Meu nome é Walter Roberto Raio, tenho 54 anos, sou casado com Elisabeth Ula Bender Raio, minha companheira de viagens, bancários aposentados, temos duas filhas, sempre gostamos de motos, tanto que quase sempre em nossas férias anuais, tínhamos um roteiro longo, com aproximadamente 30 dias para ser feito de moto, e em finais de semanas normais rodávamos algo em torno de 1000 kms.

Rodamos todos os estados brasileiro, com exceção do Amapá, contornamos a costa brasileira, visitamos a grande maioria dos pontos turísticos do Brasil de moto, lugares como Canela/Gramado RS, Serra do Rio do Rastro e Corvo Branco em Santa Catarina, (nestas serras acredito que fomos mais de 30 vezes), centenas de cidades do Paraná, Pantanal Mato grossense (Norte e Sul) , Bonito, Chapada dos Guimarães, Nobre, Vale do Ribeira, Estrada Real, Delta do Parnaíba, Lençóis Maranhense, entre muitos outros .

SERRA DO RIO DO RASTRO-SC

TRANSPANTANEIRA MT

ESTRADA REAL
Em 1998 fizemos nossa primeira viagem internacional de moto rodamos pela Alemanha, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, França, Liechtenstein, Mônaco, Suíça, Itália e Áustria, rodamos 5.300 kms em 15 dias, sendo o destaque da viagem a cordilheira dos Alpes, referência para nossa rota.

WALTER E ULA EM 1998 NA EUROPA

ALGUM LUGAR NA SUIÇA 1998

CORDILHEIRA DOS ALPES SUIÇA 1998

CORDILHEIRA DOS ALPES SUIÇA 1998

ALPES FRANÇA 1998
Em 1999 é chegada a vez de fazer Ushuaia, num roteiro que incluísse Mendonza, Santiago do Chile, Carreteira Austral, rota 40, Glaciar Perito Moreno, Torre Del Paine, enfim um roteiro de 14.100 kms, feitos em 30 dias.

WALTER E ULA EM 1999 SAINDO PARA USHUAIA

VULCÃO VILA RICA CHILE 1999

CARRETERA AUSTRAL CHILE 1999

ATALHO ENTRE A ROTA 55 E ROTA 40 – 1999

GLACIAR PERITO MORENO 1999

WALTER E ULA 1999
Nesta viagem o Chile nos encantou, então ali já nascia um pré-projeto para a próxima longa viagem, o norte do Chile. No inicio de 2002 isto foi concretizado, fazendo parte do roteiro todo o norte do Chile, a partir de Santiago, pois o Sul Já havíamos feito, subimos até Arica, entramos no Perú e fomos até Machu Picchu, retornamos posteriormente pela Bolívia , voltando a San Pedro do Atacama no Chile, e vindo pelo norte da Argentina, via Passo Jama, na época ainda rípio, ao todo percorremos mais 12.270 kms em 23 dias.

CORDILHEIRA DOS ANDES PERÚ 2002

CORDILHEIRA DOS ANDES PERÚ 2002

PASSO JAMA - CHILE 2002

PASSO JAMA - CHILE 2002

PASSO JAMA - CHILE 2002
Em 2003 fizemos um novo roteiro pelo norte da Argentina saído por San Antonio de Los Cobres, entrando no Chile via Passo SICO, descendo toda a costa chilena até a Ilha de Chiloé, cruzando a cordilheira e saindo em Bariloche e retornando por Buenos Aires, enfim mais de 10.000 kms rodados em 30 dias.

PASSO SICO 2003

PASSO SICO 2003

ILHA DE CHILOÉ CHILE 2003

PASSO CARDENAL 2003

PASSO CARDENAL 2003
Em 2009/2010 novamente o norte da Argentina e cruzar a Cordilheira pelo Passo Água Negra, pelo passo San Francisco e Passo Jama, concluindo assim os principais passo da Cordilheira dos Andes.

PASSO ÁGUA NEGRA WALTER E A FILHA CIBELE

PASSO ÁGUA NEGRA 2010

PASSO SAN FRANCISCO 2010

PASSO SAN FRANCISCO 2010
Em 2011 foi a vez da viagem ao Alaska, onde rodamos 62.000 kms em 145 dias, roteiro que incluímos as principais atrações turísticas das 3 Américas, relatado no blog: http://walterula.blogspot.com/
Fotos no endereço https://picasaweb.google.com/111333084103501653499#
Sou alguém com alguma experiência em viagens de moto, que talvez possa contribuir com algo para algum colega, mas que com certeza tenho muito mais para aprender com este seleto grupo.
Motos dos últimos anos: uma Superteneré rodei 72.000 km e uma BMW GS 1100 rodei 262.000 kms.
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” (AMYR KLINK)

Rodamos todos os estados brasileiro, com exceção do Amapá, contornamos a costa brasileira, visitamos a grande maioria dos pontos turísticos do Brasil de moto, lugares como Canela/Gramado RS, Serra do Rio do Rastro e Corvo Branco em Santa Catarina, (nestas serras acredito que fomos mais de 30 vezes), centenas de cidades do Paraná, Pantanal Mato grossense (Norte e Sul) , Bonito, Chapada dos Guimarães, Nobre, Vale do Ribeira, Estrada Real, Delta do Parnaíba, Lençóis Maranhense, entre muitos outros .
SERRA DO RIO DO RASTRO-SC
TRANSPANTANEIRA MT
ESTRADA REAL
Em 1998 fizemos nossa primeira viagem internacional de moto rodamos pela Alemanha, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, França, Liechtenstein, Mônaco, Suíça, Itália e Áustria, rodamos 5.300 kms em 15 dias, sendo o destaque da viagem a cordilheira dos Alpes, referência para nossa rota.
WALTER E ULA EM 1998 NA EUROPA
ALGUM LUGAR NA SUIÇA 1998
CORDILHEIRA DOS ALPES SUIÇA 1998
CORDILHEIRA DOS ALPES SUIÇA 1998
ALPES FRANÇA 1998
Em 1999 é chegada a vez de fazer Ushuaia, num roteiro que incluísse Mendonza, Santiago do Chile, Carreteira Austral, rota 40, Glaciar Perito Moreno, Torre Del Paine, enfim um roteiro de 14.100 kms, feitos em 30 dias.
WALTER E ULA EM 1999 SAINDO PARA USHUAIA
VULCÃO VILA RICA CHILE 1999
CARRETERA AUSTRAL CHILE 1999
ATALHO ENTRE A ROTA 55 E ROTA 40 – 1999
GLACIAR PERITO MORENO 1999
WALTER E ULA 1999
Nesta viagem o Chile nos encantou, então ali já nascia um pré-projeto para a próxima longa viagem, o norte do Chile. No inicio de 2002 isto foi concretizado, fazendo parte do roteiro todo o norte do Chile, a partir de Santiago, pois o Sul Já havíamos feito, subimos até Arica, entramos no Perú e fomos até Machu Picchu, retornamos posteriormente pela Bolívia , voltando a San Pedro do Atacama no Chile, e vindo pelo norte da Argentina, via Passo Jama, na época ainda rípio, ao todo percorremos mais 12.270 kms em 23 dias.
CORDILHEIRA DOS ANDES PERÚ 2002
CORDILHEIRA DOS ANDES PERÚ 2002
PASSO JAMA - CHILE 2002
PASSO JAMA - CHILE 2002
PASSO JAMA - CHILE 2002
Em 2003 fizemos um novo roteiro pelo norte da Argentina saído por San Antonio de Los Cobres, entrando no Chile via Passo SICO, descendo toda a costa chilena até a Ilha de Chiloé, cruzando a cordilheira e saindo em Bariloche e retornando por Buenos Aires, enfim mais de 10.000 kms rodados em 30 dias.
PASSO SICO 2003
PASSO SICO 2003
ILHA DE CHILOÉ CHILE 2003
PASSO CARDENAL 2003
PASSO CARDENAL 2003
Em 2009/2010 novamente o norte da Argentina e cruzar a Cordilheira pelo Passo Água Negra, pelo passo San Francisco e Passo Jama, concluindo assim os principais passo da Cordilheira dos Andes.
PASSO ÁGUA NEGRA WALTER E A FILHA CIBELE
PASSO ÁGUA NEGRA 2010
PASSO SAN FRANCISCO 2010
PASSO SAN FRANCISCO 2010
Em 2011 foi a vez da viagem ao Alaska, onde rodamos 62.000 kms em 145 dias, roteiro que incluímos as principais atrações turísticas das 3 Américas, relatado no blog: http://walterula.blogspot.com/
Fotos no endereço https://picasaweb.google.com/111333084103501653499#
Sou alguém com alguma experiência em viagens de moto, que talvez possa contribuir com algo para algum colega, mas que com certeza tenho muito mais para aprender com este seleto grupo.
Motos dos últimos anos: uma Superteneré rodei 72.000 km e uma BMW GS 1100 rodei 262.000 kms.
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” (AMYR KLINK)



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