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  • FEIJAO
    Fazedor de Chuva
    • Jun 2017
    • 78

    #16
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    Prefeitura Municipal de Arenapolis MT 12/141


    História
    Arenápolis
    Mato Grosso - MT

    Histórico

    A movimentação garimpeira na região do ribeirão Areias, que deu nome ao município, é tão antiga quanto o desenvolvimento histórico de Diamantino. Remonta ao século XVIII.
    A formação da cidade propriamente dita iniciou-se a partir de ações desencadeadas em 1936, quando garimpeiros devassaram a área da margem direita do rio Santana, abaixo da confluência com o ribeirão Areias, descobrindo formações favoráveis à cata do diamante. primeiras gemas às margens do Areias. Propagada a descoberta, afluíram à região novos garimpeiros.
    Em face dos primeiros contingentes humanos se transferirem em massa para o local, logo se formou um arranchamento pioneiro, uma corrutela garimpeira a que se deu o nome de Areias, em referência ao ribeirão Areias.
    Os primeiros ranchos foram construídos ao sabor dos acidentes naturais. Com o surgimento das primeiras casas comerciais, com novas construções não tão provisórias, houve uma sensível melhoria no arruamento urbano do povoado.
    A lei estadual nº 704, de 15 de dezembro de 1953, criou o município. A denominação foi alterada para Arenápolis, por entenderem ser mais adequado. No entanto, não tiraram o sentido maior da origem do nome do município que é referência ao rio Areias.

    Formação Administrativa

    Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de Arenápolis, pela lei estadual nº 704, de 15-12-1953, desmembrado de Barra dos Bugres. Sede no atual distrito de Arenápolis (ex-povoado de Areias). Constituído do distrito sede. Instalado em 05-02-1954.
    No quadro fixado para vigorar no período de 1954/1958, o município é constituído do distrito sede.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1960.
    Pela lei estadual nº 2069, de 14-12-1963, é criado o distrito de Marilândia e anexado ao município de Arenápolis.
    Pela lei estadual nº 3785, de 30-09-1976, é criado o distrito de Santo Afonso e anexado ao município de Arenápolis.
    Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Arenápolis, Marilândia e Santo Afonso.
    Pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991, desmembra do município de Arenápolis o distrito de Nova Marilândia (ex-Marilândia). Elevado à categoria de município.
    Pela lei estadual nº 5909, de 20-12-1991, desmembra do município de Arenápolis o distrito de Santo Afonso. Elevado à categoria de município.
    Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído do distrito sede.
    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
    Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:36.

    Comentário

    • FEIJAO
      Fazedor de Chuva
      • Jun 2017
      • 78

      #17
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      Prefeitura Municipal de Santo Afonso MT 13/141


      História
      Santo Afonso
      Mato Grosso - MT

      Histórico

      As origens históricas do município prendem-se aos garimpos antigos de Diamantino, acompanhando as suas vicissitudes nos ciclos de produção e abandono.
      No começo do século o lugar era explorado pelos seringueiros. A denominação Santo Afonso tem origem na referência que se faz a um cidadão chamado Afonso, que, segundo fonte oral, era funcionário da Companhia de Telégrafos. Por muitos anos, o local ficou conhecido por Afonso, mais tarde adicionou-se o termo 'Santo', ficando Santo Afonso.
      Por volta de 1912, a localidade recebeu uma estação telegráfica, intermediária entre Parecis e Barra do Rio Bugres, instalada pela Comissão Rondon. Em 1940, José Gratidiano Dorileo possuía um barracão de zinco, destinado a depósito de látex. O lugar servia como ponto de referência para orientação regional da Serra de Tapirapuã. Por Santo Afonso passou a Coluna Prestes em 1927, a caminho da Bolívia.
      O desenvolvimento teve maior impulso a partir de 1959. Questões fundiárias irromperam na região, tendo a Prelazia de Diamantino entrado com ação judicial em favor dos posseiros legais. Novo impulso migratório, em 1975, deu configuração a Santo Afonso.

      Formação Administrativa

      Distrito criado com a denominação de Santo Afonso, pela lei estadual nº 3785, de 30-09-1976, subordinado ao município de Arenápolis.
      Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de Santo Afonso figura no município de Arenápolis.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
      Elevado à categoria de município com a denominação de Santo Afonso, pela lei estadual nº 5909, de 20.12-1991, desmembrado do município de Arenápolis. Sede no antigo distrito de Santo Afonso. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-0-1993.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
      Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:36.

      Comentário

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        • Jun 2017
        • 78

        #18
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        Prefeitura Municipal de Nova Marilandia MT 14/141

        História
        Nova Marilândia
        Mato Grosso - MT

        Histórico

        A ocupação efetiva iniciou-se a partir da construção da linha telegráfica na região. O desenvolvimento propriamente dito foi retardado, somente a partir da década de cinquenta ocorreria a fundação do núcleo original de povoação. O forte fluxo migratório forçou esta iniciativa. O lugar escolhido pelos povoadores, na verdade garimpeiros, foi a confluência do rio São Francisco com ribeirão Maria Joana.
        Em 14 de Dezembro de 1963, o povoado foi elevado à categoria de distrito através da lei nº 2.069, com território pertencente ao município de Diamantino.
        Sua identificação como centro urbano deve-se ao fluxo migratório de pessoas vindas dos Estados de Minas Gerais, Bahia e Santa Catarina, tendo seu impulso desenvolvimentista entre os anos de 1962 a 1965.
        Nova Marilândia teve movimentação acentuada na lida garimpeira. Vários ″manchões″ diamantíferos foram trabalhados ao longo dos anos, gerando riquezas, e por muito tempo foi a principal fonte de economia. Após sua exaustão, só restaram áreas degradadas e córregos assoreados. Com isso, houve um alto índice de desemprego, causado pela decadência do garimpo.

        Formação Administrativa

        Distrito criado com a denominação de Marilândia, pela lei estadual nº 2069, de 14-12-1963, subordinado ao município Arenápolis.
        Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o distrito de Marilândia figura no município de Arenápolis.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
        Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Marilândia, pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991, desmembrado dos municípios de Arenápolis e Diamantino. Sede no atual distrito de Nova Marilândia (ex-Marilândia). Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1993.
        Em divisão territorial datada de 2001, o município é constituído do distrito sede.
        Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

        Alteração toponímica distrital
        Marilândia para Nova Marilândia, alterado pela lei estadual nº 5900, de 19-12-1991.
        Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:35.

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        • FEIJAO
          Fazedor de Chuva
          • Jun 2017
          • 78

          #19
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          Prefeitura Municipal de Alto Paraguai MT 15/141


          História
          Alto Paraguai
          Mato Grosso — MT

          Histórico

          A região que compreende o território de Alto Paraguai foi largamente palmilhada por garimpeiros à procura de pedras preciosas e ouro. Sua história está ligada a Diamantino desde 1728. Terminado o ciclo do ouro e do diamante no século passado, restaram sítios e fazendas apenas. Novo ciclo garimpeiro se iniciou em 1938, com o garimpo do Gatinho e outros mais.
          A corrutela garimpeira do Gatinho ganhou esse apelido devido às frequentes visitas de um pequeno felino (onça ou jaguatirica), junto ao córrego trabalhado pelos garimpeiros.
          Em torno do garimpo do Gatinho ficava a Fazenda Velha de Teodomiro Agripino, a fazenda da família Mendes e o garimpo do 'Come Feito'. Gatinho cresceu mais ainda com a descoberta dos ricos monchões de Espinhal, Várzea Bonita, Afonsinho e São Pedro.
          O Decreto Lei nº 687, de setembro de 1945, desapropriou área de 3.600 hectares da Fazenda Varzearia para o patrimônio do Gatinho.
          Em 17 de novembro de 1948, pela Lei nº 193, foi criado o distrito de Paz, com a denominação de Alto Paraguai. A alteração do nome deveu-se ao fato do município abrigar em seu território as nascentes do rio Paraguai.
          O município de Alto Paraguai foi criado em 16 de dezembro de 1953, pela Lei nº 709.

          Formação Administrativa
          Distrito criado com a denominação de Alto Paraguai (ex-povoado), pela lei estadual nº 193, de 17-11-1948, subordinado ao município de Diamantino.
          No quadro fixado para vigorar no período de 1949/1953, o distrito figura no município de Diamantino.
          Elevado à categoria de município com a denominação de Alto Paraguai, pela lei estadual nº. 709, de 16-12-1953, desmembrado de Diamantino. Sede no antigo distrito de Alto Paraguai. Constituído de 2 distritos: Alto Paraguai e Lavouras. Instalado em 08-01-1954.
          Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Alto Paraguai e Lavoura.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1960.
          Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído de 3 distritos: Alto Paraguai, Capão Verde e Lavouras.
          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
          Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:34.

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          • FEIJAO
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            • Jun 2017
            • 78

            #20
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            Prefeitura Municipal de Diamantino MT 16/141


            História
            Diamantino
            Mato Grosso ? MT

            Histórico

            Em 18 de setembro de 1728, poucos anos depois da fundação de Cuiabá, começou a movimentação para formação do núcleo que deu origem ao atual município de Diamantino. Gabriel Antunes Maciel escreveu à Câmara de Cuiabá, dando notícias da descoberta do ouro.
            Inicialmente, o local era denominado de Arraial do Ouro, nome dado ao córrego onde o metal havia sido encontrado. Posteriormente, o lugar passou a chamar-se Félix, certamente o nome de um garimpeiro pioneiro na região.
            Pouco tempo depois, os garimpeiros encontraram pedras diamantíferas, cuja extração era privativa da Coroa Portuguesa. Tal achado fez com que o governo fechasse todos os garimpos da região. Mas a mineração clandestina continuou. Foi criado o Destacamento Diamantino do Paraguai, para inibir o garimpo ilegal, o qual assegurou a fixação do povoado de Diamantino.
            No dia 9 de agosto de 1811, a Resolução Régia criou a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição do Alto Paraguai Diamantino. O nome Paraguai, incluso na denominação, vinha de um erro geográfico dos bandeirantes, que julgavam se encontrar estabelecidos nas cabeceiras do rio Paraguai, quando o rio Diamantino é apenas um afluente desse rio.


            Formação Administrativa

            Distrito criado com a denominação de Alto Paraguai Diamantino, por resolução régia de 09-08-1811, subordinado ao município de Cuiabá.
            Elevado à categoria de vila com a denominação de Alto Paraguai Diamantino, por alvará de 23-11-1820, desmembrado de Cuiabá. Constituído do distrito sede.
            Suprimida por lei estadual nº 282, de 06-04-1901 com a denominação de Diamantino.
            Restaurada pela lei nº 452, de 04-08-1906, reinstalada em 03-12-1906.
            Elevada à categoria de cidade, por lei estadual nº 772, de 16-07-1918.
            Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
            Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938 é criado o distrito de Pontezinha e anexado ao município de Diamantino.
            No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Pontezinha.
            Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, é criado o distrito de Utiariti e anexado ao município de Diamantino, o mesmo decreto extinguiu o distrito de Pontezinha, transferindo o seu território para o município de Rosário Central.
            No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Utiariti.
            Pela lei estadual nº 193, de 17-11-1948 é criado o distrito de Alto Paraguai (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Diamantino, Alto Paraguai e Utiariti.
            Pela lei estadual nº 709, de 16-12-1953, desmembra do município de Diamantino o distrito de Alto Paraguai. Elevado à categoria de município.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Diamantino e Utiariti.
            Pela lei estadual nº 3784, de 04-06-1976 é criado o distrito de São José do Rio Claro e anexado ao município de Diamantino.
            Pela divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Diamantino, São José do Rio Claro e Utiariti.
            Pela lei estadual nº 4239, de 04-11-1980, é criado o distrito de Brasnorte e anexado ao município de Diamantino.
            Pela lei estadual nº 4405, de 26-11-1981, é criado o distrito de Nova Mutum (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
            Pela lei estadual nº 4407, de 30-11-1981, é criado o distrito de Tapurah (ex-povoado), e anexado ao município de Diamantino.
            Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 6 distritos: Diamantino, Brasnorte, Nova Mutum, Tapurah, Utiariti e São José do Rio Claro.
            Pela lei estadual nº 4948, de 16-12-1985, é criado o distrito de Lucas do Rio Verde e anexado ao município de Diamantino.
            Pela lei estadual nº 5047, de 05-09-1986, desmembra do município de Diamantino o distrito de Brasnorte. Elevado à categoria de município.
            Pela lei estadual nº 5318, de 04-07-1988, é extinto o distrito de Utiariti, sendo sua área anexada ao novo município de Campo Novo do Parecis.
            Pela lei estadual nº 4161, de 20-12-1979 desmembra do município de Diamantino o distrito de São José do Rio Claro. Elevado à categoria de município com a denominação de Rio Claro.
            Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o município é constituído de 4 distritos: Diamantino, Brasnorte, Nova Mutum e Tapurah.
            Pela lei estadual nº 5315, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Campo Novo do Parecis. Elevado à categoria de município.
            Pela lei estadual nº 5316, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Tapurah. Elevado à categoria de município.
            Pela lei estadual nº 5318, de 04-07-1988, desmembra de Diamantino o distrito de Lucas do Rio Verde. Elevado à categoria de município.
            Pela lei estadual nº 5321, de 04-07-1988, desmembra do município de Diamantino o distrito de Nova Mutum. Elevado à categoria de município.
            Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

            Alteração toponímica municipal
            Alto Paraguai Diamantino para Diamantino, alterado pela lei nº 452, de 04-08-1906.
            Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:34.

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            • FEIJAO
              Fazedor de Chuva
              • Jun 2017
              • 78

              #21
              [ATTACH=CONFIG]115071[/ATTACH]

              Prefeitura Municipal de Sao Jose do Rio Claro MT 17/141

              História
              São José do Rio Claro
              Mato Grosso - MT

              Histórico

              Os habitantes que primeiro ocuparam o antigo território do município de São José do Rio Claro foram quatro povos indígenas: Paresi, Arino, Beiço-de-pau e Rikbakta. Tudo indica que os habitantes mais antigos da região foram o povo autodenominado Haliti, encontrado, esse povo recebeu a denominação de os Paracizes. Outras grafias sucederam para o nome Pareci, Paresi.
              O território ocupado por esse povo, os Parecises, no dizer dos paulistas, eram os extensos chapadões bordados por suaves declives para os rios, denominados Chapada ou Planalto dos Parecis. Aparece também a denominação incorreta de ″Serra dos Parecis″. Incorreto, porque se trata de terreno plano contínuo, apenas o mais elevado da região.
              O povo Pareci põe a origem mítica da tribo na região de Ponte de Pedra (hoje município de Nova Maringá). Diz o povo Paresi que de dentro de uma grande pedra, onde moravam seres humanos saíram os grupos paresí, pois o pica-pau-anão e a arara abriram a pedra e assim saiu Wazare chefiando os grupos de povo Paresi. O povo Paresi falava uma língua Arwak-nu-arwák.
              Não restaram memórias maiores do povo Arino, sabendo-se apenas que esse povo deu origem à denominação do rio Arinos, pois os Paulistas diziam que o rio Arinos era dos Arinos. Tudo indica que o povo denominado Beiço-de-Pau tenha chegado à região de São José do Rio Claro no século passado. O que também pode ter acontecido com povo autodenominado Rikbakta, ocupando a parte norte do antigo território de São José do Rio Claro. Este povo, também denominado Canoeiros de Mato Grosso, pelos seringueiros do século passado, poderia ter sido os Apanauria, que constam em mapas com esta denominação, ocupando a mesma região.
              Pelos anos de 1739, esta região teve movimentação de garimpo nas margens do rio Arinos que apareceu na história, a partir de 1746, com a descida de João de Souza Azevedo que, seguindo adiante, navegou até o Pará. E um século depois foi novamente utilizado como via de penetração pelos seringueiros e posteriormente os colonizadores.
              O rio Arinos passou a ser um dos rios mais históricos de Mato Grosso.
              Em 1953, houve a primeira tentativa de colonização da região partindo a iniciativa do deputado Anízio José Moreira e do Sr. Tarley Rossi Vilela proprietários de uma área territorial (hoje Fazenda Rio Parecis).
              Em 1954, com lotes adquiridos do Estado, os Srs. Jacintos Borges e Anísio Castilho instalaram a Gleba Massapé. Pouco depois, a mesmo passou a se denominar São José do Rio Claro em virtude da devoção que ambas as famílias tinham por São José e pelo rio Claro que passa próximo a cidade. Quatro anos mais tarde (1958), iniciou-se o desmatamento da região, surgindo as primeiras construções locais. No ano seguinte, foi celebrada a primeira missa pelo Padre Jacob Teodoro Weber.
              Em 1966, os desbravadores paranaenses Domingos Briante e Pedro Coelho Portilho, incentivados pelo vigor da floresta Amazônica e a ocorrência de palmitais, foram procurar os donos da gleba e a adquiriram, onde delinearam e lotearam a área urbana. Com a comercialização desses lotes houve um sensível aumento populacional.
              Em 17 de junho de 1972, foi criado e implantado na região o PROBOR — Programa de Incentivo à Produção de Borracha Natural, com larga aceitação pelos agricultores locais. Os vastos seringais que se formavam, acrescidos às árvores nativas, deram à cidade o título de ″Capital da Borracha″.
              Em 04 de junho de 1976, através da lei nº 3.734, São José do Rio Claro passou a distrito de Diamantino e três anos depois, em 20/12/79, pela lei nº 4.161 na gestão governamental do Dr. Frederico Campos, todavia, desagradou a população, ocasionando, em 19/11/86, a criação do decreto-lei nº 4.294, através do qual a cidade voltou a se chamar São José do Rio Claro.
              A criação do município, contudo, não implicou em sua instalação, continuando sob jurisdição político-administrativa da Prefeitura Municipal de Diamantino. Em 31/01/81, o então Governador Frederico Campos nomeou o primeiro administrador da cidade, Sr. José Garcez Munhon, tomando posse em 02/02/81 e administrou até 31/01/83.
              A prefeitura de São José do Rio Claro foi instalada em 02/05/81 e, já nas eleições nacionais de 15/11/82, São José do Rio Claro elegeu seu primeiro prefeito, Dr. Lourival Rezende Monteiro, que tomou posse em 15/03/83 e governou até 31 de dezembro de 1988.

              Formação Administrativa

              Distrito criado com a denominação de São José do Rio Claro, pela lei estadual nº 3784, de 04-06-1976, subordinado ao município de Diamantino.
              Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o distrito de São José do Rio Claro figura no município de Diamantino.
              Elevado à categoria de município com a denominação de São José do Rio Claro, pela lei estadual nº 4161, de 20-12-1979, desmembrado do município de Diamantino. Sede no atual distrito de São José do Rio Claro (ex-povoado). Constituído do distrito sede. Instalado em 02-05-1981.
              Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído do distrito sede.
              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
              Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:33.

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              • FEIJAO
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                • Jun 2017
                • 78

                #22
                [ATTACH=CONFIG]115074[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]115075[/ATTACH]

                Prefeitura Municipal de Nova Mutun MT 18/141

                História
                Nova Mutum
                Mato Grosso - MT

                Histórico

                Em 1978, o paulista José Aparecido Ribeiro adquiriu terras de Jorge Rachid Jaudy para o Projeto de Colonização Mutum. A denominação Mutum tem origem no nome da ave mutum, facilmente encontradiça na região.
                A exploração do cerrado estava trazendo novas perspectivas para a agropecuária. O projeto estabeleceu inicialmente duas etapas agropecuárias, e foi destinada uma terceira para a futura cidade de Mutum.
                Os primeiros moradores chegaram à região dia 6 de junho de 1978. A denominação original foi conservada e quem deu o nome à fazenda, ao projeto, e à cidade foi o Sr. José Aparecido Ribeiro.
                Surgiram crises entre a população e a firma colonizadora. Assim, não se optou pelo nome de Mutum, dado pela firma, mas pelo de Nova Mutum, dando a entender que o progresso escapava das mãos da empresa.

                Formação Administrativa

                Distrito criado com a denominação de Nova Mutum (ex-povoado), pela lei estadual nº 4408, de 26-11-1981, subordinado ao município de Diamantino.
                Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o distrito de Nova Mutum figura no município de Diamantino.
                Elevado à categoria de município com a denominação de Nova Mutum, pela lei estadual nº 5321, de 04-07-1988, desmembrado do município de Diamantino. Sede no antigo distrito de Nova Mutum. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1989.
                Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído do distrito sede.
                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:32.

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                • FEIJAO
                  Fazedor de Chuva
                  • Jun 2017
                  • 78

                  #23
                  [ATTACH=CONFIG]115076[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]115077[/ATTACH]

                  Prefeitura Municipal de Nossa Senhora do Livramento MT 19/141



                  História
                  Nossa Senhora do Livramento
                  Mato Grosso - MT

                  Histórico

                  Em 1730, paulistas descobriram ouro no Ribeirão Cocais, a seis léguas de Cuiabá e a três quilômetros do local onde mais tarde se formou a primeira povoação, berço da futura cidade. As origens do município são garimpeiras.
                  O primeiro nome popular foi Cocais, depois São José dos Cocais, em referência ao rio e ao santo protetor. A lei nº 11, de 26 de agosto de 1835, criou a Paróquia de Nossa Senhora do Livramento, alterando, assim, o nome original de São José dos Cocais.
                  A crendice popular livramentense conta que, durante uma viagem, ainda no começo do século XIX, a imagem de Nossa Senhora do Livramento passava pelo povoado de São José dos Cocais, vinda de Portugal, carregada em cima do lombo de um burro. A comitiva parou para descansar e na saída o animal, que carregava a imagem da santa empacou. Não queria mais sair do lugar. Ao ser tirada a imagem de cima do lombo do animal, este se punha a andar. A cada tentativa de colocá-la no lombo do burro observava-se nova empacada. Com isso, os chefes da comitiva decidiram desistir de ir adiante e construíram um pequeno rancho, no qual entronizaram a imagem de Nossa Senhora do Livramento. A partir daí a santa emprestou seu nome à localidade.

                  Formação Administrativa

                  Distrito criado com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 11, de 26-08-1835, no município de Cuiabá.
                  Elevado à categoria de vila com a denominação de Livramento, por lei provincial nº 593, de 21-05-1883, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no atual distrito de Livramento. Constituído do distrito sede. Instalado em 07-06-1884.
                  Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
                  Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
                  Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, é criado o distrito de Pirizal e anexado ao município de Livramento.
                  Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o município de Livramento passou a denominar-se São José dos Cocais.
                  No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.
                  No quadro para vigorar no período de 1944-1948, o município de São José dos Cocais é constituído de 2 distritos: São José dos Cocais e Pirizal.
                  Pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948, o município de São José dos Cocais voltou a denominar-se Nossa Senhora do Livramento.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de distritos: Nossa Senhora do Livramento e Pirizal.
                  Pela lei estadual nº 1214, de 29-12-1958, é criado o distrito de Seco (ex-povoado), e anexado ao município de Nossa Senhora do Livramento.
                  Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal e Seco.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
                  .
                  Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído de 4 distritos: Nossa Senhora do Livramento, Pirizal, Ribeirão dos Cocais e Seco.
                  Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                  Alterações toponímicas municipais
                  Livramento para São José dos Cocais, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
                  São José dos Cocais para Nossa Senhora do Livramento, alterado pela lei estadual nº 179, de 30-10-1948.
                  Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:28.

                  Comentário

                  • FEIJAO
                    Fazedor de Chuva
                    • Jun 2017
                    • 78

                    #24
                    [ATTACH=CONFIG]115078[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]115079[/ATTACH]

                    Prefeirura Municipal de Pocone MT 20/141


                    História
                    Poconé
                    Mato Grosso — MT

                    Histórico

                    A origem de Poconé foi em 1777, com a descoberta de ouro. O primeiro nome do lugar foi Beripoconé, em referência à tribo indígena que habitava a região.
                    A 21 de janeiro de 1781, o mestre de campo Antonio José Pinto de Figueiredo, a mando do Governador da Capitania, capitão-general Luíz de Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, lavrou a ata de fundação do Arraial de São Pedro D′El Rey, ″... e não Arraial de Beripoconé, por ser este nome gentílico e bárbaro, e derivar-se do gentio, que habitou nesta paragem'.
                    O decreto geral do governo regencial, de 25 de outubro de 1831, criou o município com a denominação de Villa de Poconé, voltando o nome antigo, pouco modificado. Neste decreto, ocorreu pela primeira vez a designação de limites em ato de criação de município em Mato Grosso.
                    A 01 de junho de 1863, através de lei provincial, o município de Poconé recebeu foro de cidade.

                    Formação Administrativa

                    Distrito criado com a denominação de Poconé, por resolução régia de 09-08-1811, no município de Cuiabá.
                    Elevado à categoria de vila com a denominação de Poconé, pelo decreto geral de 25-10-1831, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no Arraial de São Pedro Del Rei. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1833.
                    Elevado à categoria de cidade, com a denominação de Poconé, pela lei provincial nº 1, de 01-06-1863.
                    Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
                    Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
                    Pelo decreto-lei estadual nº 208, de 26-10-1938, é criado o distrito de Rio Alegre e anexado ao município de Poconé.
                    No quadro territorial para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Poconé e Rio Alegre.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.
                    Pela lei estadual nº 662, de 10-10-1953, é criado o distrito de Cangas e anexado ao município de Poconé.
                    Pela lei estadual nº 668, de 11-12-1953, o distrito de Rio Alegre é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Poconé.
                    Pela lei estadual nº 711, de 18-12-1953, é criado o distrito de Fazenda de Cima e anexado ao município de Poconé.
                    Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Poconé, Cangas e Fazenda de Cima.
                    Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                    Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:29.

                    Comentário

                    • CARLINHOS ESTRADEIROS
                      Fazedor de Chuva

                      • Jun 2017
                      • 579

                      #25
                      Parabéns FC Feijão da Cidade de Sorriso-MT, Acelera essa máquina e vamos conhecer o nosso Mato Grosso,começou bem só falta 121 Municípios pra registrar,vamo q vamo tamu juntos....

                      Comentário

                      • FEIJAO
                        Fazedor de Chuva
                        • Jun 2017
                        • 78

                        #26
                        Isso. Meu nobre. Borá ✊🏼✊🏼✊🏼✊🏼🙏🏼Em busca das 121cidades de Mato Grosso 🤪🤘🏼🤘🏼

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                        • FEIJAO
                          Fazedor de Chuva
                          • Jun 2017
                          • 78

                          #27
                          [ATTACH=CONFIG]117601[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]117602[/ATTACH]
                          Prefeitura de Chapada dos Guimaraes MT 21/141



                          História
                          Chapada dos Guimarães
                          Mato Grosso - MT

                          Histórico

                          A fundação oficial do núcleo que originou o atual município de Chapada dos Guimarães deu-se no ano de 1751.
                          O primeiro homem branco a instalar-se em Chapada dos Guimarães foi o paulista Antônio de Almeida Lara que, por volta de 1722, abrindo a sua fazenda, depois engenho do Buriti. Lara chegou a Cuiabá em 1720 numa das levas de bandeirantes pioneiros. Em 1721, como fazia pesquisas auríferas rio Coxipó acima, tudo leva a crer tenha sido ele um dos fundadores do Arraial da Forquilha.
                          A primeira denominação foi Sant′Ana da Chapada, nome da célebre missão dos jesuítas comandada pelo padre Estevão de Castro. Mais tarde, o nome foi alterado para Chapada de Cuiabá. Não demorou muito e o nome foi novamente modificado, desta feita para Sant′Ana da Chapada de Guimarães.Nesta ocasião, governava a Capitania de Mato Grosso o Capitão General Luíz Pinto de Souza Coutinho - Visconde de Balsemão, que, acatando sugestão de portugueses naturais da cidade de Guimarães, acrescentou à denominação de Sant′Ana da Chapada o termo 'de Guimarães'. Outra fonte dá o termo como homenagem ao Duque de Guimarães, por imposição do mesmo Visconde de Balsemão.

                          Formação Administrativa

                          Distrito criado com a denominação de Chapada, por alvará de 28-09-1814, no município de Cuiabá.
                          Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Chapada figura no município de Cuiabá.
                          Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.
                          Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o distrito de Chapada passou a denominar-se Chapada dos Guimarães.
                          Elevado à categoria de município com a denominação de Chapada dos Guimarães, pela lei estadual nº 701, de 15-12-1953, desmembrado de Cuiabá. Constituído de 2 distritos: Chapada dos Guimarães e Praia Rica, desmembrado do município de Rosário Oeste. Sede no antigo distrito de Chapada dos Guimarães. Instalado em 22-08-1954.
                          Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Chapada dos Guimarães e Praia Rica.
                          Pela lei estadual nº 1116, de 17-11-1958, é criado o distrito de Água Fria e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Praia Rica e Água Fria.
                          Pela lei estadual nº 2066, de 14-12-1963, é criado o distrito de Simões Lopes e incorporado do município de Chapada dos Guimarães.
                          Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Praia Rica e Simões Lopes.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-1968.
                          Pela lei estadual nº 2908, de 06-01-1969, o distrito de Simões Lopes tomou o nome de Paranatinga.
                          Pela lei estadual nº 3140, de 14-12-1971, o distrito Paranatinga (ex-Simões Lopes), passou a denominar-se Alto Paranatinga.
                          Em divisão territorial datada de 31-XII-1971, o município é constituído de 4 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Alto Paranatinga (ex-Paranatinga) e Praia Rica.
                          Pela lei estadual nº 3746, de 18-06-1976, o distrito de Colider é criado e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Pela lei estadual nº 3760, de 29-06-1976, é criado o distrito de Brasilândia e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Pela lei estadual nº 2134, de 21-01-1964, é criado o distrito de Rancharia e anexado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Pela lei estadual nº 3754, de 29-06-1976, é criado o distrito de Sinop e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Pela lei estadual nº 3755, de 29-06-1976, é criado o distrito de Vera e incorporado ao município de Chapada dos Guimarães.
                          Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 9 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria, Colider, Brasilândia, Praia Rica, Rancharia, Simões Lopes, Sinop e Vera.
                          Pela lei estadual nº 4095, de 15-09-1979, o distrito de Alto Paranatinga voltou a chamar-se simplesmente Paranatinga.
                          Pela lei estadual nº 4158, de 18-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Colider. Elevado à categoria de município.
                          Pela lei estadual nº 4149, de 10-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães os distritos de Brasilândia e o extinto distrito Rancharia passando sua área a constituir o novo município com a denominação de Nova Brasilândia.
                          Pela lei estadual nº 4155, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Paranatinga (ex-Alto Paranatinga). Elevado à categoria de município.
                          Pela lei estadual nº 4256, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Sinop. Elevado à categoria de município.
                          Pela lei estadual nº 4155, de 17-12-1979, desmembra do município de Chapada dos Guimarães o distrito de Paranatinga. Elevado à categoria de município.
                          Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria e Praia Rica.
                          Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.
                          Em divisão territorial datada de 14-V-2001, o município é constituído de 3 distritos: Chapada dos Guimarães, Água Fria e Rio da Casca.

                          Alteração toponímica distrital
                          Chapada para Chapada dos Guimarães, alterado pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
                          Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:31.

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                          • FEIJAO
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                            • Jun 2017
                            • 78

                            #28
                            [ATTACH=CONFIG]117619[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]117620[/ATTACH] Prefeitura de Poxoreu MT 22/141

                            História
                            As origens de Poxoréu são garimpeiras. No fim do século XIX, garimpeiros procuravam infrutiferamente diamantes nas cabeceiras do Rio São Lourenço. Mas a 24 de junho de 1924, João Arenas Teixeira dirigiu-se à Fazenda Firmeza, de Antonio Barcelos, a fim de formar uma expedição ao Rio São Lourenço. Com Pedro José, José Pacífico, Antonio Diamantino, Rueda, Francisco Louzada, Félix Abadie e mais um companheiro foram examinando os cascalhos indicadores de diamante, as formas no jargão garimpeiro.
                            A região, já bem conhecida, apresentava rios ainda sem nomes. O primeiro diamante foi encontrado no dia 29 de junho e por isso deram o nome de São Pedro ao córrego. A notícia do diamante se espalhou e a região dos córregos São Paulo, Pombas, Sete, São Pedro sentiu a corrida garimpeira. A corrutela maior foi a de São Pedro.
                            Em 1927 ocorreu incêndio desolador em São Pedro e os garimpeiros mudaram-se para o sopé do Morro da Mesa, a 30 quilômetros da região explorada até então, às margens do Rio Poxoréu. Assentaram-se os começos de Poxoréu.
                            A primeira denominação do lugar foi Morro da Mesa, em referência ao exuberante morro que tem a forma de mesa talhada em arenito triássico. Posteriormente o nome foi alterado para Poxoréu. A denominação, de certa forma, foi uma homenagem ao povo boróro.
                            Formação Administrativa
                            Distrito criado com a denominação de Poxoréo, pelo Decreto Estadual n.º 131, de 16-02-1932, subordinado ao município Cuiabá.
                            Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Poxoréo figura no município de Cuiabá.
                            Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1837.
                            Elevado à categoria de município com a denominação de Poxoréo, pelo Decreto-lei Estadual n.º 208, de 26-10-1938, desmembrado do município de Cuiabá. Sede no atual distrito de Poxoréo (ex-localidade). Constituído de 4 distritos: Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra, Rondonópolis e Ponte de Pedra (ex-Serra da Jibóia ), alterado pelo Decreto-Lei acima citado. Todos desmembrados do município de Cuiabá. Instalado em 01-01-1939.
                            No quadro para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Coronel Ponce, Ponte de Pedra e Rondonópolis.
                            Pela Lei Estadual n.º 185, de 16-11-1948 é criado o distrito de Alto Coité (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
                            Pela Lei Estadual n.º 142, de 30-09-1948 é criado o distrito de Toriparu (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 6 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Coronel Ponce, Ponte de Pedra, Rondonópolis e Toriparu.
                            Pela Lei Estadual n.º 681, de 11-12-1953, é criado o distrito de Paraíso do Leste (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
                            Pela Lei Estadual n.º 666, de 10-12-1953 é desmembrado do município de Poxoréo os distritos de Rondonópolis e Ponte de Pedra, para formar o novo município de Rondonópolis.
                            Pela Lei Estadual n.º 1.738, de 30-12-1953, o distrito de Toriparu foi transferido de Poxoréo para o Guiratinga.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1955, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Coronel Ponce e Paraíso do Leste.
                            Pela Lei Estadual n.º 1.120, de 17-10-1958, é criado o distrito de Pombas e anexado ao município de Poxoréo.
                            Pela Lei Estadual n.º 1.191, de 20-12-1958, é criado o distrito de Jarudore (ex-povoado) e anexado ao município de Poxoréo.
                            Pela Lei Estadual n.º 1.196, de 22-12-1958 são desmembrados do município de Poxoréo os distritos de Coronel Ponce e Pombas, para constituir o novo município de Mutum.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréo, Alto Coité, Jurudore e Paraíso do Leste.
                            Pela Lei Estadual n.º 2.869, de 12/12/1968, o nome do município de Poxoréo passou a ser grafado Poxoréu.
                            Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-1979.
                            Pela Lei Estadual n.º 4.351, de 25-09-1981, é criado o distrito de Primavera e anexado ao município de Poxoréu.
                            Em divisão territorial datada de 1-VII-1983, o município é constituído de 5 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore, Paraíso do Leste e Primavera do Leste.
                            Pela Lei Estadual n.º 5.014, de 13-05-1986 é desmembrado do município de Poxoréu o distrito de Primavera. Elevado à categoria de município com a denominação de Primavera do Leste.
                            Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 4 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore e Paraíso do Leste.
                            Em divisão territorial datada de 2015, o município é constituído de 5 distritos: Poxoréu, Alto Coité, Jurudore, Paraíso do Leste e Nova Poxoréu.
                            Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:48.

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                              • Jun 2017
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                              [ATTACH=CONFIG]117640[/ATTACH][ATTACH=CONFIG]117641[/ATTACH] Prefeitura de Acorizal MT 23/141



                              História
                              Acorizal
                              Mato Grosso - MT

                              Histórico

                              A povoação do município surgiu à sombra da mineração. Tão logo deram de rarear as catas fáceis, praticamente colhidas a mão, e julgaram-nas as manoplas implacáveis do fisco, verificou-se a deserção em escala perigosa dos habitantes do Arraial do Senhor Bom Jesus do Cuiabá. A maioria em busca de novas minas promissoras, outros, no entanto, menos aventureiros ou de índole agrária, enveredaram-se pelas margens do Rio Cuiabá acima e seus afluentes, na tentativa de real fixação ao solo, através do cultivo de bens de consumo que a vila se mostrava desprovida.
                              Estes foram, possivelmente, os primeiros moradores do atual Município de Acorizal. Teve assim o município, ao contrário de outros vizinhos, origem essencialmente agrícola, transplantando para as suas propriedades a cana-de-açúcar, introduzida por Antonio da Silva Lara.

                              Formação Administrativa

                              Distrito criado com a denominação de Brotas, pelo decreto nº 30, de 26-08-1833, no município de Cuiabá.
                              Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Cuiabá o distrito de Brotas.
                              Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937 o distrito de Brotas permanece no município de Cuiabá.
                              Pelo decreto-lei estadual nº 545, de 31-12-1943, o distrito de Brotas passou a denominar-se Acorizal.
                              No quadro fixado para vigorar no período de 1949-1953, o distrito de Acorizal permanece no município de Cuiabá.
                              Elevado à categoria de município com a denominação de Acorizal, pela lei estadual nº 691, de 12-12-1953, desmembrado de Cuiabá. Sede no antigo distrito de Acorizal. Constituído de 3 distritos: Acorizal, Engenho e Jangada, todos desmembrados do município de Cuiabá. Instalado em 30-06-1954.
                              Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Acorizal, Engenho e Jangada.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
                              Pela lei estadual nº 5051, de 11-09-1986, desmembra do município de Acorizal o distrito de Jangada. Elevado à categoria de município.
                              Pela lei estadual nº 5043, é criado o distrito de Baús e anexado ao município de Acorizal.
                              Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído de 3 distritos: Acorizal, Baús e Engenho.
                              Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.

                              Alteração toponímica distrital

                              Brotas para Acorizal, alterado pela lei estadual nº 545, de 31-12-1943.
                              Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:30.

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                                #30
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ID:	291199 Prefeitura de Nobres MT 24/141


                                História
                                Nobres
                                Mato Grosso - MT

                                Histórico

                                O município de Nobres se formou à sombra de três sesmarias: Bananal, Francisco Nobre e Pontezinha. O termo Nobres, usado no plural, designa as pessoas da família Nobre: os Nobres. É, portanto, homenagem à família do Sr. Francisco Nobre, dono de uma das sesmarias que deu origem à localidade.
                                A movimentação na região é bastante antiga, por ser rota de passagem entre Cuiabá, Rosário Oeste e Diamantino.
                                No ponto onde se situa a sede municipal, principiou-se uma povoação chamada de Seis Marias. Este nome é corruptela de sesmaria, termo designativo do título de terras concedido pelo poder público colonial.
                                Com o passar dos anos o vilarejo teve denominação alterada, passando a chamar-se Bananal, graças aos extensos bananais que se plantavam nas propriedades da região.
                                Na divisão territorial do Estado de Mato Grosso, de 31 de dezembro de 1936, a localidade aparece com o nome de Nobres. Em 1943, foi criado o distrito de Paz de Nobres, jurisdicionado a Rosário Oeste.
                                O decreto legislativo nº 475, de 09 de maio de 1962, desapropriou área para formação do patrimônio.

                                Formação Administrativa

                                Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, figura no município de Rosário Oeste.
                                Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 1-VII-1960.
                                Elevado à categoria de município com a denominação de Nobres, pela lei estadual nº 1943, de 11-11-1963, desmembrado do município de Rosário Oeste e Chapada dos Guimarães. Sede no antigo distrito de Nobres. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-05-1965.
                                Em divisão territorial datada de 31-XII-1968, o município é constituído do distrito sede.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-I-979.
                                Pela lei estadual nº 4265, de 12-12-1980, é criado o distrito de Santa Rita e anexado ao município de Nobres.
                                Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 2 distritos: Nobres e Santa Rita.
                                Em divisão territorial datada de 1995, o município é constituído de 3 distritos: Nobres, Bom Jardim e Coqueiral.
                                Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2009.
                                Última edição por FEIJAO; 06-04-18, 15:30.

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