Valente Fazedor de Chuva - Rio de Janeiro
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BATE - Dia 20/01/2018
70/92 – São Francisco de Itabapoana
É um município da microrregião de Campos dos Goytacazes, na mesorregião do Norte Fluminense, no estado do Rio de Janeiro. "Itabapoana" é uma referência ao rio Itabapoana, que banha o município.
69/92 – Cardoso Moreira
Em fins de 1700, mais de 20 engenhos já haviam se instalado em Cachoeiras do Muriaé, nome pelo qual era denominado o atual município de Cardoso Moreira. Estes engenhos realizavam moagem de cana-de-açúcar, beneficiamento de açúcar e aguardente. Estes fazendeiros precisavam de um meio de escoar sua produção. Deste modo, se organizaram para a construção de um ramal da estrada de ferro até Carangola, no atual estado de Minas Gerais. O comendador José Cardoso Moreira, além de ter feito grandes investimentos em suas terras, fez também, como era de costume na época, diversas contribuições para beneficiar a localidade, tornando-se grande acionista da estrada de ferro. Devido, provavelmente, ao volume de seus investimentos, a estação local acabou recebendo seu nome, e, mais tarde, se transformou no nome da localidade.
68/92 – São João da Barra
São João da Barra conta com diversas praias turísticas, Praia de Grussaí, Praia de Chapéu de Sol, Praia do Açu e Praia de Atafona, conhecida pelas ruínas de casas transgredidas pelo mar, tornando submersas algumas ruas da região, além da Lagoa de Iquipari e Lagoa do Salgado.
67/92 – Campos dos Goytacazes
É a mais populosa cidade do interior e com a maior extensão territorial do estado, ocupando área de 4 026,696 quilômetros quadrados. Localizam-se no município, importantes universidades públicas e privadas do estado do Rio de Janeiro. Campos e sua região eram originalmente habitadas pelos índios goitacás. Em 1835, a Vila de São Salvador é elevada à categoria de cidade, com o nome de Campos dos Goytacazes.
66/92 – Quissamã
desmembrou-se de Macaé, deixando de ser um distrito deste para se tornar um município independente. O “Roteiro dos Sete Capitães”, escrito por Miguel Aires Maldonado, conta que o nome “Quissamã” foi dado à região em sua viagem de exploração no ano de 1632. Na sesmaria que os Sete Capitães tinham recebido, havia um aldeamento de índios goitacases conhecido como Aldeia Nova. Ao chegarem para conhecer o local, eles foram recepcionados por um grupo de índios e um negro que vivia entre eles. Os exploradores ficaram perplexos ao verem aquele negro morando “em lugares incultos e sem moradores”. Ao lhe indagarem quem era e como viera parar ali, ele respondeu que era forro (escravo liberto); ao perguntarem se era crioulo (nascido no Brasil), ele respondeu que era da nação de Quissama. No dia seguinte, o negro, que talvez fosse um escravo fugitivo, desapareceu e nunca mais foi visto. “Quissamã” é, de fato, uma palavra originada do nome da nação angolana Quissama. Note-se que é um dos raros municípios brasileiros cujo nome têm origem africana. O nome grafou-se originalmente Quissaman, passando depois para Quissamã.
65/92 – Carapebus
"Carapebus" é um termo de origem tupi. Significa "rio dos carapebas", através da junção dos termos aka'ra (acará), peb (achatado) e 'y (água, rio). O município possui diversos lagos e praias, além de parte do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba.
64/92 – Macaé
O nome do município é uma referência ao Rio Macaé. Não restam dúvidas de que este é um vocábulo de origem indígena, porém seu significado ainda é controverso: Queriam alguns estudiosos que o termo procedesse da corruptela de maca-ê, "que, entre os nativos, significa macaba doce, por extensão coco doce, produzido pela palmeira macabaíba, abundante na região". Eduardo de Almeida Navarro aponta, como origem etimológica, o termo do tupi antigo mokaîé,que designava a variedade de palmeira conhecida como mocajaíba ou bocaiuva. A atual bandeira da cidade apresenta o desenho de um coqueiro; Outros afirmavam que os índios goitacás se utilizavam da palavra Macaé, que significaria "Rio dos Bagres", para denominar o Rio Macaé.
Em breve os vídeos da viagem.
Agora faltam 15!Última edição por Luiz Claudio Lemos; 22-01-18, 23:29.
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Após um pequeno recesso, retomei o projeto Valente Fazedor de Chuva, subindo até o Noroeste do estado com os amigos Rudhra e Nelson, com direito a uma visita à cidade de Bom Jesus do Norte, no Espírito Santo. Foram 1.270 km em dois dias, sendo 280 deles, de reboque! Quem disse que pneu sem câmara não deixa na mão?
Após visitar a última cidade do roteiro, Aperibé, em determinada curva um barulho anormal e a traseira “solta”, situações causadas por um parafuso, daqueles que são usados com “porca”, de uns 8 cm de comprimento. Graças a Deus nada de mais sério aconteceu e quis ainda, o Grande Arquiteto do Universo, que a parada inesperada fosse diante de uma propriedade, Sítio Bela Vista, onde funciona um restaurante. O dono, Sr. Geovane e um familiar seu, Roberto, também do Rio mas a passeio em Santo Antônio de Pádua, prontamente nos ofereceram ajuda e prestaram grande apoio. Quem disse que não há pessoas boas neste mundo?
Aliás, nessa viagem não faltaram encontros com pessoas gentis, dispostas a ajudar pelo simples fato de fazer o bem, como o motorista do caminhão guincho, Fernando, que cuidadosamente acomodou a moto no veículo e após a desembarcarmos na loja, gentilmente deixou-me na porta de casa. Conhecemos, assim que chegamos a São Fidélis, o proprietário de uma pequena mercearia onde paramos para beber água, Sr. Renato, que nos recebeu com simpatia e nos orientou sobre o melhor caminho a seguir a partir daquele ponto, após saber que havíamos enfrentado, por erro meu, a BR 492 (RJ 204) ao invés da RJ-234. Foram inicialmente 7 km de estrada onde o “asfalto” virou “terra”, entre o Centro de Italva e um lugarejo chamado São Luís e depois outros 20 km pela Serra conhecida como “da Venturosa”. Não havia sinalização, mas tão somente animais que interrompiam a pastagem à beira da pista para nos observar. Por lá encontramos um motociclista local que confirmou estarmos no caminho certo: “Podem subir, é só seguir em frente toda vida, lá adiante tem uma placa”. Foi necessária uma hora e meia para vencer os 27 km com muitos buracos, terra batida, areia fofa, pedras soltas, pedregulhos, valas, subidas e descidas. Quem disse que HD só anda no asfalto?
Ainda nos restou antes da fatídica parada, transpor um grande trecho “de” buracos e remendos absurdos, uns por cima dos outros, sem um local “liso” sequer para passarmos com as motos e ai a última pergunta: Para que pagamos tantos impostos?
Enfim, essa etapa rendeu todo tipo de sortilégio, rodamos sob sol escaldante durante o dia, com temperatura agradável à noite, por rodovias maravilhosas e por péssimas rodovias, sempre com muita alegria, observando a natureza, na verdade fazendo parte dela, aproveitando cada minuto dessa oportunidade maravilhosa que é compartilhar a estrada com grandes amigos.
No final de semana do Padroeiro do Rio de Janeiro, São Sebastião, tenho muito a agradecer aos meus amigos e protetores: àqueles dos céus que sempre estão comigo; ao Nelson pela companhia, que mesmo tendo um compromisso familiar no domingo, aventurou-se conosco estreando sua De Luxe e retornando mais cedo; ao Rudhra, que mesmos sob meus apelos não seguiu viagem até a chegada do socorro; Romeu Béze, Roosevelt e Santiago Jr, pela solicitude de sempre e ajuda com a recepção da minha motocicleta e a todos os outros pela preocupação. Quem tem amigos nunca está só! Muito obrigado a todos vocês!
Abaixo a rota, cidades e fotos, divididas em duas postagens, do “BATE” e da “VOLTA”.
VOLTA - Dia 21/01/2018
O imprevisto e a ajuda
77/92 – Aperibé
O antigo distrito de Chave do Faria, emancipou-se em 1992, do município de Santo Antônio de Pádua. O nome "Aperibé" vem de Ape Ribe, que, em tupi-guarani, significa "cachimbo aceso".
76/92 – Itaocara
Devido à luta entre os índios Coroados e Puris, os religiosos Capuchinhos que colonizavam São Fidélis sentiram a necessidade de criar, no local das divergências, uma nova aldeia, que, acolhendo uma das tribos, separasse os litigiantes. Em 1809, o frei Tomás, da cidade de Castelo, chegou às terras escolhidas para a fundação da aldeia, a qual denominou São José de Dom Marcos, em homenagem ao antigo vice-rei Marcos de Noronha e Brito. O nome escolhido, entretanto, não criou raízes no pensamento dos habitantes, que preferiram designar o local de "Itaocara", termo tupi que significa "ocara de pedras", através da junção dos termos itá ("pedra") e okara ("ocara"), em referência ao penhasco que lhe fica fronteiro, na margem oposta do Rio Paraíba do Sul.
75/92 – Cambuci
A tradição reza que, em tempos remotos, a região do atual município foi habitada pelos índios puris, originários da tribo dos Coroados, procedentes dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Conhecida por Cidade Simpatia, Cambuci tem demonstrado vocação para o turismo. Possui balneários e cachoeiras que atraem turistas de várias cidades. Na paisagem urbana destaca-se a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, com sua torre imponente e suas portas, janelas e vitrais em estilo gótico.
74/92 – São Fidélis
São Fidélis, que retira o seu nome ao mártir Fidélis de Sigmaringa, também é conhecida como "Cidade Poema" devido às belezas naturais e ao seu grande número de poetas. A cidade recebeu o nome em homenagem a um santo, São Fidélis, cujo nome de batismo era Marcos Roy, tendo nascido em Sigmaringen, na Alemanha.
73/92 – Italva
É considerada a "Cidade do Quibe" por ter sido, em parte, colonizada por imigrantes sírio-libaneses que trouxeram sua cultura para a cidade, principalmente a culinária. "Italva" é uma junção da palavra tupi itá, "pedra", com a palavra portuguesa "alva". Significa, portanto, "pedra branca", numa referência à abundância de calcário em seu subsolo.
72/92 – São José de Ubá
São José de Ubá foi uma sesmaria desbravada por bandeirantes, sendo conhecida na época como "Ranchos dos Ubás", pois abrigava os tropeiros vindos, em sua maioria, de Minas Gerais. Em 1938 passou a se chamar Juca Neto, sendo que em 1943 prevaleceu o nome São José de Ubá pelo decreto Lei estadual nº 1056 de 31 de dezembro.
71/92 – Bom Jesus do Itabapoana
"Bom Jesus" é uma referência a "Bom Jesus da Vista Alegre", lugarejo de Minas Gerais de onde vieram os fundadores do município. A cidade forma uma conurbação com o município vizinho de Bom Jesus do Norte (ES).
continua...Última edição por Luiz Claudio Lemos; 09-05-18, 11:40.
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Rapaz, foi tenso hein, mas agora, passado todo o sufoco, ficaram as histórias pra contar, parabéns.
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FC Gilmar, bom dia.
Contar as histórias vividas, como aqui postei, na minha opinião, perde apenas para a própria viagem. É reviver algo que amamos fazer. No futuro, quando não mais for possível nos lançarmos mundo à fora, em busca do novo, da liberdade, da aventura sobre duas rodas e por que não dizer do aprendizado, teremos em nossas lembranças as pessoas que conhecemos, os amigos, os maravilhosos momentos que tivemos a coragem de ir buscar e a certeza de que nossa passagem nesse plano foi bem aproveitada.
Agradeço, mas vocês, administradores deste site, é que merecem cumprimentos pela iniciativa de abrir esse canal de comunicação e incentivarem mais motociclistas a fazerem o que qualquer um de nós pode fazer. Hoje, com certeza, não são tão poucos os que fazem e vocês são, em grande parte, os responsáveis por essas histórias de vida. Meus sinceros parabéns a todos!
Forte abraço.
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Amigo... Que maneiro... São histórias como essas, que se tornam lendas. E que serão contadas, por outros apaixonados pelo que fazemos.
Grande abraço.Rudhra Laksmi Teixeira
rudhralaksmi@gmail.com
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O passeio de hoje rendeu 388 km e visita a 10 cidades, a maioria delas já conhecida. Inicialmente sob céu nublado e depois sol forte, marcou o retorno, ao Projeto Valente Fazedor de Chuva, do meu irmão Mauro Abreu.
Pudemos desfrutar na subida da serra de Miguel Pereira, de "estradas cheirosas", como bem disse o grande amigo Rudhra, que em cima da hora, para nossa felicidade, pode se juntar a nós: eram odores do campo, das flores, do mato! Conseguir reunir, amigos, de moto, em uma estrada e cercado pela natureza é algo sensacional!
A maioria das estradas nas quais rodamos estava mal conservada, mas pelo menos a “parada não programada” de hoje, não foi por um pneu furado, como na semana passada, mas por mais um delicioso aroma, desta vez vindo de um restaurante à beira da RJ 127, em Mendes, que depois descobrimos chamar-se “Aki Ki Nóis Fica” e ficamos mesmo! Comida saborosa, bom atendimento e local agradável foram os ingredientes da conversa que colocamos em dia. Neste desafio, que agora entra na reta final, cada etapa é uma surpresa e a cada surpresa boa vivida ou ruim resolvida, a certeza de que valeu à pena dar o primeiro passo.
Vamos à rota, cidades e fotos:
87/92 – Seropédica
O nome da cidade veio da antiga fazenda "Seropédica do Bananal", onde eram produzidos diariamente cerca de 50.000 casulos de Bombyx mori, o bicho-da-seda.
"Seropédica" é um neologismo formado por duas palavras: uma de origem latina, "sericeo" ou "serico", que significa "seda"; e outra grega, παιδεία, ας, translit. paideía, as, que significa "nutrição, criação, cultivo". Portanto, "Seropédica" significa "local onde se cultiva seda".
O nome da antiga fazenda de seda foi dado à cidade em 1875. Naquela época, a terra era conhecida como o "segundo distrito" de Itaguaí.
Como curiosidades, podemos citar o fato da banda de Rock Os Paralamas do Sucesso, ter tido sido fundação nessa cidade, onde se apresentava no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
86/92 – Paracambi
A cidade também é conhecida por ser a cidade natal da cantora Karin Hils, do grupo Rouge. "Paracambi" é um termo de origem tupi que significa "mata verde do grande rio", através da junção dos termos pará (rio grande, caudaloso), ka'a (mata) e oby (verde).
85/92 – Engenheiro Paulo de Frontin
A cidade nasceu de um entreposto comercial entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro que se transformou na Vila de Rodeio. O maior potencial econômico da cidade é o turismo, pois ocupa uma região montanhosa de beleza magnífica. O clima é considerado um dos melhores do mundo com temperaturas amenas e chuvas suficientes ao longo de todo o ano. Há reservas de Mata Atlântica onde é possível visualizar animais silvestres em seu habitat natural, além de cachoeiras e lagos, o que rendeu a cidade, a partir de 1995, através de lei estadual, o cognome de "Cidade Verde". O município dispõe de uma rede hoteleira bem formada.
O pico do Lírio é uma montanha utilizada pelos amantes do radioamadorismo para a realização de contestes. Funciona neste local uma estação repetidora de radioamadores, com links excepcionais alcançando cidades em São Paulo e Espírito Santo. Também é onde se localizam as torres de retransmissão dos canais de televisão e de onde se pode ver, em noites de tempo bom, o Cristo Redentor no Morro do Corcovado, na cidade do Rio de Janeiro.
84/92 – Mendes
A cidade de Mendes tem origem em um simples rancho para pouso de tropas, erguido às margens do “Caminho Novo do Tinguá”, num atalho que ligava a aldeia de Valença com a cidade do Rio de Janeiro. Entre as diversas curiosidades sobre o local, podemos destacar o fato de no Cemitério da Irmandade Santa Cruz, as pessoas serem enterradas com os pés para dentro e a cabeça para a porta do cemitério. O único que foi enterrado ao contrário foi o padre, pois teria maior controle do local.
83/92 – Vassouras
O município localiza-se no Centro-Sul do estado do Rio de Janeiro, sendo umcentro educacional reconhecido nacionalmente. Seu nome deve-se ao fato da região ser lotada de arbustos utilizados na confecção de vassouras.
82/92 – Rio das Flores
A cidade passou a ser colonizada mais intensamente a partir do século XIX, durante o Ciclo do Café. A região começou a enriquecer muito com as lavouras de café, ao ponto de, em 1882, ser inaugurada a estação da Estrada de Ferro Rio das Flores e, em 1890, se emancipar do município de Valença, tornando-se a Vila de Santa Teresa.
81/92 – Paty do Alferes
Acredita-se que o nome Pati do Alferes venha da união do nome do posto militar de alferes, no Brasil equivalente ao posto de segundo-tenente, ao vocábulo indígena dado a uma palmeira abundante na região - o pati. Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para paty . Assim, a antiga Roça dos Alferes passou a ser chamada de Pati do Alferes para distinguir-se da localidade de Pati, atual Andrade Pinto, em Vassouras.
Na cidade existe o Museu da Cachaça, primeiro no gênero no país, onde também estão instaladas uma indústria artesanal de aguardente, duas adegas e um bar para degustação gratuita. Como trata-se de uma instituição privada as visitas são cobradas.
80/92 – Miguel Pereira
Miguel Pereira é uma cidade serrana por excelência, é considerado um dos melhores climas do mundo por ter sua temperatura média anual constante e chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Recentemente, conquistou o título de Estância Climática. É um tradicional ponto de veraneio e possui colônias de férias de muitas categorias profissionais.
79/92 – Japeri
Existem duas etimologias tupis propostas para "Japeri":
Teria se originado de yaperi, termo tupi que significa "aquilo que flutua" e que designava uma planta semelhante ao junco que abundava nos pântanos da região ou significaria "rio dos japis", pela junção dos termos tupis îapim (japi) e y (rio). É conhecido, principalmente, por ser a última estação do maior ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil, cujo edifício histórico, além de inspirar uma das imagens do brasão municipal, já foi estampa de selos no Brasil.
78/92 – Queimados
Tornou-se Município, no ano de 1990, após emancipação da cidade de Nova Iguaçu. Há três versões mais prováveis para seu nome. A primeira diz que, quando o imperador Dom Pedro I passou por aquela região, por ocasião da inauguração da estação de trem, viu uma grande queimada que estava sendo feita dos laranjais nos morros, e chamou o lugar de "Morro dos Queimados". A segunda diz que o nome é referente aos corpos de leprosos queimados, aos montes, que morriam num leprosário que ali existia, onde hoje se situa a Estrada do Lazareto, uma das principais vias do município. Há ainda uma terceira versão, que afirma que o nome da cidade provém dos escravos fugidos das fazendas, que eram mortos e tinham seus corpos queimados pelos seus senhores.
Infelizmente não havia nenhum tipo de identificação da Prefeitura.
Agora faltam 5!
Em breve o vídeo do passeio.Última edição por Luiz Claudio Lemos; 29-01-18, 06:52.
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Bom diaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!
Nada como começar a semana lendo um texto emocionante como esse e desfrutando das fotos do desafio.
Parabéns!!!!
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Com algum tempo de antecedência, programamos para este final de semana a penúltima etapa do desafio, um bate e fica de 523 km até a última cidade que faltava conhecer, Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, aproveitando antes para visitar os municípios de Itaguaí, Mangaratiba e Angra dos Reis.
4 Motos, 1 carro, 11 pessoas! Com alegria e empolgação nos divertirmos muito, rimos, rimos de tudo, rimos do nada, rimos de fatos engraçados, rimos de pura felicidade!
Conhecemos a cidade, o Centro Histórico: Almoço na Taberna, Cervejas, doces, sorvetes, artesanato. Uma parada, demorada por sinal, no Armazém da Cachaça: Gabriela, Milho Verde, Chocolate, Pimenta, Banana e Maracujá, degustação e lógico, compras!
Na Casa de Hospedagem Guest House, ótimas instalações, piscina, cervejas, conversa fiada, brincadeiras, mais cervejas e amizades reforçadas! Sim, O valente Fazedor de Chuva, além da oportunidade de viajar de moto e "descobrir" novos lugares, nos proporcionou momentos únicos como estes, onde pudemos confraternizar e estreitar laços, enfim, viver a vida, na sua essência, como deve ser vivida!
Por tudo isso o meu respeito e agradecimento a vocês, idealizadores e seguidores.
Aos meus familiares e amigos agradeço a confiança e principalmente companhia.
Muito obrigado a todos!
Abaixo rota, cidades e fotos:
91/92 - Paraty
O topônimo "Paraty", foi apontado com o significado de "rio dos paratis", pela junção de parati (parati) e 'y (rio). "Parati" é tanto uma espécie de peixe da família quanto uma variedade de mandioca.
Em vez de Parati, a prefeitura decidiu-se por usar a grafia Paraty, incorreta segundo a ortografia vigente. O gentílico, porém, escreve-se com "i": seus habitantes são denominados paratienses.
Junto ao oceano, entre dois rios, Paraty está a uma altitude média de apenas cinco metros. Por estar localizada quase ao nível do mar, a cidade foi projetada levando em conta o fluxo das marés. Como resultado, muitas de suas ruas são periodicamente inundadas pela maré alta.
Pelas ruas de pedra irregular, circulam, a pé turistas do mundo inteiro, atraídos pela beleza da arquitetura típica do Brasil Colônia. As casas históricas foram requalificadas como pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e museus, em meio a apresentações de músicos populares e de estátuas vivas.
No entanto, Paraty é muito mais que apenas uma pequena cidade histórica. Costeada por montanhas cobertas do denso verde da mata atlântica, a cidade é rodeada de Parques e Reservas Ecológicas, fazendo da região uma das mais preservadas do Brasil. Há mais de 60 ilhas e 90 praias em Paraty, boa parte delas acessível somente de barco ou trilhas. As praias de Trindade são uma atração à parte.
90/92 - Angra dos Reis
A maior parte da cidade é cercada por morros, o que contribuiu para que, no início de 2010, várias residências e pousadas sofressem com os efeitos de deslizamentos. As usinas nucleares situam-se no distrito de Mambucaba e são responsáveis pelo fornecimento de grande parte da energia elétrica consumida no estado do Rio de Janeiro. Além desta, as atividades econômicas giram em torno da pesca, de atividades portuárias, de comércio e de serviços, da indústria naval e do turismo, em suas praias, ilhas e locais de mergulho submarino, principalmente na Ilha Grande.
89/92 - Mangaratiba
"Mangaratiba" é um termo originário da língua tupi antiga. Significa "ajuntamento de mangarás", através da junção de mangará, termo de origem tupi que designa as plantas da família das aráceas e tyba, ajuntamento. Mangaratiba é um município residencial, possuindo grandes condomínios e alguns hotéis e resorts de luxo e um incipiente comércio local. Possui enorme potencial turístico, com localização privilegiada entre os municípios de Angra dos Reis, Parati e Itaguaí, porém sua vocação turística não é plenamente explorada. Além dos Grandes Hotéis, o turismo é promovido por poucas empresas de turismo, sendo os locais mais explorados os distritos de Itacuruçá, Muriqui e Conceição de Jacareí.
88/92 - Itaguaí
O topônimo "Itaguaí" tem origem na antiga língua tupi e significa "rio da enseada da pedra". Itaguaí, hoje, é um município em grande crescimento. Além dos investimentos no Porto de Itaguaí, novos portos privados, como o Porto Sudeste, estão por se instalar na cidade, além de estaleiros civil e militar. A Marinha brasileira pretende construir submarinos em Itaguaí, inclusive atômico, em parceria com o governo francês e estabelecer uma base naval.
Agora só falta 1,
a cidade do Rio de Janeiro!
Em breve o vídeo do passeio.Última edição por Luiz Claudio Lemos; 24-04-18, 22:43.
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Ohhh!!! Que depoimento lindo!!!!
Esse é o espírito: mais importante que as motos e os Km rodados, são os abraços, as amizades feitas e reforçadas, os sorrisos e a alegria de viver.
Parabéns e obrigado pelas palavras.
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