RELATOS DE UMA INCRÍVEL VIAGEM A USHUAIA
Primeiro Dia: 18/02/16 – quinta feira
Cuiabá/Campo Grande
Enfim começamos a nossa tão sonhada, planejadas e aguardada viagem!
Nosso primeiro dia, na realidade foi dividido em dois dias. Fomos um dia antes do programado para Cuiabá para trocar o pneu dianteiro da moto e realizar alguns ajustes e também atualizar os GPS na BMW. O Reinaldo que trabalha na BMW se desdobrou em 3( ligou na Garmin, entrou em contato com colegas, rezou...), mas não conseguiu atualiza-los. O Gustavo havia mandado o dele pela van e junto com o dele deixei o meu para pega-lo no dia seguinte, mas mesmo assim não deu certo. No outro dia cedo aguardamos o Gustavo e a Miriam no sinuelo, junto tb vieram o Alisson e sua esposa tb Mirian que iriam conosco até Ponta Porã. Saímos de Cuiabá já passado das 11:00h e seguimos rumo ao nosso primeiro destino Campo Grande-MS. O trecho Cuiabá/Rondonópolis ( velho conhecido nosso) é desanimador, são pouco mais de 200km totalmente travados e além de um calor insuportável. Após pararmos novamente para um lanche no Sinuelo de Rondonópolis seguimos viagem agora com o trânsito mais fluido. A noite caiu uns 100km antes de Campo Grande e como se não bastasse começou a chover. Chegamos às 21:00h direto ao hotel, tomamos banho e saímos para comer juntamente com uns amigos de lá. (relato Evelyn e Carlos)
Segundo Dia: 19/02/16 – Sexta-feira
Campo Grande/Ponta Porã
Amanhecemos por volta das 8:00 e seguimos viagem. Esse trecho tb é bastante conhecido nosso e foi tranquilo de ser feito. Chegamos e fomos direto na "migraciones" do Paraguai fazer a nossa entrada e após fomos ao Hotel Barcelona nos acomodar. Como não somos de ferro demos um pulo no shopping China, mas com o dólar à $4,15, foi bem desanimador! Mesmo assim saímos de lá com algumas sacolinhas. (relato Evelyn e Carlos)
Terceiro Dia: 20/02/16 – Sábado
Ponta Porã/Resistência
Levantamos madrugadinha, pois nosso dia seria longo, são 760km e teríamos que fazer a imigração na Argentina ainda. O Paraguai nos surpreendeu, tudo bem organizado, terras boas e uma paisagem digna de Europa. Haviam muitas "trancas" da polícia, o que no início nos deixou um pouco apreensivos, mas foi só a impressão mesmo. Neste trajeto fomos abordados pela primeira vez pela polícia paraguaia, os policiais nos solicitaram os documentos pessoais e os da moto, também nos perguntaram se tínhamos o "seguro de Mercosul" ( carta verde), mas não pediram para ver. Paramos a 240km de Ponta Porã, na churrascaria Boi na Brasa, que é de um gaúcho, onde fomos muito bem atendidos e comemos algumas empanadas, abastecemos e seguimos viagem em direção a Assuncion. Próximo a Assuncion dobramos a direita rumo a Clorinda e cruzamos o nosso velho conhecido e magnífico Rio Paraguai, velho conhecido, porque moramos próximo a sua nascente no MT e é nosso velho conhecido de pesca. Quase a uns 10km da fronteira, fomos parados pela polícia do Paraguai, solicitaram todos os documentos como da primeira vez, mas desta vez pediram para ver a carta verde, onde checaram todos os dados, inclusive o número do chassis da moto (deu impressão de estarem procurando algo...sei lá, às vezes foi só impressão). Na fronteira a saída do Paraguai e entrada para Argentina foi bem ágil, pois os guichês são lado a lado! Quando estávamos passando pela Aduana Argentina, que tb é em frente, fomos "eleitos" para uma inspeção. O calor estava insuportável e o agente fez questão de abrir mala por mala, ele tb solicitou o seguro carta verde para conferência e após olhá-lo levou para seu chefe para verificar de fato se estava tudo correto. Logo retornou nos entregando o seguro e nos liberando para seguirmos viagem. Iríamos comer na fronteira, mas acabamos parando em Clorinda em uma conveniência, pois não encontramos restaurante para comer. Seguimos viagem, pois resistência ainda estava a 300km. Havíamos reservado o Hotel Gala e seguimos direto para ele. Chegamos ao fim do dia, corremos para um banho relaxante na piscina do hotel e mais à noite saímos para comer em um restaurante chamado Coco's (que por sinal a comida era maravilhosa)! (relato Evelyn e Carlos)
Quarto Dia: 21/02/16 – Domingo
Resistência/Salta
Havíamos combinado de levantar de madrugada para sairmos as 6:00h, pois nos alertaram muito sobre o calor que fazia neste trecho. Assim sendo, as 6:30h partimos do hotel ainda no escuro. De resistência à Salta é uma reta só, muito monótono, pois não existe nada de turístico além do chaco propriamente dito. Para nossa sorte, felizmente o dia não foi dos mais quente e não sofremos tanto quanto haviam dito que iríamos sofrer (se bem que para quem mora em MT.....)
Encontramos dois grupos de motociclistas brasileiros em um posto na cidadezinha de Pampa del Infierno, os dois eram de SC! Um do pessoal de HD que estavam retornando de Antofagasta e outro de 3 amigos em Big Trail que estavam no mesmo sentido que a gente. Após uma breve confraternização e pausa para foto, seguimos viagem. Chegamos a salta na metade da tarde e nos hospedamos no Hotel Ayres de Salta.
Fomos para a Praça Central num barzinho comer Salteña e tomamos Cerveja Salta, muito boa, mais bem quente para o padrão do Brasil.
A noite fomos ao Restaurante Posada de Caseros, onde comemos uma deliciosa Parrilhada Argentina.
(relato Evelyn e Carlos)
Quinto Dia: 22/02/16 – Segunda-feira
Salta-Turismo
Aproveitamos para descasar, acordamos mais tarde e fomos fazer uma caminhada para conhecer a cidade, andamos até a praça para fazer um passeio de bonde que iria até o alto do moro São Bernardo, mas estava fechado por falta de energia.
Voltamos e almoçamos no Restaurante El Charrua, também uma ótima opção.
De volta ao Hotel fomos a um City Tur em que visitamos vários pontos turísticos da cidade, inclusive o Monte São Bernardo e também a cidade de São Lorenzo, onde vimos várias mansões antigas e ouvimos a história local.
A noite fomos ao Restaurante do Hotel Almeria, onde comemos pratos refinados e com saborosos.
Sexto Dia: 23/02/16 – Terça Feira
Salta/São Pedro do Atacama
Saímos do Hotel as 6:30 logo após tomar um café reforçado. Combinamos de sair cedo, pois tínhamos receio do trajeto, já que iriamos cruzar a Cordilheira dos Andes passando pelo Deserto do Atacama até chegar a cidade de São Pedro do Atacama
Saimos de Salta com um clima muito agradável, em torno de 20 graus, com paisagens deslumbrantes.
Ao longo do percurso a temperatura baixou muito, e a medida que entravamos no Deserto e por incrível que pareça começaram aproximar nuvens de chuva.
Chegamos a Aduana Argentina-Chile e todo o procedimento foi relativamente rápido, mas quando o agente da Aduana foi vistoriar nossas Motos a chuva começou a cair, e o frio aumentou ainda mais.
Esperamos um pouco, e quando a chuva deu uma trégua pegamos a estrada. A chuva passou, mas o frio aumentou muito, chegando a 4 graus, em uma altitude de quase 5000 mil metros.
Começamos a descer e o frio diminuiu, mas quase chegando a São Pedro a chuva caiu novamente, e dos dois lados das estrada numa distancia próxima caiam muitos raios e trovões.
E assim chegamos a São Pedro do Atacama com chuva e muito barro.
Nos hospedamos no Hotel Don Raul, onde a princípio tivemos uma péssima impressão em virtude sujeira causada pela chuva, mas apesar da simplicidade das acomodações o serviço de hotel e restaurante foram muito bons.
Após um banho quente e uns minutos de descanso fomos procurar um lugar para comer, e descobrimos que o Restaurante do hotel era muito bom, com pratos bem elaborados. Após algumas cervejas e alguns aperitivos fomos comer no restaurante Adobe por indicação de um amigo. Passamos na porta e gostamos, principalmente por conta da fogueira que tinha no meio do lugar.
Gostamos muito do Restaurante e da refeição, ambiente jovem e descontraído, com música típica, mas a fogueira nos deixou com um cheio de queimados...kkkk
Primeiro Dia: 18/02/16 – quinta feira
Cuiabá/Campo Grande
Enfim começamos a nossa tão sonhada, planejadas e aguardada viagem!
Nosso primeiro dia, na realidade foi dividido em dois dias. Fomos um dia antes do programado para Cuiabá para trocar o pneu dianteiro da moto e realizar alguns ajustes e também atualizar os GPS na BMW. O Reinaldo que trabalha na BMW se desdobrou em 3( ligou na Garmin, entrou em contato com colegas, rezou...), mas não conseguiu atualiza-los. O Gustavo havia mandado o dele pela van e junto com o dele deixei o meu para pega-lo no dia seguinte, mas mesmo assim não deu certo. No outro dia cedo aguardamos o Gustavo e a Miriam no sinuelo, junto tb vieram o Alisson e sua esposa tb Mirian que iriam conosco até Ponta Porã. Saímos de Cuiabá já passado das 11:00h e seguimos rumo ao nosso primeiro destino Campo Grande-MS. O trecho Cuiabá/Rondonópolis ( velho conhecido nosso) é desanimador, são pouco mais de 200km totalmente travados e além de um calor insuportável. Após pararmos novamente para um lanche no Sinuelo de Rondonópolis seguimos viagem agora com o trânsito mais fluido. A noite caiu uns 100km antes de Campo Grande e como se não bastasse começou a chover. Chegamos às 21:00h direto ao hotel, tomamos banho e saímos para comer juntamente com uns amigos de lá. (relato Evelyn e Carlos)
Segundo Dia: 19/02/16 – Sexta-feira
Campo Grande/Ponta Porã
Amanhecemos por volta das 8:00 e seguimos viagem. Esse trecho tb é bastante conhecido nosso e foi tranquilo de ser feito. Chegamos e fomos direto na "migraciones" do Paraguai fazer a nossa entrada e após fomos ao Hotel Barcelona nos acomodar. Como não somos de ferro demos um pulo no shopping China, mas com o dólar à $4,15, foi bem desanimador! Mesmo assim saímos de lá com algumas sacolinhas. (relato Evelyn e Carlos)
Terceiro Dia: 20/02/16 – Sábado
Ponta Porã/Resistência
Levantamos madrugadinha, pois nosso dia seria longo, são 760km e teríamos que fazer a imigração na Argentina ainda. O Paraguai nos surpreendeu, tudo bem organizado, terras boas e uma paisagem digna de Europa. Haviam muitas "trancas" da polícia, o que no início nos deixou um pouco apreensivos, mas foi só a impressão mesmo. Neste trajeto fomos abordados pela primeira vez pela polícia paraguaia, os policiais nos solicitaram os documentos pessoais e os da moto, também nos perguntaram se tínhamos o "seguro de Mercosul" ( carta verde), mas não pediram para ver. Paramos a 240km de Ponta Porã, na churrascaria Boi na Brasa, que é de um gaúcho, onde fomos muito bem atendidos e comemos algumas empanadas, abastecemos e seguimos viagem em direção a Assuncion. Próximo a Assuncion dobramos a direita rumo a Clorinda e cruzamos o nosso velho conhecido e magnífico Rio Paraguai, velho conhecido, porque moramos próximo a sua nascente no MT e é nosso velho conhecido de pesca. Quase a uns 10km da fronteira, fomos parados pela polícia do Paraguai, solicitaram todos os documentos como da primeira vez, mas desta vez pediram para ver a carta verde, onde checaram todos os dados, inclusive o número do chassis da moto (deu impressão de estarem procurando algo...sei lá, às vezes foi só impressão). Na fronteira a saída do Paraguai e entrada para Argentina foi bem ágil, pois os guichês são lado a lado! Quando estávamos passando pela Aduana Argentina, que tb é em frente, fomos "eleitos" para uma inspeção. O calor estava insuportável e o agente fez questão de abrir mala por mala, ele tb solicitou o seguro carta verde para conferência e após olhá-lo levou para seu chefe para verificar de fato se estava tudo correto. Logo retornou nos entregando o seguro e nos liberando para seguirmos viagem. Iríamos comer na fronteira, mas acabamos parando em Clorinda em uma conveniência, pois não encontramos restaurante para comer. Seguimos viagem, pois resistência ainda estava a 300km. Havíamos reservado o Hotel Gala e seguimos direto para ele. Chegamos ao fim do dia, corremos para um banho relaxante na piscina do hotel e mais à noite saímos para comer em um restaurante chamado Coco's (que por sinal a comida era maravilhosa)! (relato Evelyn e Carlos)
Quarto Dia: 21/02/16 – Domingo
Resistência/Salta
Havíamos combinado de levantar de madrugada para sairmos as 6:00h, pois nos alertaram muito sobre o calor que fazia neste trecho. Assim sendo, as 6:30h partimos do hotel ainda no escuro. De resistência à Salta é uma reta só, muito monótono, pois não existe nada de turístico além do chaco propriamente dito. Para nossa sorte, felizmente o dia não foi dos mais quente e não sofremos tanto quanto haviam dito que iríamos sofrer (se bem que para quem mora em MT.....)
Encontramos dois grupos de motociclistas brasileiros em um posto na cidadezinha de Pampa del Infierno, os dois eram de SC! Um do pessoal de HD que estavam retornando de Antofagasta e outro de 3 amigos em Big Trail que estavam no mesmo sentido que a gente. Após uma breve confraternização e pausa para foto, seguimos viagem. Chegamos a salta na metade da tarde e nos hospedamos no Hotel Ayres de Salta.
Fomos para a Praça Central num barzinho comer Salteña e tomamos Cerveja Salta, muito boa, mais bem quente para o padrão do Brasil.
A noite fomos ao Restaurante Posada de Caseros, onde comemos uma deliciosa Parrilhada Argentina.
(relato Evelyn e Carlos)
Quinto Dia: 22/02/16 – Segunda-feira
Salta-Turismo
Aproveitamos para descasar, acordamos mais tarde e fomos fazer uma caminhada para conhecer a cidade, andamos até a praça para fazer um passeio de bonde que iria até o alto do moro São Bernardo, mas estava fechado por falta de energia.
Voltamos e almoçamos no Restaurante El Charrua, também uma ótima opção.
De volta ao Hotel fomos a um City Tur em que visitamos vários pontos turísticos da cidade, inclusive o Monte São Bernardo e também a cidade de São Lorenzo, onde vimos várias mansões antigas e ouvimos a história local.
A noite fomos ao Restaurante do Hotel Almeria, onde comemos pratos refinados e com saborosos.
Sexto Dia: 23/02/16 – Terça Feira
Salta/São Pedro do Atacama
Saímos do Hotel as 6:30 logo após tomar um café reforçado. Combinamos de sair cedo, pois tínhamos receio do trajeto, já que iriamos cruzar a Cordilheira dos Andes passando pelo Deserto do Atacama até chegar a cidade de São Pedro do Atacama
Saimos de Salta com um clima muito agradável, em torno de 20 graus, com paisagens deslumbrantes.
Ao longo do percurso a temperatura baixou muito, e a medida que entravamos no Deserto e por incrível que pareça começaram aproximar nuvens de chuva.
Chegamos a Aduana Argentina-Chile e todo o procedimento foi relativamente rápido, mas quando o agente da Aduana foi vistoriar nossas Motos a chuva começou a cair, e o frio aumentou ainda mais.
Esperamos um pouco, e quando a chuva deu uma trégua pegamos a estrada. A chuva passou, mas o frio aumentou muito, chegando a 4 graus, em uma altitude de quase 5000 mil metros.
Começamos a descer e o frio diminuiu, mas quase chegando a São Pedro a chuva caiu novamente, e dos dois lados das estrada numa distancia próxima caiam muitos raios e trovões.
E assim chegamos a São Pedro do Atacama com chuva e muito barro.
Nos hospedamos no Hotel Don Raul, onde a princípio tivemos uma péssima impressão em virtude sujeira causada pela chuva, mas apesar da simplicidade das acomodações o serviço de hotel e restaurante foram muito bons.
Após um banho quente e uns minutos de descanso fomos procurar um lugar para comer, e descobrimos que o Restaurante do hotel era muito bom, com pratos bem elaborados. Após algumas cervejas e alguns aperitivos fomos comer no restaurante Adobe por indicação de um amigo. Passamos na porta e gostamos, principalmente por conta da fogueira que tinha no meio do lugar.
Gostamos muito do Restaurante e da refeição, ambiente jovem e descontraído, com música típica, mas a fogueira nos deixou com um cheio de queimados...kkkk



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