Terrível esta história contada no site da prefeitura: "No dia 29 de setembro de 1943, aproximadamente às 7 horas, ocorreu a maior tragédia da história de Paulo Frontin. Um trem de carga vindo de Ponta Grossa com destino a União da Vitória sinalizava algum problema. Percebendo fumaça num dos vagões o trem parou na caixa de água da nossa estação, para tentar apagar o fogo, foi impossível, pois a água era pouca. O que realmente chamou a atenção da população frontinense foram os três apitos, sinal que significava uma chamada de emergência. Com ele, reuniram-se os turneiros (ferroviários da RVPSC que estavam de plantão), mas também muitos curiosos. Ao confirmarem que havia explosivos num dos vagões, este foi conduzido para o triângulo, espaço de manobras da linha para que ficasse mais distante da estação. Constatando o grande perigo, os turneiros pediam que as pessoas se afastassem do local. Nem todas atenderam. Quando aconteceu a explosão a maioria das pessoas estava a aproximadamente 500 metros do local em que fora estacionado o vagão. Com o impacto, elas caíram no chão. No lugar em que estava o vagão o trilho fez um "S", cavando um buraco de 15 metros de largura e 10 metros de profundidade. A estação e um armazém foram destruídos. A 200 metros do local havia uma loja: o choque foi tão forte que caiu tudo das prateleiras. Pessoas que se encontravam muito próximo do vagão isolado morreram. Calcula-se um total de 23, destas, poucas foram reconhecidas, pois os estilhaços foram violentos. A maioria dessas vítimas encontra-se enterrada no cemitério de Vera Guarani."
De repente PR 399
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Tem muita coisa pra ver por aqui. Também tem muita história. Na ida pra Santa Catarina subi o morro do Cristo. A vista é maravilhosa.
Na viagem de volta, dia 02/05, fui conhecer o Parque Histório Iguassu. Muito bacana.
Conheça a história da ocupação e consolidação do território brasileiro ao longo do rio Iguaçu. Passeios de barco, almoço típico, trilha guiada e muito mais
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A estrada de Bituruna até Pinhão tem bastante curva e é muito bonita. No caminho está a imponente usina Foz do Areia. Cheguei em Pinhão já de noite. Acelerei debaixo de um tempo ruim pra chegar em Pitanga onde minha esposa me esperava. O objetivo da viagem do feriado era o Encontro em Urubici, mas a passagem por essa região do Paraná valeu a pena. Volto em breve com mais calma para conhecer melhor essas terras.
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Segundo o site da prefeitura, "a empresa que teve inicia a venda das terras onde atualmente se localiza a comarca de engenheiro Beltrão foi a Sociedade Técnica e Colonizadora Engenheiro Beltrão. O nome da Cidade foi adotado em 1949 para denominar o povoado, e foi homenagem ao colonizador e engenheiro Francisco Gutierrez Beltrão, diretor da colonizadora."
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