GCFC BFC CFC Osmar e Terezinha estão há 42 anos casados e nunca deixaram de viajar juntos. Há poucos anos, compraram a primeira moto e, desde então, não pararam mais de rodar. Já foram ao Ushuaia, ao Alasca, a todas as capitais brasileiras, a todos os países da América, ao quatro extremos do País....E sempre juntos, ressaltando uma das premissas dos Fazedores de Chuva que diz que mais importante do que o veículo que amamos, mais importante do que o destino que sonhamos, é a companhia que não podemos perder. Eles, juntamente com o GCFC Dolor, partiram de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, para Quito, montados em suas motocicletas.

FC João e Maria da Graça também foram ao IX Encontro Internacional dos FC com sua Harley. Eles partiram do Brasil com seus companheiros de viagem, os FC Eli, Dorival Modolon e Dr. Jiboia.

“Não saio de moto para distâncias curtas, tenho preguiça”, afirma FC Maria da Graça, que gosta de grandes viagens. O FC Eli conheceu os Fazedores de Chuva através do FC Pimentel. FC Dorival Modolon viaja pelo menos uma vez por ano de moto e reveza entre Harley e BMW. Mas ele planeja fazer o desafio Nascente Fazedor de Chuva com uma motocicleta 125cc. “Já fui de Brasília a Belém com uma RX 125”, conta FC Modolon.

O FC Jiboia também costuma viajar muito de motocicleta. Agora os próximos planos são ir ao Alasca e assim conquistar o certificado de Grande Cacique FC.

O GCFC Evangelista acredita que “andar de moto é um remédio para a solidão”. Ele conta que diversas vezes, de repente, decidiu sair de moto de Florianópolis (SC) a Curitiba (PR) só para tomar um café e poder rodar um pouco sobre duas rodas.

O FC Paulinho e Ana saíram de Santa Catarina com VFC Jackson e Ana Paola no dia 01 de novembro, Depois de 7.649 quilômetros rodados, chegaram a Quito no dia 14 de novembro. FC Paulinho conta que foi a viagem de maior quilometragem que eles realizaram até agora. Já o VFC Jackson e Ana Paola ressaltam que são os mais novos entre o comboio que veio a Quito de motocicleta. “Somos os bebês, os mais jovens que vieram de motocicleta até Quito”, afirmam. Agora, eles estão em busca de mais dois desafios: o Bandeirante e o Cardeal.

Mesmo os que não viajam de motocicleta, também participam e fazer parte dos Fazedores Chuva, afinal toda a pessoa que tem o espírito de aventura no coração, é um FC. No Encontro Internacional dos FC não há distinção de veículo, sexo, raça ou idade, todos são almas inquietas e bem-vindas em volta de nossa fogueira.
A FC Adriana participou de seu primeiro Encontro e contou que adora viajar e por isso a vontade por conhecer de perto a ideologia dos FC. “Quando soube que teria Encontro, quis participar!”, afirma. O FC Dyxclay também não costuma viajar de moto. “Nunca tive interesse. Andei uma vez 100 metros com uma moto e nunca mais”, conta. Mas ele tem um denominador comum com os FC, ele tem a alma inquieta e adora viajar. Prova disso é que já percorreu 17 mil quilômetros em 48 dias, quando saiu do Rio de Janeiro e partiu rumo ao Ushuaia, em 2007.
FC João e Maria da Graça também foram ao IX Encontro Internacional dos FC com sua Harley. Eles partiram do Brasil com seus companheiros de viagem, os FC Eli, Dorival Modolon e Dr. Jiboia.
“Não saio de moto para distâncias curtas, tenho preguiça”, afirma FC Maria da Graça, que gosta de grandes viagens. O FC Eli conheceu os Fazedores de Chuva através do FC Pimentel. FC Dorival Modolon viaja pelo menos uma vez por ano de moto e reveza entre Harley e BMW. Mas ele planeja fazer o desafio Nascente Fazedor de Chuva com uma motocicleta 125cc. “Já fui de Brasília a Belém com uma RX 125”, conta FC Modolon.
O FC Jiboia também costuma viajar muito de motocicleta. Agora os próximos planos são ir ao Alasca e assim conquistar o certificado de Grande Cacique FC.
O GCFC Evangelista acredita que “andar de moto é um remédio para a solidão”. Ele conta que diversas vezes, de repente, decidiu sair de moto de Florianópolis (SC) a Curitiba (PR) só para tomar um café e poder rodar um pouco sobre duas rodas.
O FC Paulinho e Ana saíram de Santa Catarina com VFC Jackson e Ana Paola no dia 01 de novembro, Depois de 7.649 quilômetros rodados, chegaram a Quito no dia 14 de novembro. FC Paulinho conta que foi a viagem de maior quilometragem que eles realizaram até agora. Já o VFC Jackson e Ana Paola ressaltam que são os mais novos entre o comboio que veio a Quito de motocicleta. “Somos os bebês, os mais jovens que vieram de motocicleta até Quito”, afirmam. Agora, eles estão em busca de mais dois desafios: o Bandeirante e o Cardeal.
Mesmo os que não viajam de motocicleta, também participam e fazer parte dos Fazedores Chuva, afinal toda a pessoa que tem o espírito de aventura no coração, é um FC. No Encontro Internacional dos FC não há distinção de veículo, sexo, raça ou idade, todos são almas inquietas e bem-vindas em volta de nossa fogueira.
A FC Adriana participou de seu primeiro Encontro e contou que adora viajar e por isso a vontade por conhecer de perto a ideologia dos FC. “Quando soube que teria Encontro, quis participar!”, afirma. O FC Dyxclay também não costuma viajar de moto. “Nunca tive interesse. Andei uma vez 100 metros com uma moto e nunca mais”, conta. Mas ele tem um denominador comum com os FC, ele tem a alma inquieta e adora viajar. Prova disso é que já percorreu 17 mil quilômetros em 48 dias, quando saiu do Rio de Janeiro e partiu rumo ao Ushuaia, em 2007.


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