da região amazônica.
          Com o passar dos tempos a comunidade preocupou-se em saber o significado da palavra Juara. Desta forma, surgiram duas versões para a origem do nome: uma, que o nome se originou da junção dos nomes dos rios Juruena e Arinos, formando a palavra 'Juarinos', posteriormente simplificada para Juara; a outra que Juara é palavra de origem tupi, e termo usado em tribo amazônica, significando 'menina-moça'.
          Em 25 de julho de 1974, Dom Henrique Froehlich, então Bispo de Diamantino, celebrou solenemente uma missa no patrimônio de Juara.

          Formação Administrativa

          Distrito criado com a denominação de Juara, pela lei municipal de 3735, de 04-06-1976, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.
          Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Juara permanece no município de Porto de Gaúchos.
          Elevado à categoria de município com a denominação de Juara, pela lei estadual nº 4349, de 23-09-1981, desmembrado de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Juara (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1981.
          Em divisão territorial datada de 1988.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1997.
          Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído de 4 distritos: Juara, Águas Clara, Catuaí e Paranorte.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
          Fonte

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            • Jun 2017
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            #50
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            Prefeitura de Novo Horizonte do Norte MT 41/141


            História
            Novo Horizonte do Norte
            Mato Grosso - MT

            Histórico

            A origem do município Novo Horizonte do Norte reside na Imobiliária Mato Grosso Ltda. - Imagrol, de José Kara José. O primeiro cidadão a chegar em Novo Horizonte foi Sebastião Martins, caçador de onças, pouco tempo antes da localidade ser colonizada.
            Em 21 de agosto de 1968, a Imagrol deu início à colonização, instalando um escritório de venda de terras em Maringá, norte do Estado do Paraná. De lá veio grande parte das famílias pioneiras.
            José Kara José se limitou a vender os lotes de terras, destinar uma parte para o patrimônio público, e dar nome ao lugar - Novo Horizonte. Os colonos teriam de progredir por si mesmos. Não havia meios de transporte, comunicação, médico. Para compra de gêneros alimentícios as famílias rumavam a Porto dos Gaúchos, onde se abasteciam. Na época de chuvas o rio Mestre Falcão ficava alagado e a travessia tinha que ser de barco.
            Condoendo-se do sofrimento dos colonos sem respaldo da firma, o pároco de Porto dos Gaúchos, padre. Ghunter mudou-se para Novo Horizonte, ajudado por opanistas da Operação Anchieta. O padre se pôs à disposição dos doentes e ajudava nos trabalhos utilizando o veículo da paróquia. A cooperação entre os moradores do núcleo e colonos foi responsável pelo desenvolvimento da localidade.

            Formação Administrativa

            Distrito criado com a denominação de Novo Horizonte, pela lei estadual nº 3718, de 31-05-1976, subordinado ao município de Porto dos Gaúchos.
            Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Novo Horizonte figura no município de Porto Gaúcho.
            Elevado à categoria de município com a denominação de Novo Horizonte do Norte, pela lei estadual nº 5.013, de 13-05-1986, desmembrado do município de Porto dos Gaúchos. Sede no atual distrito de Novo Horizonte do Norte (ex-Novo Horizonte). Constituído do distrito sede. Instalado em 31-12-1986.
            Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

            Alteração toponímica distrital
            Novo Horizonte para Novo Horizonte do Norte, alterado pela lei estadual nº 5.013, de 13-05-1986.

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              • 78

              #51
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              Prefeitura de Porto Dos Gaúchos MT - 42/141

              História
              Porto dos Gaúchos
              Mato Grosso - MT

              Histórico

              Porto dos Gaúchos tem origem na empresa CONOMALI - Colonizadora Noroeste Matogrossense S/A, que na década de cinquenta era sediada em Santa Rosa, no Estado do Rio Grande do Sul. A iniciativa da empresa era fruto do esforço colonizador do Estado de Mato Grosso, na década de cinquenta.
              A fundação de Porto dos Gaúchos foi historicamente marcada por uma Ata escrita no próprio local, em 03 de maio de 1955, seis quilômetros acima da barra do ribeirão Mestre Falcão, no rio Arinos. O ato foi presidido pelo gaúcho Guilherme Meyer. A localidade era também conhecida, popularmente, como Gleba Arinos. Era pioneira nesse rio.
              A denominação Porto dos Gaúchos efetivou-se em função de que os formadores do núcleo que originou o atual município provinham do Estado do Rio Grande do Sul - os gaúchos. E, obviamente, pelo porto de chegada ao núcleo, no rio Arinos, único meio de acesso. Só mais tarde se procedeu, lentamente, a abertura da estrada pela margem direita do rio Arinos.

              Formação Administrativa

              Elevado à categoria de município com a denominação de Porto dos Gaúchos, pela lei estadual nº 1945, de 11-11-1963, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de Porto dos Gaúchos (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-05-1965.
              Pela lei estadual nº 3718, de 31-05-1976, é criado o distrito de Novo Horizonte e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
              Pela lei municipal de 3735, de 04-06-1976, é criado o distrito de Juara e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Porto dos Gaúchos, Juara e Novo Horizonte.
              Pela lei estadual nº 4349, de 23-09-1981, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Juara. Elevado à categoria de município.
              Pela lei estadual nº 5013, de 13-05-1986, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Novo Horizonte. Elevado à categoria de município com a denominação de Novo Horizonte do Norte.
              Pela lei estadual nº 5093, de 16-12-1986, é criado o distrito de Tabaporã e anexado ao município de Porto dos Gaúchos.
              Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Porto dos Gaúchos.
              Pela lei estadual nº 5913, de 20-12-1991, desmembra do município de Porto dos Gaúchos o distrito de Tabaporã. Elevado á categoria de município.
              Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído do distrito sede.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

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                • 78

                #52
                Click image for larger version

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                Prefeitura de Itanhanga MT -43/141



                História
                Itanhangá
                Mato Grosso - MT

                Histórico

                O município foi criado através da lei estadual nº 7.266, de 29 de março de 2000, de autoria do deputado José Riva, com desmembramento do município de Tapurah. Itanhangá não teve eleição municipal em 03 de outubro para escolha de prefeito do município como nos municípios de Ipiranga do Norte e Boa Esperança do Norte.
                É antiga a reivindicação da comunidade em tornar-se município emancipado. Porém nos últimos anos este ideal tornou-se mais forte.
                Em 19 de junho de 1999, reuniram-se no salão comunitário localizado no centro da Agrovila União da Vitória, os principais líderes da localidade com o objetivo de formar uma comissão provisória Pró-Emancipação do Projeto de Assentamento Itanhangá.
                Pronunciaram-se líderes das comunidades de Monte Alto, Simione, Cruzeiro e AnaTerra. A diretoria da Comissão contou com os seguintes nomes: Reinaldo Tirloni, Eliseu Oliveira, Josino Macedo da Luz, Osório Teixeira dos Passos, Onorino Tendelio, Leonir Casoril, Silvestre Kaminski, Erasmo Zufo e tantos outros.
                O ofício nº 057/00, assinado pelo Desembargador Orlando de Almeida Perri, presidente do TRE/MT, ao deputado José Riva, presidente da Assembléia Legislativa, comunicou a homologação do resultado da consulta plebiscitária realizada em Itanhangá no dia 19 de março de 2000, com resultado favorável.
                A denominação Itanhangá, foi avaliada pela comunidade e acatada por aclamação na terceira reunião para escolha da comissão Pró-Emancipação.
                Em documento encaminhado à Assembléia Legislativa de Mato Grosso, a comunidade empresarial de Itanhangá mostrou sua força com uma relação de empresas que investem e acreditam no lugar, dentre as quais a Madeireira São José Tirloni e Cia. Madeireira Agrovila, Cooperativa Desenvolvimento Agro Industrial de Tapurah, Valdir Hennig, Madereira Sandeski, Ind. Com. Madeiras CZV Ltda., Associação dos Produtores Rurais de Itanhangá, Adão de Melo, M.L. Vinancio Madeiras, Silvia A. Mad. Agropecuária, e tantas outras empresas.

                Formação Administrativa

                Elevado à categoria de município com a denominação Itanhangá, pela lei estadual nº 7266, de 29-03-2000, desmembrado do município de Tapurah. Sede no atual distrito de Itanhangá (ex-localidade). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-2005.
                Em divisão territorial datada de 2005, o município é constituído do distrito sede.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                Arquivos Anexos

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                  #53
                  Click image for larger version

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                  PREFEITURA DE NOVA LACERDA MT 44\141
                  ( SEM FACHADA INDETIFICANDO)


                  História
                  HISTÓRIA

                  O topônimo Nova Lacerda é homenagem ao advogado e político José Lacerda, natural de tradicional família de Cáceres, em Mato Grosso. A denominação da cidade foi dada pelo paraguaio Rafael Villalva, pioneiro da localidade.

                  O termo 'Nova' foi acrescentado para diferenciá-lo do topônimo Pontes e Lacerda, município vizinho, comumente chamado de Lacerda pelos viajantes e pelos moradores do lugar, e não pelo nome completo Pontes e Lacerda.

                  O município de Nova Lacerda foi criado através da Lei Estadual nº 6.722, de 26 de dezembro de 1995, com território desmembrado dos municípios de Comodoro e Vila Bela da Santíssima Trindade.
                  Fonte
                  Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
                  Última edição por FEIJAO; 10-02-19, 10:03.

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                    #54
                    Click image for larger version

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                    PREFEITURA DE CONQUISTA D OESTE 45\141


                    História
                    HISTÓRIA

                    O municipio de Conquista D`Oeste foi criado a partir da Lei Estadual nº 7.233, de 28 de dezembro de 1999, de autoria do deputado José Riva, com território desmembrado do município de Pontes e Lacerda.

                    O núcleo que deu origem ao atual município desenvolveu-se numa região distante 100 kms do município-mãe, Pontes e Lacerda, daí a dificuldade dos moradores da localidade e também, da própria prefeitura em manter em dia as necessidades essenciais de um povoado, tais como conservação de estradas e destinação de verbas para os setores de saúde e educação.

                    No período da emancipação política e administrativa a própria prefeitura de Pontes e Lacerda se empenhou no desmembramento do seu antigo distrito, já que em documento de 13 de outubro de 1999, o prefeito da cidade demonstrou seu apoio a importância da realização de uma consulta plebiscitária.

                    O mesmo procedimento veio do vereador e presidente da Câmara municipal de Pontes e Lacerda, Francisco Martins de Souza Filho. Nesta mesma época o empresário Walmir Guse doou terreno ao futuro município (para construção dos prédios da Câmara e da Prefeitura Municipal).
                    Na primeira eleição municipal da localidade, em 3 de outubro de 2000, foi escolhido para comandar o executivo o sr. Walmir Guse, um benemérito do lugar.

                    O nome da cidade, Conquista D`Oeste, representa o ideal de um povo que conquistou o espaço que ocupa, com muito esforço e dedicação ao futuro do lugar. O termo D`Oeste localiza geograficamente o ponto em que está assentado o território municipal.
                    Fonte
                    Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM
                    Última edição por FEIJAO; 10-02-19, 10:04.

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                      PREFEITURA DE PONTES E LACERDA 46\141

                      História
                      HISTÓRIA

                      A região onde hoje situa-se o município de Pontes e Lacerda era inicialmente habitada por índios, representados pelos Nambikwara, onde, atualmente cerca de 71 índios vivem na Terra Indígena Sararé, uma área de 67.420 hectares.

                      A origem do nome remete ao ano de 1784, quando dois cartógrafos e astrônomos formados pela Universidade de Coimbra, Portugal, desenharam os primeiros esboços da carta geográfica dos rios das bacias Amazônica e do Prata. Eram Antonio Pires da Silva Pontes, um mineiro, e Francisco José de Lacerda e Almeida, um paulista.

                      Em 1906, foi contruído o Posto Telegráfico de Pontes e Lacerda pela Comissão Rondon.

                      Até 1976, Pontes e Lacerda era um aglomerado pertencente à cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, tornando-se um distrito desta àquele ano, através da Lei Estadual 3.813. Finalmente em 1979, através da lei estadual 4.167, foi criado o município de Pontes e Lacerda, desmembrando para si parte do território pertencente à Vila Bela da Santíssima Trindade.

                      ECONOMIA

                      A econôoia de Pontes e Lacerda está baseada na produção de bovinos de leite e de corte, com mais de 656.000 cabeças e é um dos maiores exportadores de carne do Mato Grosso, sendo detentor das primeiras colocações no ranking de qualidade genética do Brasil, e de produção de látex de seringueira (heveicultura), com processamento do produto in natura. A onivocultura também é fator preponderante da economia Pontes-lacerdense seguida da piscicultura.
                      Fonte
                      Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                        PREFEITURAS DE MT VILA BELA DA SANTÍSSIMA TRINDADE 47\141


                        História
                        Primeira capital de Mato Grosso, a pequena Vila Bela da Santíssima Trindade é um dos municípios com maior potencial turístico de Mato Grosso.

                        No centro de Vila Bela , estão as ruínas de uma catedral do período colonial. Ela é um símbolo da cidade e constitui o marco de uma história que começa em 1752 . Naquela época, a descoberta de riquezas minerais na região do Rio Guaporé, fez com que Portugal se apressasse em povoá-la, temendo que os vizinhos espanhóis fizessem o mesmo. Foi então criada a Capitania de Mato Grosso e sua capital instalada em 19 de março de 1752, com o nome de Vila Bela da Santíssima Trindade.

                        Enquanto foi capital, a cidade obteve um progresso muito grande devido aos investimentos em infra-estrutura e incentivos fiscais para os novos moradores. No entanto, as dificuldades de povoar a região (distância, doenças, falta de rotas comerciais) e o estabelecimento de um importante centro comercial em Cuiabá acabaram forçando a transferência da capital, em 1835. Como uma cidade qualquer, Vila Bela não resistiria. Os moradores abandonaram a região, deixando casas, estabelecimentos comerciais e escravos para trás. Num dos episódios mais fascinantes de toda essa história, são estes escravos abandonados que garantem a sobrevivência da cidade, constituindo no local uma comunidade negra forte, unida e fiel às suas tradições.
                        Fonte
                        Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                          PREFEITURA VALE DE SAO DOMINGOS MT 48\141


                          História
                          Vale de São Domingos, município criado em 28 de dezembro de 1999, desmenbrado do município de Pontes e Lacerda.

                          O município de Vale de São Domingos, limita-se ao norte com Tangará da Serra, a Oeste com Pontes e Lacerda a Leste com Jauru.
                          Fonte
                          Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário Estatístico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos Municípios-AMM

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                            PREFEITURA DE JAURU MT 49\141


                            História
                            HISTÓRIA

                            O nome Jauru é referência ao Rio Jauru, que banha o território do município e deságua no Rio Paraguai. O Rio Jauru tem seu nome inscrito na história da América, registrando-se em seu leito a presença de expedições castelhanas, no século XVI que o denominavam de Jauru. Também serviu de limite entre os reinos de Portugal e Espanha, assim definido pelo Tratado de Madrid em 1750.
                            A colonização do território que abriga o município de Jauru começou nos primeiros anos da década de cinquenta. Neste período a Companhia de Terras Sul Brasil adquiriu área de 250 mil hectares, no município de Cáceres, entre os rios Guaporé e Jauru.

                            Em 1953, Francisco Ângelo Montalar e outros membros da família adquiriram terras e instalaram-se na região. Estas terras foram divididas e numerada em quatro glebas de 1 a 4. Uma das partes formou a área urbana de Jauru, que primeiro foi nomeada de Gleba Paulista, posteriormente alterada para Cidade de Deus. Por fim, lhe deram a denominação de Jauru.

                            Sua População é composta basicamente por mineiros, com uma pequena participação de paulistas, e com base economica voltada para a agropecuária. Possui ainda estabelecimentos de ensino tanto da rede municipal e estadual, sendo 07 da rede municipal e 03 da rede estadual, tendo também extensão da UNEMAT (Universidade de Mato Grosso). Possui também várias usinas hidrelétricas localizadas no seu rio principal, o Rio Jauru.

                            O município foi criado a 20 de setembro de 1979, pela Lei nº 4.164.
                            Fonte
                            Prefeitura Municipal de Jauru

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                              PREFEITURA DE FIGUEIROPOLIS D OESTE 50\141


                              História
                              HISTÓRIA

                              A partir da década de sessenta, se tornou um promissor negócio a colonização em Mato Grosso. Apoiadas por incentivos federais e pela facilidade de obtenção de grandes áreas próprias para a colonização, grande número de empresas, principalmente do sul do paÃ*s, e já com experiência comprovada, lançaram-se ao novo negócio. Essa atuação empresarial foi decisiva para a mudança do contexto econômico e social de Mato Grosso.

                              A famÃ*lia Figueiredo ocupou-se da colonização da região de Figueirópolis, tendo a frente o bravo desbravador e pioneiro paulista, José Joaquim de Azevedo Figueiredo.

                              A história do municÃ*pio se confunde com a da famÃ*lia Figueiredo, haja visto que o próprio nome da cidade, Figueirópolis, é referência ao seu sobrenome. Trata-se de homenagem ao ato de pioneirismo demonstrado por valorosos homens e mulheres que criaram uma cidade numa região até então inóspita e indevassável.

                              Em 1978, foi instituÃ*do o distrito de Figueirópolis. O municÃ*pio foi criado em 13 de maio de 1986, através da Lei Estadual nº 5.015. Foi acrescentado o termo 'd?Oeste' para localizá-lo geograficamente em relação ao Estado de Mato Grosso e diferenciá-lo de municÃ*pio homônimo no Estado de São Paulo.
                              Fonte
                              Enciclopédia Ilustrada de Mato Grosso, Autor: João Carlos vicente Ferreira - Cuiabá: Buriti, 2004. Anuário EstatÃ*stico de Mato Grosso 2005, Associação Mato-Grossense dos MunicÃ*pios-AMM

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                                PREFEITURA DE INDIAVAI MT 51\141


                                História
                                HISTÓRIA

                                A cidade de Indiavaí, situa-se às margens do Ribeirão Água Suja, a 700 mts do Rio Jauru. Nas proximidades do sítio urbano existe um lugar que representa um pontal, uma espécie de cotovelo, entremeado pelos dois rios. Este ponto, hoje uma pequena propriedade rural, abrigou, há muitos anos, uma comunidade indígena, certamente índios Boróros Cabaçais.

                                Em junho de 1961, Antenor Modesto, paulista de Jales, chegou pela primeira vez à região. Adquiriu considerável área de terras do gaúcho Francisco Orisvaldo, na região que compreende o Rio Jauru e o Ribeirão Água Suja. Na época avizinhava-se das fazendas Turiba e Alto Jauru, ambas de alemães que cultivavam café.
                                O dia 15 de fevereiro de 1962 é considerado o da abertura do núcleo de colonização. Antenor Modesto contratou o engenheiro Selacier das Virgens, um baiano que trabalhava em Cáceres, para demarcar os lotes, tanto rurais quanto urbanos.

                                O município de Indiavaí foi criado a 13 de maio de 1986, pela Lei Estadual nº 4.998, com território desmembrado do município de Araputanga. Indiavaí é resultado de árduo pioneirismo.
                                Fonte
                                Prefeitura Municipal de Indiavaí.
                                Arquivos Anexos

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