No final do mês de junho do ano de 2013, saí de Sorocaba/SP, segui para o Nordeste e, em companhia dos amigos Sáris, Rocha e Verô, percorri os 4.290 quilômetros da Rodovia Transamazônica.
Foi uma aventura e tanto. Ainda hoje me emociono ao rememorar a viagem.
A rodovia tem seu marco "Zero" na cidade de Cabedelo/PB e, termina na cidade de Lábrea/AM, às margens do Rio Purus. Nesse curso, a famigerada rodovia, com cerca de metade de sua extensão asfaltada (até Marabá/PA) e o restante sem pavimentação, corta respectivamente os Estados da Paraíba (517 km), Ceará (248 km), Piauí (311 km), Maranhão (688 km), Tocantins (146 km), Pará (1.570 Km) e Amazonas (830 Km - da divisa até Lábrea).
Foram alguns dias de chuva, lama, poeria aos baldes, pernilongos e muita alegria, divertimento, experiência, etc.
Já no primeiro dia, coisa que muitos desconhecem, deparamos com um trecho de aproximados 40 km de lamaçal no Estado do Ceará (entre Assaré e Farias Brito).
No Estado do Pará - cidade de Anapu, fomos bloqueados (juntamente com os demais usuários da via) em um protesto que ali já durava um dia. Permanecemos do entorno do meio dia até a madrugada seguinte.
Pedágio indígena. Balsas acionadas manualmente. Várias amizades. Cidades com metade da população indígena e, igualmente metade do legislativo indígena.
Foi uma aventura inesquecível.
No entanto, à época, não conhecia a entidade Fazedores de Chuva e seus desafios. Portanto, as fotos da época não preenchem todos os requisitos para a homologação do desafio. Assim sendo, neste mês de janeiro, refiz o percurso desde o início até Marabá/PA, onde fiz os registros faltantes.










Foi uma aventura e tanto. Ainda hoje me emociono ao rememorar a viagem.
A rodovia tem seu marco "Zero" na cidade de Cabedelo/PB e, termina na cidade de Lábrea/AM, às margens do Rio Purus. Nesse curso, a famigerada rodovia, com cerca de metade de sua extensão asfaltada (até Marabá/PA) e o restante sem pavimentação, corta respectivamente os Estados da Paraíba (517 km), Ceará (248 km), Piauí (311 km), Maranhão (688 km), Tocantins (146 km), Pará (1.570 Km) e Amazonas (830 Km - da divisa até Lábrea).
Foram alguns dias de chuva, lama, poeria aos baldes, pernilongos e muita alegria, divertimento, experiência, etc.
Já no primeiro dia, coisa que muitos desconhecem, deparamos com um trecho de aproximados 40 km de lamaçal no Estado do Ceará (entre Assaré e Farias Brito).
No Estado do Pará - cidade de Anapu, fomos bloqueados (juntamente com os demais usuários da via) em um protesto que ali já durava um dia. Permanecemos do entorno do meio dia até a madrugada seguinte.
Pedágio indígena. Balsas acionadas manualmente. Várias amizades. Cidades com metade da população indígena e, igualmente metade do legislativo indígena.
Foi uma aventura inesquecível.
No entanto, à época, não conhecia a entidade Fazedores de Chuva e seus desafios. Portanto, as fotos da época não preenchem todos os requisitos para a homologação do desafio. Assim sendo, neste mês de janeiro, refiz o percurso desde o início até Marabá/PA, onde fiz os registros faltantes.









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