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Os GPS´s do jacob e Serjão tambem não funcinaram no Ecuador, lá vc vai ter que usar um mapa de papel mesmo.
Os FC´s Serjão e Guilhermo que estão em viajem agora, vão deixar as motos na cidade de Grants pass, antes de Seattle.
O Guilhermo tem amigos lá. Não sei o endereço ou os detalhes, mais quando o Jacob e o Serjão voltarem pedimos detalhes a eles.
Vou definir minha ida a Bogota na semana que vem, quando volto para mais uma avaliação do ortopedista.
Porem minha data de saida deve ser antes do dia 12/06, pois é a data em que vence o visto da moto na Colombia.
Mais não se preucupe não, eu ando devagar e paro muito, vamos nos encontrar no trecho.
O desejo de viajar até Prudhoe Bay, no Alaska, surgiu em 2012. Desde então venho me preparando para realizar esse desejo. Foram várias viagens e milhares de quilômetros rodados, sendo a última delas até Ushuaia, no final de 2013, onde percorri mais de 16.000km, em 36 dias.
Mas o Alaska é longe, tenho ouvido frequentemente. Mas 'longe é um lugar que não existe', respondo. Depende, basicamente, do ponto de referência.
Por exemplo: estando em Whitehorse, no Canadá, serão apenas 1.800km. De Fairbanks serão só 800km, o que não é tão longe assim. Contudo, de Brasília, serão 22 mil km. É muito chão!
Ao se aproximar o dia da partida para uma viagem um pouco mais longa, sempre ficamos com uma indecisão. Uma incerteza. Confesso que isso acontece comigo. Mas o difícil é dar a partida na moto, como dizem meus amigos fazedores de chuva. Para amenizar a ansiedade e superar essa indecisão, coloquei em meus pensamentos que não vou para o Alaska. Aliás, essa sempre é minha estratégia de viagem.
No próximo domingo, 25/5, se nada nem ninguém me fizer mudar de ideia, sairemos, eu, a Guerreira e Deus, com destino a Três Lagoas (MS), a 930km de Brasília, passando por Goiânia. Chegando lá, após as mais de 10h em que meus pensamentos estarão concentrados apenas na viagem, se não desistir, por qualquer motivo, no dia seguinte (26), sigo até Corumbá, a 760km.
Dia 27, não havendo qualquer problema ou se o sentimento de dúvida, indecisão ou incerteza desaparecerem, saio do Brasil, e sigo até Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia. Depois, Cochabamba, La Paz, Arequipa, já no Perú, e assim, dia após dia, sempre reavaliando se prossigo ou não, estarei cada vez menos longe do Alaska.
Se, em qualquer ponto da jornada, seja após 2h ou 20 dias de viagem, quando já deverei estar saindo da América do Sul, alguma coisa acontecer, ou se chegar a conclusão que não devo ir, desisto ou volto, sem nenhum constrangimento.
Ao entrar na América Central, desistir ficará mais difícil. Mas se for necessário...
Dessa vez farei um pouco diferente do que fiz na viagem para Ushuaia. Não publicarei, diariamente, o relato da jornada. Nem tampouco se desisti ou não. Mas manterei todos informados, periodicamente. Principalmente pelo twitter: @viagensdemoto, onde postarei algumas fotos e disponibilizarei, sempre que possível, minha localização, via satélite.
A energia positiva dos familiares e amigos é parte do combustível que me alimentará durante toda a viagem.
Escrevi quando cheguei em Ushuaia, em 5/12/13: Não devemos recuar em nossos propósitos. Em nossos projetos. Em nossos sonhos. As dificuldades que aparecem nada mais são do que um teste para ver se estamos ou não determinados a fazer o que planejamos. O que sonhamos. E, mais importante que isso, um teste para ver se realmente acreditamos que Deus está conosco. Não titubearei novamente. Nunca mais.
Que assim seja!
GCFC e 1º VFC/MG Celso JF
Brasília/DF
61.99984-9567
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