Valente pelo gigante mato grosso

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  • paolomonte
    Fazedor de Chuva

    • Dec 2014
    • 422

    #31
    18/141- Sorriso - MT

    O Nome Sorriso queria dizer, nos primeiros tempos de ocupação, um novo empreendimento, de futuro feliz, com bases numa natureza rica e de vitória.

    A maioria dos colonizadores eram de origem italiana. E viviam em forma de entre-ajuda, em estreita comunidade.

    Município muito bonito e bem planejado, hoje grande produtor agrícola.

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    Última edição por paolomonte; 08-09-20, 11:20.

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    • paolomonte
      Fazedor de Chuva

      • Dec 2014
      • 422

      #32
      5º DIA – Feijoada dos “Pau Rodado”

      Nos encontramos no hotel as 09:00 para seguir para a chácara do nosso amigo Marcelo (local de Sinop) um lugar chamado “SONHO MEU” que merece o nome dado. Uma chácara linda a beira do Rio Teles Pires (rio importante da região). Passamos um dia muito agradável na companhia de amigos, falando quase que exclusivamente de moto, tomando cerveja e comendo uma maravilhosa feijoada no nosso Chef Mainho. Show de bola !!!!!!!!

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      • paolomonte
        Fazedor de Chuva

        • Dec 2014
        • 422

        #33
        19/141 - Sinop - MT

        O processo de ocupação da área onde hoje está localizado a cidade de Sinop, teve início no ano de 1972, quando a Colonizadora Sinop S.A. adquiriu de terceiros aproximadamente 500 mil hectares de terra , situados a 500 km de Cuiabá na BR 163 (Cuiabá-Santarém), e criou a Gleba Celeste.

        Na implantação e execução do projeto, 400 homens e máquinas atravessaram, inicialmente, o rio Verde, abrindo as primeiras picadas na selva, para plantar quatro cidades (Sinop, Vera, Santa Carmem e Cláudia), 1.400 quilômetros de estradas vicinais, campos experimentais, centro comunitários, escolas infra-estrutura de apoio para atender aos novos habitantes, brasileiros de todas as regiões do País que, num fenômeno de explosão populacional, acorreram para enfrentar os desafios de ocupação da amazônia mato-grossense; e forjaram a "mística do Nortão".

        Naquela época, uma viagem do interior do Paraná até Sinop demorava cerca de sete dias. Mas, apesar dessa grande dificuldade, o fluxo migratório na direção Oeste, que acompanhava o adentramento da fronteira agrícola no Norte de Mato Grosso , ia crescendo. E o resultado não poderia ter sido outro: no dia de sua fundação, em 14 de setembro de 1974, a cidade de Sinop era um verdadeiro canteiro de obras, com mais de 20 quadras.

        Hoje, Sinop não pára de crescer. em 1974, ninguém seria capaz de imaginar que, menos de três décadas depois, uma população estimada em mais de 100 mil pessoas habitassem naquele local - uma cidade que atualmente é pólo de referência em todo o Norte matogrossense, no que diz respeito à saúde, a educação, indústria, comércio, lazer e outras áreas. Hoje é conhecida como a "Capital do Nortão".

        Cidade linda, polo muito importante da agroindústria mundial . . .

        Prefeitura.
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        Nossas paixões descansando na beira do Rio Teles Pires.
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        Por do Sol na ponte do Teles Pires.
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        Última edição por paolomonte; 08-09-20, 11:18.

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        • paolomonte
          Fazedor de Chuva

          • Dec 2014
          • 422

          #34
          6º DIA – Retorno

          Nos encontramos as 09:00 num posto de gasolina para o retorno a Cuiabá. Partimos para uma empreitada de mais 500 km percorridos sem problemas, chegando todos em casa com a graça e na paz de Deus.

          Assim finalizo o meu relato da primeira etapa do grande desafio do Valente Fazedor de Chuva.

          Desculpem a extensão do texto, da próxima tento ser mais resumido, porque a empolgação foi Gigante!

          Grande abraço amigos e até a próxima.

          Galera reunida para o retorno
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          Última edição por paolomonte; 31-08-20, 17:35.

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          • paolomonte
            Fazedor de Chuva

            • Dec 2014
            • 422

            #35
            Obrigado FC Gilmar pelas dicas de postagens.

            Com o tempo vou melhorando . . .

            Como eu tinha dito nosso estado tem dimensões continentais, essa tocada é comum para os mato-grossenses.

            Já tinha lido que não tem prazo para terminar o desafio, mas no MT é assim, as vezes uma voltinha significa 2.000 km kkkkkkkkk

            Espero que tenham gostado.

            Grande abraço para todos

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            • Airton Cavalca
              Fazedor de Chuva

              • Mar 2012
              • 1498

              #36
              Grande Paolo é o VFC Airton Cavalca.. só agora que vi suas andanças muito bem quando fizeres Rondonópolis me avisa ai vamos rodar aqui por perto .. ta faltando um cara bonito ai nessas foto rsss to aqui na br entre ROO e itiquira tem suite aqui para os fcs .. sucesso no seu desafio MOTOabraço...

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              • paolomonte
                Fazedor de Chuva

                • Dec 2014
                • 422

                #37
                Valeu VFC Calvalca, quando passar por aí te aviso !!!! E obrigado pelo apoio.

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                • paolomonte
                  Fazedor de Chuva

                  • Dec 2014
                  • 422

                  #38
                  Bom dia FCs,


                  Sábado meio sem compromisso, combinei uma volta até Rondonópolis – MT com um amigo Eules que também virou um alma inquieta e em breve se cadastrará no FC.
                  Saímos cedo umas 06:00 hs da manhã com um roteiro pré determinado.
                  Passamos por Jaciara, São Pedro da Cipa, Juscimeira, Pedra Preta e Rondonópolis, lá chegando fomos procurar um wi fii para ver quais municípios estavam na redondeza para ver se valia a pena rodar mais um pouco.
                  Encontramos com VFC Airton Cavalca que veio nos encontrar para rodar um pouco com a gente, ouvimos a voz da experiência e seguimos rumo a Itiquira aumentando mais 250 km da nossa programação, esse espírito FC é muito massa, dá vontade de rodar o dia todo sem parar, ir entrando em cada cidade, currutela, etc . . .
                  Conversamos bastante, demos risadas, pedimos orientações do VFC Cavalca e chegamos a conclusão que essa insanidade é para poucos mesmo . . .
                  Nesse trecho rodamos 800 km, passando por 06 municípios desse estado gigante. Foi TOP.
                  Última edição por paolomonte; 31-08-20, 17:35.

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                  • paolomonte
                    Fazedor de Chuva

                    • Dec 2014
                    • 422

                    #39
                    20/141 - Jaciara - MT

                    Antiga aldeia dos Índios Bororós, foi inicialmente colonizada em 1877, que de forma lenta e desordenada, até 1947. Nesta época, empresários adquiriram algumas terra do governo fazendo surgir a CIPA – Colonizadora Industrial, Pastoril e Agrícola Ltda, e dando início ao processo de efetiva colonização. Em 1950, é elaborado o projeto de urbanização e em 1953, criado o distrito de Jaciara, subordinado ao município de Cuiabá. Em 1958 foi elevado a município e constrói-se a BR-364, que trouxe o desenvolvimento ao local.

                    Outro fator importante que chamou a atenção, foi a boa qualidade da terra, com as suas riquezas extraordinárias, dadas as notáveis plantações de soja, cana-de-açúcar, feijão, milho, arroz, algodão e outras de pouca importância no contexto econômico do município.

                    No início foram os nordestinos, depois vieram os paulistas, mineiros, goianos, paranaenses e os gaúchos. Com a chegada dos gaúchos houve uma acentuada modificação na estrutura agrícola, fazendo do cerrado, terras produtivas.

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                    Última edição por paolomonte; 08-09-20, 11:17.

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                    • paolomonte
                      Fazedor de Chuva

                      • Dec 2014
                      • 422

                      #40
                      21/141 - São Pedro da CIPA - MT

                      Pequeno povoado, formado às margens da rodovia que liga Rondonópolis à Cuiabá, nas proximidades de Jaciara.

                      O primeiro nome que o núcleo recebeu foi Centro-Nápolis. Não pegou. Foi então que surgiu o nome de São Pedro da Cipa. São Pedro por ser o santo padroeiro da comunidade e Cipa é referência à companhia colonizadora que era dona das terras em que proliferou o atual município.

                      As terras férteis atraíram muita gente à região. Os primeiros povoadores ficaram entusiasmados com a idéia de plantarem café, já que os colonos vinham de região cafeeira paulista. O café foi a primeira grande cultura do lugar. Hoje a cultura de soja domina a região.

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                      Última edição por paolomonte; 22-10-20, 11:27.

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                      • paolomonte
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                        • Dec 2014
                        • 422

                        #41
                        22/141 - Juscimeira - MT

                        Em 1953, um mineiro, juntamente com um corretor de terras da Colonizadora Industrial Pastoril e Agrícola – CIPA, sobrevoou a região onde se encontra atualmente a cidade de Juscimeira. Comprando 50 alqueires da colonizadora, posteriormente revendendo a outros colonos.

                        Na verdade o lugar recebera a denominação de Garimpos, tornando-se distrito. A boa produção agrícola, em função do solo ubertoso atraiu outras famílias. Assim, a povoação crescia e a população aumentava.

                        Com o tempo, Juscimeira, demonstrando alta capacidade de produção, convenceu os poderes estaduais da necessidade da emancipação.
                        Juscimeira emancipou-se pela Lei Estadual nº 4.148, de 10 de dezembro de 1979.

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                        • paolomonte
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                          • Dec 2014
                          • 422

                          #42
                          23/141 - Pedra Preta - MT

                          Em 1950 Noda Guenko adquiriu extensa área de terras na região da futura cidade de Pedra Preta, na época mata virgem. Guenko pretendia abrir a fazenda e vislumbrava fundar uma cidade. Contratou o patrício Jinva Konno, que veio de Lins- SP, para iniciar a execução do projeto.

                          O incipiente povoado passou a denominar-se Jurigue, nome indígena do rio que banha a região, formando o Vale do Jurigue. O traçado original da cidade, criado por Konno, era circular, e estava nos planos de Noda Guenko construir uma cidade moderna dotada de todo conforto à população. Foi traçado um novo projeto, com um novo nome à cidade - Alto Jurigue.

                          Porém, a comunidade já tinha sua preferência para denominar o lugar - Pedra Preta. É simplesmente uma referência geográfica, mas que marca realmente o sítio urbano, pois inúmeras pedras de cor preta emergem do leito de um córrego que corta a sede municipal. Os colonos, em suas idas e vindas, cruzavam permanentemente o lugar, chamando o vilarejo de Pedra Preta.

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                          • paolomonte
                            Fazedor de Chuva

                            • Dec 2014
                            • 422

                            #43
                            24/141 - Rondonópolis - MT

                            Segunda Maior e mais importante cidade de MT, merece um pouco mais da história da região.

                            Desde o final do século XIX a ocupação local é marcada por um contingente de índios Bororo, elo efetivo do destacamento militar em Ponte de Pedra (1875-1890), seguida pelas comitivas de aventureiros que se arriscavam pela região em busca de ouro e de pedras preciosas. Por último, chegaram as expedições da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas (1907/1909) sob o comando do então primeiro tenente Cândido Rondon, que determinavam o traçado da linha telegráfica para interligar o Estado do Mato Grosso e Amazonas ao resto do país – fruto dessa investida, em 1922 é inaugurado o posto telegráfico às margens do rio Poguba (rio Vermelho).

                            Todavia, na década de 20, o recém criado distrito começa a sofrer problemas ligados a enchentes, epidemias e desentendimento entre os moradores; no mesmo período João Arenas descobre os garimpos de diamantes na vizinha região de Poxoréu (1924).

                            A combinação desses fatores provoca o processo de despovoamento de Rondonópolis ao mesmo tempo em que os garimpos projetam o crescimento de Poxoréu que, em 1938, foi elevado à categoria de município. Em conseqüência, pela proximidade, Rondonópolis é incluído como distrito de Poxoréu.

                            A partir de 1947 Rondonópolis volta a crescer, à medida que é inserido no contexto capitalista de produção como fronteira agrícola mato-grossense, resultado da política do sistema de colônias implantado pelo governo do Estado. A emancipação política acontece em 10 de dezembro de 1953.

                            Hoje, decorridos pouco mais de 50 anos de sua emancipação política, Rondonópolis tem uma população aproximada de 180 mil habitantes. É uma cidade conhecida por suas terras férteis e localização privilegiada, no entroncamento das Rodovias BR 163 e BR 364, que ligam as regiões Norte/ Sul do país, sendo o portal da Amazônia e a entrada para o pantanal mato-grossense.

                            A promessa de que os trilhos da Ferronorte chegarão a Rondonópolis acenam para as possibilidades de barateamento do frete, de diminuição do percurso até os portos e de melhoria da competitividade de nossos produtos no mercado internacional.

                            Enfim, Rondonópolis tem tudo para transformar-se em um dos principais entroncamentos rodo-ferroviários do país e na metrópole do século XXI.

                            Almoço e encontro com VFC Airton Cavalca
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                            • paolomonte
                              Fazedor de Chuva

                              • Dec 2014
                              • 422

                              #44
                              25/141 - Itiquira - MT

                              Atribui-se a Antônio Cândido de Carvalho a exploração desta parte do Sertão Leste Matogrossense, por volta de 1897, esse sertanista partiu do Porto Itiquira, chefiando uma expedição com o fim de efetuar a exploração do Rio Garças. Com a propaganda da excelência das terras e dos campos para criação não tardou a que chegassem novos aventureiros, uns interessados nos campos para criação, outros nas minas.

                              Várias fazendas de criação de gado foram, em seguida, instaladas às margens dos diversos tributários do Rio Itiquira.

                              Na zona que hoje compreende o Município de Itiquira, a exploração econômica do diamante teve início por volta de 1932, com a chegada dos garimpeiros

                              Data de 1932, a formação do povoado à margem do Rio Itiquira, quando, também, chegaram os primeiros comerciantes, o povoado já contava, nessa altura, numerosos barracos.

                              Hoje a região e predominantemente agrícola, o terminal ferroviário de Itiquira trouxe grande desenvolvimento para a região.

                              Terminal Ferroviário de Itiquira com VFC Airton Cavalca e futuro FC Eules
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                              • Gugelmin
                                Fazedor de Chuva

                                • Mar 2015
                                • 766

                                #45
                                FC Paolo, Show agora junto por aqui também podendo acompanhar, logo estaremos na mesma empreita Km + Km por estes municípios do nosso MT!

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