Olá, amigos,
Ao retornar a Governador Valadares fechei o “hiato” que faltava para completar a BR 116 por inteiro. Mas creio que vocês merecem continuar lendo este resumo da viagem, afinal, só faltam dois dias para concluir.
Segue o resumo do penúltimo dia de estrada:
Ao sair de Teófilo Otoni às sete horas o clima estava agradável até puxando para o frio, já que havia dispensado todas as proteções de chuva e frio da roupa de viagem, até abri todas as ventilacões.
Estrada bacana, serpenteando entre morros, imponentes chapadões e majestosos monolitos e tráfego tranquilo.
Bastou entrar na Bahia que a graça se foi. As curvas se alargaram e infinitas retas que me faziam pensar que não saía do lugar por mais que torcesse o punho. Muitos caminhões enfileirados que, nas dezenas de lombadas ao cruzar qualquer lugarejo pareciam parar.
Um calor escaldante me banhava . Um único chumaço de nuvem transformou-se em capacete e logo sumiu. Ô Nordeste seco!
A tarde findava quando consegui me desvencilhar do trânsito infernal do contorno de Feira de Santana.
O sol se pôs magnificamente e cheguei em Serrinha ainda vendo as pinceladas cor de rosa traçadas pela dura natureza nordestina.
Serrinha é uma cidade bacana, limpa, arrumada e com belas praças. O problema é a música em alto volume, como em todo lugar da Bahia.
Foram 855km de chão. Êh Brasilzão!
Dia longo, mas tranquilo. Fui ao acostamento por três vezes, dois caminhões e um automóvel. É sacanagem mas não teve susto. Coisa esperada na Bahia. Infelizmente.
Depois dessa viagem, acho que vou passar uns tempos longe desse trecho da BR 116...
Abraços!
P.S. Foi um dia sem nenhuma foto relevante.
Ao retornar a Governador Valadares fechei o “hiato” que faltava para completar a BR 116 por inteiro. Mas creio que vocês merecem continuar lendo este resumo da viagem, afinal, só faltam dois dias para concluir.
Segue o resumo do penúltimo dia de estrada:
Ao sair de Teófilo Otoni às sete horas o clima estava agradável até puxando para o frio, já que havia dispensado todas as proteções de chuva e frio da roupa de viagem, até abri todas as ventilacões.
Estrada bacana, serpenteando entre morros, imponentes chapadões e majestosos monolitos e tráfego tranquilo.
Bastou entrar na Bahia que a graça se foi. As curvas se alargaram e infinitas retas que me faziam pensar que não saía do lugar por mais que torcesse o punho. Muitos caminhões enfileirados que, nas dezenas de lombadas ao cruzar qualquer lugarejo pareciam parar.
Um calor escaldante me banhava . Um único chumaço de nuvem transformou-se em capacete e logo sumiu. Ô Nordeste seco!
A tarde findava quando consegui me desvencilhar do trânsito infernal do contorno de Feira de Santana.
O sol se pôs magnificamente e cheguei em Serrinha ainda vendo as pinceladas cor de rosa traçadas pela dura natureza nordestina.
Serrinha é uma cidade bacana, limpa, arrumada e com belas praças. O problema é a música em alto volume, como em todo lugar da Bahia.
Foram 855km de chão. Êh Brasilzão!
Dia longo, mas tranquilo. Fui ao acostamento por três vezes, dois caminhões e um automóvel. É sacanagem mas não teve susto. Coisa esperada na Bahia. Infelizmente.
Depois dessa viagem, acho que vou passar uns tempos longe desse trecho da BR 116...
Abraços!
P.S. Foi um dia sem nenhuma foto relevante.





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