Valente fc - sergipe

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  • Hercilio_Junior
    Fazedor de Chuva

    • May 2016
    • 48

    #16
    Postado originalmente por ManFC Ver Post
    Boa meu amigo Hercilio.
    Mais uma vez muito obrigado pelo convite de participar de uma das etapas do seu VFC e me apresentar aos Fazedores de Chuva, fico na torcida para a concretização do desafio.
    Um grande abraço do seu amigo Man, vlw o/!!!
    "Tamo junto"
    Valeu!!!! E por onde anda seu registro? Poste para que todos possamos subir na garupa...
    Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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    • Hercilio_Junior
      Fazedor de Chuva

      • May 2016
      • 48

      #17
      Então pessoal!!! Partindo para a segunda metade do meu DESAFIO VALENTE FAZEDOR DE CHUVA - SERGIPE, neste domingo 21/08 visitei mais 12 municípios percorrendo 417km de estradas boas e também estradas não tão boas assim, as exemplo do trecho Gararu/Porto da Folha/Monte Alegre de Sergipe, alguns buracos faziam medo, porem nada que detivesse um VFC. Um fato que observei foi a mal conservação dos prédios públicos, prefeituras e assembléias sem nenhuma identificação, prédios mal cuidados, falta de informação até mesmo entre os munícipes quanto a localização da sede do governo local. Mas como missão dada é missão cumprida, eis o roteiro do dia.
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ID:	241377

      49/75 General Maynard
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ID:	241378Segundo o domínio popular, que localiza a história da Vila de Marcação muito antes de sua emancipação e renomeação para General Maynard, o povoado originou-se de um marco de divisão das terras de Japaratuba com o Catete, nos primeiros anos do século XIX. A divisão foi feita às margens do Rio Papatu, hoje denominado Japaratuba. Os antigos moradores afirmam que por esse local passavam tropeiros, que viajavam de Santo Amaro, Laranjeiras, Maruim e até mesmo Aracaju para Propriá, e convencionaram o marco como ponto de encontro, por isso o nome Marcação. O local não era totalmente despovoado, já existiam vários engenhos de açúcar, mas o aglomerado urbano só foi realmente formado com as pessoas que chegavam de outros municípios através da estrada que cortava o terreno que mais tarde se tornaria um povoado. Aos poucos foram aparecendo os casebres. Nessa época Marcação não passava de uma pequena povoação de casas à margem de uma estrada, mas até hoje ainda existem moradores que descendem das primeiras famílias que resolveram fixar-se no local. Entre a população local, ainda podem ser encontrados descendentes das famílias Costa, Espírito Santo, Figueiras, Bomfim, Muniz Barreto, Ismerim e Gonçalo Vieira. No livro “Uma experiência da colonização na Cotinguiba sergipana”, do historiador Agamenon Guimarães de Oliveira, existe outra versão para o surgimento de Marcação. Segundo ele, o povoado nasceu no final do século XVIII, fase de ascensão do açúcar, quando os fazendeiros aproveitavam para utilizar o rico solo de massapê para fazer seus plantios na região, e os trabalhadores e comerciantes, que dependiam da economia dos engenhos, instalavam-se nas proximidades. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/28RR) acessado em 22/08/16.

      50/75 Carmopolis
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ID:	241379Rancho foi o nome primitivo de Carmópolis. Seu nascimento como povoado data do fim do período Colonial e início do Império resultando de um simples ponto de parada de feirantes; estes aí se reuniam para atravessar em grupo a antiga mata do Bonsucesso, onde havia mocambos de escravos fugidos dos engenhos da Cotinguiba, que com frequência atacavam os viandantes. A denominação posterior de Carmo, tem sua origem provável na influência dos Padres Carmelitas da Missão de Japaratuba, os quais, segundo D.Marcos de Souza - Memória da Capitania de Sergipe - 1808, visitaram "as correntes dos dois famosos Japaratuba, dos dois deliciosos Lagartixos e do puro Siriry. Todos estes rios deságuam no mar, quatro léguas abaixo da Missão de Nossa Senhora do Carmo". Do magnífico subsídio de D.Marcos de Souza à História de Sergipe, em que localizava a "Missão de Nossa Senhora do Carmo" quatro léguas acima da atual povoação de Pirambu, na barra do Japaratuba, tira-se a conclusão de que nenhuma dúvida pode ser suscitada quanto à passagem dos Carmelitas por Carmópolis, quando a atual cidade não passava de incipiente povoação. Data dessa época a construção da Igreja de Santana do Massacará, situada a pequena distância de Carmópolis. O Município, criou-o a Lei estadual n.° 795, de 23 de outubro de 1920, com território desmembrado do de Rosário; a criação do distrito deve-se à de n.° 819, de 7 de novembro de 1921. Instalado em 1.° de janeiro de 1923, figura o Município de Carmo, em 1933, com um só distrito. Decreto-lei estadual n.° 377, de 31 de dezembro de 1943, modificou para Carmópolis o topônimo do Município e do distrito. Até a presente data permanece o Município de Carmópolis com o distrito único da sede. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/24VB) acessado em 22/08/2016

      51/75 Japaratuba
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ID:	241381A história desse município é contraditória até na definição do nome. Para alguns historiadores, como Pirajá da Silva, Japaratuba vem de yapara+tyba, que quer dizer "sítio onde existe abundância de arcos". Para outros, como Pascal D'Ávila, o nome significa "rio de muitas voltas". Há ainda outra corrente, como a do historiador japaratubense Antônio Wanderley, que afirma que a palavra Japaratuba é de origem indígena e quer dizer "muito terreno arenoso à beira-mar", ou ainda "terras de areias brancas". Para nós, restam apenas duas certezas: Japaratuba vem do tupi-guarani e é nome de um rio. Foi também nome de um dos chefes indígenas que habitavam a área na época de sua descoberta, no século XVI. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1668) acessado em 22/08/16.

      52/75 Capela
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ID:	241383Quando, em princípios do século XVIII, o capitão Luís de Andrade Pacheco e sua mulher, Perpétua de Matos França, fixaram residência em terras situadas entre o rio Japaratuba e a localidade de Coité, já os tupinambás as haviam abandonado, tangidos pela proximidade do homem branco. O sentimento religioso do casal determinou a doação, por escritura lavrada no tabelionato de Santo Amaro das Brotas, da quantia de cem mil réis, destinada à construção de uma capela sob o orago de N. S.ª da Purificação, no sítio denominado Tabuleiro da Cruz, em 1735. Dois anos depois, estava a capela construída. A frequência de missas e de festejos promovidos pelo padre Luís de Andrade Pacheco, filho dos doadores, atraiu moradores circunvizinhos, que construíram novas casas e ranchos nas proximidades. O plantio do algodão, a cultura da cana e o açúcar fomentaram o comércio e expandiram a localidade. No princípio do corrente século, o progresso do Município marchava mais vivo com a mecanização de sua indústria açucareira, datando de 1914 a primeira usina de açúcar cristal. Em 1915, o ramal ferroviário Murta-Capela ligou-o aos municípios servidos pela Viação Férrea Federal Leste Brasileiro, inclusive às capitais Aracaju e Salvador, o que, sem dúvida, Ihe propiciou notável desenvolvimento. O distrito deve sua criação ao Alvará de 9 de fevereiro de 1813. Em virtude da Resolução do Conselho do Governo, aprovada pela Lei provincial de 19 de fevereiro de 1835, criou-se o Município, sob a denominação de N. S.ª da Purificação da Capela, com território desmembrado do Têrmo da Vila de Santo Amaro das Brotas. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1GDY) acessado em 22/08/2016.

      53/75 Muribeca
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ID:	241384Outrora povoado da Freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo, atualmente Propriá, com a denominação de Sítio do Meio, localizava-se nas terras doadas por Cristóvão de Barros ao seu filho Antônio Cardoso de Barros, por volta de 1590. Em data não apurada o povoado originou-se nas terras adquiridas por João Batista de Almeida Figueiredo que edificou uma pequena capela como primeiro prédio, entretanto tiveram atuação mais destacada na fundação do povoado, seus filhos Manoel Almeida Figueiredo e Francisco Xavier de Almeida Figueiredo que permitiram a construção das primeiras casas, onde se originou o primeiro arruado da então localidade Sítio do Meio. Quando da criação do Município de Aquidabã, o povoado Sítio do Meio passou a integrar o território desse município. A Lei Estadual nº 819 de 7 de novembro de 1921 lhe conferiu a designação de Distrito de Paz com sede no povoado Sítio do Meio, e o Decreto-Lei nº 69 de 28 de março de 1938 elevou a vila à categoria de cidade com a denominação de Muribeca com território desmembrado de Propriá. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/KYW) acessado em 22/08/16
      Última edição por Hercilio_Junior; 28-09-16, 16:49. Razão: Correção do nome do município de General Maynard
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      • Hercilio_Junior
        Fazedor de Chuva

        • May 2016
        • 48

        #18
        Continuando com as postagens..

        54/75 Aquidabã
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ID:	241385O município de Aquidabã, fora criado pela lei nº 1.215 de 4 de abril de 1882, sendo desmembrado o seu território dos de Propriá e Capela. Não há registro da instalação da Vila de Aquidabã, porém, por ocasião da Proclamação da República, a Câmara Municipal, não aderiu ao pensamento político da época, ficando a favor dos imperiais e, assim, por ato do Governo Estadual, decretou-se a sua intervenção. Sabe-se, pela tradição, que a Câmara Municipal, que governava o Município e a Sede Municipal, já funcionava há muito tempo. No fim do século passado, por volta de 1898, criou-se a Intendência, tendo sido empossado Francisco Figueiredo, como 1º administrador municipal, após nomeação pelo Governo do Estado de Sergipe. Ressalta-se que a povoação surgiu, no 2º quartel do século XIX, à beira da estrada, ao redor de um cemitério, próximo a uma santa cruz, daí o porque do primitivo nome do lugar: Cemitério. Como a Santa Cruz, depois, fora ampliada, dando-se como santa padroeira, Sant Ana (não se deve escrever, por razões históricas Santana) o lugar já no ato de criação da povoação, tomou o nome de Cemitério de Sant Ana. O nome Aquidabã não se tenha dúvida, é uma homenagem à vitória do Brasil, no dia 11 de junho de 1870, na celebérrima Batalha do Riachuelo, da Guerra do Paraguai. Daí o porque do nome da povoação vizinha, hoje incorporada à área urbana da cidade, com o nome bairro do Paraguai, denominação esta por causa da rivalidade dos habitantes dos povoados Malaca, Periperi e Paraguai. Na presente data, as três povoações estão unidas em forma sede municipal e bairros, mas que no passado não muito recente, constavam dos mapas como povoações distintas. Para não se perder na memória dos brasileiros esta homenagem aos que tombaram na Guerra do Paraguai é que tenho sugerido à Associação dos Amigos da Marinha que as festividades da vitória do Brasil na Guerra do Paraguai também se realizem em Aquidabã, o que agora somente se faz em terras sergipanas, na Capital do Estado e na Cidade de Riachuelo, esta última, com este nome, em igual homenagem aos pracinhas que morreram na sangrenta Guerra que se realizou no Rio Aquidabã, entre o Paraguai e o Mato Grosso.
        Aquidabã é hoje uma cidade florescente e progressista, tem um grande futuro pela frente, pois o município é próspero, sobretudo pela sua riqueza pecuária, seu comércio e sua feira, uma das melhores do estado, e que surgiu sui generis, por um decreto de 1857, por causa da reação das autoridades municipais, sediadas em Propriá. A razão primeira da povoação, foi, segundo os dados históricos, o do surgimento da feira, onde se vendem às segundas-feiras, os produtos indispensáveis a alimentação do povo circunvizinho, pois a feira tem influência em várias cidades da região.
        Fornte (http://cod.ibge.gov.br/AKJ) acessado em 22/08/2016.

        55/75 Canhoba
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ID:	241387Denominava-se Curral de Barro, em decorrência dos muros construídos de argila com a finalidade de reter as águas na lagoa de Canhoba, durante o cultivo de arroz. As primeiras penetrações tiveram início no fim do século XVII para princípio do século XVIII, pelas famílias Torres e Resende. Em 1894 o povoado já possuía uma escola primária e feira livre realizada aos domingos. Depois de construída a sua primeira igreja, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, despontaram várias opiniões com o objetivo de trocar o nome do povoado, ficando aceito pela maioria dos habitantes, a denominação de Canhoba cuja origem está ligada aos terrenos férteis existentes, denominado Baixa do Canhoba. Com território desmembrado dos Municípios de Aquidabã, Gararu e Propriá foi transformado no Município de Canhoba através de Decreto-Lei nº 17 de 23 de dezembro de 1938, tendo como sede o povoado Canhoba. As terras canhobenses, que se situam à margem direita do Rio São Francisco, faziam parte da Capitania de Todos os Santos, que iam do Velho Chico até Itapoã, próximo a São Salvador. Com a morte de Cristóvão de Barros, parte dessas terras passam a pertencer a seu filho, Antônio Cardoso de Barros. Os primeiros exploradores chegaram no final do século XVIII à Lagoa do Jaguaripe, hoje Lagoa de Canhoba, usando o Rio São Francisco como estrada natural. Segundo pesquisadores, Canhoba quer dizer em língua portuguesa “folhas escondidas”, uma planta medicinal usada largamente pelos indígenas. Uma espécie de planta que produz milagre.A palavra “Canhoba” é a junção de duas outras. Segundo o tupinólogo, Theodoro Sampaio, em seu Dicionário da Língua Tupi, “Can” quer dizer cânhamo, e “oba” é o senhor da terra. CATAIOBA E CURRAL. Os primeiros habitantes de Canhoba foram os índios da tribo Cataioba. Com a chegada dos portugueses, os índios fugiram, mas no município ficaram suas marcas: os nomes de locais como Caiçara e Caraíbas. Sendo o maior registro o da existência da Baixa do Canhoba, que deu origem ao nome do lugar. Manoel José da Rocha Torres, não resta dúvida, foi o primeiro posseiro do hoje município. As suas terras foram adquiridas através de uma Carta Régia, desde o São Francisco até o interior, na altura do Bom Nome. Ele é um descendente de portugueses. Seu filho, Antonio da Rocha Torres, também foi possuidor de terras. Eles fundaram a povoação “Curral de Barro”, por causa dos valados que os posseiros construíram para represar as águas das lagoas, plantando nas terras alagadas o arroz. Curral era um nome comum, pois no alto sertão existia o Curral do Buraco, (hoje Porto da Folha) e o Curral de Pedras (hoje Gararu). Construída a primeira igreja sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição, surgiram opiniões no sentido de ser mudado o nome do povoado. Alguns sugeriram a denominação Jaguaripe, nome do rio temporário que passa nas proximidades. Mas essa idéia não prevaleceu. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/I0C) acessado em 22/08/2016

        56/75 Nossa Senhora de Lourdes
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ID:	241389Não se sabe ao certo quando foi descoberta a gruta que abrigava a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Coqueiros, gruta esta natural com enormes pedras onde filtrava água e que para chegar nela, havia necessidade de atravessar um riacho. Porém podemos afirmar que por iniciativa de Otávio Paulino da Cruz, que era o proprietário do terreno da referida gruta e muito religioso e devoto da Santa e algumas lideranças puseram uma pequena imagem de Nossa Senhora de Lourdes, num recorte de pedra no interior na gruta. Mais tarde, no entanto, seu Otávio constrói uma capela para acomodar a imagem. Essa gruta era onde o povo urupemense ia passear rezar e captar água, onde muitos afirmavam ser "Benta" e "milagrosa", faziam churrascos, aniversários e outros eventos. Um certo dia um casal de namorado foram à gruta rezar; Ela filha de D. Juaninha Marçal e Vergílio Nunes. Assim que chegaram a casa, deu aquele estrondo, muito forte mesmo, chamando atenção da comunidade; Moravam em frente à gruta D. Biloca e Sebastião Nunes. Apavorados chegou à notícia: Desmoronou a Gruta... Todos ficaram entristecidos, afinal, além de ser um local religioso, também de laser. Com o desmoronamento a imagem de Nossa Senhora de Lourdes que estava na capelinha veio parar do outro lado do riacho, e o incrível, com apenas uma das mãos quebradas. Acredita-se que o desmoronamento deu-se em virtude do desmatamento de araucárias e outras árvores que ficavam acima da gruta. Como na época tudo era muito difícil, não tinham como reconstruir a gruta, assim passou-se alguns anos. Então novamente Otávio Cruz e algumas lideranças decidem construir uma outra gruta, o local escolhido foi ao pé do morrinho onde ficava a igreja de Santa Ana, onde até hoje se encontram. Portanto no dia 11 de Fevereiro de 1949 inaugurou-se a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes por Otávio Paulino da Cruz. A umidade da outra gruta, dos coqueiros fez com que a imagem tivesse problemas de deterioração do gesso, ficando quase só cimento, Então o Sr. Roseni Antunes Machado, presidente da igreja, doou uma nova imagem, para a festa de fevereiro no ano de 1978, e a velha imagem muitos queriam, no entanto, ninguém ficou e colocaram onde se tocava o sino e lá foi esquecida...Na madrugada de 18 de Abril de 2003, a imagem de Nossa Senhora de Lourdes foi totalmente destruída e quebrada, e a gruta ficou sem imagem, a comunidade chocada com o acontecido, lembra da imagem velha, esquecida na torre da igreja, foram a procura, mais não a encontraram. Então D.Maria Souza relatou que crianças haviam visto uma santinha no galpão do Tio Cidio lá nos Coqueiros e não deu outra era a imagem, ninguém sabe como ela foi parar lá, há quem diga que estaria ela voltando para a velha gruta. Enquanto a Sra Arlita Terezinha de Souza Pagani mandava restaurar a imagem, que se acredita tem aproximadamente 90 anos. Para a gruta não ficar sem imagem a Senhora Marilene Cruz de Melo, ela que foi abençoada com um milagre, vêem de Curitiba-PR, trazer uma nova imagem, que hoje se encontra no interior da Igreja Santa Ana. E hoje a gruta Nossa Senhora de Lourdes abriga a primeira imagem, aquela arremessada pelo desmoronamento da gruta natural dos Coqueiros. Vale lembrar que Coqueiros surgiu em virtude de, na época, uma das moradoras desse bairro chamar-se Maria Cocco. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1OCJ) acessado em 22/08/2016.
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        • Hercilio_Junior
          Fazedor de Chuva

          • May 2016
          • 48

          #19
          "Eitcha que tem historia esse Sergipe Del Rey"

          57/75 Itabi
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ID:	241391Devido a existência de caboclos ceramistas, denominava-se “Panelas” a propriedade que deu origem a povoação. Em 1891, Pedro Vieira de Menezes, oriundo do município de Porto da Folha, apossou-se da gleba que comprara, tendo nela se instalado e constituído família. No local foram erguidas outras moradas vez que o proprietário beneficiou amigos e trabalhadores fazendo doações de terras para desbravamento e plantio, sendo que em 1901 a fazenda “Panelas” era um próspero arraial e possuía uma fábrica de beneficiar algodão. O padre de Gararu, Gonçalo de Lima vigário da freguesia considerou o progresso existente como “Milagre do Providência” e sugeriu a sua denominação para Providência, o que foi aceito. Em 1922, Pedro Vieira de Menezes iniciou a luta para elevar o povoado à vila o que somente foi conseguido por sua viúva Dona Maria Maurícia de Menezes que continuara a luta, e em 28 de março de 1938 pelo Decreto-Lei nº 69 foi o mesmo elevado à sede do Distrito de Paz de Providência. A lei estadual nº 533 de 7 de dezembro de 1944 elevou o povoado à vila com o nome de Itabi cuja denominação origina-se de duas pedras sobrepostas naturalmente, de modo estranho e esquisito. A lei estadual nº 525-A de 25 de novembro de 1953 elevou a vila à cidade e sede do Município de Itabi. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1WJK) acessado em 22/08/2016.

          58/75 Gararu
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ID:	241392Chamava-se Curral de Pedras topônimos advindo de currais construídos de pedras adredemente preparadas e habilmente arrumadas. Seu território pertencera ao Morgado de Porto da Folha e teve como primeiro proprietário Tomé da Rocha Malheiros. A invasão holandesa em Sergipe favoreceu a penetração do território que refugiou na serra da Tabanga, colonos portugueses, onde em época coeva ainda existe o esconderijo “Buraco de Maria Pereira” mulher que se tornou epônima. Expulsos os batavos, o cacique Gararu e sua tribo ocuparam a região fixando-se na desembocadura do riacho do mesmo nome, no rio São Francisco, os quais possivelmente, foram catequizados pelos jesuítas da missão da Ilha de São Pedro. Com a expulsão dos jesuítas, a aldeia foi abandonada e se presume que a povoação de Curral de Pedras se originou de sitiantes que ali se estabeleceram. Já sob o orago de Bom Jesus dos Aflitos serviu durante sete anos como sede da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Porto da Folha. Uma Resolução de 15 de março de 1877 elevou o povoado à vila trocando o nome para Gararu. Em data não apurada foi elevado a distrito único e sede comarca a qual foi extinta em 1927, situação que foi restaurada pelo decreto nº 377 de 31 de dezembro de 1943. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1P9O) acessado em 22/08/2016.

          59/75 Porto da Folha
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ID:	241393O Município teve sua origem no século XVII, havendo sua sede passado por uma série de mudanças: Ilha do Ouro, Porto Principal, Ilha de São Pedro no rio São Francisco, Curral de Pedras (atual Gararu), e Boa Vista para, finalmente, se fixar na fazenda Curral do Buraco, onde se estabelecera o colonizador Tomáz Bermudes que fizera amizade com os índios Romaris ou Reumirins. Com a morte do colonizador a obra de povoamento continuou com Gerônimo Fernandes, seu sucessor, e a povoação floresceu a ponto de em 1821 ser desmembrada da freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo (atual Propriá) já denominado São Pedro do Porto da Folha com sede na Ilha de São Pedro. Em 1841 foi restabelecida a sede no povoado do Curral do Buraco, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição do Porto da Folha, até que a Lei nº 194 de 11 de fevereiro de 1896, definiu a sede com a denominação de Porto da Folha, cujos portofolhenses também possuem a antonomásia de buraqueiros. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/13PD) acessado em 22/08/2016

          60/75 Monte Alegre de Sergipe
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ID:	241395A conquista do território está ligada ao Morgado de Porto da Folha, colonizado por Tomás Bermudes e seu filho Jerônimo Fernandes. O primeiro núcleo populacional surgiu provavelmente, no final do século XIX, à margem de uma estrada carroçável, num local onde os viajantes pousavam, procedentes de Município de Porto da Folha com destino ao Estado da Bahia. Até 1940, Monte Alegre ainda era um pequeno povoado com cerca de oitenta moradias e pertencia ao Município de Nossa Senhora da Glória. A Lei Estadual nº 525-A de 25 de novembro de 1953, elevou-se à cidade e Sede do Município de Monte Alegre de Sergipe. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/2AOG) acessado em 22/08/2016.

          Com Monte Alegre termina minha postagem de hoje. Já estou começando a sentir o gostinho da finalização pois pretendo de uma só vez terminar os 15 municipios restantes e pegar minha homologação antes da partida para a concretização do Rodoviário Fazedor de Chuva BRs 101 e 116.......SEGUUUUURA ANSIEDADE!!!!!!!!!!!
          Um grande abraço a todos e até a próxima
          Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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          • Hercilio_Junior
            Fazedor de Chuva

            • May 2016
            • 48

            #20
            Neste domingo dei continuidade ao desafio Valente Sergipe, já doido para terminar pois na minha programação acabei deixando de visitar dois municípios em regiões diferentes, são eles Pedra Mole e Gracho Cardoso. O primeiro deveria te registrado na 4ª etapa, já o segundo fazia parte da 6ª etapa e deixei passar. Em fim, agora é correr contra o relógio pois pretendo partir para a conclusão dos desafio Rodoviário 101 e 116 já devidamente homologado como Valente Fazedor de Chuva, o lugar na jaqueta para costurar o bordado já está alinhavado.
            Roteiro dessa etapa:
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ID:	242225

            61/75 - Pedra Mole
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ID:	242227A partir de 1700, a colonização e povoamento da Capitania de Sergipe expande-se pela zona sertaneja. Segundo a Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, a primeira incursão na área territorial de Pedra Mole foi feita por Manoel Alves da Silva, que obteve por alvará, de 25 de outubro de 1713, a sesmaria de uma légua de comprimento por três de largura, começando no Rio Salgado, que deságua no Rio Vaza-Barris. Em 1890, a família francesa Ettingers fundou na região uma fábrica de beneficiamento de algodão. O exemplo e o entusiasmo dos dois pioneiros, Gootchaux Ettinger e seu sobrinho Gabriel Lazar Ettinger, foram atraindo pessoas da circunvizinhança que desejavam prosperar. O desenvolvimento foi relativo, por causa da falta de transportes regulares e rápidos que permitissem o escoamento da produção para os mercados do litoral. Pedra Mole, como suas cidades vizinhas, deixou de se desenvolver também pela falta de chuvas e com os processos rudimentares da agricultura que reduzem e encarecem a produção. Os pedra molenses têm várias versões sobre o surgimento do nome da cidade. Uma delas é que alguns moradores encontraram pedras com a marca da pata de um animal e de um pé de uma pessoa, e disseram que as pedras eram moles. Outros acreditam que viajantes marcavam como ponto de encontro o lugar das pedras moles. Sabe-se, com certeza, que onde hoje é a cidade havia pedras relativamente fofas, mas que hoje não existem mais. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/40W), acessado em 19/09/2016

            62/75 - Gracho Cardoso
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ID:	242228Em 1776 os irmãos Luiz de França e Manoel Cristovão desbravaram e se estabeleceram com criatório de gado numa área denominada Moita do Tamanduá devido a abundância do animal no local onde se ergue a cidade, daí, seu nome antigo de"TAMANDUÁ".
            Alguns anos mais tarde Justino Vieira dos Santos, filho de Luis de França, construiu casa para residir com sua esposa, no que foi seguido por parentes e pessoas outras. Em 1876 o local contava com vinte moradias, uma escola primária e uma casa de oração construída no lugar denominado Cruz do Agostinho. No começo do século o povoado possuía alguns estabelecimentos comerciais e uma feira incipiente, aos domingos. Em 1925 foi demolida a capela e ao seu lado ergueu-se uma igreja que continuou sob a invocação de Nossa Senhora da Piedade.
            O Decreto-Lei nº 533 elevou o povoado à vila e sede de Distrito de Paz. A Lei 525-A de 25 de novembro de 1953 transformou a vila em cidade e sede do Município de Tamanduá o qual foi instalado em 6 de fevereiro de 1955, com território desmembrado do Município de Aquidabã. Com a Lei nº 897 de 30 de abril de 1958 o município teve seu topônimo trocado para Gracho Cardoso em homenagem a um ex-governador e político sergipano do passado. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/I49), acessado em 19/09/2016

            63/75 - Malhada dos Bois
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ID:	242232Retroagindo no tempo verifica-se que o outrora Povoado Malhada dos Bois, situava-se em terras pertencentes a Cristóvão de Barros, doadas ao seu filho Antônio Cardoso de Barros, que por sua morte a viúva fez doação das mesmas ao seu genro Pedro Abreu Lima, passando a constitui-se o território da Freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo, hoje Propriá. Com o desmembramento havido no território da Freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo, para criação da Freguesia de Aquidabã, ditada pela Resolução Provincial nº 930 de 11 de abril de 1872, o povoado Malhada dos Bois passou a fazer parte dessa nova freguesia. Com a criação do Município de Aquidabã, o povoado de Malhada dos Bois passou a fazer parte desse município, até que em 1926, com o desmembramento da parte do território de Aquidabã, para criação do Município de Muribeca, através da Lei Estadual nº 942 daquele ano, o povoado Malhada dos Bois passou a integrar o Município de Muribeca. Com a Lei Estadual nº 525-A de 25 de novembro de 1953 foi criado o Município de Malhada dos Bois, tendo como sede municipal o povoado da mesma denominação, que somente foi instalado em 31 de janeiro de 1955. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/19QA), acessado em 19/09/2016

            64/75 - São Francisco
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ID:	242233São Francisco tem o maior cajueiro de Sergipe. Município já se chamou Jacaré e pertenceu a Propriá e a Cedro de São João. O município de São Francisco surgiu com o nome de Jacaré, por causa de um pequeno riacho com esse nome, que passava nas proximidades, e no qual, segundo os mais antigos, havia um jacaré. Foi às margens desse riacho, que hoje se chama Galante, que em 1860 Antônio Caldas, considerado o fundador da cidade, construiu um engenho e algumas casas. Em 1870 o povoado tinha uma escola, um cemitério, um açude e uma capela, tudo construído por Antônio Caldas. A partir daí, o pequeno povoado passou a se chamar São Francisco, tendo como padroeiro São Francisco de Assis. Os moradores viviam da pesca no riacho, plantio de algodão e do corte de cana, toda ela enviada para o engenho de Antônio Caldas. De acordo com as pesquisas da professora aposentada Neildes Marques Nascimento, a população era muito pobre, com casas de taipa e muito frágeis. "Chovia muito e a chuva chegava a derrubar as casas dos moradores. Havia também uma senzala onde viviam os escravos de Antônio Caldas", informa ela. Em 1945 a cidade passou a ser iluminada por lampiões a gás, que eram acesos às 18 horas e apagados às 22 horas, por Hortêncio e Izaul. Em 1951 houve uma festa de inauguração da luz elétrica a motor, implantada pelo prefeito de Cedro de São João, Euclides Ferreira. Só a partir de 1956, a luz passou a vir da hidrelétrica de Paulo Afonso. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/18JO), acessado em 19/09/2016.
            Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

            Comentário

            • Everardo Passos Luz
              Fazedor de Chuva

              • Jun 2013
              • 1351

              #21
              Bom dia Hercílio, parabéns pelo desafio!

              Eu estou em um desafio um pouco mais abrangente que é fazer todos os "valentes" do nordeste, já fiz 6, e estão pela frente Alagoas, Sergipe e Bahia. Neste momento gostaria de te perguntar se ainda existe algum município do seu estado com acesso não asfaltado. Se houver algum detalhe que queira me acrescentar a título de informação ser-lhe-ei muito grato.

              Obs: pretendo fazer os estados de Sergipe e Alagoas em uma única viagem, em dez dias.

              Obrigado pela atenção e um grande abraço.

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              • Hercilio_Junior
                Fazedor de Chuva

                • May 2016
                • 48

                #22
                Como vai Everardo! Agradeço a força e entusiasmo.
                Pois bem, quanto a sua pergunta, todos os 75 municípios sergipanos são servidos de estradas asfaltadas nos seu acesso principal, ocorre que em alguns casos pode-se pegar estradas vicinais entre um município e outro que nem sempre são asfaltadas, mas são alternativas fora do tronco principal.Ontem terminei meu Valente Sergipe visitando 11 municípios que restavam, todos servidos por rodovias estaduais e em alguns casos federais como a BR 101, porem peguei alguns trechos de terra como opção, por exemplo entre os municípios de Japoatã e Cedro. poderia ter utilizado parte da BR 101 mas fui por terra e valeu a aventura.
                Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

                Comentário

                • Hercilio_Junior
                  Fazedor de Chuva

                  • May 2016
                  • 48

                  #23
                  Finalmente nesse domingo 25/09 conclui meu primeiro desafio, Valente Fazedor de Chuva Sergipe. Foram 75 municípios visitados ao longo de 4 meses, cujas saídas ocorreram somente nos finas de semana entre sábado ou domingo, não contabilizei os números ainda mas acredito que tenha realizado em 9 dias pois acabei tendo que fazer dois municípios que havia pulado no meu planejamento inicial, mas valeu cada km percorrido, uma verdadeiro aprendizados sobre o que é ser um motociclista, sobre o estado onde resido, sobre as diferenças pessoais e principalmente sobre mim. Que venha agora a conclusão do Rodoviário BR 101 e BR 116 em novembro. Vamos juntos nessa contagem regressiva para minha solicitação de homologação como VAELENTE FAZEDOR DE CHUVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
                  Eis o roteiro dessa última etapa:
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Name:	Roteiro Última Etapa.jpg
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ID:	242412Uma coisa que me intrigou foi o fato do google mapas mostrar 360 km nesse roteiro mas meu hodômetro marcou 408km, devo ter me "perdido" pelo caminho.

                  65/75 Japoatã
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ID:	242413No início denominava-se Jaboatã, nome cuja origem está dividida em duas correntes de opinião. Uma corrente afirma que Japoatã advém de Frei Jaboatão que dirigindo um grupo de franciscanos fundou um convento e uma igreja no lugar Riacho do Meio com a finalidade de catequizar o cacique Pocatuba e sua tribo. Outra corrente apresenta uma versão que tem como ponto comum a catequese dos silvícolas, porém, afirmando que foram os jesuítas e não os franciscanos que fundaram a Missão Riacho do Meio, onde fundaram um convento no morro Jaboatão e perto do Monte Cruzeiro de Pedra uma igreja sob o orago de Nossa Senhora das Agonias, sendo os mesmos substituídos pelos franciscanos após a expulsão daqueles pelo Marquês de Pombal. Em 1630 a imagem de Nossa Senhora das Agonias, por ordem do Vaticano seguiu para Roma, ficando a povoação consagrada a Nossa Senhora do Desterro. Corre pela região a crença na existência do “Fabuloso Tesouro de Jaboatão” deixado enterrado pelos religiosos quando abandonaram a área durante a invasão holandesa ou quando da expulsão dos jesuítas. De concreto existe a Lei nº 583 de 23 de novembro de 1910 que promove Jaboatão à categoria de município, lei que caducou devido a não instalação do mesmo. Em 20 de outubro de 1926 a Lei 960 guinda Jaboatão à sede municipal e rebaixa Pacatuba à categoria de povoado e distrito único. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...earch=|japoata), acessado em 25/09/2016.

                  66/75 Cedro de São João
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ID:	242417Em 1834 no local onde se ergue a cidade existia um grupo de vinte moradias rústicas contrastando com uma bem mais ampla e melhor acabada onde residiam o proprietário com sua família e trabalhadores da fazenda denominada Cedro, devido a abundância, naquela época, da árvore do mesmo nome, na fazenda. Em 1835, para atender ao número regular de crianças em idade escolar, o Sr. Antônio Nunes, proprietário da fazenda obteve uma escola do governo Provincial, para aquele incipiente povoado. A povoação foi crescendo e em decorrência da necessidade de celebração de atos religiosos foi construída a Capela de São João Batista, atual matriz. A Lei Estadual nº 83 de 23 de outubro de 1894, elevou o povoado à cidade e sede município, sendo tal condição revogada pela Lei 422 de 29 de outubro de 1901, a qual retornou a cidade à categoria de povoado. A Lei Estadual nº 1015 de 4 de outubro de 1928, restabeleceu a condição perdida. Com o Decreto-Lei nº 533 de 7 de dezembro de 1944, foi o topônimo alterado para Darcilena. A Lei Estadual nº 554 de 6 de fevereiro de 1954 revogou o decreto-lei anterior passando a denominação de Município de Cedro de São João. O município teve seu território desmembrado do Município de Propriá, ao qual se liga historicamente. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...ro-de-sao-joao), acessado em 28/09/2016.

                  67/75 Telha
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ID:	242415O pequeno município de Telha, a 107 quilômetros de Aracaju, localizado às margens do Rio São Francisco, tem aproveitado muito bem a “grandeza” - hoje nem tão grande assim
                  - de suas águas. O centenário cultivo de arroz na região ganhou a parceria da piscicultura, que em muitos lotes do Projeto Irrigado Propriá é produzida em consórcio com a rizicultura. Produtores telhenses já estão abastecendo de peixe, produzido em viveiros, o mercado de várias cidades de Sergipe e de Alagoas. O município de Telha foi fundado em terras pertencentes a Propriá, doadas por Cristóvão de Barros, por volta de 1590, ao seu filho Antônio Cardoso de Barros. Duas famílias de holandeses se estabeleceram no local com uma fábrica de telhas de barro cozido, dando origem ao nome do Povoado Telha de Cima. No início da década de 60, os moradores começaram a acreditar que a povoação já possuía condições suficientes de se emancipar de Propriá. Para viabilizar a emancipação, uma comissão, liderada por José Manoel Freire Filho - reconhecido o fundador do município - procurou o deputado Wolney Leal de Melo. Ele apresentou um projeto de lei, que foi sancionado pelo então governador João de Seixas Dória, em 20 de janeiro de 1964. A partir dessa data foi criado oficialmente o município de Telha, através da lei nº 1.248, que dava a ele a responsabilidade de manter três povoados: São Thiago, São Pedro e Bela Vista. O primeiro prefeito, candidato único eleito pela Arena, foi Claudionor José dos Santos. O Projeto Irrigado Propriá (que engloba os municípios de Propriá, Telha e Cedro de São João), apesar do nome, tem a maioria dos produtores de Telha. Iniciou em 1975 apenas com a rizicultura, mas agora muitos dos 247 produtores estão trabalhando em consórcio com a piscicultura. A Usina São João, instalada no município por José João do Nascimento Lima, recebe cerca de 90% da produção do arroz do município e beneficia o produto, que já sai empacotado para venda com o nome “Arroz Tia Graça”. O telhense Manoel da Silva (Manoel de Menezes), de 58 anos, possui seis viveiros de Tambaqui - um deles é o berçário - que comportam cinco mil peixes cada um. “A agricultura é uma faca de dois gumes. Uma hora a gente está de bolso cheio de dinheiro; outra hora cheio de contas pra pagar. A piscicultura tem um rendimento mais compensador, mas sempre há riscos, porque a gente alimenta uma coisa que está debaixo da água, que a gente não vê”, explica Manoel de Menezes. Ele lembra com saudades do tempo das enchentes do Rio São Francisco, quando todos, sem distinção, podiam plantar arroz e sobreviver da pesca. “Agora só produz quem tem a terra irrigada. Mas as coisas de Deus nunca se acabam”, acredita ele. Seu Manoel conseguiu fazer os viveiros de peixe com um dinheiro (R$ 40 mil) que em 1997 ganhou na Roda da Fortuna, do Programa Silvio Santos. Além de investir na criação de peixes, comprou também um carro e uma casa. Ele foi representado no programa pelo seu filho Nivaldo Silva, 29, dono da primeira banda musical de Telha, a Nova Geração, que há um ano e meio vem animando as festas de padroeiros dos povoados da região.

                  68/75 Amparo do São Francisco
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ID:	242416Como toda cidade, Amparo de São Francisco tem sua história e tornou-se conhecida através de seus antepassados, que divulgaram de geração a geração, mas infelizmente contém poucos registros. O município Urubu do Baixo, hoje Propriá continha uma fazenda chamada Campinhos e pertencia ao capitão Antônio Rodrigues da Costa Dória, que vendeu parte desta ao Sr. João da Cruz Freire. A fazenda não tinha nome e o Sr. João da Cruz resolve batizá-la por Amparo, tempos depois faz a doação de terras para construção de uma igreja. Amparo foi evoluindo e tornou-se povoado vinculado politicamente a Propriá. Em 1937 Amparo passa a pertencer a jurisdição de Canhoba aonde permanece por dez anos consecutivos. Após esse período, retorna novamente a Propriá, através da influência política do Deputado Martinho Guimaraes, primeiro político atuante nesta terra. Em 1953 Amparo atinge as condições mínimas exigidas pela Lei Orgânica dos municípios e reivindica a sua transformação em sede municipal. A 25 de novembro de 1953, é aprovado a emenda do projeto de Lei da Assembleia Legislativa do Estado de Sergipe, pela qual o povoado eleva-se a categoria de cidade e sede do município com o nome oficial de Amparo de São Francisco. Nas lutas pela sua emancipação política, destacam-se os nomes de Martinho Guimaraes e Epaminondas Freire. A primeira eleição realizada em Amparo de São Francisco , ocorreu em 06 de outubro de 1954. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...-sao-francisco) , acessado em 25/09/2016.
                  Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

                  Comentário

                  • Hercilio_Junior
                    Fazedor de Chuva

                    • May 2016
                    • 48

                    #24
                    CONTINUANDO COM A RETA FINAL........

                    69/75 Propriá
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ID:	242419A data da doação é de 9 de abril de 1590. O filho de Cristóvão morreu. Dona Guiomar de Melo, a viúva, repassou as terras a seu genro, Pedro Abreu de Lima. Este, depois da morte da mulher, cedeu terras aos jesuítas, aos carmelitas e aos filhos. Pedro Gomes de Abreu, filho mais velho, foi morar numa região mais baixa do morro. Ela se transformou numa povoação e ficou sendo conhecida como Urubu de Baixo. Por conta do rio, das várzeas férteis e da proximidade com a vila de São Francisco, hoje Penedo/AL, Urubu de Baixo se desenvolveu assustadoramente. A situação econômica era tão confortável que o arcebispo primaz do Brasil, dom Sebastião Monteiro da Vide, determinou que a povoação se transformasse em freguesia, libertando-se de Vila Nova do São Francisco, que é hoje Neópolis. Nascia em 18 de outubro de 1718 a Freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo. Graças ao Rio São Francisco, a freguesia se tornou um grande pólo de desenvolvimento do Norte. Em 1º de agosto de 1800, Antônio Pereira de Magalhães e Paços, ouvidor geral e corregedor da Comarca de Sergipe d'El Rei, apresentou um pedido ao capitão-general e governador da Bahia, dom Fernando José Portugal, para que transformasse a freguesia em vila. Em 5 de setembro de 1801, o governador ordenou, em nome do príncipe regente, a transformação de Urubu de Baixo em vila. Uma grande festa foi realizada num domingo, dia 7 de fevereiro de 1802. Naquele dia foi construído um pelourinho de pau redondo em frente a Igreja de Santo Antônio como sinal de autonomia.Transformada em vila, os moradores de Urubu de Baixo passam a chamá-la de Propriá. Não existe uma definição histórica para essa mudança, mas a maioria acredita que Propriá surgiu de uma pesca de Piau na lagoa de João Baía. Era tanto peixe que se pescava usando pau. Criou-se então a expressão “pesca do paupiau”. Outros dizem que o nome vem também da lagoa, mas a expressão seria “puropiau”. Depois Propriá. O que deve ter reforçado a mudança é que o nome Urubu não combinava com o progresso da “Meca” do Norte.Em 1828, a Princesinha do Baixo São Francisco sofre um grande golpe. Surge a Freguesia de São Pedro de Porto da Folha, e a Vila de Propriá fica apenas com 14 léguas antes tinha 40. Quando se emancipou, Porto da Folha levou Canindé, Poço Redondo, Monte Alegre, Glória, Gararu, Itabi e parte de Canhoba. Mas isso não impediu o avanço de Propriá. Em 21 de fevereiro de 1866, a vila recebe a categoria de cidade. Em finais de 1859, o imperador Dom Pedro II e a imperatriz Tereza Cristina chegam a Propriá através do Rio São Francisco. Foi ele quem idealizou a ponte, mas a queria em outra localização, passando por dentro da cidade. Parece que ele estava certo. Veja o que anotou dom Pedro em sua agenda: “Propriá é uma vila de 3 mil habitantes, com algumas casas boas e de sobrado, e uma fábrica ... de descascar arroz, com máquina de vapor...”.Arroz, peixe, algodão, cana-de-açúcar e uma enorme feira regional. Propriá era um centro industrial e comercial tão forte que só perdia para Aracaju. Por conta disso, todos os outros setores da sociedade cresciam. O padre Antônio Cabral, vigário da cidade, recebendo três freiras de Portugal, resolveu construir um colégio para meninas. Boa parte dos recursos para a construção da escola foi doada por João Fernandes de Britto. Nasce o Colégio Nossa Senhora das Graças, que começou a receber meninas das famílias tradicionais de Sergipe. O mesmo padre Cabral, em 1908, também foi o responsável pela construção do Hospital de Caridade São Vicente de Paula. Essa casa de saúde também atraiu gente de todo o Estado. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/K81), acessado em 25/09/2016.

                    70/75 Santana do São Francisco
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ID:	242421Os primeiros ocupantes da região foram os Holandeses, que vieram no final do século XVII, disfarçados de Jesuítas, em busca de ouro e de pau-brasil, permanecendo na terra até serem expulsos pelos Portugueses. Após a expulsão dos Holandeses, em meados de 1730, começaram a chegar os primeiros colonizadores da região. Não existem registros históricos do processo de evolução local até o início do século XX, quando Pedro Gomes passou a terra ao seu filho, o Capitão Belarmino Gomes da Silva Dias, fundador da Fazenda Carrapicho.
                    Esta fazenda consistia de vastas terras, limitadas pelo Rio São Francisco, que recebeu esta denominação pela grande concentração de vegetação, cujos pequenos frutos com espinhos ou pelos, aderem facilmente à vestimenta do homem, nos pés descalços e ao pêlos dos animais. Posteriormente, as terras e lagoas passaram, em sucessão, aos herdeiros, que assumiram as atividades exploratórias da lavoura. O surgimento dos primeiros artefatos manuais com barro, deu-se pela facilidade de trabalhar aquele tipo de solo, bem como pela necessidade, por parte da família dos empregados da fazenda, de utensílios domésticos. O primeiro artesão foi José Feliciano Passos, empregado da fazenda e que, contra a vontade de seus patrões, casou-se com uma das herdeiras, Joana da Silva Dias. Após conhecer seu primogênito, José Carvalho Passos e com a dissolução de seu casamento, Joana contraiu novo matrimônio com Antônio Mathias Barroso; união que resultou outros filhos. Mais tarde, com o falecimento de Joana, José Carvalho Passos, apesar de ser primogênito, não participava da divisão dos bens, e assim, as terras ao poder da família Barroso, que as mantém, em grande parte, até hoje. José Carvalho Passos deu continuidade ao trabalho de seu pai como artesão o que ainda é tradição da família. Seu filho, Messias da Silva Passos, iniciou junto com a comunidade a construção da igreja Matriz em 1907. O neto de José Carvalho Passos, conhecido como Senhor Zuza, nascido em 09-11-1922, é quem preserva, até hoje, os dados históricos de Santana do São Francisco. A cerâmica propagou-se na região, transformando-se logo em fonte produtiva do ponto de vista econômico, gerando emprego e renda, tornando-se conhecida também como manifestação da cultura popular. O advento da cerâmica em Carrapicho proporcionou o aumento de sua população, em decorrência de volumes de pessoas que ali buscavam a terra para morar e trabalhar, passando assim a definir o povoado. As pessoas que ali buscavam moradia, pagavam uma taxa de 3 mil réis pelo aforamento da terra, e se ocupavam dos cultivos de subsistência, principalmente com arroz e das atividades com cerâmica. Segundo declarações de pessoas entrevistadas no local, a aquisição de moradia de grande parte da população do povoado de Carrapicho ocorria do seguinte modo: A escritura da casa era feita no Cartório de Neópolis, sendo o terreno foreiro de propriedade da família Barroso. Esta situação permanece sem alterações significativas na atualidade. Em 1962, lideranças locais como Edgar Silva e Celso Rezende movimentaram o povoado e encaminharam à Assembleia Legislativa reivindicar para a emancipação política de Carrapicho, sendo posteriormente aprovada através da Lei nº 1254, de 06 de abril de 1964, que criou o município. Entretanto, com o golpe militar de 1964 e a consequente suspensão dos direitos políticos, aliada à ausência de eleição no país, Carrapicho permaneceu na condição anterior do município. O crescimento do povoado Carrapicho, segundo seus moradores, deu-se pela disponibilidade da terra, que provocou a chegada de um grande número de pessoas a procura de trabalho e melhores condições de sobrevivência, configurando assim a povoação da cidade. Suas primeiras ruas tinham denominação típica das pequenas cidades: Rua do Penico; Rua Compra Fiado; Rua da Arapiraca, Rua do Quadro; Rua da Bananeira, Rua do Cajueiro, etc. Na década de 70, as manifestações em Santana do São Francisco, ocorreram em consequência dos acontecimentos, nas esferas Nacional e Estadual. É nesse período que a CODEVASF se instala com o objetivo de dar apoio à região do Baixo São Francisco, através da realização do Projeto de Colonização e Irrigação, no qual o município está inserido. Na época, com a indenização das terras, levada a termo pela CODEVASF, o povoado Carrapicho recebeu um considerável contingente populacional em busca de trabalho na piscicultura e no cultivo do arroz. Em 1977, o governo do Estado implantou a Cooperativa Artesanal de Carrapicho, visando incentivar e dinamizar a fabricação de artefatos de cerâmica. Entretanto esses objetivos não se concretizaram e a experiência cooperativista fracassou em decorrência do descrédito dos associados. No início dos anos 80, a política nacional de incentivo ao PROALCOOL permite a implantação da destilaria Grande Vale, no Município de Neópolis. Segundo informações locais, os primeiros anos representam a fase do progresso da indústria; posteriormente a empresa é desativada em decorrência da ingerência Administrativa. Atualmente a área e a usina por estar inserida no Platô de Neópolis, passará a ter outra utilização, uma vez que ali restou somente parte da sucata da antiga usina de beneficiamento da cana-de-açúcar. Data de 12 de maio de 1989, o anteprojeto de constituição para conclusão no capítulo das Disposições Constitucionais, criando o Município de Santana do São Francisco, com sede no povoado Carrapicho, desmembrado do Município de Neópolis, através da Lei nº 1254, de 06 de abril de 1964, publicada no Diário Oficial de 14 de abril de 1964. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...-sao-francisco), acessado em 25/09/2016.
                    Arquivos Anexos
                    Última edição por Hercilio_Junior; 26-09-16, 18:33.
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                    Comentário

                    • Hercilio_Junior
                      Fazedor de Chuva

                      • May 2016
                      • 48

                      #25
                      FALTA POUCO.......

                      71/75 Neópolis
                      Click image for larger version

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ID:	242423Neópolis, distante 121 quilômetros de Aracaju, é considerada a capital sergipana do frevo, mantendo a tradição do bloco Zé Pereira durante os carnavais. O frevo, comum em Recife e Olinda, em Pernambuco, invade as ruas de Neópolis, com a multidão cantando e dançando ao som de marchinhas do grande Mestre Capiba. Situada às margens do Rio São Francisco, a cidade tem uma vista maravilhosa e destaca-se por possuir duas igrejas católicas na mesma praça, uma de frente pra outra. O município de Neópolis foi fundado com o nome de Santo Antônio de Vila Nova, elevado à categoria de freguesia em 18 de outubro de 1679. As terras foram doadas a Antônio de Britto Castro, pelo rei de Portugal, com o compromisso de serem construídas no local 30 casas, cadeia, pelourinho e casa de câmara. Em 1683, o filho do donatário, Sebastião de Britto de Castro, requereu a nomeação em substituição a seu falecido pai. Em decorrência disso, a Coroa procurou informação para saber se as cláusulas da doação tinham sido cumpridas. Ele informou, em 1689, que todas as exigências da doação haviam sido cumpridas, inclusive que a vila já contava 200 moradores. Para comprovar se a informação era verdadeira, em 29 de novembro de 1689 a Carta Régia manda o ouvidor de Sergipe fazer uma vistoria, quando foi constatado que o donatário não havia cumprido o acordo, como fora combinado. Os prédios eram frágeis, cobertos de palha, em vez de serem construídos de alvenaria e madeira para resistir à ação do tempo. Por causa disso, a vila volta ao patrimônio da Coroa, passando a se chamar Vila Real do São Francisco. Em 1733, a povoação foi elevada oficialmente à categoria de vila com a denominação de Vila Nova Del Rei. Em 1817, ela perde quatro quintos do seu território para a criação da freguesia de Santo Antônio do Urubu de Baixo, hoje Propriá. Em 6 de março de 1835, recebe pela Lei provincial a categoria de comarca com a designação de Vila Nova do Rio São Francisco, compreendendo seu termo, Propriá e Porto da Folha. Em 1857 a comarca foi transferida para Propriá. Medida que foi reparada tempos depois. Em 23 de novembro de 1910, a vila é elevada à categoria de cidade, através da Lei estadual 583, com a mesma designação de Vila Nova, sendo seu primeiro prefeito Antônio Ataíde. O decreto-lei nº 272, da Interventoria Federal no Estado, de 30 de abril de 1940, dá à cidade a designação de Neópolis. O povo neopolitano sempre se fez presente às grandes decisões. Em 1710, revoltado contra os dízimos cobrados pela Capitania da Bahia, invade a cidade de São Cristóvão e se apodera do armamento da força pública, destitui os representantes do poder, chegando o capitão-mor Salvador da Silva Bragança a esconder-se, temendo ser morto. Liderado por Bento de Mello Pereira (Barão do Cotinguiba), participa ativamente contra as revoluções pernambucanas, patrulhando aquela região da Província, ora invadindo a Câmara da florescente Vila do Penedo, em 1817, ora expulsando de Brejo Grande, em 1824, os irmãos Antônio José de Albuquerque Cavalcante e José de Albuquerque Cavalcante. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...arch=|neopolis), acessado em 25/09/2016.

                      72/75 Ilha das Flores
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ID:	242426(Não há nenhuma placa indicando o nome do município, como também não há indicação da Junta do Serviço Militar. A forma que encontrei para validar as fotos, foi tirar uma foto com o símbolo do município, uma espécie de saveivo originário do baixo São Francisco. Espero que valha..)Ilha das Flores, a 135 quilômetros da capital, inicialmente chamou-se Ilha dos Bois por ter nascido de um curral de gado. Depois teve o nome trocado em decorrência da grande quantidade de flores nativas que cobriam as terras que formaram o município, que é uma ilha cercada pelo Rio São Francisco e os riachos Bongue e Aterro. A história dessa cidade começou em 15 de fevereiro de 1826, com a chegada dos padres jesuítas em Cajuípe de Cima, Brejo Grande. Eles permaneceram por muitos anos realizando missões em várias localidades, onde recebiam de presentes bois com os quais formaram um arraial onde está implantada Ilha das Flores. Como os jesuítas necessitavam de alguém para cuidar dos animais, chamaram o caboclo Manuel Ricardo para ser o vaqueiro e também encarregado de encontrar um local onde plantariam capim para alimentar o gado. Ele escolheu uma parte alta e convidou moradores vizinhos para fazer roças e plantar o capim. No local escolhido, que recebeu o nome de Ilha da Boa Vista e depois Alto de Ilha dos Bois, foram construídos um curral e uma casa. Quase dez anos depois, em 15 de março de 1835, os padres jesuítas foram expulsos pelas tropas portuguesas e entregaram as terras ao chefe político da região, o coronel Agripino do Aracaré, de Vila Nova, hoje Neópolis. Esse coronel prosseguiu comprando e vendendo gado até sua morte, quando a esposa assumiu os negócios. Porém não deu certo, ela acabou vendendo a boiada e doando as terras ao padroeiro do município, Santo Antônio. A terra doada foi dividida entre vários posseiros, que construíram dezenas de barracas no local e deram o nome de Arraial de Santo Antônio. A Ilha prosperou bastante. Em 7 de abril de 1947, com a iniciativa do farmacêutico ilhense Luiz Ferreira Lisboa, hoje com 92 anos, passou à condição de povoado. Na época, ele era prefeito de Parapitinga, hoje Brejo Grande, e conseguiu em 15 de abril de 1950, através da lei 823, transformar a povoação em vila. Luiz Lisboa (antigo dono da Fazenda Cabacinha, ex-delegado, ex-vereador e ex-prefeito) foi também o responsável pela emancipação da vila. Enquanto administrava Brejo Grande, providenciou a documentação necessária para desmembrar o lugar onde nasceu do município do qual era prefeito.Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...lha-das-flores) , acessado em 25/09/2016.

                      73/75 Brejo Grande
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ID:	242429(Aqui também ocorreu parecido, porém tem um CRAS na mesma praça onde fica a prefeitura. A Câmara Municicpal não ajudou muito)Brejo Grande originou-se numa ilha que por Carta Régia de 24 de outubro de 1534, passou de Pernambuco para Sergipe, vindo a pertencer em 1921 ao Município de Neópolis (ex-Vila Nova). A ilha desapareceu com a obstrução do canal que a separava do território da Capitania de Sergipe Del’Rei levada a cabo pelo português José Alves Tojal. Perto da foz do rio São Francisco, nos terrenos embrejados da referida ilha, após o ano de 1920, alagoanos, pernambucanos e cearenses enxotados pela seca, vieram ali residir, e auxiliados pelo Barão Bento de Melo fundaram a povoação de Brejo Grande que continuou como povoado até sua elevação à cidade e sede do Município de São Francisco, através da Lei Estadual nº 929 de 02 de outubro de 1926, o qual foi instalado vinte dias depois com território separado de Neópolis (Ex-Vila Nova). A Lei Estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, permutou mais uma vez o topônimo para Parapitinga, que com a denominação anterior não conseguiu se impor às populações ribeirinhas. A rejeição dessas duas fracassadas denominações, fez que o aparecimento da Lei Estadual nº 554, de 06 de fevereiro de 1954, corrigisse e reconhecesse de direito uma situação de fato, devolvendo a antiga denominação de Brejo Grande, a qual desde sua fundação jamais fora abandonada. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...=|brejo-grande), acessado em 25/09/2016.
                      Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

                      Comentário

                      • Hercilio_Junior
                        Fazedor de Chuva

                        • May 2016
                        • 48

                        #26
                        SÓ MAIS UM POUQUINHO.....

                        74/75 Pacatuba
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ID:	242431Na confluência do rio Poxim do Norte com o rio Betume existia uma aldeia habitada por índios chefiados pelo cacique Pacatuba, que se rendeu pacificamente ao conquistador Cristovão de Barros, no início do século XVII. As pequenas mostras da civilização inicial foram destruídas durante o domínio holandês. No meado do século XVII os jesuítas construíram uma capela no mesmo local onde ficava a aldeia do cacique Pacatuba. Expulsos os jesuítas em 1732, foram os mesmos substituídos pelos franciscanos que logo iniciaram a construção de uma igreja, sob o orago de São Felix Cantalice, a qual terminou em 1810. Sob a tutela dos franciscanos a povoação foi crescendo até que em 06 de fevereiro de 1835 foi criada a Freguesia de São Felix de Pacatuba, em cujos limites se incluía o município de Japoatã (ex-Jaboatão). Através da resolução nº 666 de 13 de maio de 1864 foi a freguesia elevada à vila, tendo sua autonomia se verificado pela Resolução Provincila nº 98 de 02 de maio de 1874, com território desmembrado de Neópolis (ex-Vila Nova). A Lei Estadual nº 960 de 20 de outubro de 1926 rebaixou Pacatuba à povoado e elevou Japoatã sede municipal. O Decreto-Lei Estadual nº 69 de 28 de amrço de 1939 devolveu a anterior categoria de vila com a criação do Distrito de Paz de Pacatuba, pertencente a Japoatã. Ainda como vila teve seu topônimo alterado para Pacatiba. A Lei Estadual nº 554 de 06 de fevereiro de 1954, restabeleceu sua categoria de cidade, como também sua antiga denominação de Pacatuba. O município de Pacatuba foi instalado em 31 de janeiro de 1955, com território separado de Japoatã. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...arch=|pacatuba), acessado me 25/09/2016.

                        75/75 Pirambu
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ID:	242432Nada mais sugestivo para uma cidade nascida de uma colônia de pescadores do que ser batizada com o nome de um peixe. E é exatamente o que acontece com Pirambu, cidade a 76 quilômetros de Aracaju, que foi denominada em homenagem a esse peixe bastante comum na região. O município, antes chamado de Ilha, é um dos maiores centros pesqueiros do Nordeste e também possui belas praias. Há informações de que a povoação começou a ser habitada em 1911, inicialmente por índios e depois por pescadores que exerciam a atividade nos rios Pomonga e Japaratuba, e no Oceano Atlântico, que banha a cidade. As primeiras casas rústicas, todas de palha, foram construídas no início do século passado, quando os habitantes, seminômades, passaram a se fixar no local, produzindo também a agricultura de subsistência. Nessa época eles sobreviviam com o comércio feito através da troca de produtos que, além da pesca e da agricultura, incluía também a caça. Segundo os antigos moradores, o frei Fabiano veio do convento Santo Antônio, na Bahia, para explorar o território entre as barras dos rios Japaratuba e São Francisco. Ele encontrou na povoação apenas cinco casas. Havia também as palhoças dos pescadores Pedro Alexandre, Pedro Bevido, João Francisco do Nascimento, Manuel Demeriano e Pedro Maconha - este último que teria pescado o peixe que denominou a cidade. Foi em 1911 que José Amaral Lemos comprou as terras pertencentes anteriormente a Manoel Gonçalves, onde instalou uma casa de comércio. No dia 30 de novembro ele fundou a colônia de pescadores, existente até hoje, entidade que representa os pescadores. Já o Condepi, que representa os donos de barcos, só foi criado em 1986. Em 1912, com a ajuda do senador Gonçalo Faro Rollemberg, foi construída a igreja. Logo depois, ele trouxe da França a imagem de Nossa Senhora de Lourdes, que se tornou a padroeira da comunidade pesqueira. Foi a partir daí que a colônia passou à condição de vila. Após a morte de José Amaral Lemos, seu filho Walter Amaral vendeu as terras a Lourival Bomfim. Já em 1934, Pirambu era o principal pólo turístico de Japaratuba, antiga sede dessa vila, que passou à condição de povoado assim que Japaratuba emancipou-se de Capela. Com a chegada do advogado Euzápio Linhares na localidade, por volta de 1950, e o incentivo de habitantes mais influentes, iniciou-se a luta pela emancipação. Uma peça fundamental nessa luta foi o ex-deputado Nivaldo Santos, responsável pelo projeto de lei, aprovado em 26 de novembro de 1963. O município ficou constituído pelos povoados Aguilhadas, Lagoa Redonda, Anhingas, Marimbondo, Alagamar, Baixa Grande e Santa Isabel. Porém, menos de seis meses depois, o golpe militar de 64 cassava os mandatos do deputado Nivaldo e do governador Seixas Dória, consequentemente houve o cancelamento da lei que emancipava Pirambu. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...earch=|pirambu), acessado em 25/09/2016.

                        E assim concluo a realização do desafio VFC Sergipe, ao tempo que solicito minha HOMOLOGAÇÃO nesse seleto grupo que tem por máxima "Qualquer um pode fazer, porem poucos o fazem" e me tornar um VALENTE FAZEDOR DE CHUVA!!!
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                        Comentário

                        • Gilmar Dessaune
                          Fazedor de Chuva

                          • Oct 2012
                          • 6891

                          #27
                          Boa noite, agora, VALENTE FAZEDOR DE CHUVA - SE, Hercílio Júnior,

                          Olha, uma maravilhosa aula de história desse estado cheio de memórias, lindos locais e onde aconteceu um case de marketing que, contando com sua autorização, ouso vir aqui contar.

                          Eu trabalhei por mais de 20 anos em uma indústria de calçados sendo que lá pelos anos 90 foi lançada um sandália masculina estilo concha que era vendida em todo país.
                          Porém, com o passar do tempo, um fato começou a chamar nossa atenção: as vendas desse produto para a cidade de Itabaiana era um fenômeno se consideradas as vendas para outras cidades muito maiores que Itabaiana.
                          O tempo passava e as vendas só aumentavam. Resolvemos enviar alguém da fábrica para descobrir que fenômeno era esse.
                          Chegando a Itabaiana, a pessoa ficou assustada, pois a sandália (cujo preço não era baixo, pelo contrário), era usada em massa pelos homens da cidade.
                          Quase todo mundo usava a sandália concha. Haviam já similares, concorrentes de todos os tipos e (com todo respeito às profissões), do carroceiro aos médicos todos usavam os modelos diversos que eram fabricados.
                          Não havia um motivo especial, apenas o produto caiu no gosto das pessoas e pronto: virou fenômeno de vendas. rsss

                          Quanto ao seu maravilhoso desafio, é muito bom ver sua felicidade ao fazer as fotos, em quase todas existe um sorriso de realização estampado em seu rosto e isto não tem preço para nós.

                          Também fiquei feliz com sua esposa te acompanhando em várias cidades, quem sabe vocês se animam e completam o desafio dela também para ser certificada? Aqui no TFC respeitamos e valorizamos piloto e garupa da mesmo forma, fica a dica.

                          Também muito legal a presença do Man em outras tantas, isso mostra que o desafio serviu para unir amigos e isso é parte fundamental da filosofia FC.

                          Por final, me resta dizer que seu desafio está:

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                          Você agora é um

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                          e passa a fazer parte da Elite do Motociclismo Mundial, um clube seleto daqueles que realizam o que "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

                          Sob seu nome agora vai estar o selo que te confere esse título tão almejado por muitos.

                          PARABÉNS!!!!

                          Que venham mais desafios.

                          Abração.

                          Comentário

                          • Everardo Passos Luz
                            Fazedor de Chuva

                            • Jun 2013
                            • 1351

                            #28
                            Novamente parabéns Hercílio! Obrigado pela presteza na informação solicitada. Boa sorte e um grande abraço.

                            Comentário

                            • ManFC
                              Fazedor de Chuva
                              • Aug 2016
                              • 12

                              #29
                              Parabéns Hercílio pela grande conquista, muito sol e aventura e vários km de conhecimento, alegria e perigo, que venham cada vez mais novas viagens, um grande Abraço e mais uma vez PARABÉNS o/!!!

                              Comentário

                              • Hercilio_Junior
                                Fazedor de Chuva

                                • May 2016
                                • 48

                                #30
                                Postado originalmente por ManFC Ver Post
                                Parabéns Hercílio pela grande conquista, muito sol e aventura e vários km de conhecimento, alegria e perigo, que venham cada vez mais novas viagens, um grande Abraço e mais uma vez PARABÉNS o/!!!
                                Obrigadão parceiro de estrada... E lembre-se, quando reiniciar seu desafio é só falar que vamos juntos mais uma vez. Quero ver agora é vc tbm homologado....vamos que vamos!!!!!!!
                                Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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