São Paulo de cabo a rabo.

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    Fazedor de Chuva

    • Mar 2015
    • 686

    #196
    174 IBIRAREMA 7.600 HAB

    O atual Município de Ibirarema, teve início numa pequena povoação denominada PAU D'ALHO, que se estendia ao longo da margem direita de um pequeno rio com esse mesmo nome, ao meio de exuberantes e fertilíssimas terras, cuja predominância era para o pau d'alho, e que por isso mesmo, talvez, emprestasse o nome ao rio que banhava e à povoação que surgia.
    Foi uma povoação que nascera, talvez, pela necessidade dos moradores que se espalhavam ao longo do Rio Paranapanema, para o enterro de seus mortos, pois a criação de um povoado com cemit´rio, encurtaria bem as dis`^ancias que se tinha de percorrer, procurando os de Platina - SP, Bela Vista ( atual Echaporã), Campos Novos do Paranapanema ( atual Campos Novos Paulista) ou Salto Grande, e, ainda mais, por ser alí, um ponto de pousada forçada para os viajantes que se dirigiam do já grande vilareja de Campos Novos do Paranapanema ( atual Campos Novos Paulista) a Salto Grande do Paranapanema ( atual Salto Grande), rumando a Cerqueira Cesar e vice-versa.
    Isto, até os primórdios de 1909, quando as primeiras explorações para a futura passagem da Estrada de Ferro Sorocabana, que, acompanhando o rio Paranapanema, rumava para o Estado de Mato Grosso, naturalmente, teve de passar pelas terras que circundavam a pequena povoação de Pau D'Alho.
    Foi então, mais ou menos em 1913, alguém teve a idéia de se transferir para mais perto da via férrea, instalando-se junto à picada demarcatória da Estrada de Ferro, e outros, juntaram-se aos primeiros, abandonando à primitiva povoação e passando-se para a segunda nascente. Com o abandono de quase todos os seus moradores, esse povoado, perdeu-se por completo, emprestando até mesmo o seu nome ao segundo, sendo que nos dias de hoje, sometne ruínas e pequenos sinais do povoado, restam alí.
    Entre outras pessoas vindas de princípio, destacam-se os nomes de João Corrêa, peimeiro dono de "venda", instalada nas terras de propriedade de Nadario Marana, sendo que este último, com a chegada dos primeiros trilhos da estrada de ferros, teve de arrancar a sua segunda casa ainda em construção, para dar lugar à linha que avançava, e, à poucos metros atras, ergueu-se o primeiro " rancho" para as paradas dos trens e guarda das ferramentas e depois, a Estação "rancho" para as paradas dos trens e guarda das ferramentas e depois, a Estação definitiva da Estrada de Ferro sorocabana, inaugurada a 12 de fevereiro de 1914.
    Com a passagem da Estrada de Ferro, o lugar começou a crescer e foi então que pela Lei nº 1883, de 11 de dezembro de 1922, foi criado o Distrito de Pau S'Alho ( atual Ibirarema), e como tal, instalado no dia 3 de maio de 1923, no Muncípio e Comarca de Salto Grande.
    Na Divisão Administrativa referente ao ano de 1933, e nas territoriais de 31 de dezembro de 1939 e 32 de dezembro de 1937, Pau D'Alho figura como Distrito do Município de Salto Grande, assim permanecendo no qudro anexo ao Decreto-Lei EStadual de nº 9037, de 31 de março de 1938, para vigorar no quinquenio 1939- 1934, ovservando-se, porém, que, em 1936 e 1937, ele consta apenas, como Distrito Judiciário do mencionado Município.

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      • Mar 2015
      • 686

      #197
      175 PALMITAL 23000 HAB

      O desbravador da região onde está hoje o Município de Palmital foi João Batista de Oliveira Aranha que, vindo de São manuel, em companhia de seus filhos, em 1886, instalou-se a 4 km da atual cidade, na Água de Aranha.
      Oliveira Aranha, divulgando em São Manuel a fertilidade das terras daquela região, atraiu para lá novos moradores. Assim, em 1891, Manoel Jojé Batista estabeleceu-se com sua família na Água da Fortuna; em 1898, Joaquim Silvério da Cruz fixava-se na Água clara; e, no mesmo ano, Salvador Ricci desbravava a Água das Anhumas. Seguitam-se a estes Julio D'Oliveira Castanha e Licério Nazareth de Azevedo.
      Logo iniciaram a divisão do terreno em lotes que eram vendidos a 200 mil reis cada um. Francisco Severino da costa, em 1910, fez doação de um terreno à Igrja, para a fundação do patrimônio de Palmital, instalado a 12 de julho de 1918, no Município de Campos Novos. Doi elevado a Município pela Lei n167 1693, de 18-XII-1919, na Comarca de Assis, constituído de um único Distrito de Paz, o de igual nome. O Município doi instalado ea 21 de abril de 1920; passou a pertencer a Comarca de Salto Grande no ano de 1922, pela Lei nº 1887 de 1920.
      Por força do Decreto nº9775, de 30-XI-1938, Palmiral voltou a pertencer a comarca de assis e, pelo Decreto-Lei nº 14334, de 30-XI-1944, foi designado sede de comarca, abrangenfo os municípios de Palmital, e Ibirarema e, pela Lei nº 233 de 24-XII-1948, o de Campos Novos Paulista.
      foram incorporados os seguintes Distritos de Paz: Sussuí - Pelo Decreto nº 9775 de 30-XI-1938. Criado com sede na povoação de igual nome no Município de Cândido Mota, em 1927, pela Lei nº 2230 de 20 de dezembro; Platina - pelo Decreto nº 6448 de 21 de maio de 1934, e desanexado pela Lai nº 2456, de 30-XII-1953. O Município consta atualmente com 2 distritos de Paz: Palmital e Sussuí.
      Em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Palmital e Sussuí.
      Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2003.

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        • Mar 2015
        • 686

        #198
        176 TARUMÃ 14.200 HAB


        As origens do atual município remontam ao princípio do século. Entre os anos de 1910 e 1915, a investida do desbravadores alcançou a área, onde havia-se instalado uma aldeia indígena, da tribo dos xavantes, muito provalmente. A novidade da presença do homem branco, que ali ao fixar-se erguendo seus casebres, passa gradativamente a afugentar os silvícolas, que num periódo de cerca de 5 anos, findam por abandonar o local. Em face da presença de diversos nascedouro na área, formaram-se núcleos, que tinham nesse ponto suprimento às suas necessidades do elemento, e foram desenvolvendo-se, uns menos e outros mais, tendo sido proeminência de crescimento o núcleo que ocupava então
        o local denominado como Água do dourado, nascente de rio, que viu ali aflorar alguns estabelecimentos comerciaIs, uma igreja, e também um cemitério, que se tornara uso dos povoados vizinhos.
        Um dos patrimônios destes vizinhos denominado então vila Lex, despontava-se também por força da influência política nas esfera estaduais de um de seus organizadores que, apoiado estão por outras eminências da época, conseguiram antecipar ao núcleo de doutorado na instalação de um cartório civil de registro, entidade que já pleiteava há algum tempo por aquela sede principal. A presença desta entidade, acabou por abrir uma categorização diferenciada àquele agrupamento, e com esta distinção passa a ter grande incremento no seu processo de crescimento, sendo denominado a partir de então como tarumã, espécie vegetal presente em abundância na região.
        Se destacava a produção de café, que foi sendo gradativamente substituída pelo milho, soja, trigo e cana, esta ultima já aproveitado na ocasião para a produção de aguardente, no engenho instalado na fazenda Nova América, que tendo sido negociada por volta dos anos 40, viu os seus maquinários serem transformados em uma usina por seu novo proprietário, havendo naquele momento produção de cana em escala industrial, passando a denominar-se Usina Nova América de Açúcar e Ácool.
        Passou então esta agroindústria a ser principal e maior fonte de absolvição de mão-de-obra não só do local, como de toda região circunvizinha, mantendo-se até os dias atuais nesta condição, sendo inclusive um dos principais suportes à emancipação política de Tarumã ao município de Assis, ocorrida sob Lei Estadual datada de 9 de janeiro de 1990.


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          #199
          177 FLORÍNIA 2.950 HAB


          No ano de 1919, quando elevada a categoria de Vila é batizada com o nome de Pântano devido a quantidade de barro que se formava em qualquer chuva.
          Para obter sucesso na fixação de pessoas no local, Sebastião Alves de Oliveira as incentivava oferecendo preços acessíveis e inclusive doação de lotes.
          Na época a estrada que dá acesso para Londrina (PR) passava pela cidade de Florínea, motivo pelo qual havia tanto interesse em fundar a cidade onde ela está hoje se estabeleceu o núcleo urbano.
          Seu crescimento é grandemente prejudicado pela geada de 1940 e acelera o fim da lavoura de café. Estabelece-se então a migração da população para outros locais em busca, principalmente de emprego, um movimento que estagnou-se apenas muito recentemente percebendo hoje apenas uma oscilação muito pequena da população.
          Em 1953 o Pântano, com a luta de alguns pioneiros consefue a sua emancipação político-administrativos e em 1954 já como município passa a se chamar Florínea. A prefeitura é instalada na Rua Francisco Nunes de Souza e a cidade começa a se estruturar.
          Em 1961 o município volta a ser Distrito de Assis por motivos ligados, para alguns, a parceira administrativa da época e para outros, a razões políticas. Mas volta à sua posição de Município no ano seguinte.
          Um dos fatos que contribuiu para o deslocamento das famílias é a implantação do Estatuto da Terra, a lei nº 4.504 de 20/11/64, onde o trabalhador rural é "protegido". Os donos de propriedades rurais ficaram reticentes em registrar seus trabalhadores por não terem condiçãoes de pagar seus direitos numa possível dispensa do mesmo.
          A partir de 1981 a cidade retoma o crescimento físico e populacional, embora muito lentamente. O que pode ser notado é que a partir desse ano começaram a ser implantado os conjuntos habitacionais, para atender as famílias que se deslocam para outras localidades, o que nos dá a idéia de um certo equilíbrio entre o número de pessoas que se dirigem para Florínea ou se deslocam para outros locais. Assim introduziu-se a cana no binômio soja e trigo.
          Hoje registra-se um decréscimo muito grande na população do município de Florínea que em 1960 chegou a ter 5.753 habitantes e hoje, segundo o IBGE conta com 2.995 habitantes.

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            #200
            178 SANTA CRUZ DO RIO PARDO 46.500 HAB

            as origens do primitivo bairro de Santa Cruz assentam-se na criação de uma sesmaria concedida a Antunes Cardia, em 1818, por D. João VI, a que daria origem ao povoamento de Lençóis Paulista.
            Daquela vila, conhecida como Boca do Sertão, partiriam, por volta de 1850, José Theodoro de Souza, e mais tarde, Joaquim Manuel de Andrade e Manoel Francisco Soares, os primeiros sertanistas mineiros, desbravadores do Sertão do Paranapanema, colonizadores do distante bairro de Santa Cruz, habitado pelos índios coroados.
            Uma grande cruz plantada às margens de um pardacento rio, iluminada, à noite, com tochas e velas, para espantar os índios, daria origem ao nome do nascente lugarejo e futura cidade: Santa Cruz do Rio Pardo.
            Nos primeiros anos do século transformara-se em grande exportadora de café, tendo a Estrada de Ferro Sorocabana como sua principal artéria de vitalidade econômica.

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              #201
              179 AGUAS DE SANTA BARBARA 6.000 HAB

              As terras do antigo Distrito de São Domingos, no território de Botucatu, criado em 1858, e transferido para o Município de Lençóis em 1868, para as margens do rio Pardo, foram doadas por diversos moradores, dentre eles o Capitão Apiaí (Pedro Dias), considerado um dos fundadores de Santa Bárbara do Rio Pardo.
              O novo povoado foi chamado Santa Bárbara, em função da Padroeira, cuja imagem foi trazida de Minas Gerais pelos primeiros moradores, as famílias Dias Batistas e Marques do Vale e, mais tarde, Santa Bárbara do Rio Pardo, devido à sua localização.
              Em 1978, foi alterada a denominação do Município para Águas de Santa Bárbara.
              Reconhecida a alcalinidade de suas águas radioativas,foi enquadrada como Estância Hidromineral.

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                #202
                180 IARAS 7.800 HAB

                Iaras começou a se formar em 1910, quando o governo federal comprou uma grande fazenda pertencente ao casal Ernesto Dias e Amália Mattos Dias. Essas terras foram divididas em pequenos lotes agrícolas e vendidas a imigrantes europeus, que, na época, recebiam auxílio do governo brasileiro.
                A fundação do pequeno povoado foi atribuída a Pinheiro Machado e contou com a contribuição do engenheiro Carlos Poma, responsável pelo planejamento de seu traçado. Por volta de 1911, uma nova ação do governo federal marcou a vida local por meio da implantação do Patronato Agrícola de Monção, que visava abrigar menores abandonados provenientes do Rio de Janeiro e criar possibilidades de se explorar terras remanescentes da antiga fazenda.
                Essa movimentação e a prática da agricultura de subsistência fizeram o núcleo sedesenvolver e tornar-se, em 30 de dezembro de 1921, distrito do município de Águas de Santa Bárbara. A localidade esteve, portanto, ligada à dinâmica de uma região que havia se formado a partir de Botucatu e seus desmembramentos, em grande parte influenciada pela incursão da Estrada de Ferro Sorocabana. O distrito, em 30 de novembro de 1944, teve seu nome alterado para Iaras, cuja origem reporta-se a uma lenda indígena sobre uma sereia que costumava aparecer no alto da Cascata Capão Rico, mais conhecida comoDeusa Mãe D?Água. Em 9 de janeiro de 1990, Iaras conquistou sua autonomia político*administrativa.


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                  #203
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                  Este final de semana foi fraco , porem muito agradável

                  fui para o paraguay a aproveitei a viagem e fiz 11 cidades

                  ate a proxima
                  Última edição por Vlamir; 29-06-15, 16:54.
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                    #204
                    Entrega da 1ª Cadeira de Rodas Cidade de Iracemapólis

                    ENTREGA DA 1ª CADEIRA DE RODAS A CIDADE DE IRACEMÁPOLIS-SP

                    No dia 26/06 foi entregue a 1ª Cadeira de rodas das 7 que quero
                    doar, foi para o PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR DA
                    PREFEITURA MUNICIPAL DE IRACEMÁPOLIS recebido pela
                    Enfermeira Gabriela Santos Recebeu Sexta Feira 26/06


                    conforme e-mail:

                    Em 29/06/2015, às 08:37,
                    de: Gabriela Santos <enfgabrielairacemapolis@hotmail.com> escreveu:

                    Bom dia, Sr Vlamir
                    recebemos a cadeira na sexta feira.
                    Em nome de todos da prefeitura de Iracemápolis,
                    e do Programa de Ass. Domiciliar
                    agradecemos imensamente a doação.

                    Gabriela Santos
                    Iracemapólis



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                    Última edição por Vlamir; 30-06-15, 15:27.
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                      • 686

                      #205
                      Certificado

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                      Um passeio até o Paraguay em Meu Aniversário
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                        • 686

                        #206
                        181 PORONGABA 9.200 HAB

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                        Na margem da antiga estrada Botucatu - Sorocaba, havia um local denominado ?Sertão do Rio Feio?, destinado ao repouso dos tropeiros que por ali transitavam. Com a continuidade destas viagens, muitos tropeiros trouxeram suas famílias e, reconhecendo a fertilidade das terras da região, iniciaram as primeiras plantações.
                        Foram seus primeiros moradores, as famílias de Pedro José, Francisco Manoel de Oliveira, Manoel Izidoro Brenhas, Segismunda Machado e seu filho, e João Machado da Silva que, vindo da Bahia, fêz doação ao patrimônio de uma imagem de Santo Antônio.
                        Construíram uma capela em 1860, ao redor da qual surgiram as primeiras ?palhoças? e o conseqüente povoamento, que passou a denominar-se Santo Antônio do Rio Feio, em homenagem ao Santo padroeiro.
                        Cinco anos depois instalou-se no povoado um distrito policial, denominado Bela Vista. Com esse nome foi elevado a distrito, em 1885.
                        Para evitar problemas de endereçamento, por haver um outro distrito de igual nome na Capital do Estado, foi alterado em 1919, a denominação de Bela Vista para Porangaba, de igual significado em tupi-guarani.
                        Desmembrou-se de Tatuí, do qual fazia parte, quando tornou-se município, em 1927.
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                          • Mar 2015
                          • 686

                          #207
                          182 CONCHAS 17.500 HAB

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                          A região do atual Município antes de sua fundação em 1887, era percorrida por tropas de burros que transportavam as mercadorias para Botucatu e Tietê.
                          Muitos desses viajantes acabaram se fixando nas proximidades de um ribeirão- Ribeirão das Conchas, que segundo contam, tinha abundância de moluscos que deixavam suas ? conchas ? em sua margens.
                          Entre eles, André Ferreira e Germano Weiss, são considerados os fundadores da povoação que se formou no local.
                          O avanço da antiga ferrovia, ? Sorocabana Railway ?, até o vizinho povoado de Pereiras em 1888, fez com que novos moradores procurassem se estabelecer.
                          Conchas foi elevado a Distrito de Paz em 1896, deixando de pertencer a Tietê, passou ao Município de Pereiras em 1899. Retornando a Tietê em 1902.
                          A autonomia político-administrativa do Município deu-se em 1916

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                          NO TIETE 20 KMS DE DISTANCIA DO CENTRO
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                            • Mar 2015
                            • 686

                            #208
                            183 ANHEMBI (ESTRADA ESTA HORRÍVEL O PREFEITO NÃO DEVE SER NEM DO PSDB NEM DO PT ) 6.500 HAB

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                            Antigo arraial fundado por bandeirantes na margem do rio Tietê, a história de Anhembi começou com a criação da capela de Nossa Senhora dos Remédios da Ponte do Tietê, em 2 de fevereiro de 1862, uma referência não só à padroeira do arraial como à existência de uma ponte sobre o rio Tietê, utilizada por tropeiros, vindos de Minas Gerais em direção ao Paraná, para o transporte de produtos.
                            O desenvolvimento do povoado foi marcado por esse comércio interestadual feito pelos tropeiros, e inaugurou o processo político-administrativo local.
                            Anhembi, alterado em 6 de novembro de 1906, era como os índios se referiam ao rio Tietê, o rio dos inhambus, um termo de origem tupi-guarani, anhambu, uma ave galinácia, inambu.

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                            AS MARGENS DO TIETE
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                              • 686

                              #209
                              184 BOTUCATU 138.000 HAB TERRA DO SACI

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                              A colonização iniciou-se por volta de 1721, quando as áreas delimitadas pelo rio Paranapanema e Serra de Botucatu foram divididas em sesmarias, sendo uma delas, a Fazenda Santo Inácio, concedida aos jesuítas. Estes religiosos, liderados pelo Padre Estanislau de Campos, iniciaram a agropecuária, mas as dificuldades inerentes da época, retardaram a efetiva ocupação da região, apesar do Governo Provincial tê-la incentivado, em 1776, concedendo terras aos povoadores.
                              A Fazenda Santo Inácio, confiscada pela Coroa quando os jesuítas foram expulsos dos domínios portugueses, em 1759, foi levada à hasta pública, com a denominação de Fazenda Boa Vista de Botucatu. Foi arrematada pelos sorocabanos Paulo Aires de Aguirre e pelo Sargento-Mor Manuel Joaquim da Silva Castro, que a subdividiu em várias pequenas propriedades agrícolas e de criação de gado. Data desta época, a construção da capela de Nossa Senhora das Dores da Serra de Botucatu e, em 1855, a vila, com prerrogativas de município.
                              A afluência de imigrantes atraídos pela expansão do café do tipo amarelo, no Oeste Paulista, transformou Botucatu num Centro Regional. Com a decadência da cafeicultura, por volta de 1930, houve ascensão da agropecuária, e, nos últimos anos, as atividades industriais.
                              O nome da cidade vem de Ibytu-katu, que em tupi significa "bons ares".
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                                • 686

                                #210
                                185 SÃO MANUEL 40.500 HAB

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                                Em 1870, o mineiro de Camaducaia, alferes Manuel Gomes Faria, e outros, doaram29 alqueires de terras, na região ao norte do rio Claro, chamada Água Clara, com a finalidade de fundar um arraial.
                                No ano seguinte, essas terras foram permutadas por outras gleba mais para o sul, às margens do Ribeirões do Paraíso, onde se instalou o patrimônio de São Manuel do Paraíso.
                                Os antigos pousos das expedições que se dirigiam a Mato Grosso, descendo o Tietê, foram sendo substituídos por fazendas de café, principalmente a partir do século XX, com a chegada de imigrantes Italianos, Espanhóis e Portugueses.
                                Nove anos após a instalação do povoado, São Manuel do Paraíso foi elevado a freguesia, em território de Botucatu.
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