Valente fc - sergipe

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  • Hercilio_Junior
    Fazedor de Chuva

    • May 2016
    • 48

    #1

    Valente fc - sergipe

    Como vão todos, tudo bem?
    Me chamo Hercilio Junior, tenho 53 anos e somente ha um ano comprei minha primeira moto, uma XRE 300. Nunca havia andado de moto antes a não ser como garupa e hoje não consigo ficar parado, sempre procurando alguma justificativa para pegar estrada. Sem sombra de dúvidas encontrar os desafios do FC foi um achado pois vieram em boa hora. Bem, vamos ao VALENTE FC.
    Sergipe conta com 75 municípios e programei fazer em 4 etapas este desafio. As duas primeiras estão planejadas, porem as demais farei com o andar da evolução das anteriores, pois acredito agora depois analisar os mapas que fui extremamente otimista, terei que iniciar o desafio para saber a realidade qual será. Programei o início para o dia 04/06, se tudo correr bem.
    Tenho outro desafio no curto prazo a ser superado tbm que é percorrer a BR 101. Quero aproveitar que participarei no 6º ENX-Serra da Canastra/MG em novembro. Para isso pretendo iniciar o trajeto agora dia 11/06 aproveitando uma viagem que farei a Natal/RN, fazendo as marcações na volta dia 12/06 até a entrada de Aracaju no entroncamento das BRs 101 e 235, para depois em novembro, continuar até o Rio de Janeiro quando subirei em direção a Passos/MG para participar do evento e depois no regresso, pegar a BR101 na altura de Angra dos Reis e seguir até o extremo sul. A volta para casa será com a sensação de mais uma etapa vencida
    Bem, nesse primeiro momento é isso aí. Espero que acompanhem minhas postagens. Grande abraço e Paz no Coração de todos.


    Infelizmente não será possível iniciar minha aventura neste sábado 04/06, pois a programação para o término de algumas atividades que estão demandando maior atenção não foi cumprida, portanto terei que prorrogar para data futura que certamente não será muito distante.
    Última edição por Hercilio_Junior; 12-06-16, 22:08. Razão: Alteração da data de início
    Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew
  • Gilmar Dessaune
    Fazedor de Chuva

    • Oct 2012
    • 6891

    #2
    Boa noite FC Hercilio Junior,

    Seja muito bem vindo ao TFC, sinta-se em casa.

    Não se preocupe, uma das boas coisas aqui é que tudo é muito respeitado, se você num tem condições de começar agora, ficamos na expectativa e aguardamos o melhor momento para que você dê a partida. Não existe limite de tempo para se cumprir um desafio.

    Assim que postar a primeira foto já realizando o desafio iremos transferir seu tópico para o Almas Inquietas, local adequado para acolher insanos como você que se desprendem do cotidiano e se lançam rumo às aventuras sobre duas rodas com motor.

    Abração e que você consiga realizar o que "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

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    • Hercilio_Junior
      Fazedor de Chuva

      • May 2016
      • 48

      #3
      Iníco do Desafio Valente FC - Sergipe

      Bem pessoal, neste último sábado 11/06 dei início a dois desafios, o Valente FC - Sergipe e o Rodoviário FC BR101.
      A programação do Valente FC fiz inicialmente em dois roteiros iniciando em Aracaju e descendo para a região sul do estado, a segunda, fazendo parte dos municípios da região central e finalizando na Barra dos Coqueiros. O Projeto teve início com a foto da Prefeitura Municipal de Aracaju e continuará no próximo domingo 19 de junho com a sequencia dos municípios de São Cristóvão, Itaporanga, Estância, Santa luzia do Itanhy, Indiaroba, Umbaúba e Cristinápolis. Vale ressaltar que esse é na verdade o primeiro roteiro proposto e que ao longo da semana poderá e certamente deverá será alterado.
      Conto com a companhia de todos vocês nessa aventura
      Grande Abraço e vamos pra estrada....!!!
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      Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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      • Gilmar Dessaune
        Fazedor de Chuva

        • Oct 2012
        • 6891

        #4
        Boa noite FC Hercilio Junior,

        Seja muito bem vindo ao TFC e já começando abrindo um desafio delicioso: conhecer o quintal de casa!!!

        O Valente FC nos proporciona descobertas fantásticas do nosso estado e nos faz sentir ainda mais cidadão da terra que vivemos.

        Como já postou a primeira prefeitura, estamos transferindo seu tópico para o Almas Inquietas, local adequado para acolher insanos que se embrenham estradas afora em busca da saciedade da alma nas aventuras sobre duas rodas com motor.

        Se precisar de ajuda é só falar.

        Continue realizando o que "qualquer um pode fazer, porém, poucos o fazem..."

        Abração!!!!

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        • Hercilio_Junior
          Fazedor de Chuva

          • May 2016
          • 48

          #5
          Obrigado Gilmar!! Aproveito para mostrar o projeto da primeira etapa do meu Valente FC. O roteiro está no link https://goo.gl/maps/uvFnWxqFzGy.
          Serão 24 municípios sendo o primeiro já visitado.
          Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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          • Hercilio_Junior
            Fazedor de Chuva

            • May 2016
            • 48

            #6
            Tudo bem pessoal? Como havia programado, nesse fim de semana passado dei continuidade ao meu Desafio Valente Fazedor de Chuva/SE. Sábado amanheceu com uma garoa fria que não conseguiu tirar minha vontade de ir para a estrada, foram 8 municípios visitados e aproximadamente 320 km percorridos. Curti muito a estrada, saí sem pressa de chegar a lugar algum e isso me deixou bem a vontade, uma delicia.
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            Esse foi o meu roteiro para o dia.

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            2/75 - São Cristóvão:
            Importante patrimônio histórico-cultural do estado sergipano, a cidade foi fundada em 1590 pelo português Cristóvão de Barros. Foi a primeira capital do estado e a quarta cidade mais antiga do Brasil. O seu conjunto arquitetônico colonial foi tombado pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e sua praça principal, a praça de São Francisco, foi eleita como Patrimônio Mundial pela Unesco (fonte https://aventure-se.com/2013/03/14/s...tovao-sergipe/ em 22/06/16)

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            3/75 – Itaporanga D’Ajuda:
            Segundo opinião generalizada o Município se ergue em terras outrora dominadas pelo chefe indígena Surubi. O núcleo demográfico, à margem direita do rio Vasa Barris, teve sua origem na segunda metade do século XVI. Gaspar Lourenço, padre da Companhia de Jesus, aí fundou aldeia de catequese e edificou a igreja de Santo Inácio, seguida da de São Paulo, mais próxima do mar. A desconfiança indígena, gerada pela ganância dos colonizadores interrompeu, até 1590, a conquista da terra, que se vinha processando pacificamente, somente em 1845, a povoação atingiu categoria de freguesia, sob a invocação de Nossa Senhora da Ajuda de Itaporanga(fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/historico.php?lang=&codmun=280320&search=|itaporan ga-d`ajuda em 22/06/16)

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            4/75 – Estância:
            Permanece ainda ignorada a data exata em que se verificou a primeira penetração no território que hoje constitui o município de Estância. Supõe-se que isto aconteceu em fins do século XVI ou princípios do XVII. A própria identidade de Pedro Homem da Costa, apontado como fundador da cidade, tem provocado controvérsias entre os historiadores. Enquanto uns o consideram cidadão de origem mexicana, vítima de naufrágio ocorrido nas proximidades da foz do rio Real, outros admitem ter ele sido parente de Garcia d’Avila, senhor da lendária Casa da Torre, em Tatuapora, na Bahia, que o teria incumbido de fundar uma estância. Atualmente, Estância é dos principais municípios industriais de Sergipe - grande centro da indústria têxtil, sobretudo.(fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...arch=|estancia em 22/06/116)

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            5/75 – Santa Luzia do Itanhy:
            Trata-se da povoação mais antiga de Sergipe e a sua fundação coincide com as primeiras tentativas de colonização do solo sergipano pelos portugueses. Em 1575 chegam à região os Padres Jesuíta Gaspar Lourenço e seu irmão de hábito João Solonio, acompanhados por alguns colonos e um grupo de soldados, aí conquistando o território apenas pelo Evangelho. Neste local os Padres Jesuíta fundaram uma igreja sob a invocação de São Tomé e à sua frente uma cruz com 80 palmos de altura e ainda casas para moradia. A 1ª missa celebrada foi assistida por índios que pertenciam a nação tupinanbás. (Fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...uzia-do-itanhy em 22/06/16)
            E sobre a foto, pense numa molecada do BEM...

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            6/75 – Indiaroba:
            A região que fica entre os rios Saguim ao norte, e Real ao sul, é que hoje forma o Município de Indiaroba. Esta região foi outrora alvo de ferrenhas disputas de Jurisdição entre a Bahia e Sergipe. Os primeiros brancos a explorarem a região foram os franceses, contrabandeando madeira, com a ajuda dos indígenas, habitantes de algumas aldeias ali existentes.
            Entre 1787 e 1800 os jesuítas chegaram em missão evangelizadora e estabeleceram no território uma capela e um hospício, onde formou-se um povoado com o nome de Hospício, extinto muitos anos depois. Pelo ano de 1841 surgia uma povoação à margem de Rio Real, próximo à sua fóz, com o nome de Espírito Santo e foi sede de município. Posteriormente a Assembléia Legislativa de Sergipe, elevou a Capela do Espírito Santo a condição de Freguesia e posteriormente elevada à categoria de Vila, com a denominação de Vila do Espírito Santo de Rio Real.
            Em 1943, o município teve seu topônimo mudado para INDIAROBA, que vem de um rio existente no município com o mesmo nome.(Fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...rch=|indiaroba em 22/06/16)

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            7/75 – Umbaúba:
            Pelo ano de 1602, Belchior Dias Moreira, que veio a tornar-se celebre como pesquisador de minas e desbravador de Sertões, obteve uma sesmaria no rio Guararema, penetrando a parte oriental do território que forma o Município de Umbaúba, próximo ao local de sua sede hoje.
            Na década de 1860 a 1870 o local onde veio a surgir a povoação era uma fazenda de gado por nome Fazenda Sabiá, pertencente ao Coronel Manoel Fernandes da Rocha Braque, parte do Município de Espírito Santo, hoje Indiaroba. Conta-se que no ponto onde se formou o lugarejo, próximo ao Riacho da Guia, havia um frondoso pé de Umbaúba, onde tropeiros faziam pousada. No local foi construído um posto de venda de bebidas e gêneros alimentícios, depois outros caminheiros foram também se instalando, cujo arraial passou a chamar-se Riacho da Guia.
            O proprietário da Fazenda, verdadeiro fundador da povoação, logo construiu uma capela, dedicando-a a Nossa Senhora da Guia. Pela Lei nº 961, de 16 de outubro de 1926, foi criado o seu distrito. Mais tarde, pela Divisão Territorial do Estado, aparece Umbaúba ainda fazendo parte do município de Cristinápolis. Por força do disposto na Lei Federal nº 311, de 2 de Março de 1938, a povoação Umbaúba é elevada à categoria de Vila. Pela Lei Estadual 525-A, de 6 de fevereiro de 1954, devido ao seu desenvolvimento comercial e agropecuário, Umbaúba é elevada à categoria de cidade, desmembrando-se, portanto, do Município de Cristinápolis.(Fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...earch=|umbauba em 22/06/16)

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            8/75 – Cristinápolis:
            A povoação que se localiza (e ainda permanece) no planalto, entre os riachos Urubas de Cima e Urubas de Baixo, chamava-se primitivamente Chapada. Desde recuados tempos e por longo espaço de anos, a região foi reduto de gentios (não cristãos) que ali se encontravam, muitos deles vindo em sucessivas fugas. O povoado por muitas décadas vivia isolado do elemento branco, que ali ia chegando muito lentamente, e, em consequência, o seu desenvolvimento retardava. Por Lei Provincial nº 1238, de 04 de março de 1882, a povoação Chapada foi elevada à categoria de Vila, com o nome de VILA CRISTINA, numa homenagem à Imperatriz do Brasil, D. Tereza Cristina, sendo o território da Vila desmembrado do Município de Espírito Santo (hoje Indiaróba). Pelo Decreto Lei nº 69, de 28 de março de 1938, a Vila Cristina foi elevada à categoria de cidade. Mais tarde, pelo Decreto Lei Estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, revogado pelo de nº 533, de 07 de dezembro de 1944, o Município de Vila Cristina passou a denominar-se Cristinápolis.(Fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...|cristinapolis em 22/06/16)

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            9/75 – Itabaianinha:
            Segundo conta a sabedoria popular, por volta do século XVIII, imigrantes vindos de Itabaiana Grande, atual Itabaiana, faziam seu pouso nesta localidade, construindo pequenos casebres no alto da montanha. Seguiam seu rumo abandonando aí o marco inicial de uma povoação. Outros iam chegando pouco a pouco e construindo seus lares em torno desse marco. Pelo aspecto topográfico muito parecido com o da povoação de onde os referidos viajantes eram originários e ainda pela semelhança do solo consistente e de pedras miúdas, passaram a chamar a localidade de Itabaianinha. Aí, então, ergueram uma capela em louvor a Nossa Senhora da Conceição, lugar onde atualmente é a Matriz da padroeira da cidade. Assim foi criada a "Princesa das Montanhas", como foi chamada por João Pereira Barreto, dada a majestade do local, com situação privilegiada de domínio do planalto. Em 1832, tornou-se vila, com sede na povoação de Nova Tomar do Geru.(Fonte http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...=|itabaianinha em 22/06/16)
            Última edição por Hercilio_Junior; 22-06-16, 17:50.
            Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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            • Gilmar Dessaune
              Fazedor de Chuva

              • Oct 2012
              • 6891

              #7
              Boa noite FC Hercilio Junior,

              Show hein!!!!

              Parabéns por ter rompido barreiras e ido pras estradas, tenho certeza que valeu muito a pena e nós agradecemos por compartilhar conosco sua aventura.

              Que venham outros fds de estradas, descobertas, emoções e muita felicidade.

              Abração e continuem realizando o que "qualquer um pode faze, porém, poucos o fazem..."

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              • Hercilio_Junior
                Fazedor de Chuva

                • May 2016
                • 48

                #8
                Neste último sábado 02/07, fiz mais uma etapa do Valente Fazedor de Chuva-SE percorrendo 12 municípios em um passeio de 212km. Foi uma aventura muito proveitosa, pois além de redescobrir lugares por onde já havia passado, pilotar sem pressa de chegar é tudo de bom.
                Roteiro do dia
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                10/75 Prefeitura de Nossa Senhora do Socorro e Igreja Matriz de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
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ID:	235299 No século XVIII, a cidade formava um núcleo demográfico de aproximadamente três mil habitantes, tendo por atividade econômica a plantação de mandioca e cana-de-açúcar. Esse núcleo foi elevado à categoria de freguesia em 1718, por decisão do Arcebispo da Bahia Dom Sebastião Monteiro da Vide, passando a ser denominada Nossa Senhora do Socorro da Cotinguiba, e pertencendo, nesse período, à vila de Santo Amaro das Brotas. A probabilidade de um crescimento demográfico da freguesia e a falta de uma capela impossibilitava o pároco de realizar um atendimento regular e eficiente aos fieis, impedindo-o de exercer suas atividades eclesiásticas na freguesia de origem e obrigando-o a se deslocar para outras localidades. Com a criação da vila de Laranjeiras, em 1832, o território da freguesia de Nossa Senhora do Socorro da Cotinguiba, passou a fazer parte da nova vila. Este fato levou os socorrenses a protestarem e a lutar por sua autonomia político-administrativa. Consequentemente esta autonomia daria à freguesia sua elevação à categoria de vila, o que foi alcançado em 1835, período marcado pela sua emancipação política e pelo consequente desligamento da vila de Laranjeiras. O município tem uma das igrejas mais antigas e já foi o mais populoso e de maior produção de sal de Sergipe. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/238G) acessado em 04/07/16.

                11/75 Prefeitura de Laranjeiras, Igreja de Bom Jesus dos Navegantes e Igreja do Senhor do Bomfim
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ID:	235302O município de Laranjeiras, a 18 quilômetros de Aracaju, é um dos poucos onde ainda se pode ver a força da arquitetura colonial. Ruas, casarios, igrejas, tudo respira a mais pura história. Laranjeiras já foi a mais importante cidade sergipana. Berço da cultura, educação, política e da economia. Este município só não se tornou a capital de Sergipe por conta de uma manobra política do Barão de Maruim, que transferiu a sede de São Cristóvão para Aracaju.Depois que as tropas de Cristóvão de Barros arrasaram com as nações indígenas, por volta de 1530, muitos colonos acabaram se fixando às margens do Rio Cotinguiba. Essas terras pertenciam à Freguesia de Socorro. Naquela região, mais ou menos uma légua da sede, foi construído um pequeno porto e, por conta das inúmeras e frondosas laranjeiras à beira do rio, moradores e viajantes começaram a identificar o local como porto das laranjeiras. A movimentação pelo Rio Cotinguiba era intenso e, logo, o porto passou a ser parada obrigatória. Em torno dele o comércio ganhava espaço, principalmente a troca de escravos, e as primeiras residências eram construídas. Mas a partir de 1637, o pequeno povoado das Laranjeiras também sofreu com os ataques e depois com o domínio holandês. Muitas casas foram destruídas, mas o porto, um ponto estratégico, foi preservado. Só por volta de 1645 os holandeses deixam Sergipe. Em 1731, em cima de uma colina, os padres ordenaram a construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Comandaroba, uma verdadeira obra-prima da arquitetura colonial. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/2A45) acessado em 04/07/16

                12/75 Prefeitura de Riachuelo
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ID:	235303O núcleo primitivo do atual Município de Riachuelo foi inicialmente pouso de tropeiros, no roteiro entre os centros açucareiros mais amigos, de Laranjeiras e Divina Pastôra. Com a vinda da família Pintos - cujos descendentes se estabeleceram em fazendas de criar ou em engenhos de açúcar, por toda região, tornando-se, de fato, seus senhores - teve início a aglomeração conhecida como "Povoado dos Pintos", que foi elevado, em 1837, à categoria de freguesia (Nossa Senhora da Conceição do Riachuelo) e, em 1874, à de Vila e Município com a denominação de Riachuelo. Foi até fins do século XIX, um dos centros mais importantes da Província, depois Estado de Sergipe, devido, sobretudo, à sua indústria açucareira. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...rch=|riachuelo) acessado em 04/07/16

                13/75 Prefeitura de Malhador
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ID:	235304A primeira penetração da região em que se acha o território que hoje constitui o Município de Malhador processou-se em data posterior a 1620 e, provavelmente, por pessoas étnicamente ligadas aos colonizadores de Itabaiana. O significado etimológico do Topônimo do município, dá margem a se atribuir que a primeira povoação teve origem, como tantos outros municípios de Sergipe, em um curral (fazenda) de gado. Em 1920 Malhador ainda continuava como povoado pertencente ao Município de Riachuelo, no entanto, na Divisão Territorial Administrativa e Judiciária do Estado de Sergipe, de 1936, o povoado Malhador aparece como distrito, Termo daquele Município e era elevado à categoria de Vila. Por força de disposição da Lei Estadual nº 525-A, de 25 de novembro de 1953, a Vila Malhador é elevada à categoria de cidade, porém, somente instalada em 31 de janeiro de 1955.Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...arch=|malhador) acessado em 04/07/16.

                14/75 Prefeitura de Moita Bonita
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ID:	235305A atual sede do município de Moita Bonita, na região central do Estado de Sergipe, originou-se de um local denominado Alto do Coqueiro, que não passava de uma pequena aglomeração de sítios, localizada num terreno elevado, onde existiam muitos coqueiros. O seu nome, por sua vez, teve influência de outro povoado vizinho, denominado Moita de Cima, que teve seu nome alterado para Moita Bonita. Mas os relatos mais antigos sobre o início do povoamento naquele local datam da administração de Manuel de Miranda Barbosa, que se estendeu de abril de 1600 a abril de 1602, quando a colonização de Sergipe se endereçou para o centro. Foram encontradas nesse período as primeiras notícias de terras doadas a alguns lavradores, para colonizar as circunvizinhanças de Itabaiana. O crescimento desde então foi lento. Para se ter uma idéia, em 1950 a localidade possuía como moradores apenas quatro famílias. Mesmo assim foi elevada à categoria de vila pela Lei Estadual nº 823, de 25/07/1957, como sede do 2º Distrito de Paz do Município de Itabaiana, ao qual pertencia. Nessa época a comunicação com outras regiões se dava por estradas precárias, que ficavam quase intransitáveis nos períodos chuvosos. O transporte era feito à pé, carro de bois ou através de animais, pois não existiam veículos e estradas apropriadas. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...=|moita-bonita) Acessado em 04/07/16.

                15/75 Prefeitura de Santa Rosa de Lima e Igreja Matriz
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ID:	235307Conta-se que em tempos remotos a povoação era denominada de “Presa”, porque com as grandes enchentes do rio Sergipe os meios de comunicações eram impedidos pelas águas. A penetração no território deu-se em 1601, com a doação das sesmarias nas vizinhanças dos rios Sergipe e Cotinguiba. Pela lei nº 83, de 26 de outubro de 1884, foi a povoação elevada à categoria de vila já denominada nessa época de Santa Rosa - pertencente ao município de Divina Pastora. Dois anos depois era doada a uma capela construída pelos padres Jesuítas uma imagem de Santa Rosa, que originou o nome da vila. Pelo Decreto Lei Estadual nº 377, de 31 de dezembro de 1943, foi mudada a denominação da Vila Santa Rosa para CAMBOATÁ. Dez anos depois, pela Lei Estadual n 525-A, de 25 de novembro de 1953, foi criado o Município de Camboatá, que vinha em franco progresso, desmembrado, assim, do de Divina Pastora. A Assembleia Estadual decretou e o Governo do Estado sancionou a Lei nº 554, que fixou a Divisão Administrativa e Judiciária do Estado, para o período de 1954/1958, tendo na ocasião mudado o topônimo do Município de Camboatá para Santa Rosa de Lima. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...a-rosa-de-lima) Acessado em 04/07/16.

                16/75 Prefeitura de Divina Pastora
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ID:	235308Acredita-se que o município de Divina Pastora, distante 39 quilômetros de Aracaju, nasceu de um dos 400 currais de gado existentes em Sergipe na época da invasão holandesa. A plantação de cana-de-açúcar, que mantinha a pecuária e prevalecia na povoação, tempos depois deu lugar à cultura da cana-de-açúcar. Mas aos poucos os engenhos, que alavancaram a economia local e asseguravam emprego para os moradores, foram se fechando e deixando a população em situação difícil. Não há registro do tempo exato em que a povoação Ladeira, nome dado inicialmente ao município de Divina Pastora, começou a se formar, mas há um fato que pode indicar uma data aproximada. Quando o vigário Manoel Carneiro de Sá tomou posse da paróquia de Siriri, em 18 de fevereiro de 1700, a freguesia de Ladeira já existia. Em 31 de maio de 1833, através de uma lei provincial, a povoação passou à categoria de distrito administrativo. Três anos depois, no dia 12 de março, foi desmembrada de Maruim, passando a se chamar Vila de Divina Pastora. O distrito levou muito tempo para progredir. Só em 15 de dezembro de 1938, passou à categoria de cidade, sendo emancipada politicamente de Maruim. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...divina-pastora) Acessado em 04/07/16.
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                • Hercilio_Junior
                  Fazedor de Chuva

                  • May 2016
                  • 48

                  #9
                  17/75 Prefeitura de Siriri e Câmara Municipal
                  Click image for larger version

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ID:	235309 Click image for larger version

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ID:	235310Os primitivos habitantes da região foram indígenas da Aldeia de Japaratuba, chefiados pelo Cacique Siriri, cuja taba era banhada pelo rio que tem o seu nome. Depois de os indígenas terem abandonado o local, surgiram as primeiras habitações, nas proximidades do rio Pé do Banco, tributário do Siriri, dando origem ao primitivo nome do povoado. Em 1839, foi criada a Freguesia, com o nome de Jesus, Maria, José do Pé do Banco. Passou a denominar-se Siriri, em 1874. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...search=|siriri) Acessado em 04/07/16.

                  18/75 Prefeitura de Rosário do Catete
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ID:	235311As terras ocupadas pela Cidade de Rosário do Catete pertenciam ao antigo engenho Jordão, de propriedade de Jorge de Almeida Campos, que as doou para construção da capela de Nossa Senhora do Rosário, imagem que teria sido encontrada por escravos, nas matas adjacentes.
                  Sabe-se, pelos rosarenses, que a primeira povoação teve origem nas edificações feitas, posteriormente à construção dessa capela por grupos de escravos dos engenhos circunvizinhos. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...ario-do-catete) Acessado em 04/07/16.

                  19/75 Prefeitura de Maruim
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ID:	235312Sergipe nasceu em Maruim. A frase pode parecer, mas não é nada exagerada. Basta que se conheça a fantástica história daquele município, que fica na região do Cotinguiba, a 30 quilômetros de Aracaju. Recentemente a bióloga e historiadora Maria Lúcia Marques Cruz e Silva, filha de Maruim, expôs achados históricos do município. São milhares de peças e documentos que revelam o apogeu e a decadência do Empório de Sergipe.
                  Empório, sim. Boa parte dos grupos empresariais de sucesso em Sergipe nasceu em Maruim. A força econômica e política desse município era tanta que foram instalados lá oito consulados. A cana-de-açúcar e o algodão atraíam os europeus, que em Maruim montaram colônias. O nome da cidade vem do inseto maruim (os antigos chamavam Maroim), que em Tupi significa mosca pequena ou mosquito. O primeiro povoamento nasceu no encontro dos rios Sergipe e Ganhamoroba. Aos arredores do Porto das Redes (antiga Alfândega de Sergipe), surge Mombaça. Mas os ataques dos mosquitos obrigaram os poucos habitantes a se mudar dali. O português Manoel Rodrigues de Figueiredo permite que as pessoas fugidas do Mombaça construam suas casas dentro de suas terras, no Engenho Maruim de Baixo. Outro português, José Pinto de Carvalho, construiu um grande armazém (trapiche) para negociar com o ouro da terra, que era o açúcar nas terras de Manoel Rodrigues. Depois de desavenças entre José Pinto e Manoel, Maruim passa a ser dependente de Santo Amaro e depois de Rosário do Catete. As brigas terminaram na chamada Revolução de Santo Amaro. As confusões só acabaram em 1835, quando o governador da Província, Manoel Ribeiro da Silva Lisboa, transformou Maruim em uma vila e no ano seguinte ela virou cidade. Para a história oficial, o fundador de Maruim foi José Pinto de Carvalho. Foi ele quem governou a recém-criada Vila de Maruim, e quem empossou o primeiro prefeito, Luís Barbosa Madureira. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1WJL) Acessado em 04/07/16.

                  20/75 Prefeitura de Santo Amaro das Brotas
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ID:	235313Os primitivos habitantes da localidade, ocupada por Manoel Pereira, foram os índios tupinambás. Em 1697, Antonio Martins de Azevedo, proprietário de um engenho de açúcar, doou parte de sua fazenda ao patrimônio do povoado, sendo ali edificada a ermida de Nossa Senhora das Brotas. Na mesma época, o povoado foi elevado a Vila. Em 1783, o Arcebispo D. Antonio Correia Freire, estabeleceu a Freguesia. A categoria de Cidade foi atingida em 1938. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/8JP) acessado em 04/07/16.

                  21/75 Prefeitura de Barra dos Coqueiros
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ID:	235314Durante a segunda metade do século XVI, a costa sergipana era frequentada pelos traficantes normandos do pau-brasil. Era a barra do rio Sergipe (barra do Cotinguiba, como então era chamado) o ponto preferido por esses aventureiros. Portugal pôs fim à pirataria através da conquista das terras intermediárias. entre Bahia e Pernambuco, realizada por Cristóvão de Barros. Segundo alguns historiadores, o atual Município teria abrigado, nos primeiros anos de sua fundação, a sede do Governo da Capitania de Sergipe-del-Rei - São Cristóvão -, fundada por Cristóvão de Barros em 1589, na costa ocidental da ilha dos Coqueiros, à margem esquerda do rio Sergipe e próximo de sua foz, local que corresponde, hoje, ao da Cidade de Barra dos Coqueiros. Era, então, povoado ou, talvez, apenas cidadela. A 10 de maio de 1875, por força da Resolução n.° 1028, a antiga Capela de Nossa Senhora dos Mares da Barra dos Coqueiros foi elevada à categoria de freguesia (nunca provida eclesiástica mente). A Lei estadual n.° 525-A, de 25 de novembro de 1953, criou o Município, desmembrado do de Aracaju, compreendendo apenas a ilha de Coqueiros. É constituído de um único distrito, que é termo da Comarca de Aracaju. A cidade de Barra dos Coqueiros fica à margem esquerda do rio Sergipe, bem defronte à cidade de Aracaju, da qual dista menos de um quilômetro. Altitude sobre o nível marítimo: 5 metros. O clima do Município é úmido e quente. A temperatura média oscila entre 30 e 20° C. O período chuvoso estende-se de abril a junho. Localiza-se na zona fisiográfica do litoral do Estado de Sergipe. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1A0W) Acessado em 04/07/16.

                  Esse foi o final da segunda etapa do Desafio Valente Fazedor de Chuva-SE, 21 municípios visitados com 531 km rodados. Em breve partirei para a terceira etapa completanto o sul do estado.
                  Grande abraço a todos e até lá
                  Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

                  Comentário

                  • Hercilio_Junior
                    Fazedor de Chuva

                    • May 2016
                    • 48

                    #10
                    Tudo bem pessoal!!? Nesse último domingo fiz mais uma etapa do meu desafio Valente Fazedor de Chuva e bem característico dessa época do ano sob forte chuva. Saí de casa por volta de 9h com o aguaceiro me acompanhando até às 15h. Nesse intervalo tive alguns períodos de trégua, porem nada que desse tempo de secar minhas roupas que permaneceram encharcadas bom pedaço de tempo, só à tardinha é que o céu abriu mostrando um sol apático de inverno que me acompanhou até Aracaju. No mais foi tudo uma deliciosa aventura, com direito a participar de uma cavalgada entre Tomar do Geru e Cristinápolis. Que venham os próximos..........
                    Roteiro do dia
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                    22/75 Prefeitura de Salgado
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ID:	235552No local onde hoje se encontra edificada a cidade de Salgado existiu uma povoação denominada “Salgadinho”, nome pelo qual foi o local batizado pelos viajantes que por ali transitavam, dado ao sabor característico da água de uma fonte termal ali existente.
                    Por Lei Estadual nº 986, de 4 de outubro de 1927, o povoado foi elevado à categoria de Vila, com a denominação de Salgado. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...earch=|salgado) Acessado em 11/07/16

                    23/75 Prefeitura de Lagarto (em reforma)
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ID:	235553Distrito criado com a denominação de Lagarto em 1703. Elevado à categoria de vila com a denominação Lagarto em 1698. Elevado à condição de cidade com a denominação de Lagarto pela Lei Provincial n.º 1.140, de 20-04-1880.Fonte )http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...earch=|lagarto) Acessado em 11/07/16

                    24/75 Prefeitura de Simão Dias
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ID:	235554A colonização da Região a que pertence o Município de Simão Dias liga-se às primeiras concessões de sesmarias às margens e vizinhanças do rio Vasa-Barris, nos limites com Itabaiana e Jeremoabo. Os primeiros habitantes do Município foram índios remanescentes da tribo dos Tapuias, integrantes da Missão do jesuíta Gaspar Lourenço, que, para fugir à perseguição da expedição de Luís de Brito. governador da Bahia, na sua tentativa de conquista do território sergipano, ali se refugiaram em fins do século XVI, estabelecendo-se nas florestas do Caicá, num local que mais tarde tomaria o nome de Mata da Moita. Em meados do séculos XVII, quando as forças invasoras de Maurício de Nassau transpuseram o rio São Francisco, ameaçando Itabaiana, o português Brás Rebelo achou conveniente retirar seus rebanhos daquela zona. Ordenou então que seu vaqueiro Simão Dias construísse currais nas florestas do Caicá. Não sendo hostilizado pelos indigenes, que ainda conservavam a herança da catequese de Gaspar Lourenço, Simão Dias pode estabelecer-se no Caicá, dando assim início ao povoado, para onde pouco a pouco foram afluindo novos colonizadores. Desde 1655 existia, na aldeia de Simão Dias, uma capela dedicada à Sant'Ana. tendo sido a mesma reconstruída em 1784, quando o capitão Manuel de Carvalho Carregoza e sua mulher, D. Ana Francisca de Menezes, doaram, por escritura de 7 de dezembro, o patrimônio da futura freguesia. criada a 7 de fevereiro de 1834. A freguesia de Sant'Ana de Simão Dias foi elevada à categoria de Município pela Resolução Provincial n.° 264, de 15 de marco de 1850, com território desmembrado do município de Lagarto. O Decreto n.° 43, de 8 de maio de 1890, criou a comarca de Simão Dias. A sede do município recebeu foros de cidade pelo Decreto n.° 51, de 12 de junho de 1890. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...ch=|simao-dias) Acessado em 11/07/16

                    25/75 Prefeitura de Poço Verde
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ID:	235555As primeiras penetrações no território de Poço Verde datam de 1609, quando Antônio Guedes adquiriu uma sesmaria, cujos limites abrangiam todas as terras que atualmente formam esse município. O topônimo veio de uma fazenda que tinha o nome de Poço Verde, onde formou-se um aglomerado de habitações, dando origem à povoação, dentro do território de Campos (atualmente Tobias Barreto). Pelo ano de 1863 é que a localidade primitivamente forma-se ao lado direito do Rio Real (Estado da Bahia), sendo depois não se sabe se por questão de ordem fiscal, política ou de outra natureza ? Transferida para o lado de cá do rio (Estado de Sergipe). Pouco depois Sebastião da Fonseca Dórea institui na localidade o capelado de Santa Cruz de Poço Verde. Devido a fertilidade das terras Poço Verde apresente rápido desenvolvimento, daí, por disposição no Decreto-Lei Federal nº 311, de 2 de março de 1938 é elevada à categoria de Vila. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...ch=|poco-verde) Acessado em 11/07/16.

                    26/75 Prefeitura de Tobias Barreto
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ID:	235556Sua fundação se dá entre 1599 e 1622. Seu primeiro habitante, Belchior Dias Moréia, era um dos capitães de Cristóvão de Barros. Logo após a conquista da capitania de Sergipe d`el Rey, chegou até aquela região, no ano de 1599, e faleceu em sua fazenda ao pé da Serra do Canine, em 1622. As terras de Campos, durante muitos anos, pertenceram ao morgado de Belchior Dias Moréia. Iam dos limites de Lagarto, nos Campos do crioulo, Samba Velha, Macota, Samba Nova e Campos Gerais, até o rio Itapicuru na capitania da Bahia.O Povoado de Campos, em 1835, foi levado à categoria de vila surgindo, em consequência, alguns desentendimentos com os de vila de Itabaianinha, por questões de limites, chegando eles a tentar impedir a criação da Vila de Campos. Em de 1943, o território e o município de campos passaram a denominar-se Tobias Barreto. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...tobias-barreto) Acessado em 11/07/16.

                    27/75 Prefeitura de Tomar do Geru
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ID:	235557A povoação de Geru foi núcleo de gentios, que ali se firmara, possivelmente bem antes do período das invasões holandesas em Sergipe.Com a Carta Régia de 22 de novembro de 1758, o Rei declarava livre todos os índios do território Sergipano, ao tempo em que criava Vila o antigo povoado de Geru, que passava a chamar-se Nova Távora ou Tomar, com a característica singular de ter nos cargos de seu serviço público exatamente elementos indígenas. Assim, ensaiava El Rei uma medida de alto alcance sociológico, habilitando o primitivo habitante de nossas selvas para as funções da administração, levando-o a assimilar e confundir-se com a população branca, numa tentativa de extinguir antagonismo. Em 1808 a Vila de Tomar tinha em seu território uma população de 633 índios e alguns brancos, servindo em sua Câmara um Juiz Ordinário “índios” e um “branco”. Pela Lei de 19 de fevereiro foi extinta a Vila Tomar e anexada à Vila de Itabaianinha. Pela Lei Estadual nº 525-A, de 25 de novembro de 1953 foi criado o novo município com o nome de Tomar do Geru passando à categoria de cidade, sendo o seu território desmembrado do Município de Itabaianinha. Fonte (http://cidades.ibge.gov.br/painel/hi...|tomar-do-geru) Acessado em 11/07/16.

                    Em breve continuarei com mais registros... até lá!!!!!
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                    • Hercilio_Junior
                      Fazedor de Chuva

                      • May 2016
                      • 48

                      #11
                      Quem é inquieto não fica parado!!!!! Hoje saí para mais um passeio pelas terras de Sergipe Del Rey e terminei de visitar os municípios do sul do estado, foram eles Arauá, Pedrinhas, Boquim e Riachão do Dantas, depois embiquei a moto para os lados de São Domingos, Campo do Brito e Macambira. O sol me acompanhou durante todo o passeio que transcorreu tranquilo e muito proveitoso nos seus 307 km.

                      Roteiro do dia!
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Name:	Roteiro 4ª Etapa VFC.jpg
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ID:	239789

                      28/75 Prefeitura Municipal de Arauá e Igreja Matriz
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ID:	239652 Click image for larger version

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ID:	239653Por carta de sesmaria de 5 de maio de 1596, em favor de Sebastião de Brito e Francisco Soares, foram doadas aos mesmos terras ao sul do rio Piauí, aí instalando-se com fazenda de gado, cultivo de cana e engenho de açúcar, daí por que são considerados os primeiros desbravadores da região. Pelo meado do século XIX, num vasto tabuleiro circundado por engenhos de açúcar, entre os rios Limoeiro e Arauá, território pertencente ao Município de Estância, instalaram-se em sítios alguns moradores. A prosperidade do lugar e influência dos senhores de engenho da região foram suficientes para criar ali mesmo, para comunidade, condições de vida econômica, social e política, tendo sido o referido agrupamento demográfico batizado por Arraial da Parida, por ficar à margem de um riacho do mesmo nome. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/QWE) Acessado em 17/07/16

                      29/75 Prefeitura Municipal de Pedrinhas e praça lateral
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ID:	239655As primeiras penetrações no território datam do ano de 1620, pelos proprietários das sesmarias que vinham ter aos rios Taquari e Carnaíba. Consta que os fundamentos da cidade foram lançados por Francisco Manoel de Gois, também conhecido por Chico Perpétua, proprietário do Engenho Pedrinhas, que, mais ou menos em 1876, construiu uma casa em lugar apropriado para reunião de uma feira livre. A feira progrediu atraindo moradores que ali foram construindo suas casas, assim formando o arraial com o nome de Pedrinhas, denominação originada de antigo engenho Pedrinhas, em terras do Município de Itabaianinha. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/UJQ) Acessado em 17/07/16

                      30/75 Prefeitura Municipal de Boquim
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ID:	239656Reza a tradição que um dos fundadores do povoado de Lagoa Vermelha foi o coronel José Batista, provàvelmente na primeira metade do século XIX. A 20 de fevereiro de 1857, a Lei provincial n.° 462 criou o município de Lagoa Vermelha com sede naquele povoado. Entretanto, o clima da localidade não era saudável. No inverno, várias doenças afetavam a vila. Por outro lado, as enchentes do rio Piauí não raras vêzes causaram transtornos à população lagoense. Em 1869, verificou-se forte cheia dêsse rio, ficando o povoado ilhado por vários dias. Tal ocorrência levou o vigário de Lagoa Vermelha - Padre Manoel Nogueira Cravo - a lutar pela mudança do povoado para a localidade próxima, denominada "Buquinha da Mata". Antônio Araújo foi quem doou as terras do novo povoado. Trabalharam, também, pela transferência, Antônio Manoel da Fraga e o maior Venancio Fernandes. A sede do Município de Lagoa Vermelha transferiu-se para o povoado de Buquim em virtude da Lei provincial número 836, de 21 de março de 1870.Fonte(http://cod.ibge.gov.br/1SSA) Acessado em 17/07/16

                      31/75 Prefeitura Municipal de Riachão do Dantas e Igreja Matriz
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Name:	20160717_123432.jpg
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ID:	239658No local onde está situado o atual Município de Riachão do Dantas existiam, no início do século XIX, diversos engenhos de açúcar, destacando-se o de nome "Fortaleza", pertencente ao Coronel João Dantas Martins dos Reis, pessoa de grande prestígio político na Província e no Sertão da Bahia. Surgiu o povoado com a construção das primeiras casas e de uma pequena capela em terrenos de João Martins Fontes, à margem de um curso d'água chamado "riachão" (por ser menor do que rio e maior do que riacho). Em 1855 o arraial tornou-se sede da Freguesia de Nossa Senhora do Amparo do Riachão, então criada por desmembramento da Freguesia de Nossa Senhora da Piedade do Lagarto, e em 1864 passou à categoria de vila, constituído o Município com território desanexado do Município de Lagarto. A vila estêve suprimida e o arraial reanexado a Lagarto desde 1865 até 1870, ano em que foi restaurado o Município. Somente em 1943 foi adotada oficialmente a denominação atual, Riachão do Dantas. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/YPP) Acessado em 17/07/16

                      32/75 Prefeitura Municipal de São Domingos
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ID:	239690A cidade de São Domingos, a 76 quilômetros de Aracaju, nasceu às margens do Rio Vaza-Barris com a feira da Pindoba, em 1924. O interesse foi de um morador que decidiu investir na criação de uma vila porque a sede do município, na época Campo do Brito, ficava distante mais de dez quilômetros. O município hoje é um dos maiores produtores de farinha de mandioca do Estado, exportando para Aracaju, Lagarto, Itabaiana e até para o Estado de São Paulo. A primeira comunidade de São Domingos viveu na Fazenda Uberaba, divisa do município com Lagarto, onde foi criada por volta do século XVI a Congregação de São Domingos, quando religiosos foram para lá com o objetivo de catequizar os nativos. Por causa das cheias - as chuvas eram constantes e as matas densas -, houve uma grande proliferação de doenças. O povo morria de febre, disenteria e amarelão, e toda a comunidade foi obrigada a voltar para São Cristóvão, então capital do Estado. As casas ficaram abandonadas e, com o tempo, viraram ruínas que foram levadas para o fundo do Rio Vaza-Barris através das corredeiras. O local, denominado Tabuleiro de São Domingos, continuou abandonado. Com o início da criação de animais soltos, em sua maioria bovinos, surgiram as pastagens nativas e a região passou a ser novamente habitada. Mas a partir do momento em que surgiu o interesse pela agricultura, os agricultores iniciaram constantes brigas porque os animais de uns comiam a plantação de outros. A solução encontrada para acabar com os conflitos foi fazer uma cerca que ia desde as terras de Chico Félix, no Rio Vaza-Barris, até a tapera da Serra, em Campo do Brito. De um lado criava-se animais, e do outro, cultivava-se a terra. Em 1924, José Curvelo da Conceição, residente no Povoado Tapera (antes pertencente a Campo do Brito) teve a iniciativa de criar uma vila em sua comunidade. O objetivo era não ser preciso andar cerca de 12 quilômetros até a sede do município para adquirir qualquer tipo de mantimento. Por causa dessa idéia, ele até foi chamado de louco, no entanto conseguiu o apoio de algumas pessoas. Confiante na sua idéia, ele se dirigiu até o intendente de Campo do Brito, Arnóbio Batista de Souza, que incentivou a criação da vila. O lugar escolhido foi o minador do Sapucaia, entre as comunidades de Tapera e Mulungu, que serviria às duas. José Curvelo conseguiu como parceiro José Brasil (o José Brazílio), residente na estrada de Lagarto, hoje povoado Lagoa. Além de achar a ideia muito boa, ele se prontificou a ajudar a construir a nova vila. A partir daí, começaram a fazer campanha junto ao povo. As duas primeiras casas da vila foram construídas por eles próprios na estrada de Simão Dias, no cruzamento das matas com Lagarto. Como ninguém teve interesse de construir mais casas até 1925, José Ribeiro Andrade chamou o jovem Juvêncio Mendonça de Brito, e os dois se juntaram a Curvelo e Basílio para dar início à feira, que foi batizada de "Pindoba". Fonte (http://cod.ibge.gov.br/3161) Acessado em 17/07/16

                      Vídeo mostrando a beleza do Rio Vaza Barris no Agreste Sergipano


                      33/75 Prefeitura Municipal de Campo do Brito
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ID:	239691A colonização da Região a que pertence o Município de Campo do Brito liga-se às primeiras concessões de sesmarias no vale do rio Vaza-Barris. Os padres jesuítas obtiveram terras em sesmaria, a 10 de março de 1601, "junto à serra da Cajaíba,.na tapera de Pirapoan, entre o vale do Vaza-Barris, a serra de Itabaiana e, subindo o rio, até àquele pico". Da mesma forma, foram dadas terras a Francisco da Silveira e muitos outros, cobrindo todo este sertão. A tradição guardou o nome de uma família - Brito - que usou estes campos para a criação de seus animais, e que, apesar de não ter deixado vestígios ou descendência conhecida, deu nome ao local - Campo do Brito. Acredita-se que o primeiro povoamento que deu origem à atual cidade data de época posterior ao domínio holandês em Sergipe, quando seus remanescentes aí fixaram residência, passando a viver da agricultura e pecuária.Fonte (http://cod.ibge.gov.br/UHN) Acessado em 17/07/16

                      34/75 Prefeitura Municipal de Macambira
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ID:	239695O atual município de Macambira foi desmembrado do de Campo de Brito, como este de Itabaiana. Seu histórico remoto é o mesmo de seus dois vizinhos citados: holandeses, franceses, negros e portugueses, fizeram daqui um terrão novo para eles e seus filhos, especialmente os holandeses e franceses que já encontrando as terras férteis da cotinguiba ocupadas pelos portugueses, contentaram-se em ficar com as desta região, pedregudas e secas. Os costumes, e linguajar e outros caracteres sociológicos identificam o povo desses treis municípios como da mesma origem. A história de Macambira como município, porém, começa em 1954. Nesse ano, pela Lei Estadual nº ..., de ... de ..., Macambira passou de povoado à cidade autônoma, sendo instalada em Fevereiro do ano seguinte. Juridicamente, é termo da Comarca de Campo do Brito, e compreende um só distrito: - 0 da sede municipal.
                      Os nascidos em Macambira chama-se macambirenses
                      Última edição por Hercilio_Junior; 21-07-16, 16:09.
                      Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

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                      • Hercilio_Junior
                        Fazedor de Chuva

                        • May 2016
                        • 48

                        #12
                        Tudo bem Fazedores de Chuva? Hoje continuo com as postagens do Valente Fazedor de Chuva / Sergipe. O passeio foi realizado em 24/07 e tive a companhia da minha esposa, eterna COMPANHEIRA da minha vida. Saímos cedo, mas sabíamos que a tarefa do dia seria puxada pois programamos rodar 452 km visitando 11 cidades. Infelizmente não deu, fizemos 7 prefeituras e uma volta para casa um pouco tensa pois pegamos chuva e pilotando à noite por estradas mal sinalizadas e com um frio que incomodou bastante. Uma guerreira na minha garupa, incentivando e torcendo pela realização desse grande desafio.
                        Nosso roteiro do dia
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                        35/75 Prefeitura de Areia Branca
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ID:	240704Areia Branca, distante 36 quilômetros da capital, está entre os municípios mais novos do Estado. Seu nome nasceu literalmente da cor do solo existente na povoação, indicando a provável existência de praia em tempos remotos naquela área. A pacata e desconhecida cidade, situada ao pé da Serra de Itabaiana, passou a ser conhecida com a criação do Forródromo, onde passou a ser realizado um dos mais animados festejos juninos do Brasil, consolidado como o "São João de Paz e Amor". Parte das terras que compõem o município de Areia Branca foram doadas pelo latifundiário José Ferreira Neto. Ele vendeu uma área e distribuiu outra, onde ficava uma lagoa seca, com pessoas carentes. Foi nesse lugar que o povoado começou a crescer, e hoje encontra-se um conjunto habitacional. Juviniano Freire de Oliveira e Virgílio Rodrigues do Nascimento entram para a história como os principais fundadores do município. A povoação teve início no quadrado em frente à capela que se transformou depois na Igreja Matriz São João Batista, nome do padroeiro dos areia branquenses. Muito tempo levou para formar-se o povoado, que passou a ter registro na história como município no dia 11 de novembro de 1963, quando foi emancipado de Riachuelo. Mas só em 7 de setembro de 1965 houve a primeira eleição, sendo escolhido prefeito José Edgar de Andrade, morto em 2001. Depois dele, o município foi administrado por José Francisco de Almeida, que deu continuidade ao serviço de calçamento iniciado pelo primeiro prefeito. Fonte http://cod.ibge.gov.br/B5K. Acessado em 30/07/2016

                        36/75 Prefeitura Municipal de Itabaiana
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ID:	240706Foi Simão Dias Francês, nascido em 1594 e, segundo a lenda, da união de um soldado francês com uma índia, o primeiro filho de Itabaiana. Com a invasão holandesa, deixou a terra natal e foi fixar-se nas matas do Caiçá, região em que mais tarde se formaria o município que recebeu seu nome. A colonização e povoamento de Itabaiana tiveram início após a conquista do território sergipano por Cristóvão de Barros, em fins do século XVI efetivando-se a posse das terras (sesmarias) pelos colonos gradativamente, por cartas de doação, nos séculos XVI e XVII, e alvarás, no século XVIII. Ao fidalgo português, natural de Elvas, Ayres da Rocha Peixoto, por seu feito junto às tropas de Cristóvão de Barros, foi concedida a primeira sesmaria, passando o sítio que aí se formou a ser conhecido como Caatinga de Ayres da Rocha. O primeiro aglomerado, porém, formador do arraial de Santo Antônio, surgiu no século XVII, em região fértil, vizinha aos rios Lomba e Jacaracica. No arraial foi levantada a primeira igreja. A que deu origem à atual Matriz de Santo Antônio e Almas de Itabaiana, foi construída a partir de 1675, no antigo sitio de Ayres da Rocha, de propriedade então do padre Sebastião Pedroso de Goes, que o vendeu à Irmandade das Almas sob a condição de ser erguido ali o templo. Itabaiana a esse tempo já era freguesia, criada que foi a 30 de outubro do citado ano, com o nome de Santo Antônio e Almas. No século XVIII, como se lê em documento de 30 de janeiro de 1757, firmado pelo Juiz Antônio Machado de Mendonça, estavam finalmente demarcados os limites de Itabaiana, indo seu território do rio Vaza-Barris à vila de Lagarto, do rio Sergipe à vila de Santo Amaro, confinando com o sertão de Geremoabo. Foram colonizadores de Itabaiana: no século XVI - Ayres da Rocha Peixoto: no século XVII - Manuel da Fonseca, Companhia dos Padres de Jesus, Gaspar Fontes, Francisco da Silveira, João Guergo, Manuel Tomé de Andrade, Francisco Borges, Gonçalo Francisco, Pero de Novais Sampaio Duarte Muniz Barreto, Jorge Barreto, Felipe da Costa, Melchior Velho, Desembargador Cristóvão de Burgos, Pedro Garcia Pimentel, Capitão Manuel de Couto Dessa, Jerônimo da Costa Taborda e Antônio Rodrigues, no século XVIII - Capitão Francisco de Almeida Cabral, Coronel Manuel Nunes Coelho, Capitão Antônio Martins Fontes, Antônio Tavares de Menezes, Sargento-Mór José Correia de Araújo, Tenente João Paes de Azevedo, Antônio José da Costa, Francisco Curvelo de Barros Francisco Pereira de Jesus e José Maria da Silva; no século XIX - Capitão João Barbosa de Madureira. Fonte http://cod.ibge.gov.br/T6M. Acessado em 30/07/2016

                        37/75 Prefeitura municipal de Frei Paulo
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ID:	240708O município sertanejo que já foi São Paulo tem uma bela história voltada para a política e literatura. A história de cada município preenche vários livros. É o caso de Frei Paulo, a 74 quilômetros de Aracaju. Aquelas terras foram descobertas por volta de 1868 por missionários capuchinhos, entre eles freis Davi de Umbértide e Paulo Antônio Casanova. Este último, deu o nome ao município. Mas essa história começa muito antes. Quando os capuchinhos chegaram encontraram os índios comandados por Imbiracema. O lugar era conhecido como as "Matas de Itabaiana", uma região propícia para o cultivo do algodão e a criação de gado. Além de índios, muitos "brancos" da crescente Vila de Itabaiana iam para lá. Por causa dos jenipapais, o lugar era conhecido como Chã de Jenipapo. Em Itabaiana, os freis Paulo Casanova e Davi de Umbértide foram convidados por José Alves Teixeira e Brás Vieira de Matos, proprietários de terras em Chã de Jenipapo, para conhecer o lugar. Foram e ficaram. Providenciaram madeira e ergueram a capela de São Paulo. Naquela data comemorava-se o dia do apóstolo Paulo de Damasco. Também colaboraram para a formação do povoado, Antônio Teixeira, Lourenço da Rocha Travassos e Tomaz de Aquino e Silva. Fonte http://cod.ibge.gov.br/IIA. Acessado em 30/07/2016

                        38/75 Pinhão
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ID:	240710A partir do ano de 1700 a colonização e povoamento da Capitania de Sergipe expande-se pela zona sertaneja, a sua penetração nos fundos da faixa de terras compreendidas entre os rios Vasa Barris e Sergipe vai atingir em 1713 o território que veio a ser município de Pinhão.
                        No século XIX, precisamente em 1889, foram demarcadas terras pelo Engº Militar José Calazans, de imediato arroteadas com grande empenho pelo francês Cootchaux Ettinger e seu filho Gabriel. Aí teve início a cultura do algodão, atraindo pessoas das circunvisinhanças, e assim teve formação a povoação de Pinhão, nome este provindo da grande quantidade de uma planta nativa (pinhão e Purga), do nordeste, ali existente. A povoação ganha sua capela sob o orago de São José. O Comércio, a agricultura e a pecuária crescem como fontes de vida da localidade. Pela Lei Estadual nº 525-a, de 25 de novembro de 1953 foi o povoado elevado à categoria de cidade e sede do município, cujo território foi desmembrado do de Campo do Brito, somente instalado a 30 de janeiro de 1955. Pela Lei Estadual nº 554, de 6 de fevereiro do mesmo ano, é fixada a nova divisão Administrativa e Judiciária do Estado e o Município é composto de um único distrito de paz, Termo Judiciário da Comarca de Frei Paulo. Fonte http://cod.ibge.gov.br/2CCK. Acessado em 30/07/2016.

                        39/75 Prefeitura Municipal de Carira
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ID:	240712O território do Município de Carira passou a ser conhecido na segunda metade do século XVIII. Os primeiros desbravadores o denominaram Mãe Carira, por terem encontrado no local, onde hoje se ergue a Cidade, uma índia com esse nome. Em 1865, João Martins de Souza edificou a primeira casa, iniciando o povoamento. Ao lado dessa construção, passou a funcionar uma feira, atraindo moradores para o novo núcleo e expandindo o comércio. Edificou-se a Capela do Sagrado Coração de Jesus, em 1897. O distrito de Paz foi criado em 1929. A chegada da rodovia estadual à localidade, em 1939, trouxe novo surto de desenvolvimento. Em 1957, foi incorporado ao seu patrimônio municipal o distrito de Altos Verdes. Os naturais ou moradores de Carira são chamados carirense. Fonte http://cod.ibge.gov.br/1T5R. Acessado em 30/07/2016.
                        Última edição por Hercilio_Junior; 30-07-16, 15:43.
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                        • Hercilio_Junior
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                          • May 2016
                          • 48

                          #13
                          Continuando com a aventura

                          40/75 Prefeitura de Canindé de São Francisco
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ID:	240714A história do município está vinculada ao morgado de Porto da Folha. A princípio chama-se Canindé, depois Curituba para denominar-se finalmente, Canindé do São Francisco pela Lei nº 890 de 11 de janeiro de 1958. O território teve sua penetração através do rio Curituba em 1629, para atender ao espírito de cobiça das bandeiras. No final do século XIX só havia quatro fazendas no território, quando Francisco Cardoso de Brito Chaves ( Coronel Chico Porfírio) comprou ao capitão Luiz da Silva Tavares o referido morgado construindo nele a sede da fazenda e um curtume de couro em sociedade com o Coronel João Bernardes de Brito, chegando o mesmo a ser mecanizado, fato que contribuiu para formação do povoado. Pela Lei estadual nº 368, de 7 de novembro de 1899 o povoado foi elevado à sede de Distrito de Paz, lei posteriormente revogada até que o Decreto-Lei nº 69, de 28 de março de 1938 restabeleceu a condição de sede de distrito. A Lei estadual nº 525-A de 25 de novembro de 1953 elevou o povoado à cidade e sede do município de Curituba, o qual foi instalado em 6 de fevereiro de 1955. Canindé fazia parte da sesmaria de 30 léguas de terras, concedidas aos Burgos, família da Bahia chefiada pelo desembargador Cristóvão Burgos e Contreiras - que lhes foi doada em 1629 pelo governador de Pernambuco, D. João de Souza. Essas mesmas terras pertenceram depois ao Morgado de Porto da Folha, instituído por Antônio Gomes Ferrão Castelo Branco. Conforme registro na Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, nos tempos do Brasil Colonial o território de Canindé foi devassado pela cobiça das bandeiras. Mas, por causa da seca que sempre castigou toda a região sertaneja, os primeiros desbravadores acabaram perdendo o interesse pelas terras, apesar da grandeza do Rio São Francisco. Foi quando Francisco Cardoso de Britto Chaves, conhecido como coronel Chico Porfírio, resolveu investir nas terras. Comprou uma grande propriedade ao capitão Luiz da Silva Tavares - onde posteriormente foi implantada a sede antiga de Canindé -, construiu sua residência e fundou também o Curtume Canindé, em parceria com o coronel João Fernandes de Brito. Mais tarde o curtume virou uma indústria mecanizada que atraiu inúmeros trabalhadores, aumentando a quantidade de moradias do lugarejo. Na Canindé de Cima havia algumas taperas pertencentes aos pescadores João e José Alves, Ota, José de Terto, Libório, Antônio Fininho, Neco de Carlota e a outras famílias. Na de Baixo, onde foi implantado o curtume, surgiram várias casas, transformando a povoação numa das mais importantes da beira do Velho Chico. Sua emancipação Em 1936, a povoação já contava com 120 casas e uma capela. Por isso ganhou a condição de 2º Distrito de Paz de Porto da Folha. Dois anos depois, através da lei nº 69, de 28 de março, passava à condição de vila. Por volta de 1940, o curtume foi desativado, causando enorme prejuízo à vila, mas não impediu sua caminhada para a emancipação, que aconteceu no dia 25 de novembro de 1953. Fonte http://cod.ibge.gov.br/1C9J. Acessado em 30/07/2016

                          Fizemos uma parada para o almoço no município de Piranhas /AL para saborear uma deliciosa moqueca às margens do Velho Chico
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                          41/75 Município de Poço Redondo
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ID:	240718A conquista do território está vinculada ao morgado de Porto da Folha, cuja penetração teve início no fim do século XVII e começo do século XVIII. O povoado de Curralinho, situado às margens do rio São Francisco, contando com uma escola primária, surgiu em 1877. A partir de 1902, Manoel Pereira se estabeleceu com uma fábrica de descaroçar algodão no arraial Porto de Cima, transferindo-a, logo depois, para um lugar, distante um quilômetro daquele em que se encontrava. A iniciativa atraiu os demais habitantes que também se mudaram para Poço Redondo, nome ligado ao fato de encontrar-se, o local, semicirculado pelo riacho Jacaré. A instalação ocorreu em 1956, quando o então povoado Poço Redondo foi elevado a Sede do Município. Fonte http://cod.ibge.gov.br/1JJ3. Acessado em 30/07/2016
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                          • Hercilio_Junior
                            Fazedor de Chuva

                            • May 2016
                            • 48

                            #14
                            Tudo bem pessoal?!!! Nesse sábado passado (13/08), realizei mais uma etapa do Valente Fazedor de Chuva – Sergipe registrando minha passagem por Nossa Senhora das Dores, Cumbe, Feira Nova, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora Aparecida, São Miguel do Aleixo e Ribeirópolis. Além dessas cidades, passei por outras três que já havia feito o devido registro, Siriri, Itabaiana e Areia Branca, pois estava acompanhado do MAN FC (Alisson) recém inscrito nos Fazedores de Chuva que além de iniciar seu desafio se mostrou um excelente companheiro de estrada. “Tamo Junto” garoto...

                            Roteiro dessa etapa
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ID:	241227

                            Além do asfalto, tivemos nosso momento de piçarra. Foi quase uma hora de trilha com ilustres transeuntes.
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Name:	Instantâneo 1 (14-08-2016 20-48).jpg
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                            42/75 Prefeitura de Nossa Senhora das Dores e Junta de Alistamento Militar
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ID:	241229No dia 4 de outubro de 1604, o capitão-mor Nicolau Felipe de Vasconcelos concedeu a Pero Novais de Sampaio, através de Carta de Sesmaria, duas léguas de terra em quadra "para pastorar seus "gados e criações". Essas terras iam do Outeiro das Piranhas a Enforcados, do lado do poente, ao longo do rio Sergipe "donde se encontravam terras devolutas e que nunca tinham sido povoadas de brancos". Segundo Laudelino Freire, o povoado, no início, chamou-se Enforcados, em virtude de ali terem sido sacrificados alguns gentios que habitavam a região. Com a chegada de um religioso, pregador da Santa Missão, o topônimo foi mudado para Nossa Senhora das Dores. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/HCG) acessado em 14/08/16.

                            43/75 Prefeitura Municipal de Cumbe
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ID:	241230Município desmembrado do território de Nossa Senhora das Dores, em tempos remotos, quando ainda povoado e pertencente a esse Município, situava-se em terras de domínio de Pero Novais Sampaio, cujas terras por sua vez faziam parte do território de Nossa Senhora da Purificação de Capela, antes da criação do Município de Nossa Senhora das Dores.
                            Sua elevação à Freguesia ocorreu a 28 de abril de 1858, por Resolução Provincial nº 491, sendo elevado à município pela Lei Estadual nº 525-A de 25 de novembro de 1953, sendo que sua instalação só veio concretizar-se a 31 de janeiro de 1955. Hoje a economia do município está centrada na agricultura de subsistência, na pecuária e no artesanato, que vem ocupando lugar de destaque na economia municipal, com bordados, biscoitos e sobretudo a reciclagem de papel. Fato curioso é que o município detém o recorde da maior fogueira de São João já montada, que ano a ano aumenta cada vez mais.
                            Fonte (http://cod.ibge.gov.br/GQX) acessado em 13/08/16.

                            44/75 Sede da Prefeitura Municipal de Feira Nova e Marco na Entrada da Cidade
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ID:	241232A Feira continua Nova apesar de sexagenária. Comerciante fundou feirinha no povoado para evitar que moradores fossem atacados pelo bando de Lampião. A cidade de Feira Nova, distante 104 quilômetros da capital, nasceu de uma feira de trocas de animais criada por comerciantes na década de 30. O objetivo era evitar que os habitantes saíssem para fazer suas compras em cidades vizinhas e fossem atacados pelo bando de Lampião, o cangaceiro mais temido do sertão. A denominação marcou tanto que foi mantida após a emancipação do município, ocorrida em 1963. O povoado surgiu de uma fazenda chamada Logrador (Logradouro). Parte das terras, a maioria pertencente a Domingos Dias de Souza (Domingo Bolachão), foi adquirida por José Alves de Queiroz (Fifio), que passou a habitar no pequeno povoado onde já residia José Lino de Souza, um comerciante de peles de animais. Fifio teve a ideia, junto com José Lino de Souza, de montar uma bodega e transformar parte daquele ambiente em um pequeno centro de troca e venda de gado e couro. Na época, os moradores da redondeza faziam as compras nas feiras das cidades vizinhas, Nossa Senhora da Glória e Nossa Senhora das Dores. Eles viviam aterrorizados com as histórias de atrocidades praticadas pelo bando do cangaceiro Lampião, que rondava a região e tomava as mercadorias dos feirantes. Por causa disso, com a colaboração de comerciantes destemidos de Glória e Dores, a feira livre foi implantada no próprio povoado. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/MNK) acessado em 14/08/16

                            45/75 Prefeitura Municipal de Nossa Senhora das Glória
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ID:	241233O povoado se desenvolveu na localidade conhecida por Boca da Mata, na jurisdição do Município de Garuru, ocupado entre os anos de 1600 a 1625, quando foram instalados os primeiros currais de gado. As atividades agropecuárias atraíram novos moradores, iniciando-se o povoamento do núcleo. Em 1922, passou a chamar-se Nossa Senhora da Glória, na categoria de vila e sede do 2º Distrito de Paz. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/RTP) acessado em 14/08/16

                            46/75 Prefeitura Municipal de Nossa Senhora Aparecida
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ID:	241234O município de Nossa Senhora Aparecida, criado em 1963, com a denominação de Cruz das Graças e sede no povoado Cruz do Cavalcante, foi desmembrado do município de Ribeirópolis. A instalação, entretanto, só ocorreu dois anos depois, com a posse do primeiro Prefeito e de cinco Vereadores. Em 1975 mudada a denominação do Município para Nossa Senhora Aparecida, sua sede foi para o povoado Maniçoba. O município, com a denominação de Cruz das Graças e terras desmembradas do município de Ribeirópolis, foi criado em 26 de novembro de 1963, pelo Decreto-Lei Estadual n.° 1.233. Pela Lei Estadual n.° 165-A, de 24 de dezembro de 1975, passou ao atual topônimo. Desde sua criação até a presente data, o Município figura apenas com o Distrito-Sede, Nossa Senhora Aparecida. O termo foi criado em 26 de novembro de 1963, e está jurisdicionado à Comarca de Ribeirópolis. O Poder Judiciário é exercido pelo Juiz de Direito e o Ministério Público é representado pelo Promotor. Acham-se habilitados, ao exercício da profissão, 2 advogados. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/2BTE) acessado em 14/08/16.

                            47/75 Prefeitura Municipal de São Miguel do Aleixo e Junta de Alistamento Militar
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ID:	241236O povoado Aleixo teve como principais fundadores Miguel José das Graças e Manoel Barreto dos Santos. O núcleo foi crescendo e já contava com cerca de 206 moradias e 600 habitantes quando, em 1963, foi elevado à categoria de Cidade e Sede do Município denominado São Miguel do Aleixo, em homenagem a um de seus principais fundadores e ao Santo Padroeiro. A colonização do território está ligada à dos Municípios de Nossa Senhora da Glória e de Nossa Senhora das Dores, dos quais foi desmembrado. O Município de São Miguel do Aleixo foi instalado em 1965. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1AAA) acessado em 14/08/16

                            48/75 Prefeitura Municipal de Ribeirópolis
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ID:	241237Segundo o historiador Felisberto Freire, por volta do ano de 1637 um cidadão conhecido por “Ribeiro” instalava-se na região com a criação de gado em terras que se estendiam às proximidades da cidade de Itabaiana, originado aí uma povoação que recebeu o nome de “Saco do Ribeiro” em homenagem ao seu fundador, povoação que floresceu com essa denominação até o advento da Lei Estadual nº 997, de 29 de outubro de 1927 que lhe conferiu a elevação de distrito de paz pertencente ao município de Itabaiana, e com sede no povoado. Considerada a sua evolução política, seis anos depois o Interventor Federal Major Augusto Maunard Gomes, concluiu pela elevação do próspero povoado de Saco do Ribeiro à categoria de vila e sede de município, através do Decreto Estadual nº 188, de 18 de dezembro de 1933, alterando-lhe o topônimo para Ribeirópolis, até os dias atuais. Pelo Dec. Lei Estadual nº 69, de 28 de março de 1938, Ribeirópolis foi elevada à categoria de cidade. Fonte (http://cod.ibge.gov.br/1R8F) acessado em 14/08/16.

                            Totalizando esses registros, me restam por fazer 28 cidades que pretendo finalizar o quanto antes, pois darei continuidade ao meu Rodoviário BR101 em novembro e quero retomar o projeto já com a minha homologação como Valente Fazedor de Chuva. Mas isso é uma outra conversa........grande abraço e até à próxima.
                            Última edição por Hercilio_Junior; 14-08-16, 22:44.
                            Meu canal. https://www.youtube.com/channel/UCS6...2_4fLmp5CjS8ew

                            Comentário

                            • ManFC
                              Fazedor de Chuva
                              • Aug 2016
                              • 12

                              #15
                              Boa meu amigo Hercilio.
                              Mais uma vez muito obrigado pelo convite de participar de uma das etapas do seu VFC e me apresentar aos Fazedores de Chuva, fico na torcida para a concretização do desafio.
                              Um grande abraço do seu amigo Man, vlw o/!!!
                              "Tamo junto"

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