Fazendo chover nos quatro cantos do Brasil - Cardeal e Bandeirante FC

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  • Allan Gustavo
    Fazedor de Chuva

    • Jun 2013
    • 140

    #1

    Fazendo chover nos quatro cantos do Brasil - Cardeal e Bandeirante FC

    Boa noite amigos FC’s

    Não aguentei ficar muito longe do TFC heheh. E eis que estamos aqui lançando dois novos desafios: Cardeal e Bandeirante FC.

    Assim como quando lancei o Valente SC, não sei bem ao certo como vai ser...quero testar meus limites até onde conseguir chegar...mas sei desde o começo que vai valer a pena, já estou até com uns roteiros prontos no forno para as próximas férias hehehe é meus amigos, uma vez Alma Inquieta, sempre Alma Inquieta.

    O que vai valer a pena com certeza novamente vai ser o caminho percorrido, conhecer lugares apenas explorados pela internet, novas culturas pessoas, estradas boas e ruins, vento, sol, chuva, enfim, o pacote completo para uma boa viagem de moto.

    Para o título do desafio, nada melhor do que a fama que acabei ganhando ao falar do TFC, em Floripa mesmo alguns amigos já dizem que é só eu botar o pé lá com a moto que o tempo começa a virar hehehe

    É isso aí pessoal, partiu encarar esse Brasilzão, continuando a fazer aquilo que “qualquer um pode fazer, porém poucos o fazem”, e poder chegar ao final deste ciclo, olhar pra trás, e poder dizer: valeu a pena!

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    Abraços
    Última edição por Allan Gustavo; 06-07-16, 21:58.
  • Allan Gustavo
    Fazedor de Chuva

    • Jun 2013
    • 140

    #2
    Capital 1/27 - Florianópolis (SC)

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    E a primeira capital já foi visitada. Na verdade não posso dizer muito bem que foi uma viagem ao visita-la, pois já considero Floripa minha segunda casa, dificilmente passo uma semana inteira sem ir para lá. E a fama de fazedor de chuva está nas fotos, depois de um belo dia de sol, olha o tempo virando no fim da tarde heheh.

    O que dizer de Floripa, ilha abençoada com belezas naturais, vivida no jeito de ser do manezinho, capital do nosso belo e acolhedor estado de Santa Catarina?

    Chega até a ser difícil escolher as fotos desta cidade, mas abrangendo todo o seu território, um pouco das belezas:

    Norte:

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    Praia dos Ingleses

    Sul:

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    Pântano do Sul

    Leste:

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    Mirante da Lagoa da Conceição

    E Oeste:

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    Ponte Hercílio Luz e Centro vistos do continente

    Foi nesta terra onde fiz minha pós-graduação, fiz boas amizades, e porque não, a terra do nosso Leão da Ilha, o Avaí:

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    Portanto, por mais que seja "no quintal de casa", nada mais justo ser nesse querido lugar o início deste desafio!

    Nesse novo desafio, iniciado no penúltimo sábado (25/06/2016), até perdi um pouco o jeito, e acabei esquecendo de marcar a quilometragem, por isso para a quilometragem desse primeiro trecho vou me basear no google maps, até porque não haveria muita variação, fechando em 187 kms:

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    E assim, inicio a pintura desse novo mapa:

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    A próxima viagem já está marcada, inclusive combinando um giro com um amigo de Marília-SP, sei não mas acho que teremos mais um Fazedor de Chuva na área hehehe vamos seguindo fazendo o que "Qualquer um pode faze, porém poucos o fazem".

    Abraço e boas estradas!
    Última edição por Allan Gustavo; 06-07-16, 21:55.

    Comentário

    • Gilmar Dessaune
      Fazedor de Chuva

      • Oct 2012
      • 6891

      #3
      Boa noite VFC Allan Gustavo,

      Que maravilha!!!

      É emocionante, mais uma vez, constatar que o vírus pluvia facere quando inoculado jamais é eliminado do corpo... rsss

      Também já comecei o Bandeirante e o Cardeal, falta muito ainda, mas a ideia fixa num sai da mente, sempre pensando em quando terei condições financeiras de fazer mais uma etapa.

      Bora rodar meu amigo e seja feliz.

      Abração!!!!!

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      • Allan Gustavo
        Fazedor de Chuva

        • Jun 2013
        • 140

        #4
        Grande NFC VFC Gilmar Dessaune!

        Pois é, esse tal de vírus pluvia facere é poderoso mesmo, uma vez hospedado fica conosco pro resto da vida heheheh mas vamos lá, boas estradas pra ti, e aos pouquinhos alcançaremos este mesmo objetivo comum, que são o Cardeal e Bandeirante, com muitas histórias pra contar, é claro.

        Abraços.

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        • Jacob Bussmann Filho
          Fazedor de Chuva

          • Dec 2011
          • 2788

          #5
          Muito legal !!! Parabéns VFC Allan Gustavo pelo novo desáfio, realmente ,é muito dificil ficar parado após terminar um desáfio, não tem jeito não, é começar outro faz parte,boas estradas para voce......nos veremos na estrada...rsrsrrseu demorarei um pouquinho , estou no estalereiro....rsrrs

          e por coincidência também comecei o Bandeirantes pela bela ...Santa Catarina ...olha a foto aí embaixo ...tinha ido buscar a Branca lá no Uruguay que tinha chegado de Miami....hoje ela já era ....deu PT....


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          Grande abraço
          GCFC NFC VFC(SP) ,VFC(RR),Cardeal, RFC(101,116,153,230) Jacob,Bandeirantes

          Comentário

          • Allan Gustavo
            Fazedor de Chuva

            • Jun 2013
            • 140

            #6
            GCFC VFC NFC Jacob!

            Obrigado pelas palavras, e boa recuperação pra ti, logo logo estarás novo em folha de volta ao habitat natural que são as estradas hehehehe uma pena também o que aconteceu com a Branca, mas tenho certeza que ótimos momentos foram passados com ela.

            Muito legal ter começado o BFC por Santa Catarina também, bela escolha que fizemos hein hehehe

            Abraços!

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            • Allan Gustavo
              Fazedor de Chuva

              • Jun 2013
              • 140

              #7
              Boa tarde amigos FC’s

              Depois de um longo e tenebroso inverno, cá estamos de volta. As amarras estão tão fortes que só agora, depois de 5 meses da viagem estou postando minha segunda capital, acho que é a vontade de voltar a rodar com mais tempo pelas estradas hahaha.

              No feriado do 7 de setembro do ano passado cai na estrada para registrar minha segunda capital, Curitiba, e também aliar um sonho antigo: o Rastro da Serpente. Esse trajeto foi feito na companhia de meu amigo Kinho, velho conhecido de Marília, com sua Versys 650.

              Feito isso, na véspera do feriado (terça-feira), saí da empresa às 17:00 hrs direto para a estrada, pernoitando em Carambeí (PR), onde parei por volta das 21:00 hrs, e de onde saí no dia seguinte sob a temperatura de 2º C. O dia prometia.

              Um pouco mais adiante, já em território paulista, me encontrei com o Kinho em Itapeva por volta das 9:00 hrs, ele que havia saído de Marília por volta das 06:00, e assim tocamos até Capão Bonito, na obrigatória parada do Porthal Rastro da Serpente:

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              Dentro do Porthal, o “intercâmbio” com outros irmãos motociclistas, muitas histórias e conversas boas que só o motociclismo pode proporcionar nesses encontros. E saímos dali reforçados pela companhia do sr. Levi e do outro amigo que infelizmente não me recordo o nome:

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              E assim, em quatro motos, por volta de 12:00 hrs caímos na estrada para ver se o tal Rastro da Serpente era o bicho mesmo. Que delícia se perder no meio de tanta curva, muito bom o trajeto, pena que o lado paulista está em obras, e por conta disso está muitos trechos sem asfalto. Uma hora e meia depois, parada em Apiaí, onde também tem um totem simbolizando o trajeto.

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              No local, fomos recebidos pelo sr. José Mauro, monitor ambiental do parque do Morro do Ouro, cidadão muito gente boa que nos contou várias histórias do local e nos recebeu muito bem.

              Como nossos novos amigos pretendia tocar até Joinville nesse dia, eles seguiram em frente, enquanto eu e o Kinho seguimos mais devagar, apreciando cada curva da estrada, que melhora consideravelmente ao atravessar a divisa com o Paraná. Nessa tocada, chegamos em Curitiba por volta das 18:00 hrs. Isso mesmo, 6 horas para percorrer os bem apreciados 250 kms de curvas do Rastro da Serpente.

              Capital 2/27 - Curitiba (PR)

              Chegando a Curitiba, o registro do objetivo da viagem, o Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, localizado no Centro Cívico da capital, próximo ao famoso Museu Oscar Niemeyer.

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              O Kinho também fez o registro dele, será que temos um aspirante a Bandeirante FC por aqui também? Hahahah

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              Com cerca de 1,9 milhões de habitantes, Curitiba é considerada a Capital Ecológica do Brasil, graças à preocupação com o meio ambiente, e também pelos inúmeros parques existentes na cidade:

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              Parque Tanguá

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              Bosque do Papa João Paulo (Memorial Ucraniano)

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              Jardim Botânico

              Á noite, para comemorar o feito, bora tomar alguns chopps no lendário bar do Alemão, no Largo da Ordem.

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              • Allan Gustavo
                Fazedor de Chuva

                • Jun 2013
                • 140

                #8
                No dia seguinte, retornei cedinho à Balneário pois teria que trabalhar, porém o Kinho veio para cá também mas seguiu pela Estrada da Graciosa, chegando no fim da tarde, para seguirmos viagem no dia seguinte, pois botar o pé em Santa Catarina e partir para a região serrana seria o trajeto para fechar a motocada em grande estilo. E assim foi, tendo visitado no dia seguinte a Serra do Rio do Rastro e o Morro da Igreja:

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                Fechando o dia em Lages, cada um tomou seu rumo no dia seguinte, eu voltando para o litoral, e ele encarando os 800 kms pela BR-116 e BR-153 de volta a Marília.

                No balanço da viagem, acabei esquecendo novamente de marcar a quilometragem no hodômetro (eis o efeitos de ficar longe da estrada), sendo assim vou me basear novamente no Google Maps, fechando em 1.115 kms (não considerei a ida à serra catarinense para efeitos da quilometragem do desafio):

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                E quanto ao mapa, mais um estado pintado:

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                2 Capitais e 1.302 kms rodados até o momento!

                Dessa viagem já rendeu o compromisso de outra, que vai ocorrer em Abril quando tiro férias, e com o reforço de mais amigos de Marília, bora todo mundo pro Uruguai, sendo que Porto Alegre e Chuí estão nos meus objetivos de FC hehehe vamos seguir fazendo o que "Qualquer um pode fazer, porém poucos o fazem".

                Abraço e boas estradas!

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                • Allan Gustavo
                  Fazedor de Chuva

                  • Jun 2013
                  • 140

                  #9
                  Boa noite amigos FC's

                  Acho que estava na hora de atualizar os desafios não é? Então vamos lá.

                  A pernada seguinte do desafio na verdade foi a minha primeira expedição internacional, uma viagem para o Uruguai realizada no final de Abril do ano passado, na qual aproveitei para os registros de Chuí para o Cardeal FC, e Porto Alegre para o Bandeirante FC.

                  Como sempre, primeiramente o contexto: depois da viagem do Rastro da Serpente e do registro de Curitiba para o Bandeirante com meu brother Kinho, de Marília-SP, surgiu a ideia de uma viagem internacional, a qual foi amadurecendo, até chegar ao dia 21/04/2017, onde o planejamento foi colocado em prática com a saída para o Uruguai, e com o reforço de “uns caras gente boa que eu convidei para a viagem”, segundo o Kinho heheh: Rogério, Luciano e Fabiano (galera muito gente boa mesmo!).

                  A galera saiu de Marília (SP) no dia anterior (20/04/2017) em 4 motos: Três Hondas (Sahara, Transalp e CB 450) e uma Kawasaki (Versys), as quais iriam passar aqui em Balneário Camboriú (SC) por volta das 09:00 do dia seguinte para eu me juntar ao grupo com minha guerreira Yamaha (Fazer 250).

                  Por conta de um imprevisto com o suporte do baú da Sahara, moto pilotada pelo Rogério, houve a necessidade de solda no suporte, e assim a viagem para mim começou por volta das 13:30 do dia 21/04, quando eles passaram aqui em BC. O planejamento inicial do dia envolvia subir e descer a Serra do Rio do Rastro e dormir em Criciúma, porém pelos imprevistos o objetivo passou a ser dormir próximo aos pés da Serra do Rio do Rastro.

                  Uma breve separação do grupo na BR-101 levou a duas motos (Rogério e Luciano) passarem direto pela entrada para Gravatal/Braço do Norte em Tubarão. Sendo assim, eu e o Kinho seguimos na BR-101 para tentar alcançá-los, enquanto o Fabiano ficou nos aguardando na entrada para Gravatal. Como não conseguíamos alcançá-los, e também não sabíamos se tinham parado em algum lugar ou não, paramos em um posto próximo à entrada de Jaguaruna, onde conversamos com um amigo motociclista de Criciúma, que nos deu dicas sobre o fato da rodovia que liga Lauro Müller a Criciúma estar totalmente afastada atualmente. Neste meio tempo, consegui contato telefônico com o Rogério, eles haviam parado na entrada de Içara/Criciúma, um pouco a frente de onde estávamos. Grupo reunido novamente, voltamos à Tubarão para seguir caminho até o pé da serra, já com a noite consolidada (por volta das 20:00 hrs).

                  Seguindo em frente, o objetivo então era dormir em Orleans, próximo ao pé da serra, e próximo também ao pub da fábrica da Lohn Bier (Caminho Cervejeiro no meio da viagem, porque não? Hehehe). Porém chegando lá o único hotel da cidade estava sem vagas. Voltando um pouco, a vontade era ficar em São Ludgero (terra de meus amigos Claudemir e sua família, e da Eliana também, ambos de Floripa atualmente). Lá estava bombando, barzinhos lotados e tal, porém não havia hotel na cidade. Assim, restou voltar mais alguns quilômetros até Braço do Norte, onde na terceira tentativa conseguimos vaga no Hotel Costa Nobre.

                  Bagagem acomodada, bora para o ritual de jantar (espetinhos do tiozinho – um senhor que veio do Pará e vende uns espetinhos deliciosos em frente a um posto Ipiranga, na avenida principal da cidade, além de ser um ótimo contador de histórias), e tomar aquela cerveja geladinha (algumas Originais) para se preparar para o dia seguinte!

                  Mapa do 1º Dia
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                  Vídeo do 1º Dia

                  Comentário

                  • Allan Gustavo
                    Fazedor de Chuva

                    • Jun 2013
                    • 140

                    #10
                    No dia seguinte, saímos de Braço do Norte por volta das 09 horas, com destino a Serra do Rio do Rastro. Palavras minhas: nunca perde a graça vir a este lugar. Não sei que tipo de magia que existe no ar que tanto nos enfeitiça, mas essa é uma parada obrigatória para quem passa por essas bandas. E para a galera, que estava vindo pela primeira vez aqui (com exceção do Kinho, que já esteve aqui em 2016), tempo totalmente aberto, excelente para contemplar cada pedacinho da serra. Sem mais palavras, as fotos dizem por si só.

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                    Por volta das 13:00 já estávamos de volta a Lauro Müller, aos pés da serra, mais exatamente no distrito de Guatá, onde paramos para almoçar, e em seguida seguimos para alcançar a BR-101 na altura de Criciúma, onde, como bom conhecedor da região (ou não, será que o VFC me credenciou a isso? Heheheh), tomei a frente e pensei em desviar do confuso centro de Criciúma, saindo em Forquilinha, e dali sair para a BR. Só não contava que ali o asfalto acabava hahahah e acabamos andamos mais um pouco até sair na BR-101.

                    Em uma parada das paradas para abastecimento, em Maracajá (SC), uma das muitas histórias da viagem: um vendedor que queria por que queria empurrar uma jaqueta de “couro”, mas dentro do grupo ninguém quis levar. Segundo ele, o produto era tão bom que nunca ninguém reclamou, mas cá entre nós, como que alguém ia achar ele para reclamar depois da venda? Descubra huauhhuauah.

                    O objetivo do dia era ao menos chegar a Mostardas (RS), mas pelo ritmo da pilotagem, acabamos montando acampamento em Osório (RS), decisão que se mostrou acertada no dia seguinte, e também após eu errar mais uma entrada de cidade (vocês não viram nada ainda hehehe) e termos que andar um bocado pela Freeway para conseguir fazer o retorno.

                    Na volta do retorno pela Freeway, o belo parque eólico de Osório, por enquanto o sentimento era só de admiração por essas torres, ao longo da viagem aos pouquinhos ele mudou hehehe.

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                    Vídeo do 2º Dia

                    Comentário

                    • Allan Gustavo
                      Fazedor de Chuva

                      • Jun 2013
                      • 140

                      #11
                      Iniciando o terceiro dia de viagem, um pequeno susto ainda na garagem do hotel: a Sahara, vulgo Jabiraca, deu uma gorfada de óleo durante a noite. Mas, após análise dos mecânicos do grupo (eu sou totalmente leigo nisso heheh), o problema não era grave, então sigamos em frente.

                      Saindo de Osório, escolhemos seguir pela BR-101 até o seu final (ou início), ao invés de seguir pelo caminho mais comum que seria a BR-116. Com o dia bem bonito para viagem, sem uma nuvem no céu, deu para admirar melhor o parque eólico de Osório, e também os buracos que enfrentamos até Mostardas (RS). Se tivéssemos seguido no dia anterior por este trecho a noite com certeza teríamos uma dificuldade maior. Inclusive, passando por Mostardas e Tavares, uma paisagem bem bonita e característica da região, um terreno muito plano, que não conseguia se enxergar um único morro. Do lado direito, a lagoa dos Patos, do outro, o Oceano Atlântico, e a rodovia passando no meio desta estreita faixa de terra.

                      Nessa tocada, com a rodovia em bem melhor estado, o grupo se dividiu em dois, ficando eu e o Rogério (com a Jabiraca) para trás. Parei no quilômetro 300 da rodovia para fazer o registro para mais um desafio dos Fazedores de Chuva (Rodoviário FC BR-101 – logo abro um tópico específico para ele), eis que o Rogério para e me pergunta se tem algum posto próximo, pois o grupo não parou nas cidades anteriores, e a sua moto estava com baixa autonomia. Como faltavam quase 100 kms para a próxima cidade (São José do Norte), resolvemos seguir e tentar com sorte achar algum vilarejo com combustível.

                      Nessa tocada, encontramos o povoado de Bojuru, distrito de São José do Norte, onde havia um posto de combustível....fechado. Em contato com os locais, descobrimos que o posto estava fechado para almoço, e só abriria às 14:00 horas (eram 12:30 ainda). De nada adiantou ir a casa do dono do posto, ele só reabriria às 14 e ponto!

                      Nessa espera, fomos procurar algo para comer, e acabamos com o estoque de pasteis da pequena padaria do vilarejo, juntamente com um grupo de jipeiros de Turvo (SC) que também esperavam a abertura do posto de combustível. Bojuru foi mais uma das surpresas da viagem, aquelas paradas inesperadas que só uma viagem de moto proporciona, um lugar de perrengues para a viagem, mas de muitas histórias pra contar, como a da própria dona da padaria, que prefere a calmaria do vilarejo a viver em São José do Norte, onde a violência te faz não confiar nas pessoas, segundo ela.

                      Bojuru
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                      Máquinas e pilotos abastecidos, hora de enrolar o cabo, pois ainda tínhamos 75 kms de distância para o porto de embarque da balsa que liga São José do Norte a Rio Grande, e tentarmos embarcar na balsa das 15:00, fato que acabou não ocorrendo, e tivemos que aguardar até 16:00, que era o último horário do dia. Nesta espera, fui até a prefeitura da cidade para fazer o registro dela, ainda para o desafio Rodoviário FC BR-101.

                      São José do Norte
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                      Desembarcando do outro lado da Lagoa dos Patos em Rio Grande (RS), ficou a dúvida: já eram 17:00, ficamos por aqui ou encaramos mais 250 kms até o Chuí? Decidimos seguir em frente para não atrasar mais a viagem. Depois de mais um erro meu (peguei a saída para a praia do Cassino ao invés da saída para Pelotas/Chuí – eita navegador bom que conseguiram para a viagem heheh), logo adentramos na BR-471, que nos levaria até o ponto mais extremo ao sul do Brasil.

                      Neste último trecho, alguns medos, dificuldades, e também surpresas, não necessariamente nessa ordem: o frio do anoitecer que já dava as caras, o grande movimento da rodovia, um pôr-do-sol que poucas vezes vi igual, se escondendo no horizonte dos pampas gaúchos, a quantidade de mosquitos que insistiam em bater e sujar a viseira do capacete, a estação ecológica do Taim, com seus banhados à beira da rodovia, ainda mais embelecidos pelo pôr-do-sol, as luzes piscantes das torres Eólicas, que agora já não produziam mais tanta admiração, pois tua presença na paisagem significava ventos acima do normal, o céu mais límpido e estrelado que já vi na minha vida, e enfim, a emoção de chegar a um lugar que já conhecíamos, porém apenas pelos livros (palavras do Luciano). Foram 250 kms dos mais variados tipos de sentimentos.

                      Enfim, por volta das 20:30 enfim chegamos ao Chuí, onde montamos acampamento no Turis Firper Hotel, e logo fomos comer uma pizza e se adaptar novamente à cultura local, aos goles de uma uruguaya Patrícia.

                      Mapa do 3º Dia
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                      Vídeo do 3º Dia

                      Comentário

                      • Allan Gustavo
                        Fazedor de Chuva

                        • Jun 2013
                        • 140

                        #12
                        Quarto dia de viagem, e o primeiro dia internacional.

                        De manhã, agora com luz natural, foi possível conhecer melhor a cidade de Chuí, cidade porém que na minha opinião não apresenta muito destaque por oferecer, a não ser o fato de ser a última cidade ao sul do Brasil.

                        Chuí
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                        Não encontramos nenhum Caixa 24 horas na cidade, sendo assim o Luciano e o Fabiano voltaram 20 quilômetros até Santa Vitória do Palmar para encontrar uma agência do banco Santander. Na espera pelos dois, conhecemos o Zuzo, um comerciante descendente de árabes nascido em São Paulo que possui uma loja de confecções em Chuí, e nos ensinou muito sobre o dia-a-dia local, sobre o fato do comércio dali ser mais visitado pelos uruguaios, e no final nos deu uma ajuda sobre o câmbio de dinheiro por pesos uruguaios (conseguimos uma cotação de 1 real por 8,65 pesos), e também o seu contato para caso precisássemos de alguma coisa dentro do Uruguai. Cidadão muito gente boa, aprendemos bastante sobre a realidade de uma cidade brasileira vivida de forma uruguaia.

                        Com o grupo reunido novamente em sua integralidade, rumamos para a Barra do Chuí onde o Brasil termina (ou começa):

                        Cardeal 01/04 - Chuí

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                        Chegando à Barra do Arroio Chuí, para nossa surpresa, não havia nenhuma placa indicando esta divisa, apenas uma ponte sobre o Arroio Chuí, na qual acabei sofrendo um acidente: trinquei parcialmente a lente esquerda dos óculos de grau, que me proporcionou um resto de viagem com um risco na lente (putz hahaha). Mas prejuízos à parte, cumpri mais uma parte de desafio dos Fazedores de Chuva, estava em um dos quatro extremos do Brasil.

                        No caminho para a Barra de Chuí, mais um parque eólico, que garantiu belas paisagens e uma boa lembrança do lugar (nesse ponto ainda estávamos “de boa” com as torres eólicas hehehe).

                        Voltando ao Chuí, parada para fotos na placa que indicava o país vizinho, chegou a hora de encarar La República Oriental Del Uruguay!!

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                        Próximo à aduana, o último susto da Jabiraca: não me lembro bem o que aconteceu, algo com o paralama, mas novamente deu tudo certo, hora de dar entrada no país. Particularmente, minha primeira saída do país (tecnicamente segunda, pois já estive na fronteira Brasil-Argentina em Dionísio Cerqueira-SC, mas atravessei a pé nesta ocasião) e não sabia como seriam trâmites de aduana e tal, se iriam implicar, questionamentos, etc. Nada disso, em cerca de 15 minutos estávamos na estrada.

                        E chegou a hora de enrolar o cabo em terras uruguayas. E que diferença na condição da rodovia, asfalto impecável na Ruta 9, aquela que iria nos levar até o nosso destino. Confirmamos o que dizem nos livros (e internet): pensem em um país plano, terras a perder de vista, e nenhum morro no horizonte. Uma parada para abastecimento em Rocha, e mais uma novidade para os próximos dias: os postos de combustíveis tem Wi-Fi. Que diferença do Brasil, nem houve necessidade de comprar um chip uruguaio para se manter conectado, bastava encontrar um posto de combustíveis, e naqueles em que não haviam sinal aberto solicitar por “La Clave” com este portunhol paulista radicado em Santa Catarina hehehehe.

                        Já entardecia, e um pouco antes de San Carlos entramos em direção ao litoral, onde poucos quilômetros nos separavam do destino do dia, Punta Del Este. E logo nesta cidade acabou a bateria da GoPro (resultado não filmei quase nada), e para variar errei novamente a entrada da cidade, onde nosso destino era as proximidades da península. Acho que vou me demitir da função de batedor do grupo hehehe, ainda bem que o Luciano nos ajudou bastante nessas horas. Logo estacionamos em frente ao Hostel Del Barcito, onde montamos nosso acampamento em Punta Del Este.

                        Depois de nos instalarmos e descansarmos um pouco, bora conhecer a cidade nesta fria noite de outono, com a cidade bem vazia (fruto de ser baixa temporada). Compramos umas Patagônias no mercado para esquentar (intercâmbio cervejeiro), fomos ao monumento Los Dedos, entramos pelas ruas da península, e por fim desembarcamos no restaurante Le Soleil, para saborear uma bela parrillada (as fotos dizem por si), e tomar mais algumas Patrícias. Há boatos que alguns integrantes do grupo fizeram check-in no facebook no Casino Conrad, mas como disse, são apenas boatos hehehee.

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                        Mapa do 4º Dia
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                        Vídeo do 4º Dia

                        Comentário

                        • Allan Gustavo
                          Fazedor de Chuva

                          • Jun 2013
                          • 140

                          #13
                          Quinto dia de viagem, enfim estamos no Uruguay.

                          O dia amanheceu nublado em Punta Del Este. Tomamos o desayuno (café-da-manhã) no hostel, arrumamos a bagagens e sem pressa saímos para dar uma volta de moto pela cidade antes de ir embora. Primeiro uma volta pela península, novamente fotos em Los Dedos (agora de dia), e seguindo pela Rambla (mais uma descoberta, as avenidas de orla de praia no Uruguai são chamadas de “ramblas”) chegamos à espantosa Puente de La Barra. É realmente curioso descobrir o porquê essa ponte é toda ondulada. Não me lembro qual foi a conclusão que chegamos no momento, mas é muito legal passar por ela.

                          Los Dedos
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                          Puente de La Barra
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                          Parada para fotos, encontramos um motociclista de Camaquã (RS), que estava vindo de Ushuaia-ARG. Esse andou hein hehehehe, disse que levou equipamento para acampar durante a viagem, mas o frio dessa época o fez descartar a ideia.

                          Voltando pela Rambla, tomamos o rumo da capital seguindo pela Ruta Interbalnearia, que logo na saída de Punta Del Este passa costeando o mar em Punta Ballena, uma paisagem bem bonita. Em uma parada para abastecer em um posto Ancap, mais um encontro com brasileños: um ônibus de excursão de Cascavel (PR). E assim seguimos por uma excelente rodovia duplicada até Montevideo, uma viagem bem tranquila, onde, ao chegar aos arredores do aeroporto, ao invés de seguir pela Av. de Las Américas (que nos levaria às Ramblas da cidade), segui pelo Camino Carrasco, corrigindo o caminho ao perguntar em uma borracharia. Mais uma para a minha conta hehehe.

                          Seguindo pela Av. Itália, chegamos às proximidades do lendário estádio Centenário, onde paramos para fotos. Uma breve observação: originalmente neste dia teríamos Nacional-URU x Chapecoense pela Libertadores, era um jogo o qual gostaria de assistir, porém o adiaram para dois dias depois, então abortamos a ideia. No dia seguinte haveria Peñarol-URU x Palmeiras, mas esse não me interessava hahahaha.

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                          Como já eram por volta de 13:00, seguimos em direção à Ciudad Vieja, depois de acertarmos o caminho para a Rambla que nos levaria até lá. Uma hora depois, desembarcamos nas proximidades do Mercado Del Puerto. Mercado Del Puerto é um lugar que vale muito a pena ir. É turístico? Sim. É um pouco mais caro? Também. Mas vale a pena a visita. Artesanatos, alfajores (que quando cheguei ao Brasil descobri que estavam vencidos, mas tudo bem heheh), camisetas (inclusive com apologia à maconha hehehe), produtos locais, e o baby beef mais macio que já comi na vida.

                          Estômago cheio, demos por encerrada a nossa visita digamos relâmpago à capital e seguimos em direção à Colonia Del Sacramento. Mas como, viajaram milhares de quilômetros para uma visita relâmpago? Minha opinião: viagem de reconhecimento de terreno hehehehe espero em breve poder voltar para conhecer o país com mais calma, de preferência em um período de clima mais quente.

                          Na saída de Montevideo, começou uma chuva fraca, nos obrigando a uma parada em um posto para colocar as capas de chuva, onde aproveitamos para abastecer. E os 180 quilômetros pareciam ser tranquilos, porém encontramos uma surpresa no caminho: uma tempestade com ventos. E que ventos, vento lateral, parecia estar penteando a grama na beira da rodovia. Chuva considerável, e para fechar o pacote, tudo isso veio depois de ter anoitecido. Duas horas para andar 40 quilômetros, momentos de tensão. Como postei em meu facebook neste dia, a chegada à Colonia foi na ponta dos dedos: chuva, frio, e a constatação de que o vento sul manezinho é brisa perto dos ventos daqui hehehe. Não deu nem para perceber a beleza da cidade neste momento. Diante desse pacote completo, ao chegar em Colonia montamos acampamento no primeiro hotel que apareceu pela frente: Hotel Leoncia. Saiu um pouco salgado, mas depois de um dia intenso foi mais que merecido.

                          Para fechar o dia, no momento do check-in perguntamos ao recepcionista sobre restaurante/lancheria, e entendemos que teria no próprio hotel. Sendo assim, para combinar com o clima, desci sem jaqueta, de bermuda e chinelo, já que não precisaria sair do hotel. Ao descer descobrimos que a lancheria ficava a dois quarteirões dali. A preguiça de subir bateu, então nada mais normal do que sair desse jeito na chuva e no frio de 7ºC. Frio é para os fracos heheheheh e também depois de umas Patrícias logo o frio iria passar.

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                          Mapa do 5º Dia
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                          Vídeo do 5º Dia

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                          • Allan Gustavo
                            Fazedor de Chuva

                            • Jun 2013
                            • 140

                            #14
                            Sexto dia de viagem, o começo do retorno.

                            Fazendo valer o ditado, “depois da tempestade vem a bonança”. Depois da tempestade do dia anterior, o dia amanheceu sem nenhuma nuvem no céu. Mas andando pela cidade, folhas e folhas de Maple (aquela folha da bandeira do Canadá) caídas pela rua lembravam a passagem da tempestade do dia anterior.

                            Depois de enrolarmos para o café da manhã e a saída do hotel, por volta das 09:00 saímos para conhecer um pouco da cidade, seguindo até o final Av. General Flores para conhecer a rambla, com as águas barrentas do Rio de La Plata, e a praça do Farol de Colonia Del Sacramento, lugares que valeram a pena conhecer, mesmo com os ventos implacáveis e o frio daquela manhã. As fotos falam por si só.

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                            Em seguida, nos despedimos da cidade pela Ruta 1, e aí sim pudemos ver como é bonito a chegada à cidade, com bastantes árvores formando uma espécie de “corredor” na Ruta. Como o vento estava sentido leste, neste momento estava a nosso favor, a viagem começou bem. Até o momento em que dobramos à esquerda na Ruta 2, em Rosario....quando o vento se tornou lateral. Dali em diante, velocidade máxima era 80 km/h...o vento estava forte que não deixava desenvolver uma velocidade maior, e assim fomos seguindo aos poucos, passando por Trinidad e por Durazno, onde encontramos a Ruta 5 que nos levaria de volta ao Brasil.

                            O pessoal optou por abastecer em Trinidad, e neste momento resolvi não abastecer pois achei que havíamos recém saído de Colonia. Por esse desencontro, e como andaríamos um bocado por um bom trecho até Tacuarembó, resolvi parar para abastecer em um posto Ancap perto de Paso de Los Toros. No entanto, a galera seguiu diante, e dessa situação surgiram dois fatos memoráveis (para mim):

                            - O diálogo meu com o frentista, resumido a um “complieta” (apontando o dedo para o tanque) e um “gracias” no final kkkkk;
                            - Andar sozinho por um bom trecho por terras uruguaias, com pastos a perder de vista (e torres eólicas também), e quase nenhum trânsito, uma sensação indescritível de ter a estrada só para mim.

                            Após reencontrar o grupo, uma nova parada para abastecimento em Tacuarembó, e logo a noite foi chegando à estrada, trazendo novamente belas paisagens nesta viagem. Por fim, chegamos a Rivera por volta das 19:00 hrs, onde demos saída do Uruguai e entramos em território brasileiro em Santana do Livramento (RS), onde nos instalamos na Pousada Solare para o pernoite, e para manter a tradição (porque não), tomamos algumas Polar’s em uma lancheria próxima à Praça Internacional.

                            Mapa do 6º Dia
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                            Vídeo do 6º Dia

                            Comentário

                            • Allan Gustavo
                              Fazedor de Chuva

                              • Jun 2013
                              • 140

                              #15
                              De volta ao Brasil, penúltimo dia de viagem, esse foi o dia em que parte do grupo se desfez.

                              O início do dia foi bem típico de massa de ar seco: céu azul, porém temperatura de 7ºC. Até cogitei neste dia enfrentar os 1.000 quilômetros que separavam Santana do Livramento (RS) de Balneário Camboriú (SC), porém com o frio enrolamos um pouco para sair do hotel e acabamos pegando a estrada perto das 10:00.

                              Após alcançarmos a BR-290 em Rosário do Sul, minha última atribuição seria deixar o grupo no trevo da RS-640 para Cacequi, de onde iriam para São Borja (RS), para entrar na Argentina e chegar a Foz do Iguaçu (PR) no dia seguinte. Depois de todas as entradas que errei na viagem, iria eu acertar este último trevo? Claro que não né, acabamos passando batido e os deixei no trevo da BR-158 para Santa Maria (RS), uns 30 quilômetros para frente de onde ficariam.

                              Gostaria de novamente agradecer o grupo que formamos, foi uma viagem bem bacana. Como disse em meu facebook: “Hora de desmanchar a equipe e seguir meu rumo de volta ao litoral...galera muito bom viajar com vocês...que venha a próxima...sem torres eólicas por perto de preferência hahahahah valeu!”

                              Dali em diante, rasguei o Rio Grande do Sul pela BR-290, mais conhecida por Rodovia Osvaldo Aranha, com paradas para abastecimento em Santa Margarida do Sul (RS) e Pântano Grande (RS), onde decidi parar em Porto Alegre (RS) ao invés de seguir viagem.

                              Capital 03/27 - Porto Alegre (RS)

                              Palácio Piratini
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                              Porto Alegre, uma cidade a qual era uma vontade antiga conhece-la, e também aproveitaria para fazer o registro para o desafio Bandeirante Fazedor de Chuva.

                              Para aproveitar bem o restante do dia, acabei me instalando no primeiro hotel que vi (Íbis Budget), que proporcionou um belo pôr-do-sol no Guaíba. Mal fiz check-in no hotel já saí a pé para ir ao Palácio Piratini (sede do governo estadual) fazer o registro para o desafio, e andei pelo centro em geral.

                              Lago Guaíba
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                              Como desde adolescente sempre ouvi muito bandas de rock gaúcho, para mim foi um prazer relembrar algumas delas, como por exemplo, atravessando a Osvaldo Aranha e entrando no Parque Farroupilha (Amigo Punk), ou mesmo encontrando a escadaria onde o finado Júpiter Maçã gravou o clipe da Marchinha Psicótica de Dr. Soup. Nostalgia de tempos que não vivi hehehehe.

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                              Já era noite quando parei em um barzinho no Bom Fim para comer alguma coisa e tomar alguns tragos, e como o cansaço falou mais alto voltei para o hotel, tomando de saideira o clássico latão de Polar, e assim encerrei mais um dia.

                              E os caras, por onde andaram neste dia? Dormiram em Posadas-ARG, creio que até lá não erraram mais nenhuma entrada de cidade, porque será? Kkkkkkkkkk.

                              Mapa do 7º Dia
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                              Vídeo do 7º Dia

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